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Boeing diz que avião sumido não estava sujeito a norma de inspeção

VALE ESTE 2 - mapa avião desaparecido malásia (Foto: Arte/G1)

A Boeing disse nesta quarta-feira (12) que o desaparecido jato 777, da Malaysia Airlines, não estava sujeito a uma nova diretriz relativa à segurança da aviação nos Estados Unidos, que ordenaram inspeções adicionais para rachaduras e corrosão em aviões 777.

A Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) ordenou na semana passada inspeções repetidas adicionais em certas aeronaves Boeing 777, alertando que a corrosão e rachaduras podem provocar rápida descompressão e danos à estrutura da aeronave.

A FAA determinou que as companhias aéreas inspecionassem aeronaves registradas nos EUA para verificação de rachaduras, corrosão e potenciais reparos, depois de receber um relatório sobre uma rachadura de 16 polegadas no revestimento da fuselagem sob um adaptador para a antena de comunicações por satélite do avião.

A Boeing disse que trabalhou em estreita colaboração com a FAA para monitorar a frota quanto a potenciais problemas de segurança e tomar as medidas apropriadas. Mas disse que a aeronave 777-200ER da Malaysia Airlines não tinha essa antena instalada e não estava sujeita à ordem da FAA.

Um porta-voz da FAA também alertou nesta quarta-feira contra o estabelecimento de ligações entre a diretriz, uma das centenas emitidas anualmente pela agência, e o desaparecimento do voo MH370 da Malaysia Airlines.

“Não há absolutamente nenhuma indicação de que isso teve alguma coisa a ver com o acidente”, disse o porta-voz, que também observou que os aviões são construídos com redundâncias no processo de fuselagem e inspeção para que sejam captadas fissuras ou corrosão antes que elas fiquem maiores e causem problemas.

A FAA propôs em setembro pela primeira vez as inspeções extras para 120 aeronaves registradas nos EUA, antes de finalizar a diretriz em fevereiro e publicá-la no Registro Federal dos EUA, em 5 de março. A nova regra entra em vigor 9 de abril.

“Estamos emitindo essa diretriz de aeronavegabilidade para detectar e corrigir rachaduras e corrosão na pele da fuselagem, o que poderia provocar uma rápida descompressão e perda de integridade estrutural do avião”, disse a agência na diretriz.

As autoridades de aviação em outros países normalmente seguem o exemplo da FAA na emissão de tais diretrizes, mas não ficou claro se a Malásia já estava adotando a mesma medida.

Pelo menos uma dezena de países, com 42 navios e 39 aviões, estão ajudando a procurar o avião que desapareceu no sábado, menos de uma hora depois de decolar de Kuala Lumpur com 239 pessoas a bordo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Cobra que estava matando animais é capturada na PB, diz PM Ambiental

Uma cobra da espécia salamanta foi capturada na tarde desta quarta-feira (29) no município do Conde, na Região Metropolitana de João Pessoa. Segundo o sargento Cláudio Sérgio Medeiros, da Polícia Ambiental, o animal tem quase dois metros de comprimento e estava matando filhotes de bodes e bois e outros animais pequenos na região. (Foto: Walter Paparazzo/G1)Salamanta foi encontrada no terreno de uma empresa (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Uma cobra da espécie salamanta foi capturada por volta das 13h30 (horário local) desta quarta-feira (29) no município do Conde, na Região Metropolitana de João Pessoa. Segundo o sargento Cláudio Sérgio Medeiros, da Polícia Ambiental, o animal tem quase dois metros de comprimento.

A polícia chegou até o local porque recebeu denúncias de que filhotes de bodes e bois e outros animais pequenos estavam aparecendo mortos na região. A Polícia Ambiental aponta a cobra como a responsável pelas mortes.

A salamanta foi localizada no terreno de uma empresa. Ela deverá ser encaminhada para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) para ser avaliada. Medeiros acredita que ela deverá ser solta na natureza novamente, já que aparenta estar sadia.

A salamanta foi localizada no terreno de uma empresa. Ela deverá ser encaminhada para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) para ser avaliada. O sargento Sérgio acredita que ela deverá ser solta na natureza novamente, uma vez que aparenta esta (Foto: Walter Paparazzo/G1)Cobra tem quase dois metros de comprimento (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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A promoção que eu estava procurando

calcinhas

AEAEAE CORRE LÁ NEGADA!!!

Isso me lembrou um CD que certamente seria trilha sonora para o momento…

monica

(carinha aquela)

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Pescador corajoso ‘ajuda’ tubarão de 136 kg que estava exausto

Durante uma competição de pesca realizada na cidade de Gasparilla, na Flórida (EUA), um pescador corajoso pulou na água para “ajudar” um tubarão-touro de 136 kg que estava exausto, depois de ser fisgado pela equipe. Veja o vídeo.

Pescador ajudou animal perigoso a se recuperar na água, depois de ter sido fisgado pelo grupo (Foto: Reprodução/YouTube/Gasparilla BigGame)Pescador ajudou animal perigoso a se recuperar na água, depois de ter sido fisgado pelo grupo (Foto: Reprodução/YouTube/Gasparilla BigGame)

Depois de ter o anzol removido da boca, o tubarão não conseguiu nadar imediatamente, o que fez com que um dos homens fosse até ele, apesar dos alertas dos colegas, e o movesse pela água para ajudar na absorção de oxigênio – uma técnica muito utilizada por adeptos do “pesque e solte”.

A gravação impressionante foi assistida mais de 240 mil vezes. É importante lembrar que o tubarão-touro é um dos mais agressivos da natureza, e responsável pela maioria dos ataques a seres humanos ao redor do mundo.

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Publicado por em 3 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Segurança de Falcão diz que Champignon estava ‘careta’ em show

Victor Mehl trabalhou como segurança da banda Charlie Brown Jr. (Foto: Silvio Muniz/G1)Victor Mehl trabalhou como segurança da banda Charlie Brown Jr. (Foto: Silvio Muniz/G1)

O segurança Victor Mehl, que trabalhava com Chorão e encontrou o corpo do músico em seu apartamento no dia 6 de março, compareceu ao sepultamento de Champignon na tarde desta terça-feira (10) em Santos, no litoral de São Paulo. Ele comentou a relação de Chorão com Champignon e sobre o último show do músico com O Rappa.

Victor trabalhou como segurança da banda Charlie Brown Jr. por cerca de oito anos. Atualmente, ele atua na mesma função com o grupo O Rappa, liderado por Falcão. “Vi o Champignon no domingo (8) de manhã, ele tocou com a gente em Lorena (SP). Estava super feliz, totalmente careta de álcool, tomando água e refrigerante. Ele só bebia socialmente. Ia cantar com a gente no próximo show do Rappa. O Falcão está arrasado, muito mal”, relata.

O segurança diz que conviveu com Champignon por anos, enquanto trabalhava com o Charlie Brown Jr. “Champignon era parceiro. O moleque era sangue bom demais, 35 anos de idade, mas com cabeça de cinco anos. Fazia as coisas com espontaneidade, fazia besteiras, mas era um moleque puro de coração, não fazia as coisas com maldade. A última vez que o vi, ele estava perfeito. O último fã que tirou foto do cara foi na saída desse show, eu estava colocando ele na van”, relembra Victor.

Ele comentou ainda a relação entre Champignon e Chorão. “Eles eram muito próximos, dois iguais. Dois positivos sai faísca, mas os caras se amavam muito. A galera estava ‘pesando’ na dele demais, tinha fanpage no facebook ‘pilhando’ muito ele. O Champignon ficava discutindo com fã na internet, ele respondia, isso foi pesando”, conclui.

Arte Champignon vale esse (Foto: Editoria de Arte/G1)

Trajetória
Champignon tinha 35 anos e nasceu em Santos, litoral paulista. O músico lançou vários discos com a banda Charlie Brown Jr, que deixou em 2005, após brigas com o vocalista Alexandre Magno Abrão, o Chorão.

Nessa época, participou de outros projetos, como o grupo Nove Mil Anjos, que tinha Junior Lima (irmão de Sandy) na bateria.

Em 2011, Champignon retornou ao Charlie Brown Jr. fazendo com que a banda voltasse a contar com a presença dos quatro integrantes da formação original de 1992: Marcão, Champignon, Chorão e Thiago Castanho, além do baterista Bruno Graveto, que passou a integrar o grupo em 2008.

Após a morte de Chorão, em 6 de março deste ano, os membros do Charlie Brown lançaram a banda ‘A Banca’, que tinha Champignon como vocalista.

A próxima apresentação do grupo seria no dia 21 de setembro em Recife, Pernambuco, com a turnê “Chorão Eterno”, show que homenageava além de Chorão, toda a trajetória da banda Charlie Brown Jr.

Duas perdas no mesmo ano
Em 2013, Champignon perdeu dois companheiros de banda entre março e maio: o parceiro Chorão e o guitarrista Peu Sousa, ex-colega de Nove Mil Anjos, encontrado morto em maio em sua casa, no bairro de Itapuã, em Salvador.

Chorão morreu por overdose de cocaína, enquanto a morte de Peu foi provocada por suicídio, segundo informou na época a Polícia Civil da Bahia.

Ao G1, Champignon falou sobre as mortes no dia 6 de maio. “Os dois perderam a fé. Quando perdem a fé, perdem a vontade de viver. Foi mais um dia muito triste”, disse o baixista. “Eu acho que as pessoas, em algum momento da vida, perdem a fé. Independentemente se morrem por droga, ou enforcadas. Se perdem a vida sem culpa de ninguém, acredito que em algum momento perderam a fé”, acrescentou.

Fonte G1

 
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Publicado por em 12 de setembro de 2013 em Música

 

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Gabinete do premiê britânico estava ‘a par’ de brasileiro detido

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Governo britânico criticou pessoas que atacaram a detenção de David Miranda em Londres (Foto: AFP)Governo britânico criticou pessoas que atacaram a
detenção de David Miranda em Londres (Foto: AFP)

Um porta-voz do gabinete do primeiro-ministro britânico, David Cameron, disse nesta terça-feira que o gabinete estava “a par” da decisão de deter o brasileiro David Miranda, companheiro do jornalista Glenn Greenwald, que revelou o esquema de espionagem eletrônica do governo americano.

Miranda foi detido e interrogado no último domingo no aeroporto de Heathrow pela Scotland Yard, a polícia metropolitana de Londres. Ele voltava de uma viagem de Berlim e fazia uma escala de duas horas na capital britânica.

O porta-voz do gabinete do premiê, entretanto, não confirmou se Cameron foi ele próprio informado sobre a operação.

Nesta terça-feira, o brasileiro afirmou que vai entrar com um processo contra o governo do Reino Unido para impedir que a polícia examine os dados de seu laptop e equipamentos eletrônicos que foram confiscados.

O repórter de Assuntos Domésticos da BBC, Danny Shaw, disse que o processo tem o apoio moral do jornal britânico The Guardian.

O Ministério do Interior da Grã-Bretanha defendeu, por outro lado, a ação da polícia de Londres para deter o brasileiro.

Um porta-voz do Ministério disse que a polícia tem ‘obrigação de proteger as pessoas e a segurança nacional’, e que aqueles que se opõem a isso precisam ‘refletir sobre o que estão consentindo’.

cronologia_snowden_19agosto (Foto: Editoria de Arte / G1)

“Se a polícia acredita que um indivíduo está em posse de dados roubados altamente sensíveis que possam ajudar o terrorismo, então ela precisa agir, e a lei fornece uma estrutura legal para ela fazer isso”, disse o porta-voz.

O ministério disse ainda que o inquérito policial sobre o caso está em andamento, e que não pretende se manifestar sobre pontos específicos do episódio.

Polícia
O Ministério do Interior é responsável por diversos órgãos de gestão da segurança do país, como serviços de inteligência interna, polícia e agência de imigração.

Os comentários do porta-voz seguem a mesma linha da Scotland Yard, responsável por deter Miranda.

Em comunicado divulgado na noite de segunda-feira, a Polícia Metropolitana de Londres disse que o interrogatório de Miranda foi objeto de um processo detalhado de tomada de decisão “embasada em fundamentos legais e processuais”.

“O procedimento foi revisto em detalhes para garantir que o interrogatório fosse necessário e equilibrado”, afirmou a Scotland Yard.

“Nossa avaliação é a de que o uso de poder neste caso foi embasado em fundamentos legais e processuais”.

Ainda segundo a polícia, “ao contrário do que tem sido divulgado, o homem teve acesso a advogado durante o interrogatório”.

Episódio ‘incomum’
David Miranda ficou preso por quase nove horas no domingo no aeroporto de Heathrow, em Londres. Durante este tempo, ele foi questionado com base na lei antiterror do país, que permite parar qualquer pessoa em trânsito pela Grã-Bretanha.

O brasileiro voltava de Berlim, onde esteve com a cineasta americana Laura Poitras, que trabalha com seu companheiro, Glenn Greenwald, nas investigações do material vazado por Edward Snowden, ex-agente da Agência Nacional de Segurança americana (NSA, sigla em inglês).

Greenwald, que trabalha para o diário britânico The Guardian, confirmou que seu companheiro teve a viagem para Berlim paga pelo jornal. O objetivo da viagem teria sido levar informações e receber documentos a respeito do trabalho que o jornalista e a cineasta fazem sobre os documentos vazados por Snowden, exilado na Rússia.

O jurista britânico David Anderson, revisor independente da legislação sobre terrorismo no Reino Unido, disse à BBC que o fato de o brasileiro ter sido detido por quase nove horas foi “incomum”.

Anderson, cuja função é opinar junto à Scotland Yard sobre a aplicação da Lei Antiterrorismo, vai se reunir com a polícia nesta terça-feira para discutir o caso do brasileiro.

Além dele, políticos da oposição demonstraram insatisfação com o uso da lei antiterror para interrogar uma pessoa que não estaria ligada a atividades terroristas.

Violência psicológica
Em entrevista ao Jornal Nacional, da Rede Globo, na noite de segunda-feira, Miranda disse que sofreu ameaças e “violência psicológica” durante as nove horas em que ficou detido.

No entanto, segundo ele, os policiais não fizeram perguntas relacionadas a respeito de possíveis atividades terroristas.

“Perguntaram sobre os protestos aqui no Brasil, sobre meu relacionamento com Glenn, perguntaram sobre a minha família, meus amigos. Nenhuma pergunta sobre terrorismo. Nenhuma.”

Ele afirma ainda que os policiais britânicos o ameaçaram de prisão, caso ele não respondesse determinadas questões. “Não houve nenhuma violência física contra mim, mas você pode ver que foi uma violência psicológica fantástica.”

“Perguntaram qual meu papel nessa história da NSA, dos documentos. Eu expliquei que não tenho envolvimento direto com esses documentos, não trabalho com eles”, afirmou Miranda.

Autoridades brasileiras e britânicas elevaram a pressão sobre o governo do Reino Unido para que apresente mais explicações sobre por que David Miranda foi detido.

Um porta-voz da Casa Branca revelou que os Estados Unidos foram avisados com antecedência por Londres sobre a decisão de deter Miranda, mas negou que o governo americano tenha pedido a ação.

Documentos codificados
Miranda teve equipamentos eletrônicos que carregava confiscados pela polícia, incluindo um laptop, telefone celular, câmera fotográfica, cartões de memória, DVDs e consoles de videogame. Mas afirma não saber se entre os arquivos que transportava, alguns deles codificados, estavam documentos secretos da NSA.

“Eu estava levando alguns arquivos para Laura e estava trazendo alguns arquivos para o Glenn. Eu não sei o que continha naqueles arquivos, porque eles são jornalistas, eles trabalham em várias histórias.”

Ao Jornal Nacional, Greenwald afirmou que tem cópias de todos os documentos que foram confiscados pela polícia britânica.

Em artigo publicado nessa segunda no Guardian, o jornalista chegou a afirmar que o episódio “nos encoraja ainda mais” a “continuar relatando agressivamente o que esses documentos revelam”. O mesmo tom foi adotado na entrevista dada pelo jornalista no Aeroporto Tom Jobim, na chegada de seu companheiro. Greenwald disse que iria “fazer reportagem com muito mais agressão do que antes, (…) publicar muito mais argumentos do que antes, eu vou publicar muito mais coisas sobre a Inglaterra também”.

Mas na entrevista ao JN, mais tarde, ele afirmou que não quer se vingar do governo britânico.

“Eu nunca disse nada que vou punir ninguém ou vou buscar vingança. Vou publicar só para mostrar ao mundo a informação que população do mundo deve saber.”

Na tarde de segunda-feira, o ministro de Relações Exteriores, Antonio Patriota, conversou sobre o tema por telefone com o chanceler britânico, William Hague.

Segundo o Itamaraty, na ligação, feita por volta das 13h, Patriota reiterou a “grave preocupação” do governo brasileiro com o ocorrido, classificado como “injustificável”, e repetiu que espera que incidentes como esse não se repitam.

Em uma nota, o Ministério do Exterior da Grã-Bretanha disse que Hague e Patriota “concordaram que representantes do Brasil e do Reino Unido permanecerão em contato sobre o tema”.

Em Washington, Josh Earnest, vice-porta-voz da Casa Branca, admitiu que os Estados Unidos foram avisados da ação por Londres antes que Miranda fosse detido, mas afirmou que a medida em si “não foi feita a pedido ou com o envolvimento do governo americano”.

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Suspeito de ataque em Boston estava ferido ao ser preso, diz processo

Dzhokhar Tsarnaev, acusado de ser um dos autores do atentado de abril na Maratona de Boston, estava gravemente ferido ao ser preso, inclusive com uma fratura craniana causada por tiro, revelaram documentos judiciais.

Um traumatologista descreveu em detalhes o estado dele numa audiência no dia em que o suspeito checheno foi formalmente indiciado pelo atentado, que matou três pessoas e feriu 264. Tsarnaev, de 20 anos, continua internado em um hospital de Boston.

Irmãos Tamerlan, de 26 anos, (esquerda) e Dzhokhar Tsarnaev, de 19 anos, suspeitos pelos atentados em Boston (Foto: The Lowell Sun/Robin Young/AP)Irmãos Tamerlan, de 26 anos, (esquerda) e Dzhokhar Tsarnaev, de 19 anos, suspeitos pelos atentados em Boston (Foto: The Lowell Sun/Robin Young/AP)

O outro suspeito pelo atentado era Tamerlan Tsarnaev, de 26 anos, irmão de Dzhokar. Ele morreu durante a perseguição policial subsequente ao atentado, no qual bombas caseiras foram deixadas junto à linha de chegada da maratona.

O médico Stephen Ray Odom, do Centro Médico Beth Israel, disse na audiência de 22 de abril que Tsarnaev tinha “múltiplos ferimentos a bala, dos quais o mais grave parece ter entrado pelo lado esquerdo de dentro da sua boca e saído pela face esquerda, a parte baixa da face”.

O conteúdo do depoimento do médico só foi tornado público na segunda-feira (19).

O suspeito foi preso dentro de um barco guardado no quintal de uma casa na periferia de Boston, após quatro dias de uma perseguição que chegou a paralisar a região metropolitana.

Segundo Odom, Tsarnaev também estava ferido nas pernas e num braço, mas estava lúcido. “Ele definitivamente sabe onde está”, disse o médico, três dias depois da captura do suspeito.

“Ele sabe que passou por múltiplos procedimentos, mas não tenho certeza de que esteja ciente de detalhes específicos. Ele sabe que tem uma lesão no pescoço e na mão.”

No mês passado, ao comparecer numa audiência judicial em que se declarou inocente, Tsarnaev ainda tinha o rosto inchado e o braço esquerdo engessado. Ele foi transferido em 26 de abril do Beth Israel para um centro médico penitenciário em Fort Devens.

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Brasil

 

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