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Presidente quer prolongar estado de exceção no nordeste da Nigéria

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O presidente nigeriano, Goodluck Jonathan, pediu nesta terça-feira (13) ao Parlamento que vote uma prolongação de seis meses do estado de exceção instaurado em maio em três estados do nordeste do país, alvo dos insurgentes islamitas.

Goodluck Jonathan pediu aos senadores que aprovem “a prolongação do estado de exceção nos estados de Adamawa, Borno e Yobe por outro período de seis meses a partir da data da expiração do mandato atual”, 14 de maio.

Se o Senado aprovar sua solicitação, ela será submetida ao voto dos deputados.

O grupo islamita nigeriano Boko Haram sequestrou em meados de abril 276 adolescentes em Chibok, no estado de Borno, onde vive uma importante comunidade cristã. Segundo as últimas informações, 223 delas continuam desaparecidas.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Brasil

 

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Flórida é 22º estado americano a permitir uso medicinal da maconha

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Para analistas, legalização de maconha em Estados dos EUA e no Uruguai retrata mudança de atitude no hemisfério (Foto: Reuters)Flórida se tornou o 22º estado americano a aprovar
uso medicinal de maconha (Foto: Reuters)

A Flórida se tornou o vigésimo segundo estado americano a permitir o uso medicinal da maconha, depois de o parlamento local aprovar o projeto nesta sexta-feira (2).

O Senado deu luz verde à medida com 30 votos a favor e 9 contra. A lei, que já havia sido aprovada na quinta-feira pela Câmara dos Representantes, agora deverá ser promulgada pelo governador, o republicano Rick Scott.

O projeto é bastante restrito: autoriza o uso de um certo tipo da erva com baixo grau de tetrahidrocanabinol (THC) – a principal substância psicoativa da droga – para o tratamento de um número reduzido de doenças, principalmente epilepsia e câncer.

Outros 21 estados, além do Distrito de Columbia (onde fica a capital, Washington), já adotaram o uso medicinal da maconha. Colorado e Washington foram mais longe, e legalizaram o uso recreativo.

O Congresso da Flórida (sudeste), localizado em Tallahassee, aprovou a demanda de um crescente número de residentes e organizações que clamavam pela legalização, e que já haviam recolhido assinaturas para a realização de um referendo em novembro.

“Sou pai e avô. Quero que meus filhos e netos tenham acesso ao cuidado de saúde que desejarem”, afirmou o governador Scott à imprensa local.

A maconha, entretanto, não poderá ser fumada, e sim ser usada em óleo. Somente quatro estabelecimentos em todo o estado estarão habilitados a vender o produto.

Além disso, um médico deverá estabelecer que nenhum outro tratamento deve ser realizado pelo paciente no período.

Outra lei, que estipula que jovens em situação ilegal possam pagar matrículas mais baratas em universidade públicas, também foi aprovada nesta sexta.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Brasil

 

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Protestos diminuem e Tailândia encerra estado de emergência

O governo da Tailândia anunciou nesta terça-feira (18) a revogação do estado de emergência em Bangcoc ante a diminuição das manifestações, que abalaram o turismo na capital do país.

O estado de exceção, que ficaria vigente até o próximo sábado e que afetava Bangcoc e outras províncias vizinhas, será substituído a partir de amanhã pela Lei de Segurança Interna, informou o jornal “Bangcoc Post”.

“A primeira-ministra assinou o decreto de revogação do estado de emergência, que será efetivo a partir desta terça-feira à meia-noite”, anunciou Suranand Vejjajiva, secretário-geral da chefe de Governo Yingluck Shuinawatra.

O estado de emergência estava em vigor na capital tailandesa desde 22 de janeiro.

A lei estará vigente até as eleições pendentes, que ocorrem entre os dias 20 e 27 de abril em várias províncias do sul do país e em alguns distritos de Bangcoc, onde foram boicotadas pelos manifestantes, afirmou o porta-voz governamental, Suranand Vejjajiva.

A declaração de estado de exceção, junto com as manifestações que ocuparam durante meses algumas das principais avenidas da cidade, causaram importantes prejuízos econômicos no setor turístico.

Os protestos perderam bastante força nas últimas semanas, apesar de os manifestantes continuarem acampados em áreas chave de Bangcoc, como o Parque de Lumpini, a Casa do Governo e o complexo governamental de Chaeng Wattana.

O movimento antigovernamental exige a renúncia do governo interino de Yingluck Shinawatra e o adiamento de qualquer processo eleitoral até que haja uma reforma no sistema político e que se tenha acabado com a corrupção.

O governo interino tailandês segue apostando na realização de eleições antecipadas para superar a crise política na qual o país está inserido e rejeitou desde o primeiro dia a utilização da força para dissolver os protestos.

Segundo o Centro de Serviço Médico de Urgências Erawan, 23 pessoas morreram e 768 ficaram feridas desde o início das manifestações no dia 25 de novembro de 2013.

A Tailândia vive uma profunda crise política desde 2006 quando um golpe de estado militar depôs o então primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, irmão mais velho da atual governante, com frequentes manifestações nas ruas que causaram dezenas de mortes e grandes perdas econômicas. 

Fonte G1

 
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Publicado por em 18 de março de 2014 em Brasil

 

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Estado de conservação da flora e da fauna do Brasil será reavaliado

Exemplar de onça-pintada que vive em fazenda de Goiás; foco de ONG é tratar e readaptar animais desta espécie antes deles retornarem à natureza (Foto: Evaristo Sa/AFP)A onça-pintada é um dos animais classificados como ‘ameaçados’ no Brasil. Com a mudança, deverá se enquadrar em uma das novas categorias do sistema internacional  (Foto: Evaristo Sa/AFP)

O Brasil vai reavaliar o estado de conservação de todas as espécies de sua fauna e flora com o objetivo de produzir uma nova lista de animais e vegetais ameaçados com padrão internacional. Os dados devem auxiliar na implantação de planos mais eficazes de proteção.

Nesta quarta-feira (5), o Ministério do Meio Ambiente publicou portaria no Diário Oficial da União instituindo o Pró-Espécies, programa que nomeia o Instituto Chico Mendes (ICMBio) e o Instituto Jardim Botânico do Rio de Janeiro como responsáveis pela nova classificação.

O país tem atualmente três listas distintas, duas para animais (vertebrados e invertebrados) e outra para plantas, que separam as espécies apenas em ameaçados ou não.

De acordo com o ICMBio, até 2013 o Brasil tinha 627 animais ameaçados. Já um levantamento do Jardim Botânico que avaliou 4.617 espécies de vegetais, afirma que 2.118 (45,9% delas) receberam essa classificação.

Veja as novas classificações:
– extinta;

Nova metodologia
Agora, haverá a subdivisão dos organismos analisados em categorias como criticamente em perigo (correm risco extremamente alto de extinção na natureza), vulnerável (quando há alerta de risco) e menos preocupante (quando não há algum perigo à espécie).

Esse padrão já é utilizado por outros países, como a União Internacional para Conservação da Natureza, a IUCN, órgão ligado às Nações Unidas e que concentra informações sobre a fauna e flora do planeta, além de possuir a Lista Vermelha, com dados sobre espécies em risco.

“O maior ganho disso é que teremos graus de ameaças. Isso vai melhorar nas ações de preservação, principalmente de espécies com grau de ameaça mais alto”, explica Carlos Scaramuzza, diretor do Departamento de Conservação da Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente.

Ele explica, por exemplo, que poderão ser beneficiadas imediatamente espécies que vivem na região do “arco do desmatamento”, faixa territorial que mais sofre com a degradação na Amazônia Legal que vai de Rondônia, passa por Mato Grosso, e segue até o Pará

A meta é concluir o diagnóstico até dezembro deste ano e lançar as listas, no máximo, até 2015.

Metas nacionais de Biodiversidade
Essas medidas, segundo Scaramuzza, vão ajudar o Brasil a cumprir com as metas nacionais de Biodiversidade, previstas na Convenção da ONU sobre Diversidade Biológica (CBD), que foram divulgadas em 2013.

Segundo elas, o país pretende até 2020 reduzir em 50% em relação às taxas de 2009 a perda de ambientes nativos e, na medida do possível, zerar a degradação e fragmentação dos biomas.

Até o mesmo ano, o risco de extinção de espécies ameaçadas terá sido reduzido significativamente, “tendendo a zero, e sua situação de conservação, em especial daquelas sofrendo maior declínio, terá sido melhorada”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Estado de Nova York, nos EUA, quer eliminar mais de 2 mil cisnes

Casal alimenta cisnes na Baía Sheepshead, em Nova York, em 28 de janeiro deste ano. Departamento de Conservação da cidade americana declarou guerra a esta espécie de ave por considerá-la invasora (Foto: Michael Kirby Smith/The New York Times)Casal alimenta cisnes na Baía Sheepshead, em Nova York, em 28 de janeiro deste ano. Departamento de Conservação do estado americano declarou guerra a esta espécie de ave por considerá-la invasora (Foto: Michael Kirby Smith/The New York Times)

O estado americano de Nova York, nos Estados Unidos, declarou guerra aos cisnes selvagens, alegando que essas aves representam uma ameaça aos aviões e contaminam as águas com suas fezes.

A proposta do Departamento de Conservação é matar ou realocar 2.200 exemplares desta espécie. A ação pode ser apoiada por alguns defensores ambientais, mas recebeu críticas daqueles que protegem os animais.

Os cisnes chegaram à América do Norte, trazidos pelos colonos europeus, como animais ornamentais que criavam em suas fazendas no final de 1.800, mas as autoridades não pensam mais que sua beleza valha o preço de sua liberdade.

O departamento de conservação ambiental do estado de Nova York afirma que os cisnes atacam as pessoas, destroem as plantas e podem contaminar a água com a bactéria E. coli, que seria liberada por meio de suas fezes.

Desde que um avião da US Airways colidiu em 2009 com uma revoada de gansos e se viu forçado a pousar no Rio Hudson, o Departamento da Agricultura americano estabeleceu um sacrifício anual de gansos do Canadá. Agora, o Departamento de Preservação de Nova York quer expandir a ofensiva até 2025, matando os animais ou permitindo a “propriedade responsável” que se aplica às aves em cativeiro.

“Os métodos de controle letal incluem atirar nos cisnes que vagam livres e capturar os vivos, aplicando neles a eutanásia, segundo as pautas estabelecidas para animais selvagens”, diz a proposta. Segundo o documento, que gerou reações enérgicas, os ninhos também serão destruídos, os ovos untados com graxa, furados ou esterilizados para evitar filhotes.

O fundador da organização de defesa dos animais Watch NYC, David Karopkin, disse que rejeita a ideia de que 2.200 cisnes sejam uma ameaça para um estado de 18 milhões de pessoas. “Ainda tenho que encontrar alguém que tenha sido seriamente ferido por um cisne”, afirmou. “É simplesmente escandaloso tentar eliminar uma espécie inteira, que vive no estado há mais de 150, quase 200 anos”, condenou.

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Oposição acredita que governo ucraniano cogita estado de exceção

O partido da líder opositora detida Yulia Timoshenko afirmou neste sábado (1) que as autoridades ucranianas estão considerando a possibilidade de instaurar o estado de exceção no país para acabar com mais de dois meses de protestos.

A investigação dos serviços de segurança ucranianos (SBU) por “tentativa de tomada de poder” anunciada na sexta-feira (31) à noite é “um elemento que mostra a preparação da instauração do estado de exceção”, declarou Grigori Nemyria, dirigente do partido Batkivshchina.

Mais cedo, um dos líderes da oposição, Arseni Yatseniuk, afirmou que considera “muito provável” uma intervenção do exército contra os manifestantes.

O movimento de protesto começou em novembro, depois da decisão repentina do presidente Viktor Yanukovytch de desistir de assinar um acordo de associação com a União Europeia, negociado durante meses. Ele optou por uma aproximação da Rússia, que concedeu um crédito de 15 bilhões de dólares e uma redução do preço do gás.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Em meio a crise, governo da Ucrânia ameaça com estado de emergência

Um manifestante observa barreira montada pela polícia de choque em local dos confrontos em Kiev. (Foto: David Mdzinarishvili/Reuters)Um manifestante observa barreira montada pela polícia de choque em local dos confrontos em Kiev. (Foto: David Mdzinarishvili/Reuters)

As autoridades da Ucrânia ameaçaram nesta segunda-feira (27) instaurar um estado de emergência após a tomada por manifestantes do ministério da Justiça em Kiev, enquanto aumentam por todo o país os confrontos entre o governo e a oposição.

A ocupação do ministério ocorreu depois que o presidente Viktor Yanukovitch propôs que a oposição dirigisse o governo, e às vésperas de uma sessão extraordinária do parlamento ucraniano e de uma importante reunião do governo russo com a União Europeia em Bruxelas.

A ministra ucraniana da Justiça, Olena Lukash, que participa das negociações entre a oposição e o presidente Yanukovitch, declarou à televisão que exigirá a sua interrupção se o edifício não for esvaziado.

“Vou ser obrigada a pedir ao presidente ucraniano que suspenda as negociações se o edifício não foi evacuado imediatamente e se os negociadores não tiverem a possibilidade de encontrar uma solução pacífica ao conflito”, disse Lukash.

A ministra advertiu que irá propor ao Conselho de Segurança da Ucrânia “a instauração do estado de emergência”.

No domingo, dezenas de manifestantes invadiram o Ministério da Justiça, sem encontrar resistência. Rapidamente montaram uma barricada ao redor do edifício, com sacos de neve e lixo.

Assim, eles ampliaram o perímetro da zona que ocupam em torno da Praça da Independência, epicentro do movimento de protesto contra o governo que surgiu há dois meses, quando o presidente desistiu de assinar um acordo de livre comércio com a União Europeia e se aproximar da Rússia.

Nesta segunda-feira, a União Europeia convocou as autoridades da Ucrânia a “cumprir com as promessas” feitas à oposição e os opositores a “se dissociar claramente de todos aqueles que recorrem à violência”.

O líder opositor Vitali Klitschko, que também participa das negociações com Yanukovich, tentou na noite de domingo obter o esvaziamento do ministério da Justiça, mas não teve sucesso, indicou a agência Interfax-Ucrânia.

O movimento de protesto se radicalizou bruscamente na semana passada e se estendeu praticamente a todo o país.

Os violentos confrontos entre os manifestantes e as forças de segurança deixaram até o momento três mortos.

O presidente ucraniano, Viktor Yanukovitch, propôs no sábado que a oposição dirija o governo e uma reforma constitucional, mas a oposição reagiu com desconfiança e exige agora uma eleição presidencial antecipada.

Yanukovitch propôs o cargo de primeiro-ministro ao opositor Arséni Yatséniuk e o de vice-primeiro-ministro ao ex-boxeador Vitali Klitschko.

As propostas de Yanukovitch são “venenosas” e querem “dividir o movimento de oposição”, declarou Klitschko ao jornal alemão “Bild am Sonntag”.

Nas regiões, enquanto isso, a situação se torna cada vez mais tensa.

A administração regional está bloqueada em 14 das 25 províncias do país.

Os opositores ocupam as sedes administrativas dos governadores em dez cidades e cercam outras quatro.

Embora estas ações sejam realizadas, sobretudo, na Ucrânia ocidental, nacionalista e mais aberta à UE, o protesto também começa a ser sentido em regiões russófonas.

Em Zaporijjia, sul do país, a polícia dispersou 3.000 manifestantes que queriam ocupar a sede da administração.

Na parte ocidental da Ucrânia, favorável à oposição, as assembleias regionais de Ivano-Frankivsk e de Ternopil anunciaram no domingo que haviam decidido a proibição do Partido das Regiões do presidente Yanukovitch.

Já em Kiev a mobilização foi menor no domingo, em comparação com os dias anteriores.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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