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Especialistas dos EUA chegam à Nigéria para busca de sequestradas

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Uma equipe de especialistas americanos chegou à Nigéria para ajudar na busca das mais de 200 estudantes sequestradas pelos islamitas do grupo Boko Haram, indicou à AFP uma porta-voz da embaixada nesta sexta-feira (9).

“Estão aqui. A equipe está na Nigéria”, declarou Rhonda Fergusson-Augustus, sem fornecer mais detalhes sobre a composição do grupo.

Autoridades americanas haviam anunciado o envio de uma equipe de menos de 10 militares, especialistas do departamento de Justiça e do FBI.

Também nesta quinta, um grupo de analistas do governo britânico chegou a Abuja para ajudar na busca. O Ministério das Relações Exteriores britânico indicou que os especialistas colaborarão com as autoridades nigerianas e com outros analistas americanos também enviados à Nigéria.

Trata-se de especialistas de ministérios como Defesa, Desenvolvimento Internacional e Relações Exteriores, que se dedicarão a assessorar as autoridades locais sobre a resposta aos sequestros e terrorismo, mas não se envolverão em operações no terreno.

“A equipe vai analisar não só os incidentes recentes, mas também soluções antiterroristas a longo prazo para evitar esse tipo de ataques no futuro e derrotar a Boko Haram no futuro”, assinalou o Ministério das Relações Exteriores.

China e França também se comprometeram a enviar especialistas para ajudar a Nigéria a encontrar as adolescentes sequestradas no dia 14 de abril em sua escola de ensino médio de Chibok, no estado de Borno, um ataque que comoveu o mundo inteiro.

O líder do Boko Haram, Abubakar Shekau, ameaçou em um vídeo vender as meninas como escravas ou casá-las à força, uma mensagem que aterrorizou os familiares das jovens.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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Especialistas alemães querem buscar avião malaio com minisubmarino

Um grupo de especialistas do Instituto Helmholtz de Oceanografia de Kiel, no norte da Alemanha, querem empreender a busca do avião malaio desaparecido com o minisubmarino não-tripulado “Abyss” e esperam realizar esta missão assim que os primeiros destroços do avião forem encontrados.

Especialistas alemães querem buscar avião malaio com minisubmarino (Foto: Reprodução/Geomar.de)Especialistas alemães querem buscar avião malaio com minisubmarino (Foto: Reprodução/Geomar.de)

A informação foi antecipada pela revista “Der Spiegel” em sua edição da próxima semana, que conta também que “Abyss” é um dos três submarinos que existem no mundo em condições de realizar buscas a três mil metros de profundidade.

Os cientistas de Kiel querem cooperar com o Woods-Hole Institut dos EUA, que possui os outros dois submarinos capazes de participar desta busca.

“Já combinados com os colegas americanos que faremos a busca conjuntamente”, disse à revista o diretor do Instituto Helmholtz, Peter Herzing.

Em 2011 o submarino alemão participou da operação que ajudou a encontrar outro avião que caiu no Atlântico.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Moderado, Papa deve trabalhar mais para mudar Igreja, dizem especialistas

selo infográfico do papa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Um Papa moderado, mas progressista em comparação com os anteriores. Tenta mudar a imagem de uma Igreja Católica tradicionalista, mas deixa em banho-maria temas espinhosos, como a punição para sacerdotes envolvidos com pedofilia ou a qualificação moral do casamento gay – apesar de ligeiros avanços nesses assuntos.

Essa é a visão que especialistas ouvidos pelo G1 têm sobre Jorge Mario Bergoglio, o argentino que completa nesta quinta (13) um ano sob a alcunha de Francisco e herdou o desafio de liderar mais de 1 bilhão de católicos após a renúncia de Bento XVI, atual Papa Emérito.

Logo nos primeiros dias de seu pontificado, Francisco imprimiu sua marca pessoal ao papado. Como jesuíta e adepto ao voto de pobreza, recusou aposentos luxuosos no Vaticano, assim como roupas extravagantes, assumiu seu lado latino ao sinalizar que queria ficar mais perto dos fiéis e dos pobres, e que o restante do clero tinha que fazer o mesmo.

Nos últimos 12 meses, o pontífice tem apresentado seu cartão de visitas ao mundo no intuito de divulgar mais a religião católica e arrebanhar público. Mas, segundo especialistas, ainda terá de arregaçar mais as mangas para sacudir a instituição milenar.

Infográfico feito pelo G1 mostra os principais assuntos abordados pelo Papa ao longo do primeiro ano da gestão de Francisco (veja clicando na imagem acima).

A seguir, saiba os temas que o Papa tratou nos últimos 12 meses, segundo especialistas.

1 – Pedofilia na Igreja
2 – União homossexual
3 – Reforma da Cúria e do Banco do Vaticano
4 – Legalização das drogas
5 – Defesa da vida
6 – Intervenção da Santa Sé no cenário internacional
7 – Papa progressista ou conservador?

Papa Francisco em diferentes momentos ao longo do primeiro ano de seu pontificado: com cocar indígena, em visita ao Rio de Janeiro; com criança vestida de Papa, no Vaticano; com a presidente Dilma Rousseff; e atendendo confissão durante sua primeira visita oficial como Papa, feita ao Brasil em 2013 (Foto: Danilo Verpa/Folhapress; L'Osservatore Romano/AP; Roberto Stuckert Filho/PR; L'Osservatore Romano/Reuters)Papa Francisco em diferentes momentos ao longo do
primeiro ano de seu pontificado: com cocar indígena,
em visita ao Rio de Janeiro; com criança vestida de
Papa, no Vaticano; com a presidente Dilma Rousseff;
atendendo confissão no Brasil em 2013
(Fotos: DaniloVerpa/Folhapress; L’Osservatore
Romano/AP; Roberto Stuckert Filho/PR;
L’Osservatore Romano/Reuters)

1 – Pedofilia na Igreja
Meses após tomar posse, em julho de 2013, Francisco aprovou decreto que endureceu as sanções penais a quem cometer abusos contra menores na Santa Sé e na Cúria, além de reformar o código penal do Estado da Cidade do Vaticano. Em dezembro passado, o Vaticano criou comissão para proteger vítimas e combater os casos de pedofilia.

Segundo Eulálio Figueira, doutor em religião pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, Francisco tem dado declarações “seguindo na direção de condenar tais atos para que aqueles que os cometam sejam julgados ao abrigo das leis civis dos países”.

No entanto relatório do Comitê da Organização das Nações Unidas para os Direitos da Infância sugeriu que a Igreja Católica deveria “afastar imediatamente” todos os clérigos suspeitos e denunciá-los às autoridades civis, para que possam ser responsabilizados.

Apesar do Vaticano alegar que enfrenta os casos de pedofilia com transparência, para o historiador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Leandro Karnal, “a política de acobertamento criada por João Paulo II e Bento XVI não sofreu uma guinada total”. Segundo ele, as declarações sobre o combate à pedofilia são fracas e há dúvidas de que a Igreja Católica vá se submeter a Justiça comum. “A tradição histórica é de não fazê-lo”, disse.

2 – União homossexual
Em julho, ao retornar do Brasil após participar da Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro, Francisco declarou em entrevista que os gays não podem ser marginalizados e devem ser integrados à sociedade. “Se uma pessoa é gay e procura Jesus, e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la”, disse o Papa.

À época, o Vaticano frisou que as palavras do Papa não mudavam a posição da Igreja Católica, de que as tendências homossexuais não são pecaminosas, mas sim os atos.

Segundo Brenda Carranza, cientista social e professora da PUC-Campinas, a postura do pontífice de “não julgamento e sim de acolhida” traçou o tom com que ele iria “lidar com temas escabrosos no interior da Igreja”. Mas, para o padre Jesus Hortal, ex-reitor da PUC do Rio de Janeiro, Francisco “não acenou, em nenhum momento, com mudanças na qualificação moral da conduta homossexual”, disse.

3 – Reforma da Cúria e do Banco do Vaticano
O novo Papa determinou a criação de um conselho de cardeais apelidado G8 para estudar um projeto de revisão da constituição apostólica da Cúria Romana e instalou comissão para fiscalizar o Banco do Vaticano – e evitar novos escândalos envolvendo lavagem de dinheiro e empréstimos duvidosos, que causaram constrangimentos à Igreja Católica.

Além disso, lançou consulta global sobre a evolução da família moderna, com um questionário que abordará assuntos sensíveis como divórcio, casamento homossexual e adoção de crianças por esses casais.

Entre seus atos mais recentes está a nomeação de arcebispos de várias partes do mundo (e não apenas da Itália ou ligados à Cúria) como cardeais, um sinal de diversificação da Igreja.

Segundo Leandro Karnal, Francisco tem gosto por assuntos administrativos e interfere neles, o que, de acordo com o historiador, foi deixado de lado pelos Papas anteriores, que permitiam que o Vaticano “fosse entregue ao segundo escalão”. “A Cúria Romana é a mesma há muito tempo. Corre o risco desta ser a maior mudança de Francisco”, explicou.

4 – Legalização das drogas
Em discurso proferido no Rio, em um hospital para dependentes químicos, Francisco criticou países latino-americanos que discutiam a descriminalização das drogas. Segundo ele, “não é deixando livre o uso das drogas que se conseguirá reduzir a difusão e a influência da dependência química”. A declaração causou polêmica.

De acordo com Brenda Carranza, o pontífice não quer “atribuir uma defesa ou recusa da legalização das drogas e sim denunciar a violência pessoal e estrutural que elas trazem”.

5 – Defesa da vida
Francisco se declara contrário à eutanásia, ao aborto e ao uso de contraceptivos (como camisinhas, incluindo como forma de prevenção à Aids, e pílula anticoncepcional), conforme prega a doutrina da Igreja Católica. “Ele defende a vida desde sua concepção, até a morte natural”, diz o padre Jesus Hortal. O que mudou, segundo Karnal, é que o pontífice “recomendou mais atenção aos temas, mais ênfase”.

 6 – Intervenção da Santa Sé no cenário internacional
Ao emitir opinião sobre o conflito na Ucrânia, a guerra na Síria e lembrar os imigrantes ilegais que morreram em naufrágios próximos a Lampedusa, na Itália, em travessias rumo à Europa, Francisco quer tornar o Vaticano uma referência maior para o mundo. “Ele quer mostrar que a Igreja Católica não deve ser mais uma potência apolítica, mas que deve explorar o peso eleitoral dos católicos nos países”, disse Leandro Karnal, da Unicamp.

“Não é que os predecessores do Papa atual deixassem de lado esses assuntos, mas sempre o fizeram na linguagem diplomática. Francisco tem falado muito claramente”, disse Jesus Hortal.

7 – Papa progressista ou conservador?
Moderado, seria a resposta correta de acordo com especialistas ouvidos pelo G1. Para eles, Francisco é “um pouco mais progressista que seus antecessores, Bento XVI e João Paulo II”, mas ainda tem tomado ações comedidas.

“É um líder sensato e atento aos sinais do tempo, mas classificá-lo como progressista ou conservador é perigoso”, disse Eulálio Figueira. “O perfil de Francisco é moderado ideologicamente”, afirma Brenda Carranza.

Leandro Karnal e o padre Jesus Hortal concordam que os traços progressistas, quando existem, estão apenas no pontífice “e não em toda a Igreja”, indicando que ainda é preciso muito trabalho para modificações concretas perceptíveis aos católicos.

“Numa Roma com mais de 2 mil anos de história, 12 meses é um tempo curto para fazer algo com maior envergadura”, disse Hortal.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Lavar lixo reciclável é desnecessário e desperdiça água, dizem especialistas

Trabalhadores separam lixo em cooperativa de reciclagem que fica no bairro de São Mateus, Zona Leste de São Paulo (Foto: Hélvio Romero/Estadão Conteúdo)Trabalhadores separam lixo em cooperativa de reciclagem que fica no bairro de São Mateus, Zona Leste de São Paulo (Foto: Hélvio Romero/Estadão Conteúdo)

Quem tem o hábito de lavar o lixo doméstico antes de destiná-lo à reciclagem está gastando água com algo desnecessário, explicam especialistas ouvidos pelo G1. Lavar itens como caixas de leite longa vida, potes de iogurte, garrafas PET ou de vidro para retirar restos de alimentos não ajuda no processo de reciclagem e gera mais esgoto – que muitas vezes não é coletado e tratado.

Esses materiais de qualquer forma serão novamente lavados quando chegarem às cooperativas, onde ocorre o processo de separação do papel, plástico, vidro e metal, que, posteriormente, serão destinados às indústrias de reciclagem.

Arte reciclagem (Foto: G1)

“Em qualquer processo de reciclagem, o resíduo será submetido a um processo de higienização. Não há necessidade de uma lavagem aprofundada do material”, explica Carlos Silva Filho, diretor-presidente da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).

A melhor maneira de preservar o lixo reciclável dentro de casa de maneira higiênica (sem uso de água), até que passe o caminhão para recolher, é guardá-lo em recipientes fechados, que evitam o surgimento de moscas e a emissão de odores, explica Emilio Maciel Eigenheer, especialista em resíduos sólidos.

Brasil, um país de lixões
Apesar de a lavagem de material reciclado ser um desperdício de água, quando se trata do tratamento de resíduos sólidos, esse problema ambiental ainda é pequeno em comparação com a existência de quase 3 mil lixões. O país ainda recicla apenas 1,4% das 189 mil toneladas de lixo que gera por dia. Segundo o governo federal, dos 5.564 municípios brasileiros, somente 766 fazem coleta seletiva.

Apesar de a reciclagem no país ser um mercado bilionário – em 2012 a coleta, a triagem e o processamento de materiais em indústrias geraram faturamento de R$ 10 bilhões – o Brasil perde R$ 8 bilhões ao ano ao enterrar, em aterros e lixões, materiais que poderiam ser reciclados.

Os dados são do Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem), associação dedicada à promoção da gestão integrada do lixo. Mas esses números podem mudar com a implantação da nova Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída em 2010 e que tem previsão para entrar em vigor a partir de agosto deste ano.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, os instrumentos da PNRS (que eliminam de vez todos os lixões e obriga as prefeituras a instalar aterros sanitários) ajudarão a alcançar o índice de 20% na reciclagem de resíduos já em 2015.

Para Silva Filho, mesmo a lei entrando em vigor ainda vai faltar ao governo investir na educação da população para o tema da reciclagem. Segundo uma pesquisa feita pela Abrelpe com 2 mil pessoas, 88% dos entrevistados se disseram favoráveis e propensos em ajudar o meio ambiente por meio da separação de resíduos. Porém, todos alegaram que não receberam orientação de como fazê-la.

“Falta orientação para esclarecer dúvidas básicas, como se eu preciso lavar o pote de margarina ou se posso jogar o papelão que veio a pizza, mesmo com gordura, para a reciclagem. Isso acaba prejudicando o sistema de coleta seletiva. O poder público tem que dar essa instrução”, explica.

O Brasil perde R$ 8 bilhões ao
ano ao desperdiçar, enterrando em aterros e lixões, os materiais que poderiam ser reciclados

Cestos coloridos não funcionam
O cesto azul é para jogar o papel. No vermelho, vai o plástico. O verde é para o vidro e o amarelo é para o metal. Isso é o que muitas vezes se aprende a respeito da reciclagem. No entanto, essa separação não funciona de fato no Brasil, pois o lixo chegará na cooperativa e será misturado.

Segundo os especialistas ouvidos pelo G1, a implantação das lixeiras coloridas foi uma tentativa de trazer para o país o hábito da reciclagem da forma como foi criado e consolidado em países desenvolvidos, onde a coleta ocorre por item.

No Japão, por exemplo, há um calendário para recolhimento de cada material reciclável, algo que no Brasil estaria fora de cogitação devido ao custo elevado da coleta multifrações, como é conhecida a técnica, que custa de quatro a seis vezes mais que a coleta dual, quando o lixo é separado apenas em reciclável e orgânico.

“O ideal é separar o lixo seco [aquele que pode ser reciclado] do lixo úmido [materiais orgânicos como restos de comida e materiais não recicláveis, como papel higiênico] e deixar o resto para a cooperativa fazer”, explica Sandro Mancini, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e especialista em reciclagem de resíduos sólidos.

“[Ter os cestos coloridos] é um gasto extra e um desestímulo à população, que quando vê esse monte de lixeiras coloridas, acaba misturando todo o lixo e colocando-o em um único cesto. Precisamos repensar essa medida”, aponta Silva Filho.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Ameaça de hackers cresce diante da falta de especialistas em segurança

As ameaças de hackers atingiram “níveis alarmantes” em 2013, segundo um relatório de segurança da empresa Cisco divulgado na quinta-feira (16), no qual adverte para a falta de profissionais bem preparados para proteger redes e computadores.

A Cisco destacou que os ataques informáticos atingiram os maiores níveis desde que o problema começou a ser acompanhado no ano 2000 e destacou que a tecnologia e as táticas dos criminosos cibernéticos superaram a habilidade dos profissionais de segurança.

O problema é que a maioria das organizações carecem de pessoal ou de sistemas para detectar o conter os ciberataques rapidamente, afirmam.

“Os especialistas devem entender os agressores, suas motivações e seus métodos antes, durante e depois do ataque”, destacou o encarregado do departamento de segurança da Cisco Threat Response Intelligence.

Apesar de o informe desenhar um panorama difícil, a companhia americana informou que “há esperança em restaurar a confiança das pessoas, instituições e tecnologias e isto começa enriquecendo os encarregados da segurança em conhecimentos reais sobre a expansão dos ataques”.

As táticas dos hackers incluem fraudes praticadas contra os usuários para que revelem senhas e outras informações confidenciais, como dados pessoais ou financeiros.

A linguagem Java continua sendo a mais usada pelos piratas, segundo a Cisco, que alertou para um “crescimento significativo” de ataques contra as indústrias agrícola e de mineração, enquanto é registrado um aumento contínuo nos setores de energia, petróleo e gás.

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Publicado por em 19 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Especialistas estudam mordidas de baratas em comunidades indígenas

Pesquisadores notam índios com mordidas de baratas (Foto: Wilson Uieda/Divulgação)Pesquisadores notam índios com mordidas de baratas (Foto: Wilson Uieda/Divulgação)

Dois pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Botucatu criaram uma estratégia para combater uma infestação de baratas em duas aldeias indígenas localizadas em uma reserva protegida no Mato Grosso. Os professores Wilson Uieda, do Departamento de Zoologia do Instituto de Biociências da Unesp, e Vidal Haddad, da Faculdade de Medicina da Unesp, tiveram o estudo publicado em um jornal internacional de dermatologia.

Fui para as aldeias estudar como os índios se defendiam dos morcegos. Ao chegar à reserva, vi pessoas sendo roídas por baratas. Foi quando decidi tentar controlar a infestação”

“Fui para as aldeias depois de um convite para estudar como os índios se defendiam dos ataques de morcegos, mas, ao chegar à reserva, vi pessoas sendo roídas por baratas. Foi quando decidi assumir mais coisas e tentar controlar a infestação. As baratas germânicas se reproduzem muito rápido. Cada ovo, por exemplo, pode conter até 32 filhotes e, em um ambiente favorável, é possível ter, em um ano, pelo menos 100 mil baratas no local”, explica Wilson.

Segundo o professor, as baratas são artrópodes muito comuns altamente adaptadas a viver perto e dentro de habitações humanas e em ambientes escuros. Elas comem fezes, sangue, couro, colas, papel e material orgânico, como a queratina das unhas humanas e da pele. Segundo o estudo, a espécie de maior importância médica é barata alemã e a barata americana. No entanto, a germânica é considerada a principal praga no mundo devido à sua alta taxa de reprodução.

Infestação de baratas está vários locais na aldeia (Foto: Wilson Uieda/Divulgação)Pesquisador encontrou infestação de baratas na
aldeia (Foto: Wilson Uieda/Divulgação)

Ferimentos na pele
Na pesquisa, os autores observaram que as baratas são insetos presentes em todos os ambientes, incluindo habitações humanas. Eles são responsáveis por efeitos adversos, tais como fenômenos alérgicos, transmissão de infecções e penetração no canal auditivo de seres humanos. Além disso, as baratas podem provocar reações asmáticas e irritação nos brônquios.

“Lembra quando as avós falavam ‘Lave a boca que senão entra barata’? Então, é verdade. Elas são atraídas por coisas doces e roem queratina, que está presente na pele. A lesão causada pela roída da barata é um machucado raso que, no máximo, pode apresentar um quadro de infecção leve. A questão do trabalho não era nem mostrar as mordidas e sim, apresentar observações do que a barata pode fazer na pele humana”, ressalta Vidal.

Segundo o especialista, o tratamento deve ser feito com a lavagem do ferimento com água e sabão. Em casos mais intensos, uma pomada com antibiótico pode ser receitada. Além de morder, as baratas são capazes de penetrar nos canais do nariz e das orelhas dos seres humanos. A ação da mordida pode causar feridas dolorosas e comprometer a saúde da pele.

Lembra quando as avós falavam ‘Lave a boca senão entra barata’? Então, é verdade. Elas são atraídas por coisas doces e roem queratina, que está presente na pele”

Estratégia caseira
No artigo publicado pelos professores, são descritas duas aldeias indígenas com grandes populações da espécie Blattella germanica que mostra uma alta taxa de mordidas em indivíduos adormecidos. O problema parece ser comum na região, embora seja raro nos ambientes urbanos. De acordo com Wilson, o fato da área ser de proteção ambiental também dificulta a introdução de medidas para controlar baratas. No entanto, o Governo Federal tem discutido recentemente uma intervenção especializada que busca controlar as baratas nestas e outras aldeias.

“Tínhamos que pensar em uma estratégia que não prejudicasse a rotina dos índios. Para isso, criamos uma receita que envolve farinha de trigo, açúcar, queijo ralado, cebola e ácido bórico. A massa é parecida com um pão. Colocávamos as bolinhas nas ocas e nas palhas. Nunca no chão para que as crianças não mexessem. Com as iscas, percebemos que as baratas morriam dentro de dois a três dias”, frisa Wilson, que ainda espera o retorno da estratégia de controle da infestação na aldeia.

Veja a receita caseira para combater baratasPesquisador inventou uma estratégia caseira para combater a infestação (Foto: Wilson Uieda/Divulgação)Pesquisador criou receita caseira para combater a
infestação (Foto: Wilson Uieda/Divulgação)

Ingredientes
– 150g de Ácido Bórico
– 1kg de farinha de trigo
– 150g de açúcar (refinado ou cristal)
– 100g de queijo ralado
– 100g de leite em pó
– 2 cebolas grandes
– 100ml de água

Modo de fazer
Colocar no liquidificador a água, as cebolas descascadas e picadas, o açúcar, o queijo ralado e o leite em pó e bater até triturar as cebolas. Despejar a mistura na bacia, adicionando o ácido bórico e mexendo até o ácido dissolver na mistura. Esse procedimento deve ser feito com luvas para evitar o contato prolongado com o ácido bórico.

Aos poucos, adicionar a farinha de trigo, de modo a formar uma massa com consistência semelhante ao da massa de pão. Essa massa de ácido bórico terá cerca de 2 kg e deve ser acondicionada em saco plástico transparente e posteriormente colocada na caixa de isopor. Nessas condições, a isca pode durar de 3 a 4 dias, ou mais.

Observação
Evite colocar a massa em locais a que crianças e animais domésticos tenham acesso.

Ainda segundo o estudo, a ocorrência destas manifestações é facilitada pela indiferença dos nativos à presença de insetos e à falta de consciência dos danos causada pela transmissão de infecções ou à destruição de seus alimentos. Para Wilson, além da estratégia de controle, é necessário também um debate na área de antropologia e até costumes da população indígena.

“Quando cheguei na aldeia fiquei muito assustado porque nunca tinha visto nada parecido. No entanto, ver que a estratégia que criamos era segura e eficaz fez ver que o trabalho valeu a pena. Na minha opinião, além do controle da epidemia, é necessário também um trabalho em conjunto na área de antropologia e debates para mudar hábitos que os índios cultivam, já que os insetos podem causar problemas de saúde e é impossível evitar o contato deles com o homem”, completa.

Professores da Unesp de Botucatu estiveram em aldeias no Mato Grosso (Foto: Wilson Uieda/Divulgação)Professores da Unesp de Botucatu estiveram em aldeias no Mato Grosso (Foto: Wilson Uieda/Divulgação)

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Relatório foi alerta a governos sobre inação climática, dizem especialistas

Especialistas ouvidos pelo G1 apontam que o relatório divulgado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) foi um alerta a governos sobre a necessidade de agir com urgência para reduzir as emissões de gases, que provocam o aumento da temperatura global.

Nesta sexta-feira (27), cientistas divulgaram novo relatório que aumenta o grau de certeza em relação à responsabilidade do homem no aquecimento global. O texto afirma que há mais de 95% (extremamente provável) de chance de que o homem tenha aumentado a temperatura global a partir de segunda metade do século passado.

O documento mostra também que o nível dos oceanos aumentou 19 centímetros entre 1901 e 2010, e que as concentrações atmosféricas de dióxido de carbono, metano e óxido nitroso aumentaram para “níveis sem precedentes em pelo menos nos últimos 800 mil anos”.

Quanto às previsões, o IPCC sugere que até 2100 a temperatura no planeta pode aumentar entre 2,6 ºC 4,8 ºC se não houver controle do lançamento de gases-estufa. Além disso, o nível do mar pode subir 82 centímetros nos próximos 87 anos no mesmo cenário.

“Hiato” climático polêmico
Uma das discussões que ocorreram na conferência do IPCC foi referente a um trecho do documento que abordava o “hiato” na mudança climática. Uma “desaceleração” registrada na elevação da temperatura global entre 1998 e 2012, enquanto que no período entre 1951 e 2012 a taxa de aquecimento foi maior, fez críticos alegarem que tal fato alterava a certeza sobre o aumento da temperatura global.

O texto do IPCC considerou que essa desaceleração não significou uma mudança no curso do aquecimento do planeta. Segundo Paulo Artaxo, físico da Universidade de São Paulo e um dos coautores do capítulo divulgado nesta sexta, a mudança apresentada pelo painel foi “positiva” e atribui a redução na taxa de aquecimento à uma variabilidade natural.

“O novo relatório também alerta que não faz sentido pegar diferenças de temperatura em dez anos, logo depois de um forte El Niño [fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico perto dos trópicos], e tirar conclusões apressadas. Somente prazos mais longos, de 30 a 100 anos, devem seu usados, pois a variabilidade climática interna do sistema climático é muito grande”, explica o especialista.

Um problema real
Segundo Carlos Rittl, coordenador do programa de mudanças e energia do WWF-Brasil, as projeções do IPCC são assustadoras e os dados sobre temperatura e nível do oceano são uma mensagem de que a mudança climática é um “problema real”.

“Temos exemplos, como as chuvas no Vale do Itajaí (SC), o tornado no sul de São Paulo, a seca no Nordeste, que é a mais severa em décadas. A mensagem da ciência é clara: é hora de agir”, explica.

O novo diagnóstico servirá de base para as negociações internacionais sobre o clima que pretendem alcançar um acordo em 2015. Os 195 países participantes querem limitar a 2 °C o aumento da temperatura na comparação com a era pré-industrial.

Se já existiu um tema que pediu mais cooperação, parceria e compromisso diplomático, é este”John Kerry, secretário de Estado americano

Sergio Leitão, diretor de políticas públicas da organização ambiental Greenpeace, considera que o relatório vai preencher uma lacuna deixada após o fracasso da reunião climática de Copenhague, em 2009, e fortalecer as futuras negociações da ONU que vão desenhar um novo tratado do clima para cortar as emissões globais.

“O documento oferece a indicação de que o senso de urgência não deixou de existir e que o tempo político precisa ser acelerado”, explica.

O professor Luis Fernando da Silva, do departamento de engenharia mecânica da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro, disse que a “conclusão catastrófica” reforça a ideia de é preciso melhorar a eficiência no setor de energia e de transporte, que queimam muito combustível fóssil, um dos principais vilões da mudança climática.

“A solução é usarmos melhor o que nós temos de energia, como combustíveis derivados de atividades agrícolas. Mas não é possível resolver tudo, é preciso uma mudança de mentalidade, é preciso que questionemos a mentalidade da sociedade”, complementa.

Repercussão pelo mundo
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, agradeceu ao IPCC por sua avaliação regular e imparcial da mudança climática. “’Este novo relatório será essencial para os governos que trabalham para alcançar acordos ambiciosos e legalmente vinculantes sobre a mudança climática em 2015′, completou Ban, em um discurso exibido por vídeo durante a entrevista coletiva de apresentação do texto.

De acordo com Thomas Stocker, vice-presidente do painel de especialistas, é necessário “reduzir substancialmente e de forma duradoura a emissão de gases do efeito estufa”. Ele complementa dizendo que os dados apresentados mostram que a mudança climática provocará novos fenômenos extremos, mas de magnitude ainda desconhecida.

“As ondas de calor acontecerão com mais frequência e durarão mais tempo. Com o aquecimento da Terra, acreditamos que acontecerão mais chuvas nas regiões úmidas e menos nas regiões secas, mas teremos exceções”, disse Stocker durante conferência realizada em Estocolmo, na Suécia.

Para Christiana Figueres, secretária executiva da ONU sobre o clima, os esforços atuais para limitar a mudança climática não são suficientes para inverter a tendência do aumento das emissões de gases do efeito estufa. Ela aponta que os governos têm que adotar medidas imediatas e chegar a um acordo em 2015.

O secretário de Estado americano, John Kerry, pediu à comunidade internacional uma ação forte e uma cooperação maior após a publicação de um relatório alarmista de especialistas da ONU sobre o impacto da mudança climática. “Se já existiu um tema que pediu mais cooperação, parceria e compromisso diplomático, é este”, afirmou Kerry em um comunicado.

IPCC - arte (Foto: G1)

O homem e o clima
As conclusões do novo relatório do IPCC sobre os eventos climáticos

O homem contribuiu para essas mudanças?

Probabilidade de que ocorram mais mudanças até o fim do século 21

Dias mais quentes ou menos dias frios na maioria das áreas terrestres

Provavelmente haverá mais áreas com aumento do que com diminuição. Muito provavelmente na América do Norte central

Aumento da intensidade ou duração das secas

Baixa confiança em escala global

Provável (com média confiança)

Aumento na atividade de ciclones tropicais

Baixa confiança em mudanças de longo prazo*

Mais provável que ocorra do que que não ocorra

* Expressa o nível de confiança dos cientistas, com base nas informações disponíveis e no grau de concordância entre os especialistas a respeito de cada tema

Fonte G1

 
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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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