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Cientistas descobrem 14 novas espécies de ‘rãs dançarinas’ na Índia

Exemplar de nova espécie de "rã dançarina" que foi encontrado por cientistas na Índia (Foto: Satyabhama Das Biju/AP)Exemplar de nova espécie de “rã dançarina” que foi encontrado por cientistas na Índia (Foto: Satyabhama Das Biju/AP)

Um grupo de cientistas descobriu na Índia 14 novas espécies de um tipo de rã único no mundo, consideradas “relíquias viventes”, embora seu habitat esteja cada vez mais ameaçado. Esse anfíbio conhecido como “rã dançarina”, pelo movimento das patas traseiras dos machos durante o cortejo, só é encontrado em Western Ghats, uma cordilheira ao oeste da Índia em frente ao mar da Arábia, disse o cientista Sathyabhama Dás Biju.

O trabalho científico foi dirigido por este especialista em anfíbios, um reconhecido biólogo da Universidade de Délhi, que estudou durante 12 anos essas espécies com outros especialistas de diferentes centros do gigante asiático.

A investigação, publicada no “Ceylon Journal of Science”, é fruto do trabalho de campo realizado nos estados indianos de Kerala, Tamil Nadu, Karnataka e Maharashtra. Análises de DNA e características morfológicas foram indispensáveis na identificação das novas espécies.

As rãs pertencem à família das Micrixalidae e a um gênero único da Índia, denominado Micrixalus, do qual eram conhecidas outras 11 espécies até agora e cujas origens se remetem há 85 milhões de anos, o que justifica a consideração de “relíquias viventes”.

Estes pequenos animais vivem em correntes rápidas de água nas montanhas, em um habitat no qual 75 novos anfíbios foram descobertos nos últimos 15 anos. Segundo a fonte, uma centena de espécies ainda pode ser descrita cientificamente no local.

No entanto, os locais onde vivem se mostram cada vez mais ameaçados pela ação humana. Por isso as novas espécies “requerem ações imediatas para sua conservação”, já que a maioria vive em áreas sem proteção ambiental, advertem os cientistas.

O trabalho realizado pelos cientistas pôs em evidência a fragilidade do local, “altamente degradado e ameaçado pela pressão humana”, com consequências como a dissecação dos riachos vitais para a sobrevivência dessas rãs consideradas “espécies raras”.

Foram descobertas 14 novas espécies desta rã, que é um tipo único no mundo, de acordo com pesquisadores (Foto: Satyabhama Das Biju/AP)Foram descobertas 14 novas espécies desta rã, que é um tipo único no mundo, de acordo com pesquisadores (Foto: Satyabhama Das Biju/AP)

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Cientistas descobrem 14 novas espécies de ‘rãs dançarinas’ na Índia

Exemplar de nova espécie de "rã dançarina" que foi encontrado por cientistas na Índia (Foto: Satyabhama Das Biju/AP)Exemplar de nova espécie de “rã dançarina” que foi encontrado por cientistas na Índia (Foto: Satyabhama Das Biju/AP)

Um grupo de cientistas descobriu na Índia 14 novas espécies de um tipo de rã único no mundo, consideradas “relíquias viventes”, embora seu habitat esteja cada vez mais ameaçado. Esse anfíbio conhecido como “rã dançarina”, pelo movimento das patas traseiras dos machos durante o cortejo, só é encontrado em Western Ghats, uma cordilheira ao oeste da Índia em frente ao mar da Arábia, disse o cientista Sathyabhama Dás Biju.

O trabalho científico foi dirigido por este especialista em anfíbios, um reconhecido biólogo da Universidade de Délhi, que estudou durante 12 anos essas espécies com outros especialistas de diferentes centros do gigante asiático.

A investigação, publicada no “Ceylon Journal of Science”, é fruto do trabalho de campo realizado nos estados indianos de Kerala, Tamil Nadu, Karnataka e Maharashtra. Análises de DNA e características morfológicas foram indispensáveis na identificação das novas espécies.

As rãs pertencem à família das Micrixalidae e a um gênero único da Índia, denominado Micrixalus, do qual eram conhecidas outras 11 espécies até agora e cujas origens se remetem há 85 milhões de anos, o que justifica a consideração de “relíquias viventes”.

Estes pequenos animais vivem em correntes rápidas de água nas montanhas, em um habitat no qual 75 novos anfíbios foram descobertos nos últimos 15 anos. Segundo a fonte, uma centena de espécies ainda pode ser descrita cientificamente no local.

No entanto, os locais onde vivem se mostram cada vez mais ameaçados pela ação humana. Por isso as novas espécies “requerem ações imediatas para sua conservação”, já que a maioria vive em áreas sem proteção ambiental, advertem os cientistas.

O trabalho realizado pelos cientistas pôs em evidência a fragilidade do local, “altamente degradado e ameaçado pela pressão humana”, com consequências como a dissecação dos riachos vitais para a sobrevivência dessas rãs consideradas “espécies raras”.

Foram descobertas 14 novas espécies desta rã, que é um tipo único no mundo, de acordo com pesquisadores (Foto: Satyabhama Das Biju/AP)Foram descobertas 14 novas espécies desta rã, que é um tipo único no mundo, de acordo com pesquisadores (Foto: Satyabhama Das Biju/AP)

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Publicado por em 9 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Estudo diz que vulcões ajudaram espécies a sobreviver a eras glaciais

Homem ao lado de vapor vulcânico na Antártida; imagem de 11 de março de 2014 fornecida pelo Instituto da Universidade Nacional da Austrália (Foto: AFP/ Peter Convey/ British Antarctic Survey )Homem ao lado de vapor vulcânico na Antártida; imagem de 11 de março de 2014 fornecida pelo Instituto da Universidade Nacional da Austrália (Foto: AFP/ Peter Convey/ British Antarctic Survey )

Uma equipe internacional de pesquisadores da Universidade Nacional da Austrália encontrou evidências de que o vapor e o calor dos vulcões e rochas aquecidas permitiram que muitas plantas e animais sobrevivessem a eras glaciais. Tais informações têm ajudado cientistas a entender como algumas espécies respondem às mudanças climáticas.

A pesquisa poderia resolver um mistério antigo sobre como determinados exemplares de plantas evoluíram nas últimas eras do gelo, que encobriram de geleiras partes do planeta.

A equipe, liderada por Ceridwen Fraser, da UNA, e Aleks Terauds, da divisão Antártica australiana, estudou dezenas de milhares de registros de espécies antárticas recolhidas ao longo de décadas.

“O vapor vulcânico derreteu o gelo de grandes cavernas sob as geleiras, que se tornaram locais ideais e quentes para a sobrevivência de espécies durante as idades do gelo”, disse Fraser em comunicado divulgado pela Universidade Nacional da Austrália.

O estudo se baseou na Antártica, mas os achados também ajudam os cientistas a entender como espécies sobreviveram a passados glaciais em outras regiões geladas, incluindo  períodos em que se pensava que havia pouco ou nenhum espaço da Terra livre de gelo.

A Antártica tem pelo menos 16 vulcões ativos desde a última era glacial, há 20.000 anos.

Calor e vapor dos vulcões permitiram que espécies sobrevivessem (Foto: AFP/ Peter Convey/ British Antarctic Survey)Calor e vapor dos vulcões permitiram que espécies sobrevivessem (Foto: AFP/ Peter Convey/ British Antarctic Survey)

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Cientistas captam imagens de espécies raras das profundezas do Pacífico

Cientistas do Oceanlab captaram imagens inéditas da vida marinha em uma das mais profundas regiões do Oceano Pacífico (Foto: BBC)Cientistas do Oceanlab captaram imagens inéditas
da vida marinha em uma das mais profundas
regiões do Oceano Pacífico (Foto: BBC)

Cientistas do Oceanlab, da Universidade de Aberdeen, na Escócia, captaram imagens inéditas da vida marinha em uma das mais profundas regiões do Oceano Pacífico.

Os pesquisadores registraram imagens de uma fosse conhecida como Nova Hebrides, a 7,2 mil metros abaixo da superfície.

A região observada fica em águas tropicais ao leste da região da Nova Caledônia, arquipélago da Oceania.

Entre os animais captados estão raros exemplares de abadejos e crustáceos.

Os pesquisadores disseram ter se surpreendido com a escassa variedade das espécies encontradas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Príncipes Charles e William fazem vídeo em prol de espécies ameaçadas

Os príncipes britânicos Charles e William (Foto: Reprodução/YouTube)Os príncipes britânicos Charles e William (Foto: Reprodução/YouTube)

O príncipe Charles e seu filho William fazem um apelo para salvar elefantes e outras espécies ameaçadas, em um vídeo publicado neste domingo (9), dias antes de uma conferência internacional sobre o comércio ilegal de animais, na próxima semana em Londres. Assista ao vídeo (em inglês).

Em pleno aumento, este comércio “gerou tal nível de matanças e violência que constitui uma ameaça não apenas para a sobrevivência das espécies mais preciosas do planeta, mas também para a estabilidade econômica e política em muitas regiões do mundo”, afirma o príncipe Charles nesta mensagem de nove minutos.

“O desenvolvimento de uma demanda visivelmente insaciável, sobretudo na Ásia, oferece um incentivo econômico a uma criminalização e a uma profissionalização crescentes do tráfico. Grupos criminosos organizados roubam e massacram elefantes, rinocerontes e tigres, assim como outras espécies em uma escala sem precedentes, levando muitas delas à beira da extinção”, prossegue o herdeiro da coroa da Inglaterra.

Ao seu lado, seu filho William, duque de Cambridge, também muito ativo no âmbito da proteção da natureza, acrescenta: “nós devemos ser a geração que acaba com o comércio ilegal e garante o futuro destes animais magníficos e seu habitat. Porque, se fracassarmos, será tarde demais”.

A mensagem termina com a frase: “Vamos nos unir pela vida selvagem”, falada em árabe, vietnamita, suaíli, espanhol e mandarim, o que seria uma tentativa de se dirigir aos países mais afetados pelo comércio ilegal de animais silvestres.

Este duplo apelo real é divulgado dias antes de uma grande conferência organizada pelo governo britânico, que reunirá na quarta e quinta-feira em Londres autoridades de alto escalão de meia centena de países para tentar encontrar respostas a esta situação.

“Em dez anos, 62% da população dos elefantes da selva africana foi dizimada. Um rinoceronte é sacrificado a cada onze horas. Há cem anos, 100 mil tigres viviam em estado selvagem na Ásia. Seu número é estimado em menos de 3.200 atualmente”, exemplifica o príncipe Charles.

De acordo com a União Europeia, o chifre do rinoceronte é hoje mais precioso que o ouro e é negociado a 40.000 euros o quilo; os ossos de tigre, também utilizados na medicina asiática tradicional, a 900 euros o quilo.

O tráfico de marfim, com uma forte demanda da China e, em menor medida, da Tailândia, é particularmente ativo, apesar da moratória sobre seu comércio internacional decidida em 1989.

O número de elefantes africanos abatidos por caçadores, 22 mil em 2012, duplicou em dez anos. A este ritmo, a sobrevivência deste animal emblemático do continente não está mais garantida.

Vários países – China, Estados Unidos, Filipinas – realizaram nos últimos meses destruições parciais de seus estoques de marfim ilegal. Na quinta-feira, aos pés da Torre Eiffel, a França triturou três toneladas de marfim procedente de apreensões para sensibilizar a opinião pública e mostrar sua determinação na luta contra este tipo de tráfico.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Príncipes Charles e William fazem vídeo em prol de espécies ameaçadas

Os príncipes britânicos Charles e William (Foto: Reprodução/YouTube)Os príncipes britânicos Charles e William (Foto: Reprodução/YouTube)

O príncipe Charles e seu filho William fazem um apelo para salvar elefantes e outras espécies ameaçadas, em um vídeo publicado neste domingo (9), dias antes de uma conferência internacional sobre o comércio ilegal de animais, na próxima semana em Londres. Assista ao vídeo (em inglês).

Em pleno aumento, este comércio “gerou tal nível de matanças e violência que constitui uma ameaça não apenas para a sobrevivência das espécies mais preciosas do planeta, mas também para a estabilidade econômica e política em muitas regiões do mundo”, afirma o príncipe Charles nesta mensagem de nove minutos.

“O desenvolvimento de uma demanda visivelmente insaciável, sobretudo na Ásia, oferece um incentivo econômico a uma criminalização e a uma profissionalização crescentes do tráfico. Grupos criminosos organizados roubam e massacram elefantes, rinocerontes e tigres, assim como outras espécies em uma escala sem precedentes, levando muitas delas à beira da extinção”, prossegue o herdeiro da coroa da Inglaterra.

Ao seu lado, seu filho William, duque de Cambridge, também muito ativo no âmbito da proteção da natureza, acrescenta: “nós devemos ser a geração que acaba com o comércio ilegal e garante o futuro destes animais magníficos e seu habitat. Porque, se fracassarmos, será tarde demais”.

A mensagem termina com a frase: “Vamos nos unir pela vida selvagem”, falada em árabe, vietnamita, suaíli, espanhol e mandarim, o que seria uma tentativa de se dirigir aos países mais afetados pelo comércio ilegal de animais silvestres.

Este duplo apelo real é divulgado dias antes de uma grande conferência organizada pelo governo britânico, que reunirá na quarta e quinta-feira em Londres autoridades de alto escalão de meia centena de países para tentar encontrar respostas a esta situação.

“Em dez anos, 62% da população dos elefantes da selva africana foi dizimada. Um rinoceronte é sacrificado a cada onze horas. Há cem anos, 100 mil tigres viviam em estado selvagem na Ásia. Seu número é estimado em menos de 3.200 atualmente”, exemplifica o príncipe Charles.

De acordo com a União Europeia, o chifre do rinoceronte é hoje mais precioso que o ouro e é negociado a 40.000 euros o quilo; os ossos de tigre, também utilizados na medicina asiática tradicional, a 900 euros o quilo.

O tráfico de marfim, com uma forte demanda da China e, em menor medida, da Tailândia, é particularmente ativo, apesar da moratória sobre seu comércio internacional decidida em 1989.

O número de elefantes africanos abatidos por caçadores, 22 mil em 2012, duplicou em dez anos. A este ritmo, a sobrevivência deste animal emblemático do continente não está mais garantida.

Vários países – China, Estados Unidos, Filipinas – realizaram nos últimos meses destruições parciais de seus estoques de marfim ilegal. Na quinta-feira, aos pés da Torre Eiffel, a França triturou três toneladas de marfim procedente de apreensões para sensibilizar a opinião pública e mostrar sua determinação na luta contra este tipo de tráfico.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Espécies de peixes típicas do Peru são encontradas no interior do AM

Apistogrammoides pucallpaensis foi encontrado apenas no Lago da Onça, em Maraã (Foto: Jonas Oliveira/Instituto Mamirauá)Apistogrammoides pucallpaensis foi encontrado
apenas no Lago da Onça, em Maraã
(Foto: Jonas Oliveira/Instituto Mamirauá)

Duas espécies de peixes, nunca antes documentadas no Brasil, foram encontradas por pesquisadores do Instituto Mamirauá, no município de Maraã, a 634km de Manaus. Comuns na Amazônia peruana, a Pyrrhulina zigzag e a Apistogrammoides pucallpaensis, são caracterizadas pela beleza ornamental e o porte pequeno. Segundo o técnico de pesquisa em ecologia e biologia de peixes, Jonas Oliveira, os peixes teriam migrado até o estado pelo Rio Amazonas, durante o período de cheia.

As espécies foram localizadas em uma área limite entre a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá e a Reserva Extrativista Auati-Paraná, região ainda não estudada por pesquisadores. As amostras foram coletadas em quatro expedições realizadas nos períodos de seca, enchente, cheia e vazante, de 2013. As duas espécies foram encontradas em todas as ocasiões.

Os pesquisadores tiveram cinco pontos dentro desta área para coletar os dados. Neste período, o Apistogrammoides pucallpaensis foi encontrado apenas no Lago da Onça. Já a espécie Pyrrhulina zigzag foi encontrada em vários pontos ao longo do Solimões, sempre nas áreas de várzea.

Pyrrhulina zigzag foi encontrada em vários pontos da margem do Rio Solimões (Foto: Jonas Oliveira/Instituto Mamirauá)Pyrrhulina zigzag foi encontrada em vários pontos
da margem do Rio Solimões
(Foto: Jonas Oliveira/Instituto Mamirauá)

As possibilidades para a mudança de ambiente desses peixes são inúmeras. De acordo com Oliveira, os peixes podem ter saído da área de lama atrás dos chamados ‘capins flutuantes’, plantas aquáticas comuns em brejos, que servem de alimento para as espécies. Segundo ele, as macrofitas se soltam do solo e descem o rio nos períodos de cheia, em direção ao Amazonas.

De acordo com a líder do Grupo de Pesquisa Ecologia e Biologia de Peixes do Instituto Mamirauá, Danielle Pedrociane, o próximo passo é analisar a incidência desses animais na região, bem como descobrir o motivo do encontro das espécies no rio Auati-Paraná, que faz confluência com os rios Japurá e Solimões.

Fonte G1

 
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Publicado por em 31 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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