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Arquivo da tag: escolas

Como as escolas devem ser

Este é um blog de humor, portanto nada aqui deve ser levado a sério. Os comentários contidos aqui são de responsabilidade de seu criador, e não refletem de forma alguma, a opinião do autor do site…. e para esclarecer: Eu não sou parecido com a logomarca do blog. LOL.

Fonte: ahnegao.com.br

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Publicado por em 10 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Proposta de teste de virgindade em escolas gera polêmica na Indonésia

Um plano da Agência de Educação da cidade de Prabumulih, no sul da ilha de Sumatra, que propõe aplicar um teste de virgindade nas alunas como parte dos exames de admissão ao instituto gerou polêmica na Indonésia.

O diretor da agência, Muhammad Rasyid, afirmou que as razões para promover a iniciativa são o aumento da prostituição entre as estudantes e o aumento do sexo antes do casamento.

“Propusemos um teste de virgindade para as estudantes do último ano do ensino médio (…) dentro do orçamento regional de 2014”, reconheceu Rasyid, afirmando “que toda mulher tem direito à virgindade” e que espera que as alunas não façam “atos negativos”.

Um parlamentar indonésio que integra a comissão de Educação, Dedi Gumilar, questionou a constitucionalidade do plano.

“Por acaso temos uma lei que estabeleça que os estudantes devem ser santos? Segundo nossa constituição todos os cidadãos têm direito à educação”, disse a legisladora em declaração ao jornal “The Jakarta Globe”.

Por sua vez, o vice-presidente da Comissão Nacional contra a Violência Machista, Masruchah, condenou a iniciativa e ressaltou que “a moralidade de uma estudante não deve ser determinada por seus genitais” e acrescentou que o corpo dessas jovens não pertence aos políticos.

Apesar de todas as críticas que o projeto gerou, o Ministério da Educação declarou que só pode aconselhar contra o plano, mas que a última palavra dependerá da agência de Educação de Prabumulih, já que tem autoridade para implantar esta classe de políticas.

A Indonésia, com 240 milhões de habitantes, é o país com mais muçulmanos do mundo e a maioria deles professa um islamismo moderado.

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Publicado por em 22 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Serviço online permite desenvolver ‘escolas virtuais’

Plataforma Edukee oferece ferramentas como salas de aula virtuais – com suporte a aulas ao vivo pela web -, fóruns, vídeos e compartilhamento de arquivos

A empresa de desenvolvimento de soluções para ensino pela internet e-Genial lançou o Edukee, plataforma na qual o usuário pode criar e administrar uma escola virtual. 

O serviço oferece ferramentas como salas de aula virtuais – com suporte a aulas ao vivo pela web -, fóruns, vídeos e compartilhamento de arquivos.  É possível ministrar cursos ao vivo ou assíncronos (que não ocorrem em tempo real e ficam armazenados em uma “videoteca”) por meio de vídeos, provas e um sistema de perguntas e respostas exclusivas por turma. Em suma, a pessoa compra o espaço no site Edukee e monta a aula utilizando as ferramentas disponíveis – o próprio usuário cria as aulas.

Também é possível integrar os recursos síncronos e assíncronos em um mesmo curso, criando um ambiente de ensino e colaboração. Para incentivar os alunos, um sistema de “gamificação” faz com que os alunos interajam por meio de fóruns e provas, gerando pontos. A cada nível de pontuação, eles ganham um “título” diferente. O iniciante é representado por um urso panda, o mais experiente é considerado um “jedi”, depois vira “ninja” e atinge a posição máxima, de “mestre dos magos”.  O preço dos cursos é bem variado: enquanto alguns são de graça, outros chegam a custar 595 reais.

Um ranking de pontuação permite aos alunos trocar seus pontos por outros cursos, prêmios e descontos (já a partir do nível “jedi”), além de uma camiseta do curso (para todos os “ninjas”). Para poder fazer a troca, os usuários precisam alcançar pelo menos 3000 pontos. Em setembro, o Edukee irá reunir todos aqueles que são “jedi” e “ninjas” para sortear entre eles um Xbox 360, e em dezembro, um iPad.

No momento as aulas ministradas são apenas na área de tecnologia, mas a intenção é ampliar o serviço para aulas gratuitas de resoluções de questões do Enem e provas da OAB. Depois disso, a intenção da e-Genial é levar a plataforma e sua metodologia para as universidades, como um meio de os estudantes realizarem as obrigatórias atividades complementares, de acordo com Carlos Eduardo Franco, desenvolvedor do serviço. Quando um aluno interagir por meio do fórum, ganhará pontos que poderão ser transformados nos exercícios necessários. 

Além disso, a oferta integrará outros temas, palestras e cursos fora da sala de aula, e os alunos poderão utilizar o Edukee para promover palestras e workshops com temas que irão complementar o conteúdo do curso, ainda de acordo com o executivo. “A participação dos alunos ficará registrada por meio de um certificado, gerado pelo Edukee, que marcará o tempo total e a presença no evento”, conclui Franco.

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Publicado por em 21 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Serviço online permite desenvolver ‘escolas virtuais’

Plataforma Edukee oferece ferramentas como salas de aula virtuais – com suporte a aulas ao vivo pela web -, fóruns, vídeos e compartilhamento de arquivos

A empresa de desenvolvimento de soluções para ensino pela internet e-Genial lançou o Edukee, plataforma na qual o usuário pode criar e administrar uma escola virtual. 

O serviço oferece ferramentas como salas de aula virtuais – com suporte a aulas ao vivo pela web -, fóruns, vídeos e compartilhamento de arquivos.  É possível ministrar cursos ao vivo ou assíncronos (que não ocorrem em tempo real e ficam armazenados em uma “videoteca”) por meio de vídeos, provas e um sistema de perguntas e respostas exclusivas por turma. Em suma, a pessoa compra o espaço no site Edukee e monta a aula utilizando as ferramentas disponíveis – o próprio usuário cria as aulas.

Também é possível integrar os recursos síncronos e assíncronos em um mesmo curso, criando um ambiente de ensino e colaboração. Para incentivar os alunos, um sistema de “gamificação” faz com que os alunos interajam por meio de fóruns e provas, gerando pontos. A cada nível de pontuação, eles ganham um “título” diferente. O iniciante é representado por um urso panda, o mais experiente é considerado um “jedi”, depois vira “ninja” e atinge a posição máxima, de “mestre dos magos”.  O preço dos cursos é bem variado: enquanto alguns são de graça, outros chegam a custar 595 reais.

Um ranking de pontuação permite aos alunos trocar seus pontos por outros cursos, prêmios e descontos (já a partir do nível “jedi”), além de uma camiseta do curso (para todos os “ninjas”). Para poder fazer a troca, os usuários precisam alcançar pelo menos 3000 pontos. Em setembro, o Edukee irá reunir todos aqueles que são “jedi” e “ninjas” para sortear entre eles um Xbox 360, e em dezembro, um iPad.

No momento as aulas ministradas são apenas na área de tecnologia, mas a intenção é ampliar o serviço para aulas gratuitas de resoluções de questões do Enem e provas da OAB. Depois disso, a intenção da e-Genial é levar a plataforma e sua metodologia para as universidades, como um meio de os estudantes realizarem as obrigatórias atividades complementares, de acordo com Carlos Eduardo Franco, desenvolvedor do serviço. Quando um aluno interagir por meio do fórum, ganhará pontos que poderão ser transformados nos exercícios necessários. 

Além disso, a oferta integrará outros temas, palestras e cursos fora da sala de aula, e os alunos poderão utilizar o Edukee para promover palestras e workshops com temas que irão complementar o conteúdo do curso, ainda de acordo com o executivo. “A participação dos alunos ficará registrada por meio de um certificado, gerado pelo Edukee, que marcará o tempo total e a presença no evento”, conclui Franco.

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Publicado por em 20 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Escolas só usam computadores nas aulas de informática

Pesquisa TIC Educação atesta que o uso efetivo do computador e da internet em atividades de ensino continua um desafio a ser vencido

O uso do computador e da Internet para os estudos vem aumentando no Brasil. Mas principalmente fora do ambiente escolar. Embora a maioria das escolas possua pelo menos um computador, o número de equipamentos por aluno ainda limita o uso efetivo do computador e Internet na sala de aula, segundo a edição 2011 da pesquisa TIC Educação, produzida pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), por meio de seu Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br), divulgada esta semana. Só 4% dos colégios têm computadores na sala de aula.

O estudo analisou 650 estabelecimentos educacionais, sendo 497 escolas públicas e 153 particulares, que entraram na amostra pela primeira vez nesta edição. Os resultados apontam que as atividades mais comuns em sala de aula são aquelas em que menos os professores utilizam recursos as TIC: apenas 21% dos professores o fazem dessa forma. A atividade menos frequente em sala de aula – ensinar os alunos a usar o computador e a Internet – é aquela em que os professores (65%) mais usam o computador e a internet.

De forma geral, o uso de computador e Internet é maior entre professores de escolas particulares. Nas aulas expositivas, 36% dos docentes utilizam as TIC, enquanto que entre seus colegas da rede pública são 24%. Em interpretação de texto a diferença é de 10 pontos percentuais entre escolas privadas e públicas, com 26% e 16% respectivamente.

Outra barreira importante mencionada pelos docentes é a baixa velocidade de conexão: 52% deles declaram que este fator atrapalha muito o uso adequado de TIC no processo pedagógico. Isso se explica porque, ainda que 93% das escolas tenham acesso à Internet, um quarto das escolas tem internet com velocidade abaixo de 1 MB (se houver mais de um computador conectado à rede, a velocidade é ainda mais baixa). Outros 32% têm velocidade entre 1MB e 2MB.

O local de instalação dos equipamentos tecnológicos na escola é também uma questão relevante que pode limitar a integração das TIC no processo pedagógico. Em 2010, 81% das escolas tinham computadores instalados somente nos laboratórios de informática. Em 2011, o índice subiu para 86%. Os dados indicam ainda que 21% das escolas particulares possuem computadores instalados em sala de aula, proporção cinco vezes maior que os 4% das escolas públicas.

Capacitação dos professores

Embora os laboratórios de intenter das escolas estejam equipados com computador e Internet, aqueles professores que usam as TIC em sala de aula realizam o maior número de atividades com o apoio dessas ferramentas. Além disso, a proporção de professores que usa TIC nas escolas pesquisadas dobrou nos últimos anos, passando de 7% em 2010 para 13% em 2011.

Uma hipótese para este avanço está relacionada ao aumento expressivo da posse do computador portátil pelos professores. Em 2010, 48% tinham o equipamento, em 2011 63%. Importante observar que os educadores declararam adquirir esses equipamentos com recursos próprios. Este indicador teve aumento de 11 pontos percentuais entre 2010 e 2011 atingindo 76% dos professores. Esse resultado é coerente com os dados da pesquisa TIC Domicílios 2011 que apontam um crescimento significativo da posse do computador portátil entre os brasileiros.

Diferentemente do cenário geral que indica que 45 % dos brasileiros possuem computador e 38%, acesso à Internet (dados da TIC Domicílios 2011), no caso dos professores, a posse desses recursos está praticamente universalizada: 94% têm o equipamento e 88% estão conectados à rede em suas casas. Além disso, 79% declararam acessar a rede todos os dias.

O estudo indica ainda que além de ter os equipamentos, os professores os têm aprendido a usar cada vez mais o computador sozinhos. Em 2010, eram 38%, enquanto que em 2011 passou para 47%. A forma de aprendizado mais citada por eles ainda é por meio de cursos (em 52%dos casos). Outro dado que indica a disposição do educador em desenvolver suas habilidades para o uso das TIC por iniciativa própria é que a maior parte deles, 67%, recorre a contatos informais com outros educadores.

Os resultados completos da pesquisa TIC Educação 2011 estão disponíveis no site do Cetic.

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Publicado por em 2 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Escolas só usam computadores nas aulas de informática

Pesquisa TIC Educação atesta que o uso efetivo do computador e da internet em atividades de ensino continua um desafio a ser vencido

O uso do computador e da Internet para os estudos vem aumentando no Brasil. Mas principalmente fora do ambiente escolar. Embora a maioria das escolas possua pelo menos um computador, o número de equipamentos por aluno ainda limita o uso efetivo do computador e Internet na sala de aula, segundo a edição 2011 da pesquisa TIC Educação, produzida pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), por meio de seu Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br), divulgada esta semana. Só 4% dos colégios têm computadores na sala de aula.

O estudo analisou 650 estabelecimentos educacionais, sendo 497 escolas públicas e 153 particulares, que entraram na amostra pela primeira vez nesta edição. Os resultados apontam que as atividades mais comuns em sala de aula são aquelas em que menos os professores utilizam recursos as TIC: apenas 21% dos professores o fazem dessa forma. A atividade menos frequente em sala de aula – ensinar os alunos a usar o computador e a Internet – é aquela em que os professores (65%) mais usam o computador e a internet.

De forma geral, o uso de computador e Internet é maior entre professores de escolas particulares. Nas aulas expositivas, 36% dos docentes utilizam as TIC, enquanto que entre seus colegas da rede pública são 24%. Em interpretação de texto a diferença é de 10 pontos percentuais entre escolas privadas e públicas, com 26% e 16% respectivamente.

Outra barreira importante mencionada pelos docentes é a baixa velocidade de conexão: 52% deles declaram que este fator atrapalha muito o uso adequado de TIC no processo pedagógico. Isso se explica porque, ainda que 93% das escolas tenham acesso à Internet, um quarto das escolas tem internet com velocidade abaixo de 1 MB (se houver mais de um computador conectado à rede, a velocidade é ainda mais baixa). Outros 32% têm velocidade entre 1MB e 2MB.

O local de instalação dos equipamentos tecnológicos na escola é também uma questão relevante que pode limitar a integração das TIC no processo pedagógico. Em 2010, 81% das escolas tinham computadores instalados somente nos laboratórios de informática. Em 2011, o índice subiu para 86%. Os dados indicam ainda que 21% das escolas particulares possuem computadores instalados em sala de aula, proporção cinco vezes maior que os 4% das escolas públicas.

Capacitação dos professores

Embora os laboratórios de intenter das escolas estejam equipados com computador e Internet, aqueles professores que usam as TIC em sala de aula realizam o maior número de atividades com o apoio dessas ferramentas. Além disso, a proporção de professores que usa TIC nas escolas pesquisadas dobrou nos últimos anos, passando de 7% em 2010 para 13% em 2011.

Uma hipótese para este avanço está relacionada ao aumento expressivo da posse do computador portátil pelos professores. Em 2010, 48% tinham o equipamento, em 2011 63%. Importante observar que os educadores declararam adquirir esses equipamentos com recursos próprios. Este indicador teve aumento de 11 pontos percentuais entre 2010 e 2011 atingindo 76% dos professores. Esse resultado é coerente com os dados da pesquisa TIC Domicílios 2011 que apontam um crescimento significativo da posse do computador portátil entre os brasileiros.

Diferentemente do cenário geral que indica que 45 % dos brasileiros possuem computador e 38%, acesso à Internet (dados da TIC Domicílios 2011), no caso dos professores, a posse desses recursos está praticamente universalizada: 94% têm o equipamento e 88% estão conectados à rede em suas casas. Além disso, 79% declararam acessar a rede todos os dias.

O estudo indica ainda que além de ter os equipamentos, os professores os têm aprendido a usar cada vez mais o computador sozinhos. Em 2010, eram 38%, enquanto que em 2011 passou para 47%. A forma de aprendizado mais citada por eles ainda é por meio de cursos (em 52%dos casos). Outro dado que indica a disposição do educador em desenvolver suas habilidades para o uso das TIC por iniciativa própria é que a maior parte deles, 67%, recorre a contatos informais com outros educadores.

Os resultados completos da pesquisa TIC Educação 2011 estão disponíveis no site do Cetic.

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Publicado por em 2 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Facebook e Cartoon Network lançam campanha contra bullying nas escolas

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o secretário estadual de educação, Herman Voorwald, e a presidente do Fundo Social de Solidariedade, Lu Alckmin, anunciaram, em um evento em São Paulo, seu apoio à campanha virtual de prevenção ao bullying, realizada pelo canal Cartoon Network em parceira com o Facebook e as instituições Plan International e Visão Mundial. A campanha tem como objetivo conscientizar pais, crianças e adolescentes a fim de prevenir e acabar com o bullying no Brasil e em toda a América Latina.

O site oficial oferece dicas para pais, crianças e adolescentes – vítimas ou testemunhas – e até mesmo educadores a combater a prática. Ações simples, como “escute seu filho” ou “fale com a direção da escola” e dicas de como criar uma ação antibullying em escolas são algumas das propostas encontradas no site.

“Nosso objetivo é, por meio desta grande iniciativa, dar maior abrangência ao trabalho que já vem sendo realizado com essa mesma finalidade na rede estadual de ensino de São Paulo”, afirmou o secretário da Educação Herman Voorwald. “Parcerias com instituições como o Facebook e Cartoon Network são importantes para a mobilização da sociedade.”

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A campanha visa combater todo tipo de bullying, inclusive o virtural

O Facebook também está participando da ação, com a criação do aplicativo “Chega de Bullying, não fique calado”, que pode ser encontrado na página oficial da campanha na rede social. Com o app, os inscritos podem gravar vídeos ou enviar fotos – que poderão ser vistos ao redor do mundo – colaborando com a divulgação da causa. Além disso, há um local reservado para parceiros, com links para sites da América Latina que falam sobre o assunto. O aplicativo foi feito com o intuito de ajuda a divulgação da campanha nas redes sociais.

“Com o aplicativo criado pelo Facebook e o engajamento de milhões de adolescentes e adultos por meio das redes sociais, a conscientização sobre a importância da prevenção ao bullying terá um alcance nunca antes visto na região”, declarou o vice-presidente sênior e gerente-geral do Cartoon Network e Boomerang para a América Latina, Barry Koch. “Os programas desenvolvidos pelas ONGs Plan International e Visão Mundial, e a participação do Facebook e das autoridades na área de educação, permitirão que a campanha se estenda além da nossa audiência, fornecendo informações e dicas também para adolescentes e adultos. Por meio desse enfoque de plataformas múltiplas e recursos combinados, seremos capazes de estimular mais e mais pessoas a adotarem medidas contra o bullying.”

Celebridades como Claudia Leitte, Marcelo Tas, Ganso e Selena Gomez estão entre os primeiros a ajudar na luta contra o bullying e a estimularem outras pessoas a fazer o mesmo.

Qualquer pessoa pode colaborar com a campanha. A proposta feita pelo site do Movimento Cartoon é de que os interessados assumam o compromisso de “não ficar calado”, como sugere o slogan da campanha, espalhando e praticando as ações sugeridas na página.

Para ajudar a divulgar a causa, basta curtir a página no Facebook. Você também pode adicionar um widget da campanha em seu blog ou site.

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Publicado por em 28 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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