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Aplicativo da Beija-Flor permite que usuário participe do desfile da escola

Aplicativo Beijja-Flor (Foto: Reprodução / Apple)Aplicativo Beija-Flor (Foto: Reprodução/Apple)Alguns dos treze títulos da Beija-Flor (Foto: Reprodução / Apple)Alguns dos 13 títulos da Beija-Flor
(Foto: Reprodução/Apple)

A Beija-Flor lançou a sexta-feira (28) um aplicativo gratuito para iPhone e Android que permite ao público estar em sintonia com o enredo “O astro iluminado da comunicação brasileira”. EsTa é a primeira vez que uma escola de samba usa um recurso desses para apresentar suas alas e alegorias.

Última agremiação a se apresentar na primeira noite de desfiles do Grupo Esopecial, no Sambódromo, neste domingo (2), a Beija-Flor vai contar a história da comunicação através do trabalho do empresário e diretor de TV Boni.

O software permite ao usuário navegar pela história da escola, conhecer o número de títulos da escola, conferir parte do roteiro do desfile, além de aprender e ouvir o samba enredo.

Interação
A novidade fica por conta da seção “Mande um beijo para Beija”. O usuário poderá enviar fotos com seu beijo para escola, dizendo seu nome e cidade, e entrar para uma galeria de fotos dentro do aplicativo. Se ele quiser ir além e fazer parte da “família Beija-Flor”, como são chamados os componentes da escola, poderá enviar uma foto de dentro do Sambódromo para a imagem aparecer no último carro.

A última alegoria da Beija-Flor terá um imenso globo de LED que vai transmitir imagens do público durante o desfile no Sambódromo do Rio. O aplicativo está disponível gratuitamente para Apple ou Android, nas lojas de aplicativos, ou no link http://goo.gl/a27ad8.

Sobre o desfile
A primeira ala representará os sumérios – que viveram na Mesopotâmia até o segundo milênio antes de Cristo –, criadores da escrita em formato de cunha, em placas de argila. Com 80 componentes, a ala está sendo coreografada pela bailarina Valéria Brito, que há 26 anos empresta talento a Beija-Flor.

A interação entre o casal de mestre-sala e porta-bandeira Claudinho e Selminha Sorriso com a comissão de frente será um dos destaques do desfile. Raíssa desfilará como rainha de bateria pelo 12º ano consecutivo. Sua trajetória no samba começou aos 7 anos de idade, quando desfilou como passista.

A escola terá muitos artistas no carro 7, “Som e Imagem – A Magia da Televisão – A emoção está no ar”. No total, serão 50: Ana Maria Braga,  Aracy Balabanian, Antônio Fagundes, Arlete Salles, Ary Fontoura, Fausto Silva, Elisabeth Savala, Eva Wilma, Francisco Cuoco, Glória Maria, Hans Donner, Glória Menezes, Tarcísio Meira, Jorginho Fernando, Lima Duarte, Laura Cardoso, Manuel Carlos, Maitê Proença, Marília Gabriela, Miguel Falabellla, Ney Latorraca, Pedro Bial, Regina Duarte, Vera Fischer, Toni Ramos, Suzana Vieira, Renato Aragão, Stênio Garcia, entre outros.

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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Escola violou direito de transgênero usar banheiro das meninas, diz justiça

Nicole Maines nasceu menino mas se reconhece como menina desde os dois anos (Foto: Robert F. Bukaty/AP)Nicole Maines (com o pai) nasceu menino mas se reconhece como menina (Foto: Robert F. Bukaty/AP)

O Tribunal de Justiça do estado de Maine, nos Estados Unidos, decidiu que uma escola da cidade de Orono violou os direitos civis de Nicole Maines ao impedir um estudante transgênero de usar o banheiro feminino quando era criança. Nicole, atualmente com 16 anos, nasceu menino, batizado com o nome de Wyatt, mas se reconhece como menina. O caso começou em 2009, Nicole foi ao tribunal em junho do ano passado, e a decisão foi anunciada na noite desta quinta-feira (30).

“Esta é uma decisão importante que marca um grande avanço para os jovens transexuais”, disse Jennifer Levi, diretora de uma ONG de advogados que defende os direitos dos transgêneros.

A decisão do tribunal estadual derrubou uma resolução de uma instância inferior que havia decidido que a escola primária agiu corretamente ao determinar que Nicole usasse um banheiro administrativo em vez do banheiro das meninas. Pela primeira vez, uma decisão determinou que o aluno transgênero deve usar o banheiro com o qual mais se identifica.

O tribunal estadual concluiu que a escola violou a Lei de Maine dos Direitos Humanos, de 2005, que proíbe a discriminação com base no sexo ou orientação sexual. A polêmica se arrastou d porque uma lei estadual de 1920 também exige banheiros separados para meninos e meninas nas escolas. A advogada do distrito escolar alegava que enquanto a lei sobre os banheiros separados não mudasse, era direito da escola não violá-la.

Na decisão, o tribunal teve que conciliar as duas leis distintas, e o juiz deixou claro que a decisão teve como base uma ampla documentação sobre a identidade de gênero de Nicole. “Ficou claro que o bem-estar psicológico e emocional do estudante depende do seu direito em usar o banheiro correspondente à sua identidade de gênero”, escreveu o juiz Warren Silver. “Mas esta decisão não serve para as escolas deixarem os estudantes escolherem qual banheiro prefere usar.

Nicole Maines (à direita), ao lado do irmão gêmeo Jonas, luta pelo direito de usar banheiro feminino (Foto: Robert F. Bukaty/AP)Nicole Maines (à direita), ao lado do irmão gêmeo
Jonas (Foto: Robert F. Bukaty/AP)

Irmão gêmeo
Nicole tem um irmão gêmeo idêntico, Jonas, mas desde os dois anos de idade se identificava como uma menina. Quando criança, enquanto o irmão colecionava carrinhos e se fantasiava de super-heroi, Nicole preferia se vestir de princesa e brincar de bonecas. Aos quatro anos, perguntou à mãe quando iria se tornar uma menina. Aos 11 anos, Nicole passou por um tratamento médico que inibe a ação dos hormônios da puberdade.

Na escola primária os problemas começaram. Nicole começou a usar o banheiro das meninas. Os funcionários da escola, inicialmente, deixaram. Mas depois que o avô de um menino da quinta série reclamou, Nicole foi proibida. A direção da escola então mandou Nicole usar um banheiro separado.

Depois do anúncio da decisão do juiz, os colegas da atual classe de Nicole, que está no ensino médio, levantaram e bateram palmas. Nicole compareceu ao tribunal em junho do ano passado, quando disse que não desejaria a sua experiência de ninguém. “Espero que os juízes tenham entendido que tudo o que um estudante quer é ir para a escola se divertir e fazer amigos, e não sofrer bullying dos alunos ou da administração do colégio.”

O pai de Nicole, Wayne Maines, disse que tudo o que ele queria era para a sua filha para ser tratada como seus colegas de classe . Ele disse que estava emocionado quando soube da decisão. “Isso serve de mensagem para os meus filhos que você pode acreditar no sistema e que pode funcionar”, disse.

Melissa Hewey, advogada do distrito escolar, disse que a decisão vai resolver uma questão não só para Orono, mas para escolas de todo o estado . “O tribunal já esclareceu o que tem sido uma questão difícil e é uma vez mais comum nas escolas, e o Departamento Escolar de Orono vai fazer o que precisa para que se cumpra a lei”, afirmou.

Nicole ao lado da mãe e do irmão durante audiência nesta quarta-feira (Foto: Robert F. Bukaty/AP)Nicole ao lado da mãe e do irmão durante audiência em junho de 2013 (Foto: Robert F. Bukaty/AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Escola raspa cabelo de aluno com corte que homenageava time

Um conselheiro de uma escola da Flórida, nos Estados Unidos, raspou o cabelo de um aluno de 11 anos que foi para a aula com corte de cabelo que homenageava o time de basquete Miami Heat. O menino também foi suspenso devido ao corte, que segundo a escola causava muita distração entre os alunos, segundo a “NBC”.

O caso aconteceu na última semana. O padrasto de Danny Valdes fez o corte de cabelo com o logo do Miami Heat na cabeça do menino no fim de semana, antes do jogo que seria realizado no fim de semana. Danny foi ao jogo e manteve o cabelo como estava para ir à escola durante a semana.

Entretanto, ao voltar às aulas, o menino foi suspenso e telefonaram para seu padrasto, Arnaldo Fernandez, que disse que mudaria o cabelo do menino quando ele chegasse em casa – Arnaldo é dono de uma barbearia.

Entretanto, enquanto ainda estava na suspensão, um dos conselheiros pegou uma tesoura e raspou o cabelo do menino, dizendo que o padrasto havia concordado com o procedimento – o que segundo ele não havia ocorrido.

A família só soube do ocorrido quando o menino chegou em casa. “Ele estava careca”, disse Stephanie Fernandez, mãe de Danny. “Estou frustrado porque parece que eles acham que tem o poder de fazer tudo o que querem”, disse Arnaldo sobre a escola.

Os responsáveis pela escola informaram que o procedimento foi errado, e que nenhum funcionário deve cortar o cabelo de um aluno. Entretanto, insistiram que o padrasto de Danny havia permitido a ação – o que a família negou.

O conselheiro que cortou o cabelo de Danny não será demitido, mas foi alertado para não repetir o procedimento. A família do menino ficou tão chateada que decidiu muda-lo de escola.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Menino de 12 anos é preso acusado de abrir fogo em escola nos EUA

Raelynn Holloway, de nove anos, abraça a mãe durante vigília para vítimas do tiroteio no Novo México, nesta terça (Foto: AP)Raelynn Holloway, de nove anos, abraça a mãe durante vigília para vítimas do tiroteio no Novo México, nesta terça (Foto: AP)

As autoridades do estado norte-americano do Novo México trabalhavam nesta quarta-feira (15) para apresentar acusações o quanto antes contra um menino de 12 anos que disparou tiros em sua escola e feriu dois estudantes antes de um professor convencê-lo a entregar sua arma, disseram autoridades.

O menino, que não foi identificado publicamente, será formalmente acusado nos próximos dias como adolescente, disse a promotora de Roswell, Janetta Hicks, do Quinto Distrito Judicial do Estado, em entrevista por telefone.

O crime de terça-feira na escola Berrendo, em Roswell, em que um menino de 11 anos e uma menina de 13 ficaram feridos, ocorreu no ginásio do colégio, onde os alunos tendem a esperar o início das aulas quando o clima não está bom.

O atirador suspeito não será acusado como um adulto devido à sua idade, de acordo com a lei do Novo México, disse Hicks disse nesta quarta-feira.

A violência no ginásio da escola durou apenas 10 segundos, pois um professor convenceu o garoto, que abriu fogo e feriu os dois estudantes, a entregar a sua espingarda, disseram autoridades. O motivo do crime ainda não está claro.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Tiroteio deixa feridos em escola no estado americano do Novo México

Um tiroteio deixou pelo menos duas crianças feridas nesta terça-feira (14) em uma escola secundária em Roswell, no estado americano do Novo México, segundo a polícia local.

Um suspeito foi preso na Berrendo Middle School, segundo a polícia.

A escola foi interditada.

Os feridos estão sendo tratados em um hospital, e ainda não havia informação sobre seu estado.

Segundo a cadeia Fox News, haveria três feridos. O canal local KRQE afirma, por sua parte, que um menino de 14 anos foi levado de helicóptero para o hospital.

As demais crianças da escola foram levadas a um shopping próximo para que fossem buscadas por seus pais.

A cidade tem enfrentado, nos últimos anos, um aumento na violência provocada por gangues.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Professora é presa por ensinar alunos a não sujarem a Escola em BH

Uma professora teria sido presa em Belo Horizonte (MG) após colocar alunos para limpar pichações em escola pública. Será que isso aconteceu mesmo?

A notícia apareceu no Facebook no dia 04 de janeiro de 2014. De acordo com o texto, acompanhado da foto de uma senhora idosa com a mão tampando o rosto, uma professora da escola estadual Professor Caetano Azeredo (em Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais) foi presa ao dar continuidade num projeto que visava ensinar aos alunos a importância da limpeza na escola, fazendo com que os pequenos limpassem as pichações das paredes da instituição.

A notícia afirma que o pai de uma das crianças resolveu denunciar a professora por exploração do trabalho infantil e a professora (que já é aposentada) foi algemada e levada de camburão à delegacia.

O assunto gerou inúmeros compartilhamentos no Facebook e dezenas de milhares de comentários. A maioria deles condenando o ato do pai da criança por ter denunciado a professora.

Mas será que essa história é real?

Professora teria sido presa em Belo Horizonte por ensinar os alunos a limparem a escola! (foto: Reprodução/Facebook) Professora teria sido presa em Belo Horizonte por ensinar os alunos a limparem a escola! (foto: Reprodução/Facebook)

A notícia tem todas as características de um boato digital:

Não é datadaCita o nome de entidades para dar mais credibilidadeNão cita fontesTem um tom conspiratório e apelativoPede para ser compartilhada para o maior numero de pessoas

Quando o fato teria ocorrido? O texto não afirma. Sabemos, pelo artigo, que essa seria a segunda vez que a escola promove esse tipo de mutirão. No entanto, não sabemos quando esses trabalhos teriam ocorrido.

Outra dúvida que surge é: Uma professora tem autonomia para promover esse tipo de atividade na escola? É bem provável que não!

Nenhuma ação pedagógica pode ser promovida na escola partindo apenas de um professor. Dentro da organização escolar, um projeto desse tipo deve ser levado aos coordenadores e estes, juntamente com a direção da escola, desenvolvem toda a ação para o evento. Isso, claro, num mundo ideal…

Mas, vamos supor que a senhora idosa tenha se metido a passar por cima da hierarquia da instituição e tenha mesmo colocado os pequenos para trabalhar. Ela não iria presa (com direito a algemas, camburão e tudo mais). No máximo, a tal professora sofreria um processo administrativo. Afinal, ela estaria mesmo explorando as crianças ao colocar os alunos para trabalhar ao invés de ensinar e, como sabemos da morosidade da justiça brasileira, iria demorar um bocado de tempo até que tudo se resolva.

Além disso, a professora não seria processada sozinha. Os coordenadores e a direção teriam que responder pelo ato (claro que estamos falando de uma hipótese que poderia acontecer no mundo ideal).

Nenhum jornal ou site publicou nada a respeito dessa historia, a não ser em blogs que copiaram o mesmo texto (sem mudarem uma vírgula) que, ao que parece, surgiu na fanpage Verdade Oculta no Facebook. A Verdade Oculta, para quem não sabe, tem vários precedentes de notícias falsas em seu acervo.

O autor do texto já prevê que muitos iriam questionar a razão do fato não ter aparecido nos jornais locais e se previne. O texto explica que o caso não saiu na imprensa e que o relato de professores e de diretores é a única fonte confiável.

O autor também pede para que quem tiver em dúvida, que ligue para a escola para confirmar. Fizemos o que o a notícia pede para fazer e não tivemos sucesso. A secretaria da escola não funciona nos finais de semana e, como a notícia apareceu num sábado, teremos que esperar até a segunda-feira para tentar novamente.

Nesse trecho, o autor tenta enganar o leitor com a falácia da inversão do ônus da prova, que consiste em transferir para quem está duvidando a obrigação de provar algo. Ora! Quem está afirmando é que tem que provar que aquela afirmação é real.

De qualquer maneira, enviamos um e-mail para a escola citada no texto e estamos no aguardo de alguma resposta. Talvez isso demore um pouco, já que as escolas estaduais estão de férias em janeiro (claro, a secretaria da escola funciona durante as férias, mas com um pessoal reduzido e, talvez, nosso e-mail demore para ser respondido).

Em resposta ao nosso e-mail, Simone Lage, diretora da Escola Estadual  Professor Caetano Azeredo, nos respondeu que essa história não procede e que trata-se de um boato eletrônico!

O que chama a atenção na manchete é que o nome da professora não foi citado. Muitos afirmarão que isso foi feito propositalmente, uma vez que a sua identidade foi poupada por questões de segurança. No entanto, o seu rosto (ainda que tampado) aparece na manchete. Era pra mostrar ou não?

Uma rápida busca na web e descobrimos que a mulher mostrada na notícia não tem nada a ver com o fato citado na matéria. A senhora que aparece na foto é, na verdade, de outra notícia. De acordo com o G1, a mulher da imagem é uma idosa de 90 anos que foi presa no dia 26 de março de 2013, após furtar uma blusa e um colar em uma loja de um shopping Center em Goiânia (GO).

É muito provável que a história seja falsa. Conforme resposta da própria diretoria da escola referida, essa história não passa de mais um boato eletrônico! A foto usada na manchete é de uma ladra que roubou um shopping em Goiás no começo de 2013.

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Colonos atacam escola e incendeiam carros na Cisjordânia

Vinte colonos israelenses lançaram pedras contra uma escola palestina, incendiaram carros e arrancaram oliveiras no norte da Cisjordânia ocupada, informaram testemunhas e uma autoridade palestina.

Uma porta-voz militar israelense disse à AFP que o exército estava verificando os incidentes.

Vinte colonos do assentamento ilegal de Esh Kodesh, alguns deles mascarados, apedrejaram um colégio de Khalud e atearam fogo em cinco carros dos professores, indicaram à AFP várias testemunhas e o funcionário palestino Ghasan Daghlas.

Também arrancaram oliveiras em um campo, acrescentaram as fontes, que afirmam que os militares entraram na localidade para colocar fim à violência.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de outubro de 2013 em Brasil

 

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