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Startup cria sistema que conversa em inglês para ensinar idioma a aluno

Eduardo Balieiro, fundador da Kajoo, fala da ferramenta que conversa em inglês para ensinar idioma (Foto: Helton Simões Gomes/G1)Eduardo Balieiro, fundador da Kajoo, fala da ferramenta que conversa em inglês para ensinar idioma (Foto: Helton Simões Gomes/G1)

A startup Kajoo Smart Solutions, de Campinas (SP), apresentou nesta quarta-feira (29) na Campus Party Brasil 2014 seu sistema automatizado que conversa com brasileiros interessados em aprender inglês ou treinar suas habilidades no idioma.

Utilizando a biblioteca de reconhecimento de fala do sistema operacional móvel Android, que abastece o Google Now, por exemplo, a empresa criou uma ferramenta que não só entende o que seu interlocutor diz, como também o responde. O usuário pode ainda falar com sotaques, como o norte-americano, britânico ou sul-africano.

Segundo Eduardo Balieiro, executivo da Kajoo, “há ferramentas para escutar em inglês, escrever e ler, mas, para falar, não existe nenhuma ferramenta que valida se você está falando corretamente ou não”.

Além de poder reproduzir sotaques e falar em cadências de ritmos variadas, o sistema possui reconhecimento de voz que, feito por algoritmos especializados, avalia a possibilidade de acerto de cada uma das palavras faladas pelo aluno.

Criado para rodar em aparelhos Android, a ferramenta também reconhece objetos por meio da chamada visão computacional. Balieiro explica que, com isso, é possível pedir ao aluno que pegue uma bola azul com a mão esquerda e a coloque acima da cabeça. Isso testaria a eficiência na compreensão do idioma.

A startup negocia a implantação do sistema em três escolas de idiomas da rede Wizard e em outras duas escolas públicas, uma no Rio de Janeiro e outra em Campinas.

Por trás do sistema, há uma inteligência que permite à ferramenta aprender conforme conversa com diferentes alunos. Essa atualização é criada em conjunto com outra startup, a Ledface.

Balieiro dá um exemplo: alguém faz uma pergunta de caráter abstrato, que não se pode responder com base em informações enciclopédicas coletadas na internet e depende de opinião, coisa que o robô não tem; o sistema não consegue responder, mas transmite essa questão a outras unidades, que a direcionam aos alunos; conforme os estudantes respondem a esse questionamento, é criado um banco de respostas possíveis, que passa a ser usado pelo sistema.

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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‘Você pode ensinar macacos a terem MBA’, diz Bruce Dickinson

Bruce Dickinson, do Iron Maiden, participa de coletiva antes de mostrar 'lado empresário' na Campus Party Brasil 2014 (Foto: Bruno Araujo/G1)Bruce Dickinson em coletiva antes da Campus
Party Brasil 2014 (Foto: Bruno Araujo/G1)

Uma das principais atrações da Campus Party Brasil 2014 é o músico Bruce Dickinson, vocalista da banda de metal Iron Maiden. No entanto, os visitantes e campuseiros do evento que acontece no Anhembi, em São Paulo, verão em sua palestra nesta terça-feira (28), às 13h, uma personalidade diferente de Dickinson: a de empresário.

Dono de uma companhia de aviação no Reino Unido, a Cardiff Aviation, Dickinson acha que criatividade é mais importante que currículo. Em entrevista coletiva anterior à sua participação na Campus Party, ele brincou: “Não é sobre qualificação, mas sobre ter uma boa ideia. Você pode ensinar macacos a terem MBA”.

Para o músico, o jovem empreendedor precisa de duas coisas para buscar o sucesso: uma grande ideia e vontade de trabalhar sem custos.

“O problema de muitas startups é que elas querem alugar um local bonito para trabalhar, contratar muita gente”, disse. “A questão devia ser ‘como evitar que compremos qualquer tipo de móvel’, e não ‘qual será a cor dos móveis que usaremos’.”

O vocalista do Iron Maiden comentou ainda que seu foco de investimento são grandes tecnologias de materiais e transporte, como motores, e não softwares. “Eu sou investidor em uma companhia que está desenvolvendo tecnologias mais leves que o ar para transportes ecológicos de grandes cargas a lugares remotos e inacessíveis”, disse. “Também sou investidor em um jato eco-friendly, mais econômico que um grande carro”.

Ele mesmo um empresário do ramo da aviação que já sonhou quando criança em se tornar um astronauta, Dickinson falou também sobre o avanço das viagens espaciais e como as pessoas não irão para o espaço para viver – “os humanos morrem muito facilmente lá” –, mas sim para “tornar a Terra mais habitável”.

“Alguns experimentos biológicos são muito mais rápidos na gravidade zero”, comentou. “Eu sou um sonhador. As missões da Nasa e Júlio Verne me inspiraram quando criança (…) Eu acho que Elon Musk [investidor de empresas como SpaceX e Tesla Motors] será o futuro da viagem espacial”.

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Professora é presa por ensinar alunos a não sujarem a Escola em BH

Uma professora teria sido presa em Belo Horizonte (MG) após colocar alunos para limpar pichações em escola pública. Será que isso aconteceu mesmo?

A notícia apareceu no Facebook no dia 04 de janeiro de 2014. De acordo com o texto, acompanhado da foto de uma senhora idosa com a mão tampando o rosto, uma professora da escola estadual Professor Caetano Azeredo (em Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais) foi presa ao dar continuidade num projeto que visava ensinar aos alunos a importância da limpeza na escola, fazendo com que os pequenos limpassem as pichações das paredes da instituição.

A notícia afirma que o pai de uma das crianças resolveu denunciar a professora por exploração do trabalho infantil e a professora (que já é aposentada) foi algemada e levada de camburão à delegacia.

O assunto gerou inúmeros compartilhamentos no Facebook e dezenas de milhares de comentários. A maioria deles condenando o ato do pai da criança por ter denunciado a professora.

Mas será que essa história é real?

Professora teria sido presa em Belo Horizonte por ensinar os alunos a limparem a escola! (foto: Reprodução/Facebook) Professora teria sido presa em Belo Horizonte por ensinar os alunos a limparem a escola! (foto: Reprodução/Facebook)

A notícia tem todas as características de um boato digital:

Não é datadaCita o nome de entidades para dar mais credibilidadeNão cita fontesTem um tom conspiratório e apelativoPede para ser compartilhada para o maior numero de pessoas

Quando o fato teria ocorrido? O texto não afirma. Sabemos, pelo artigo, que essa seria a segunda vez que a escola promove esse tipo de mutirão. No entanto, não sabemos quando esses trabalhos teriam ocorrido.

Outra dúvida que surge é: Uma professora tem autonomia para promover esse tipo de atividade na escola? É bem provável que não!

Nenhuma ação pedagógica pode ser promovida na escola partindo apenas de um professor. Dentro da organização escolar, um projeto desse tipo deve ser levado aos coordenadores e estes, juntamente com a direção da escola, desenvolvem toda a ação para o evento. Isso, claro, num mundo ideal…

Mas, vamos supor que a senhora idosa tenha se metido a passar por cima da hierarquia da instituição e tenha mesmo colocado os pequenos para trabalhar. Ela não iria presa (com direito a algemas, camburão e tudo mais). No máximo, a tal professora sofreria um processo administrativo. Afinal, ela estaria mesmo explorando as crianças ao colocar os alunos para trabalhar ao invés de ensinar e, como sabemos da morosidade da justiça brasileira, iria demorar um bocado de tempo até que tudo se resolva.

Além disso, a professora não seria processada sozinha. Os coordenadores e a direção teriam que responder pelo ato (claro que estamos falando de uma hipótese que poderia acontecer no mundo ideal).

Nenhum jornal ou site publicou nada a respeito dessa historia, a não ser em blogs que copiaram o mesmo texto (sem mudarem uma vírgula) que, ao que parece, surgiu na fanpage Verdade Oculta no Facebook. A Verdade Oculta, para quem não sabe, tem vários precedentes de notícias falsas em seu acervo.

O autor do texto já prevê que muitos iriam questionar a razão do fato não ter aparecido nos jornais locais e se previne. O texto explica que o caso não saiu na imprensa e que o relato de professores e de diretores é a única fonte confiável.

O autor também pede para que quem tiver em dúvida, que ligue para a escola para confirmar. Fizemos o que o a notícia pede para fazer e não tivemos sucesso. A secretaria da escola não funciona nos finais de semana e, como a notícia apareceu num sábado, teremos que esperar até a segunda-feira para tentar novamente.

Nesse trecho, o autor tenta enganar o leitor com a falácia da inversão do ônus da prova, que consiste em transferir para quem está duvidando a obrigação de provar algo. Ora! Quem está afirmando é que tem que provar que aquela afirmação é real.

De qualquer maneira, enviamos um e-mail para a escola citada no texto e estamos no aguardo de alguma resposta. Talvez isso demore um pouco, já que as escolas estaduais estão de férias em janeiro (claro, a secretaria da escola funciona durante as férias, mas com um pessoal reduzido e, talvez, nosso e-mail demore para ser respondido).

Em resposta ao nosso e-mail, Simone Lage, diretora da Escola Estadual  Professor Caetano Azeredo, nos respondeu que essa história não procede e que trata-se de um boato eletrônico!

O que chama a atenção na manchete é que o nome da professora não foi citado. Muitos afirmarão que isso foi feito propositalmente, uma vez que a sua identidade foi poupada por questões de segurança. No entanto, o seu rosto (ainda que tampado) aparece na manchete. Era pra mostrar ou não?

Uma rápida busca na web e descobrimos que a mulher mostrada na notícia não tem nada a ver com o fato citado na matéria. A senhora que aparece na foto é, na verdade, de outra notícia. De acordo com o G1, a mulher da imagem é uma idosa de 90 anos que foi presa no dia 26 de março de 2013, após furtar uma blusa e um colar em uma loja de um shopping Center em Goiânia (GO).

É muito provável que a história seja falsa. Conforme resposta da própria diretoria da escola referida, essa história não passa de mais um boato eletrônico! A foto usada na manchete é de uma ladra que roubou um shopping em Goiás no começo de 2013.

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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App para iPhone causa polêmica ao ensinar pole dance para crianças

Um app para iOS que fornece lições de pole dance para seus usuários tem recebido duras críticas por sua classificação etári para crianças a partir de 12 anos.

Lançado em junho, o Pole Dancer Pro (US$1,99) para iPad, iPhone e iPod Touch é descrito por seus desenvolvedores como um aplicativo que pode transformar os usuários em uma “pessoa com apelo sexual para dança do colo (lap dance)” e injetar “uma nova dose de vida nas fantasias do quarto”, por meio de lições da instrutora de pole dance Jessica Jackson.

Esse software causou causou uma revolta da diretora associação de caridade para crianças BIG Ministries no Reino Unido, Jo Squires, que agora está lutando para que o aplicativo seja banido da App Store.

“Quando li a descrição para o app Pole Dancer Pro, não podia acredtiar que ele havia sido definido como apropriado para crianças de 12 anos”, afirma Jo. “Nós já bombardeamos as crianças com imagens de homens e mulheres perfeitamente formados, e fazer isso é contribuir para que nossas garotas cresçam muito antes do seu tempo.”

“Sou totalmente a favor de novas maneiras encorajadoras para ajudar as pessoas a entrarem em forma”, completa Squires. “Mas nós realmente queremos criar uma geração de crianças que sejam totalmente equipadas em, no que o app descreve como, a arte de provocar, movimentos eróticos e contato olho-a-olho sedutor?”

poledancerproios01

App para iPhone causou polêmica no Reino Unido por baixa classificação etária

Em defesa do app, o criador Arthur Howie afirmou: “Nós trabalhamos de perto com a instrutora profissional Jessica para desenvolver movimentos para trabalhar todos os grupos chave de músculos do corpo. O app está se provando popular com os usuários e estamos recebendo uma ótima resposta dos consumidores que adoram entrar em forma.”

A própria instrutora de dança do app, Jessica Jackson, também saiu em defesa do aplicativo que custa dois dólares. “O Pole Dancer Pro oferece para as mulheres uma maneira alternativa de efetivamente malhar. Esqueça as normas sociais, morais e as práticas conservadores que as mulheres deveriam seguir. Não há nada de errado em quebrar as regras, se isso te faz sentir bem”, afirmou.

Mãe de duas garotas, Lisa Keys disse ao jornal inglês The Sun que pensa que o app é “muito inapropriado” e  “inteiramente impróprio para garotas adolescentes que podem facilmente colocar suas mãos nele.”

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Publicado por em 30 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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App para iPhone causa polêmica ao ensinar pole dance para crianças

Um app para iOS que fornece lições de pole dance para seus usuários tem recebido duras críticas por sua classificação etári para crianças a partir de 12 anos.

Lançado em junho, o Pole Dancer Pro (US$1,99) para iPad, iPhone e iPod Touch é descrito por seus desenvolvedores como um aplicativo que pode transformar os usuários em uma “pessoa com apelo sexual para dança do colo (lap dance)” e injetar “uma nova dose de vida nas fantasias do quarto”, por meio de lições da instrutora de pole dance Jessica Jackson.

Esse software causou causou uma revolta da diretora associação de caridade para crianças BIG Ministries no Reino Unido, Jo Squires, que agora está lutando para que o aplicativo seja banido da App Store.

“Quando li a descrição para o app Pole Dancer Pro, não podia acredtiar que ele havia sido definido como apropriado para crianças de 12 anos”, afirma Jo. “Nós já bombardeamos as crianças com imagens de homens e mulheres perfeitamente formados, e fazer isso é contribuir para que nossas garotas cresçam muito antes do seu tempo.”

“Sou totalmente a favor de novas maneiras encorajadoras para ajudar as pessoas a entrarem em forma”, completa Squires. “Mas nós realmente queremos criar uma geração de crianças que sejam totalmente equipadas em, no que o app descreve como, a arte de provocar, movimentos eróticos e contato olho-a-olho sedutor?”

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App para iPhone causou polêmica no Reino Unido por baixa classificação etária

Em defesa do app, o criador Arthur Howie afirmou: “Nós trabalhamos de perto com a instrutora profissional Jessica para desenvolver movimentos para trabalhar todos os grupos chave de músculos do corpo. O app está se provando popular com os usuários e estamos recebendo uma ótima resposta dos consumidores que adoram entrar em forma.”

A própria instrutora de dança do app, Jessica Jackson, também saiu em defesa do aplicativo que custa dois dólares. “O Pole Dancer Pro oferece para as mulheres uma maneira alternativa de efetivamente malhar. Esqueça as normas sociais, morais e as práticas conservadores que as mulheres deveriam seguir. Não há nada de errado em quebrar as regras, se isso te faz sentir bem”, afirmou.

Mãe de duas garotas, Lisa Keys disse ao jornal inglês The Sun que pensa que o app é “muito inapropriado” e  “inteiramente impróprio para garotas adolescentes que podem facilmente colocar suas mãos nele.”

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Publicado por em 29 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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