RSS

Arquivo da tag: ensina

Holanda inaugura 1ª escola ‘Steve Jobs’ que ensina os alunos em iPads

Aluno da Steve Jobs School, na Holanda (Foto: Michael Kooren/Reuters)Menina ouve música em iPad da Steve Jobs School, na Holanda (Foto: Michael Kooren/Reuters)

Uma escola onde cada estudante recebe um iPad conectado na internet. Nada de lousa, giz, professor passando lição, nem uniformes. A Holanda experimenta um novo formato de ensino voltado totalmente para a tecnologia e a interatividade do aluno com o conteúdo.  A cidade de Sneek inaugurou esta semana a primeira unidade da Steve Jobs School, a escola experimental criada a partir dos conceitos e da tecnologia desenvolvidos pelo fundador da Apple que morreu em 2011.

Alunos da Steve Jobs School (Foto: Michael Kooren/Reuters)Alunos da Steve Jobs School (Foto: Michael Kooren
/Reuters)

Pela metodologia da escola, as crianças “vão escolher o que desejam aprender com base no que passar a ter curiosidade”. A escola explica em seu site oficial que “o ensino baseia-se nos talentos de cada estudante e tem como objetivo trazê-los para desenvolver e fortalecer, nomeadamente por meio da cooperação. A pedagogia e didática levam em conta o estilo de aprendizagem individual do aluno”.

Menino mexe em iPad durante a aula (Foto: Michael Kooren/Reuters)Menino mexe em iPad durante a aula (Foto: Michael
Kooren/Reuters)

Ao todo serão 12 escolas espalhadas pela Holanda. A iniciativa é da O4NT (Educação para um novo tempo), uma ONG que promove a inclusão de iPads para a educação infantil. A proposta é oferece as ferramentas e o conteúdo para crianças de 4 a 12 anos. A previsão é que mais de 1 mil crianças vão estudar neste modelo. 

Além do espaço físico, a escola oferece um ambiente virtual de aprendizagem para as crianças. “O ensino é focado em adquirir as habilidades do século 21 como a criatividade, a inovação eo pensamento crítico, resolução de problemas, habilidades motoras empréstimos comunicação, colaboração, adaptabilidade, liderança, produtividade e social. Os alunos irão fazer uso do mais recente hardware e software. Como eles adquiram as competências básicas implicitamente definidos para as escolas primárias”, diz a escola em sua apresentação.

Os pais são peças fundamentais para ajudar os alunos a desenvolver suas habilidades, segundo a Steve Jobs School.

Alunos da Steve Jobs School (Foto: Michael Kooren/Reuters)Alunos da Steve Jobs School (Foto: Michael Kooren/Reuters)A primeira unidade da escola Steve Jobs School foi inaugurada em Sneek, na Holanda (Foto: Michael Kooren/Reuters)A primeira unidade da escola Steve Jobs School foi inaugurada em Sneek, na Holanda (Foto: Michael Kooren/Reuters)

View the original article here

Anúncios
 
Deixe um comentário

Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , ,

Holanda inaugura 1ª escola ‘Steve Jobs’ que ensina os alunos em iPads

AppId is over the quota
AppId is over the quota
Aluno da Steve Jobs School, na Holanda (Foto: Michael Kooren/Reuters)Menina ouve música em iPad da Steve Jobs School, na Holanda (Foto: Michael Kooren/Reuters)

Uma escola onde cada estudante recebe um iPad conectado na internet. Nada de lousa, giz, professor passando lição, nem uniformes. A Holanda experimenta um novo formato de ensino voltado totalmente para a tecnologia e a interatividade do aluno com o conteúdo.  A cidade de Sneek inaugurou esta semana a primeira unidade da Steve Jobs School, a escola experimental criada a partir dos conceitos e da tecnologia desenvolvidos pelo fundador da Apple que morreu em 2011.

Alunos da Steve Jobs School (Foto: Michael Kooren/Reuters)Alunos da Steve Jobs School (Foto: Michael Kooren
/Reuters)

Pela metodologia da escola, as crianças “vão escolher o que desejam aprender com base no que passar a ter curiosidade”. A escola explica em seu site oficial que “o ensino baseia-se nos talentos de cada estudante e tem como objetivo trazê-los para desenvolver e fortalecer, nomeadamente por meio da cooperação. A pedagogia e didática levam em conta o estilo de aprendizagem individual do aluno”.

Menino mexe em iPad durante a aula (Foto: Michael Kooren/Reuters)Menino mexe em iPad durante a aula (Foto: Michael
Kooren/Reuters)

Ao todo serão 12 escolas espalhadas pela Holanda. A iniciativa é da O4NT (Educação para um novo tempo), uma ONG que promove a inclusão de iPads para a educação infantil. A proposta é oferece as ferramentas e o conteúdo para crianças de 4 a 12 anos. A previsão é que mais de 1 mil crianças vão estudar neste modelo. 

Além do espaço físico, a escola oferece um ambiente virtual de aprendizagem para as crianças. “O ensino é focado em adquirir as habilidades do século 21 como a criatividade, a inovação eo pensamento crítico, resolução de problemas, habilidades motoras empréstimos comunicação, colaboração, adaptabilidade, liderança, produtividade e social. Os alunos irão fazer uso do mais recente hardware e software. Como eles adquiram as competências básicas implicitamente definidos para as escolas primárias”, diz a escola em sua apresentação.

Os pais são peças fundamentais para ajudar os alunos a desenvolver suas habilidades, segundo a Steve Jobs School.

Alunos da Steve Jobs School (Foto: Michael Kooren/Reuters)Alunos da Steve Jobs School (Foto: Michael Kooren/Reuters)A primeira unidade da escola Steve Jobs School foi inaugurada em Sneek, na Holanda (Foto: Michael Kooren/Reuters)A primeira unidade da escola Steve Jobs School foi inaugurada em Sneek, na Holanda (Foto: Michael Kooren/Reuters)

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Brasil

 

Tags: , , , , , ,

Alerta no Facebook ensina ao usuário como proteger sua privacidade

Um aviso que circula pelo Facebook dá dicas ao usuário de como proteger sua conta dos curiosos. Mas será que o procedimento ajuda em alguma coisa?

Desde o dia 21 de outubro de 2012, quase todos os membros da rede social Facebook começaram a ver publicado em seus perfis um aviso ensinando alguns procedimentos para deixarem suas contas menos expostas.

A ideia seria a de que, ao realizar o que o tal aviso sugeria, o usuário impossibilitaria que pessoas de fora de seu ciclo de amizades vissem suas atualizações, fotos e compartilhamentos.

Abaixo, a reprodução de um desses avisos:

Procedimento do Facebook Procedimento do Facebook para deixar a conta menos exposta (reprodução)

O texto possui algumas características de um hoax:

Cita o nome de uma organização (no caso, o Fantástico) para dar mais credibilidadePede para ser repassado (igual acontecia com as correntes de e-mail há 10 anos)Trata de um assunto que interessa muita gente (a privacidade)

Analisando a primeira linha do tal aviso, já temos logo de cara alguém dizendo que aquela informação veio do Fantástico, da Rede Globo de Televisão, mas não fala quando tal matéria teria ido ao ar. Como já mostramos inúmeras vezes aqui no E-farsas, a maioria dos boatos virtuais faz isso: cita nomes de empresas ou de pessoas famosas para dar mais credibilidade ao que está sendo dito.

Quanto ao procedimento citado, se você fizer o que estão pedindo, na verdade estará bloqueando os comentários, fotos e etc dos seus contatos de aparecerem em sua página.

Entendeu? Ao tentar se proteger de estranhos não terem acesso ao seu perfil, na verdade, você estará se proibindo de ver as atualizações dos seus amigos!

Sim! O Facebook possui configurações para proteger a sua privacidade!

Clique no menu da página inicial em “Configurações de Privacidade

Em seguida, selecione “Amigos” no item “Para aplicativos móveis sem o seletor público“.

Reprodução

 Se você não quiser que suas mensagens e fotos que você publicar através de celular sejam compartilhadas publicamente, é só editar essa configuração.

Você também pode alterar as condições de privacidade em sua linha do tempo clicando nessa mesma tela no item “Linha do tempo e marcação“:

Na tela aberta, edite as opções da maneira que achar melhor:

Aviso falso! Mais um boato eletrônico.

[update]

Nossa leitora Giselle Vergna avisa que, de fato, o Fantástico exibiu no dia 21, uma matéria a respeito dos perigos do excesso de exposição nas redes sociais. A reportagem é tão interessante que resolvemos colocá-la junto a esse post:

Quem lê o texto que está circulando pelo Facebook pode achar que as dicas vieram do programa da Rede Globo, mas como você pode notar no vídeo acima, a reportagem não ensina nenhum “truque” para aumentar a sua privacidade dentro dessa rede social.

Alguém se aproveitou da repercussão causada pela matéria do Fantástico e espalhou esse boato.

[/update] 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 21 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Empresas devem criar valor na estratégia de redes sociais, ensina MicroStrategy

Aquelas que souberem extrair informações valiosas desse universo podem sair à frente da concorrência.

Companhias precisam esquecer a ideia de que estar presente nas redes sociais é um “mal necessário” e usar o canal para criar valor para os negócios, recomenda Flavio Bolieiro, vice-presidente para América Latina da MicroStrategy, fornecedora de software de Business Intelligence (BI).

“A maioria das empresas usa as mídias sociais para mapear a imagem da marca, mas não para extrair informações valiosas. Quando elas entenderem o poder dessa ferramenta sairão à frente da concorrência e se destacarão no mercado”, opina o executivo.

Bolieiro afirma que o Facebook, por exemplo, com milhões de usuários, é fonte de valiosa de dados para as organizações. “Os usuários atualizam constantemente seus perfis, algo que não é possível fazer a todo o momento nas listas de bancos de dados que empresas compram”, assinala. O Marketing pode pinçar informações para melhor segmentar campanhas e ser mais assertivo.

Segundo ele, a MicroStrategy tem prestado cada vez mais atenção nas tecnologias de mídias sociais e desenhado estratégias para ajudar organizações a ingressar nesse universo e ampliar os negócios da fornecedora por meio de ferramentas, como o Facebook. “Acreditamos que redes sociais vão nos ajudar a saltar em faturamento e presença de mercado. Apostamos em duas linhas de expansão: social e mobilidade”, diz.

Ele aponta que a MicroStrategy desenvolveu aplicativos que possibilitam realizar campanhas, vendas e obter retorno sobre o investimento (ROI) do marketing no Facebook. “Batizados de Emma, Alert e Usher, os aplicativos são gratuitos e possibilitam às empresas mais do que simplesmente obter dados demográficos, como faixa etária, classe social, sexo, estado civil e localização. Elas podem extrair preferências culturais, gostos sobre produtos e atividades que realizam”, detalha. Para que as organizações possam ter acesso a esses dados, o usuário da rede social tem de clicar no botão “Curtir”, explica.

Está saindo do forno também, prossegue, a solução MicroStrategy Wisdom, atualmente em fase beta, que vai ampliar a presença da companhia nesse segmento. “A tecnologia está sendo usada por algumas empresas nos Estados Unidos que querem conhecer os usuários e seus amigos que seguem suas marcas no Facebook”, explica.

Trata-se de uma solução baseada na nuvem que permite saber quem são os “fãs” da companhia, o que eles gostam, quais grupos pertencem etc. “É possível cruzar essas informações com o banco de dados de clientes e desenvolver campanhas em linha com o perfil de um grupo de pessoas”, diz.

O serviço fica hospedado em um dos três data centers da MicroStrategy, dois nos Estados Unidos e um na Europa. Mas a companhia tem planos de, dependendo da demanda, construir um data center no Brasil ou na Argentina para atender à América Latina. “Estamos estudando essa possibilidade”, finaliza.

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 20 de julho de 2012 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , , , ,

Escândalo da Google com Safari e IE ensina que não existe privacidade

A Google está  em maus lençóis por ter driblado os controles de privacidade do navegador Safari, da Apple, em aparelhos iOS – e supostamente ter feito o mesmo no Internet Explorer – para rastrear secretamente s atividades online dos usuários. Enquanto a Google lida com as críticas e a análise reguladora da Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC), há uma lição importante a ser aprendida: a privacidade morreu.

Não estou sugerindo que está tudo bem para a Google, ou qualquer outra empresa, burlar intencionalmente controles de privacidade para acessar informações que os usuários especificaram que não deveriam ser compartilhadas. Mas você deve saber que você, na verdade, não tem o “direito” a privacidade, e que mesmo que tivesse, esse barco provavelmente já foi embora.

Seu “direito” à privacidade
Esse é o caso: você não tem, na verdade, um “direito” à privacidade. A 14ª emenda da Constituição dos EUA é normalmente citada graças a um precedente estabelecido quando o juiz Louis Brandeis afirmou que ela protege o “direito de ser deixado em paz”. No entanto, é preciso algumas acrobacias da razão para chegar a conclusão de que ela inerentemente protege a privacidade.

A 1ª, a 4ª, e a 5ª emendas algumas vezes também são citadas para suportar o direito percebido de privacidade. Mas a realidade é que a melhor chance para proteção de privacidade provavelmente cai na 10ª emenda – que garante autoridade aos estados individuais para quaisquer poderes não delegados especificamente ao governo federal. Então, é possível que seu estado em particular tenha meios para assegurar a privacidade.

Também existem exemplos de privacidade – ou ao menos a proteção de informações sensíveis – sendo legislados em um nível mais granular dependendo da indústria. O Ato de Privacidade de 1974 evita a revelação não autorizada de informações pessoais em poder do governo federal. O ato Fair Credit Reporting protege informações reunidas por agência de relatórios de crédito. E o ato  Children’s Online Privacy Protection garante autoridade aos pais sobre quais informações sobre seus filhos e filhas (até 13 anos de idade) podem ser coletadas por sites.

Existem vários mandados regulatórios e em cumprimento com a indústria que exigem que organizações afetadas tomem medidas adequadas para proteger dados sensíveis. Os atos Sarbane-Oxley (SOX), Health Insurance Portability and Accountability Act (HIPAA), Gramm-Leach-Bliley Act (GLBA), e Payment Card Industry Data Security Standards (PCI-DSS), todos possuem estipulações que obrigam as empresas a protegerem dados, e impor multas e penalidades para quem falhar em cumpri-las.

Tudo isso sugere que a privacidade é um problema importante, e que há uma expectativa da sociedade por privacidade. Apenas lembre-se de que sua privacidade não está realmente garantida.

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 9 de março de 2012 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Escândalo da Google com Safari e IE ensina que não existe privacidade

A Google está  em maus lençóis por ter driblado os controles de privacidade do navegador Safari, da Apple, em aparelhos iOS – e supostamente ter feito o mesmo no Internet Explorer – para rastrear secretamente s atividades online dos usuários. Enquanto a Google lida com as críticas e a análise reguladora da Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC), há uma lição importante a ser aprendida: a privacidade morreu.

Não estou sugerindo que está tudo bem para a Google, ou qualquer outra empresa, burlar intencionalmente controles de privacidade para acessar informações que os usuários especificaram que não deveriam ser compartilhadas. Mas você deve saber que você, na verdade, não tem o “direito” a privacidade, e que mesmo que tivesse, esse barco provavelmente já foi embora.

Seu “direito” à privacidade
Esse é o caso: você não tem, na verdade, um “direito” à privacidade. A 14ª emenda da Constituição dos EUA é normalmente citada graças a um precedente estabelecido quando o juiz Louis Brandeis afirmou que ela protege o “direito de ser deixado em paz”. No entanto, é preciso algumas acrobacias da razão para chegar a conclusão de que ela inerentemente protege a privacidade.

A 1ª, a 4ª, e a 5ª emendas algumas vezes também são citadas para suportar o direito percebido de privacidade. Mas a realidade é que a melhor chance para proteção de privacidade provavelmente cai na 10ª emenda – que garante autoridade aos estados individuais para quaisquer poderes não delegados especificamente ao governo federal. Então, é possível que seu estado em particular tenha meios para assegurar a privacidade.

Também existem exemplos de privacidade – ou ao menos a proteção de informações sensíveis – sendo legislados em um nível mais granular dependendo da indústria. O Ato de Privacidade de 1974 evita a revelação não autorizada de informações pessoais em poder do governo federal. O ato Fair Credit Reporting protege informações reunidas por agência de relatórios de crédito. E o ato  Children’s Online Privacy Protection garante autoridade aos pais sobre quais informações sobre seus filhos e filhas (até 13 anos de idade) podem ser coletadas por sites.

Existem vários mandados regulatórios e em cumprimento com a indústria que exigem que organizações afetadas tomem medidas adequadas para proteger dados sensíveis. Os atos Sarbane-Oxley (SOX), Health Insurance Portability and Accountability Act (HIPAA), Gramm-Leach-Bliley Act (GLBA), e Payment Card Industry Data Security Standards (PCI-DSS), todos possuem estipulações que obrigam as empresas a protegerem dados, e impor multas e penalidades para quem falhar em cumpri-las.

Tudo isso sugere que a privacidade é um problema importante, e que há uma expectativa da sociedade por privacidade. Apenas lembre-se de que sua privacidade não está realmente garantida.

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 9 de março de 2012 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,