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Cientistas encontram nova cepa de gripe aviária em pinguins da Antártica

Um novo tipo de gripe das aves foi detectada pela primeira vez em pinguins-de-adélia, na Antártica, embora o vírus não pareça deixar os animais doentes, anunciaram cientistas.

O vírus é diferente de qualquer outra cepa conhecida da ciência, destacaram os pesquisadores em um estudo publicado no periódico “mBio”, da Sociedade Americana de Microbiologia.

“Ele deixa um monte de perguntas sem resposta”, afirmou o principal autor do estudo, Aeron Hurt, cientista sênior do Centro de Colaboração da Organização Mundial da Saúde para Referência e Pesquisa sobre Influenza, em Melbourne, Austrália.

Segundo a agência France Presse, as descobertas mostram que o “vírus da gripe das aves podem descer até a Antártica e se manter nas populações de pinguins”, afirmou.

Exemplar de pinguim-de-Adéle, espécie que pode ser encontrada na Antártica (Foto: Stan Shebs/Wikimedia Commons)Exemplar de pinguim-de-Adéle, espécie que pode
ser encontrada na Antártica
(Foto: Stan Shebs/Wikimedia Commons)

O estudo é o primeiro a detectar vírus vivos da gripe em pinguins vivos, embora uma pesquisa anterior tenha encontrado evidências de anticorpos de gripe no sangue dessas aves. No entanto, não se sabe com que frequência diferentes cepas são introduzidas na Antártica, se os tipos letais poderiam sobreviver lá e quais animais ou ecossistemas permitiriam a sobrevivência do vírus.

Hurt e seus colegas coletaram amostras de cerca de 300 pinguins-de-adélia na Baía do Almirantado e em Rada Covadonga, em janeiro e fevereiro de 2013. A Baía é onde está localizada a Estação Científica Comandante Ferraz, pertencente ao Brasil e que abriga militares e pesquisadores.

Eles encontraram vírus vivos e infecciosos da gripe das aves em oito amostras: quase 3% das aves. Os pinguins não aparentavam estar doentes. Todas as amostras eram de vírus da gripe H11N2, que são muito similares uns aos outros.

Mas quando os cientistas compararam as sequências do genoma de quatro dos vírus com uma base de dados pública de vírus humanos e animais, “nós descobrimos que este vírus era diferente de qualquer outra coisa detectada no mundo”, disse Hurt.

“Todos os genes eram altamente diferentes dos contemporâneos AIVs (vírus da gripe das aves) que circulam em outros continentes dos hemisférios Norte ou Sul”, prosseguiu.

Um tipo bastante conhecido de gripe das aves é o H5N1, que acredita-se que seja transportado por patos migratórios. Segundo a Organização Mundial da Saúde, 650 pessoas foram infectadas com o H5N1 e cerca de 60% morreram vítimas da doença. O vírus também é altamente letal em aves de criação.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Moradores de Salto encontram jiboia em ponto de ônibus

Cobra (Foto: TEM Você/Marcos Vinícius Brandão)Cobra foi encontrada no bairro São Judas (Foto: TEM Você/Marcos Vinícius Brandão)

Os moradores do bairro São Judas, em Salto (SP), levaram um susto ao encontrar uma jiboia solta em um ponto de ônibus ao lado de um terreno baldio, no início da tarde desta sexta-feira (2). Assustado, Marcos Vinícius Brandão, morador próximo ao ponto, conta que o grupo acionou o Corpo de Bombeiros da cidade, por volta das 14h, para capturar a cobra.

Como a ajuda demorou a chegar, os próprios moradores colocaram o animal dentro de um balde e, de carro, levaram-no para um canavial próximo. “Os bombeiros disseram que viriam buscar quando estivessem mais sossegados, mas não vieram”, explica Marcos, que enviou uma foto da cobra pelo aplicativo TEM Você.

Segundo o Corpo de Bombeiros, como o animal era considerado pequeno e inofensivo, ninguém ficou ferido.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Britânicos encontram pegadas humanas mais antigas fora da África

 Foto divulgada pelo British Museum mostra algumas das pegadas humanas encontradas por cientistas (Foto: AP Photo/British Museum) Foto divulgada pelo British Museum mostra algumas das pegadas humanas encontradas por cientistas (Foto: AP Photo/British Museum)

Pegadas deixadas por humanos há 800 mil anos foram encontradas na Inglaterra, nos rastros mais antigos de passos humanos já descobertos fora do continente africano, anunciou nesta sexta-feira (7) uma equipe de pesquisadores.

Essas pegadas de adultos e crianças foram encontradas à beira-mar em Happisburgh, no lodo de um antigo estuário.

Atualmente, existem apenas dois locais onde foram encontradas pegadas mais antigas, e ambos estão na África: em Laetoli, Tanzânia, onde foram encontrados rastros de 3,5 milhões de anos, e em Koobi Fora, no Quênia, onde os rastros datam de 1,5 milhão de anos atrás.

“É uma descoberta excepcionalmente rara”, destacou Nick Ashton do British Museum, que realizou as buscas em cooperação com o Museu de História Nacional e a Universidade Queen Mary de Londres. A mesma equipe já havia encontrado pedras talhadas e fósseis de mamutes neste local, há vários anos.

Os pesquisadores descobriram pegadas durante a maré baixa e se apressaram em fotografá-las, antes que o mar as apagasse. Depois reconstituíram as imagens em 3D e conseguiram identificar que eram de adultos, além de algumas menores, que provavelmente pertenciam a crianças.

“É claramente uma célula familiar, em vez de um grupo de caçadores”, declarou Ashton, que considera que esses ancestrais mediam entre 90 cm e mais de 1,70 metro. No entanto, não se sabe a identidade exata dos humanos que deixaram essas pegadas.

Eles podem estar relacionados a um povo de um período semelhante encontrado em Atapuerca, na Espanha, relacionado à espécie Homo antecessor, ou o “homem pioneiro”, disse Chris Stringer, do Museu de História Natural. “Essas pessoas tinham uma altura parecida com a nossa e eram totalmente bípedes”, disse.

O Homo antecessor, aparentemente extinto na Europa há 600 mil anos, talvez tenha sido substituído pela espécie Homo heidelbergensis, seguida pelos Neanderthais, de cerca de 400 mil anos atrás, e pelos humanos modernos, que povoaram a Terra há por volta de 40 mil anos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Arqueólogos encontram tumba de faraó do Egito desconhecido

Arqueólogos americanos descobriram a tumba de um faraó que reinou o Egito há 3.700 anos e que era nome era desconhecido até agora, anunciou nesta quarta-feira (15) o Ministério de Antiguidades egípcio.

A equipe da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, descobriu a tumba do faraó Senebkay no sítio arqueológico de Abydos, na província de Sohag, informou o ministro Mohamed Ibrahim em um comunicado.

O chefe do departamento de Antiguidades Faraônicas do ministério, Ali al Asfar, declarou que foram encontrados cartuchos reais que revelam o nome completo do faraó sobre o sarcófago dele e numa parede de sua tumba.

Também foi encontrado o esqueleto do faraó, que media 1,85 metro, acrescentou o comunicado. Além disso, foram achados vasos funerários usados para receber órgãos de corpos mumificados, mas nada do mobiliário funerário foi encontrado e se acredita que a tumba foi saqueada durante a época faraônica.

A tumba de Senebkay pode revelar que os hicsos – povo semita proveniente do sul da atual Síria, que invadiu e comandou o Egito no século XVIII antes da nossa era – não reinaram em todo o país.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Pescadores encontram no México exemplar de baleia-cinzenta siamesa

Imagem divulgada nesta terça-feira (7) pela Comissão Nacional de Proteção de Áreas Naturais do México mostra um exemplar raro de baleia-cinzenta siamesa que foi encontrado na região de Los Cabos, no estado de Baja California.

Pescadores viram o animal já morto na praia e avisaram especialistas sobre o achado. Biólogos que analisaram o mamífero aquático, que media cerca de 4 metros de comprimento, disseram que a baleia siamesa era um exemplar raríssimo.

Pescadores encontraram um exemplar de baleia-cinzenta siamesa em uma praia do México (Foto: Conanp/AFP)Pescadores encontraram um exemplar de baleia-cinzenta siamesa em uma praia do México. Na imagem é possível ver as cabeças das baleias (Foto: Conanp/AFP)Biólogos afirmam que exemplares como o encontrado na costa mexicana são raríssimos (Foto: Conanp/AFP)Biólogos afirmam que exemplares como o encontrado na costa mexicana são raríssimos. A foto mostra as caudas das baleias siamesas (Foto: Conanp/AFP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Quênia e Unesco encontram água subterrânea em área de seca aguda

Imagem de arquivo mostra em outubro de 2009 mulher caminhando na aldeia de Lokwamosing, em Turkana, no extremo norte do Quênia. O governo do país e a Unesco anunciaram a descoberta de uma enorme oferta de água subterrânea na região (Foto: Simon Maina/AFP)Imagem de arquivo mostra em outubro de 2009 mulher caminhando na aldeia de Lokwamosing, em Turkana, no extremo norte do Quênia. O governo do país e a Unesco anunciaram a descoberta de uma enorme oferta de água subterrânea na região (Foto: Simon Maina/AFP)

O governo do Quênia e a Unesco anunciaram nesta quarta-feira (11) a descoberta de reservas subterrâneas de água estratégicas no norte do país africano, uma região pobre habitualmente afetada pela seca.

A descoberta, conseguida graças a uma tecnologia avançada de exploração via satélite e confirmada por perfurações realizadas pela Unesco, pode mudar a vida de meio milhão de habitantes da região do Lago Turkana, uma das mais pobres e secas do país, segundo as mesmas fontes.

Ainda falta determinar a quantidade e a qualidade da água descoberta, informaram a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e o governo queniano em um comunicado conjunto.

Dois importantes aquíferos (camada subterrânea que armazena água) foram localizados na região, afetada há dois anos por uma seca terrível que elevou a taxa de desnutrição até 37%. “A notícia sobre estas reservas de água é anunciada em um momento em que a presença de reservas de água confiáveis é mais necessária do que nunca”, declarou Judi Wakhungu, ministro queniano do Meio Ambiente, da Água e dos Recursos Naturais.

“Esta descoberta abre caminho para um futuro mais próspero para a região de Turkana e da nação inteira”, considerou. “Agora temos que explorar estes recursos de uma forma responsável e garantir sua duração para as gerações futuras”, avaliou.

População vulnerável
A região do Lago Turkana, o maior lago desértico permanente do mundo, fica nas fronteiras com Uganda, Sudão do Sul e Etiópia, e 70% de sua população é vulnerável.

No total, mais de um terço da população queniana (17 de seus 41 milhões de habitantes) não tem acesso à água saudável, consideram Unesco e o governo. Um dos dois aquíferos descobertos, o de Lotikipi, “poderia aumentar sensivelmente as reservas estratégicas de água no Quênia”, afirmam.

O outro, o de Lodwar, poderia “servir de reserva estratégica para o desenvolvimento” da capital homônima do departamento (estado) de Turkana. Unesco e governo informaram que foram identificados outros três aquíferos na região, mas que ainda têm que ser “confirmados por perfurações”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Pescadores encontram lagosta com seis pinças nos Estados Unidos

Lagosta Lola tem a pata direita normal e, no lugar da pata esquerda, cinco patinhas deformadas. (Foto: Richard Figueiredo/Maine State Aquarium)Lagosta Lola tem a pinça direita normal e, no lugar da pinça esquerda, cinco pequenas pinças deformadas. (Foto: Richard Figueiredo/Maine State Aquarium)

Quando o pescador Richard Figueiredo, a bordo do barco “The Rachel Leah“, jogou sua rede para capturar lagostas perto da cidade de Hyannis, no Massachusetts, ele não imaginava que iria capturar uma raridade: uma lagosta de seis pinças, em vez de duas.

O crustáceo tem a garra direita normal e, no lugar da esquerda, cinco pequenas pinças deformadas. O capitão do barco, Peter Brown, que faz parte do programa do Discovery Channel “Lobster Wars”, deu à lagosta o nome de Lola e decidiu doá-la ao Aquário do Estado do Maine.

A instituição já abriga outros exemplares raros de lagosta, como a que tem duas cores: metade laranja e metade preta. Mas especialistas afirmam nunca terem visto uma com seis patas.

Segundo a gerente do aquário, Aimee Hayden-Roderiques, é possível que Lola já tenha nascido com a deformidade, ou que ela tenha ocorrido durante a regeneração de uma pinça danificada. O animal passará a ser exibido ao público do aquário ainda nesta semana, segundo Aimee.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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