RSS

Arquivo da tag: encontradas

Tartarugas são encontradas mortas dentro de sacola em praia de Vitória

Duas tartarugas da espécie verde foram encontradas mortas dentro de sacolas plásticas, na manhã desta terça-feira (13), na praia de Camburi, em Vitória. Os animais tinham 40 centímetros e estavam em fase juvenil, segundo a bióloga do Projeto Tamar, Jordana Borini Freire. A causa da morte ainda não foi confirmada pelo órgão e uma necrópsia vai ser realizada.

A bióloga ainda informou que as tartarugas são de uma das cinco espécies existentes no país e, como todas as demais, corre o risco de extinção. “Todas as tartarugas do Brasil estão ameaçadas de extinção e essa, da espécie verde, é uma delas”, contou.

Quanto ao fato das tartarugas terem sido encontradas em sacolas plásticas, a bióloga acredita que o serviço tenha sido realizado por próprios servidores da prefeitura, e fez um alerta: “Provavelmente, os próprios garis viram e as colocaram dentro de sacolas, mas o certo a se fazer é entrar em contato com a nossa equipe, pois assim nós recolhemos as informações necessárias e fazemos um estudo”, disse Jordana.

Extinção
A bióloga também informou que, atualmente, uma das maiores causas das mortes desses animais está relacionada com a pesca ilegal. “Cada município tem suas leis, mas a pesca ilegal consiste quando o pescador fica com a rede um tempo maior que o determinado, dentro das baías”. Ainda segundo Jordana, a poluição também tem sido grande contribuidor na mortalidade desses animais. “Infelizmente, o plástico está chegando ao mesmo nível da pesca”, relatou.

new WM.Player( { videosIDs: “3343207”, sitePage: “aftvgazetag1/es/videos”, zoneId: “128975” } ).attachTo($(“#3343207”)[0]);

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , ,

Espécies de peixes típicas do Peru são encontradas no interior do AM

Apistogrammoides pucallpaensis foi encontrado apenas no Lago da Onça, em Maraã (Foto: Jonas Oliveira/Instituto Mamirauá)Apistogrammoides pucallpaensis foi encontrado
apenas no Lago da Onça, em Maraã
(Foto: Jonas Oliveira/Instituto Mamirauá)

Duas espécies de peixes, nunca antes documentadas no Brasil, foram encontradas por pesquisadores do Instituto Mamirauá, no município de Maraã, a 634km de Manaus. Comuns na Amazônia peruana, a Pyrrhulina zigzag e a Apistogrammoides pucallpaensis, são caracterizadas pela beleza ornamental e o porte pequeno. Segundo o técnico de pesquisa em ecologia e biologia de peixes, Jonas Oliveira, os peixes teriam migrado até o estado pelo Rio Amazonas, durante o período de cheia.

As espécies foram localizadas em uma área limite entre a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá e a Reserva Extrativista Auati-Paraná, região ainda não estudada por pesquisadores. As amostras foram coletadas em quatro expedições realizadas nos períodos de seca, enchente, cheia e vazante, de 2013. As duas espécies foram encontradas em todas as ocasiões.

Os pesquisadores tiveram cinco pontos dentro desta área para coletar os dados. Neste período, o Apistogrammoides pucallpaensis foi encontrado apenas no Lago da Onça. Já a espécie Pyrrhulina zigzag foi encontrada em vários pontos ao longo do Solimões, sempre nas áreas de várzea.

Pyrrhulina zigzag foi encontrada em vários pontos da margem do Rio Solimões (Foto: Jonas Oliveira/Instituto Mamirauá)Pyrrhulina zigzag foi encontrada em vários pontos
da margem do Rio Solimões
(Foto: Jonas Oliveira/Instituto Mamirauá)

As possibilidades para a mudança de ambiente desses peixes são inúmeras. De acordo com Oliveira, os peixes podem ter saído da área de lama atrás dos chamados ‘capins flutuantes’, plantas aquáticas comuns em brejos, que servem de alimento para as espécies. Segundo ele, as macrofitas se soltam do solo e descem o rio nos períodos de cheia, em direção ao Amazonas.

De acordo com a líder do Grupo de Pesquisa Ecologia e Biologia de Peixes do Instituto Mamirauá, Danielle Pedrociane, o próximo passo é analisar a incidência desses animais na região, bem como descobrir o motivo do encontro das espécies no rio Auati-Paraná, que faz confluência com os rios Japurá e Solimões.

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 31 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,

Baleias são encontradas mortas na costa da Flórida, nos EUA

Baleias são encontradas na ilha Kice, no sudoeste da Flórida (Foto: Carolina Hidalgo/ AP)Baleias são encontradas na ilha Kice, no sudoeste da Flórida (Foto: Carolina Hidalgo/ AP)

Vinte e cinco baleias foram encontradas mortas ao longo da costa da ilha Kice, na região sudoeste da Flórida, nos Estados Unidos, na quinta-feira (23).

Os animais esperam os pequisadores que irão realizar necropsias nesta sexta-feira (24).

Pelo menos 33 baleias foram encontradas mortas na área desde o último domingo (19).

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,

Tocas de lagostim de água doce são encontradas em parque temático

Tocas de Lagostim foram encontradas no Parque Beto Carrero World (Foto: Beto Carrero World/Divulgação)Tocas de Lagostim foram encontradas no Parque Beto Carrero World (Foto: Beto Carrero World/Divulgação)

Os lagostins de água doce constam como vulneráveis na lista de espécies ameaçadas no Brasil. De acordo com o doutorando Felipe Bezerra Ribeiro, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, no Brasil há registro deste crustáceo apenas em Santa Catarina e no RS. No estado, foram encontrados exemplares da espécie na parte mais preservada do Parque Beto Carrero World.

Os lagostins de água doce pertencem ao grupo dos crustáceos decápodos, que possuem cinco pares de patas. Os crustáceos passam boa parte da sua vida enterrados em tocas, que são construídas em terrenos úmidos e alagados. As tocas possuem uma borda ornamentada, chamada de chaminés. “Essa chaminé é um sinal que eles cavaram para entrar no substrato. Onde tem a chaminé, tem o lagostim”, esclarece a pesquisadora, Kelly Martinez Gomes, doutoranda em Biologia da UFGRS.

Um dos fatores determinantes para que o crustáceo fosse encontrado é a condição de preservação do habitat natural da espécie. “Acreditamos que o fato do parque ter mantido algumas áreas com mata nativa pode ter sido essencial para a manutenção da população dos lagostins ao longo dos anos”, afirmam os doutorandos.

“O conhecimento da distribuição das espécies permite criar uma avaliação mais precisa sobre o estado de conservação desse crustáceo, além de chamar a atenção para a preservação dos locais com as ocorrências dos lagostins. E com uma base sólida de conhecimento acerca da diversidade, ecologia e genética dessas espécies de lagostins, vamos podes traçar planos de conservação e manejo mais efetivos”, explica Felipe Bezerra Ribeiro.

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 4 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,