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Morador de cidade do interior de São Paulo encontra fóssil de dinossauro

Sérgio Bispo mostra o local onde identificou o objeto posteriormente identificado com um fóssil de dinossauro (Foto: William Nava/Divulgação)Sérgio Bispo mostra o local onde identificou o objeto posteriormente identificado com um fóssil de dinossauro (Foto: William Nava/Divulgação)

Um objeto que aflorava em uma rocha na beira de um riacho chamou a atenção de Sérgio Bispo, morador da pequena Álvaro de Carvalho, cidade com menos de 5 mil habitantes no interior de São Paulo. Quando visitou o Museu de Paleontologia de Marília, tempos depois, viu que aquilo se parecia muito com os fósseis de dinossauro ali expostos.

Após uma visita ao sítio, o coordenador da instituição, William Nava, deu o veredicto: o que Bispo encontrara era realmente um fóssil de dinossauro que viveu na região em algum momento do período Cretáceo, entre 65 milhões e 80 milhões de anos atrás.

Segundo Nava, Bispo esteve no museu em dezembro, quando contou ter visto alguma coisa parecida com um osso preso em uma pedra. A rocha, que fica dentro de uma fazenda de café de Álvaro de Carvalho, está próxima à nascente de um riacho que deságua no Rio Paraná. O pesquisador resolveu conferir pessoalmente, pois a descrição conferia com a de um fóssil.

William Nava mostra fóssil de dinossauro já removido da rocha (Foto: Valter Saia/Divulgação)William Nava mostra fóssil de dinossauro já
removido da rocha (Foto: Valter Saia/Divulgação)

Durante três dias, Nava escavou o local, com a ajuda de Bispo, para retirar o osso incrustado. “Removemos com martelo e picareta; a rocha era bem resistente”, conta o pesquisador.  O alto teor de carbonato de cálcio, segundo ele, permitiu que o osso se transformasse em fóssil.

“Pela morfologia desse fóssil, atribuo a um titanossauro, só não dá para precisar que parte do esqueleto é. Uma das extremidades está conservada e a outra não”, disse Nava.  O osso tem cerca de um metro de comprimento.

Segundo o paleontólogo Max Cardoso Langer, professor da Universidade de São Paulo (USP) e presidente da Sociedade Brasileira de Paleontologia, a região do oeste paulista, onde foi feita a descoberta, é caracterizada pela presença de rochas cretáceas com vestígios de dinossauros.

“No cretáceo, essa região era uma bacia sedimentar, uma região mais baixa para onde os segmentos eram transportados e depositados. Quando havia uma carcaça no meio, ela era preservada como fóssil”, diz. Ele explica que isso não quer dizer que aquela região abrigava mais dinossauros do que o resto do país, mas que em outras áreas esses ossos não se preservaram tão bem quanto lá.

“É interessante o fato de um morador ter reportado, isso mostra que há um trabalho de conscientização na região. Lá os moradores já conhecem o assunto e, quando encontram, reportam aos especialistas”, diz. Ele acrescenta que pessoas não especializadas não devem retirar, por conta própria, fragmentos como esse, pois eles podem ser danificados. Langer lembra também que os fósseis não podem ser comercializados.

A peça resgatada, segundo Langer, parece ser o osso de um membro de um dinossauro herbívoro que viveu no período cretáceo superior.

Foto registra momento em que Nava faz a escavação para retirar fóssil de dinossauro (Foto: Valter Saia/Divulgação)Foto registra momento em que Nava faz a escavação para retirar fóssil de dinossauro (Foto: Valter Saia/Divulgação)

Fonte G1

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Publicado por em 29 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Brasileiro encontra meio de ‘hackear’ Facebook e ganha R$ 79 mil

Um engenheiro brasileiro ganhou US$ 33,5 mil (cerca de R$ 79,2 mil) por encontrar um meio de “hackear” o Facebook e reportá-lo ao site. Esse foi o maior pagamento feito pela rede social desde que ela começou em 2011 a premiar usuários que avisam sobre bugs no Facebook.

A falha descoberta por Reginaldo Silva permitia que arquivos do servidor do Facebook fossem lidos e, em sequência, a partir de outra vulnerabilidade, que códigos fossem executados no servidor.

Se usada por um hacker, a brecha poderia ter permitido a obtenção do controle do servidor, violando o código fonte da rede social e possivelmente as informações dos usuários armazenadas no banco de dados do Facebook, que não é disponibilizado publicamente.

O problema identificado por Silva estava no código responsável pela integração do Facebook com o OpenID, um padrão de internet que permite que a senha do Google, por exemplo, seja usada para fazer log-in em outros sites. Como o OpenID é normatizado, qualquer fornecedor de serviços de internet pode criar seu próprio serviço de OpenID, permitindo que a conta do seu site seja usada em outros endereços compatíveis com OpenID. Dessa maneira, usuários não precisariam se cadastrar em cada site visitado.

O Facebook exige uma conta própria, mas na função “esqueci minha senha” ainda é possível usar o OpenID. A partir da rede social, um usuário pode fazer log-in em uma conta do Google e confirmar que um endereço do Gmail pertence a ele, iniciando assim o procedimento de recuperação da senha.

Silva já havia encontrado em 2012 uma vulnerabilidade que atingia diversos códigos usados para tornar um site compatível com OpenID. A brecha consiste em convencer o endereço a se conectar a um servidor OpenID controlado pelo invasor. Esse servidor malicioso pode, então, enviar comandos para ler arquivos que existem no servidor do site.

Em uma página contando sua história (leia aqui, em inglês), Silva conta que teve dificuldades para descobrir de que forma o código de OpenID do Facebook poderia ser manipulado para convencer o site a se conectar a um prestador de OpenID controlado por ele. Eventualmente, o especialista encontrou uma maneira e, com isso, conseguiu ler o arquivo do servidor do Facebook onde as senhas do computador ficavam armazenadas.

Silva acreditava que a falha poderia ser usada em conjunto com outra brecha em uma invasão completa do servidor. Considerando a gravidade do problema, ele imediatamente entrou em contato com o Facebook com a intenção de continuar seus testes posteriormente. No entanto, a resposta da rede social foi imediata: três horas e meia depois, a falha estava corrigida.

O brasileiro então explicou sua teoria de ataque aos engenheiros do Facebook, que confirmaram a validade da mesma. Com isso, Silva foi pago por uma brecha de “execução remota de código”. Em outras palavras, a invasão do sistema.

“Sabíamos que queríamos pagar bastante, então fizemos uma média com [valores recomendados] por um grupo dos administradores do programa [de recompensa por falhas]”, explicou o Facebook em uma publicação sobre o valor pago a Silva.

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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Estudo encontra diferenças no tórax de formiga-rainha e formiga-operária

Tórax de formiga se adapta às funções que executam na vida adulta. (Foto: Alex Wild/Divulgação)Tórax de formiga se adapta às funções que executam
na vida adulta (Foto: Alex Wild/Divulgação)

A diferença entre a formiga-rainha e a formiga-operária não está somente no fato de as rainhas possuírem asas e as operárias não, conforme se pensava anteriormente.

Pesquisadores do Instituto Gulbenkian de Ciência, em Portugal, e da Universidade Pierre et Marie Curie, na França, descobriram que existem consideráveis alterações morfológicas no tórax das formigas conforme a função que exercem: de rainha ou de operária. Enquanto as formigas-rainha são as responsáveis pela reprodução na colônia, as formigas-operárias buscam alimento e trabalham para a manutenção da comunidade.

As conclusões, publicadas na revista científica “eLife”, indicam que, nas formigas-operárias, o segmento do tórax mais próximo da cabeça é dilatado e preenchido de fortes músculos do pescoço. Segundo os pesquisadores, os músculos sustentam os movimentos da cabeça, que contém o maxilar que as formigas usam para carregar objetos.

É por esse motivo que as formigas com essa função conseguem levar objetos muito mais pesados do que elas próprias.

Quanto às formigas-rainha, o estudo identificou dois tipos, de acordo com as características do tórax. Algumas, depois de depositarem os ovos, não se ausentam para buscar comida. Nelas, o segmento das asas é maior, enquanto o segmento do pescoço é reduzido. Outras saem para buscar alimentos depois de depositarem os ovos. Nelas, as asas e o pescoço são de tamanho intermediário.

“A nossa análise morfológica mostra que as formigas-operárias são muito mais do que apenas versões menores e sem asas das rainhas, e têm um plano corporal que proporciona às suas cabeças uma grande capacidade de resistência e de manobra. Mostra também que as formigas-rainha que iniciam novas colônias, sem a ajuda de operárias, podem ter dois tipos de plano corporal que estão associados a uma fase em que ou têm de caçar como as operárias ou alimentam a colônia com as suas asas.”, diz a pesquisadora Patrícia Beldade, uma das autoras do estudo.

Segundo o pesquisador Roberto Keller, as descobertas podem ajudar a explicar o sucesso ecológico das formigas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Polícia da China encontra carcaça de tigre no porta-malas de automóvel

Carcaça de tigre enrolada em cobertor foi encontrada no interior de automóvel na cidade de Wenzhou. Dois homens estavam carregando corpo do animal. Um foi preso e outro conseguiu fugir (Foto: Reuters/China Daily)Carcaça de tigre enrolada em cobertor foi encontrada
no interior de automóvel na cidade de Wenzhou. Dois
homens estavam carregando corpo do animal. Um foi
preso e outro conseguiu fugir (Foto: Reuters/China Daily)

A polícia da China prendeu um homem em Wenzhou suspeito de tráfico de animais após encontrar um tigre morto dentro de um automóvel.

De acordo com o portal de notícias “Wenzhou Online”, a ocorrência foi nesta quarta-feira (8).

O flagrante ocorreu quando os policiais avistaram dois homens carregando a carcaça, enrolada em uma manta, e tentando colocá-la no porta-malas de um carro. Um deles conseguiu fugir.

Inicialmente, as autoridades suspeitaram que fosse um corpo humano carregado pelos suspeitos.

O relatório da polícia aponta que a carcaça pode ser de um tigre-siberiano ou de um tigre-de-amur, espécies que estão na lista de animais mais ameaçados do mundo. Amostras foram enviadas para perícia.

De acordo com o grupo ambiental WWF, há no mundo atualmente apenas 450 tigres-siberianos na natureza, a maioria vive na Rússia.

Na China, essa espécie quase desapareceu totalmente devido à degradação florestal, mas ações do governo e de organizações ambientais conseguiram aumentar a proteção dos espécimes restantes.

Estimativa oficial divulgada no ano passado aponta que a população de tigres-siberianos na natureza aumentou de 18 para 22 exemplares no país asiático.

Segundo a Agência de Investigação Ambiental, com base em Londres, há em toda a China entre 5 mil e 6 mil tigres, de espécies variadas, que vivem em cativeiro.

Corpo de tigre é visto dentro de porta-malas de automóvel em cidade chinesa. Polícia suspeita que exemplar seja um tigre-siberiano ou um tigre-de-Amur (Foto: Reuters/China Daily)Corpo de tigre é visto dentro de porta-malas de automóvel em cidade chinesa. Polícia suspeita que exemplar seja um tigre-siberiano ou um tigre-de-Amur (Foto: Reuters/China Daily)

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Jovem encontra carteira perdida há quase 30 anos em parque nos EUA

Ian Stankiewicz encontrou carteira que havia sido perdida há quase 30 anos (Foto: Reprodução/Facebook/Ian Stankiewicz)Ian Stankiewicz encontrou carteira que havia sido
perdida há quase 30 anos em parque nos EUA
(Foto: Reprodução/Facebook/Ian Stankiewicz)

Um jovem de 21 anos encontrou uma carteira no parque Eisenhower em Milford, no estado de Connecticut (EUA), que pertencia a uma senhora chamada Doris H. Coulombe, que havia sido perdida há quase 30 anos.

De acordo com o jornal “Huffington Post”, Ian Stankiewicz achou o objeto em um brejo seco e, dentro da carteira, havia fotos, identidade, a carteira de habilitação de Doris e cartões de crédito, todos com a validade vencida em 1987.

Ian afirmou que a carteira foi encontrada “a 15 minutos” de onde a mulher viveu durante toda a vida com o marido.

Após conseguir entrar em contato com a família para devolver o bem, o rapaz descobriu que a senhora havia falecido em 2012 com 95 anos de idade.

“Parece que Doris estava visitando o túmulo do marido quando alguém quebrou a janela do seu carro e roubou sua bolsa. Ela até perseguiu os ladrões pela rua!”, relatou Stankiewicz.

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Publicado por em 8 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Família encontra cogumelos gigantes no quintal de sua casa nos EUA

O americano Ed Delaney e sua família ficaram chocados depois que cogumelos gigantes surgiram no quintal de sua casa em Leslie, no estado de Michigan (EUA). Alguns dos fungos eram maiores do que bolas de basquete. Assista ao vídeo.

Ed Delaney exibe cogumelo do tamanho de bola de basquete (Foto: Reprodução/YouTube/NBCNewsTV1)Ed Delaney exibe cogumelo do tamanho de bola de basquete (Foto: Reprodução/YouTube/NBCNewsTV1)saiba mais Por recorde, voluntários preparam morcilha de 175 metros na EspanhaRecorde mundial de ‘twerking’ reúne 358 dançarinos nos EUAPor recorde, praia inglesa reúne cerca de 200 banhistas nusAgricultor alemão exibe ‘abóbora monstruosa’Lamborghini feita de ouro tenta entrar para o livro dos recordesCadela do tamanho de tênis bate recorde como menor cão do mundoAbobrinha de 50,5 kg e cenoura de  6,5 kg faturam título em feira inglesaCabra skatista e cão que anda em corda bamba entram para o GuinnessPor recorde, japoneses jogam bonés para o alto dentro de hangarPor recorde, mais de 4 mil competem em corrida de cavalos na MongóliaApós recorde, ucraniano dá entrevista de cabeça para baixoAmericano constrói réplica da Torre Eiffel com 75 mil cartas de baralhoBiblioteca bate recorde ao fazer dominó gigante com 2.131 livrosPor recorde, austríaco anda em corda bamba a 185 m de altura na AlemanhaBandeira com 349 m e 5 toneladas bate recorde na RomêniaPor recorde, filipinos soltam mais de 15 mil lanternasTravesseiro gigante de 6,7 toneladas bate recorde na MacedôniaPor recorde, cozinheiros preparam 2.706 sanduíches em 1 horaPor recorde, americano faz bambolê enquanto se movimenta em argolasPanamenho tenta recorde por descascar com os dentes 500 cocosDe olho em recorde, microlivro é colocado à venda por R$ 603Estudantes estouram 743 m² de plástico bolha e batem recordePor recorde, quase 15 mil indianos tocam tambores por 15 minutosBritânico devora torta em 25s53 e vence competiçãoPor recorde, cidade húngara escreve carta de 1,5 km para o Papai NoelGeorgiano bate recorde ao puxar caminhão de 8 toneladas com orelhaMédico puxa bonde de 19,5 toneladas com os dentes e bate recordePor recorde, 70 mil paquistaneses cantam hino nacionalPor recorde, húngaro deixa veículo de 1,7 tonelada passar por cimaPaquistanês bate recorde ao puxar veículo de 1,7 tonelada com bigodeMais de 80 surfistas pegam a mesma onda, mas falham em bater recordeRomeno anda 33 m debaixo d’água com peso de 59 quilos e bate recordePor recorde, cidade romena prepara salada de cerca de 20 toneladas’Mulher vampiro’ bate recorde com maior número de mudanças corporaisVeja ‘Popeye da vida real’ e outros recordes curiosos do GuinnessVeja lista com animais recordistas que estarão no Guinness 2013EUA batem recorde com ensopado de frutos do mar de 3 toneladasChefs preparam hambúrguer de 914 quilos nos EUA e batem recorde

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Publicado por em 4 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Expedição no Suriname encontra ao menos 60 novas espécies de animais

Vista da formação rochosa chamada Kasikasima, no Suriname, na região onde cientistas encontraram novas espécies de animais (Foto: Divulgação/Trond Larsen/Conservação Internacional)Vista da formação rochosa chamada Kasikasima,
no Suriname, na região onde cientistas encontraram
novas espécies de animais (Foto: Divulgação/Trond
Larsen/Conservação Internacional)

Uma equipe de pesquisadores descobriu durante expedição realizada em uma região montanhosa do Suriname ao menos 60 novas espécies de sapos, cobras, peixes e insetos, de acordo com a organização Conservação Internacional.

Entre os novos animais estão o sapo-cacau (Hypsiboas sp.), que recebeu este nome graças à sua coloração, que lembra muito um chocolate, e o besouro-liliputiano (Canthidium cf. minimum), que tem 2,3 milímetros de comprimento.

O nome do besouro é uma homenagem à Liliput, ilha fictícia do livro “As viagens de Gulliver”, onde todos os habitantes eram muito pequenos em comparação ao tamanho do personagem central do romance de Jonathan Swift.

De acordo com a Conservação Internacional, a expedição ocorreu durante três semanas de 2012 e foi acompanhada por 16 especialistas.

Durante o estudo, eles constataram que nascentes de água doce existentes na região montanhosa, localizada nos arredores de Paramaribo, capital do Suriname, são vitais para manter o abastecimento de água potável a 50 mil pessoas que vivem nos arredores da cidade, além de serem importantes para o transporte e fornecimento de alimentos, principalmente peixes.

Os pesquisadores coletaram também dados sobre a qualidade da água, além de exemplares de 1.378 espécies, incluindo plantas, formigas, besouros, gafanhotos, peixes, anfíbios, aves e mamíferos. Veja abaixo algumas das novas espécies descobertas pelos cientistas:

Exemplar de sapo-cacau, encontrado por cientistas no Suriname durante expedição (Foto: Divulgação/Stuart V Nielsen/Conservação Internacional)Exemplar de sapo-cacau, encontrado por cientistas no Suriname durante expedição (Foto: Divulgação/Stuart V Nielsen/Conservação Internacional)Exemplar de besouro-liliputiano que tem 2,3 milímetros e foi encontrado por pesquisadores na América do Sul (Foto: Divulgação/Trond Larsen/Conservação Internacional)Exemplar de besouro-liliputiano que tem 2,3 milímetros e foi encontrado por pesquisadores na América do Sul (Foto: Divulgação/Trond Larsen/Conservação Internacional)Novo inseto, muito parecido com uma esperança, também foi encontrado na expedição (Foto: Divulgação/Piotr Naskrecki/Conservação Internacional)Novo inseto, muito parecido com uma esperança, também foi encontrado na expedição (Foto: Divulgação/Piotr Naskrecki/Conservação Internacional)Nova espécie de bagre também foi descrita por cientistas (Foto: Divulgação/Sandra J. Raredon/Smithsonian/Conservação Internacional)Nova espécie de bagre também foi descrita por cientistas (Foto: Divulgação/Sandra J. Raredon/Smithsonian/Conservação Internacional)Além de ser uma nova espécie, este besouro é também um novo gênero, de acordo com cientistas (Foto: Divulgação/Andrew Short/Conservação Internacional)Além de ser uma nova espécie, este besouro é também um novo gênero, de acordo com cientistas (Foto: Divulgação/Andrew Short/Conservação Internacional)

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de outubro de 2013 em Brasil

 

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