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Empresas preveem baixa cobertura de telefonia e internet na Baixada

Equipamentos de telefonia e internet são instalados na Arena da Baixada (Foto: Divulgação / Mauricio Mano / Site Oficial do CAP)Equipamentos de telefonia e internet são instalados (Foto: Divulgação / Mauricio Mano / Site Oficial do CAP)

A Arena da Baixada, em Curitiba, deve ter uma cobertura de telefonia e internet móvel de menor qualidade do que outros estádios Copa do Mundo. De acordo com o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil), os torcedores que forem ao estádio deverão enfrentar dificuldades para utilizar os serviços em algumas áreas do estádio, por conta do atraso na conclusão das obras.

Segundo o presidente-executivo do Sinditelebrasil, Eduardo Levy, as cinco operadoras de telefonia habilitadas devem enfrentar os problemas. O problema decorre, segundo ele, do tempo exíguo para a instalação dos equipamentos necessários para garantir os serviços. As operadoras pediram 150 dias de prazo para instalar e testar todo o sistema, o que não foi respeitado, conforme o sindicato. Apesar de a instalação já ter começado, o estádio ainda possui o status de 99% concluído.

“Temos necessidade de uma sala de 200 metros quadrados. Nessa sala, precisamos de um piso elevado aonde vão os computadores, de ar-condicionado para os equipamentos, nós colocamos energia alternativa para suprir qualquer pico, e preenchemos todos os 200 metros com equipamentos das cinco empresas”, explicou Levy. Segundo ele, a tecnologia utilizada será semelhante à de grandes eventos como as Olimpíadas de Londres e o Super Bowl.

O problema, porém, está na distribuição do sinal. Da sala reservada para os equipamentos, que fica no subsolo do estádio, saem 20 quilômetros de rede de fibra ótica que se espalha pelo estádio. Através delas, o projeto previa que fossem colocadas 300 pequenas antenas que captariam o sinal dos celulares das pessoas presentes no estádio. Com menos tempo do que o planejado, as operadoras precisaram priorizar setores específicos do estádio, com maior circulação, como as arquibancadas e as salas de imprensa.

“No caso da Baixada, e também do Itaquerão, só vamos ter cobertura 2G, 3G e 4G onde houver pessoas assistindo ao jogo. No banheiro não vai ter cobertura. Se o cara for um um restaurante, talvez não tenha sinal. Ao sair ou entrar no estádio, talvez não tenha também. Não é tão grave, porque as pessoas vão se deslocar pelas arquibancadas, mas não podemos garantir os outros ponto dos estádios”, detalhou Levy.

WiFi
O problema de cobertura das operadoras pode ser minimizado, segundo o Sinditelebrasil, pelo uso da rede WiFi que será instalada pelo próprio estádio – embora não resolva a falta de sinal para a telefonia. No caso da Arena da Baixada, a empresa contratada para fazer as instalações da rede WiFi é a Lemcon, que promete velocidade de até 200 Mb para a torcida presente no estádio em diversos setores do estádio – como restaurantes e estacionamento, por exemplo.

No banheiro não vai ter cobertura. Se o cara for um um restaurante, talvez não tenha sinal. Ao sair ou entrar no estádio, talvez não tenha também”

De acordo com o Sinditelebrasil, as operadoras tentaram chegar a um acordo com o Atlético-PR, proprietário do estádio, para que pudessem também oferecer redes próprias de WiFi para os clientes, mas não houve acerto. “Alguns estádios, em sua estratégia comercial, têm o interesse de explorar isso comercialmente, ou não”, disse o presidente do sindicato.

Ainda segundo Levy, o objetivo do complemento de rede seria descongestionar o tráfego, uma vez que as conexões 3G disputam espaço com as chamadas de voz – o que não ocorreria pelo WiFi. “Normalmente em áreas de grande concentração, como shoppings, aeroportos e arenas esportivas, as empresas de celulares acrescentam a rede WiFi por conta, para desafogar”, explicou.

O G1 entrou em contato com o Atlético-PR, mas não recebeu retorno até a publicação desta reportagem.

Sinal de telefone deve funcionar apenas nas arquibancadas e Sala de Imprensa da Arena da Baixada (Foto: Divulgação / Mauricio Mano / Site Oficial do CAP)Sinal de telefone deve funcionar apenas nas arquibancadas e na Sala de Imprensa da Arena da Baixada, em Curitiba, segundo o sindicato das operadoras (Foto: Divulgação/Mauricio Mano/Site Oficial do CAP)

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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EUA pedem que empresas não participem de fórum na Rússia

AppId is over the quota
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Os Estados Unidos pediram aos diretores das maiores empresas do país que não compareçam a um importante fórum econômico na Rússia no final deste mês, como uma forma de represália ao Kremlin pela crise provocada por sua intervenção e posterior anexação da península ucraniana da Crimeia, informou na noite desta segunda-feira (5) o jornal “The New York Times”.

“Obviamente as empresas terão que tomar suas próprias decisões, mas nós acreditamos que o fato de os diretores mais importantes (dos EUA) viajarem até a Rússia e aparecerem ao lado de membros do governo russo em eventos como este passaria uma mensagem inadequada”, disse ao jornal a porta-voz da Casa Branca, Laura Lucas Magnuson.

Segundo antecipou ao “NYT”, entre as empresas que foram solicitadas pelo governo a recusarem o convite para o fórum estão gigantes como Alcoa, Goldman Sachs, PepsiCo, Morgan Stanley, ConocoPhillips e outras multinacionais com grande volume de negócios na Rússia.

A crise na Ucrânia, um dos maiores desafios internacionais enfrentados por Barack Obama em sua Presidência, provocou um cenário completamente oposto ao do ano passado, quando sua Administração encorajou às empresas americanas a participar desse mesmo fórum para fortalecer os laços comerciais com a Rússia.

Fontes empresariais consultadas pelo jornal nova-iorquino garantiram que muitas das companhias já comunicaram que não estarão presentes no evento e outras planejam fazer o mesmo, de modo que “quase todos” os diretores americanos evitarão participar do fórum econômico de São Petersburgo, que será realizado entre os dias 22 e 24 deste mês.

Algumas poucas empresas, que temem colocar em risco suas operações na Rússia, optarão por enviar executivos de perfil baixo, de seus escritórios em Moscou e na Europa, conforme detalharam as mesmas fontes.

Entre os membros do governo que telefonaram para os diretores das empresas, segundo o “NYT”, estão a assessora de Obama, Valerie Jarrett; o secretário do Tesouro, Jacob J. Lew; a secretária de comércio, Penny Pritzker, e o assessor em economia nacional Jeffrey D. Zients.

“Basicamente disseram: ‘não estamos dizendo o que vocês têm que fazer, mas não ficaria bem (comparecer ao fórum)'”, explicou ao jornal um dos diretores que receberam os telefonemas do governo, que preferiu manter o anonimato.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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Putin diz que pode reconsiderar empresas ocidentais na Rússia

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse nesta terça-feira (29) que a Rússia não vê nenhuma necessidade de aplicar sanções contra o Ocidente, mas que pode reconsiderar a participação de companhias ocidentais em sua economia, incluindo projetos de energia, se as sanções continuarem.

Nesta segunda, os Estados Unidos anunciaram novas sanções que têm como alvo líderes de negócios e empresas ligadas a Putin, enquanto a União Europeia divulgou nesta terça 15 nomes de russos e ucranianos atingidos por congelamento de bens e proibição de viagens, por conta da crise política na Ucrânia.

“Nós não gostaríamos de recorrer a qualquer medida em resposta (às sanções aplicadas por Estados Unidos e União Europeia)”, disse o presidente russo a jornalistas depois de uma reunião com líderes da Bielorrússia e do Cazaquistão. “Mas se elas continuarem, é claro que nós teremos que pensar sobre quem está trabalhando nos setores chaves da economia russa, incluindo o setor energético, e como (estão trabalhando)”.

Já o ministro russo das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, que havia anunciado que a Rússia responderia às sanções, criticou nesta terça as sanções dos Estados Unidos e da União Europeia contra a Rússia. Ele disse que as punições desafiam o bom senso e são o trabalho de políticos ocidentais fracos “tentando pôr a culpa em outros”.

Nesta terça-feira, a UE anunciou o de 15 russos e ucranianos em resposta às ações da Rússia na Ucrânia, um dia depois de os EUA anunciarem sanções a sete russos e 17 empresas ligadas ao presidente russo, Vladimir Putin.

“Rejeitamos sanções em quaisquer de nossas relações, especialmente aquelas patrocinadas pelos Estados Unidos e pela União Europeia, que desafiam o bom senso em relação aos acontecimentos na Ucrânia”, afirmou Lavrov durante uma visita a Cuba.

“As tentativas de culpar outros é o resultado de políticos fracos, ou daqueles políticos que entendem que suas ambições geopolíticas fracassaram e estão tentando culpar outros”, disse Lavrov.

A Rússia anexou a região da Crimeia depois que o presidente ucraniano pró-Moscou Viktor Yanukovich foi deposto em fevereiro por manifestantes que exigiam laços mais próximos com a Europa. Kiev e o Ocidente acusam a Rússia de incitar uma campanha separatista no leste ucraniano, região predominantemente de etnia russa, uma acusação que Moscou refuta.

Lavrov está fazendo uma viagem planejada há tempos à América Latina nesta semana e recebeu nesta terça-feira o apoio do ministro cubano das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, que disse que seu país “rejeita energicamente” as sanções.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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No AP, população vai opinar sobre concessão de florestas a empresas

Apenas 3,7% das terras do Amapá estão registradas em nome do estado (Foto: Abinoan Santiago/G1)Serão concedidos no Amapá 146 mil hectares de terras em floresta estadual (Foto: Abinoan Santiago/G1)

População de três municípios amapaenses poderão opinar sobre o processo de licitação que vai conceder a empresas privadas 16% do território do estado para exploração de madeira na Floresta Estadual do Amapá (Flota). A participação acontecerá em audiências públicas marcadas para 22, 26 e 29 de março, em Porto Grande, Pedra Branca do Amapari e Mazagão, respectivamente. Os municípios serão os afetados pela concessão da floresta.

Ana Euler, diretora-presidente do Instituto Estadual de Florestas do Amapá (Foto: Marcelle Nunes/IEF)Ana Euler, diretora-presidente do Instituto Estadual
de Florestas do Amapá (Foto: Marcelle Nunes/IEF)

As reuniões vão debater o pré-edital de licitação, publicado em novembro de 2013. O documento servirá como base ao edital definitivo, com previsão de ser lançado no fim de abril, segundo o governo do Amapá. A licitação vai abranger três Unidades de Manejo Florestal (UMF) da Flota, com cerca de 146 mil hectares.

“As audiências servirão para o processo licitatório se tornar público e também como forma de contribuição com o edital”, resumiu a diretora-presidente do Instituto Estadual de Florestas (IEF) do Amapá Ana Euler.

Ao reunir as propostas nas audiências, o governo tem em torno de 15 dias para analisá-las e se necessário alterar o texto do edital definitivo. Após fazer o lançamento da licitação prevista para abril, as empresas vencedoras do certame terão o tempo de concessão de 40 anos.

Elas terão em média dois anos para montar todo o parque industrial no Amapá. Nesse período, as empresas já serão obrigadas a pagar ao estado, o valor dos royalties previstos com a exploração da madeira, mesmo que a atividade não tenha começado.

Deputados tentaram revogar lei que criou a Flota no Amapá (Foto: Jaciguara Cruz/Decom/Alap)Deputados tentaram revogar lei que criou a Flota no
Amapá (Foto: Jaciguara Cruz/Decom/Alap)

Briga
No entanto, apesar de haver previsão de lançamento do edital, o governo do estado enfrenta uma forte oposição de parlamentares da Assembleia Legislativa, que questionam sobre a legalidade da Floresta Estadual do Amapá, assunto que virou polêmica desde o anúncio das concessões florestais em 2013.

Em 17 de fevereiro de 2014, a lei que criou a Flota esteve perto de ser revogada pelos deputados. No entanto, a votação foi adiada sob recomendação do Ministério Público do Amapá (MP/AP).

O pedido de revogação é encabeçado pelo deputado Eider Pena (PSD), que no dia da apreciação da anulação da lei, avaliou ser inconstitucional a criação da floresta. Ele acrescentou a possibilidade de seis mil pessoas, que dizem viver dentro da área da Flota, serem expulsas após o início do manejo madeireiro. Em 2013, associações de agricultores fizeram por duas vezes manifestações na Assembleia a fim de pressionar a revogação da lei.

Deputado Eider Pena alega que não houve audiências públicas para consulta da população (Foto: Abinoan Santiago/G1)Deputado Eider Pena alega que não houve
audiências públicas para consulta da população
(Foto: Abinoan Santiago/G1)

A votação dos deputados iria ignorar uma decisão judicial expedida quatro dias antes da sessão que apreciaria a revogação. Em de 13 de fevereiro, o juiz federal da 6ª Vara da Seção Judiciária do Amapá Rodrigo Bentemuller anulou outra liminar, do juiz João Bosco, que havia entendido pela inconstitucionalidade da Flota, em novembro de 2013.

“As pessoas que moram há muitos anos dentro dessa área nunca foram consultadas e a partir da criação de uma unidade de conservação, elas deixam de ser proprietárias da terra, ficando impossibilitadas de fazer financiamento, entre outros benefícios”, argumentou o parlamentar.

Agricultores protocolaram documento pedindo mais terras na manhã desta terça-feira (Foto: Dyepeson Martins/G1)Agricultores protocolaram documento pedindo
revogação da Flota (Foto: Dyepeson Martins/G1)

Para a diretora-presidente do Instituto Estadual de Florestas, a alegação dos deputados não condiz com o previsto na própria lei, que garante a posse das terras a famílias tradicionais. “Vamos fazer um censo discriminatório para identificar quantas pessoas estão dentro da Flota. Se elas moram desde antes da criação, vão ter o direito de continuar, conforme a lei. Pelos estudos declaratórios já realizados, temos 400 famílias, número bem abaixo do contabilizado pela Assembleia. E todas elas se enquadram nos critérios de permanência na floresta. Temos números que comprovam isso. Eles [deputados] dizem que têm seis mil pessoas, mas não apresentam dados”, rebateu Ana Euler.

Eider Pena é dono de propriedades de terras no Amapá. Ele nega que esteja legislando em causa própria e que não possui posse dentro da Flota. “Eu tenho uma propriedade de 15 módulos fiscais. Ela é minha, inclusive com decisão da Justiça, e existe no cerrado, e não na floresta. Planto milho e soja, diferente de plano de manejo. Se alguém quiser, pode investigar minha vida para saber se tenho algum palmo de terra dentro da Floresta Estadual do Amapá”, afirmou.

Concessão de florestas tem três fases a serem seguidas (Foto: Divulgação/IEF Amapá)Concessão de florestas tem três fases a serem seguidas (Foto: Divulgação/IEF Amapá)

‘Saída econômica’
A concessão florestal busca, segundo o governo do estado, desenvolver o Amapá economicamente a fim de ‘fugir’ da influência da administração pública na economia local. Em 2011, por exemplo, o segmento teve a participação de 48,7% no Produto Interno Brito (PIB), conforme apontou a Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan).

IEF diz que 400 famílias moram dentra da área da Flota do Amapá (Foto: Divulgação/IEF Amapá)IEF diz que 400 famílias moram dentra da área da Flota do Amapá (Foto: Divulgação/IEF Amapá)

Cada uma das Unidades de Manejo Florestal tem um preço mínimo para o metro cúbico de madeira na comercialização. O valor varia entre R$ 31,50 a R$ 40 de toras de madeiras por metro cúbico.

“Considerando o preço mínimo do produto, temos uma expectativa anual de arrecadar R$ 3 milhões de forma direta, e mais R$ 5 milhões de maneira indireta através de impostos. Além disso, as comunidades do entorno do lote serão beneficiadas com empregos diretos e indiretos a serem proporcionados nos municípios”, explicou Ana Euler.

O desenvolvimento também vai funcionar com a instalação de parques industriais nos municípios afetados pela Flota, um dos requisitos do edital. As empresas ficarão proibidas de extrair a matéria-prima madeireira sem beneficiá-la no próprio local onde ocorreu a exploração.

Doutor da Ueap Breno Silva diz que não vai haver consequências se manejo seguir legislação (Foto: Abinoan Santiago/G1)Doutor da Ueap Breno Silva diz que não vai haver
consequências se manejo seguir legislação
(Foto: Abinoan Santiago/G1)

Consequências
A Floresta Estadual do Amapá é classificada como unidade de conversação. O professor doutor do curso de engenharia florestal da Universidade Estadual do Amapá (Ueap) Breno Silva avalia que se explorada de maneira adequada, conforme a legislação ambiental exige, a Floresta Estadual do Amapá não terá impactos preocupantes.

“Objetivo da unidade de conservação é compatibilizar a natureza com o uso sustentável dos recursos naturais. Então pode-se explorar e manter as matérias-primas sem ser agressivo ao meio ambiente”, explicou Silva.

Material recolhido em limpeza da Prefeitura de Macapá foi reaproveitado (Foto: John Pacheco/G1)Artesanatos poderão ser feitos com madeira
legalizada em manejo (Foto: John Pacheco/G1)

O especialista ainda informou que o desenvolvimento a ser proporcionado pela extração legal de madeira ocorre com o beneficiamento econômico em cadeia. “Além das toras, ainda pode-se usar o resto do beneficiamento para fomentar a produção de telhas em olarias, carvão vegetal, móveis e artesanato, que são produtos com a maioria da matéria-prima ilegal. Então, se a origem da madeira for legalizada, o restante da cadeia produtiva também será regularizada”, afirmou.

Flota
A Flota abrange uma área de 2,3 milhões de hectares. Desse total, 1,5 milhão de hectares será destinado às concessões florestais.

A Floresta Estadual do Amapá abrange parte de dez municípios do Amapá: Mazagão, Porto Grande, Pedra Branca do Amapari, Serra do Navio, Ferreira Gomes, Tartarugalzinho, Pracuúba, Amapá, Calçoene e Oiapoque.

Apesar de ocorrer licitação, o governo garante não privatizar a floresta porque haverá apenas a delegação do uso dos recursos naturais, e não o termo de posse.

Flota no Amapá abrange parte de área de dez municípios (Foto: Abinoan Santiago/G1)Flota no Amapá abrange parte de área de dez municípios (Foto: Reprodução)

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Celulares podem falhar no Itaquerão e Arena da Baixada, dizem empresas

A instalação dos equipamentos para reforçar o sinal de celular dentro dos estádios do Corinthians, em São Paulo, palco da abertura da Copa do Mundo, e do Atlético Paranaense, em Curitiba, pode não ficar pronta até a data dos jogos, admitiu nesta segunda-feira (17) o diretor-executivo do SindiTelebrasil, entidade que representa as empresas de telefonia, Eduardo Levy. Segundo ele, por conta disso, os torcedores podem enfrentar falhas nas tentativas de chamadas e de acesso à internet móvel nesses locais.

Nesta segunda, o SindiTelebrasil anunciou que fechou acordo com Corinthians e Atlético-PR para a instalação da chamada “cobertura indoor”. Dos 12 estádios que vão receber jogos durante a competição, apenas nesses dois ainda não havia entendimento, o que impedia o início da obra.

Com isso, as empresas de telefonia terão menos de 100 dias para fazer a implantação dos equipamentos, entre eles centenas de pequenas antenas que ficam espalhadas pelo estádio, além de uma rede de cabos de fibra óptica. De acordo com o SindTelebrasil, entidade que representa as operadoras, o prazo médio para a instalação dessa cobertura é de 150 dias.

“Há o risco de [os equipamentos] não estarem 100% prontos e testados [nos dois estádios até a data dos jogos]”, disse Levy ao G1. “Pode haver falha e congestionamento [de chamadas e envio de dados pela internet]”, completou ele.

Levy diz que a falta de tempo pode fazer com que parte das antenas não seja colocada ou, então, que não seja possível passar os cabos por alguns pontos dentro dos estádios. Se houvesse tempo suficiente, continuou ele, cada arena receberia cerca de 300 antenas para reforçar o sinal de telefonia.

Nos estádios de Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador, que receberam jogos da Copa das Confederações no ano passado, a cobertura está em fase de ajustes finais, segundo o SindiTelebrasil.

Em Cuiabá, Manaus, Natal e Porto Alegre, as obras começaram mais tarde, no final de 2013, mas, segundo a entidade, vão ficar prontas até a Copa.

Impasse
A demora no acordo do SindiTelebrasil com Corinthians e Atlético-PR ocorreu por falta de entendimento quanto ao valor do aluguel que as empresas de telefonia têm que pagar pela sala que vão ocupar dentro dos estádios com seus equipamentos. A entidade não informou os termos do acordo com os dois clubes.

O SindiTelebrasil estima que serão investidos cerca de R$ 200 milhões para garantir aos clientes das operadoras acesso aos serviços de telefonia e internet móvel dentro dos 12 estádios que vão receber jogos da Copa.

Esse dinheiro será aplicado, por exemplo, na instalação de antenas dentro das arenas, que vão levar sinal até telefones e tablets além de captar chamadas ou dados enviados pelos usuário. Nos seis estádios da Copa das Confederações, no ano passado, haviam 767 dessas antenas.

As informações captadas pelas antenas, nas arquibancadas, camarotes e até nos vestiários, são levadas por cabos de fibra óptica até esta sala onde fica um equipamento que identifica e separa o tráfego de cada uma das cinco operadoras – Vivo, TIM, Claro, Nextel e Oi. Dali os dados são enviados para fora do estádio, para a rede de cada uma das empresas.

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Publicado por em 19 de março de 2014 em Tecnologia

 

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26 empresas brasileiras participam da GDC, evento para criadores de games

A feira Game Developers Conference (GDC), que acontece na cidade de San Francisco, nos Estados Unidos, até a sexta-feira (21) terá 26 empresas brasileiras e mais de 50 empresários do país no evento voltado para desenvolvedores de games.

A iniciativa foi organizada pelo Projeto de Exportação Brazilian Game Developers, uma parceria da Abragames, Associação Brasileira de Desenvolvedoras de Jogos Digitais, com a Apex-Brasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos.

De acordo com Eliana Russi, gerente Executiva do Brazilian Game Developers, o objetivo é “abrir novas oportunidades de negócios no mercado internacional, nesse, que é o maior evento de desenvolvimento de games da América do Norte”.

No evento, os estúdios mostrarão seus trabalhos para companhias internacionais e tentarão fechar negócios. O GameConnection, a parte de negócios da GDC, tem reuniões e encontros para esta finalidade.

Veja a lista de empresas brasileiras que estarão na GDC 2014: 2MUNDOS; 44Toons Interactive; Aquiris Game Studio; Behold Studios; BigHut Games; CatNigiri; ClickJogos; DayDreamLab;
FiraGames; Fire Horse; Fisiogames; GameBiz; Insolita; Kokku; Manifesto Game Studio; Napalm; Oktagon; Palmsoft; Pandora Game Studio; Petit Fabrik Game Studio; Pocket Trap;
Sioux; Swordtales; Trendstockr; Virgo Game Studios; Webcore Games.

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Publicado por em 18 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Com cofres vazios, Itália recorre a empresas para restaurar monumentos

Restauração de 'A Última Ceia' está sendo financiada pela Prada (Foto: Marcelo Crescenti/BBC)Restauração de ‘A Última Ceia’ está sendo financiada pela Prada (Foto: Marcelo Crescenti/BBC)

Em tempos de crise econômica e cofres públicos vazios, cada vez mais cidades italianas recorrem a parcerias com empresas privadas para restaurar seus monumentos. Entre eles estão obras de grande valor histórico e artístico, como o Coliseu e a Fontana di Trevi, em Roma.

Empresas como Prada, Fendi, Coca-Cola ou Tod’s estão se ocupando de um encargo com o qual o estado italiano já não pode arcar devido à crise pela qual passa o país.

A reforma de monumentos históricos é custosa e, depois de dois anos de recessão contínua e cortes no orçamento público, não há dinheiro nos cofres do governo para financiar todas as obras necessárias.

A reforma que está mais em evidência é o restauro do famoso Coliseu de Roma, um verdadeiro símbolo da Itália. A empresa de moda italiana Tod’s vai gastar 25 milhões de euros (cerca de R$ 80 milhões) na obra, que deverá restaurar a fachada do anfiteatro romano e reconstruir o setor de entrada.

Um outro monumento romano que está sendo restaurado com dinheiro da iniciativa privada é a Fontana di Trevi, no centro da capital do país. O grupo de moda italiano Fendi está investido 2,5 milhões de euros (cerca de R$ 8 milhões) na conservação e limpeza da famosa fonte.

Quadros
Mas não são só monumentos famosos que lucram com o mecenato empresarial.

A marca italiana de luxo Prada está financiando com uma soma não revelada a restauração do quadro ‘A Última Ceia’, do pintor italiano Giorgio Vasari. A grande tela, que mede 2,6 metros de comprimento por 6,6 metros de largura, ficou horas debaixo d’água quando a cidade de Florença foi inundada, em 1966.

Marco Ciatti, diretor da famosa oficina de restauro Opificio delle Pietre Dure em Florença, explicou à BBC Brasil que a obra não poderia ser restaurada sem o patrocínio de uma empresa. Segundo ele, o valor da recuperação da obra é muito alto e os recursos públicos são cada vez mais limitados.

Seu sonho é expor a pintura em 2016, nos 50 anos da inundação da cidade.

Entre os outros monumentos italianos que estão recebendo fundos da iniciativa privada estão a famosa ponte do Rialto em Veneza, a histórica Galleria Vittorio Emanuele II em Milão e a abadia Santa Maria di Cerrate, em Lecce.

Mas há quem critique o papel de mecenas das empresas privadas.

A reforma do Coliseu, por exemplo, foi acompanhada de protestos pelo fato da Tod’s receber em troca o direito de publicar a imagem do monumento em seus anúncios. A associação italiana de consumidores Codacons chegou a tentar impedir a restauração no tribunal, sem sucesso.

Para o prefeito da cidade de Roma, Ignazio Marino, o mecenato é um ‘meio legítimo’ de conseguir fundos para obras de restauro e recuperação.

Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o prefeito conversou com o presidente mundial da Coca-Cola, Muhtar Kent, que prometeu destinar fundos às obras arqueológicas de Roma.

Agora Marino quer criar uma fundação junto com a empresa de consultoria McKinsey para arrecadar fundos da iniciativa privada em todo o mundo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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