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Espanha irá aprovar plano de US$ 8,6 bilhões para criar empregos, diz Rajoy

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A Espanha irá aprovar um plano de US$ 8,6 bilhões na próxima semana para criar empregos muito necessários e irá cortar o principal imposto corporativo para 25%, ante 30%, visando tornar as empresas mais competitivas, disse o primeiro-ministro Mariano Rajoy neste sábado (31).

Cerca de um em cada quatro trabalhadores dna Espanha está desempregado, com a taxa de desemprego subindo para mais de 50% das pessoas com idade de 25 ou menos.

O anúncio sobre o imposto vem após o Fundo Monetário Internacional (FMI) pedir nesta semana que a Espanha aumente as receitas fiscais para proteger seus serviços públicos e fazer mais esforços para reduzir o seu déficit orçamentário e assegurar uma recuperação econômica duradoura.

O pacote de postos de trabalho deverá ser aprovado pelo governo na próxima sexta-feira (6) e vai incluir crédito a pequenas e médias empresas e investimentos em pesquisa e desenvolvimento, economia de energia, transportes e produção industrial, disse Rajoy em um evento em Sitges, no norte do país, transmitido pela televisão espanhola.

“A ideia geral é cortar impostos. Queremos que as famílias tenham mais dinheiro em suas mãos, aumentem o consumo, queremos aumentar a competitividade de toda a economia, acelerar economias e contribuir para a criação de empregos”, disse Rajoy.

O governo já aprovou no início deste ano um corte nas contribuições para a segurança social para as empresas que criam postos de trabalho, e Rajoy disse que a reforma incluiria também um corte no imposto de renda para os contribuintes de renda média e baixa.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Brasil

 

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App do LinkedIn começa a exibir anúncios de ‘empregos patrocinados’

A rede social corporativa LinkedIn começou a exibir anúncios de “empregos patrocinados” na página inicial dos usuários e nos aplicativos nesta segunda-feira (23), de acordo com comunicado da companhia publicado em um blog corporativo.

Essa modalidade de publicidade havia sido lançada em 2012, que agora é expandida para o restante do site e para quem visualizar o LinkedIn por aplicativo. Nela, as empresas podem patrocinar banner de oferta de emprego.

“Nós estamos agora dando aos seus Empregos Patrocinados ainda mais visibilidade ao incorporá-las em um dos lugares do LinkedIn mais engajadores: o feede de notícias da página inicial”, escreveu Sachit Kamat, diretor de rentabilização da rede social.

Segundo a companhia, 30% dos usuários acessam a rede social por meio do aplicativo. Começarão a visualizar esses anúncios os que utilizam a versão em inglês do aplicativo, tanto para o sistema Android quanto para iOS.

Imagem da modalidade de anúncios 'empregos patrocinados', que começam a ser exibidos no aplicativo do LinkedIn (Foto: Divulgação)Imagem da modalidade de anúncios ‘empregos patrocinados’, que começam a ser exibidos no aplicativo do LinkedIn (Foto: Divulgação)

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Publicado por em 23 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Huawei deverá criar 5.500 empregos na Europa em cinco anos, diz jornal

A companhia chinesa Huawei planeja criar 5.500 postos de trabalho na Europa dentro de cinco anos, à medida que expande seus serviços na região, afirmou o jornal estatal “China Daily” neste sábado (21).

Segunda maior fabricante mundial de equipamentos de telecomunicações, a Huawei irá oferecer soluções de tecnologia da informação para as empresas europeias, disse ao jornal Patrick Zhang, presidente de marketing e soluções do Huawei Enterprise Business Group.

O negócio deve gerar faturamento de US$ 1 bilhão nos próximos três a cinco anos, acrescentou.

A empresa está tocando sua expansão a despeito das alegações da Comissão Europeia de comportamento anticoncorrencial por sua parte, bem como da também chinesa ZTE.

Zhang disse que a Europa oferecia mais potencial de crescimento do que os Estados Unidos. Um relatório do Congresso norte-americano do ano passado afirmou que a companhia representava uma ameaça à segurança, essencialmente bloqueando-a do mercado.

O progresso da nossa expansão na Europa é diferente dos EUA, onde nos deparamos com dificuldades de acesso devido a algumas razões infundadas dadas pelo lado norte-americano”, disse Zhang.

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Publicado por em 22 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Redes sociais mudam a dinâmica da busca de empregos

Redes sociais Facebook Twitter (Foto: Dado Ruvic/Reuters)Redes sociais ajudam trabalhador a arrumar um emprego (Foto: Dado Ruvic/Reuters)

O paulista Marcus Aurélio Kouyomdjian trabalhava em uma concessionária de veículos quando seu perfil profissional, postado na rede social LinkedIn, chamou a atenção de uma grande loja de produtos veterinários.

Ele não estava procurando emprego na época, ‘mas quando veio o convite para o processo seletivo, pensei: Vou ver o que acontece’, conta à BBC Brasil.

Marcus Aurélio acabou aceitando o novo emprego. E recomendou a seu filho mais velho, Pedro, que também levasse seu currículo às redes sociais. Pedro, um engenheiro de 25 anos, tampouco pensava em mudar de emprego, mas recebeu uma proposta interessante e acabou aceitando uma vaga como coordenador de obras.

As redes sociais estão trazendo mudanças às dinâmicas de busca de empregos, tanto para profissionais como os Kouyomdjian quanto para empregadoras, apontam especialistas ouvidos pela BBC Brasil.

Para começar, o contato entre Marcus Aurélio e Pedro e as empresas que os contrataram só ocorreu graças às redes sociais. Nos EUA, esse fenômeno foi batizado de ‘procurar emprego passivamente’ (‘passive job seeking’) – ou seja, alguém que não estava ativamente atrás de um novo trabalho pode acabar aceitando uma oferta atraente que tenha a ver com seu perfil e seus interesses.

‘As redes sociais quebraram paradigmas (no processo) de contratações’, diz à BBC Brasil Milton Beck, diretor de soluções de talento da rede social profissional LinkedIn, que tem 13 milhões de usuários no Brasil e 238 milhões no mundo. A rede usa algoritmos para cruzar pré-requisitos de vagas disponíveis como perfil dos profissionais cadastrados, de acordo com sua experiência e características postadas online.

Segundo Beck, 70% dos usuários não estão no LinkedIn em busca de empregos, mas sim para manter-se visíveis, fazer contatos e participar de grupos de interesse.

‘Eles já estão empregados, mas se surgir uma oportunidade de crescimento profissional, estão abertos a conversas. Antes das redes sociais, essas pessoas não estavam acessíveis em grande escala para as empresas que buscam contratá-los.’

Rapidez e padronização
Outra mudança, diz Marcelo Miguel Raffaelli Filho, diretor da consultoria Great Place to Work, é que ‘a informação de vagas disponíveis e de candidatos interessados fica mais rápida’: torna-se possível filtrar candidatos por formação acadêmica ou cidade onde mora, por exemplo.

‘A padronização dos currículos também facilita a comparação dos candidatos; e temos mais qualidade e quantidade de informações disponíveis sobre eles, como cursos, conquistas profissionais e habilidades que muitas vezes não estão no CV impresso. É uma via de mão dupla: o candidato passa a ter (acesso) a mais conteúdo sobre as empresas’, agrega Raffaelli.

E não é só no LinkedIn. Algumas empresas e recrutadoras buscam informações dos candidatos em outras redes, como Facebook, Google+ e Twitter, ou criam páginas de carreiras no Facebook como um ponto de contato com potenciais novos funcionários.

Um levantamento de abril do grupo Society for Human Resource Management, nos EUA, mostrou que 77% das empresas pesquisadas relataram usar cada vez mais as redes sociais para recrutar funcionários.

Dicas
Como, então, aproveitar o potencial da rede para melhorar sua exposição e seus contatos profissionais? Veja o que sugerem especialistas consultados pela BBC Brasil:

Manter o perfil atualizado e com o máximo de informações relevantes. ‘É bom ser detalhado – isso ajuda headhunters a identificar bons candidatos em potencial’, diz Giuliana Tranquilini Hadade, da empresa de recrutamento GNext.

No caso do LinkedIn, ‘quanto mais detalhado o perfil, melhor será entendido pelos algoritmos, que poderão fazer o melhor cruzamento entre o perfil e as vagas adequadas’, diz Beck. ‘E o perfil não é apenas um currículo: permite detalhar resultados obtidos em trabalhos anteriores, anexar vídeos, apresentações ou palestras feitos pelo profissional e mesmo grupos de interesse e causas que ele defende.’

Beck também sugere ilustrar o perfil com uma foto – de ar profissional, é claro. ‘A foto torna as pessoas mais tangíveis, o que aumenta sua possibilidade de se conectar com outras.’

Limite seus contatos a quem te interessa. Para Beck, não adianta usar redes profissionais para seguir um grande número de pessoas e empresas indiscriminadamente. ‘Siga empresas e grupos que te interessam e pessoas que você conhece. Caso contrário, vai se desviar (de seus objetivos)’, diz.

Segundo Raffaelli, da Great Place to Work, isso significa também se relacionar com empresas que você admira e com as quais se identifica – essa aproximação pode, em algum momento, se converter em oportunidades profissionais.

Prepare-se para a entrevista. Para Hadade, as redes sociais não substituem o contato cara a cara. ‘A rede social é um filtro inicial. Mas a entrevista permite conhecer o candidato e seus valores’, diz ela.

Bom senso, sempre. Muitas empresas de RH dizem que se limitam às redes sociais profissionais e ficam longe de redes de caráter mais pessoal, como o Facebook, quando o assunto é avaliar seus candidatos. ‘Respeitamos a privacidade dos candidatos’, diz Raffaelli, da Great Place to Work. Outras usam Facebook e Twitter para conhecer melhor as pessoas que querem recrutar.

Seja como for, é importante lembrar que o que postamos online pode ser acessado por empregadores em potencial, diz Hadade. ‘Hoje, o que colocamos na internet é como uma tatuagem, que nos acompanha pela vida. É bom ser verdadeiro e transparente, mas também ter bom senso quanto a o que pode te prejudicar profissionalmente.’

Indicações
Claro que a rede não traz só vantagens: muitos podem receber abordagens inconvenientes ou ofertas de vagas que não têm a ver com seus rumos profissionais. E, mesmo antes das redes sociais, já proliferavam sites de empregos e RH.

E, ainda que a internet seja cada vez mais usada para recrutamento, para o engenheiro Pedro Kouyomdjian, ‘ainda não tem nada igual às indicações pessoais’.

‘Mas as redes sociais são boas para você se manter no mercado. Quando precisar, alguém pode ter ouvido falar de você e visto seu perfil online.’

Seu pai, Marcus Aurélio, já trocou o emprego que conseguiu pelas redes sociais por outro, de consultor de vendas corporativas de veículos, obtido graças à sua rede pessoal de contatos. Ele acha que a web é muito boa para fazer ‘networking’ e torná-lo mais visível no mundo corporativo. ‘Mas não dá para depender só dela.’

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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LinkedIn reformula ferramenta “Empregos” para facilitar busca por vagas

Usuário poderá detalhar melhor suas pesquisas, preenchendo campos como país, CEP, indústria e função de interesse. Recurso também mostrará novos resultados para parâmetros salvos

O LinkedIn tem uma boa notícia para quem procura emprego. Ele está facilitando a busca por vagas – e conquistas de empregos – por meio da rede social.

De acordo com o blog da empresa, durante as próximas semanas será iniciada a implantação de uma ferramenta “Empregos” renovada, que começará mostrando vagas em aberto de empresas onde o usuário possui conexões em primeiro grau – um ponto que pode abrir as portas para uma organização que está contratando.

Isso é ótimo para quem está a procura de trabalho – já que quem você conhece pode ser quase tão importante quanto o que você conhece para conseguir um bom emprego.

A ferramenta “Empregos” também permitirá ao usuário detalhar melhor a busca por vagas, preenchendo campos como país, CEP, indústria e função de interesse, e mostrará novos resultados para parâmetros de pesquisas salvos.

Clique na aba “Empregos” e o LinkedIn fornecerá a opção “Vagas que talvez possam interessá-lo”, com base nas informações que você forneceu no perfil. O recurso também permitirá que você rastreie mais facilmente empregos que interessem com a opção “Salvar vaga” (“save job”, em inglês), que arquivará essas posições para que você possa facilmente acessá-las posteriormente em sua página de “Empregos”.

Com mais de 200 milhões de usuários globais, o LinkedIn é comumente utilizado por empregadores e recrutadores para busca de funcionários em potencial. Por esse motivo, se você leva a sério sua carreira, não há desculpas para não usar a rede.

A porta-voz da plataforma, Erin O’Harra, disse que é importante incluir pontos específicos e significativos ao criar o seu perfil. “Se você fecha um acordo milionário, ou recrutou cinco dos principais executivos de sua empresa, essas são definitivamente coisas que você quer mostrar para se destacar dos concorrentes”, disse.

Erin também disse que usuários poderão tirar proveito das ferramentas para detalhar as buscas.

Por exemplo, se você ainda não fez isso, faça uma URL personalizada (br.linkein.com/in/você). Você pode colocá-la em outras redes sociais ou sites e fazer com que mais pessoas vejam o seu perfil profissional.

Para conseguir uma, vá em “Perfil”, “Editar perfil”, e clique no link “Editar” ao lado da URL localizada embaixo da sua foto.  Abrirá a página do seu perfil para edição. Na caixa “URL de perfil público” localizada ao lado direito da tela, clique em “Personalize a URL de perfil público”.

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Publicado por em 30 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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Como usar o Facebook para localizar empregos?

Aplicativo lançado pela rede social ajuda a encontrar empregos. São quase 2 milhões de oportunidades em todo o mundo.

19 de novembro de 2012 – 14h10

Você já usou o Facebook para encontrar vagas de emprego? A rede social em parceria com o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos, o National Association of Colleges and Employers (NACE), e outras duas associações lançaram um aplicativo para o Facebook para localizar e compartilhar oportunidades de trabalho.

O aplicativo The Social Jobs Partnership é “um local onde os recrutadores podem compartilhar posições em aberto com a comunidade por indústria e habilidades”, afirma o Facebook. São 1,7 milhão de oportunidades de trabalho oferecidas pela BranchOut, DirectEmployers Association, Work4Labs, Jobvite e Monster.com.

O Facebook diz que criou esse aplicativo para “aproveitar a tendência crescente de aquisição de talentos por meio de redes sociais”. De acordo com o Facebook, 50% das empresas usam a rede social de Mark Zuckerberg nos processos de contratação de pessoal. A maioria das companhias (54%) usa o Facebook para antecipar etapas importantes do processo de seleção.

Além disso, quase 90% das empresas dizem que o Facebook ajudou a reduzir a quantidade de publicidade impressa para recrutar profissionais.

Como funciona o app Job Search?

Como a maioria dos sites de emprego, é possível filtrar o trabalho que você procura por palavra-chave, categoria, sub-categoria e localização.

Depois de adicionar as especificações de trabalho clique em “Pesquisar Empregos” e o Facebook vai retornar com uma lista de vagas de emprego. Você pode visualizar os resultados clicando em cada um dos cinco provedores de emprego [BranchOut, DirectEmployers Association, Work4Labs, Jobvite e Monster.com].

Ao clicar no título da vaga em aberto, é possível ver um resumo das especificidades como a localização. Há também um botão para solicitar ao recrutador da vaga mais detalhes. 

Dentro de cada resultado da pesquisa há um botão “Curtir” que exibirá quantas pessoas gostaram daquela vaga. Há também um botão de envio que permite que compartilhar a oportunidade com um amigo no Facebook ou enviá-la para o endereço de e-mail de alguém.

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Publicado por em 24 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Veja como usar o Facebook para localizar empregos

Aplicativo lançado pela rede social ajuda a encontrar empregos. São quase 2 milhões de oportunidades em todo o mundo

Você já usou o Facebook para encontrar vagas de emprego? A rede social em parceria com o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos, o National Association of Colleges and Employers (NACE), e outras duas associações lançaram um aplicativo para o Facebook para localizar e compartilhar oportunidades de trabalho.

O aplicativo The Social Jobs Partnership é “um local onde os recrutadores podem compartilhar posições em aberto com a comunidade por indústria e habilidades”, afirma o Facebook. São 1,7 milhão de oportunidades de trabalho oferecidas pela BranchOut, DirectEmployers Association, Work4Labs, Jobvite e Monster.com.

O Facebook diz que criou esse aplicativo para “aproveitar a tendência crescente de aquisição de talentos por meio de redes sociais”. De acordo com o Facebook, 50% das empresas usam a rede social de Mark Zuckerberg nos processos de contratação de pessoal. A maioria das companhias (54%) usa o Facebook para antecipar etapas importantes do processo de seleção.

Além disso, quase 90% das empresas dizem que o Facebook ajudou a reduzir a quantidade de publicidade impressa para recrutar profissionais.

Como funciona o app Job Search?

Como a maioria dos sites de emprego, é possível filtrar o trabalho que você procura por palavra-chave, categoria, sub-categoria e localização.

Depois de adicionar as especificações de trabalho clique em “Pesquisar Empregos” e o Facebook vai retornar com uma lista de vagas de emprego. Você pode visualizar os resultados clicando em cada um dos cinco provedores de emprego [BranchOut, DirectEmployers Association, Work4Labs, Jobvite e Monster.com].

Ao clicar no título da vaga em aberto, é possível ver um resumo das especificidades como a localização. Há também um botão para solicitar ao recrutador da vaga mais detalhes. 

Dentro de cada resultado da pesquisa há um botão “Curtir” que exibirá quantas pessoas gostaram daquela vaga. Há também um botão de envio que permite que compartilhar a oportunidade com um amigo no Facebook ou enviá-la para o endereço de e-mail de alguém.

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Publicado por em 23 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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