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Papa diz que sistema econômico atual é incapaz de criar emprego

O Papa Francisco disse nesta quinta-feira (20) que o desemprego é fruto de um sistema econômico que tem como ídolo o dinheiro, reafirmando a crítica que já havia feito em novembro do ano passado.

“O desemprego é a consequência de um sistema econômico que se tornou incapaz de criar trabalho porque colocou no centro um ídolo, o dinheiro”, declarou o pontífice em discurso feito nesta manhã para um grupo de sete mil trabalhadores de siderúrgicas na província de Terni, na região de Úmbria, na Itália, que passam por uma grave crise que tem gerado demissões em massa.

O Papa disse ainda que o trabalho é um bem de todos e deve estar disponível para todos. Ele orientou a enfrentar a grave fase com criatividade e solidariedade.

O Papa Francisco é recebido por trabalhadores de fábricas em audiência especial realizada no Vaticano nesta quinta-feira (20) (Foto: Andrew Medichini/AP)O Papa Francisco é recebido por trabalhadores de fábricas em audiência especial realizada no Vaticano nesta quinta-feira (20) (Foto: Andrew Medichini/AP)

Francisco reafirmou que o trabalho é essencial para a sociedade, para as famílias e para os indivíduos, e não tem apenas uma finalidade econômica e de lucro.

“Tem, sobretudo, uma finalidade que diz respeito ao homem e à sua dignidade. Se faltar o trabalho, fere-se esta dignidade”.

Neste sentido, Francisco lamentou que os jovens possam ficar com desânimo crônico ou apatia. Ele pediu para que as pessoas não percam a esperança ou caiam no pessimismo.

O Papa pediu também para que se reavivem as raízes da fé e da adesão a Jesus Cristo. Uma fé que seja “viva e vivificante”.

“É aqui que está o princípio inspirador das opções de um cristão: a sua fé. A fé move montanhas! Uma fé acolhida com alegria, vivida a fundo e com generosidade pode conferir à sociedade uma força humanizada”.

Ao finalizar o discurso, o Papa orientou as pessoas a manterem a esperança em um futuro melhor.

“Se cada um fizer a parte que lhe cabe, consolidando uma atitude de solidariedade e partilha fraterna, será possível conseguir sair do pântano de uma fase econômica e laboral árdua e difícil”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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É verdade que o Facebook negou emprego aos criadores do WhatsApp?

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Notícia afirma que os fundadores do WhatsApp já tentaram trabalhar no Facebook, mas não passaram nas entrevistas de emprego! Será verdade isso?

Como você já deve ter lido por aí, o Facebook adquiriu (em fevereiro de 2014) o aplicativo de troca de mensagens WhatsApp pela bagatela de 16 bilhões de dólares! Uma das maiores transações entre empresas de internet do mundo. Muito bom para um aplicativo de smartphones que surgiu há 5 anos em uma empresa que (atualmente) tem apenas 55 funcionários.

Mas o que chama a atenção é que muitos sites e blogs estão publicando o fato de que os dois fundadores da empresa adquirida pelo Facebook já foram rejeitados para trabalhar na companhia de Mark Zuckerberg!

Será verdade que antes de desenvolverem o WhastsApp, os fundadores da empresa tentaram emprego no Facebook e não conseguiram?

Cofundadores do WhatsApp tentaram trabalhar no Facebook mas foram rejeitados! Será? (fotos: Divulgação) Cofundadores do WhatsApp tentaram trabalhar no Facebook mas foram rejeitados! Será? (fotos: Divulgação)

A notícia é real!

De fato, tanto Brian Acton quanto Jan Koum tentaram arrumar emprego na empresa de Mark Zuckerberg, mas ambos foram rejeitados durante entrevistas de emprego no Facebook.

Em agosto de 2009, o cientista da computação Brian Acton (ex-funcionário do Yahoo) publicou no Twitter que tinha acabado de receber a notícia de que havia sido rejeitado pelo pessoal do Facebook, conforme podemos ver abaixo:

“O Facebook me recusou. Foi uma ótima oportunidade para me conectar com pessoas fantásticas. Ansioso pela próxima aventura da vida“.

Meses antes, em maio daquele mesmo ano, Brian também havia se lamentado no Twitter por não ter passado nos testes para trabalhar no Twitter:

“Fui recusado pela sede do Twitter. Tudo bem. Seria uma longa viagem [para trabalhar lá]“

Parece que aquele ano não estava sendo bom pra ele… Mas, como o tempo mostrou, a recusa do Facebook serviu de pontapé inicial para que Acton conhecesse um também ex-funcionário do Yahoo e, juntos, desenvolveram o aplicativo que seria vendido por 16 bilhões de dólares 5 anos depois.

A Forbes conta que o outro cofundador do WhatsApp, Jan Koum, também foi rejeitado anos atrás quando tentou uma vaga para trabalhar no Facebook.

“Nós fazemos parte do Clube dos Rejeitados pelo Facebook!”, brinca o ucraniano Jan Koum, em entrevista à Forbes!

Jan Koum e Brian Acton - fundadores do WhatsApp Jan Koum e Brian Acton – fundadores do WhatsApp

Como cada um dos cofundadores do WhatsApp ficará com cerca de U$ 3,2 bilhões, a revista chamou o “não” do Facebook como o “erro de 3 bilhões”.

Notícia real! Ambos fundadores do WhatsApp tentaram emprego no Facebook, mas foram rejeitados pela empresa. O “não” foi bom, pois eles acabaram criando um aplicativo que se transformou em bilhões em apenas 5 anos. Nem todo passo para trás significa atraso.

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Mulher tenta tratar vício em internet após perder marido, emprego e peso

Lucélia, antes e depois de se viciar em internet (Foto: Arquivo pessoal e Natália de Oliveira/G1)Lucélia, antes e depois de se viciar em internet (Foto: Arquivo pessoal e Natália de Oliveira/G1)

Quando Lucélia Cristina Paes, de 26 anos, começou a usar internet, há cerca de seis anos, não imaginava as proporções que a nova ferramenta tomaria em sua vida. Inicialmente, ela se conectava à rede somente no período da manhã, quando entrava em salas de bate-papos e em redes sociais. O tempo de conexão aumentou cada vez mais e o hábito virou doença. Hoje, a rede social de Lucélia está limitada e seus bate-papos se resumem a conversas com médicos e psicólogos da clínica de reabilitação onde a jovem está internada para tratar o vício, em Araçoiaba da Serra (SP). A doença fez a mulher perder o emprego, o marido e a saúde: Lucélia conta que foi internada com 33 quilos a menos do que tinha antes de se viciar na internet.

“Eu usava a internet para pesquisa e entrava em bate-papos, isso desde a época do Orkut. Mas, de um ano para cá, fui transformando o dia de 24 horas em 36, porque não conseguia mais me desconectar. Ficava a madrugada toda conversando com os meus amigos. Deixava de levar os meus dois filhos na escola para poder ficar na internet”, conta a jovem, que é mãe de uma menina de seis anos e um menino, de dois.

Lucélia diz que o marido, cansado de ‘disputar’ sua atenção com a internet e de sentir ciúmes com as conversas dela em salas de bate-papo – que geraram várias brigas – acabou pedindo o divórcio. “A partir daí o meu vício só aumentou, não conseguia parar de acessar a internet. Meu computador quebrou e eu comprei um celular, para poder ficar on-line de qualquer lugar”, relembra.

Por causa da dependência em ficar conectada, Lucélia tem tremedeiras nas mãos (Foto: Divulgação)Por causa do vício em ficar conectada, Lucélia tem
tremedeiras nas mãos (Foto: Divulgação)

Desde então, Lucélia passou a trocar o dia pela noite e até esquecia de comer. Ela trabalhava pensando na hora do intervalo, em que poderia pegar o celular que ficava guardado no armário da empresa. “Em vez de comer, eu ficava conectada. Todo o tempo livre que eu tinha durante o trabalho, eu pegava o celular.” Como o tempo livre ainda não era suficiente, Lucélia saiu do emprego para se dedicar única e exclusivamente ao vício eletrônico.

Até a filha mais velha percebeu o quanto a internet estava fazendo mal à mãe. “Minha filha chegou a falar para mim: ‘sai da internet, mamãe, me dá atenção’, mas eu não percebia que estava agindo errado.”

A internação de Lucélia na clínica em Araçoiaba da Serra, onde está há quase um mês, surgiu a partir de um pedido da mãe, que entrou em contato com a diretoria do local e pediu uma vaga para a filha. “Eu aceitei que precisava de ajuda quando vi o quanto estava gastando com a conta dos meu celulares. Teve mês que eu paguei mais de R$ 300 em uma linha e eu tinha três chips diferentes. Então, quis me tratar”, conta.

Hábito que vira doença
De acordo com a psicológa da clínica onde Lucélia está internanda, Eliete de Faria, o caso de dependência em internet é a primeira internação no local. Mas o tratamento é o mesmo do vício em entorpecentes ou álcool. “A ideia é ressocializar ela na socidade, pois a dependência a fez se afastar do mundo real e se fechar no mundo virtual.”

Durante o tratamento, previsto para durar três meses, ela vai participar de encontros em grupo e ter sessões semanais com a psicológa. O contato com o mundo virtual está totalmente descartado. “Ela precisa desenvolver o autocontrole para retornar a vida normal. Porque, lá fora, é quase impossível ela não ter contato com internet. Ela pode arrumar um trabalho que a obrigue a se conectar, mas ela precisa colocar limites nisso”, explica Eliete.

Em quase três semanas sem utilizar internet, Lucélia já consegue perceber as sequelas da dependência. “Eu não posso ver um celular ou um computador que já começo a tremer e a suar. Me dá muita vontade de pegar o celular. À noite, que era o período que eu mais usava, não consigo dormir, fico muito agitada. Não consigo me concentrar”, conta.

A psicológa diz que muitas pessoas se dizem viciadas em internet, mas é preciso diferenciar o hábito de uma doença. “A pessoa adicta deixa o vício atrapalhar no convício social dela, se recusa a ter uma vida além daquilo, deixa de comer, negligencia os cuidados básicos da sua própria vida em prol daquela dependência e deixa de sair de casa, como foi o caso da Lucélia”, afirma.

Durante as sessões com a psicológa, Lucélia tenta recuperar o auto-controle de sua própria vida (Foto: Natália de Oliveira/G1)Durante as sessões, Lucélia tenta recuperar o autocontrole (Foto: Natália de Oliveira/G1)

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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Brasileiro é o mais esperançoso de que tecnologia pode gerar emprego

Um estudo apresentado pela Microsoft nesta sexta-feira (24) no Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos, na Suíça, mostrou que os brasileiros são os mais esperançosos de que a tecnologia usada no dia a dia possa criar oportunidades de emprego, dentre os habitantes de países desenvolvidos e em desenvolvimento.

Em dezembro de 2013, foram entrevistados 10 mil internautas de 10 países –além do Brasil, os em desenvolvimento China, Índia, México, Rússia e Turquia, e os desenvolvidos Estados Unidos, França, Japão e Alemanha.

No Brasil, 80% dos entrevistados acreditam que smartphones, tablets, PCs e videogames podem gerar novas possibilidades de trabalho. O brasileiro é o mais otimista quanto à influência da tecnologia pessoal nas artes e cultura –74% das pessoas que foram ouvidas fazem essa aposta.

Em geral, os habitantes de países em desenvolvimento enxergam são mais confiantes nos impactos da tecnologia como promotora de mudanças do que os de nações desenvolvidas. Em todos os quesitos analisados, esses países apresentam os maiores índices de otimismo.

Do total dos chineses, por exemplo, 94% disseram que a tecnologia gera oportunidades econômicas. Não à toa o país é lar de várias indústrias que, por dominar o mercado nacional, mas, apesar do pouco tempo de vida, são algumas das maiores do mundo em seu segmento, como a Xiaomi, e outras que já são as maiores do planeta, como a Lenovo.

A chinesa, maior fabricante de computadores do mundo, aliás, só entrou no segmento quando comprou a área de PCs da IBM em 2005.

Os chineses são ainda os que mais acreditam que a tecnologia pode melhorar a qualidade de vida e elevar a liberdade dos cidadãos.

Os indianos lideram quando o assunto é tecnologia e educação –83% dos entrevistados acreditam que utilizar dispositivos móveis impactam o aprendizado nos bancos da escola. Eles também lideram em saúde e bem estar (71%).

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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Demitido por não cortar água, ‘Robin Hood’ francês tenta reaver emprego

Homem foi desligado de empresa ao se recusar a interromper fornecimento de água a clientes devedores (Foto: AP)Homem foi desligado de empresa ao se recusar a interromper fornecimento de água a clientes devedores (Foto: AP)

Um francês, demitido por ter se recusado a cortar a água de famílias pobres que não pagavam as contas, tenta reaver seu emprego na Justiça.

Marc, cujo sobrenome não foi revelado pela imprensa, trabalhou durante 20 anos na filial de gestão de águas da multinacional francesa Veolia, que fatura mais de 29 bilhões de euros e emprega 318 mil pessoas em 48 países do mundo.

O homem trabalhava no serviço de cobranças na unidade do grupo em Avignon, no sul da França, e era encarregado de cortar o fornecimento de água de clientes devedores.

Mas, desde 2006, ele se recusava a cumprir a tarefa, apesar das inúmeras advertências da direção da empresa.

Na carta de demissão de Marc, a empresa justifica o desligamento pela ‘recusa da realização dos fechamentos do sistema de água decorrentes do não pagamento das contas’.

‘Em algumas das casas, a geladeira estava vazia, não havia nada para comer. Sou antes de tudo humano’, disse Marc à rádio France Bleu Vaucluse.

‘Eu tentava negociar com essas pessoas, propondo dividir os valores em várias prestações, orientá-las, elas não eram maus pagadores’, declarou Marc, que afirma ter solicitado à empresa inúmeras vezes sua transferência a um outro serviço do grupo.

‘Há anos eu pedia para mudar de função. Não é fácil ir à casa das pessoas para cobrar dinheiro. Muitas vezes fui insultado’, diz o ex-funcionário.

A Veolia alega que o não cumprimento das ordens para cortar o fornecimento de água causava problemas à organização da empresa, já que outros empregados tinham de realizar a tarefa no seu lugar.

‘Na sua ficha, estava escrito que ele tinha essa missão. Nós somos uma empresa com regras. Os funcionários não escolhem as tarefas que eles têm vontade de realizar’, afirmou um responsável regional da Veolia.

A empresa afirma que os cortes de água diziam respeito aos ‘maus pagadores’. Segundo um porta-voz da companhia, ‘as pessoas desfavorecidas são da alçada dos serviços sociais, que podem assumir uma parte ou o montante total das contas não pagas’.

Quando era possível, Marc instalava no relógio de água um sistema que diminuía a força de vazão, mas permitia ao usuário manter o fornecimento, com um volume de água reduzido.

O ex-funcionário afirma que desde 2009 houve mudanças na política da empresa em relação aos clientes devedores e que o corte total de água passou a ser exigido de forma sistemática.

Segundo o jornal regional ‘Midi Libri’, 1 mil famílias na região de Avignon teriam sido beneficiadas pela decisão do funcionário de não cortar o fornecimento de água.

Apoio
O ex-funcionário ganhou o apoio de sindicatos e de moradores de Avignon.

‘A água é um bem universal. Marc se recusava simplesmente a cortar a água de pessoas desfavorecidas. Algumas não tinham mais móveis nem comida em casa’, diz Thierry Lapoirie, secretário-geral da unidade regional do sindicato CGT.

Uma petição intitulada ‘Demitido pelo direito à água’, lançada pelo sindicato na internet, recolheu 7 mil assinaturas.

O julgamento de sua demissão e seu pedido para ser reintegrado a outro serviço da companhia deveria ter ocorrido nesta quinta-feira, mas a decisão foi adiada para março.

Dezenas de pessoas com cartazes se reuniram nesta quinta-feira em frente ao tribunal do Trabalho de Avignon para apoiar o ex-funcionário e protestar contra sua demissão e os ‘cortes de água selvagens’.

‘Esse senhor é muito corajoso. Temos o direito de nos revoltar contra a sua demissão. A água não é uma mercadoria’, afirmou Marie-Helène, uma das manifestantes, ao jornal ‘Midi Libre’.

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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O emprego dos sonhos

Este é um blog de humor, portanto nada aqui deve ser levado a sério. Os comentários contidos aqui são de responsabilidade de seu criador, e não refletem de forma alguma, a opinião do autor do site…. E eu tenho uma vaca chamada Jairo. Política de privacidade.

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Desleixo ao fazer currículo prejudica busca por emprego, diz pesquisa

Uma pesquisa feita na Grã-Bretanha indica que muitas pessoas colocam em risco suas chances de conseguir um emprego simplesmente por não tomarem cuidado ao elaborarem seus currículos.

O levantamento, do Serviço Nacional de Carreiras do país, foi baseado em entrevistas com quase 200 consultores de carreira e mais de 2 mil pessoas que buscam um emprego.

Dois terços dos consultores disseram que a falta de cuidado com o currículo faz com que pessoas não consigam uma vaga de trabalho.

Segundo a pesquisa, o erro mais comum dos candidatos é enviar o mesmo currículo a todos os potenciais empregadores, em vez de adaptá-los a cada vaga de trabalho específica.

Além disso, mais de 60% dos consultores de carreira disseram que erros de ortografia são um problema comum nos currículos.

Uma hora por semana
“As pessoas sabem que estão cometendo erros, mas não estão dedicando tempo suficiente para tornar seu currículo apresentável”, disse Joe Billington, diretor do Serviço Nacional de Carreiras.

“O currículo é a vitrine de um candidato. Com a consultoria certa, qualquer pessoa pode transformá-lo em um documento de sucesso.”

A maioria dos consultores de carreira acredita que as pessoas devem gastar uma hora por semana trabalhando em seu currículo, mas menos de um terço das pessoas procurando emprego ouvidas na pesquisa concordaram com isso.

Entre os erros encontrados pelos consultores do Serviço Nacional de Carreiras estão um currículo com 17 páginas; um digitado inteiramente em letras maiúsculas, e outro em que o nome do atual empregador do candidato aparece escrito incorretamente por todo o documento.

O Serviço Nacional de Carreiras, que fornece informações e consultoria sobre oportunidades de aprendizagem, formação e trabalho, diz que quem está a procura de emprego deve seguir alguns passos básicos para melhorar seus currículos:

– Verificar que o endereço de email para contato não é ‘peculiar’ a ponto de não ser levado a sério;

– Verificar com cuidado o currículo para ver se não há erros ortográficos e gramaticais;

– Evitar clichês comuns, tais como “trabalha bem em equipe” e “movido a resultados”;

– Fazer pequenas adaptações para que o currículo seja direcionado as necessidades específicas do trabalho que você está se candidatando.

Fonte G1

 
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Publicado por em 23 de setembro de 2013 em Brasil

 

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