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Papa diz que sistema econômico atual é incapaz de criar emprego

O Papa Francisco disse nesta quinta-feira (20) que o desemprego é fruto de um sistema econômico que tem como ídolo o dinheiro, reafirmando a crítica que já havia feito em novembro do ano passado.

“O desemprego é a consequência de um sistema econômico que se tornou incapaz de criar trabalho porque colocou no centro um ídolo, o dinheiro”, declarou o pontífice em discurso feito nesta manhã para um grupo de sete mil trabalhadores de siderúrgicas na província de Terni, na região de Úmbria, na Itália, que passam por uma grave crise que tem gerado demissões em massa.

O Papa disse ainda que o trabalho é um bem de todos e deve estar disponível para todos. Ele orientou a enfrentar a grave fase com criatividade e solidariedade.

O Papa Francisco é recebido por trabalhadores de fábricas em audiência especial realizada no Vaticano nesta quinta-feira (20) (Foto: Andrew Medichini/AP)O Papa Francisco é recebido por trabalhadores de fábricas em audiência especial realizada no Vaticano nesta quinta-feira (20) (Foto: Andrew Medichini/AP)

Francisco reafirmou que o trabalho é essencial para a sociedade, para as famílias e para os indivíduos, e não tem apenas uma finalidade econômica e de lucro.

“Tem, sobretudo, uma finalidade que diz respeito ao homem e à sua dignidade. Se faltar o trabalho, fere-se esta dignidade”.

Neste sentido, Francisco lamentou que os jovens possam ficar com desânimo crônico ou apatia. Ele pediu para que as pessoas não percam a esperança ou caiam no pessimismo.

O Papa pediu também para que se reavivem as raízes da fé e da adesão a Jesus Cristo. Uma fé que seja “viva e vivificante”.

“É aqui que está o princípio inspirador das opções de um cristão: a sua fé. A fé move montanhas! Uma fé acolhida com alegria, vivida a fundo e com generosidade pode conferir à sociedade uma força humanizada”.

Ao finalizar o discurso, o Papa orientou as pessoas a manterem a esperança em um futuro melhor.

“Se cada um fizer a parte que lhe cabe, consolidando uma atitude de solidariedade e partilha fraterna, será possível conseguir sair do pântano de uma fase econômica e laboral árdua e difícil”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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É verdade que o Facebook negou emprego aos criadores do WhatsApp?

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Notícia afirma que os fundadores do WhatsApp já tentaram trabalhar no Facebook, mas não passaram nas entrevistas de emprego! Será verdade isso?

Como você já deve ter lido por aí, o Facebook adquiriu (em fevereiro de 2014) o aplicativo de troca de mensagens WhatsApp pela bagatela de 16 bilhões de dólares! Uma das maiores transações entre empresas de internet do mundo. Muito bom para um aplicativo de smartphones que surgiu há 5 anos em uma empresa que (atualmente) tem apenas 55 funcionários.

Mas o que chama a atenção é que muitos sites e blogs estão publicando o fato de que os dois fundadores da empresa adquirida pelo Facebook já foram rejeitados para trabalhar na companhia de Mark Zuckerberg!

Será verdade que antes de desenvolverem o WhastsApp, os fundadores da empresa tentaram emprego no Facebook e não conseguiram?

Cofundadores do WhatsApp tentaram trabalhar no Facebook mas foram rejeitados! Será? (fotos: Divulgação) Cofundadores do WhatsApp tentaram trabalhar no Facebook mas foram rejeitados! Será? (fotos: Divulgação)

A notícia é real!

De fato, tanto Brian Acton quanto Jan Koum tentaram arrumar emprego na empresa de Mark Zuckerberg, mas ambos foram rejeitados durante entrevistas de emprego no Facebook.

Em agosto de 2009, o cientista da computação Brian Acton (ex-funcionário do Yahoo) publicou no Twitter que tinha acabado de receber a notícia de que havia sido rejeitado pelo pessoal do Facebook, conforme podemos ver abaixo:

“O Facebook me recusou. Foi uma ótima oportunidade para me conectar com pessoas fantásticas. Ansioso pela próxima aventura da vida“.

Meses antes, em maio daquele mesmo ano, Brian também havia se lamentado no Twitter por não ter passado nos testes para trabalhar no Twitter:

“Fui recusado pela sede do Twitter. Tudo bem. Seria uma longa viagem [para trabalhar lá]“

Parece que aquele ano não estava sendo bom pra ele… Mas, como o tempo mostrou, a recusa do Facebook serviu de pontapé inicial para que Acton conhecesse um também ex-funcionário do Yahoo e, juntos, desenvolveram o aplicativo que seria vendido por 16 bilhões de dólares 5 anos depois.

A Forbes conta que o outro cofundador do WhatsApp, Jan Koum, também foi rejeitado anos atrás quando tentou uma vaga para trabalhar no Facebook.

“Nós fazemos parte do Clube dos Rejeitados pelo Facebook!”, brinca o ucraniano Jan Koum, em entrevista à Forbes!

Jan Koum e Brian Acton - fundadores do WhatsApp Jan Koum e Brian Acton – fundadores do WhatsApp

Como cada um dos cofundadores do WhatsApp ficará com cerca de U$ 3,2 bilhões, a revista chamou o “não” do Facebook como o “erro de 3 bilhões”.

Notícia real! Ambos fundadores do WhatsApp tentaram emprego no Facebook, mas foram rejeitados pela empresa. O “não” foi bom, pois eles acabaram criando um aplicativo que se transformou em bilhões em apenas 5 anos. Nem todo passo para trás significa atraso.

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Mulher tenta tratar vício em internet após perder marido, emprego e peso

Lucélia, antes e depois de se viciar em internet (Foto: Arquivo pessoal e Natália de Oliveira/G1)Lucélia, antes e depois de se viciar em internet (Foto: Arquivo pessoal e Natália de Oliveira/G1)

Quando Lucélia Cristina Paes, de 26 anos, começou a usar internet, há cerca de seis anos, não imaginava as proporções que a nova ferramenta tomaria em sua vida. Inicialmente, ela se conectava à rede somente no período da manhã, quando entrava em salas de bate-papos e em redes sociais. O tempo de conexão aumentou cada vez mais e o hábito virou doença. Hoje, a rede social de Lucélia está limitada e seus bate-papos se resumem a conversas com médicos e psicólogos da clínica de reabilitação onde a jovem está internada para tratar o vício, em Araçoiaba da Serra (SP). A doença fez a mulher perder o emprego, o marido e a saúde: Lucélia conta que foi internada com 33 quilos a menos do que tinha antes de se viciar na internet.

“Eu usava a internet para pesquisa e entrava em bate-papos, isso desde a época do Orkut. Mas, de um ano para cá, fui transformando o dia de 24 horas em 36, porque não conseguia mais me desconectar. Ficava a madrugada toda conversando com os meus amigos. Deixava de levar os meus dois filhos na escola para poder ficar na internet”, conta a jovem, que é mãe de uma menina de seis anos e um menino, de dois.

Lucélia diz que o marido, cansado de ‘disputar’ sua atenção com a internet e de sentir ciúmes com as conversas dela em salas de bate-papo – que geraram várias brigas – acabou pedindo o divórcio. “A partir daí o meu vício só aumentou, não conseguia parar de acessar a internet. Meu computador quebrou e eu comprei um celular, para poder ficar on-line de qualquer lugar”, relembra.

Por causa da dependência em ficar conectada, Lucélia tem tremedeiras nas mãos (Foto: Divulgação)Por causa do vício em ficar conectada, Lucélia tem
tremedeiras nas mãos (Foto: Divulgação)

Desde então, Lucélia passou a trocar o dia pela noite e até esquecia de comer. Ela trabalhava pensando na hora do intervalo, em que poderia pegar o celular que ficava guardado no armário da empresa. “Em vez de comer, eu ficava conectada. Todo o tempo livre que eu tinha durante o trabalho, eu pegava o celular.” Como o tempo livre ainda não era suficiente, Lucélia saiu do emprego para se dedicar única e exclusivamente ao vício eletrônico.

Até a filha mais velha percebeu o quanto a internet estava fazendo mal à mãe. “Minha filha chegou a falar para mim: ‘sai da internet, mamãe, me dá atenção’, mas eu não percebia que estava agindo errado.”

A internação de Lucélia na clínica em Araçoiaba da Serra, onde está há quase um mês, surgiu a partir de um pedido da mãe, que entrou em contato com a diretoria do local e pediu uma vaga para a filha. “Eu aceitei que precisava de ajuda quando vi o quanto estava gastando com a conta dos meu celulares. Teve mês que eu paguei mais de R$ 300 em uma linha e eu tinha três chips diferentes. Então, quis me tratar”, conta.

Hábito que vira doença
De acordo com a psicológa da clínica onde Lucélia está internanda, Eliete de Faria, o caso de dependência em internet é a primeira internação no local. Mas o tratamento é o mesmo do vício em entorpecentes ou álcool. “A ideia é ressocializar ela na socidade, pois a dependência a fez se afastar do mundo real e se fechar no mundo virtual.”

Durante o tratamento, previsto para durar três meses, ela vai participar de encontros em grupo e ter sessões semanais com a psicológa. O contato com o mundo virtual está totalmente descartado. “Ela precisa desenvolver o autocontrole para retornar a vida normal. Porque, lá fora, é quase impossível ela não ter contato com internet. Ela pode arrumar um trabalho que a obrigue a se conectar, mas ela precisa colocar limites nisso”, explica Eliete.

Em quase três semanas sem utilizar internet, Lucélia já consegue perceber as sequelas da dependência. “Eu não posso ver um celular ou um computador que já começo a tremer e a suar. Me dá muita vontade de pegar o celular. À noite, que era o período que eu mais usava, não consigo dormir, fico muito agitada. Não consigo me concentrar”, conta.

A psicológa diz que muitas pessoas se dizem viciadas em internet, mas é preciso diferenciar o hábito de uma doença. “A pessoa adicta deixa o vício atrapalhar no convício social dela, se recusa a ter uma vida além daquilo, deixa de comer, negligencia os cuidados básicos da sua própria vida em prol daquela dependência e deixa de sair de casa, como foi o caso da Lucélia”, afirma.

Durante as sessões com a psicológa, Lucélia tenta recuperar o auto-controle de sua própria vida (Foto: Natália de Oliveira/G1)Durante as sessões, Lucélia tenta recuperar o autocontrole (Foto: Natália de Oliveira/G1)

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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Brasileiro é o mais esperançoso de que tecnologia pode gerar emprego

Um estudo apresentado pela Microsoft nesta sexta-feira (24) no Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos, na Suíça, mostrou que os brasileiros são os mais esperançosos de que a tecnologia usada no dia a dia possa criar oportunidades de emprego, dentre os habitantes de países desenvolvidos e em desenvolvimento.

Em dezembro de 2013, foram entrevistados 10 mil internautas de 10 países –além do Brasil, os em desenvolvimento China, Índia, México, Rússia e Turquia, e os desenvolvidos Estados Unidos, França, Japão e Alemanha.

No Brasil, 80% dos entrevistados acreditam que smartphones, tablets, PCs e videogames podem gerar novas possibilidades de trabalho. O brasileiro é o mais otimista quanto à influência da tecnologia pessoal nas artes e cultura –74% das pessoas que foram ouvidas fazem essa aposta.

Em geral, os habitantes de países em desenvolvimento enxergam são mais confiantes nos impactos da tecnologia como promotora de mudanças do que os de nações desenvolvidas. Em todos os quesitos analisados, esses países apresentam os maiores índices de otimismo.

Do total dos chineses, por exemplo, 94% disseram que a tecnologia gera oportunidades econômicas. Não à toa o país é lar de várias indústrias que, por dominar o mercado nacional, mas, apesar do pouco tempo de vida, são algumas das maiores do mundo em seu segmento, como a Xiaomi, e outras que já são as maiores do planeta, como a Lenovo.

A chinesa, maior fabricante de computadores do mundo, aliás, só entrou no segmento quando comprou a área de PCs da IBM em 2005.

Os chineses são ainda os que mais acreditam que a tecnologia pode melhorar a qualidade de vida e elevar a liberdade dos cidadãos.

Os indianos lideram quando o assunto é tecnologia e educação –83% dos entrevistados acreditam que utilizar dispositivos móveis impactam o aprendizado nos bancos da escola. Eles também lideram em saúde e bem estar (71%).

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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Demitido por não cortar água, ‘Robin Hood’ francês tenta reaver emprego

Homem foi desligado de empresa ao se recusar a interromper fornecimento de água a clientes devedores (Foto: AP)Homem foi desligado de empresa ao se recusar a interromper fornecimento de água a clientes devedores (Foto: AP)

Um francês, demitido por ter se recusado a cortar a água de famílias pobres que não pagavam as contas, tenta reaver seu emprego na Justiça.

Marc, cujo sobrenome não foi revelado pela imprensa, trabalhou durante 20 anos na filial de gestão de águas da multinacional francesa Veolia, que fatura mais de 29 bilhões de euros e emprega 318 mil pessoas em 48 países do mundo.

O homem trabalhava no serviço de cobranças na unidade do grupo em Avignon, no sul da França, e era encarregado de cortar o fornecimento de água de clientes devedores.

Mas, desde 2006, ele se recusava a cumprir a tarefa, apesar das inúmeras advertências da direção da empresa.

Na carta de demissão de Marc, a empresa justifica o desligamento pela ‘recusa da realização dos fechamentos do sistema de água decorrentes do não pagamento das contas’.

‘Em algumas das casas, a geladeira estava vazia, não havia nada para comer. Sou antes de tudo humano’, disse Marc à rádio France Bleu Vaucluse.

‘Eu tentava negociar com essas pessoas, propondo dividir os valores em várias prestações, orientá-las, elas não eram maus pagadores’, declarou Marc, que afirma ter solicitado à empresa inúmeras vezes sua transferência a um outro serviço do grupo.

‘Há anos eu pedia para mudar de função. Não é fácil ir à casa das pessoas para cobrar dinheiro. Muitas vezes fui insultado’, diz o ex-funcionário.

A Veolia alega que o não cumprimento das ordens para cortar o fornecimento de água causava problemas à organização da empresa, já que outros empregados tinham de realizar a tarefa no seu lugar.

‘Na sua ficha, estava escrito que ele tinha essa missão. Nós somos uma empresa com regras. Os funcionários não escolhem as tarefas que eles têm vontade de realizar’, afirmou um responsável regional da Veolia.

A empresa afirma que os cortes de água diziam respeito aos ‘maus pagadores’. Segundo um porta-voz da companhia, ‘as pessoas desfavorecidas são da alçada dos serviços sociais, que podem assumir uma parte ou o montante total das contas não pagas’.

Quando era possível, Marc instalava no relógio de água um sistema que diminuía a força de vazão, mas permitia ao usuário manter o fornecimento, com um volume de água reduzido.

O ex-funcionário afirma que desde 2009 houve mudanças na política da empresa em relação aos clientes devedores e que o corte total de água passou a ser exigido de forma sistemática.

Segundo o jornal regional ‘Midi Libri’, 1 mil famílias na região de Avignon teriam sido beneficiadas pela decisão do funcionário de não cortar o fornecimento de água.

Apoio
O ex-funcionário ganhou o apoio de sindicatos e de moradores de Avignon.

‘A água é um bem universal. Marc se recusava simplesmente a cortar a água de pessoas desfavorecidas. Algumas não tinham mais móveis nem comida em casa’, diz Thierry Lapoirie, secretário-geral da unidade regional do sindicato CGT.

Uma petição intitulada ‘Demitido pelo direito à água’, lançada pelo sindicato na internet, recolheu 7 mil assinaturas.

O julgamento de sua demissão e seu pedido para ser reintegrado a outro serviço da companhia deveria ter ocorrido nesta quinta-feira, mas a decisão foi adiada para março.

Dezenas de pessoas com cartazes se reuniram nesta quinta-feira em frente ao tribunal do Trabalho de Avignon para apoiar o ex-funcionário e protestar contra sua demissão e os ‘cortes de água selvagens’.

‘Esse senhor é muito corajoso. Temos o direito de nos revoltar contra a sua demissão. A água não é uma mercadoria’, afirmou Marie-Helène, uma das manifestantes, ao jornal ‘Midi Libre’.

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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O emprego dos sonhos

Este é um blog de humor, portanto nada aqui deve ser levado a sério. Os comentários contidos aqui são de responsabilidade de seu criador, e não refletem de forma alguma, a opinião do autor do site…. E eu tenho uma vaca chamada Jairo. Política de privacidade.

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Desleixo ao fazer currículo prejudica busca por emprego, diz pesquisa

Uma pesquisa feita na Grã-Bretanha indica que muitas pessoas colocam em risco suas chances de conseguir um emprego simplesmente por não tomarem cuidado ao elaborarem seus currículos.

O levantamento, do Serviço Nacional de Carreiras do país, foi baseado em entrevistas com quase 200 consultores de carreira e mais de 2 mil pessoas que buscam um emprego.

Dois terços dos consultores disseram que a falta de cuidado com o currículo faz com que pessoas não consigam uma vaga de trabalho.

Segundo a pesquisa, o erro mais comum dos candidatos é enviar o mesmo currículo a todos os potenciais empregadores, em vez de adaptá-los a cada vaga de trabalho específica.

Além disso, mais de 60% dos consultores de carreira disseram que erros de ortografia são um problema comum nos currículos.

Uma hora por semana
“As pessoas sabem que estão cometendo erros, mas não estão dedicando tempo suficiente para tornar seu currículo apresentável”, disse Joe Billington, diretor do Serviço Nacional de Carreiras.

“O currículo é a vitrine de um candidato. Com a consultoria certa, qualquer pessoa pode transformá-lo em um documento de sucesso.”

A maioria dos consultores de carreira acredita que as pessoas devem gastar uma hora por semana trabalhando em seu currículo, mas menos de um terço das pessoas procurando emprego ouvidas na pesquisa concordaram com isso.

Entre os erros encontrados pelos consultores do Serviço Nacional de Carreiras estão um currículo com 17 páginas; um digitado inteiramente em letras maiúsculas, e outro em que o nome do atual empregador do candidato aparece escrito incorretamente por todo o documento.

O Serviço Nacional de Carreiras, que fornece informações e consultoria sobre oportunidades de aprendizagem, formação e trabalho, diz que quem está a procura de emprego deve seguir alguns passos básicos para melhorar seus currículos:

– Verificar que o endereço de email para contato não é ‘peculiar’ a ponto de não ser levado a sério;

– Verificar com cuidado o currículo para ver se não há erros ortográficos e gramaticais;

– Evitar clichês comuns, tais como “trabalha bem em equipe” e “movido a resultados”;

– Fazer pequenas adaptações para que o currículo seja direcionado as necessidades específicas do trabalho que você está se candidatando.

Fonte G1

 
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Publicado por em 23 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Desempregado ataca 2º homem mais rico da China após emprego negado

Um desempregado atacou o empresário Zong Qinghou, de 67 anos, presidente da gigante de alimentos e bebidas “Wahaha Group” e segundo homem mais rico da China. depois que pediu um emprego, mas teve o pedido negado por Qinghou. O agressor acabou preso pela polícia. Zong Qinghou tem uma fortuna pessoal de US$ 11 bilhões (R$ 24,8 bilhões).

Desempregado atacou segundo homem mais rico da China, Zong Qinghou (foto), após ter pedido de emprego negado (Foto: Andy Wong/AP)Desempregado atacou segundo homem mais rico da China, Zong Qinghou (foto), após ter pedido de emprego negado (Foto: Andy Wong/AP)

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Publicado por em 22 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Meteoro cai durante entrevista de emprego

AppId is over the quota
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Antes que alguém diga, eu digo: é um comercial, óbvio que são todos atores, mas temos que reconhecer que foi (voz de Silvio Santos) BEM BOLADO HEIN.

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Veja 10 dicas para uma entrevista de emprego por videoconferência

Christiane Silva Pinto, estagiária na área de RH, começou em julho deste ano no Google (Foto: Divulgação)Christiane Silva Pinto, estagiária na área de RH, começou em julho deste ano no Google (Foto: Divulgação)

Atualmente, está cada vez mais comum a realização de entrevistas online por meio de videoconferências, que chegam a substituir as entrevistas presenciais, dependendo da empresa. De acordo com pesquisa da Robert Half, empresa de recrutamento especializado, a utilização desse método aumentou em torno de 52% no Brasil nos últimos três anos.

As empresas alegam que o método proporciona que candidatos de várias localidades do país e até do exterior participem. Cristiane Silva Pinto e Rislei de Oliveira Furtado foram avaliados por meio dessa entrevista e dizem que é o mesmo que participar de uma conversa presencial. No entanto, segundo eles e diretores de RH, é preciso ter cuidados básicos para que seja bem-sucedida, entre eles boa conexão na internet e nada de interferências nem no computador nem fora dele.

A Infinity, empresa que recruta funcionários para trabalhar em navios dentro do país e no exterior, faz a maioria das entrevistas por Skype por causa do custo menor, já que não precisa haver deslocamentos, e também pela possibilidade de mais opções de concorrentes. “Grande parte dos candidatos é de fora, para justamente poder abranger pessoas de todas as regiões”, diz Marcelo Delbel, gerente de RH.

Já o Google entrevista os candidatos a estágio só por meio dos Hangout, ferramenta do Google para fazer videochamadas. Segundo Daniel Borges, gerente de atração de novos talentos, o método beneficia tanto a empresa quanto o candidato. “A nossa empresa é de internet, é natural que a entrevista seja online. O processo remoto tem uma série de benefícios, é um processo dinâmico, adequa a empresa e o candidato, que muitas vezes não precisa dispor de um dia para ir até o local dar a entrevista. Todo o processo de recrutamento dos estagiários é feito por meio de entrevistas por Hangout, tanto com o RH quanto com outras pessoas do time [gestores da empresa]”, diz.

VEJA DEZ DICAS PARA SE SAIR BEM UMA ENTREVISTA POR VIDEOCONFERÊNCIA

1) Programe-se

Antes da entrevista, confirme com o entrevistador o e-mail e o adicione antecipadamente. Planeje-se para estar conectado no horário

2) Teste o seu equipamento

Teste a câmera, o microfone e a conexão da internet – evite que a entrevista seja interrompida ou se atrase por conta de algum problema técnico na sua máquina

3) Feche os outros programas

Não deixe outro programa aberto no seu computador além do serviço de chat online para não atrapalhar a velocidade da internet e nem fazer com que você desvie sua atenção da entrevista

4) Procure um lugar tranquilo e silencioso

Esteja conectado em local silencioso, sem bagunça e sem interferência de outras pessoas ou animais de estimação

5) Escolha um fundo ‘clean’

Evite ficar em local com muitos objetos ao fundo, como quadros ou estantes cheias de livros

6) Vista-se adequadamente

Apesar de sua imagem aparecer só da cintura para cima, vista-se com o traje de acordo com a vaga e a empresa. Dependendo do cargo, o ideal é usar camisa social, com atenção à gola, que deve estar arrumada

7) Use roupas discretas

Use roupas discretas, de cores sóbrias e sem brilho. Sem decotes para mulheres. Se optar por maquiagem, deve ser discreta.

8) Escolha um login com um nome ‘profissional’

Tenha cuidado com o nome de usuário no serviço online: o ideal é ter uma conta só para contatos profissionais, com o nome e sobrenome ou com as iniciais

9) Seja profissional

Mantenha sempre a postura profissional que você teria se estivesse em uma entrevista ao vivo

10) Lembre-se: você está sendo filmado!

Demonstre segurança ao conversar, articule bem as palavras e preste atenção na sua postura

Fontes: Marcelo Delbel, Christiane Silva Pinto, Daniel Borges e Rislei de Oliveira Furtado

‘Não pode atrapalhar concentração’
Christiane Silva Pinto, de 22 anos, é estagiária na área de RH do Google desde julho deste ano. Ela diz que fez entrevistas por videoconferência duas vezes – uma delas quando ainda morava na França fazendo intercâmbio. Nesse caso, ela foi aprovada para trabalhar como estagiária em uma revista. Quando surgiu a vaga no Google, também passou pela entrevista por videoconferência. Apesar de cursar jornalismo, ela foi direcionada para a área de recursos humanos porque a empresa avalia durante o processo seletivo as habilidades dos candidatos para as atividades que serão desempenhadas.

“Já tinha feito uma entrevista em 2011 quando ia voltar para o Brasil. Achei igual ou até melhor do que a entrevista presencial pela questão do deslocamento”, diz. Ela explica que tanto quando estava na França quanto como estagiava na editora não poderia participar porque estava longe do local da entrevista. “Ia perder de concorrer por uma questão de deslocamento. No caso do Google, consegui fazer a entrevista de forma discreta, em casa, não precisei sair da editora para ir até a empresa”, diz.

Cius, da Cisco, permite videoconferência (Foto: Gabriel dos Anjos/G1)Videoconferência (Foto: Gabriel dos Anjos/G1)

De acordo com Christiane, é preciso ter uma conexão de internet boa e estável, conectar meia hora ou até 15 minutos antes para ver se a luz está boa, se a câmera está normal, e deixar a ferramenta do chat online aberta. “Quando dava a hora a entrevista, eu sentava em frente ao computador e esperava o entrevistador entrar em contato comigo”, conta.

Em relação à roupa, ela diz que é uma questão de bom senso. “No meu caso não precisou ser roupa formal como na entrevista presencial, mas também não usaria tomara de caia ou pijama”, diz. Já em relação ao lugar, Christiane recomenda que não tenha barulho e que a luz do local seja boa. “Não pode atrapalhar a concentração”, diz.

Christiane diz que a entrevista é a semelhante à presencial e é preciso se comportar da mesma forma. “Não pode dar a entender que você está lendo outra janela. Tudo bem que a pessoa não está ali na sua frente, mas presta atenção nela para entender bem as perguntas. Deve-se ficar off-line de programas que podem atrapalhar, deixa só o programa do chat ligado. Não pode deixar as pessoas entrarem no local que você está. Dá para perceber que você não está 100% focado se ficar olhando em outros locais do computador ou desviar o olhar para outro ponto que não o próprio computador”, diz.

‘Não tem mistério’
Rislei de Oliveira Furtado, de 34 anos, está concorrendo a uma vaga em um cruzeiro. Ele fez uma entrevista online com a Infinity e aguarda resposta. Ele dá aulas de inglês e trabalha com hotelaria. Para ele, a entrevista por videoconferência “não tem mistério”. “Já tinha feito para uma companhia aérea. Qualquer um que sabe usar essas ferramentas consegue, já tive oportunidade de morar fora e era por essa ferramenta que eu falava com amigos e familiares”, diz.

Rislei de Oliveira Furtado, de 34 anos, está concorrendo a uma vaga em um cruzeiro (Foto: Arquivo pessoal)Rislei de Oliveira Furtado, de 34 anos, está
concorrendo a uma vaga em um cruzeiro
(Foto: Arquivo pessoal)

Furtado diz que a entrevista pelo Skype o deixa até menos nervoso. Ele diz que é como uma entrevista presencial. Ele se arruma da mesma forma como se estivesse indo para o escritório do selecionador. “Fico de calça e camisa social, cinto e gravata, engomadinho como a situação pede, porque é como qualquer outra entrevista de emprego. Tem que mostrar a melhor imagem, estou ali vendendo meu peixe, tem que pensar no cargo”, diz.

Furtado diz que, por se considerar “ansioso e inseguro”, um dia antes da entrevista com a Infinity falou com amigos online e testou seu Skype. “E no dia da entrevista falei com outro amigo na Europa também para testar. Ele me falou que estava funcionando perfeitamente”, conta.

“Na hora marcada eles me chamaram e a entrevista correu muito bem”. Na entrevista, Furtado estava vestido de forma social e com gel no cabelo e barba feita. “Estava no quarto. Arrumei a cama para o caso de pedirem para eu me levantar. Aí teria que mudar a câmera de posição e iria aparecer a cama”, diz. Furtado diz que antes da entrevista marcou como ele tinha que ficar em pé para o selecionador conseguir ver o corpo todo dele. Mas isso não foi solicitado.

Furtado conta que tinha em mãos uma cópia do mesmo currículo que ele tinha enviado para a empresa. “Para em caso de perguntarem datas e experiências do currículo, documentos que preenchi online. Deixei embaixo do mouse”.

Ele diz que tomou cuidado para não desviar o olho do selecionador. “Pode demonstrar falta de firmeza ou insegurança”, diz.

Outro cuidado foi deixar a porta do quarto fechada, a TV desligada, o celular no vibracall e o telefone fixo desconectado da linha. “Nenhum outro programa estava aberto no meu computador, somente o Skype, justamente para não atrapalhar a velocidade da internet”, diz.

Ele diz que depois que passou a fazer entrevistas por videoconferência retirou o apelido que tinha no Skype e deixou seu nome e sobrenome, e mudou a foto que tinha com o corpo à mostra na praia para “algo mais profissional”.

500 entrevistas por mês
Na Infinity, de acordo com Delbel, 80% das entrevistas são por Skype e 20% são presenciais. Após os candidatos passarem pela entrevista na empresa, os diretores das companhias americanas e europeias fazem a entrevista também via Skype. O Brasil não tem companhia de cruzeiro, mas as empresas de fora têm forte participação no mercado nacional e muitas têm representantes no país. “Nós pré-selecionamos e depois passamos para os gestores das companhias”, diz. Delbel entrevista uma média de 500 pessoas por mês – a maior demanda é de abril a novembro, para a temporada brasileira, que começa em outubro. Todas as entrevistas são em inglês e cada uma é feita por apenas um selecionador.

Para a entrevista com a companhia, Delbel recomenda que a conexão, câmera e áudio sejam testados com antecedência. Além disso, ele acha importante ter o currículo impresso à mão em caso de alguma pergunta sobre a experiência e o tempo em cada posição desempenhada, além da roupa, que deve ser social e escura, sem ser decotada, e da maquiagem, que deve ser leve.

O fato de o local ser simples não importa, mas o que devem ser evitadas são as interferências externas. “Não pode deixar passar pessoas pelo local durante a entrevista”, diz.

De acordo com Delbel, a empresa verifica o nome do usuário usado na ferramenta, o email e também a foto. “Algo como gostodefumar@gmail.com não é indicado, no pessoal até pode, mas na hora da entrevista é melhor algo mais formal. Foto usando maiô ou fazendo gesto obsceno, por exemplo, não é recomendado”, diz. Delbel conta que um dia entrevistou um candidato sem camisa. “Foi reprovado, não fui muito longe na entrevista, não dei sermão. Tinha um outro que estava falando no carro, como passageiro, não motorista”.

O tempo de duração não indica se o candidato foi bem ou não. “Depende do candidato. Tem vagas que precisam de mais questionamento, e tem os candidatos que gostam mais de falar. As perguntas feitas são as mesmas da entrevista presencial”, diz.

A sede da Infinity é em Santos, litoral de São Paulo. Por isso, candidatos do ABC paulista e do litoral do estado são entrevistados de forma presencial em Santos. A empresa costuma ainda se deslocar para cidades do Nordeste e do Rio de Janeiro. “Em muitos casos dá mais segurança para o candidato, por isso em alguns casos vamos para lá”, diz.

Segundo Delbel, o que mais reprova os candidatos é a não fluência em inglês. “Uma coisa é falar que fala, e outra é realmente falar”, diz. Ele diz que as empresas pedem foto do candidato de corpo inteiro porque em algumas funções a aparência é importante. “No Skype fica limitado do ombro para cima”, diz.

Diversidade de concorrentes
Desde 2011, o Google vem desenvolvendo esse processo seletivo por videoconferência, segundo Borges, “com muito sucesso”. No ano passado, dos 30 aprovados para fazer estágio, 11 não eram de São Paulo e um morava na Rússia, que foi entrevistado lá, passou e foi trabalhar na capital paulista. De acordo com Borges, o Google consegue atingir um grupo maior de pessoas que participam do processo seletivo e dá comodidade para o candidato, além de proporcionar diversidade de concorrentes. “A gente consegue atingir um grupo que não estaria disponível para vir, aí tem gente do mundo inteiro”, afirma.

“A única exigência é que o candidato tenha internet, e é a mesma regra da presencial. O  ambiente deve ser tranquilo para a entrevista poder fluir. E as perguntas também são as mesmas. Mas não prestamos atenção ao visual, e só para mensurar as competências do candidato, não para aspectos secundários como o visual ou gestos. É a relação olho a olho que interessa. Não verificamos o local também, o candidato pode fazer a entrevista onde bem entender, pode até ser em lan house, na universidade, só as competências que importam”, enfatiza Borges.

Segundo Borges, não pega bem o candidato ficar consultado informações para responder às perguntas. “A regra da entrevista online é a mesma da presencial, seria estranho o candidato ficar consultando as informações de seu currículo durante a entrevista. Espera-se que saiba tudo para responder”, diz.

O gerente diz que o candidato só precisa da conta no Google. “O nome é o mesmo na ferramenta, não interessa se há apelido e sim a história de vida e profissional do candidato”, afirma.

A entrevista é estruturada para durar 30 a 45 minutos, e o selecionador tem um check-list do quem precisa ser falado e do que será perguntado. A entrevista é feita por apenas um selecionador.

Segundo Borges, o que costuma eliminar o candidato é independente do tipo de entrevista. É observado se o candidato tem adequação à cultura da companhia, se a trajetória corresponde ao que a empresa espera, se os conhecimentos são os esperados. “Acontece de acabar a entrevista e já sabermos se a pessoa se encaixa no perfil da vaga, mas sempre fazemos reunião para falar sobre os candidatos”, explica Borges.

Borges afirma que a entrevista com o RH é para identificar as potencialidades dos candidatos. Na segunda etapa, com os gestores, avalia-se se o candidato está apto para o cargo, levando em conta adequação à cultura e competência.

“O candidato pode ser tímido, mas saber dispor das suas ideias. A gente não quer só formato, mas também conteúdo, e que o candidato saiba formular suas ideias, independente de formato. Deve transpor isso para o mundo real, falar sobre suas experiências. Trabalhar mais a confiança é interessante para a entrevista”, diz Borges.

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Publicado por em 28 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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