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Microsoft lança atualização de emergência para Internet Explorer

A Microsoft lançou nesta quinta-feira (1°) uma atualização de emergência para o navegador Internet Explorer, corrigindo a vulnerabilidade que estava sendo explorada em um ataque hacker direcionado divulgado no dia 26 pela empresa de segurança FireEye. O ataque, que no início se infiltrava apenas nas versões 9 a 11 do Internet Explorer, usava uma brecha existente em todas as versões do navegador desde o IE6.

As atualizações do Internet Explorer são baixadas como atualizações para o Windows por meio das atualizações automáticas do Windows. O Windows XP, cujo suporte terminou no dia 8 de abril, já não deveria mais receber a atualização. No entanto, a Microsoft decidiu fazer uma “exceção”, levando em conta a “proximidade” com a data de fim do suporte. A decisão da Microsoft não tem precedente.

Quando explorada, a vulnerabilidade permite que a simples visita a uma página controlada por um hacker resulte na instalação de vírus no computador da vítima. O vírus instalado terá as mesmas permissões que o usuário logado no sistema, podendo ler, gravar e apagar dados pessoais. Caso o sistema esteja desatualizado e tenha outras falhas não corrigidas, também é possível que o software malicioso obtenha o controle total do sistema, burlando antivírus e outras proteções.

A FireEye, que descobriu o ataque e a brecha em uso pelos hackers, confirmou também nesta quinta-feira a existência de outro ataque, destinado a infectar usuários do Internet Explorer 8 no Windows XP.

A recomendação é que todos os usuários apliquem a atualização o quanto antes.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Rússia pede reunião de emergência com Conselho de Segurança da ONU

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O governo da Rússia pediu nesta sexta-feira (2) uma reunião de emergência no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) para tratar a situação na Ucrânia.

De acordo com a agência de notícias France Presse, o encontro, em Nova York, era esperado para acontecer antes do meio-dia, hora local.

O pedido russo deve-se ao aumento da violência no leste da Ucrânia. A reunião seria aberta, informaram diplomatas.

O encontro seria o 13º a acontecer desde que a crise na Ucrânia se instalou, no fim de 2013. Nenhuma dessas reuniões formais ou mesmo sessões de consulta resultaram em uma posição comum do Conselho.

Operação militar

Separatista pró-Rússia faz guarda armada em barricada na cidade de Slaviansk, no sudeste da Ucrânia (Foto: Baz Ratner/Reuters)Separatista pró-Rússia faz guarda armada em barricada na cidade de Slaviansk, no sudeste da Ucrânia (Foto: Baz Ratner/Reuters)Entenda a crise na Crimeia (Foto: Arte/G1)

Ainda nesta sexta, o governo ucraniano iniciou uma operação militar na região de Slaviansk, reduto separatista, que ganhou uma resposta furiosa da Rússia. Segundo Kiev, a ação se encaminha para uma catástrofe.

De acordo com as agências russas, os milicianos pró-Moscou derrubaram dois helicópteros e um piloto morreu, enquanto outro foi capturado, segundo o autoproclamado prefeito da cidade, Viacheslav Ponomariov.

O Ministério do Interior da Ucrânia confirmou que as aeronaves foram destruídas e que dois militares morreram e vários ficaram feridos na operação até o momento.

Confronto em Odessa
De acordo com a AFP, confrontos entre partidários da Ucrânia e apoiadores da causa russa já deixaram feridos em Odessa, na região litorânea do país, próxima ao Mar Negro.

Segundo um jornalista da agência, centenas de militantes pró-Rússia, com capacetes e armados com pedaços de madeira, atacaram um grupo de apoiadores do governo da Ucrânia no centro da cidade.

A polícia tentou intervir, mas o incidente terminou com uma dezena de feridos.

Entenda a crise
A Ucrânia vive uma grave crise social e política desde novembro de 2013, quando o governo do então presidente Viktor Yanukovich desistiu de assinar,  um acordo de livre-comércio e associação política com a União Europeia (UE), alegando que decidiu buscar relações comerciais mais próximas com a Rússia, seu principal aliado.

A oposição e parte da população não aceitaram a decisão, e foram às ruas, realizando protestos violentos que deixaram mortos e culminaram, em 22 de fevereiro de 2014, na destituição do contestado presidente pelo Parlamento e no agendamento de eleições antecipadas para 25 de maio.

Houve a criação de um novo governo pró-União Europeia e anti-Rússia, acirrou as tensões separatistas na península da Crimeia, de maioria russa, levando a uma escalada militar com ação de Moscou na região. A Crimeia realizou um referendo que aprovou sua adesão à Rússia, e o governo de Vladmir Putin procedeu com a incorporação do território, mesmo com a reprovação do Ocidente.

Após a adesão da Crimeia ao governo de Moscou, outras regiões do leste da Ucrânia, de maioria russa, também começaram a sofrer com tensões separatistas. Militantes pró-Rússia tomaram prédios públicos na cidade de Donetsk e a proclamaram como “república soberana”, marcando um referendo sobre a soberania nacional para 11 de maio. A medida não foi reconhecida por Kiev nem pelo Ocidente. Outras cidades também tiveram atuação de milícias russas, como Lugansk e Kharkiv.

O conflito reflete uma divisão interna do país, que se tornou independente de Moscou com o colapso da União Soviética, em 1991. No leste e no sul do país, o russo ainda é o idioma mais usado diariamente, e também há maior dependência econômica da Rússia. No norte e no oeste, o idioma mais falado é o ucraniano, e essas regiões servem como base para a oposição – e é onde se concentraram os principais protestos, incluisive na capital, Kiev.

Separatista pró-Rússia faz guarda armada em barricada na cidade de Slaviansk, no sudeste da Ucrânia (Foto: Baz Ratner/Reuters)Separatista pró-Rússia faz guarda armada em barricada na cidade de Slaviansk, no sudeste da Ucrânia (Foto: Baz Ratner/Reuters)

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Brasil

 

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Protestos diminuem e Tailândia encerra estado de emergência

O governo da Tailândia anunciou nesta terça-feira (18) a revogação do estado de emergência em Bangcoc ante a diminuição das manifestações, que abalaram o turismo na capital do país.

O estado de exceção, que ficaria vigente até o próximo sábado e que afetava Bangcoc e outras províncias vizinhas, será substituído a partir de amanhã pela Lei de Segurança Interna, informou o jornal “Bangcoc Post”.

“A primeira-ministra assinou o decreto de revogação do estado de emergência, que será efetivo a partir desta terça-feira à meia-noite”, anunciou Suranand Vejjajiva, secretário-geral da chefe de Governo Yingluck Shuinawatra.

O estado de emergência estava em vigor na capital tailandesa desde 22 de janeiro.

A lei estará vigente até as eleições pendentes, que ocorrem entre os dias 20 e 27 de abril em várias províncias do sul do país e em alguns distritos de Bangcoc, onde foram boicotadas pelos manifestantes, afirmou o porta-voz governamental, Suranand Vejjajiva.

A declaração de estado de exceção, junto com as manifestações que ocuparam durante meses algumas das principais avenidas da cidade, causaram importantes prejuízos econômicos no setor turístico.

Os protestos perderam bastante força nas últimas semanas, apesar de os manifestantes continuarem acampados em áreas chave de Bangcoc, como o Parque de Lumpini, a Casa do Governo e o complexo governamental de Chaeng Wattana.

O movimento antigovernamental exige a renúncia do governo interino de Yingluck Shinawatra e o adiamento de qualquer processo eleitoral até que haja uma reforma no sistema político e que se tenha acabado com a corrupção.

O governo interino tailandês segue apostando na realização de eleições antecipadas para superar a crise política na qual o país está inserido e rejeitou desde o primeiro dia a utilização da força para dissolver os protestos.

Segundo o Centro de Serviço Médico de Urgências Erawan, 23 pessoas morreram e 768 ficaram feridas desde o início das manifestações no dia 25 de novembro de 2013.

A Tailândia vive uma profunda crise política desde 2006 quando um golpe de estado militar depôs o então primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, irmão mais velho da atual governante, com frequentes manifestações nas ruas que causaram dezenas de mortes e grandes perdas econômicas. 

Fonte G1

 
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Publicado por em 18 de março de 2014 em Brasil

 

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Avião da Embraer faz pouso de emergência no Texas

Um voo da American Eagle Airlines teve que fazer um pouso de emergência em Greenville, no Estado norte-americano do Texas, na noite de quarta-feira (5), após o piloto do avião Embraer 145 ter relatado fumaça na cabine, disse uma porta-voz da companhia, uma unidade da American Airlines Group.

O jato da Embraer, que decolou do Aeroporto Internacional Fort Worth em Dallas, e seguia para Moline, no estado de Illinois, pousou em segurança no aeroporto de Greenville e nenhum ferimento foi registrado entre os 45 passageiros e três tripulantes, disse Laura Masvidal, porta-voz da American Eagle.

O voo foi desviado para Greenville “por uma abundância de cautela”, disse ela.

A Embraer informou que a aeronave ERJ – 145 “foi inspecionada e liberada para vôo”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Brasil

 

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Avião da Ucrânia faz pouso de emergência após ameaça de bomba

Homem fala com comissários de bordo depois que o avião foi forçado a descer em Istambul. (Foto: Cihan News Agency/AFP)Homem fala com comissários de bordo
depois que o avião foi forçado a descer
em Istambul (Foto: Cihan News Agency/AFP)

Uma ameaça de bomba em um voo de passageiros vindo da Ucrânia fez com que o avião fizesse um pouso de emergência em Istambul, na Turquia, nesta sexta-feira (7). Segundo a agência turca Dogan, a ameaça foi feita por um dos 110 passageiros a bordo.

O avião da companhia aérea turca Pegasus pousou em segurança. Segundo informações não confirmadas dos meios de comunicação turcos, o passageiro ucraniano ameaçou detonar uma bomba se o avião não tomasse a direção de Sochi (na Rússia), onde estava sendo realizada a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno.

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Exército da Ucrânia pede medidas de emergência para ‘estabilizar’ o país

O exército ucraniano pediu nesta sexta-feira (31) ao presidente Viktor Yanukovitch que adote “medidas de emergência” para “estabilizar” a situação no país, em um comunicado publicado no site oficial do ministério da Defesa.

“Os militares e os (outros) funcionários do ministério da Defesa pediram ao comandante supremo do exército (o chefe de Estado) que adote medidas de emergência no marco da legislação atual para estabilizar a situação no país”, cenário há mais de dois meses de manifestações sem precedentes da oposição pró-europeia contra o governo, afirma a nota.

“Os militares e os (outros) funcionários do ministério da Defesa consideram inaceitável a tomada de edifícios públicos e as tentativas de impedir que o poder cumpra suas funções, advertindo que uma escalada da contestação ameaça a integridade territorial da Ucrânia”, completa o comunicado.

O movimento de protesto começou no final de novembro, depois da decisão repentina de Yanukovitch de desistir de assinar um acordo de associação com a UE, negociado durante meses, em troca de uma aproximação com a Rússia, que concedeu um crédito de US$ 15 bilhões e uma redução do preço do gás a Kiev.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Governo reconhece número recorde de decretos de emergência em 2013

O governo federal reconheceu 3.747 decretos de situação de emergência e estado de calamidade pública no ano passado. O número, o maior de toda a série histórica da Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec), representa uma média de dez decretos reconhecidos por dia no país. Trata-se de um aumento de 182% em relação a 2003 (Veja o mapa ao lado com todos os decretos).

Ao todo, 1.940 cidades requisitaram ajuda federal, sendo que 2/3 delas fizeram isso mais de uma vez durante o ano. Ao decretar situação de emergência ou estado de calamidade pública, os municípios comunicam ao governo federal a ocorrência de um grande desastre natural e pedem a liberação de verba de emergência da União para tentar amenizar os danos.

A seca que assolou o Nordeste, por exemplo, considerada por alguns estados como a pior dos últimos 50 anos, fez com que 75% dos municípios da região tivessem decretos reconhecidos. Treze cidades (11 do Piauí e duas da Bahia) tiveram situação de emergência reconhecida quatro vezes em 2013.

A Bahia é o estado que concentra o maior número de municípios (284) em emergência e calamidade e é também o que detém a maior parcela dos decretos (680). O Piauí aparece logo atrás, com 612 reconhecimentos. No estado, 212 das 224 cidades entraram em emergência no ano passado.

A maioria (87%) dos reconhecimentos em todo o país se deu em razão de seca ou estiagem, que ainda persiste em parte do território nacional. Houve também decretos por inundações, geadas e granizo, erosões e deslizamentos, incêndios, vendavais e tornados, doenças infecciosas virais e até por infestação de uma praga em árvores – caso registrado em Belo Horizonte, em março.

Família de Manoel Cornélio sobrevive apenas com a ajuda de programa assistenciais na Zona Rural de Elesbão Veloso (Foto: Pedro Santiago/G1)Famílias de agricultores sobrevivem com a ajuda
de programas assistenciais na zona rural de
Elesbão Veloso, Piauí (Foto: Pedro Santiago/G1)

Segundo o secretário nacional de Defesa Civil, Adriano Pereira Junior, muitos decretos foram renovados durante o ano passado em razão de eventos prolongados, provocando um aumento na estatística. Além disso, o fato de a população diretamente afetada nos municípios que tiveram reconhecimento do decreto poder sacar uma parte do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para refazer a vida ajuda a entender esse aumento de pedidos, já que várias ocorrências graves, com muitas pessoas atingidas, foram registradas em 2013, explica o secretário.

Alguns reconhecimentos realizados em 2013 são de pedidos feitos pelas cidades em 2012. Como eles tiveram efeito retroativo (ou seja, mesmo quando reconhecidos, passaram a valer a partir da data da solicitação) e a validade expirou, novos decretos foram reconhecidos em uma data próxima. Um erro da Sedec também fez com que alguns municípios tivessem um mesmo decreto reconhecido duas vezes, com publicação no Diário Oficial da União. O Ministério da Integração Nacional diz, no entanto, que isso não causou prejuízo às cidades nem aos cofres públicos, já que verbas só são repassadas após a apresentação de um plano de ação pelas administrações municipais.

Em 2013, houve ainda a criação do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2ID). Antes, os municípios precisavam entregar, em papel, documentos para comprovar os prejuízos sofridos. Atualmente, todo o processo é feito digitalmente, o que torna mais ágeis a ação dos municípios e o reconhecimento por parte do governo federal.

Em 2014, já foram feitos 141 reconhecimentos de decretos de emergência e calamidade pública em todo o país, sendo 65 (46%) em Minas Gerais, em decorrência das chuvas intensas.

Situação de emergência e estado de calamidade
Dos decretos reconhecidos em 2013, 3.740 são de situação de emergência e sete de calamidade pública. A situação de emergência é o reconhecimento pelo poder público de uma situação anormal provocada por um desastre natural com danos superáveis. Já a calamidade se refere a uma situação anormal que causa sérios danos à comunidade, à segurança e à vida dos moradores.

Restante da criação de ovelhas de Gildenor Sena (Foto: Pedro Santiago/G1)Animais tentam sobreviver à seca no Piauí (Foto:
Pedro Santiago/G1)

A partir do reconhecimento do decreto, os municípios podem receber uma verba de emergência, que chega mais rápido aos cofres locais, por meio das chamadas transferências obrigatórias. Os decretos têm uma validade máxima de 180 dias (não há um prazo mínimo). Já os recursos para reconstruir as áreas atingidas dependem da apresentação de um plano de trabalho no prazo de 90 dias da ocorrência do desastre.

Para ações de socorro imediato, como assistência a vítimas, aquisição de cestas básicas e aluguel social para desabrigados, as prefeituras precisam apenas do reconhecimento da emergência. A transferência é feita pelo Cartão de Pagamento de Defesa Civil (CPDC).

Controle
A Controladoria Geral da União (CGU) diz que tem acompanhado a execução dos gastos referentes aos repasses federais para as cidades em emergência ou calamidade. Em nota, a CGU informa que faz relatórios de diagnóstico situacional e de fiscalização, monitora as verbas do CPDC e orienta estados e municípios, elaborando manuais e participando de fóruns.

Segundo a CGU, de 2008 a 2010 foram fiscalizados recursos na ordem de R$ 1,8 bilhão, quantia que foi repassada para subsidiar ações de reconstrução.

“Buscou-se avaliar a confiabilidade das informações relacionadas à localização e aos danos provocados por desastres naturais sofridos pelos municípios, e a regularidade da execução das obras, bem como se as mesmas atingiram os benefícios esperados”, diz a CGU, em nota.

De acordo com o órgão, diversos problemas foram verificados. “As principais irregularidades identificadas foram falhas nos relatórios de avaliação de danos, conclusão de obras extrapolando o prazo de 180 dias ou ultrapassando o prazo estipulado para dispensa de licitação, falhas/impropriedades relativas à especificação das obras, como a inexecução de itens, superestimativa de quantitativos e obras em desacordo com as especificações técnicas, falhas/impropriedades relativas à medição, como o pagamento por serviços não executados, medição de quantidades maiores que as executadas, bem como o superfaturamento de alguns serviços.”

NÚMERO DE DECRETOS RECONHECIDOS NO BRASIL, POR ANO:

2013   –   3.747
2012   –   2.776
2011   –   1.282
2010   –   2.765
2009   –   1.292
2008   –   1.502
2007   –   1.615
2006   –      991
2005   –   1.711
2004   –   1.760
2003   –   1.325

Moradores de Equador, RN, precisam enfrentar filas para conseguir água (Foto: Anderson Barbosa/G1)Moradores de Equador, RN, enfrentam filas para conseguir água (Foto: Anderson Barbosa/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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