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BMW i3 lidera avanço dos elétricos e híbridos no Salão de Frankfurt

BMW i3 (Foto: Divulgação/Newspress)BMW i3 ‘desfila’ em passarela no estande da marca no Salão de Frankfurt (Foto: Divulgação/Newspress)

Além da ascensão dos crossovers, o Salão de Frankfurt também marca o lançamento oficial de importantes modelos elétricos e híbridos, aqueles que combinam motor elétrico e a combustão.

O “líder” do movimento é o compacto i3, primeiro elétrico de série da BMW e primeiro modelo da marca exclusivamente concebido para ser movido com essa fonte de energia.

BMW i3 (Foto: Divulgação/Newspress)Com painel suspenso, espaço é livre
entre os pés do motorista e do carona
(Foto: Divulgação/Newspress)

Previsto para começar a ser vendido na Europa no final do ano, o compacto tem chances de chegar ao Brasil já no final de 2014, conforme a BMW informou em julho passado.

Numa breve “carona” no i3, foi possível notar que há soluções alternativas de espaço interno – como o painel “suspenso”, que mantém um vão livre entre as pernas dos ocupantes da frente – interior nada convencional, com o painel de instrumentos dominando a porção central, e extremo silêncio.

O único ponto polêmico é a porta traseira do tipo suicida, que só pode ser aberta quando a do passageiro da frente também se abre.

BMW i8 Hybrid (Foto: Johannes Eisele/AFP)BMW i8 Hybrid (Foto: Johannes Eisele/AFP)

‘Verdes’ e superpotentes
A marca também destacou o i8, híbrido de potência combinada de 367 cavalos e 44,2 kgfm de torque. Segundo a BMW, o cupê alia esportividade a baixo consumo: 0 a 100 km/h em apenas 4,4 segundos e média de até 39 km/l.

Até o grandalhão X5 quer ser menos “beberrão”: com o conceito eDrive promete consumo médio de 26,3 km/l.

Outro esportivo de Frankfurt que consegue ser compatível com o meio ambiente é o 918 Spyder. Com incríveis 887 cv e 93,5 kgfm de torque, o modelo mais moderno produzido pela Porsche (segundo ela própria) é capaz de alcançar os 100 km/h em apenas 2,8 segundos, e ao mesmo tempo registrar um consumo de 33 km/l.

Anfitriãs ligadas na tomada
A BMW não foi a única anfitriã a mostrar carros elétricos ou híbridos. Ao lado do GLA, uma das principais estrelas do salão e da Mercedes, o Classe B Electric Drive e o S500 Plug-In Hybrid chamavam atenção por suas propostas ambientalmente elogiáveis.

Desenvolvido em parceria com a norte-americana Tesla, o monovolume estreia primeiro nos EUA, no próximo mês, prometendo autonomia de 200 km e “preço competitivo”, como definiu Thomas Weber, vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento da marca.

Mercedes-Benz S500 Hybrid (Foto: Ralph Orlowski/AP)Mercedes-Benz S500 Hybrid tem motor
3.0 V6 turbo associado a propulsor elétrico
(Foto: Ralph Orlowski/AP)

Já o sedã S500 traz motor 3.0 V6 turbo e um propulsor elétrico para alcançar a média de 33 km/l e ser uma das referências em luxo e economia.

A Audi fez a estreia oficial o A3 e-tron, híbrido do tipo plug-in (que pode ser carregado em tomada comum) que poderá ser encomendado a partir do 1º semestre do ano que vem, na Europa. Dados da fabricante apontam consumo de até 66 km/l e autonomia do motor elétrico de até 50 km. Preço: 37 mil euros.

Se a Audi tem o A3 e-tron, a Volks “rebate” a colega com o e-Golf, baseado na mesma plataforma. Mas o modelo “verde” mais acessível da marca, no entanto, é o e-Up: por 26,9 mil euros, já à venda na Europa.

Volkswagen Up! elétrico (Foto: Michael Probst/AP)Volkswagen Up! elétrico (Foto: Michael Probst/AP)

VEJA MAIS FOTOS DO SALÃO DE FRANKFURT 2013:

Fonte G1

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Publicado por em 21 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Fórmula 1 pode ganhar alternativa com carros elétricos carregados sem fio

Carro de Fórmula E foi apresentado recentemente em Berlim (Foto: AP/BBC)Carro de Fórmula E foi apresentado
recentemente em Berlim (Foto: AP/BBC)

A Fórmula 1 deve ganhar em breve uma alternativa com carros elétricos abastecidos por sistemas sem fio e tecnologia de realidade aumentada. A FIA, órgão que controla o automobilismo mundial, pretende lançar o campeonato da chamada Fórmula E no ano que vem.

A organização diz que a intenção do campeonato será garantir o entretenimento do público e também promover a tecnologia dos veículos elétricos.

A categoria já vem realizando testes com seus carros, com o brasileiro Lucas di Grassi como piloto. Outro piloto brasileiro, Gil de Ferran, foi apontado como ‘embaixador’ da categoria.

Analistas avaliam que a competição poderá ajudar a melhorar a percepção do público em relação aos carros elétricos, mas a tecnologia ainda precisa passar por uma grande evolução para se tornar disseminada.

A própria FIA reconheceu que a mudança não ocorrerá do dia para a noite. “Faremos com que as pessoas fiquem mais propensas a comprar um carro elétrico, mas isso levará tempo – cinco ou dez anos”, afirmou à BBC o presidente-executivo da Fórmula E, Alejandro Agag.

A FIA prevê começar a Fórmula E em setembro de 2014, em Londres, com corridas em outras nove cidades, incluindo Pequim e Los Angeles. Dez equipes, cada uma com dois pilotos, competirão entre si em corridas de uma hora.

Agag diz acreditar que as competições poderão ter um apelo para uma audiência mais jovem do que a audiência tipicamente atraída pela Fórmula 1 e que os próprios fãs poderão se tornar proprietários de carros elétricos no futuro.

Qualcomm será principal patrocinadora da categoria e fornecedora de tecnologia (Foto: Qualcomm/BBC)Qualcomm será principal patrocinadora da categoria
e fornecedora de tecnologia (Foto: Qualcomm/BBC)

Patrocínio
A FIA anunciou nesta semana um acordo de patrocínio com a fabricante de chips para smartphones Qualcomm, que fornecerá, além de um valor não revelado, a tecnologia de reabastecimento e de realidade aumentada para a nova categoria.

Entre os produtos que a Qualcomm pretende oferecer está uma tecnologia de reabastecimento sem fio, chamada Halo. A tecnologia, desenvolvida pelo laboratório da empresa em Londres, cria um campo eletromagnético usando uma plataforma de cobre enterrada no chão.

Esse campo pode ser captado por uma bobina instalada no veículo, que o converte em eletricidade para carregar uma bateria.

‘Carregamento dinâmico’
A equipe britânica de Formula E Drayson Racing Technologies já testou uma versão customizada do Halo como forma de carregar seus veículos quando eles estão parados.

Porém a intenção é usar a tecnologia para recarregar somente o carro de segurança das competições no primeiro ano, para depois estendê-la para os demais carros no segundo ou terceiro ano.

Com o tempo, segundo a Qualcomm, várias plataformas poderiam ser instaladas nos locais de competição para permitir o ‘carregamento dinâmico’, ou seja, a habilidade de reabastecer os carros em movimento, ajudando-os a completar a corrida no menor tempo possível.

O brasileiro Lucas di Grassi, que já passou pela Fórmula 1, é o piloto de testes da Fórmula E (Foto: FIA/BBC)O brasileiro Lucas di Grassi, que já passou pela
Fórmula 1, é o piloto de testes da Fórmula E
(Foto: FIA/BBC)

A Coreia do Sul já lançou algo semelhante, usando uma tecnologia local semelhante para recarregar ônibus elétricos em determinadas rotas.

Porém esses esquemas são caros, e a FIA reconhece que a competição terá que se mostrar popular para levantar os recursos necessários para pagar pela instalação dos sistemas de recarregamento.

A Qualcomm também pretende ajudar a desenvolver sistemas telemétricos usados nas corridas. “Pressão dos pneus, motores, combustível, fluido de freio, velocidade, torque – todo tipo de coisas pode ser monitorado a cada nanossegundo”, explica Anand Chandrasekher, diretor de marketing da empresa.

Segundo ele, as informações também poderão ser vistas pelo público por meio de um software de realidade aumentada, permitindo aos espectadores observar o carro de sua preferência mesmo que edifícios ou objetos obstruam sua visão simplesmente colocando seus smartphones ou tablets para tornar o veículo visível.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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