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Campus Party terá 1º caixa eletrônico de bitcoin da América do Sul

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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Exército Eletrônico Sírio ataca conta do Skype no Twitter

O Exército Eletrônico Sírio (SEA, na sigla em inglês), uma organização de hackers, atacou na quarta-feira (1) as contas no Twitter da rede social Skype para acusar a Microsoft de espionar os usuários.

“Não usem os e-mails da Microsoft (hotmail, outlook). Estão monitorando as suas contas e vendendo dados aos governos. Em breve mais detalhes. #SEA”, afirmavam durante alguns minutos as contas do Skype no Twitter.

A mensagem permaneceu no ar por pouco menos de duas horas. A Microsoft não comentou o incidente.

O SEA é respaldado pelo governo da Síria, em Damasco.

Em uma mensagem em sua conta no Twitter, o SEA escreveu: “Você pode agradecer a Microsoft por espionar as suas contas e e-mails”. Em seguida mostrava informações de contato do diretor executivo da Microsoft, Steve Ballmer.

O grupo já atacou as contas do jornal New York Times, da AFP e de outros meios de comunicação.

Os últimos ataques do SEA foram vinculados às revelações sobre o programa de vigilância PRISM da Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos, divulgadas pelo ex-analista de inteligência Edward Snowden. O PRISM foi concebido para fornecer à NSA e ao FBI um acesso fácil aos sistemas de nove grandes empresas de internet do mundo, incluindo Google, Facebook, Microsoft, Apple, Yahoo e Skype.

Ao que parece, o programa permitiu à NSA de espionar mensagens de áudio e vídeo por meio de “backdoors”. O Skype negou a existência de tal acesso.

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Publicado por em 4 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Pais preferem brinquedo ‘antigo’ a eletrônico para presentear crianças

Se depender dos pais, as crianças que querem tablets e jogos eletrônicos poderão acabar ganhando de presente no Dia das Crianças bonecas e carrinhos. Os brinquedos tradicionais e educativos tem recebido tanta atenção dos pais quantos os eletrônicos, segundo pesquisa do Mercado Livre.

Dos 2 mil consumidores entrevistados pela plataforma, 35,6% disseram que preferem comprar brinquedos tradicionais e educativos, enquanto 35,5% afirmaram que pensam em presentear seus filhos com eletrônicos.

Fazem parte do grupo dos tradicionais bonecas, carrinhos, kits de pintura, jogos de tabuleiro. O grupo dos analógicos caiu no gosto dos pais e bateu os eletrônicos, que, segundo o Mercado Livre, vinham sendo os queridinhos para presente em datas como o Dia dos Pais, das Mães e dos Namorados.

Do grupo dos brinquedos conectados, os pais disseram que os preferidos são os smartphones, tablets e videogames. Players de MP3 e de MP4, TVs e notebooks correm por fora. A maioria dos pais (60%) disse pretender gastar entre R$ 50 e R$ 200.

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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Como funciona um caixa eletrônico

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HÁ EU SABIA! Sabia que era impossível construir uma máquina que conta dinheiro, VOCÊS NÃO ME ENGANAM!

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Uso de eletrônico em pouso e decolagem de voos pode ser liberado nos EUA

Comissão Federal de Comunicações enviou carta à Administração de Aviação Federal pedindo mudanças nas regras

11 de dezembro de 2012 – 09h18

Passageiros de aviões não são os únicos afetados pelas restrições sobre o uso de dispositivos eletrônicos portáteis durante a decolagem e a aterrissagem.

Julius Genachowski, presidente da Comissão Federal de Comunicações dos EUA, escreveu uma carta pedindo à Administração de Aviação Federal (órgão que controla o setor no país) para alterar suas regras. A FAA (sigla em inglês) está revendo sua política de longa data contra o uso de eletrônicos durante a decolagem e a aterrissagem, e Genachowski disse apoiar esse processo.

“Esta revisão vem em um momento de inovação tremenda, já que os dispositivos móveis estão cada vez mais entrelaçados com nossas vidas diárias”, escreveu Genachowski, segundo o The New York Times.”Eles capacitam as pessoas a ficarem informadas e se conectar com amigos e família, e permitem que grandes e pequenas empresas sejam mais produtivas e eficientes, ajudando a impulsionar o crescimento econômico e aumentar a competitividade nos EUA”.

A FAA anteriormente já havia estudado a possível interferência eletromagnética causada por eletrônicos portáteis em 2006. Embora o estudo não tenha encontrado nenhuma evidência de perigo durante a decolagem e pouso, a agência errou sobre a cautela, dizendo que também não conseguiu encontrar provas suficientes para mudar sua política. (É importante notar, porém, que os pilotos da American Airlines estão autorizados a usar iPads em vez de manuais impressos de voo.)

Segundo as regras atuais, as companhias aéreas podem permitir que determinados dispositivos eletrônicos sejam utilizados em todos os momentos, mas apenas se puderem provar que não há perigo. Para isso, devem enviar cada dispositivo para o ar sem passageiros a bordo. É um processo caro, mesmo para um só aparelho, ainda mais levando em conta as centenas de tablets, laptops e e-readers que chegam ao mercado a cada ano.

Em agosto, a FAA anunciou que está revendo suas políticas para todos os eletrônicos portáteis, exceto celulares. O plano é formar um grupo de trabalho com partes do governo e da indústria, e, finalmente, definir novas regras sobre o uso de aparelhos aprovados durante todas as fases do voo.

Isso soa como uma grande notícia para os viajantes, mas este é o governo, então não espere uma mudança rápida na política. A FAA não forneceu quaisquer atualizações sobre seus planos nos últimos três meses, apesar das expectativas de que estabeleceria formalmente um grupo de trabalho no meio desse ano. Uma vez que o grupo é formado, ele ainda leva seis meses para passar por cima das regras, e provavelmente ainda mais tempo para implementar as alterações.

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Publicado por em 21 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Fabricantes questionam portaria que regulamenta ponto eletrônico

Audiência pública realizada em Brasília dividiu representantes da indústria, patrões e empregados

10 de dezembro de 2012 – 19h07

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado debateu hoje (10/12) a portaria do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) que regulamenta o uso do ponto eletrônico e que impõe, entre outras exigências, a impressão do registro feito pelo trabalhador. Durante a audiência pública, o tema dividiu representantes do governo, fabricantes do equipamento, associações de empregadores e de trabalhadores, juízes e procuradores do Trabalho.

Na comissão, discutiu-se a possibilidade de aprovação do Projeto de Decreto Legislativo (PDS) 593, de 2010, que susta os efeitos da Portaria 1.510/2009 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A justificativa para a criação do decreto é que a portaria é um “excesso regulatório”, sobre tema já contemplado na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Segundo o representante do MTE, o auditor fiscal do Trabalho Edgar Moreira Brandão, que representou o ministro do Trabalho e Emprego, Brizola Neto, a portaria tem o objetivo de dar segurança a trabalhadores e a empregadores, por meio do acesso á informação e da transparência. A norma também disciplina o uso obrigatório do Registro Eletrônico de Ponto (REP) e determina os requisitos básicos dos aparelhos usados para esse fim.

Brandão não descartou a possibilidade de aperfeiçoamento do sistema e explicou que o tema é regulamentado não só pela Portaria 1.510, mas também por outras normas aprovadas posteriormente, para corrigir itens não contemplados – como questões técnicas, avaliadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

O assessor técnico da Comissão de Trabalho da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Bernardo Rocha, informou que o sistema de ponto eletrônico não atende as necessidades ou peculiaridades do trabalho no campo – como a mobilidade do trabalhador, que nem sempre comparece á sede da propriedade para bater ponto.

Segundo ele, entre janeiro e outubro deste ano, foram criados mais de 118 mil postos de trabalho, o que resultaria em aproximadamente 67 milhões de comprovantes de ponto nesse período, volume que dificultaria o controle por parte do setor patronal.

A representante dos comerciantes das máquinas de ponto, Luciane Fontes, informou que a categoria apoia a invalidação da Portaria 1.510 com o argumento de que a regulamentação permite falhas que prejudicam o empregador.

O presidente da Associação Brasileira das Empresas Fabricantes de Equipamentos de Registro Eletrônico de Ponto (Abrep), Raul Gottlieb, representando 29 empresas (80% do total), explicou que o fato de a portaria do MTE determinar que o sistema de ponto não pode ser inviolável, não significa que os aparelhos não podem ter falhas.

“Ser inviolável significa deixar rastro, caso haja violação. O que não é o mesmo de dizer que não pode ser violado de forma alguma. A experiência de mercado mostra que nenhum aparelho eletrônico é á prova de falhas”, informou Gottlieb, ao defender o atual sistema de ponto.

A representante da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), a juíza do Trabalho Valdete Severo, informou que a associação é contrária á anulação da portaria do MTE. Segundo ela, o argumento do patronato de que o sistema de registro de ponto leva ao ônus do empregador é “uma falácia” e que o método traz mais transparência e segurança aos trabalhadores.

O auditor fiscal do Trabalho, Luiz Antônio Medeiros de Araújo, em nome do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), informou que o sistema permite o acesso à informação e garante a segurança jurídica em casos de questões trabalhistas. Segundo ele, em 2012, já foram viabilizadas mais de 12 mil autuações pelo sistema de ponto eletrônico, o que, para ele, é reflexo do uso do instrumento para regular a jornada de trabalho.

Esse posicionamento foi apoiado pelo representante da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), Joaquim Rodrigues, para quem o sistema serve como prova documental tanto para fins de cálculo de jornada de trabalho, como o pagamento de hora extra.
O representante da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Francisco Canindé, disse que o sistema de ponto eletrônico deve contemplar o direito de informação por parte do trabalhador por meio de ferramentas mais modernas, como, por exemplo, telefones celulares.

Canindé informou que, para isso, não é necessária a invalidação da portaria do MTE, mas uma alteração. Segundo o representante da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Francisco Calasans, o setor patronal se mobilizou no sentido de não permitir a plena eficácia da portaria do MTE. Calasans pediu que o empresariado tivesse mais responsabilidade social.

*Com informações da Agência Brasil

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Publicado por em 25 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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PEC do comércio eletrônico é bem-vinda se não gerar entraves

FecomercioSP teme que proposta acarrete em mais burocracia para o setor e gastos extras.

A recente aprovação no Senado da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 103/2011, que reparte entre os estados de origem e destino o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente nas vendas não presenciais, ainda gera dúvidas no setor.

Para a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o atual cenário de dupla tributação nas relações comerciais entre estados, por meio do Protocolo 21, é prejudicial para empresas e consumidores.

A entidade acredita ainda que as mudanças previstas pela PEC 103/2011, que segue para Câmara e está prestes a ser votada, podem ser benéficas, “uma vez que resolvem, em parte, a problemática em torno do Protocolo em questão, mas desde que sua regulamentação facilite os processos de recolhimento de impostos”, afirma.

“A PEC do comércio eletrônico não pode acarretar em mais burocracia para o setor”, opina Pedro Guasti, presidente do Conselho de Interação e Comércio Eletrônico da FecomercioSP. “Essa é uma das nossas preocupações em torno da medida para que não gere mais custos e demora na entrega do produto para o consumidor”, acrescenta.

Especial - IT Leaders 2011

O ITBOARD materializa a nova plataforma de conversas do Século XXI. Concentra o diálogo sobre tecnologia e inovação movido a tweets de quem está imerso nesses assuntos. ENTRE NA CONVERSA

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Publicado por em 13 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Adoção do prontuário eletrônico no Brasil ainda é baixa

Estima-se que apenas 5% dos hospitais no País contam com o sistema eletrônico. Sociedade Brasileira de Informática em Saúde cobra do governo incentivo para mudar o quadro.

A discussão sobre o uso de prontuário eletrônico na saúde não é recente, mas seu efetivo uso não decolou no setor. O presidente da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBID), Cláudio Giuliano Alves da Costa, afirma que não há números oficiais sobre a utilização em solo nacional, mas estimativas da entidade indicam que, hoje, de 20% a 25% dos hospitais brasileiros possuem algum tipo de sistema de informação. Destes, menos de 5% contam com prontuário digital.

“Estamos muito atrás no uso de TI no segmento de saúde em comparação com Dinamarca e Noruega, por exemplo, onde 100% dos médicos utilizam o sistema”, assinala Costa, que também é CIO da Bionexo, centro de uma comunidade formada por mais de 30 mil agentes do segmento hospitalar.

Para ele, algumas barreiras impedem a massificação do prontuário eletrônico. “A adoção de tecnologia da informação em saúde sofreu atraso e o investimento no projeto é outro ponto de atenção. Faltava também uma legislação para definir regras de utilização que incluíssem segurança e privacidade, mas esse é um desafio recém-superado”, lista. A mais importante, na visão de Costa, é a falta de investimento governamental para migrar o prontuário do mundo físico para o digital.

A saída para mudar esse quadro, diz, é o governo estruturar um projeto nacional. “Muitos países que conquistaram nível elevado de uso foram impulsionados pela iniciativa pública”, analisa. De acordo com ele, o fator cultural ainda não foi superado e o apego pelo papel ainda prevalece.

A criação da Cartilha sobre Prontuário Eletrônico e a Certificação de Sistemas de Registro Eletrônico de Saúde pelo Conselho Federal de Medicina e a SBIS, em 2003, contribuiu para esclarecer dúvidas das instituições do segmento e contribuir para a ampliação do sistema digital. Mas ainda há muito a ser realizado.

Costa aponta que alguns benefícios têm atraído a atenção do setor para a adoção de prontuário eletrônico. “Há possibilidades claras de melhorar a eficiência operacional, reduzir o erro médico, já que o profissional terá acesso a mais informações sobre o paciente, e eliminação de custos no segmento”, detalha. É possível ainda registrar dados mais precisos sobre o paciente. “O papel aceita tudo, o meio eletrônico não”, sentencia.

Também se tem discutido o uso de cloud computing para poder eliminar os custos com infraestrutura, mas o presidente indica que os receios sobre segurança ainda prevalecem.

Na opinião de Costa, o primeiro passo para que uma instituição migre para o prontuário eletrônico é o planejamento. “Essa é palavra-chave. É preciso saber os benefícios do sistema e construir uma visão de longo prazo”, ensina. Outra dica valiosa, recomenda, é investir em treinamento do corpo médico, mas o sistema também deve ter uma boa usabilidade. “Hoje, a maioria das tecnologias é difícil de entender”, comenta.

Vantagens do sistema digital

A Clínica Paranaense de Assistência Médica – Clinipam, operadora de planos de saúde, está na contramão da estatística e é uma das que implementaram o prontuário eletrônico em duas das nove unidades em Curitiba, onde atua. Até o final do ano, segundo Alessandro Neri, gerente de TI da instituição, todas elas receberão o sistema. “A informação estava fragmentada e no papel. Queríamos possibilitar o acesso ao prontuário de maneira centralizada, permitindo visualização das informações de forma única em qualquer unidade da rede”, explica.

A Clinipam desenvolveu internamente um sistema eletrônico que compartilhasse informações dos beneficiários e conseguisse armazenar os dados clínicos para reduzir os custos, diminuir o uso de papel, aumentar a segurança da informação e facilitar a visualização da informação entre o corpo clínico. O sistema registra as mais de 50 mil consultas mensais realizadas pela clínica.

O projeto teve início em novembro de 2011 e deverá ser finalizado em dezembro deste ano. Hoje, cerca de 70 médicos acessam as informações do prontuário eletrônico, mas o número deve saltar para 250 até o final de 2012, contabiliza.

“Já registramos ganhos no acesso a informação, eliminação da papelada e confiabilidade dos dados”, lista Neri. “O paciente que vai até uma unidade pode ir para outra e o médico poderá dar continuidade ao tratamento com tranquilidade e agilidade”, aponta.

Iniciativa do Distrito Federal

O Distrito Federal também tem apostado as fichas no prontuário eletrônico. São 12 hospitais, mais de 30 centros de saúde e cerca de 20 laboratórios que já contam com o sistema. O projeto começou em 2007 e o Hospital Regional do Gama foi o primeiro a receber a tecnologia da Intersystems.

“Ao final de 2012, toda a rede pública do Distrito Federal deverá migrar do papel para o eletrônico”, adianta Ruy Demes, diretor de produção da Subsecretaria de Tecnologia e Informação de Saúde do Distrito Federal.

O sistema realiza um registro único do paciente. “Isso facilita o atendimento, porque o médico tem todo o histórico. Agilidade no acesso à informação médica faz a diferença no atendimento”, afirma Demes. Atualmente, cerca de 2,5 milhões de pessoas têm seu histórico médico registrado no sistema, incluindo consultas, diagnósticos e exames realizados nos estabelecimentos da rede de saúde.

Demes cita ainda como benefício o conforto para o paciente que não precisa buscar exames nos estabelecimentos. “Ele recebe uma senha e verifica o resultado por meio do portal”, assinala.

Segundo ele, a eliminação da papelada tem possibilitado economia para o setor de saúde pública do Distrito Federal, resultando em mais investimentos para a população. “Quando os exames são registrados apenas no formato físico, muitas pessoas perdem os resultados e têm de refazê-los, gerando alto custo para todo o sistema. Com o armazenamento eletrônico eliminamos 50% dos gastos com exames.”

A economia de medicamentos, prossegue, ultrapassa a casa dos 50% em toda a rede porque com a prescrição eletrônica o medicamento só é liberado em função da receita. “Quando informatizamos o agendamento de consultas no Hospital de Base de Brasília, o maior da rede, conseguimos, por exemplo, ampliar em 30% o número de consultas”, enumera.

Dames aponta que está nos planos do Distrito Federal realizar análises mais profundas sobre a base de dados para desenvolver ações preventivas e de qualidade de vida. “Vários setores passam a ter acesso às informações para se antecipar a eventos e melhorar a saúde da população”, finaliza.

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Publicado por em 19 de agosto de 2012 em Tecnologia

 

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Processo Judicial Eletrônico chega a Arujá, em São Paulo

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Poder Judiciário da cidade será totalmente digitalizado, permitindo o acesso a processos por meio da internet.

24 de fevereiro de 2012 – 15h11

A partir de segunda-feira (27/2), o Poder Judiciário da cidade de Arujá, em São Paulo, passará a ser totalmente digital e equipado com o Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho (PJe-JT). O sistema vai unificar o Poder Judiciário, substituir os diversos sistemas existentes, além de agilizar a prestação de serviços.

Como a tramitação de ações será totalmente eletrônica, será possível ainda eliminar toda a papelada. Cesar Rodrigo Vandoni, diretor do serviço de administração de recursos da secretaria de tecnologia da informação do TRT, afirma que a expectativa é reduzir cerca de 500 folhas de papel em cada processo.“As partes [autor e réu] não precisarão se deslocar até a unidade judiciária para acessar os processos. Tudo poderá ser feito pela internet”, explica o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), ministro João Oreste Dalazen.

De acordo com Dalazen, entre outros procedimentos, os advogados poderão peticionar ou anexar documentos no sistema sem sair de casa, o que resulta, segundo Dalazen, em uma Justiça aberta 24 horas aos interessados.

Para utilizar o sistema em Arujá, juízes, servidores e advogados deverão adquirir a certificação digital, que permite a assinatura eletrônica dos documentos, garantindo segurança ao processo.

Nos últimos dois meses, Navegantes (SC), Caucaia (CE) e Várzea Grande (MT) já foram informatizados e estão com o sistema funcionando, informa o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região.

De acordo com Vandoni, em Navegantes, por exemplo, o processos eletrônico vem sendo utilizado desde dezembro de 2012 e já possibilitou melhorias. Como exemplo, ele cita um advogado que deu entrada em um processo e o juiz o notificou eletronicamente que era preciso apresentar esclarecimentos sobre os documentos apresentados. Em horas, o advogado resolveu a questão. “Se fosse manual, a notificação teria de ser enviada por correio e o processo consumiria cerca de uma semana”, compara.

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Publicado por em 10 de março de 2012 em Tecnologia

 

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