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‘Língua eletrônica’ criada na Espanha distingue sabor das cervejas

A 'língua eletrônica', estes 21 canudos amarrados juntos, reconhece tipos diferentes de cerveja (Foto: Divulgação/Manel del Valle)A ‘língua eletrônica’, estes 21 canudos amarrados
juntos, reconhece tipos diferentes de cerveja
(Foto: Divulgação/Manel del Valle)

Cientistas espanhóis criaram uma “língua eletrônica”, capaz de distinguir o sabor de diferentes variedades de cerveja, na primeira etapa para a criação de um robô dotado dessa capacidade.

O protótipo, apresentado na revista científica especializada “Food Chemistry”, tem uma precisão de 82%.

Baseado no funcionamento da língua humana e das papilas ultrassensíveis, o “conceito da língua eletrônica consiste em utilizar uma paleta de sensores genéricos que reage a uma série de componentes químicos determinados”, resumiu em um comunicado Manel del Valle, químico da Universidade Autônoma de Barcelona.

A língua espanhola é integrada por 21 eletrodos iônicos, que reagem a diferentes substâncias, como amônia, sódio, nitratos ou cloretos.

O espectro de sinais que a língua artificial gera foi sendo graduado de acordo com os diferentes tipos de cerveja “degustadas”.

Graças a uma análise de computador e a um processo automático “de aprendizado supervisionado”, o dispositivo ‘nos permitiu diferenciar as principais categorias de cerveja estudadas: schwarzbier (cerveja preta), lager, doble malta, pils, alsaciana e sem álcool, com uma taxa de sucesso de 81,9%”, assegurou del Valle.

O órgão artificial, no entanto, foi incapaz de reconhecer bebidas das quais de desconhece a “assinatura” química (como a mistura de cerveja e refrigerante ou outras bebidas), prova de sua confiabilidade, segundo especialistas.

“Estas ferramentas poderiam dotar os robôs do sentido de paladar” e poderiam, inclusive, chegar a “substituir os degustadores na indústria alimentícia para melhorar a qualidade e a regularidade dos produtos destinados ao consumo”, reforçaram os cientistas no estudo.

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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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IGB Eletrônica suspende por 60 dias a abertura de capital da Gradiente

A IGB Eletrônica, dona da Gradiente, suspendeu por dois meses a abertura de capital da holding HAG, holding de acionistas da Gradiente, segundo comunicado enviado nesta terça-feira (27).

O texto é assinado pelo presidente do conselho de administração e da diretoria da IGB, Eugênio Staub.

“Para conduzirmos o processo corretamente e evitarmos um possível indeferimento, decidimos requerer a suspensão por 60 dias úteis, permitidos pela própria Comissão de Valores Mobiliários com a firme intenção de elaborar toda a documentação e reapresentar o projeto em prezo inferior ao solicitado”, diz o comunicado.

O pedido de abertura de capital da companhia foi feito há um ano, mas desde então a CVM fez “sucessivos pedidos de informações e correções no formulário original”, afirma a companhia. O último deles “solicitou no prazo de 10 dias que atendesse 28 quesitos, alguns deles novos que não haviam sido solicitados anteriormente”.

“Há momentos em que é necessário dar um passo atrás para andar em frente”, diz a empresa no fim do comunicado.

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Publicado por em 28 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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OAB ameaça ir à Justiça contra identificação eletrônica de carros

Para entidade, projeto do Contran previsto para entrar em vigor em janeiro de 2013, é inconstitucional, pois invade a privacidade dos motoristas.

A implantação do Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos (Siniav), prevista para janeiro do ano que vem, divide opiniões entre especialistas no setor. Para alguns, a instalação de um dispositivo eletrônico em toda a frota rodoviária em circulação no País representa invasão de privacidade. Para outros, o rastreamento, que inclui informações sobre o deslocamento dos carros em tempo real, aumenta a segurança e facilita o ordenamento do tráfego de pessoas e de cargas no território brasileiro.

Entre os contrários à medida está a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que pretende ajuizar ação direta de inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal para contestar a instituição do sistema. Segundo o relator da matéria no Conselho Federal da OAB, Carlos Roberto Siqueira Castro, conhecer a exata localização do veículo de uma pessoa fere o direito constitucional à garantia de privacidade dos cidadãos.

Já o professor de direito constitucional da Universidade Católica de Pernambuco Marcelo Labanca sustenta que o controle, da maneira como está sendo proposto, não é excessivo, nem invade a esfera da privacidade.

“A medida não viola o direito de privacidade do cidadão. Isso ocorreria se os chips fossem implantados nas pessoas para monitorá-las. Se o carro A ou B está em um local, isso não significa que a pessoa X ou Y esteja lá também. Os veículos devem ser monitorados, pois não há privacidade para o cidadão usar o carro como queira. É necessário haver controle do trânsito e de seus veículos por parte do Estado”, diz Labanca.

O professor alerta, no entanto, que deve haver confidencialidade dos dados. As informações que ficarão armazenadas no dispositivo são: número de série do chip de RFID, identificação da placa, categoria, espécie e tipo do veículo. “O que não pode é o Estado usar esses dados para divulgação individual a terceiros. Os dados devem ser preservados para utilização nos fins propostos.”

De acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Informação, que financiou o desenvolvimento do sistema juntamente com o Ministério das Cidades, a tecnologia usada prevê a confidencialidade dos dados relacionados aos proprietários dos veículos. Além disso, o protocolo de segurança de todas as informações contidas no sistema é baseado em chaves de proteção extremamente modernas.

O Ministério das Cidades reforçou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o protocolo de comunicação adotado é “padrão, sigiloso e seguro e de propriedade da União”. As informações serão fornecidas às entidades licenciadas somente mediante assinatura de termo de confidencialidade.

*Com informações da Agência Brasil

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Publicado por em 13 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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Ataques no Brasil chegam a serviços de nota fiscal eletrônica

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Depois dos bancos, ciberativistas derrubaram nesta semana redes das Secretarias de Fazenda do estado de São Paulo e da Bahia.

10 de fevereiro de 2012 – 07h30

Um novo tipo de ameaça começa a desafiar a segurança das redes corporativas e a exigir respostas rápidas da TI. São as realizadas em massa por grupos de ciberativistas em movimentos de protestos que têm mais objetivos políticos e ideológicos que financeiros. Eles atacaram recentemente sites de bancos brasileiros e nesta semana derrubaram serviços do governo que processam a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). Ficaram foram do ar webservices de pelo menos  duas Secretarias de Fazenda. Reportaram que ficaram foram do ar os estados de São Paulo e Bahia, que infomam que não houve perda de dados.

Os dois órgãos ficaram com servidores indisponíveis e as empresas que emitem a NF-e foram direcionadas para a rota alternativa, que é o Sistema de Contingência Nacional (Scan), gerenciado pela Receita Federal. O ataque aconteceu na tarde de terça-feira (07/02) com a técnica de DDoS, chamada de Negação de Serviço Distribuída, que adota redes bots para sobrecarregar os sites, que não conseguem dar conta da demanda e acabam saindo do ar. O problema se estendeu pela quarta-feira e regularizado no final do dia.

Roberto Dias Duarte, professor da Escola de Negócios Contábeis, e especialista no sistema brasileiro da NF-e, explica que, em caso de falha ou manutenção dos servidores das Sefaz, as empresas são avisadas para que possam transferir o processamento para o Scan. Segundo ele, o processamento não chega a ser interrompido e há a opção de as companhias fazerem a impressão no papel em situações de emergência.

Titus Theiss, responsável pela TI da indústria alemã Heller, contribuinte de SP informa que por volta das 19 horas de terça-feira, o servidor do sistema empresarial (ERP), que fica na matriz, não conseguiu mais comunicação nem com o Scan, pois foi bloqueado.

Havia um comunicado da Sefaz-SP no site informando para que as empresas que estivessem sem comunicação cadastrar o endereço do IP. “Devido ao fuso horário, eu consegui o nosso endereço IP de saída só na manhã no dia seguinte”, conta. A Heller solicitou a liberação às 7h15 da quarta-feira e obteve a autorização duas horas mais tarde.

Outras multinacionais que, têm filiais no estado de São Paulo e processam os ERPs no exterior, tiveram o link internacional bloqueado, como foi o caso da fabricante de equipamentos para construção britânica JCB Brasil, a indústria alemã ZF e a norte-americana Grace.

Todas precisaram informar o endereço IP de seus servidores, o que segundo os executivos de TI, não foi tarefa simples por ter sido necessário acionar as matrizes e driblar as janelas do fuso horário. Fabio Kruse, gerente de TI da JCB diz que a situação mobilizou o departamento para descobrir se bloqueio ao servidor do ERP era alguma falha interna. Segundo ele, a Sefaz-SP levou tempo para comunicar aos contribuintes por meio de aviso em seu site, exigindo cadastro dos contribuintes para desbloqueio da conexão.

Confirmação do acidente

Na Bahia, a equipe de TI da Sefaz local estava reunida ontem à tarde analisando a retirada do ar de seus servidores da NF-e por dois dias. O órgão confirmou por meio de sua assessoria de imprensa que foi atacada por grupos ativistas e está investigando o caso.

Desde terça-feira mensagens nos Twitters davam conta de que o governo do estado baiano teve mais de 80% de seus sites retirados do ar e não apenas os servidores que processam a NF-e.

No Estado de São Paulo, a Sefaz justificou que registrou um alto volume de acessos ao seu site na última terça-feira, o que acarretou uma indisponibilidade momentânea aos seus serviços. “Os dispositivos de segurança da Diretoria de Tecnologia da Informação da Fazenda atuaram na identificação e na origem desses acessos, bloqueando as tentativas suspeitas”, informou o órgão por meio de comunicado oficial.

Segundo a Sefaz-SP, “este tipo de ataque em nenhum momento afetou a integridade dos dados da Secretaria da Fazenda. Uma análise mais detalhada sobre o caso está em andamento e os dados coletados serão encaminhados para o Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado DEIC”, explicou o fisco paulista.

Hoje o Brasil conta com mais 750 mil empresas que emitem a NF-e de diversos segmentos industriais. Não se sabe quantos desses são contribuintes da BA e SP. Nenhuma das duas secretarias divulgou impactos na atividade empresarial com a queda de seus webservices. Segundo Roberto Duarte, dificilmente as companhias ficariam sem faturar por causa de indisponibilidade de sistemas, uma vez que há o Scan.

Reforço das políticas

Fernando Nery, sócio-fundador da Módulo, empresa brasileira especializada em soluções de gestão de riscos e compliance (GRC), avalia que o ataque em massa por grupos ativistas vem para desafiar a infraestrutura das organizações. Ele observa que essa nova modalidade vai exigir respostas rápidas para reduzir o impacto nos negócios.

O executivo compara que o incidente dos serviços da NF-e é um pouco diferente da dos bancos, que sofreram ataques por meio de browser e têm mais dificuldade para filtrar endereços IP de ativistas virtuais. No caso dos webservices dos órgãos de governo, segundo ele, é mais fácil fazer o monitoramento em razão de o fisco poder bloquear a passagem de todos servidores e liberar somente os autorizados.

Foi por esse motivo que a Sefaz-SP suspendeu as conexões internacionais e passou a exigir os endereços IP para comunicação com seus sistemas. Não se sabe se o órgão foi atacado por grupos de fora do Brasil, já que adotou a regra de controlar todas as conexões externas aos seus webservices.

Porém, em ambos os casos, Nery avalia que há prejuizos intangíveis, seja de imagem e reputação das organizações. Sua recomendação para que as companhias privadas e públicas estejam menos expostas a esse tipo de ameaça é que reforcem não apenas os mecanismos de segurança, mas que tenham planos de incidentes detalhados para gerenciar crises.

Ele aconselha também que sejam feitas análises das graduações dos riscos aceitáveis de segurança e todo o negócio. “É importante ter esse tipo de estratégia para saber como dar respostas melhores aos clientes e ao mercado”, aconselha Nery.

O gerente de Engenharia de Sistemas da MacAfee do Brasil, Roberto Antunes, adverte que o Brasil se tornou centro das atenções no mundo e chama a atenção também de crackers e hackerativistas. Esses ativistas, segundo ele, estão medindo forças com as grandes empresas e os governos. Ele sugere que fornecedores de segurança e os setores privado e público criem ações conjuntas para gerar um ambiente mais seguro para uso da internet. 

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Publicado por em 4 de março de 2012 em Tecnologia

 

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