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ONU reconhece que é difícil realizar eleições na Ucrânia com violência

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A realização de eleições na Ucrânia, marcadas para o dia 25 de maio, será difícil caso se mantenha no leste do país os níveis de violência alcançados nos últimos dias, alertou nesta terça-feira (6) o porta-voz de Navi Pillay, alta comissária da ONU para os Direitos Humanos.

“Se a situação continuar sendo a mesma dos últimos dias em certas cidades, quando ocorreram vários incidentes muito violentos, com edifícios importantes incendiados e pessoas assassinadas nas ruas, obviamente é muito difícil que se realize uma eleição”, afirmou Rupert Colville.

A agência das Nações Unidas mantém uma missão com 34 observadores na Ucrânia, que registram e documentam as violações dos direitos humanos por parte das forças governamentais e dos grupos rebeldes pró-Rússia.

Os resultados das investigações serão divulgados no dia 15 de maio. A alta comissária pediu ainda que o governo ucraniano assegure que as operações militares e policiais nas regiões do leste e sudeste do país se efetuam sem o uso desproporcional da força.

“É muito importante que as próprias autoridades demonstrem um respeito absoluto ao estado de direito e protejam escrupulosamente os direitos humanos de todos, incluída a população que fala russo”, disse o porta-voz de Pillay em entrevista coletiva.

Aos grupos opositores, pediu que “parem suas ações ilegais”, concretamente “entregar as armas, detenham as pessoas que prenderam de forma arbitrária e desocupem os edifícios públicos” tomados pela força.

Além disso, a ONU pediu para as autoridades realizarem uma investigação “rápida, transparente e completa” sobre os eventos nas regiões de Odessa e Donestk, que levaram à morte de dezenas de pessoas nos últimos dias.

Particularmente, as Nações Unidas pediram para que esclareça as circunstâncias do incêndio provocado no edifício de um sindicato na cidade de Odessa na sexta-feira passada, incidente no qual se acredita que 40 pessoas morreram.

A organismo enfatizou que apenas o diálogo entre as partes em conflito, sob o comando de seus respectivos líderes, pode deter a “retórica do ódio” que tomou conta da Ucrânia e a espiral de violência “antes que se perca totalmente o controle”.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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Ucrânia diz estar pronta para negociar se Rússia apoiar eleições

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A Ucrânia está disposta a apoiar uma rodada de negociações em Genebra com o propósito de reduzir a crise política com a Rússia, com a condição de que Moscou apoie as eleições presidenciais marcadas para 25 de maio, disse o chanceler em exercício da Ucrânia, Andriy Deshchytsia, nesta terça-feira (6).

“Se a Rússia estiver pronta para se comprometer em apoiar essas eleições, eliminar essa ameaça e eliminar o apoio a elementos extremistas na Ucrânia, nós estamos prontos para uma rodada de reuniões”, disse Deshchytsia em uma coletiva de imprensa após um encontro do Conselho da Europa em Viena para discutir a crise na Ucrânia.

Deshchytsia disse que o governo poderia apoiar outra rodada de negociações em Genebra se todos as partes concordarem em implementar todos os documentos eventualmente acordados em tais reuniões. “Mas… a prioridade para a Ucrânia é conduzir as eleições presidenciais.”

O chanceler russo, Sergei Lavrov, disse mais cedo em Viena que seria “incomum” conduzir uma eleição presidencial na Ucrânia enquanto o governo mobiliza o Exército contra partes de sua própria população.

Lavrov disse que os grupos de oposição na Ucrânia teriam que participar de qualquer rodada de negociações. Deshchytsia, rejeitou a sugestão.

“Como governo legítimo da Ucrânia representamos todas as regiões do país. Caso contrário, deveríamos pedir aos russos que enviem representantes da Chechênia e Daguestão, e a UE que esteja representada por seus diferentes países”, disse o ministro.

Deshchytsia também pediu ajuda para a realização das eleições presidenciais de 25 de maio. “Pedimos a todos os sócios o envio de observadores internacionais a Ucrânia para vigiar as eleições e para fazer todo o possível para eliminar as ameaças e as provocações externas apoiadas pela Rússia na Ucrânia”, declarou .

Ao mesmo tempo, o presidente da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE), Didier Burkhalter, pediu um “cessar-fogo” na Ucrânia para a eleição presidencial.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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Mais quatro novos candidatos se apresentam para eleições na Síria

Mais quatro candidatos se registraram no Alto Tribunal Constitucional para concorrer nas eleições presidenciais na Síria, convocadas para 3 de junho, anunciou nesta terça-feira (29) o chefe do parlamento Mohammed al Laham.

Em uma sessão parlamentar transmitida pela televisão, Laham informou que Ali Mohamad Uanus, Talea Saleh Naser, Samih Mikhail Moussa e Aza Mohammed Uayih al Halaq apresentaram hoje suas candidaturas perante a corte.

Ao contrário de ocasiões anteriores, a imprensa oficial quase não divulgou dados sobre os candidatos.

Uanus nasceu em 1973 em Homs; Nasser em 1967 na idade de Kaftin, na província de Idlib; Moussa em 1963 em Batiha, na província de Quneitra; e Al Halaq em 1962 em Damasco.

Ao todo, 11 candidatos, entre eles duas mulheres, já se apresentaram às eleições.

Ontem, o presidente Bashar al Assad, no poder desde julho de 2000, oficializou sua candidatura para um terceiro mandato.

O prazo de registro se abriu em 22 de abril e vai até 1º de maio. A nova lei eleitoral, aprovada em março, permite pela primeira vez em décadas que vários candidatos concorram à presidência.

O artigo 30 da nova lei estabelece que os postulantes ter pelo menos 40 anos, possuir nacionalidade síria e serem filhos de pais sírios. Além disso, não podem ter antecedentes criminais e serem casados com um estrangeiro.

A lei estipula, além disso, que devem ter residido na Síria durante dez anos consecutivos contando a partir da data de registro como candidatos e não podem ter uma segunda nacionalidade.

Estes dois pontos dificultam que grande parte dos opositores concorra, já que estão exilados.

Os aspirantes devem de obter, além disso, o apoio de pelo menos 35 deputados da Assembleia do Povo (parlamento) e cada parlamentar só pode votar em um só candidato.

Desde ontem e até quinta-feira, os parlamentares estão votando nos candidatos que desejam apoiar, embora ainda não se tenha anunciado se conseguiram o respaldo necessário.

Enquanto isso, a Comissão Judicial Suprema Eleitoral, integrada por sete juízes, reuniu-se hoje pela primeira vez para formar os subcomitês que supervisionarão a votação nas províncias.

Segundo a agência de notícias estatal Sana, o presidente da comissão, Hisham al Shar, explicou que os sírios no exterior podem exercer seu direito a votar apresentando seus passaportes com o carimbo de saída do país, já que seus nomes estão incluídos nas listas eleitorais.

A votação para os sírios que vivem no exterior foi fixada para 28 de maio nas embaixadas e consulados no exterior.

Aqueles que tenham abandonado o território sírio ilegalmente poderão votar em zonas que ficarão nas fronteiras do país, embora sempre dentro de solo sírio.

Shar afirmou que a comissão se manterá imparcial em relação aos candidatos e que aplicará a lei para que não se produzam infrações.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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Nova onda de violência atinge o Iraque na véspera de eleições

O Iraque vive uma nova onda de violência que matou 79 pessoas nas últimas 24 horas, o que provoca temores de novos ataques durantes as eleições legislativas de quarta-feira (30), as primeiras desde a saída das tropas americanas do país, em 2011.

Nesta terça-feira, ao menos 15 pessoas foram mortas em um duplo atentado contra um mercado em uma cidade do leste do país, no dia seguinte a uma série de ataques que fizeram 64 vítimas fatais, incluindo vários membros das forças de segurança, e uma centena de feridos.

Soldados iraquianos inspecionam local de ataque suicida do lado de fora de centro de votação na cidade de Kirkuk nesta segunda-feira (28) (Foto: Marwan Ibrahim/AFP)Soldados iraquianos inspecionam local de ataque suicida do lado de fora de centro de votação na cidade de Kirkuk nesta segunda-feira (28) (Foto: Marwan Ibrahim/AFP)

Mais de 20 milhões de eleitores são convocados às urnas em um país mergulhado há vários meses em uma espiral de violência.

Desde janeiro, mais de 20 iraquianos morreram em média a cada dia em ataques. Alvos regulares, as forças de segurança parecem incapazes de acabar com o banho de sangue.

Ninguém reivindicou os últimos atentados, mas os ataques são normalmente atribuídos pelo governo a grupos sunitas.

As tensões entre xiitas e sunitas são profundas no Iraque e se tornaram um argumento político, utilizados pelo primeiro-ministro xiita Nuri al-Maliki e pelos jihadistas sunitas.

As forças de segurança e os iraquianos que residem no exterior começaram a votar dois dias antes do início das primeiras eleições legislativas.

A espiral de violência colocou a questão da segurança no centro dos debates, razão pela qual Maliki e seu partido, a Aliança para o Estado de Direito, basearam a campanha na necessidade de união em apoio ao governo para acabar com o banho de sangue.

“Os insurgentes não vão permanecer sentados. Eles vão atacar como puderem para desacreditar o governo, desacreditar as forças de segurança e, se possível, desencorajar os iraquianos a votar”, considera John Drake, especialista em segurança da AKE group.

Por temor de ataques, as autoridades decretaram cinco dias de feriado – de domingo a quinta-feira – para tentar dar maior segurança às eleições.

Em um relatório divulgado na segunda-feira, o International Crisis Group observou que o primeiro-ministro soube aproveitar a ameaça terrorista e, particularmente, a situação na província sunita de Al-Anbar, onde a cidade de Fallujah está sob controle rebelde.

Insurgentes do Estado Islâmico no Iraque e Levante (EIIL) assumiram em janeiro o controle desta cidade a 60 km de Bagdá, assim como alguns bairros de Ramadi, 40 km ao oeste da capital.

“A crise salvou as chances de Nuri al-Maliki nas legislativas, já que seu segundo mandato tem sido amplamente considerado um desastre: nos últimos dois anos, o aumento da violência, os abusos por parte das forças de segurança, as inundações na capital e sua administração catastrófica das manifestações sunitas desacreditaram seu governo”.

A lista de queixas é de fato terrivelmente longa. Os iraquianos estão cansados do desemprego, da corrupção endêmica e da falta de serviços públicos, para não mencionar o ressurgimento da violência.

As instituições também estão em parte paralisadas devido à crise política e à insegurança, e o Parlamento aprovou muito poucos projetos desde 2010.

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Publicado por em 29 de abril de 2014 em Brasil

 

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Comissão eleitoral iraquiana renuncia a um mês das eleições

Todos os membros da comissão eleitoral iraquiana apresentaram sua renúncia em protesto pelas ingerências políticas e judiciais, a pouco mais de um mês das eleições gerais, afirmaram nesta terça-feira (25) alguns de seus líderes.

Os membros demissionários protestam assim, entre outras coisas, contra decisões judiciais que impedem que candidatos participem das eleições de 30 de abril, acrescentaram as fontes. O Iraque sofre uma crise política e atos violentos recorrentes há mais de um ano.

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Colégios eleitorais na França abrem para eleições municipais

Eleitor vota em Paris neste domingo (23) durante o primeiro turno das eleições municipais na França. (Foto: Miguel Medina/AFP)Eleitor vota em Paris neste domingo (23).
(Foto: Miguel Medina/AFP)

Cerca de 45 milhões de pessoas estão convocadas a votar neste domingo (23) no primeiro turno das eleições municipais na França, que tiveram as urnas abertas às 8h no horário local (4h no horário de Brasília).

Na grande maioria dos colégios eleitorais da França a votação vai até 18h (local), e nas grandes cidades esse horário se estende por mais duas horas. O segundo turno acontece no próximo domingo, 30.

O sistema eleitoral francês é diferente do brasileiro. Nele os eleitores escolhem os membros do conselho municipal nas mais de 36 mil cidades, mas os resultados determinam o nome do prefeito, sempre o líder da lista vencedora.

Nos municípios de mais de 3.500 habitantes, se uma lista obtém mais da metade dos votos neste primeiro turno, consegue automaticamente a metade dos vereadores em jogo, e a outra metade é dividida proporcionalmente entre quem tiver ultrapassado a cláusula de barreira, que é de 5%.

Se ninguém obter maioria absoluta, passam para o segundo turno quem tiver alcançado pelo menos 10% dos votos.

É a primeira prova eleitoral do presidente francês, François Hollande, e do executivo de Jean-Marc Ayrault desde a chegada ao poder em maio de 2012.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Tribunal Constitucional anula eleições de fevereiro na Tailândia

O Tribunal Constitucional da Tailândia anulou, nesta sexta-feira (21), as eleições antecipadas do dia 2 de fevereiro, que foram realizadas mesmo com o boicote da oposição e durante os protestos antigovernamentais.

O tribunal decidiu por seis votos a favor e três contra que as eleições não foram válidas porque a votação não pôde ser completada em todas as circunscrições em um único dia, informou o jornal “The Nation”.

De acordo com a decisão do tribunal, a Comissão Eleitoral deve estipular uma nova data para as eleições com o governo interino da primeira-ministra, Yingluck Shinawatra.

A votação do dia 2 de fevereiro não foi concluída em várias circunscrições da capital Bangcoc e na maioria das províncias do sul do país porque alguns manifestantes impediram previamente o registro de candidatos e sitiaram as zonas eleitorais.

Os manifestantes, liderados pelo ex-vice-primeiro-ministro Suthep Thaugsuban, exigem que um conselho não eleito substitua o Executivo e reforme o sistema, que consideram corrupto, antes aconteça uma nova votação.

No entanto, o governo interino insiste na realização de eleições antecipadas para sair da crise política na qual o país está imerso e rejeitou, desde o primeiro dia, em utilizar a força para dissipar os protestos.

Suthep acusa Yingluck de ser uma marionete de seu irmão Thaksin Shinawatra, o ex-primeiro-ministro deposto em um golpe de Estado em 2006, e de obter suas vitórias eleitorais através da compra de votos e de medidas populistas.

A Tailândia vive uma grave crise política desde o golpe militar que depôs Thaksin, que vive no exílio em Dubai para evitar uma condenação de dois anos de prisão por corrupção que ele atribui a motivos políticos.

Desde então, Bangcoc e outras partes da Tailândia foram cenário de protestos de simpatizantes e opositores do governo da vez.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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