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Arquivo da tag: Earth

Google Earth encontra mulher perdida em ilha deserta depois de 7 anos?

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Será verdade que o serviço de mapas do Google conseguiu localizar uma mulher que estava perdida em uma ilha deserta há 7 anos?

A notícia apareceu em março de 2014. Primeiro em inglês e, logo em seguida, começou a ganhar as terras brasileiras. De acordo com o texto – acompanhado de foto – uma mulher chamada Gemma Sheridan teria sofrido um acidente em alto mar (enquanto velejava com mais 2 amigos através do Canal do Panamá), em 2007, e acabou acordando em uma praia deserta.

O artigo ainda conta que a moça viveu por 7 anos nessa ilha até que um belo dia um avião sobrevoou a ilha e a trouxe de volta ao continente, sã e salva.

O interessante da bela história de sobrevivência da Srta. Sheridan é que, de acordo com o artigo, ela descobriu que o que a havia salvado da morte e auxiliado nas buscas teria sido um sinal visual que ela mesma tinha feito há alguns anos na praia. Um garoto de Minnesota teria visto o tal sinal de “SOS” através do Google Earth e avisado às autoridades.

Sem dúvida, uma linda história, mas será que é real?

Gemma Sheridan teria sido encontrada graças ao Google Earth! Verdadeiro ou falso? (foto: Reprodução/Facebook) Gemma Sheridan teria sido encontrada graças ao Google Earth! Verdadeiro ou falso? (foto: Reprodução/Facebook)

A primeira coisa que fazemos em casos como esse é procurar pelo nome dos envolvidos. Uma busca por “Gemma Sheridan” no Google Images nos retorna várias moças com esse nome, mas nenhuma delas parece ter saído de nenhuma ilha recentemente.

Aliás, uma coisa que precisamos sempre lembrar aqui é que a maioria dessas histórias duvidosas que sempre vemos por aí não é datada. Pode reparar!

No caso dessa moça, o artigo só diz que ela teria se perdido e acordado em uma ilha há 7 anos atrás, mas não afirma quando ela foi resgatada. Isso dá margem para que a notícia nunca fique velha e pode ser reaproveitada daqui a alguns anos.

Também não encontramos nenhum jornal para quem a tal Gemma Sherdan tenha dado entrevistas, a não ser em alguns sites e blogs que apenas reproduziram a mesma notícia.

Quem inventou essa notícia foi o blog humorístico News-Hound. Para quem não conhece, os autores desse blog são os mesmo que criaram o boato afirmando que, devido a alinhamentos de vários planetas, no dia 4 de março de 2014 iríamos notar uma diminuição na força gravitacional da Terra. Claro que nada ocorreu de anormal na gravidade nesse dia.

O mais curioso nesse “blog de notícias” é que ele foi registrado em janeiro de 2014, mas possui postagens datadas anteriormente à sua “inauguração”…

Data de registro do domínio é de 2014! (foto: Reprodução) Data de registro do domínio é de 2014! (foto: Reprodução)

O autor da falsa notícia deve ter se baseado em uma história real de um explorador que ficou 60 dias em uma ilha deserta. O texto do News-Hound tem vários parágrafos iguais (ou bem parecidos) a trechos de um artigo publicado no dia 09 de março de 2013 no Daily Mail.

Se a história é falsa, como explicar a imagem do artigo?

Uma busca pela web e descobrimos que essa foto que foi atribuída à Gemma Sheridan é, na verdade, um recorte de outra imagem que nada tem a ver com essa história. O “SOS” mostrado na fotografia foi feito em 2010, na cidade de Osh, sul do Quirguistão pelo povo que clamava ajuda para conter e enorme onda de violência que assola o país. Na época, o pedido de socorro estava sendo feito em diversas regiões da cidade, que esperava que alguma ajuda viesse do alto (alguma intervenção de outros países).

Perceba que a imagem mostra prédios próximos ao pedido de socorro! Nada de ilha deserta. Perceba que a imagem mostra prédios próximos ao pedido de socorro! Nada de ilha deserta.

A notícia é falsa e foi inventada por um site humorístico que mistura fatos reais com farsas!

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Fonte E-farsas

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Publicado por em 20 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Estranha formação espiral encontrada no Egito pelo Google Earth!

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Seria essa estranha construção em forma de espiral encontrada no Egito uma prova da existência de pistas de pouso para ETs? Descubra conosco.

Vista do alto, através do aplicativo de mapas, o Google Earth, a construção que ocupa uma área de 100.000 m² em El Gouna (Egito) atiça a curiosidade de muita gente. São 178 cones alinhados em duas espirais, sendo 89 cones salientes e 89 cavados na areia!

Alguns sites e blogs teceram inúmeras teorias como, por exemplo, a possibilidade da formação espiral ter sido usada no passado para sinalização de pouso de discos voadores.

Qual seria a função dessas espirais? Teriam sido de alguma civilização antiga os criadores dessa belíssima e curiosa construção? Ou seria obra de alienígenas?

Estranha formação foi encontrada no Egito! Seriam de ETs? (foto: Reprodução/Google Earth) Estranha formação foi encontrada no Egito! Seriam de ETs? (foto: Reprodução/Google Earth)

A construção realmente existe, mas não há nada de alienígena nela!

Na verdade, a enorme formação é uma obra de arte e foi concluída em 1997 por Danae Stratou, Alexandra Stratou e Stella Constantinides. A Desert Breath, como foi batizada a obra, levou mais de um ano para ficar pronta e ainda podemos vê-la através do Google Earth nas coordenadas 27°22’54.59?N, 33°37’48.46?E.

A artista Danae Stratou explica em seu site algumas coisas sobre a Desert Breath:

“Desert Breath se expande em uma área de 100.000 m2, no deserto do Saara oriental margeando o Mar Vermelho em El Gouna, no Egito. […] A construção consiste no deslocamento de 8.000 m³ de areia formados de modo a criar volumes cônicos positivos e negativos precisos. Os volumes dos cones formam duas espirais de que se deslocam para fora a partir de um centro comum, com uma diferença de 180o graus no mesmo sentido de rotação. O centro é um navio de 30 metros de diâmetro formado em uma seção em forma de W e preenchido com água até sua borda.

Localizado entre o mar e um corpo de montanhas, no ponto onde a imensidão do mar se encontra com a imensidão do deserto, as funções de trabalho em dois níveis diferentes, em termos de ponto de vista: de cima como uma imagem visual, e do chão, andando o caminho em espiral, uma experiência física.” 

E a seguir, um documentário sobre a criação dessa obra de arte:

Nesse link podemos ver mais fotos da instalação no meio do deserto!

A construção existe mesmo, mas não tem nada a ver com intervenções extraterrenas ou civilizações antigas. A obra é tão somente arte!

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Google Earth revela possível base alienígena na Lua!

Vídeo denuncia estranha formação luminosa na Lua encontrada na versão lunar do software de mapas Google Earth! Seria essa uma prova de que alienígenas estão usando a Lua?

O filme, de pouco mais de um minuto de duração, apareceu no YouTube no dia 15 de janeiro de 2014 e teve mais de um milhão de visualizações em menos de 10 dias! Nele podemos ver uma série de 7 luzes alinhadas, como a ponta de uma seta, dentro de uma das crateras do nosso satélite.

Essa descoberta deu início a uma série de teorias e hipóteses como, por exemplo, a de que a Lua abrigue (ou abrigou, no passado) bases que serviriam de parada de naves extraterrenas. As luzes alinhadas serviriam (segundo hipóteses) como sinalização para pousos e decolagens.

Google_Earth_20140118_124736 Vídeo mostra possível base lunar! Será verdade? (foto: Reprodução/YouTube)

Outros sites de notícias, como o Daily Mail, conjecturaram a possibilidade remota do tal conjunto de luzes ser algum projeto ultrassecreto de uma nave terrestre “maior do que qualquer já construído aqui na Terra”.

A imagem pode ser vista se digitando as coordenadas 22042’38.46N e 142034’44.52E no Goole Earth (Moon).

Para quem não assistiu ainda, o vídeo que chamou a atenção de milhares de pessoas pode ser visto a seguir:

O vídeo é verdadeiro! Mas isso não significa que o seu conteúdo seja real…

De fato, ao digitarmos as coordenadas citadas no software da Google, chegaremos a esse mesmo impressionante resultado. Uma série de 7 luzes, alinhadas de uma forma que ficou parecida com uma seta. Mas a explicação é bem simples e não tem nada de alienígena nela!

O Google usa nessa área – Mare Moscoviense (do latim: mar de Moscou) uma cratera de 300 km de diâmetro do lado escuro da Lua – imagens da sonda japonesa Kaguya ou SELENE (Selenological and Engineering Explorer), que fotografou e executou uma série de medições da superfície do nosso satélite natural até junho de 2009.

A anomalia acontece no software de mapas do Google porque ele funciona com camadas e quando damos zoom, o programa vai sobrepondo imagens de alta resolução umas sobre as outras.

Na imagem a seguir, retirada do excelente blog La Mentira Esta Ahi Fuera, podemos ver isso claramente. Abaixo, foi selecionado o ponto de vista de altitudes e zoom para a área onde a cratera onde, supostamente teríamos a base alienígena. A uma altura de 44 km, a camada formada por fotos de alta resolução começa a aparecer na informação prévia com altitudes e, curiosamente, as luzes aparecem na mesma cor da imagem de fundo (no caso, azul):

Google_Earth_2

Acontece que o Google trata determinados pontos nas imagens como se fossem transparentes:

Google_Earth_3

Para tirar quaisquer dúvidas, abaixo podemos ver uma colagem do mesmo local, com uma resolução bem maior, feita pelo Lunar Orbiter Reconnaissance:

Google_Earth_4 

Para mais informações, dá uma olhada no fórum Metabunk sobre o assunto (em inglês)!

A imagem é apenas uma anomalia do software de mapas do Google que trata alguns pixels de suas imagens como se fossem transparentes. Infelizmente, nada de alienígena lá (por enquanto).

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 27 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Mistério no Google Earth: Estranha construção em Kashgar na China!

Sites, blogs e redes sociais publicam imagens enigmáticas de estranhas construções em uma cidade chinesa. Será alguma obra extraterrestre, militar ou maçônica?

Na segunda semana de janeiro de 2013, vários sites de noticias publicaram o estranho achado no Google Earth (software de visualização de mapas e imagens do nosso planeta): Uma construção com formas geométricas bem definidas e de enormes proporções foi encontrada na cidade de Kashgar, na parte ocidental da China.

Artigos, como o da Wired, foram publicados aos montes na web e muitos se posicionaram espantados por não conseguirem achar a origem ou o significado da obra. A respeitada Wired chegou até a entrevistar um ex-analista da CIA e, de acordo com a matéria, nem ele soube dizer o que se trata:

Estranha construção achada no Google Earth intriga internautas! (foto: reprodução/internet) 

Montagem? Erro nas imagens do Google Earth? Construções alienígenas? Obras militares em andamento?

As imagens são reais! Mas não há nada de enigmático ou de misterioso na construção!

Se os editores da notícia fizessem uma rápida busca pela internet, achariam a excelente postagem feita por Stefan Geens, onde tudo é explicado. O blogueiro conhece bem Kashgar através das várias viagens que fez àquela cidade.

Stefan afirma que não teve nenhuma dificuldade em encontrar o tal local, e que imediatamente percebeu que o lá é apenas mais um enorme parque industrial que está sendo construído.

A construção que podemos ver no Google Earth também pode ser vista aqui no Google Maps, com algumas indicações do que se trata. A região faz parte de uma zona econômica especial  do governo chinês.

Veja o mapa ampliado aqui no Google Maps

Em uma matéria publicada pela BBC em agosto de 2012, o repórter Martim Patience explica que “Kashgar está vivendo seu maior boom econômico da sua história”.

O complexo está sendo construído convenientemente próximo ao moderno aeroporto de Kashgar, muito perto de um reservatório de água e da estrada de ferro de Urumuqi.

Stefan Geens explica ainda que essa nova construção está localizada em uma área privilegiada, perto de centros de transporte e que antes era um ponto de passagem importante sobre a Rota da Seda.

O blogueiro também explica que qualquer pessoa com um visto para chinês pode voar ou dirigir para Kashgar. Não há restrições para os viajantes passarem pela região. No desembarque no aeroporto, já dá pra ver o local onde o complexo está sendo construído.

“Seria o pior lugar absolutamente de construir uma base secreta”, afirma Geens.

Não se trata de uma base secreta nem tampouco de uma pista alienígena. O complexo que aparece no mapa é uma construção normal do que será um grande centro comercial e um parque industrial.

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Publicado por em 25 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Google anuncia Earth em 3D e acesso offline ao Maps

Novidades chegam após empresa prometer “avanços revolucionários” para serviços. Acesso sem internet ao Maps exige download de 50MB e será separado por cidadesComo prometido, a Google revelou nesta quarta-feira, 6/6, em seu blog oficial diversas novidades para os seus serviços de mapas, incluindo uma versão completa em 3D do Earth e a possibilidade de acessar o Maps de modo offline (sem acesso a Internet) em aparelhos Android.

“Nós estamos tentando criar a mágica aqui”, afirmou o gerente de produto do Google Earth, Peter Birch, sobre a novidade do serviço, que permitirá aos usuários “andarem” e interagirem com imagens tridimensionais de cidades.

Segundo a gigante de buscas, o recurso deve começar a funcionar com algumas cidades grandes nas próximas semanas nos sistemas móveis iOS (iPhone e iPad) e Android. Até o final do ano, a expectativa é que o serviço cubra a localização de cerca de 300 milhões pessoas. 

Para possibilitar esse avanço e criar as imagens, a Google está usando uma tecnologia avançada de renderização em 3D, informa a CNET e o Guardian. Além disso, a companhia utiliza aviões para tirar fotos das cidades, que depois são transformadas em imagens 3D a partir de tecnologia automatizada.

Birch ainda afirmou que a empresa está trabalhando no recurso há anos, mas que só agora a qualidade das imagens do Earth é alta o bastante para o lançamento.

Mapas offline
Outra novidade anunciada pela Google é a possibilidade de o usuário acessar o serviço Maps (Mapas) sem precisar ter acesso a Internet em aparelhos móveis com sistema Android. Para isso, será necessário fazer o download do mapa de uma cidade ou área específica antes de viajar para lá, por exemplo. 

A novidade tem a intenção de permitir que a pessoa economize custos de uso de dados no local, além de facilitar a utilização e visualização do local, uma vez que não há a dependência de uma conexão com a Internet.

googlemapsoffline01.jpg

Vale notar que esse era um dos recursos mais pedidos pelos usuários do Google Maps, de acordo com o vice-presidente de engenharia do serviço, Brian McClendon. Segundo ele, a empresa está limitando os tamanhos dos arquivos do mapas a até 50MB. “Você consegue ter quase toda a Bay Area de San Francisco…Os detalhes que você recebe compreendem todas as ruas, todos os letreiros e pontos de interesse (POIs).”

E o iOS?
“O aplicativo de mapas do iOS sempre foi desenvolvido pela Apple, que faz uso dos nossos ‘tijolos’ de mapeamento no background”, afirmou o técnico em mapas da Google, Ed Parsons, quando questionado sobre se a novidade de acesso offline chegará ao iPhone e iPad.

Na sua vez de falar sobre o assunto, McClendon também ficou “em cima do muro”, sem confirmar nada. “É uma excelente plataforma (iOS) e nós a vemos como um dos muitos aparelhos em que gostaríamos de ter o Google Maps.” 

A declaração mais, digamos, diplomática, acontece em meio aos rumores de que a Apple pode abandonar o Maps em troca de seu próprio serviço de mapas no iOS 6 – o novo sistema do iPhone deve ser anunciado nesta segunda, 11/6, durante a WWDC 2012.

Brasil
De acordo com a assessoria da Google Brasil, ainda não há previsão sobre quando cidades brasileiras serão incluídas no Earth 3D e no Maps offline.

Street View em todo lugar
A outra novidade do dia é que o Street View agora também terá imagens feitas por pessoas a pé com o uso de apenas um mochila. Após o início em carros e a posterior migração para triciclos, eis que agora o serviço de mapeamento poderá chegar a lugares (ainda) mais remotos, como o Grand Canyon, locais em meio a neve, entre outros. 

“Nós podemos levar as pessoas para lugares que elas não visitariam. Também é uma oportunidade fantástica para viagens de campo remotas”, afirmou Parsons. Qual será o próximo passo do Street View, da mochila para um smartphone?

googlesvtrekker01.jpg

E aí, o que achou das novidades da Google? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

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Publicado por em 12 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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Google anuncia Earth em 3D e acesso offline ao Maps

Novidades chegam após empresa prometer “avanços revolucionários” para serviços. Acesso sem internet ao Maps exige download de 50MB e será separado por cidadesComo prometido, a Google revelou nesta quarta-feira, 6/6, em seu blog oficial diversas novidades para os seus serviços de mapas, incluindo uma versão completa em 3D do Earth e a possibilidade de acessar o Maps de modo offline (sem acesso a Internet) em aparelhos Android.

“Nós estamos tentando criar a mágica aqui”, afirmou o gerente de produto do Google Earth, Peter Birch, sobre a novidade do serviço, que permitirá aos usuários “andarem” e interagirem com imagens tridimensionais de cidades.

Segundo a gigante de buscas, o recurso deve começar a funcionar com algumas cidades grandes nas próximas semanas nos sistemas móveis iOS (iPhone e iPad) e Android. Até o final do ano, a expectativa é que o serviço cubra a localização de cerca de 300 milhões pessoas. 

Para possibilitar esse avanço e criar as imagens, a Google está usando uma tecnologia avançada de renderização em 3D, informa a CNET e o Guardian. Além disso, a companhia utiliza aviões para tirar fotos das cidades, que depois são transformadas em imagens 3D a partir de tecnologia automatizada.

Birch ainda afirmou que a empresa está trabalhando no recurso há anos, mas que só agora a qualidade das imagens do Earth é alta o bastante para o lançamento.

Mapas offline
Outra novidade anunciada pela Google é a possibilidade de o usuário acessar o serviço Maps (Mapas) sem precisar ter acesso a Internet em aparelhos móveis com sistema Android. Para isso, será necessário fazer o download do mapa de uma cidade ou área específica antes de viajar para lá, por exemplo. 

A novidade tem a intenção de permitir que a pessoa economize custos de uso de dados no local, além de facilitar a utilização e visualização do local, uma vez que não há a dependência de uma conexão com a Internet.

googlemapsoffline01.jpg

Vale notar que esse era um dos recursos mais pedidos pelos usuários do Google Maps, de acordo com o vice-presidente de engenharia do serviço, Brian McClendon. Segundo ele, a empresa está limitando os tamanhos dos arquivos do mapas a até 50MB. “Você consegue ter quase toda a Bay Area de San Francisco…Os detalhes que você recebe compreendem todas as ruas, todos os letreiros e pontos de interesse (POIs).”

E o iOS?
“O aplicativo de mapas do iOS sempre foi desenvolvido pela Apple, que faz uso dos nossos ‘tijolos’ de mapeamento no background”, afirmou o técnico em mapas da Google, Ed Parsons, quando questionado sobre se a novidade de acesso offline chegará ao iPhone e iPad.

Na sua vez de falar sobre o assunto, McClendon também ficou “em cima do muro”, sem confirmar nada. “É uma excelente plataforma (iOS) e nós a vemos como um dos muitos aparelhos em que gostaríamos de ter o Google Maps.” 

A declaração mais, digamos, diplomática, acontece em meio aos rumores de que a Apple pode abandonar o Maps em troca de seu próprio serviço de mapas no iOS 6 – o novo sistema do iPhone deve ser anunciado nesta segunda, 11/6, durante a WWDC 2012.

Brasil
De acordo com a assessoria da Google Brasil, ainda não há previsão sobre quando cidades brasileiras serão incluídas no Earth 3D e no Maps offline.

Street View em todo lugar
A outra novidade do dia é que o Street View agora também terá imagens feitas por pessoas a pé com o uso de apenas um mochila. Após o início em carros e a posterior migração para triciclos, eis que agora o serviço de mapeamento poderá chegar a lugares (ainda) mais remotos, como o Grand Canyon, locais em meio a neve, entre outros. 

“Nós podemos levar as pessoas para lugares que elas não visitariam. Também é uma oportunidade fantástica para viagens de campo remotas”, afirmou Parsons. Qual será o próximo passo do Street View, da mochila para um smartphone?

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Publicado por em 12 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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Google corrige o Earth e some com a “Atlântida”

“Atlântida”, diz o Dicionário de Lugares Imaginários, uma vasta ilha-continente submersa sob as águas do Atlântico por volta do ano 9560 AC.”

Infelizmente, ela não está mais no Google Earth: a empresa removeu a lendária cidade perdida de seu software de mapeamento virtual do globo – se você acredita nos teóricos da conspiração, claro.

Leia também: Update do Google Earth deixa imagens mais homogêneas e realistas

O programa 3D do Google exibe imagens de fundo do mar, de elevações minúsculas que indicam cadeias de montanhas submarinas até os contornos de fossas muito profundas. Mas usuários atentos observando o fundo do Atlântico descobriram uma área com um padrão de grade, que acreditaram serem ruas e caminhos submersos. Isso só podia ser uma coisa, afirmaram: a mítica cidade perdida de Atlântida.

O mito falava de uma ilha-continente com uma cultura avançada tal como as contemporâneas do antigo Egito e da Grécia. Segundo o filósofo Platão, a ilha afundou no mar após uma série de terremotos.

No entanto, diz o Google, o padrão no fundo do mar foi apenas uma pequena falha, causada por erros na metodologia utilizada para renderizar a imagem (no caso da “Atlântida”, especificamente, o resultado da sobreposição de conjuntos de dados).

A correção desta semana é cortesia de novos dados de grupos de oceanografia, e não apenas suaviza a faixa, como também arruma outras.

Isso vai ser uma boa notícia para os observadores sérios do fundo do mar: o Google diz que o Earth agora pode garantir que 15% das imagens vêm de sondagens de barcos, com resolução de 800 metros. Antes era apenas 10% (o restante vem de dados de satélite).

“A versão original do Google Ocean era um mapa protótipo recém-desenvolvido, que tinha alta resolução, mas também continha milhares de erros relacionados com os dados originais”, disse David Sandwell, geofísico envolvido no projeto.

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Publicado por em 2 de março de 2012 em Tecnologia

 

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