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Google libera ferramenta de planilha do Drive para edição off-line

O Google começou a liberar uma atualização da ferramenta de edição de planilhas do Drive que passará a poder ser utilizada mesmo quando o aparelho não estiver conectado à internet. A nova versão do aplicativo foi anunciada em dezembro, mas somente nesta quinta-feira (20) o Google anunciou sua liberação.

A edição off-line permitirá trabalhar com tabelas e planilhas sem acesso à web e, quando o computador, tablet e smartphone estiverem conectados, os trabalhos serão sincronizados e poderão ser acessados via Drive. Essa função, porém, só funciona se o Drive for acessado pelo Chrome.

Outras ferramentas do Drive, Docs (edição de texto) e Slides (de apresentações de slides) já permitiam alterações off-line.

Além da edição sem acesso à internet, a atualização da ferramenta de planilhas suporte de milhões de células sem deixar de contemplar formatos antigos. Também é possível compartilhar trabalhos mais facilmente. Uma nova função auxilia ainda a fazer cálculos e a resolver erros em operações.

Outra característica já comum em outras ferramentas de edição, o sistema de completar células com texto agora é incorporado ao serviço.

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Publicado por em 21 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Americana é presa ao vender drogas em drive thru de restaurante fast food

ShanTia Dennis usava código para colocar drogas em lanche de clientes em drive thru de restaurante fast food nos EUA (Foto: Allegheny County District Attorney's Office/AP)ShanTia Dennis usava código para colocar drogas
em lanche de clientes em drive thru de restaurante
fast food nos EUA
(Foto: Allegheny County District Attorney’s Office/AP)

ShanTia Dennis, de 26 anos, foi presa em Pitsburgo, na Pensilvânia (EUA), após ser acusada de vender drogas no drive thru de um restaurante fast food, utilizando um código para se comunicar sem segredo com os clientes.

A americana, funcionária da rede “McDonald’s”, escondia heroína em lanches destinados para crianças, e entregava as caixas especiais após os clientes afirmarem que “gostariam de comprar um brinquedo”.

A polícia descobriu que os encontros estavam sendo arranjados previamente e que os clientes sabiam que havia drogas dentro das caixas com os lanches.

Os oficiais surpreenderam a mulher, que acabou presa por tráfico de drogas.

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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Google Drive chega aos aparelhos iOS e Docs ganha edição offline

A Google divulgou mais duas novidades no segundo dia da conferência I/O: edição offline no Google Docs e uma versão do Google Drive para iOS. Também anunciou uma versão do Chrome para o sistema operacional da Apple, e demonstrou como o software roda em um iPad e no iPhone.

Em fevereiro, a empresa havia anunciado que documentos podiam ser visualizados offline. Agora, também é possível a edição.

A edição de texto offline já está disponível no Google Docs e a gigante está trabalhando em edições offline para suas planilhas e apresentações de slides, afirmou a empresa em seu segundo dia de evento.

As atualizações significam que usuários do Google Docs poderão editar documentos em um plano, por exemplo, e depois sincronizar as mudanças com a nuvem quando eles reconectarem.

A capacidade offline irá acirrar a competição entre a Google e a Microsoft. A companhia de Mountain View enfatizou que o Docs é um produto viável tanto para empresas quanto para consumidores: 5 milhões de empresas estão utilizando suas aplicações em nuvem.

Segundo a gigante, o app do Google Drive para iPhone, iPad e iPod Touch serão liberados na App Store ao final desta quinta-feira (28/6).

Já no Chrome, o Google Drive opera como um sistema de arquivos local, afirmou o diretor de gestão de produtos para Google Drive, Clay Bavor. Ele mostrou como um usuário pode procurar por uma pasta de recibos digitalizados e encontrar um recibo em particular, utilizando uma palavra-chave. Os recibos estavam armazenados como arquivos de imagem, mas o app do Drive utiliza reconhecimento óptico para classificar textos.

Ele também pode classificar imagens. Bavor mostrou como um usuário pode armazenar fotos de uma viagem ao Egito no Google Drive, por exemplo, e depois procurar por “pirâmide” e localizar fotos que contém pirâmides, mesmo que as fotos não estejam marcadas com essa palavra.

A Google também mostrou como o Google Docs e o Google Drive podem trabalhar em conjunto para proporcionar uma “colaboração em tempo real”. A companhia mostrou como três usuários podem editar um documento de texto simultaneamente, em três dispositivos diferentes, e depois todas as modificações salvas aparecerem em cada uma das três diferentes telas.

Referindo-se à tendência cada vez maior de usuários utilizando múltiplos dispositivos, Sundar Pichai, vice-presidente sênior do Google Chrome e apps, disse “não é somente em casa, é a mesma pessoa que deixa sua residência e aparece no trabalho, e exige a mesma experiência.”

A empresa anunciou ainda um serviço de computação chamado de Google Compute Engine, o qual irá competir com a Amazon Web Services.

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This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
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Publicado por em 20 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Por que a Google finalmente lançou apps do Chrome e Drive para iOS

A Apple e a Google podem estar brigando feio no mercado de aparelhos móveis, mas isso não impediu a gigante de buscas de perceber que podia se beneficiar a partir da plataforma rival. Na última quinta-feira, 28/6, a companhia de Moutain View lançou o seu navegador Chrome para iPhone e iPad. A empresa também liberou uma versão gratuita para iOS do seu serviço de armazenamento na nuvem Drive. As novidades foram reveladas durante o evento Google I/O, realizado na semana passada em San Francisco, nos EUA.

O Chrome no iOS terá muitos dos mesmos recursos que sua versão para desktops e notebooks, incluindo um modo de navegação privada e layout com abas, e também te permitirá sincronizar informações entre o seu browser no desktop e outros aparelhos, como abas abertas. No início de junho, durante a WWDC, a Apple anunciou um recurso parecido, chamado iCloud Tabs, que vai chegar com o iOS 6 e o Mountain Lion nos próximos meses.

No entanto, não se deixe enganar: o Chrome no iOS é um “bicho” diferente do Chrome na sua máquina Mac ou Windows.

Rodar um navegador web no iOS é mais ou menos como escolher a cor do seu carro Ford T: você pode ter o que quiser, desde que seja baseado no WebKit. Apesar de o Chrome no desktop já usar a engine Webkit, o Chrome no iOS não poderá tirar vantagem dá própria engine V8 JavaScript da Google – por causa das regras da Apple que proíbem a inclusão de engines para executar código – ou o mecanismo Nitro JavaScript que o Mobile Safari utiliza – que não está disponível para terceiros. Isso significa que a gigante de buscas não pode esperar oferecer o mesmo tipo de desempenho do Safari.

Da mesma forma, como a Apple atualmente não permite aos usuários iOS escolherem um browser padrão, o Chrome também não pode competir em conveniência. Isso significa que a principal vantagem de usar o Chrome é apenas para quem quer tirar vantagem de um recurso em especial do navegador da Google, como a sincronização.

Então por que sequer vale a pena a Google gastar tempo para jogar na caixa da Apple? É tudo sobre analisar de perto. Lembre-se que a Google é, principalmente, uma companhia de publicidade cujo objetivo é coletar dados sobre seus usuários para que possa direcionar anúncios. Apesar de a companhia ganhar dinheiro com as buscas que os usuários iOS realizam no Safari, consegue muito mais das pesquisas feitas pelo Chrome – porque não precisa “rebater” nenhum dinheiro para a Apple.

chromeios01.jpeg

Dadas as centenas de milhões de aparelhos iOS que a Apple já vendeu, esse é um segmento de mercado em que a Google se sabota ao não fornecer sua própria solução para competir. (E a Google sabe disso: estimativas apontam que a empresa ganha cinco vezes mais com anúncios web mostrados para usuários iOS contra donos de Android.) Apesar de ter lançado aplicativos como Google Search, isso é dificilmente um substituto para uma experiência completa de navegação na web – por que ir para um app especificamente para buscas, quando você pode facilmente usar o Safari?

Sem mencionar que a Google tem um interesse velado em manter os usuários em seu ecossistema: se você já usa o Chrome ou Gmail no desktop, agora não precisa mudar quando estiver no iPhone ou iPad. Isso significa menos investimentos no ecossistema da Apple, o que, por sua vez, quer dizer que haverá menos problemas se um usuário futuramente quiser mudar para o Android.

O mesmo vale para o Google Drive. Não é o caso de que os anúncios estão sendo servidos dentro dos apps iOS da Google, mas muito mais de que o app te encoraja a continuar usando esses serviços em vezes de mudar para aquela opção rival que ofereça acesso no iOS – que, no caso do Google Drive seria o Dropbox ou o SkyDrive, da Microsoft.

Com o uso de aparelhos móveis apenas crescendo, é importante que a Google seja um jogador nesse espaço. Apesar de o domínio da web na última década ter assegurado à empresa um lugar interessante em todos os navegadores, a Internet está se tornando cada vez mais sobre aplicativos, e a Google não pode se permitir ficar para trás ou pode acabar sendo relegada para o mesmo buraco para o qual baniu serviços como CompuServe e Prodigy.

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Publicado por em 20 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Por que a Google finalmente lançou apps do Chrome e Drive para iOS

A Apple e a Google podem estar brigando feio no mercado de aparelhos móveis, mas isso não impediu a gigante de buscas de perceber que podia se beneficiar a partir da plataforma rival. Na última quinta-feira, 28/6, a companhia de Moutain View lançou o seu navegador Chrome para iPhone e iPad. A empresa também liberou uma versão gratuita para iOS do seu serviço de armazenamento na nuvem Drive. As novidades foram reveladas durante o evento Google I/O, realizado na semana passada em San Francisco, nos EUA.

O Chrome no iOS terá muitos dos mesmos recursos que sua versão para desktops e notebooks, incluindo um modo de navegação privada e layout com abas, e também te permitirá sincronizar informações entre o seu browser no desktop e outros aparelhos, como abas abertas. No início de junho, durante a WWDC, a Apple anunciou um recurso parecido, chamado iCloud Tabs, que vai chegar com o iOS 6 e o Mountain Lion nos próximos meses.

No entanto, não se deixe enganar: o Chrome no iOS é um “bicho” diferente do Chrome na sua máquina Mac ou Windows.

Rodar um navegador web no iOS é mais ou menos como escolher a cor do seu carro Ford T: você pode ter o que quiser, desde que seja baseado no WebKit. Apesar de o Chrome no desktop já usar a engine Webkit, o Chrome no iOS não poderá tirar vantagem dá própria engine V8 JavaScript da Google – por causa das regras da Apple que proíbem a inclusão de engines para executar código – ou o mecanismo Nitro JavaScript que o Mobile Safari utiliza – que não está disponível para terceiros. Isso significa que a gigante de buscas não pode esperar oferecer o mesmo tipo de desempenho do Safari.

Da mesma forma, como a Apple atualmente não permite aos usuários iOS escolherem um browser padrão, o Chrome também não pode competir em conveniência. Isso significa que a principal vantagem de usar o Chrome é apenas para quem quer tirar vantagem de um recurso em especial do navegador da Google, como a sincronização.

Então por que sequer vale a pena a Google gastar tempo para jogar na caixa da Apple? É tudo sobre analisar de perto. Lembre-se que a Google é, principalmente, uma companhia de publicidade cujo objetivo é coletar dados sobre seus usuários para que possa direcionar anúncios. Apesar de a companhia ganhar dinheiro com as buscas que os usuários iOS realizam no Safari, consegue muito mais das pesquisas feitas pelo Chrome – porque não precisa “rebater” nenhum dinheiro para a Apple.

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Dadas as centenas de milhões de aparelhos iOS que a Apple já vendeu, esse é um segmento de mercado em que a Google se sabota ao não fornecer sua própria solução para competir. (E a Google sabe disso: estimativas apontam que a empresa ganha cinco vezes mais com anúncios web mostrados para usuários iOS contra donos de Android.) Apesar de ter lançado aplicativos como Google Search, isso é dificilmente um substituto para uma experiência completa de navegação na web – por que ir para um app especificamente para buscas, quando você pode facilmente usar o Safari?

Sem mencionar que a Google tem um interesse velado em manter os usuários em seu ecossistema: se você já usa o Chrome ou Gmail no desktop, agora não precisa mudar quando estiver no iPhone ou iPad. Isso significa menos investimentos no ecossistema da Apple, o que, por sua vez, quer dizer que haverá menos problemas se um usuário futuramente quiser mudar para o Android.

O mesmo vale para o Google Drive. Não é o caso de que os anúncios estão sendo servidos dentro dos apps iOS da Google, mas muito mais de que o app te encoraja a continuar usando esses serviços em vezes de mudar para aquela opção rival que ofereça acesso no iOS – que, no caso do Google Drive seria o Dropbox ou o SkyDrive, da Microsoft.

Com o uso de aparelhos móveis apenas crescendo, é importante que a Google seja um jogador nesse espaço. Apesar de o domínio da web na última década ter assegurado à empresa um lugar interessante em todos os navegadores, a Internet está se tornando cada vez mais sobre aplicativos, e a Google não pode se permitir ficar para trás ou pode acabar sendo relegada para o mesmo buraco para o qual baniu serviços como CompuServe e Prodigy.

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Google Drive chega aos aparelhos iOS e Docs ganha edição offline

A Google divulgou mais duas novidades no segundo dia da conferência I/O: edição offline no Google Docs e uma versão do Google Drive para iOS. Também anunciou uma versão do Chrome para o sistema operacional da Apple, e demonstrou como o software roda em um iPad e no iPhone.

Em fevereiro, a empresa havia anunciado que documentos podiam ser visualizados offline. Agora, também é possível a edição.

A edição de texto offline já está disponível no Google Docs e a gigante está trabalhando em edições offline para suas planilhas e apresentações de slides, afirmou a empresa em seu segundo dia de evento.

As atualizações significam que usuários do Google Docs poderão editar documentos em um plano, por exemplo, e depois sincronizar as mudanças com a nuvem quando eles reconectarem.

A capacidade offline irá acirrar a competição entre a Google e a Microsoft. A companhia de Mountain View enfatizou que o Docs é um produto viável tanto para empresas quanto para consumidores: 5 milhões de empresas estão utilizando suas aplicações em nuvem.

Segundo a gigante, o app do Google Drive para iPhone, iPad e iPod Touch serão liberados na App Store ao final desta quinta-feira (28/6).

Já no Chrome, o Google Drive opera como um sistema de arquivos local, afirmou o diretor de gestão de produtos para Google Drive, Clay Bavor. Ele mostrou como um usuário pode procurar por uma pasta de recibos digitalizados e encontrar um recibo em particular, utilizando uma palavra-chave. Os recibos estavam armazenados como arquivos de imagem, mas o app do Drive utiliza reconhecimento óptico para classificar textos.

Ele também pode classificar imagens. Bavor mostrou como um usuário pode armazenar fotos de uma viagem ao Egito no Google Drive, por exemplo, e depois procurar por “pirâmide” e localizar fotos que contém pirâmides, mesmo que as fotos não estejam marcadas com essa palavra.

A Google também mostrou como o Google Docs e o Google Drive podem trabalhar em conjunto para proporcionar uma “colaboração em tempo real”. A companhia mostrou como três usuários podem editar um documento de texto simultaneamente, em três dispositivos diferentes, e depois todas as modificações salvas aparecerem em cada uma das três diferentes telas.

Referindo-se à tendência cada vez maior de usuários utilizando múltiplos dispositivos, Sundar Pichai, vice-presidente sênior do Google Chrome e apps, disse “não é somente em casa, é a mesma pessoa que deixa sua residência e aparece no trabalho, e exige a mesma experiência.”

A empresa anunciou ainda um serviço de computação chamado de Google Compute Engine, o qual irá competir com a Amazon Web Services.

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Publicado por em 19 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Acessório permite jogar com cartuchos de SNES e Mega Drive no Mac

AppId is over the quota

Atualmente, os games retrô estão basicamente disponíveis por meio do Wii Virtual Console, do Game Room no Xbox 360, e no PSN Classics no PS3. Mas sempre parece meio estranho jogar esses títulos sem o controle original, e há algo profano em jogar “Sonic 2” em um console da Nintendo.

O pessoal da Retrode lançou recentemente um novo adaptador USB para Macs e PCs Windows que te permite jogar games dos saudosos Super Nintendo e Mega Drive (Sega Genesis lá fora) usando os cartuchos e controles originais dos consoles.

O Retrode 2 é um pequeno aparelho que te permite plugar seus cartuchos de SNES e Mega e jogar os títulos diretamente no seu computador. O aparelho é basicamente um leitor de cartuchos que consegue reproduzir a ROM oficial e salvar o arquivo fora do seu cartucho. Você ainda precisará de um emulador, mas é muito mais seguro do que baixar ROMs ilegais e potencialmente cheias de vírus escondidos.

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Acessório para Mac permite curtir games antigos com cartuchos e controles originais

O produto também é equipado com quatro entradas para controles do SNES e do Mega Drive (dois por console), te permitindo reviver aqueles anos dourados dos consoles da primeira metade dos anos 1990. Imagine jogar de novo “Street Fighter II Turbo” com um controle de seis botões do Mega Drive. Ou, se você ainda tiver sua cópia de “Chrono Trigger” por aí, finalmente poderá todos os 13 finais do jogo com seu save original de 17 anos atrás.

O Retrode 2 pode ser comprado diretamente pelo site da fabricante Retrode. O aparelho custa 85 dólares (65 euros) e o frete para o Brasil é de cerca de 15 dólares (10 euros).

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Publicado por em 6 de março de 2012 em Tecnologia

 

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