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Sony Mobile quer dobrar capacidade de produção no Brasil em 2014

A Sony Mobile planeja dobrar sua capacidade de produção de celulares no Brasil no próximo ano, numa estratégia para ampliar sua participação em um dos mercados em que a marca mais cresce no mundo, afirmou o presidente da companhia para o país.

Nos planos da divisão de dispositivos móveis da Sony está o aumento de portfólio de aparelhos com foco nas tecnologias de terceira e quarta geração (3G e 4G), e aproveitar o previsto aumento no consumo do país com a Copa do Mundo.

“A gente poderia estar vendendo mais. Hoje temos uma situação de um problema bom, de termos mais demanda que nossa capacidade de produção”, disse Ricardo Junqueira, presidente da Sony Mobile Brasil, sem revelar números.

“A gente está estudando todas as alternativas”, afirmou o executivo, ao ser questionado sobre um eventual aproveitamento de capacidades de produção da divisão de eletrônicos em Manaus na ampliação de produção de celulares no país.

Atualmente, os modelos da Sony Mobile são produzidos sob contrato com a Foxconn, numa fábrica no interior de São Paulo dedicada exclusivamente aos produtos da marca.

Segundo Junqueira, um eventual aumento do contrato com a Foxconn, em vez de produção própria pela Sony Mobile, também está sendo estudado. “Nos próximos meses deveremos ter uma conclusão (…) Obviamente, a Foxconn é um grande parceiro nosso no Brasil e mundialmente”, disse ele, evitando dar detalhes sobre nível atual de produção no país.

O executivo está há 15 anos no grupo Sony e assumiu em março o comando da recém-criada divisão no país. Antes da reformulação da unidade, as operações no Brasil eram comandadas por uma divisão que reunia toda a América Latina.

Com a reformulação, a empresa poderá acelerar no Brasil o lançamento de modelos anunciados no exterior, de até três meses para quatro semanas, no máximo, disse Junqueira.

A empresa, que no Brasil ocupa a quinta posição entre os maiores fabricantes de celulares inteligentes, planeja se tornar a terceira maior do segmento, apesar de não revelar informações específicas sobre participação. Procurada, a empresa de medição de mercado GfK informou que não pode divulgar dados sobre fatias das empresas no segmento.

No mundo, a Sony Mobile, que produz celulares com o sistema operacional Android, do Google, tem pela frente a sul-coreana Samsung e a norte-americana Apple, que mais recentemente lançou modelo do iPhone voltado a mercados emergentes como Índia e China.

O momento da formação da Sony Mobile é favorável para a empresa, que pode ser favorecer de problemas vividos por rivais.

Neste mês, a canadense BlackBerry firmou acordo para ser vendida para um fundo de investimentos por 4,7 bilhões de dólares e fechará seu capital e a Nokia, antiga líder em smartphones, teve a área de celulares vendida à Microsoft por 7,2 bilhões.

“Alguns concorrentes estão em um período de transição, por isso que a gente vislumbra a necessidade de acelerar”, disse Junqueira.

MAIS BARATO

A estratégia de ampliação do porfólio também está sendo adotada pela Sony Mobile no Brasil, onde a empresa ingressou neste ano na categoria de preço de 499 reais, com modelo capaz de operar com chips de duas operadoras celulares. Até 2012, o modelo mais barato pela companhia custava 799 reais.

Segundo Junqueira, o segmento de aparelhos até 499 reais representa mais de 70 por cento do mercado de smartphones do Brasil, o que ampliou a atuação da empresa no país. Não há planos para o curto prazo de oferta pela empresa de aparelhos abaixo desse patamar.

Ele afirmou que a recente valorização do dólar contra o real ainda não gerou aumentos significativos de preços dos produtos do setor no país, mas isso poderá ser revisto. “No curto prazo, fica difícil reposicionar preços (…) Mas se continuar nestes patamares, veremos.”

“Mas não é uma variação de 10 a 15 por cento no preço que poderá afetar a demanda no Brasil. Isso pode afetar em mercados mais maduros.”

Apesar do crescimento lento da economia brasileira neste ano, Junqueira afirmou que a expectativa para o mercado de smartphones do país é crescer de 19 milhões de unidades em 2012 para 29 milhões este ano, o equivalente a um faturamento de 18 bilhões de reais pelo setor.

Para 2014, a estimativa é de 36 milhões de smartphones e 23 bilhões de reais em receitas. Em tablets, a previsão é 7,2 milhões de unidades em 2013 e 8,9 milhões em 2014, segundo dados da empresa de pesquisa IDC, citados pela Sony.

“Não tem nada que sinalize que o mercado brasileiro vá se retrair nos próximos 12 a 24 meses (…) Se for para 34 milhões de unidades em 2014, mesmo assim vai ser um forte crescimento”, disse Junqueira. Ele exibiu modelos de smartphones premium, como o Z1 e Z Ultra, que serão lançados a partir de outubro com recursos de televisão digital, algo incomum no segmento.

A companhia está ampliando o porfólio no país de 3 aparelhos em 2012 para 9 este ano, incluindo um tablet importado. Para o ano que vem, deve ampliar o volume de modelos lançados para além do número deste ano, afirmou Junqueira, acrescentando que, eventualmente, o tablet também poderá ser produzido no país.

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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Cingapura quer dobrar capacidade de aeroporto que seria melhor do mundo

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Aeroporto de Changi, em Cingapura, conta com instalações luxuosas e até piscina (Foto: WikiCommons)Aeroporto de Changi, em Cingapura, conta com
instalações luxuosas e até piscina
(Foto: WikiCommons)

O governo de Cingapura anunciou planos para dobrar a capacidade do aeroporto internacional de Changi, considerado um dos melhores do mundo.

O primeiro-ministro do país, Lee Hsien, afirmou que as obras de ampliação, denominadas Project Jewel (‘Projeto Joia’, em inglês), devem começar em breve.

“T5 (Terminal 5) soa como um terminal, mas é, na verdade, um aeroporto inteiro, tão grande como o aeroporto de Changi é hoje”, disse o premiê segundo a agência de notícias AFP.

O novo terminal tem previsão para ficar pronto depois de 2020.

O aeroporto de Changi foi apontado como o melhor do mundo em 2013 pela consultoria britânica Skytrax e é famoso por oferecer uma extensa gama de serviços aos passageiros.

Entre esses serviços estão passeios grátis pela cidade para todos os que permanecem por cinco horas ou mais em Changi. Além disso, o aeroporto conta com piscina, jardins, trilhas arborizadas e cinemas.

O aeroporto também foi um dos primeiros do mundo a introduzir áreas com internet sem fio e já ganhou o mesmo prêmio da Skytrax em 2000, 2006 e 2010.

Custo e mais luxo
Lee Hsien não divulgou qual será o custo da expansão do aeroporto, mas o projeto prevê o uso de uma área de 3,5 hectares (35 mil metros quadrados) para a construção de lojas, um enorme jardim coberto com cachoeira, entre outras atrações.

O premiê afirmou que Changi sofre uma crescente e forte concorrência de outros grandes aeroportos internacionais no sudeste asiático e lembrou que há planos de expansão do Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur, na Malásia, e do Aeroporto Internacional Suvarnabhumi, na Tailândia.

Atualmente, o aeroporto de Changi possui três terminais com uma capacidade total para receber 66 milhões de passageiros por ano. Em 2012, o aeroporto recebeu 51 milhões de passageiros, um aumento de 10% em relação a 2011.

Em janeiro de 2013, Changi atendeu mais de 6,5 mil voos por semana com 110 linhas aéreas conectando Cingapura a 240 cidades em 60 países.

Em fevereiro deste ano, o aeroporto iniciou a demolição do terminal para linhas aéreas mais baratas para a instalação de um novo terminal, o Terminal 4, que terá capacidade para receber 16 milhões de passageiros e deve ser aberto em 2017, segundo a AFP.

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Brasil, Música, Tecnologia

 

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GXS Brasil quer dobrar de tamanho em 3 anos com foco em EDI

O escritório brasileiro da empresa norte-americana GXS, fornecedora global de soluções de e-commerce B2B, já é a quarta maior subsidiária mundial

29 de novembro de 2012 – 11h39

A norte-americana GXS, fornecedora global de soluções de integração de e-commerce B2B e EDI (eletronic data interchange) no modelo SaaS, quer dobrar de tamanho no Brasil em três anos. A empresa atualmente tem 2 mil clientes (grandes e médias empresas) no País e fatura 25 milhões de dólares por ano (dados de 2011). Segundo Marcelo Ramos, presidente da GXS para o Brasil e América Latina, a estratégia de crescimento será baseada em ampliar a base de clientes a partir de multinacionais internacionais focadas em aumentar presença no Brasil e nas multinacionais brasileiras que estão em processo de expansão global de seus negócios.

O escritório em solo nacional é a quarta maior subsidiária da GXS, perdendo apenas para Estados Unidos, Reino Unido e Japão. A empresa tem 20 subsidiárias no mundo todo e clientes em 60 diferentes países. Obteve faturamento anual em 2011 de 479 milhões de dólares, com total de 40 mil clientes diretos que representam um ecossistema de relacionamento B2B, envolvendo 500 mil empresas no mundo todo. No ano passado, foram efetuadas 14 bilhões de transações por meio da nuvem da GXS e em 2012 esse número crescerá para 18 bilhões de transações.

Segundo Robert Segert, presidente e CEO da GXS, a vantagem da empresa é levar para a nuvem todos os serviços transacionais que envolvem a cadeia de fornecimento (supply chain) de uma companhia e integrá-los em uma só plataforma, a GXS Trading Grid, responsável pela interoperabilidade dos diversos padrões utilizados entre fornecedores, indústria e prestadores de serviços. A Trading Grid GXS, para usar termos de cloud computing, é uma plataforma como serviço (PaaS) e, segundo a organização, a maior plataforma mundial de integração de serviços em nuvem.

Segert diz que o diferencial da GXS é tirar do cliente a necessidade de lidar dentro de casa com uma tecnologia que é de certa forma padrão e levá-la para a nuvem, oferecendo a vantagem do suporte a todos os serviços transacionais numa cadeia de suprimentos global, minimizando dificuldades e custos que existiriam se o software e os processos estivessem por conta do cliente instalados localmente e mantidos por ele. “A economia gerada para a empresa com a adoção dos nossos serviços varia entre 20% a 50%’, diz Segert.

O CEO garante que a economia gerada para os clientes é o motivo número 1 pelo qual a empresa perde apenas 5% das propostas do seu pipeline para a concorrência. Os outros dois motivos, segundo ele, são o investimento em qualidade e a velocidade do time to market. De acordo com o mais recente relatório financeiro da empresa, publicado em 13 de novembro, o faturamento de 2012 deverá ficar entre US$ 487 milhões e US$ 488 milhões, com margem EBITDA de 145 milhões de dólares a 146 milhões de dólares.

Para 2013, a empresa está de olho no cenário mobile, preparando apps de dashboard para rodar em iOS e Android, e atenta ao Big Data, trabalhando para criar formas de agregar ferramentas de analytics na nova versão do Trading Grid que virá no próximo ano. O esfriamento da economia mundial obviamente é motivo de preocupação e atenção, especialmente com relação à Europa mas, segundo Segert, a vantagem da GXS de gerar economia para corporações da ordem de até 50% dos custos com EDI e a adoção mais intensa de serviços de nuvem apontam um cenário favorável.

“Estimamos que hoje são gastos anualmente 60 bilhões de dólares nesse nosso mercado, uma boa parte pelas próprias empresas B2B, utilizando serviços dentro de casa. Como pode ver, temos muito espaço para crescer”, diz o executivo.

Background: Em janeiro de 2009, a GXS reforçou sua presença no País comprando Interchange Serviços S/A, uma das maiores provedoras brasileiras de serviços de transações eletrônicas (EDI – eletronic data interchange), que pertencia ao Banco Real, Citi, EDS (uma companhia HP) e Itaú Unibanco.

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Publicado por em 24 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Gastos das empresas com PaaS vão dobrar até 2016, prevê Gartner

Consultoria estima que despesas nessa área vão pular de US$ 1,5 bilhão em 2013 para US$ 2,9 bilhões em 2016.

20 de novembro de 2012 – 10h30

Gastos com PaaS subirão de US $ 1,5 bilhão em 2013 para US $ 2,9 bilhões por volta de 2016, afirma o Gartner. Entram nessa conta produtos mais amplos como o Force.com, da Salesforce.com, bem como componentes de infraestrutura de aplicação discreta, tais como bancos de dados e  outros tipos funcionais de middleware oferecidos como serviço na nuvem.

Como as ofertas de IaaS (infraestrutura como serviço) e de SaaS (software como serviço) estão embaladas e formando mercados mais maduros,  PaaS será a arena  onde a batalha entre fornecedores e produtos ficará mais intensa”, diz Fabrizio Biscotti, diretor de pesquisa do Gartner.

Até agora, a maior adoção de PaaS está ocorrendo em “economias maduras”, com os EUA, que sozinhos respondem por 42% do mercado total, segundo o Gartner.

Na opinião dos realizadores do estudo, apesar de as receitas com PaaS permanecerem “relativamente modestas” em comparação com outras categorias, esses  números não refletem a verdadeira importância estratégica de PaaS para fornecedores de software, uma vez que uma plataforma viável de desenvolvimento em nuvem pode ajudar a criar um grande ecossistema de parceiros e desenvolvedores .

Como as vendas PaaS crescendo, o mercado e a própria tecnologia provavelmente evoluirão e mudarão, segundo o Gartner.

“Um fator que pode retardar a adoção de PaaS é a extrema fragmentação do mercado, com dezenas de fornecedores que fornecem funcionalidades individuais (MFT, SGBDs, mensagens, servidores de aplicação, integração de dados, integração B2B, a tecnologia de BPM e assim por diante)”, lembra o relatório. “Essa fragmentação será impossível de lidar quando os usuários e prestadores de serviços começarem a implementar aplicações críticas de negócios que exijam a utilização simultânea e múltiplas capacidades de PaaS (por exemplo, experiência do usuário, servidores de aplicação, SGBDs, segurança e mensagens) em larga escala. “

De fato, já existem mais de 150 empresas oferecendo produtos parciais no modelo PaaS, o que é notável dado o tamanho relativamente pequeno do mercado, segundo o Gartner.

Espera-se, portanto, que “a agregação rápida” de componentes PaaS em suítes surja, impulsionando o mercado, afirma o relatório.

Parte desta consolidação prevista pelo Gartner já ocorreu, evidenciada pela  aquisição da Heroku pela Salesforce.com, que prevê uma PaaS para aplicações escritas em Ruby, Java e outras linguagens.

A Oracle fez um movimento na mesma direção, na semana passada, adquirindo uma participação minoritária na Engine Yard, fornecedora de PaaS.

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Publicado por em 8 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Adoção de cloud em PMEs vai dobrar em 3 anos no País, prevê Microsoft

No Brasil, 33% são usuárias de nuvem e 45% afirmaram que devem contratar o modelo nos próximos dois ou três anos.

Em todo o mundo, o número de pequenas e médias empresas (PMEs) que utiliza pelo menos um serviço pago na nuvem deverá triplicar nos próximos três anos e dobrar no Brasil. É o que indica estudo realizado pela Microsoft em parceria com a Edge Strategies, companhia de pesquisas.

O levantamento, intitulado Microsoft SMB Business in the Cloud 2012, ouviu decisores do mercado de TI de mais de 3 mil empresas de pequeno e médio portes, em 13 países incluindo o Brasil, e identificou que o apetite das PMEs para a nuvem está crescendo à medida que elas adotam cada vez mais dispositivos e serviços, enquanto suas preocupações sobre a nuvem diminuem.

Segurança, aponta o relatório, é uma prioridade, mas não é a principal preocupação. Das empresas brasileiras 23% acreditam que seus dados estão menos seguros na nuvem do que se estivessem em seus computadores. No mundo, esse número é de 20%. Trinta e sete por cento das empresas PMEs consideram que os dados estão tão seguros na nuvem quanto nos seus sistemas instalados.

Apesar das incertezas econômicas globais, 53% das pequenas e médias empresas do mundo e 68% das PMEs nacionais que usam serviços em nuvem esperam crescer em vendas nos próximos 12 a 18 meses, sendo que a maioria delas acredita que a tecnologia vai acelerar seu crescimento.

Entre os benefícios apontados pelas empresas em solo nacional estão mais produtividade (55%), redução de custo (54%) e mais flexibilidade (49%). E-mail é o serviço mais usado na nuvem, por 27% das companhias, saltando para 63% em dois a três anos. Em segundo lugar está backup online, com 15% atualmente, crescendo para 41%.

A pesquisa descobriu que no Brasil, das 250 empresas entrevistadas, 33% são usuárias de nuvem e 45% afirmaram que devem contratar o modelo nos próximos dois ou três anos. “Já passou o tempo em que as grandes corporações eram as únicas a possuir serviços de TI de última geração”, diz Victor Baez, gerente de pequenas e médias empresas e canais da Microsoft Brasil.

Segundo ele, a nuvem coloca as pequenas e médias empresas em pé de igualdade em termos de estrutura tecnológica, ajudando-as a competir em um ambiente de negócios com rápidas mudanças. A pesquisa indica que 62% das empresas entrevistadas que utilizam os serviços em nuvem relatam benefícios significativos de produtividade em TI.

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Publicado por em 19 de agosto de 2012 em Tecnologia

 

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SAP Labs Latin América muda de comando e quer dobrar negócios

O alemão Stefan Wagner assume a presidência do laboratório, que está em fase de expansão e terá capacidade para mais de mil funcionários. Hoje, conta com 512 colaboradores.

O SAP Labs Latin America, organização voltada ao desenvolvimento de soluções localizada na cidade de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, está sob novo comando. Quem assume a presidência é o alemão Stefan Wagner, que há 12 anos faz parte do time SAP, sendo que nos últimos cinco à frente do SAP Partner Management. O executivo entra no lugar do holandês Erwin Rezelman com o desafio, segundo ele, de prover melhores serviços aos clientes SAP e inovar constantemente.

“Focamos no cliente, oferecendo suporte de alto nível, incluindo um centro de apoio em cloud computing”, afirma. Outro desafio de sua gestão será liderar o crescimento dos negócios, estratégia que já está em curso.

Hoje, a organização conta com 512 colaboradores e pretende alcançar a marca de 600 até o final do ano. A expansão física do laboratório, que deverá ser concluída em até 14 meses, permitirá capacidade de 1 mil profissionais.

De acordo com Wagner, o SAP Labs Latin America, continuará a investir em inovações em três áreas-chave, que a SAP tem apostado as fichas: mobilidade, tecnologia in-memory [com Hana] e cloud computing. “Elas têm grande potencial de crescimento no País. A plataforma em memória será adicionada ao nosso portfólio de produtos”, assinala.

O executivo destaca que o laboratório continuará a localizar os produtos para o mercado nacional. “No ano passado, houve grande demanda por localização de soluções bancária e gestão de transportes. São segmento de atenção para nós, assim como as tecnologias ligadas ao SPED PIS/Cofins e à NF-e”, detalha.

O Labs Latin America é, segundo Wagner, o quarto maior entre os 15 da organização em todo o mundo. À frente do País estão China, Índia e Alemanha. “O Brasil é um mercado estratégia para a SAP e as movimentações que realizamos por aqui contemplam essa visão”, finaliza.

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Publicado por em 19 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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