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EUA dizem que presidente ucraniano tem firme intenção de ficar no poder

O presidente da Ucrânia, Viktor Yanukovitch, tem a firme intenção de permanecer no poder e provavelmente recorrerá à intimidação e a meios fora da lei para assegurar sua reeleição em 2015, afirmou nesta quarta-feira (29) o chefe da inteligência americana (DNI), James Clapper, falando a uma comissão de senadores.

“Os acontecimentos políticos na Ucrânia vão continuar a ser pautados pela fúria púbica e a oposição frente aos abusos de poder do governo Yanukovitch”, aafirmou Clapper.

Em seu depoimento, ele também tratou da situação na Síria, afirmando que o regime sírio, cujo arsenal de armas químicas está prestes a ser destruído, é sem dúvida capaz de uma produção limitada de armas biológicas.

“Achamos que elementos do programa de armas biológicas da Síria superaram o estágio da pesquisa e desenvolvimento e que o regime é capaz de conduzir uma produção limitada”, afirmou ante a comissão.

Fonte G1

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Obama vai reduzir uso de metadados na espionagem, dizem agências

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, vai anunciar nesta sexta-feira (17) uma grande reforma no polêmico programa da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) que monitora grande quantidade de dados telefônicos de estrangeiros e norte-americano, disseram fontes graduadas do governo às agências Reuters e France Presse.

Em discurso às 14h (horário de Brasília) no Departamento de Justiça, Obama vai dizer que está ordenando uma transição que vai mudar de forma significativa o uso pela NSA do que ficou conhecido como programa de “metadados” de telefonemas.

A medida de Obama tem como objetivo restaurar a confiança nas práticas de inteligência dos Estados Unidos, e será anunciada após meses de revisão do programa pela Casa Branca, depois das revelações feitas pelo ex-prestador de serviço da NSA Edward Snowden.

Em um aceno aos defensores da privacidade, Obama vai dizer que ele decidiu que o governo não deve mais manter o enorme volume de metadados de telefonemas, uma decisão que pode frustrar alguns oficiais de inteligência.

Além disso, o presidente vai determinar, com efeito imediato, que “nós tomaremos medidas para modificar o programa para que uma decisão judicial seja necessária antes de consultar o banco de dados”, disse a fonte, que revelou detalhes do discurso sob condição de anonimato.

Vazamento
Em um dos maiores vazamentos de segurança da história dos Estados Unidos, Snowden, um ex-contratado da NSA agora exilado na Rússia, divulgou por meses nos meios de comunicação denúncias sobre a espionagem americana de líderes de outros países, como Brasil e Alemanha.

As revelações enfureceram os aliados de Washington, envergonharam a Casa Branca e escandalizaram legisladores e ativistas do direito à privacidade.

O governo assegura que a informação arrecadada é usada apenas para localizar suspeitos de terrorismo e que as autoridades não ouvem ligações telefônicas pessoais.

Obama disse que tentará restaurar a confiança pública nas operações de inteligência.

O porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, por sua vez, admitiu que, para o presidente, as revelações de Snowden são prejudiciais, mas as reformas também são necessárias.

Em sua edição de quarta-feira, o “New York Times” ressalta que não se espera uma revolução na maneira de trabalhar da NSA.

Em dezembro, um painel de cinco especialistas escolhidos por Obama formulou 46 recomendações, muitas delas focadas no programa ultrassecreto de coleta de dados das chamadas telefônicas feitas nos Estados Unidos.

“Estamos dando as últimas pinceladas na revisão dos nossos programas de vigilância eletrônica”, declarou Carney, sem comentar a matéria.

Segundo o jornal, é provável que Obama rejeite a recomendação do painel de atribuir às operadoras o poder de armazenar os dados, e não à NSA. Mas seu discurso será marcado por “um espírito de reforma (…) e deixará a porta aberta para novas mudanças mais à frente”.

Os analistas acreditam que a reforma será ainda mais restrita para os programas de vigilância no exterior, já que o grupo de especialistas evitou pedir o final do sistema Prism.

O Prism foi autorizado pelo artigo 702 de uma lei votada em 2008 pelo Congresso e é defendido como um dos instrumentos mais eficazes da NSA. Ele permite acessar e-mails, fotos e demais comunicações eletrônicas trocadas nos sites mais visitados do mundo, como Gmail, Hotmail e Skype.

“No que se refere ao programa 702, conservaremos, a grosso modo, a mesma estrutura que hoje”, disse na terça-feira o professor Peter Swire, um ex-funcionário do governo e especialista no tema.

“Querem ter o direito a ser mais transparentes sobre os dados que proporcionam e as condições em que fazem isso”, explica Mark Rumold, da Electronic Frontier Foundation, mas, “em termos de reforma da legislação, não acho que o presidente Obama proponha grande coisa”.

Depois do pronunciamento de Obama, espera-se que a reforma seja submetida à votação no Congresso. O consenso político que permitiu a aprovação da ‘Patriot Act’ em 2001 já não existe, e os principais críticos dos métodos da NSA se encontram no partido do presidente.

Na véspera do discurso, o jornal “Guardian” publicou as mais recentes revelações dos vazamentos de Snowden.

Segundo a matéria, a NSA teria coletado cerca de 200 milhões de mensagens de texto diários (SMS) de celulares em todo o mundo para extrair informações sobre a localização, redes de contato e cartões de crédito dos usuários.

Prontos para levar sua luta ao Congresso se necessário, os ativistas das liberdades civis esperam pelo discurso de Obama com ceticismo.

“A trajetória do presidente Obama nesses assuntos, de reformador a partidário desses programas, é muito desanimadora”, afirma Kevin Bankston, diretor do Open Technology Institute, da New America Foundation, um centro de estudos em Washington.

“Se ele não assumir a liderança corajosa que é necessário será responsabilidade do Congresso revisar as revelações e esperamos trabalhar com eles para isso”, afirmou Bankston.

Espera-se que Obama defenda medidas extraordinárias para proteger a privacidade de estrangeiros atingidos pelas interceptações eletrônicas e limitar a espionagem de seus aliados.

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Obama vai reduzir uso de metadados na espionagem, dizem agências

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, vai anunciar nesta sexta-feira (17) uma grande reforma no polêmico programa da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) que monitora grande quantidade de dados telefônicos de estrangeiros e norte-americano, disseram fontes graduadas do governo às agências Reuters e France Presse.

Em discurso às 14h (horário de Brasília) no Departamento de Justiça, Obama vai dizer que está ordenando uma transição que vai mudar de forma significativa o uso pela NSA do que ficou conhecido como programa de “metadados” de telefonemas.

A medida de Obama tem como objetivo restaurar a confiança nas práticas de inteligência dos Estados Unidos, e será anunciada após meses de revisão do programa pela Casa Branca, depois das revelações feitas pelo ex-prestador de serviço da NSA Edward Snowden.

Em um aceno aos defensores da privacidade, Obama vai dizer que ele decidiu que o governo não deve mais manter o enorme volume de metadados de telefonemas, uma decisão que pode frustrar alguns oficiais de inteligência.

Além disso, o presidente vai determinar, com efeito imediato, que “nós tomaremos medidas para modificar o programa para que uma decisão judicial seja necessária antes de consultar o banco de dados”, disse a fonte, que revelou detalhes do discurso sob condição de anonimato.

Vazamento
Em um dos maiores vazamentos de segurança da história dos Estados Unidos, Snowden, um ex-contratado da NSA agora exilado na Rússia, divulgou por meses nos meios de comunicação denúncias sobre a espionagem americana de líderes de outros países, como Brasil e Alemanha.

As revelações enfureceram os aliados de Washington, envergonharam a Casa Branca e escandalizaram legisladores e ativistas do direito à privacidade.

O governo assegura que a informação arrecadada é usada apenas para localizar suspeitos de terrorismo e que as autoridades não ouvem ligações telefônicas pessoais.

Obama disse que tentará restaurar a confiança pública nas operações de inteligência.

O porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, por sua vez, admitiu que, para o presidente, as revelações de Snowden são prejudiciais, mas as reformas também são necessárias.

Em sua edição de quarta-feira, o “New York Times” ressalta que não se espera uma revolução na maneira de trabalhar da NSA.

Em dezembro, um painel de cinco especialistas escolhidos por Obama formulou 46 recomendações, muitas delas focadas no programa ultrassecreto de coleta de dados das chamadas telefônicas feitas nos Estados Unidos.

“Estamos dando as últimas pinceladas na revisão dos nossos programas de vigilância eletrônica”, declarou Carney, sem comentar a matéria.

Segundo o jornal, é provável que Obama rejeite a recomendação do painel de atribuir às operadoras o poder de armazenar os dados, e não à NSA. Mas seu discurso será marcado por “um espírito de reforma (…) e deixará a porta aberta para novas mudanças mais à frente”.

Os analistas acreditam que a reforma será ainda mais restrita para os programas de vigilância no exterior, já que o grupo de especialistas evitou pedir o final do sistema Prism.

O Prism foi autorizado pelo artigo 702 de uma lei votada em 2008 pelo Congresso e é defendido como um dos instrumentos mais eficazes da NSA. Ele permite acessar e-mails, fotos e demais comunicações eletrônicas trocadas nos sites mais visitados do mundo, como Gmail, Hotmail e Skype.

“No que se refere ao programa 702, conservaremos, a grosso modo, a mesma estrutura que hoje”, disse na terça-feira o professor Peter Swire, um ex-funcionário do governo e especialista no tema.

“Querem ter o direito a ser mais transparentes sobre os dados que proporcionam e as condições em que fazem isso”, explica Mark Rumold, da Electronic Frontier Foundation, mas, “em termos de reforma da legislação, não acho que o presidente Obama proponha grande coisa”.

Depois do pronunciamento de Obama, espera-se que a reforma seja submetida à votação no Congresso. O consenso político que permitiu a aprovação da ‘Patriot Act’ em 2001 já não existe, e os principais críticos dos métodos da NSA se encontram no partido do presidente.

Na véspera do discurso, o jornal “Guardian” publicou as mais recentes revelações dos vazamentos de Snowden.

Segundo a matéria, a NSA teria coletado cerca de 200 milhões de mensagens de texto diários (SMS) de celulares em todo o mundo para extrair informações sobre a localização, redes de contato e cartões de crédito dos usuários.

Prontos para levar sua luta ao Congresso se necessário, os ativistas das liberdades civis esperam pelo discurso de Obama com ceticismo.

“A trajetória do presidente Obama nesses assuntos, de reformador a partidário desses programas, é muito desanimadora”, afirma Kevin Bankston, diretor do Open Technology Institute, da New America Foundation, um centro de estudos em Washington.

“Se ele não assumir a liderança corajosa que é necessário será responsabilidade do Congresso revisar as revelações e esperamos trabalhar com eles para isso”, afirmou Bankston.

Espera-se que Obama defenda medidas extraordinárias para proteger a privacidade de estrangeiros atingidos pelas interceptações eletrônicas e limitar a espionagem de seus aliados.

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Publicado por em 17 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Conflito no norte do Iêmen deixa ao menos 210 mortos, dizem salafistas

Ao menos 210 pessoas morreram em dois meses de confrontos entre muçulmanos xiitas houthis e ultraconservadores sunitas salafistas no norte do Iêmen, disse um porta-voz salafista nesta segunda-feira (13).

A violência começou em 30 de outubro, quando rebeldes houthi que controlam a maior parte da província de Saada, no norte do Iêmen, acusaram os salafistas da cidade de Damaj de recrutar milhares de guerrilheiros estrangeiros, tendo como objetivo uma ofensiva contra os houthi.

Os salafistas, que seguem uma rígida interpretação do islamismo sunita, afirmaram que os estrangeiros são estudantes em busca de aprofundar o conhecimento sobre o islã no seminário Dar al-Hadith.

Surour al-Wadi’i, um porta-voz salafista, disse que o número de mortos entre os salafistas subiu para 210, com 620 feridos. Um porta-voz para os houthis, Ali al-Bakhity, disse não haver contagem sobre vítimas entre os houthis.

A rivalidade sectária em Damaj obscureceu os esforços de reconciliação no Iêmen, país vizinho à grande exportadora de petróleo Arábia Saudita e sede de uma das mais ativas alas da Al Qaeda.

Os confrontos entre os dois lados em Saada e províncias adjacentes pararam devido a um cessar-fogo acordado no sábado.

Diversas tentativas anteriores de cessar-fogo falharam. Os termos do acordo mais recente incluem a retirada dos salafistas de Damaj para a cidade de Hadida e estipula que os estudantes estrangeiros devem voltar para casa, de acordo com um documento de cessar-fogo visto pela Reuters.

Fonte G1

 
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Publicado por em 14 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Braço da Al-Qaeda na Síria executa dezenas de rivais, dizem ativistas

O Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL), ligado à rede terrorista da Al-Qaeda, executou dezenas de rivais islamitas durante os últimos dois dias, conforme recuperava o controle sobre a maior parte do território que havia perdido na província de Raqqa, no norte da Síria, disseram ativistas no domingo (12).

Um dos ativistas, falando a partir da província na condição de anonimato, disse que até 100 combatentes da Frente Nusra, outra afiliada da Al-Qaeda, e da brigada Ahrar al-Sham, capturados pelo EIIL na cidade de Tel Abiad, na fronteira com a Turquia, foram mortos a tiros.

Não houve confirmação independente sobre o relato.

arte cronologia síria 31/12/2013 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Atual repressão é pior do que em era Mubarak, dizem ONGs do Egito

As principais ONGs do Egito denunciaram neste sábado (4) a forte repressão a protestos pacíficos e a violação de direitos humanos por parte do Ministério do Interior durante os últimos seis meses, ações que deixaram o país “pior do que na época de Hosni Mubarak”, ex-presidente do país.

“A reação das atuais autoridades egípcias perante os protestos não se diferencia muito da que houve durante a revolução de 25 de janeiro de 2011 (que derrubou Mubarak). Mudaram as caras e os nomes, mas a situação continua sendo a mesma”, lamentam as ONGs em comunicado lido em entrevista coletiva.

As organizações – entre elas a Rede Árabe para a Informação de Direitos Humanos e a Iniciativa Egípcia pelos Direitos Pessoais – se uniram para denunciar o uso da violência contra os manifestantes de “forma indiscriminada, sob o guarda-chuva da lei de protestos” aprovada recentemente.

As manifestações se transformaram em “um perigo para a vida” das pessoas que participam delas, segundo um relatório elaborado de forma conjunta e apresentado neste sábado, apoiado em dados da “Wiki Thawra” (Revolução Wiki), uma espécie de base de dados da revolução egípcia disponível na internet.

“Nos 18 dias de revolução contra Mubarak morreram 1.075 pessoas; durante o governo de Mohamed Morsi foram 460 vítimas; enquanto com o atual governo militar e do presidente interino Adly Mansour foram contabilizados 2.665 mortos nos primeiros quatro meses após a queda de Morsi”, resume o relatório.

Dos mortos, 2.421 são civis, 174 policiais e 70 militares, de acordo com essa apuração.

Entre as vítimas há 11 jornalistas, sete médicos, 51 mulheres, 117 menores de idade e 211 estudantes, informa o relatório, que inclui no total os 969 mortos no desmantelamento dos acampamentos islamitas nas praças Rabia al Adawiya e Al-Nahda.

Quanto aos feridos por enfrentamentos entre as forças de segurança e os manifestantes, o número chega a 15.914 nos cinco meses posteriores à queda da Irmandade Muçulmana, contra os 9.228 durante a presidência de Mursi.

As organizações afirmam que receberam múltiplas denúncias por torturas em centros de detenção e fora deles contra civis e ativistas políticos ou de direitos humanos.

“A lei que limita o direito à manifestação situa o Egito em tempos da Guerra Fria”, disse Ahmed Seif Al Islam Hamada, pai do destacado ativista Alaa Abdel Fatah, recentemente detido por convocar um protesto.

As ONGs também criticaram duramente a decisão do governo de declarar a Irmandade Muçulmana como organização terrorista.

Esta declaração “sem qualquer sentença judicial nem provas se deve a motivos políticos para justificar a opressão da liberdade de expressão”, assegura o comunicado.

O grupo considera que, em nome da luta contra o terrorismo, o Egito se encontra imerso em “um estado de exceção” no qual se decretam leis que limitam a liberdade e se reprimem protestos pacíficos.

As críticas também alcançam o Poder Judiciário, acusado de estar a serviço do poder e não manter a necessária independência.

“A Promotoria é quem incita a violar o direito à inocência dos presos e não evita que os cidadãos possam ser condenados por algo que não cometeram”, lamentou o advogado Mohamed Abdelaziz.

Igualmente, condenaram a repressão contra os jornalistas “que só exercem seu trabalho de cobrir as manifestações” e se referiram à prisão preventiva durante 25 dias de três profissionais do canal em inglês da emissora catariana “Al Jazeera”, acusados de integrar um grupo terrorista.

As ONGs pediram a libertação de todos os presos políticos e fizeram especial menção à detenção dos ativistas Ahmed Maher e Mohammed Adel, do Movimento 6 de abril, e o blogueiro Ahmed Duma, condenados a três anos de prisão por convocar um protesto ilegal, entre outras acusações.

Apesar da proibição das autoridades, centenas de islamitas vão às ruas diariamente para manifestar e pedir a restituição de Morsi.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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2013 foi o ano mais quente em 100 anos na Austrália, dizem autoridades

O ano de 2013 foi o mais quente na Austrália desde 1910, quando começou a ser feito o registro de temperaturas no país, segundo dados oficiais divulgados nesta sexta-feira (3).

O Relatório Anual do Clima do Departamento Australiano de Meteorologia revela que a média da temperatura no país esteve 1,2 ºC acima da média de 21,8 ºC estimada entre 1961 e 1990.

O dia mais quente de 2013 foi 7 de janeiro, mês com as temperaturas mais elevadas do ano e no qual também foi registrada a semana de calor mais intenso.

Entre 2 e 8 de janeiro foi quebrado outro recorde, o do número de dias consecutivos com temperaturas superiores aos 39 ºC, dobrando o registro de 1973.

A temperatura mais elevada de 2013 foi registrada no dia 12 de janeiro na cidade de Moomba, no sul da Austrália, onde o termômetro alcançou 49,6 ºC.

A temperatura na Austrália aumentou em 1 ºC desde 1950, uma tendência que coincide com as mudanças climáticas do planeta.

Imagem de satélite mostra fumaça emitida pelos focos de incêndio florestal que há uma semana atingem a região das Montanhas Azuis, na Austrália. Os fortes ventos têm dificultado a ação dos bombeiros. Milhares de famílias tiveram que deixar suas casas. (Foto: AFP/Nasa)Imagem de satélite mostra fumaça emitida pelos focos de incêndio florestal que atingiram em outubro a Austrália. Autoridades da ONU disseram que fogo teria relação com mudança climática (Foto: AFP/Nasa)

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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