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Ataque rebelde mata 30 combatentes do governo sírio, dizem ativistas

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Rebeldes deixam local de explosão que teria matado 30 combatentes do governo sírio nesta terça-feira (6) (Foto: Rasem Ghareeb/Reuters)Rebeldes deixam local de explosão que teria matado 30 combatentes do governo sírio nesta terça-feira (6) (Foto: Rasem Ghareeb/Reuters)

Cerca de 30 integrantes das forças do governo sírio morreram na explosão de uma bomba colocada em um túnel sob um posto de controle na província de Idlib, noroeste do país, disseram ativistas da oposição nesta terça-feira (6).

Vídeos e fotos colocadas por partidários da oposição na internet mostram uma grossa nuvem de fumaça e também terra lançadas para o ar perto de uma pequena cidade enquanto homens gritavam “Allahu Akbar” (Deus é Grande).

Rebeldes que lutam para derrubar o presidente Bashar al-Assad promovem com frequência ataques contra suas forças, mas não são frequentes explosões dessa dimensão.

O grupo oposicionista de monitoramento Observatório Sírio para os Direitos Humanos, com sede na Grã-Bretanha, disse que a explosão ocorreu na periferia da cidade de Ma’arat al-Nu’man, em Idlib.

Segundo o Observatório, cerca de 70 rebeldes morreram na segunda-feira (5) em confrontos entre grupos islamitas rivais numa região do leste do país, perto da fronteira do Iraque, onde eles disputam entre si o controle de áreas produtoras de petróleo.

arte síria versão 15.04 (Foto: Arte/G1)

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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Mais competições e prêmios ajudarão Brasil no e-sport, dizem atletas

Espectadores ficam próximos dos ciberatletas no torneio X5 Mega Arena, em São Paulo (Foto: Gustavo Petró/G1)Espectadores ficam próximos dos ciberatletas no
torneio X5 Mega Arena, em São Paulo (Foto:
Gustavo Petró/G1)

Mais competições, mais prêmios e mais experiência. O ciberesporte brasileiro cresceu muito nos últimos anos, com jogadores e equipes brasileiras obtendo destaque no país e fora dele, mas estas são as necessidades que o jogador profissional tem e que eventos como o X5 Mega Arena (XMA), que vai até o domingo (4) em São Paulo, tentam suprir.

Como em qualquer outro esporte tradicional como natação ou vôlei, por exemplo, o bom desempenho e resultados positivos vêm dos treinos e da participação em mais competições, dando experiência aos atletas. No XMA eles têm essa oportunidade e, ainda, são as estrelas do evento.

A cada partida dos jogos “League of legends”, “Point blank”, “Crossfire” e “Combat arms” os gamers profissionais passam  pelo meio dos espectadores e são recebidos com muito entusiasmo, como se fossem jogadores de futebol. Eles ainda ficam aguardando duas partidas em uma sala de vidro no meio da torcida. A estrutura foi aprovada.

“É uma adrenalina muito grande e que nos dá a sensação de obrigação de subir ao palco e fazer o melhor no nosso jogo para entreter o público”, diz Lucas Franco, 19 anos, do Rio de Janeiro e jogador de “Crossfire” da equipe Pain Gaming, sobre estar em contato com os espectadores das partidas.

Para seu colega Felippe Martins, 19 anos e também do Rio, há uma grande evolução no e-sport nacional proporcionado por mais torneios e por patrocínio de mais empresas. “Os eventos eram pequenos, com a participação de poucas pessoas no local. Hoje é uma febre”, explica. “Para os atletas é importante manter o contato com o público e com os adversários, aumentando nossa experiência. Quando chegamos em uma competição no exterior, temos essa experiência que precisamos para conseguirmos nos destacar”.

Como em um torneio de MMA, competidores passam no meio da torcida para ir ao palco da competição do X5 Mega Arena, em São Paulo (Foto: Gustavo Petró/G1)Como em um torneio de MMA, competidores
passam no meio da torcida para ir ao palco da
competição do X5 Mega Arena (Foto: Gustavo
Petró/G1)

Para ele, ter uma torcida maciça a favor ou contra faz a diferença. “Temos que mostrar trabalho para quem nos assiste aqui no XMA ou pela internet”. Ele afirma que ainda há preconceito contra quem joga games profissionalmente e que se considera um profissional como qualquer outro. “Com o tempo as pessoas vão conhecendo melhor o esporte eletrônico e respeitando o que fazemos”. E se depender da empolgação do público presente, o futuro para os ciberatletas é promissor.

De acordo com a organização do evento, na tarde de sexta (2) havia 10 mil pessoas no local e mais de 20 mil acompanhando os torneios em transmissões ao vivo pela internet. “Quebramos todos os recordes de audiência de jogos como ‘Point blank’”, afirma Alexandre Borba, um dos idealizadores do evento. “Criamos um evento de nível internacional”.

E este nível é o que os jogadores mais gostaram. “Em 2013 estávamos representando o Brasil nas Filipinas em um torneio internacional de ‘Point blank’ e aqui está no mesmo nível que vimos lá fora”, contra José Cavalcanti Neto, jogador de 23 anos de Manaus (AM) da equipe 2Kill Gaming. “O e-sport cresce muito no Brasil principalmente com ‘League of legends’. Os jogadores têm salários, moram juntos, treinam juntos. Isso ajuda o nosso game, ‘Point blank’, a crescer muito. Temos mais torneios com premiação alta, de R$ 10 mil, o que nos motiva a treinar e a vir aqui para disputar o título”.

Para os próximos anos, Neto diz que o esporte eletrônico ficará mais popular, mas precisa de investimento de empresas. “Com mais patrocínios e mais investimento, o Brasil terá destaque nas competições de games dentro de dois anos”.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Premiê russo diz que Ucrânia deve US$16 bi à Rússia, dizem agências

O primeiro-ministro russo, Dmitry Medvedev, disse em uma reunião com o presidente Vladimir Putin, nesta sexta-feira, que a Ucrânia deve no total US$ 16 bilhões à Rússia, disseram agências de notícias locais.

Medvedev disse que a Ucrânia deve US$ 11 bilhões uma vez que o tratado segundo o qual a Rússia fornece gás mais barato a Kiev em troca da base naval de Sebastopol está “sob denúncia”.

Além disso, ele afirmou que a Ucrânia deve US$ 3 bilhões de um recente empréstimo em forma da compra pela Rússia de eurobonds, e que mais US$ 2 bilhões são devidos à estatal russa Gazprom.

Finanças
O vice-ministro das Finanças russo, Alexei Moiseev, afirmou nesta sexta que não espera um grande impacto imediato das sanções do Ocidente ao setor financeiro da Rússia, e argumentou que o perfil de crédito do país não piorou.

“Por enquanto, não vejo consequências severas para o setor financeiro”, disse Moiseev a jornalistas às margens de uma conferência empresarial.

Os Estados Unidos impuseram uma segunda rodada de sanções a Moscou na quinta-feira e a União Europeia também deve anunciar medidas devido às ações da Rússia para anexar a região da Crimeia, tomada da Ucrânia no mês passado.

Moiseev também criticou o rebaixamento da perspectiva de crédito da Rússia por agências de classificação, dizendo que não há base para isso.

Na quinta-feira, tanto a S&P quanto a Fitch revisaram a perspectiva de longo prazo da dívida russa para “negativa”, de “estável”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Celulares podem falhar no Itaquerão e Arena da Baixada, dizem empresas

A instalação dos equipamentos para reforçar o sinal de celular dentro dos estádios do Corinthians, em São Paulo, palco da abertura da Copa do Mundo, e do Atlético Paranaense, em Curitiba, pode não ficar pronta até a data dos jogos, admitiu nesta segunda-feira (17) o diretor-executivo do SindiTelebrasil, entidade que representa as empresas de telefonia, Eduardo Levy. Segundo ele, por conta disso, os torcedores podem enfrentar falhas nas tentativas de chamadas e de acesso à internet móvel nesses locais.

Nesta segunda, o SindiTelebrasil anunciou que fechou acordo com Corinthians e Atlético-PR para a instalação da chamada “cobertura indoor”. Dos 12 estádios que vão receber jogos durante a competição, apenas nesses dois ainda não havia entendimento, o que impedia o início da obra.

Com isso, as empresas de telefonia terão menos de 100 dias para fazer a implantação dos equipamentos, entre eles centenas de pequenas antenas que ficam espalhadas pelo estádio, além de uma rede de cabos de fibra óptica. De acordo com o SindTelebrasil, entidade que representa as operadoras, o prazo médio para a instalação dessa cobertura é de 150 dias.

“Há o risco de [os equipamentos] não estarem 100% prontos e testados [nos dois estádios até a data dos jogos]”, disse Levy ao G1. “Pode haver falha e congestionamento [de chamadas e envio de dados pela internet]”, completou ele.

Levy diz que a falta de tempo pode fazer com que parte das antenas não seja colocada ou, então, que não seja possível passar os cabos por alguns pontos dentro dos estádios. Se houvesse tempo suficiente, continuou ele, cada arena receberia cerca de 300 antenas para reforçar o sinal de telefonia.

Nos estádios de Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador, que receberam jogos da Copa das Confederações no ano passado, a cobertura está em fase de ajustes finais, segundo o SindiTelebrasil.

Em Cuiabá, Manaus, Natal e Porto Alegre, as obras começaram mais tarde, no final de 2013, mas, segundo a entidade, vão ficar prontas até a Copa.

Impasse
A demora no acordo do SindiTelebrasil com Corinthians e Atlético-PR ocorreu por falta de entendimento quanto ao valor do aluguel que as empresas de telefonia têm que pagar pela sala que vão ocupar dentro dos estádios com seus equipamentos. A entidade não informou os termos do acordo com os dois clubes.

O SindiTelebrasil estima que serão investidos cerca de R$ 200 milhões para garantir aos clientes das operadoras acesso aos serviços de telefonia e internet móvel dentro dos 12 estádios que vão receber jogos da Copa.

Esse dinheiro será aplicado, por exemplo, na instalação de antenas dentro das arenas, que vão levar sinal até telefones e tablets além de captar chamadas ou dados enviados pelos usuário. Nos seis estádios da Copa das Confederações, no ano passado, haviam 767 dessas antenas.

As informações captadas pelas antenas, nas arquibancadas, camarotes e até nos vestiários, são levadas por cabos de fibra óptica até esta sala onde fica um equipamento que identifica e separa o tráfego de cada uma das cinco operadoras – Vivo, TIM, Claro, Nextel e Oi. Dali os dados são enviados para fora do estádio, para a rede de cada uma das empresas.

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Publicado por em 19 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Moderado, Papa deve trabalhar mais para mudar Igreja, dizem especialistas

selo infográfico do papa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Um Papa moderado, mas progressista em comparação com os anteriores. Tenta mudar a imagem de uma Igreja Católica tradicionalista, mas deixa em banho-maria temas espinhosos, como a punição para sacerdotes envolvidos com pedofilia ou a qualificação moral do casamento gay – apesar de ligeiros avanços nesses assuntos.

Essa é a visão que especialistas ouvidos pelo G1 têm sobre Jorge Mario Bergoglio, o argentino que completa nesta quinta (13) um ano sob a alcunha de Francisco e herdou o desafio de liderar mais de 1 bilhão de católicos após a renúncia de Bento XVI, atual Papa Emérito.

Logo nos primeiros dias de seu pontificado, Francisco imprimiu sua marca pessoal ao papado. Como jesuíta e adepto ao voto de pobreza, recusou aposentos luxuosos no Vaticano, assim como roupas extravagantes, assumiu seu lado latino ao sinalizar que queria ficar mais perto dos fiéis e dos pobres, e que o restante do clero tinha que fazer o mesmo.

Nos últimos 12 meses, o pontífice tem apresentado seu cartão de visitas ao mundo no intuito de divulgar mais a religião católica e arrebanhar público. Mas, segundo especialistas, ainda terá de arregaçar mais as mangas para sacudir a instituição milenar.

Infográfico feito pelo G1 mostra os principais assuntos abordados pelo Papa ao longo do primeiro ano da gestão de Francisco (veja clicando na imagem acima).

A seguir, saiba os temas que o Papa tratou nos últimos 12 meses, segundo especialistas.

1 – Pedofilia na Igreja
2 – União homossexual
3 – Reforma da Cúria e do Banco do Vaticano
4 – Legalização das drogas
5 – Defesa da vida
6 – Intervenção da Santa Sé no cenário internacional
7 – Papa progressista ou conservador?

Papa Francisco em diferentes momentos ao longo do primeiro ano de seu pontificado: com cocar indígena, em visita ao Rio de Janeiro; com criança vestida de Papa, no Vaticano; com a presidente Dilma Rousseff; e atendendo confissão durante sua primeira visita oficial como Papa, feita ao Brasil em 2013 (Foto: Danilo Verpa/Folhapress; L'Osservatore Romano/AP; Roberto Stuckert Filho/PR; L'Osservatore Romano/Reuters)Papa Francisco em diferentes momentos ao longo do
primeiro ano de seu pontificado: com cocar indígena,
em visita ao Rio de Janeiro; com criança vestida de
Papa, no Vaticano; com a presidente Dilma Rousseff;
atendendo confissão no Brasil em 2013
(Fotos: DaniloVerpa/Folhapress; L’Osservatore
Romano/AP; Roberto Stuckert Filho/PR;
L’Osservatore Romano/Reuters)

1 – Pedofilia na Igreja
Meses após tomar posse, em julho de 2013, Francisco aprovou decreto que endureceu as sanções penais a quem cometer abusos contra menores na Santa Sé e na Cúria, além de reformar o código penal do Estado da Cidade do Vaticano. Em dezembro passado, o Vaticano criou comissão para proteger vítimas e combater os casos de pedofilia.

Segundo Eulálio Figueira, doutor em religião pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, Francisco tem dado declarações “seguindo na direção de condenar tais atos para que aqueles que os cometam sejam julgados ao abrigo das leis civis dos países”.

No entanto relatório do Comitê da Organização das Nações Unidas para os Direitos da Infância sugeriu que a Igreja Católica deveria “afastar imediatamente” todos os clérigos suspeitos e denunciá-los às autoridades civis, para que possam ser responsabilizados.

Apesar do Vaticano alegar que enfrenta os casos de pedofilia com transparência, para o historiador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Leandro Karnal, “a política de acobertamento criada por João Paulo II e Bento XVI não sofreu uma guinada total”. Segundo ele, as declarações sobre o combate à pedofilia são fracas e há dúvidas de que a Igreja Católica vá se submeter a Justiça comum. “A tradição histórica é de não fazê-lo”, disse.

2 – União homossexual
Em julho, ao retornar do Brasil após participar da Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro, Francisco declarou em entrevista que os gays não podem ser marginalizados e devem ser integrados à sociedade. “Se uma pessoa é gay e procura Jesus, e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la”, disse o Papa.

À época, o Vaticano frisou que as palavras do Papa não mudavam a posição da Igreja Católica, de que as tendências homossexuais não são pecaminosas, mas sim os atos.

Segundo Brenda Carranza, cientista social e professora da PUC-Campinas, a postura do pontífice de “não julgamento e sim de acolhida” traçou o tom com que ele iria “lidar com temas escabrosos no interior da Igreja”. Mas, para o padre Jesus Hortal, ex-reitor da PUC do Rio de Janeiro, Francisco “não acenou, em nenhum momento, com mudanças na qualificação moral da conduta homossexual”, disse.

3 – Reforma da Cúria e do Banco do Vaticano
O novo Papa determinou a criação de um conselho de cardeais apelidado G8 para estudar um projeto de revisão da constituição apostólica da Cúria Romana e instalou comissão para fiscalizar o Banco do Vaticano – e evitar novos escândalos envolvendo lavagem de dinheiro e empréstimos duvidosos, que causaram constrangimentos à Igreja Católica.

Além disso, lançou consulta global sobre a evolução da família moderna, com um questionário que abordará assuntos sensíveis como divórcio, casamento homossexual e adoção de crianças por esses casais.

Entre seus atos mais recentes está a nomeação de arcebispos de várias partes do mundo (e não apenas da Itália ou ligados à Cúria) como cardeais, um sinal de diversificação da Igreja.

Segundo Leandro Karnal, Francisco tem gosto por assuntos administrativos e interfere neles, o que, de acordo com o historiador, foi deixado de lado pelos Papas anteriores, que permitiam que o Vaticano “fosse entregue ao segundo escalão”. “A Cúria Romana é a mesma há muito tempo. Corre o risco desta ser a maior mudança de Francisco”, explicou.

4 – Legalização das drogas
Em discurso proferido no Rio, em um hospital para dependentes químicos, Francisco criticou países latino-americanos que discutiam a descriminalização das drogas. Segundo ele, “não é deixando livre o uso das drogas que se conseguirá reduzir a difusão e a influência da dependência química”. A declaração causou polêmica.

De acordo com Brenda Carranza, o pontífice não quer “atribuir uma defesa ou recusa da legalização das drogas e sim denunciar a violência pessoal e estrutural que elas trazem”.

5 – Defesa da vida
Francisco se declara contrário à eutanásia, ao aborto e ao uso de contraceptivos (como camisinhas, incluindo como forma de prevenção à Aids, e pílula anticoncepcional), conforme prega a doutrina da Igreja Católica. “Ele defende a vida desde sua concepção, até a morte natural”, diz o padre Jesus Hortal. O que mudou, segundo Karnal, é que o pontífice “recomendou mais atenção aos temas, mais ênfase”.

 6 – Intervenção da Santa Sé no cenário internacional
Ao emitir opinião sobre o conflito na Ucrânia, a guerra na Síria e lembrar os imigrantes ilegais que morreram em naufrágios próximos a Lampedusa, na Itália, em travessias rumo à Europa, Francisco quer tornar o Vaticano uma referência maior para o mundo. “Ele quer mostrar que a Igreja Católica não deve ser mais uma potência apolítica, mas que deve explorar o peso eleitoral dos católicos nos países”, disse Leandro Karnal, da Unicamp.

“Não é que os predecessores do Papa atual deixassem de lado esses assuntos, mas sempre o fizeram na linguagem diplomática. Francisco tem falado muito claramente”, disse Jesus Hortal.

7 – Papa progressista ou conservador?
Moderado, seria a resposta correta de acordo com especialistas ouvidos pelo G1. Para eles, Francisco é “um pouco mais progressista que seus antecessores, Bento XVI e João Paulo II”, mas ainda tem tomado ações comedidas.

“É um líder sensato e atento aos sinais do tempo, mas classificá-lo como progressista ou conservador é perigoso”, disse Eulálio Figueira. “O perfil de Francisco é moderado ideologicamente”, afirma Brenda Carranza.

Leandro Karnal e o padre Jesus Hortal concordam que os traços progressistas, quando existem, estão apenas no pontífice “e não em toda a Igreja”, indicando que ainda é preciso muito trabalho para modificações concretas perceptíveis aos católicos.

“Numa Roma com mais de 2 mil anos de história, 12 meses é um tempo curto para fazer algo com maior envergadura”, disse Hortal.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Lavar lixo reciclável é desnecessário e desperdiça água, dizem especialistas

Trabalhadores separam lixo em cooperativa de reciclagem que fica no bairro de São Mateus, Zona Leste de São Paulo (Foto: Hélvio Romero/Estadão Conteúdo)Trabalhadores separam lixo em cooperativa de reciclagem que fica no bairro de São Mateus, Zona Leste de São Paulo (Foto: Hélvio Romero/Estadão Conteúdo)

Quem tem o hábito de lavar o lixo doméstico antes de destiná-lo à reciclagem está gastando água com algo desnecessário, explicam especialistas ouvidos pelo G1. Lavar itens como caixas de leite longa vida, potes de iogurte, garrafas PET ou de vidro para retirar restos de alimentos não ajuda no processo de reciclagem e gera mais esgoto – que muitas vezes não é coletado e tratado.

Esses materiais de qualquer forma serão novamente lavados quando chegarem às cooperativas, onde ocorre o processo de separação do papel, plástico, vidro e metal, que, posteriormente, serão destinados às indústrias de reciclagem.

Arte reciclagem (Foto: G1)

“Em qualquer processo de reciclagem, o resíduo será submetido a um processo de higienização. Não há necessidade de uma lavagem aprofundada do material”, explica Carlos Silva Filho, diretor-presidente da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).

A melhor maneira de preservar o lixo reciclável dentro de casa de maneira higiênica (sem uso de água), até que passe o caminhão para recolher, é guardá-lo em recipientes fechados, que evitam o surgimento de moscas e a emissão de odores, explica Emilio Maciel Eigenheer, especialista em resíduos sólidos.

Brasil, um país de lixões
Apesar de a lavagem de material reciclado ser um desperdício de água, quando se trata do tratamento de resíduos sólidos, esse problema ambiental ainda é pequeno em comparação com a existência de quase 3 mil lixões. O país ainda recicla apenas 1,4% das 189 mil toneladas de lixo que gera por dia. Segundo o governo federal, dos 5.564 municípios brasileiros, somente 766 fazem coleta seletiva.

Apesar de a reciclagem no país ser um mercado bilionário – em 2012 a coleta, a triagem e o processamento de materiais em indústrias geraram faturamento de R$ 10 bilhões – o Brasil perde R$ 8 bilhões ao ano ao enterrar, em aterros e lixões, materiais que poderiam ser reciclados.

Os dados são do Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem), associação dedicada à promoção da gestão integrada do lixo. Mas esses números podem mudar com a implantação da nova Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída em 2010 e que tem previsão para entrar em vigor a partir de agosto deste ano.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, os instrumentos da PNRS (que eliminam de vez todos os lixões e obriga as prefeituras a instalar aterros sanitários) ajudarão a alcançar o índice de 20% na reciclagem de resíduos já em 2015.

Para Silva Filho, mesmo a lei entrando em vigor ainda vai faltar ao governo investir na educação da população para o tema da reciclagem. Segundo uma pesquisa feita pela Abrelpe com 2 mil pessoas, 88% dos entrevistados se disseram favoráveis e propensos em ajudar o meio ambiente por meio da separação de resíduos. Porém, todos alegaram que não receberam orientação de como fazê-la.

“Falta orientação para esclarecer dúvidas básicas, como se eu preciso lavar o pote de margarina ou se posso jogar o papelão que veio a pizza, mesmo com gordura, para a reciclagem. Isso acaba prejudicando o sistema de coleta seletiva. O poder público tem que dar essa instrução”, explica.

O Brasil perde R$ 8 bilhões ao
ano ao desperdiçar, enterrando em aterros e lixões, os materiais que poderiam ser reciclados

Cestos coloridos não funcionam
O cesto azul é para jogar o papel. No vermelho, vai o plástico. O verde é para o vidro e o amarelo é para o metal. Isso é o que muitas vezes se aprende a respeito da reciclagem. No entanto, essa separação não funciona de fato no Brasil, pois o lixo chegará na cooperativa e será misturado.

Segundo os especialistas ouvidos pelo G1, a implantação das lixeiras coloridas foi uma tentativa de trazer para o país o hábito da reciclagem da forma como foi criado e consolidado em países desenvolvidos, onde a coleta ocorre por item.

No Japão, por exemplo, há um calendário para recolhimento de cada material reciclável, algo que no Brasil estaria fora de cogitação devido ao custo elevado da coleta multifrações, como é conhecida a técnica, que custa de quatro a seis vezes mais que a coleta dual, quando o lixo é separado apenas em reciclável e orgânico.

“O ideal é separar o lixo seco [aquele que pode ser reciclado] do lixo úmido [materiais orgânicos como restos de comida e materiais não recicláveis, como papel higiênico] e deixar o resto para a cooperativa fazer”, explica Sandro Mancini, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e especialista em reciclagem de resíduos sólidos.

“[Ter os cestos coloridos] é um gasto extra e um desestímulo à população, que quando vê esse monte de lixeiras coloridas, acaba misturando todo o lixo e colocando-o em um único cesto. Precisamos repensar essa medida”, aponta Silva Filho.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Síria ainda pode alcançar prazo para entrega de armas, dizem EUA

Os Estados Unidos, por meio de uma porta-voz do departamento de Estado, disse nesta quinta-feira (30) que a Síria ainda pode alcançar o prazo de sua obrigação em remover as armas químicas. Segundo Jen Psaki, a ameaça de uso de força contra o regime sírio nunca foi tirada de cena, mas que os EUA preferem buscar meios diplomáticos.

No ano passado, Washington considerou atacar o país militarmente para punir Damasco por usar armas químicas em uma guerra civil de três anos.

Com os prazos estourando, ps EUA dizem que a Síria removeu apenas 4% de seu arsenal declarado, embora Psaki tenha dito que ainda há tempo para o prazo se esgotar.

Negociações de paz
A oposição síria diz ter os nomes de cerca de 50 mil presos que estariam sob poder do regme desde poucas semanas antes do início das negociações de paz em Genebra – entre o governo do presidente Bashar al-Assad e a oposição síria no exílio. Numa tentativa de chamar a atenção para o tema no dia da abertura das negociações, dois representantes da oposição levaram fotos do dissidente veterano Abdelaziz al-Khayyer, que desapareceu em Damasco há dois anos.

O governo declarou que a lista que recebeu tinha bem menos nomes e que a maioria deles ou já tinha sido libertada ou nunca havia sido presa.

No entanto, em Damasco, as prisões arbitrárias continuam a arrasar famílias.

Os que sobrevivem à prisão enfrentam novas dificuldades depois da libertação. Eles são frequentemente “aconselhados” a deixar o país. Os que não podem terminam vulneráreis a extorsões de autoridades corruptas.

Ayman, de 50 e poucos anos, foi preso por um período curto em 2011, acusado de organizar protestos contra o governo, o que ele nega.

Durante duas semanas na prisão, ele disse ter sido espancado, humilhado e sofrido abuso psicológico.

O caso de Ayman se assemelha a muitos citados no relatório da organização Human Rights Watch, sediada nos Estados Unidos. O documento acusa as autoridades sírias de manterem dezenas de milhares de presos políticos e diz que a tortura havia se tornado comum.

Às vésperas da conferência de Genebra, a Síria negou a tortura e a morte de presos, chamando tais acusações de uma tentativa de minar as negociações.

Ayman, quando libertado, foi aconselhado a deixar o país, algo que ele diz que não pode fazer devido aos laços familiares e aos negócios.

“Eu continuo sendo contactado por eles. Outro dia eles ligaram e me disseram que eu deveria fazer uma visita para uma xícara de café”, afirmou ele na sua casa, nas região central de Damasco.

Ele disse que regularmente recebe a visita de uma autoridade do setor de inteligência em busca de propina. “Acho que já gastei uns US$ 3.000 em propina desde que fui libertado”, declarou.

Outros ex-presos terminam deixando o país. “Eu não vou viver paralisado pela paranoia”, afirmou Mohammad, de 28 anos. Ele ficou 20 meses preso em Damasco e, como outros ex-detentos, pediu para ser identificado apenas pelo primeiro nome. O irmão mais velho dele também foi preso e morreu sob custódia.

“Eles me disseram que enquanto eu estivesse na Síria eles não poderiam garantir que eu não fosse preso por outra agência de inteligência”, afirmou Mohammad, durante encontro com a Reuters no vizinho Líbano. Ele foi preso pela Inteligência da Força Aérea.

Como milhares de ex-presos no exterior, Mohammad não tem ideia de quando vai poder retornar. Ele procura uma oportunidade de asilo político na Europa.

Fonte G1

 
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Publicado por em 31 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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