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Bob Dylan divulga cover de Frank Sinatra e cria expectativa sobre álbum

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'Shadows in the night', de Bob Dylan (Foto: Divulgação)‘Shadows in the night’, de Bob Dylan (Foto:
Divulgação)

Bob Dylan divulgou surpreendentemente na terça-feira (13) em seu site uma versão da celebrada canção de Frank Sinatra, “Full moon and empty arms”, alimentando expectativas de que possa lançar um álbum este ano.

O americano de 72 anos, que chega à Europa no mês que vem com a turnê “Never ending tour”, também publicou uma foto do que parece ser a capa de um álbum com o nome de “Shadows in the night”.

O canto de Sinatra em “Full moon and empty arms” é sustituído pela célebre voz baixa e ligeiramente rouca de Dylan, nesta versão do hit de 1945 escrito por Buddy Kaye e Ted Mossman.

O porta-voz de Dylan não respondeu ao pedido da AFP por mais detalhes, mas revelou à revista Rolling Stone: “Esta música faz realmente parte de um futuro álbum que sairá este ano”.

O desenho da capa do álbum que aparece em sua página na web imita o estilo do legendário selo da gravadora de jazz Blue Note, indicou a revista.

A rádio pública NPR especulou que as pistas sugerem que o próximo álbum será composto por covers de músicas clássicas, uma homenagem que Dylan, famoso por hits como “The times they are a-changin”, já fez com clássicos do folk, quando em 1992 lançou “Good as I’ve been to you”, e, em 1993, “World gone wrong”.

Dylan, que tem uma longa carreira com 11 prêmios Grammy — um deles em homenagem à sua excelência –, completa 73 anos no dia 24 de maio.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Música

 

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Jay Z é agredido por irmã de Beyoncé e site divulga vídeo da briga

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Imagem de vídeo divulgado pelo site TMZ mostra briga entre Jay Z e Solange, irmã de Beyoncé (Foto: Reprodução/TMZ)Imagem de vídeo divulgado por site TMZ mostra briga
de Jay Z e irmã de Beyoncé (Foto: Reprodução/TMZ)

Jay Z foi agredido por Solange, irmã de Beyoncé, divulgou nesta segunda-feira (12) o site TMZ. O site publicou um vídeo de segurança que mostra a briga, ocorrida após o baile de gala do Metropolitan, em Nova York, na segunda-feira (5) (assista).

O vídeo mostra Solange discutindo com Jay Z e dando socos no cantor dentro de um elevador. Ela tenta dar chutes enquanto é contida por um segurança.

O site não informa o motivo da briga. Uma foto divulgada pelo TMZ mostra Beyoncé, Jay Z e Solange saindo da festa em Nova York juntos.

Solange tem 27 anos, quatro a menos que Beyoncé. Ela também é cantora. Seu primeiro disco, “Solo star”, foi lançado em 2003. Ela também é modelo e atriz.

Hotel investiga vazamento
O Standard Hotel, em Nova York, onde foram gravadas as imagens, divulgou um comunicado à agência de notícias Associated Press. “Estamos chocados e decepcionados por ter acontecido uma quebra no nosso sistema de segurança. Vamos fazer de tudo para questionar e processar os indivíduos responsáveis por isso”, diz o comunicado.

Jay Z e Solange, irmã de Beyoncé, durante o baile do Metropolitan (Foto: Larry Busacca e Mike Coppola / AFP)Jay Z e Solange, irmã de Beyoncé, durante o MET Gala 2014 (Foto: Larry Busacca e Mike Coppola / AFP)

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Música

 

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Anatel divulga proposta de edital para novo leilão do 4G na faixa de 700 MHz

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou nesta sexta-feira (2) a proposta de edital do leilão da faixa de 700 MHz para oferta de banda larga móvel de quarta geração (4G). O texto ficará em consulta pública até 3 de junho e, depois, voltará a ser analisado pelo conselho diretor da agência.

O governo prevê para agosto o novo leilão, que vai permitir a ampliação da oferta do 4G no Brasil. Atualmente, o serviço é oferecido pelas operadoras em parte do país na faixa de 2,5 GHz – o leilão dessa frequência foi feito em junho de 2012.

A proposta publicada nesta sexta foi aprovada pelo conselho diretor da Anatel em 10 de abril. Ela prevê apenas 3 licenças para operadoras nacionais. Assim, a medida deverá aumentar a concorrência pelos lotes, já que existem 4 grandes operadoras de telefonia celular do país: Claro, Oi, Vivo e TIM. Uma delas pode ficar sem a licença que permite vender o serviço de 4G nessa frequência em todo o país.

Além disso, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que pretende fazer uma série de viagens ao exterior para divulgar a empresas estrangeiras o edital do leilão. Ele afirmou que o governo tem interesse na entrada de uma nova operadora no mercado de telefonia móvel brasileiro e que isso deve trazer benefícios aos consumidores, como queda nos preços e melhora na qualidade dos serviços.

Modelo do leilão
A proposta prevê a possibilidade de duas fases de leilão. Na primeira, serão vendidos os três lotes nacionais, um de cada vez. Além de outros três lotes regionais: um que abrange a área de concessão da Sercomtel, no Paraná; outro envolvendo a área de concessão da CTBC, em Minas Gerais; e um terceiro que compreende o restante do país, fora essas duas regiões citadas.

O objetivo dessa divisão é permitir que Sercomtel e CTBC possam disputar os lotes para oferecer o 4G nas suas regiões. Entretanto, uma única empresa pode comprar esses dois lotes, mais o terceiro lote regional, que, juntos, formariam um quarto lote nacional.

Nessa primeira fase, os lotes são oferecidos com “pedaços” maiores de frequência, de 20 MHz cada – quanto maior esse pedaço, mais capacidade a operadora tem para atender os seus clientes. Caso não haja oferta para qualquer um desses lotes, eles serão oferecidos em um segunda rodada, em pedaços menores, de 10 MHz cada.

Fases do leilão
A proposta estabelece que vence cada lote a empresa ou grupo que oferecer o maior valor pelo direito de explorá-la. Entretanto, quem propuser valor igual ou superior a 70% da maior oferta para um mesmo lote, vai poder participar apresentar novos lances.

Entretanto, se nenhuma concorrente se enquadrar no critério dos 70%, a empresa ou grupo que ficou em segundo lugar na primeira fase terá o direito de fazer um novo lance independente da diferença entre a sua primeira oferta e aquela que ficou em primeiro.

Os novos lances precisam ser feitos em prazo máximo de 5 minutos e terão que ser, no mínimo, 5% superiores à maior proposta válida. Caso contrário, a empresa será desclassificada.

Faixa de 700 MHz, TV digital, 4G (Foto: TV Globo)Faixa de 700 MHz é próxima da usada pela
TV digital e pode causar interferência

Preocupação do setor de radiodifusão
A faixa de 700 MHz tem a vantagem para as operadoras da exigir menos antenas para cobertura de sinal. Mas o setor de radiodifusão está preocupado com a possibilidade de interferência do 4G na recepção da TV digital em casa.

A frequência é como se fosse uma estrada (veja no gráfico ao lado). Cada serviço trafega em uma faixa: a que vai ser leiloada para o 4G é próxima da usada pela TV digital, o que provoca interferências, de acordo com testes. Um serviço invade a faixa do outro.

Em abril, a Câmara dos Deputados promoveu uma audiência pública para discutir o leilão. A audiência ouviu a opinião das empresas de telefonia, do setor de radiodifusão, da Anatel e de órgãos de defesa do consumidor.

O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional chegou a aprovar, também em abril, uma nota na qual pede a suspensão da consulta pública e do leilão em virtude da possibilidade de interferência na qualidade de transmissão das emissoras de televisão e vice-versa. Para os conselheiros, que aprovaram a nota por unanimidade, o edital do leilão não pode ser lançado sem a conclusão dos testes de campo e de laboratório que aferem a convivência dos dois serviços na mesma faixa.

Indenizações
A proposta apresentada nesta sexta pela Anatel traz uma lista de redistribuição de canais de TV. Nessa lista estão as emissoras que hoje operam na faixa de 700 MHz e terão que deixá-la para permitir que ela seja usada para o 4G. Cerca de mil mudanças terão que ser feitas em diversas cidades de todo o país.

O edital prevê que as empresas vencedoras do leilão de agosto serão responsáveis por financiar essa redistribuição dos canais. O dinheiro será usado para compra de equipamentos para que essas emissoras possam operar em uma nova faixa de frequência. Segundo a Anatel, os radiodifusores só vão deixar a faixa de 700 MHz depois de serem indenizados.

Além disso, as empresas vencedoras do leilão também serão obrigadas a financiar “soluções para problemas de interferência prejudicial nos sistemas de radiocomunicação”, caso eles ocorram.

O governo ainda não divulgou a estimativa de custo dessa redistribuição de canais – e, portanto, da indenização que os radiodifusores vão receber. Esse valor deve ser conhecido quando da publicação da versão final do edital, prevista para julho.

Esse valor é importante para que as empresas interessadas no leilão possam definir as suas propostas. O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que a previsão do governo é arrecadar entre R$ 7 bilhões e R$ 8 bilhões.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Governo divulga apenas um terço das pesquisas com animais no país

arte animais (Foto: Arte/G1)

Levantamento do G1 e dados obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação mostram que dados sobre pesquisas com animais realizadas hoje no país ainda são escassos, desconhecidos pelo governo ou mantidos sob sigilo. Só um terço das instituições autorizadas têm suas pesquisas divulgadas oficialmente, e apenas 4% buscam alternativas a esses métodos.

O governo federal publica a lista de instituições e tipos de testes no site do Concea (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal), órgão responsável pelo controle das pesquisas com animais do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Dos 230 institutos ou universidades autorizados, 196 estão cadastrados, e apenas 77 têm suas informações disponibilizadas (33,4%).

Leia também:
Conselho nega vetar animais em testes e dá 5 anos para validar alternativas

O G1 pesquisou cada instituição da lista de credenciadas no site. Muitas das informações fornecidas estão truncadas ou incompletas e os registros nem sempre são atuais.

Por meio da Lei de Acesso à Informação, o G1 pediu ao ministério o “detalhamento do tipo de pesquisa aprovada e para quais fins se destina”. O Concea afirma que não possui os dados e que cabe às Comissões de Ética no Uso de Animais (CEUA) de cada universidade ou laboratório divulgá-los no site. A CEUA é uma comissão obrigatória criada pelas próprias instituições para avaliar e autorizar os testes.

Sigilo
O conselho diz também que as comissões, com base na Lei Arouca, não estão obrigadas a informar ao público que tipo de pesquisa estão fazendo com os animais. “Compete à CEUA decidir sobre a não disponibilização da informação”, respondeu José Mauro Granjeiro, coordenador do Concea.

“A Resolução Normativa do Concea nº 12, de 2013, em seu item 5.2.3.6, colocou as informações produzidas no âmbito da CEUA sob o resguardo de sigilo e confidencialidade. São consideradas imprescindíveis à segurança da sociedade ou do Estado e, portanto, passíveis de classificação as informações cuja divulgação ou acesso irrestrito possa prejudicar ou causar risco a projetos de pesquisa e desenvolvimento científico ou tecnológico (…)”, completa.

O que diz o Concea sobre a divulgação de informações
‘São consideradas imprescindíveis à segurança da sociedade ou do Estado e, portanto, passíveis de classificação [sigilo] as informações cuja divulgação ou acesso irrestrito possa prejudicar ou causar risco a projetos de pesquisa e desenvolvimento científico ou tecnológico.’

Sem controle
A reportagem do G1 procurou alguns dos institutos que, segundo o ministério, não publicaram suas informações.

No caso do Instituto Royal, invadido por um grupo para resgatar dezenas de beagles usados em pesquisas em São Paulo, o governo foi quem declarou o sigilo das pesquisas. O instituto encerrou suas atividades, mas chegou a ter projeto de R$ 5,25 milhões aprovado em parceria com dois ministérios, divulgado apenas como “criação, manejo e fornecimento de animais para desenvolvimento pré-clínico de fármacos” e classificado pela Finep (Agência Brasileira da Inovação).

Ana Lúcia Marigo é secretária da CEUA da Embrapa Meio Ambiente, um dos institutos para os quais não constam informações no site. Segundo ela, as instituições são informadas de que devem se cadastrar no Ciuca (Cadastro das Instituições de Uso Científico de Animais), lançado em 2008 quando foi instituído o Concea. “Mas está tudo tão cru ainda”, diz.

O governo divide as instituições entre “deferidas” (76 ao todo) e “em andamento” (154), mas todas estão autorizadas a realizar as pesquisas, ainda que o Concea não tenha analisado a documentação.

“São pouquíssimas as que já têm o credenciamento deferido. A gente tinha um prazo até o ano passado para submeter e, em janeiro, recebemos uma correspondência dizendo que os dados estão sendo avaliados”, afirma a pesquisadora.

Segundo Marigo, hoje o Brasil não possui nenhum controle prévio sobre as pesquisas com animais e não é possível saber, por exemplo, se o mesmo procedimento está sendo feito em estados diferentes com o mesmo objetivo, sacrificando mais de um animal.

Até tudo começar a caminhar do jeito que deve ser vai demorar muito tempo. Muita gente está perdida e tem muita coisa errada para ser arrumada. Imagine um pesquisador que trabalha com animais há 30 anos, nunca precisou preencher um protocolo, sempre matou quantos ratos quis. É claro que a gente segue as orientações [do Concea], mas a fiscalização deles é perante os relatórios das pesquisas”Ana Lúcia Marigo, secretária da CEUA da Embrapa Meio Ambiente

“[O Concea] começou esse levantamento em 2008. Até tudo começar a caminhar do jeito que deve ser vai demorar muito tempo. Muita gente está perdida e tem muita coisa errada para ser arrumada. Imagine um pesquisador que trabalha com animais há 30 anos, nunca precisou preencher um protocolo, sempre matou quantos ratos quis. É claro que a gente segue as orientações [do Concea], mas a fiscalização deles é perante os relatórios das pesquisas”, afirma.

Octavio Presgrave, coordenador do CEUA da Fiocruz no Rio de Janeiro, também diz que o instituto vem colaborando com o Concea, apesar de as pesquisas do Centro de Pesquisas René Rachou, parte da Fiocruz Minas, não estarem listadas no site. “A gente vem alimentando, mas não sei responder se isso eles vão tornar isso público”, afirma.

Para o cientista, ainda que mantenha parte das pesquisas em sigilo, em razão de quebra de patentes, por exemplo, o governo poderia divulgar relatórios quantitativos para auxiliar a comunidade científica. “A União Europeia publica relatórios sobre quantos animais são utilizados nas pesquisas, áreas de pesquisa. Hoje só é possível saber o que o outro está fazendo através de artigos que são publicados. Acho que a ideia do Concea é juntar esses dados para poder divulgar”, afirma.

Reprodução do site do Ministério da Ciência e Tecnologia mostra um dos cadastros de pesquisas realizadas com animais no sistema. Em seu site próprio, o Centro de Pesquisas René Rachou da FioCruz Minas especifica que pesquisas realiza (Foto: Reprodução)Reprodução do site do Ministério da Ciência e Tecnologia mostra um dos cadastros no sistema do governo, no qual deveriam constar todas as informações sobre pesquisas com animais. Em seu site próprio, o Centro de Pesquisas René Rachou da FioCruz Minas especifica que pesquisas realiza e também afirma que enviou informações sobre elas ao governo (Foto: Reprodução).


Alternativas
Um relatório do governo obtido pelo G1 por meio da Lei de Acesso à Informação mostra ainda que, apesar de 230 instituições possuírem autorização para utilizar animais, apenas dez entidades buscam alternativas a esses métodos. São os dados mais recentes de que o governo dispõe no Concea em questionário realizado entre outubro e novembro de 2012.

“É chocante”, afirma Presgrave. “Quando você me dá um dado desse, óbvio, precisava ter mais, mas, no momento em que o governo financiar mais essas pesquisas, eu garanto que esse número aumenta”, avalia.

É chocante. Quando você me dá um dado desse, óbvio, precisava ter mais, mas, no momento em que o governo financiar mais essas pesquisas [alternativas], eu garanto que esse número aumenta”Octavio Presgrave, coordenador do CEUA da Fiocruz no Rio de Janeiro

Segundo o conselho, realizam pesquisas alternativas o Instituto Butantan (SP), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade de São Paulo de Ribeirão Preto (USP/RP), Instituto Adolfo Lutz, Fiocruz (BA), Instituto Sírio Libanês, Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo do Campus de Ribeirão Preto (FCF-USP-RP), Fort Dog Saúde Animal, Laboratório Nacional de Biociência (LNBio) e Centro de Pesquisa Ageu Magalhães –as quatro primeiras também realizam pesquisas com animais.

Reportagem do G1 mostra que o Brasil não possui hoje um órgão para validar métodos alternativos ao uso de animais em pesquisas científicas, apesar de ser proibido por lei o uso de animais quando há outros meios de se chegar ao mesmo resultado. Em março, o plenário do Concea decidiu que ocorrerá a substituição progressiva por métodos alternativos que começarão a ser validados no Brasil.

“O governo não incentiva esse tipo de pesquisa. A primeira vez que teve um edital específico foi em 2012, no valor de R$ 1,5 milhão, ao passo que um único programa na União Europeia chega a ter 50 milhões de euros de financiamento”, avalia o cientista da Fiocruz. “O que precisa é de vontade política para que isso seja executado, e mais ainda, uma boa coordenação.”

O Concea reforçou que o “monitoramento constante e periódico do emprego de técnicas alternativas no Brasil é fundamental para a avaliação de estratégias que visem intensificar o uso das mesmas, contribuindo para a maior aderência e disseminação de métodos alternativos, particularmente na comunidade acadêmica” e que “está sendo planejada uma consulta mais ampla a ser implementada em 2014”.

Financiamento
Informações sobre valores repassados a essas pesquisas também são difíceis de se obter. O ministério informou que não repassa recursos diretamente aos projetos, mas que as instituições podem pedir auxílio financeiro às agências de financiamento oficiais da área de C&T&I (Ciência, Tecnologia e Inovação) como a Finep e o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). “Este ministério não possui informações sobre elas”, informou.

arte g1 pesquisas animais (Foto: Arte/G1)

O G1 procurou os órgãos responsáveis. À Finep, requereu o total financiado nos últimos cinco anos, por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico ou Fundo Nacional de Saúde, em projetos de pesquisas relacionados a biotérios ou animais de laboratório. A empresa pública vinculada ao ministério é quem controla essa verba.

De acordo com os dados, desde 2008 foram financiados 86 projetos com animais, que receberam R$ 270,4 milhões do fundo, e um foi identificado como “projeto da indústria de cosméticos que utiliza ensaios in vitro em substituição ao uso de animais de laboratório”.

Trata-se de um contrato de 2007 sob a rubrica “inovação tecnológica em formulações dermo-cosméticas: substâncias bioativas de origem natural micro e nanoestruturadas”, desenvolvido pela Leviale Indústria Cosmética Ltda., no valor de R$ 959.808. O contrato corresponde a 0,3% do total financiado nos últimos cinco anos nessa área.

A Finep não especificou quantos institutos que receberam verba de fomento à pesquisa realizam testes cosméticos ou relacionados à saúde. “Esclarecemos que as Instituições de Ciência e Tecnologia que desenvolvem projetos envolvendo animais de laboratório devem observar a legislação específica em vigor, Lei nº 11.794, de 8 de outubro de 2008 [Lei Arouca], cabendo às próprias instituições a constituição das Comissões de Ética no Uso de Animais.”

O CNPq financiou a R$ 437 milhões em bolsas no ano de 2013 a instituições que utilizam animais em suas pesquisas, a grande maioria universidades. O valor inclui qualquer tipo de pesquisa nessas entidades, com ou sem uso de animais, já que o conselho informou não catalogar essa informação específica em seu sistema de fomento. A Finep informou que foram financiadas bolsas no valor de R$ 1,9 milhão desde 2008 envolvendo pesquisas com animais e biotérios.

Nenhum dos órgãos possuía dados sobre verbas de incentivo a projetos de busca por alternativas aos testes com animais.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Nasa divulga vídeo da formação de tornados que mataram 29 nos EUA

A agência espacial americana (Nasa) divulgou um vídeo feito com o satélite NOAA GOES-East que mostra a formação de tornados e tempestades no domingo (27) e na segunda-feira (28) que provocaram 29 mortes em dois dias e atingiu os estados de Nebraska, Kansas, Iowa, Oklahoma, Arkansas, Louisiana, e Mississippi.

Quase 75 milhões de pessoas habitam as áreas de risco, que podem ser afetadas por novas tempestades intensas e tornados nas próximas horas, segundo o Serviço Nacional de Meteorologia.

Depois dos tornados que deixaram 17 mortos no domingo, a maioria no estado do Arkansas, na segunda-feira oito pessoas morreram no Mississippi, informou a CNN, que citou a Agência de Gestão de Emergências do estado. Outras duas pessoas morreram no Alabama e duas em Iowa.

Os governadores de Alabama e Geórgia decretaram estado de emergência em suas jurisdições.

O senador por Mississippi Giles Ward teve que se refugiar com a família no banheiro de casa quando um tornado destruiu sua residência de dois andares.

Nas áreas do Arkansas mais afetadas pelos tornados de domingo, equipes de emergência intensificaram as buscas de sobreviventes.

Na cidade de Vilonia, o chefe de polícia Brad McNew afirmou que a localidade de 4 mil habitantes ficou irreconhecível.

Os tornados também devastaram grandes áreas de Mayflower, de 2.300 habitantes e que fica perto da capital do estado do Arkansas, Little Rock.

Dezenas de residências também foram destruídas no estado do Kansas, mas as autoridades não informaram sobre vítimas fatais.

O presidente Barack Obama ofereceu condolências e prometeu ajuda do governo federal para as regiões afetadas.

Imagem de satétite mostra a formação do tornado (Foto: NASA/NOAA GOES Project)Imagem de satélite mostra a formação do tornado (Foto: NASA/NOAA GOES Project)John Smith olha para o que sobrou de sua oficina mecânica em Mayflower, Arkansas (Foto: Karen E. Segrave/AP)John Smith olha para o que sobrou de sua oficina mecânica em Mayflower, Arkansas (Foto: Karen E. Segrave/AP)bandeira norte-americana resistiu a passagem do tornado no Arkansas (Foto: Wesley Hitt/Getty Images/AFP)bandeira norte-americana resistiu a passagem do tornado no Arkansas (Foto: Wesley Hitt/Getty Images/AFP)new WM.Player( { videosIDs: “3311646”, sitePage: “g1/mundo/videos”, zoneId: “110461”, width: 320, height: 200 } ).attachTo($(“#3311646”)[0]);

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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Criador da Web divulga apoio ao Marco Civil da Internet no Brasil

Tim Berners-Lee, durante passagem pelo Brasil em 2009. (Foto: G1)Tim Berners-Lee, durante passagem pelo Brasil
em 2009. (Foto: G1)

O homem tido como criador da World Wide Web, Tim Berners-Lee, divulgou nesta segunda-feira (24) um comunicado no qual apoia o Marco Civil da Internet no Brasil, segundo a World Wide Web Foundation.

O projeto foi criado para estabelecer direitos dos internautas brasileiros e obrigações de prestadores de serviços na web (provedores de acesso e ferramentas on-line), e deve ser votado pela Câmara dos Deputados nesta semana.

“Pessoas em todos os lugares estão demandando que seus direitos humanos sejam protegidos online. Se o Marco Civil for aprovado, sem mais adiamentos, este teria o melhor presente de aniversário possível para os usuários da web no Brasil e no mundo”, afirma o comunicado, lembrando os 25 anos da internet.

“Eu espero que com a aprovação desta lei, o Brasil solidifique sua orgulhosa reputação como um líder mundial na democracia e no progresso social, e ajude a inaugurar uma nova era – onde os direitos dos cidadãos em todos os países ao redor do mundo sejam protegidos por leis digitais de direitos.”

O comunicado acrescenta que “como a Web, o Marco Civil foi criado por seus usuários – um processo inovador, inclusivo e participativo que resultou em uma política que equilibra os direitos e responsabilidades dos indivíduos, governos e corporações que usam a internet”.

“Claro que ainda há discussões sobre algumas áreas, mas o projeto reflete a Internet como ela deveria ser: uma rede aberta, neutra e descentralizada, na qual os usuários são o motor para colaboração e inovação.  A lei tem entre seus fundamentos a garantia de direitos humanos como privacidade, cidadania e a preservação da diversidade e do propósito social da Web”, completa o texto.

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Publicado por em 26 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Empresa divulga imagens de satélite e pede ajuda em busca por avião

As buscas pelo voo desaparecido MH370 agora incluem, além de especialistas, internautas de todo o mundo.

Milhões de “caçadores de aviões” online espalhados pelo planeta estão tentando encontrar alguma pista que possa sinalizar o que ocorreu com a aeronave da Malaysia Airlines desaparecida no último dia 8 de março.

A análise de imagens geradas por satélites estão no centro das buscas pelo MH370.

Achar traços do avião entre imagens como essa pode ser mais difícil do que achar uma agulha num paheiro (Foto: Digital Globe)Achar traços do avião entre imagens como essa pode ser mais difícil do que achar uma agulha num paheiro (Foto: Digital Globe)

A companhia Digital Globe, que coleta imagens digitais geradas por satélite, compartilha essas imagens na internet e, assim, permite que membros do público possam inspecioná-las e ampliá-las.

Após a desaparição da aeronave, a empresa lançou uma campanha de crowdsourcing que permite fazer buscas detalhadas em imagens de satélites e destacar coisas que pareçam interessantes. O site também mostra como determinadas coisas parecem se vistas à distância, como uma mancha de óleo ou um bote salva-vidas.

De acordo com a empresa, as imagens são tão detalhadas, que seria possível encontrar algo tão pequeno quanto uma mala.

Após seu lançamento, o site da Digital Globe aumentou consideravelmente sua audiência. Os dados mais recentes fornecidos pela empresa indicam que os mapas foram vistos 385 milhões de vezes.

Alarmes falsos
Mas o efeito colateral dessa prática é o número de alarmes falsos que serão levantados com a iniciativa.

A companhia diz que cerca de 4,7 milhões de “coisas” foram avistadas, mas ainda não está claro quantas destas são significativas – se é que alguma delas é verdadeiramente importante.

A fim de se prevenir contra isso, o sistema faz com que múltiplas pessoas – cerca de 30 – analisem cada imagem.

As imagens mais “tagueadas” por voluntários são então enviadas para os especialistas da Digital Globe, que irão, em seguida, determinar se a informação deve ou não ser repassada para autoridades.

Em princípio, as imagens fornecidas pela companhia estavam centradas no Mar do Sul da China e no Golfo da Tailândia – refletindo os focos iniciais de buscas pelo aeronave.

Google Malaysia advertiu que imagens no Google Maps não são em tempo real (Foto: Google)Google Malaysia advertiu que imagens no Google Maps não são em tempo real (Foto: Google)

Agora, com as atenções se voltando para a região em torno do Estreito de Malaca, na costa oeste da Malásia, as buscas online também estão sendo adaptadas.

Novas imagens da região devem ser divulgadas em breve no site da Digital Globe.

A empresa disse à BBC que essas imagens seriam atualizadas diariamente e que seria possível fazer com que os satélites possam ‘olhar’ uma nova área a cada 20 minutos.

Agregando informação
O site de compartilhamento de notícias Reddit está se lançando em um desafio diferente – coletando e organizando informações publicadas pela mídia e postadas nas mídias sociais.

Uma seção especial, conhecida como subreddit, foi criada para agregar informações sobre a aeronave desaparecida.

Entre os links no site, há incontáveis discussões sobre as mais variadas teorias vindas de diferentes partes do mundo.

Graças à maneira que o Reddit funciona, com usuários podendo votar na qualidade do conteúdo postado no site, ele tem se mostrado como uma ferramenta útil na busca por notícias “confiáveis” ou que foram pescadas de geradores de conteúdo alternativos, como as mídias sociais.

Como por exemplo a hipótese sobre o que poderia ter acontecido com o avião oferecida no Google+ por Chris Goodfellow, ex-piloto canadense. Goodfellow sugere que o trajeto do avião e a súbita guinada em sua rota para o oeste indicam que o piloto poderia estar reagindo a um incêndio a bordo, tentado buscar um aeroporto para um pouso de emergência.

A página foi compartilhada várias vezes no Reddit e em outras redes, antes de ter sido republicada pela revista de tecnologia Wired.

No passado, usuários do Reddit já tentaram juntar pistas para ajudar em uma investigação, mas o resultados foram prejudiciais. Uma página subreddit montada em torno dos atentados à bomba de Boston acabou apontando uma pessoa errada como autor do ataque.

E há também pessoas que tem o propósito deliberado de prestar informações erradas, como o perfil falso de Facebook do co-piloto do voo MH370, Faruq Abdul Hamid, que foi amplamente compartilhado.

A fim de evitar pistas falsas, a edição malaia do Google teve de divulgar um comunicado de imprensa pedindo que pessoas não buscassem imagens do avião no Google Earth.

“Sim, as imagens podem estar lá, mas as imagens não foram registradas em tempo real”, afirmou um representante do Google Malaysia em entrevista ao jornal Star, enfatizando que as imagens vistas no site poderiam ser de meses atrás.

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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