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Hollande alerta para risco de divisão ‘decepcionante’ da União Europeia

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O presidente Francois Hollande e o jornalista Didier Francois, refém na Síria, libertado no sábado (19) (Foto: Thomas Samson/ AFP)O presidente Francois Hollande e o jornalista Didier
Francois, refém na Síria (Foto: AFP)

O presidente da França, François Hollande, pediu nesta sexta-feira (9) aos eleitores franceses que participam este mês das eleições para o Parlamento Europeu e rejeitem os partidos eurocéticos, alertando que eles desejam reverter décadas de integração europeia.

Em um artigo publicado no diário “Le Monde”, Hollande condenou as políticas protecionistas e antieuropeias do partido de extrema direita Frente Nacional, de Marine Le Pen, que pesquisas apontam como a legenda que emergirá como a maior legenda da França no pleito de 25 de maio, em meio a uma apatia geral do eleitorado.

“Como resultado da crise econômica, certas forças na França e em outros países tentam o desmantelamento (da União Europeia) ao apostar na decepção e desânimo, e explorando os medos”, escreveu o líder socialista. “(Mas) o fim do euro significaria uma austeridade implacável, o fim da solidariedade financeira e uma moeda abandonada às veleidades de especuladores.”

Hollande ressaltou que a França ainda quer defender suas principais indústrias, regular as trocas comerciais e se defender da disputa por salários mais baixos com rivais mais competitivos, mas acrescentou: “Como um país que exporta mais de um quarto de sua produção pode correr o risco de se isolar?”

Le Pen pediu no início de maio que os eurocéticos se uniam no novo Parlamento Europeu e utilizem seu poder para bloquear qualquer intensificação da integração da UE.

O apoio à UE se deteriorou nos últimos anos na França, um dos Estados cofundadores do bloco. Uma pesquisa do instituto CSA divulgada este mês mostrou que 51% dos franceses apoiam a integração com a UE, abaixo dos 67 por cento registrados há uma década.

Hollande não antecipou nenhum novo projeto para a UE no artigo, mas citou acordos recentes sobre a união bancária da Europa e um imposto paneuropeu sobre transações financeiras como exemplos de que o bloco busca lidar com as causas originais que levaram à crise das dívidas soberanas em 2009, da qual apenas agora as economias europeias começam a se recuperar.

No entanto, ele reconheceu que a França e outros países falharam ao lidar com o alto desemprego entre os jovens e pediu aos eleitores que usem a eleição para fazer ouvir sua opinião sobre as políticas da UE.

“A União está decepcionando… Pela primeira vez, os eleitores vão determinar o futuro presidente da Comissão Europeia por meio do voto. Quantos deles sabem disso no momento?”

Uma pesquisa do instituto Ifop divulgada esta semana coloca a Frente Nacional na liderança com 24% das intenções de voto, vindo depois a oposição conservardora do UMP, com 22,5%, e os socialistas de Hollande, com apenas 18%. A previsão é que cerca de dois terços dos eleitores aptos a votar não irão às urnas.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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Executivo despista venda da divisão Xbox com chegada de novo CEO

Microsoft divulgou imagens do Xbox One, do novo controle e do Kinect 2 (Foto: Divulgação/Microsoft)Videogame Xbox One, lançado em novembro
(Foto: Divulgação/Microsoft)

O executivo Phil Spencer, vice-presidente da Microsoft Studios, afirmou em seu perfil no Twitter que Satyr Nadella, novo CEO da Microsoft, “tem sido um bom apoiador do estúdio e [da divisão] Xbox”, despistando uma possível venda da unidade de videogames da maior companhia de software do mundo.

A nomeação de Nadella na terça-feira (4) encerra a busca de mais de 5 meses da Microsoft por um novo presidente-executivo. Em agosto de 2013, o agora ex-CEO Steve Ballmer anunciou que se aposentaria em 12 meses e deixaria a presidência da empresa.

A fala de Spencer vai de encontro a uma análise de novembro de 2013 que dizia que as vendas da ferramenta de buscas Bing e da divisão Xbox poderiam aumentar os ganhos da Microsoft em 40% no ano fiscal 2015. “A Microsoft entende que Xbox é uma marca de consumidores muito importante para nós”, disse Spencer no Twitter.

Na época, a agência “Bloomberg” noticiou que Stephen Elop, ex-presidente da fabricante de smartphones Nokia e então candidato à CEO da Microsoft, cogitava se desfazer da marca Xbox e se focar em versões do pacote Office para iOS e Android caso assumisse o cargo.

“Eu também conheço Stephen Elop bem. Obviamente ele ainda está com a Nokia, mas me sinto ótimo em relação às nossas conversas”, argumentou Spencer.

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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Sony negocia venda da divisão de PCs Vaio a fundo japonês, diz fonte

Série S pesa 1,72 kg e tem autonomia de 6,5h (Foto: Gabriel dos Anjos/G1)Sony negocia venda de computadores Vaio para
fundo de investimento japonês (Foto: G1)

A Sony está negociando com um fundo de investimento japonês a venda da sua deficitária divisão de computadores Vaio, afirmou uma fonte familiarizada com o assunto nesta quarta-feira (5).

As vendas dos PCs tradicionais têm diminuído com a popularização dos smartphones e tablets. A previsão para as remessas mundiais de computadores totaliza 278 milhões de unidades em 2014, uma queda de 7% em relação a 2013, de acordo com o grupo de pesquisas Gartner.

Uma nova companhia seria formada pelo Japan Industrial Partners para assumir as operações da Vaio no Japão, disse a fonte. O fundo comprador deve manter praticamente os 1 mil postos de trabalho da divisão em uma nova empresa no país, na qual a Sony terá apenas uma pequena participação. Segundo o jornal financeiro japonês “Nikkei”, o valor da venda da unidade gira em torno de 50 bilhões de ienes (cerca de US$ 493 milhões).

O “Nikkei” acrescenta que a nova companhia continuaria vendendo computadores com a marca Vaio no Japão, mas que o nome poderia desaparecer de vários outros países. No entanto, o canal de TV japonês “NHK” informou no sábado (1º) que a companhia chinesa de tecnologia Lenovo negocia a compra da marca Vaio no exterior.

A Sony entrou no mercado de computadores em 1996 e é a nona maior fabricante mundial de PCs. Porém, a empresa que chegou a vender 9 milhões de unidades em seus melhores momentos registrou queda para 5,8 milhões em 2013, de acordo com o “Nikkei”. Sua cota de mercado não superava 1,9% nos primeiros meses do ano passado, segundo o instituto IDC.

O sucesso dos tablets e smartphones, que substituem os notebooks, representou um duro golpe ao mercado de computadores pessoais. Espera-se que os telefones celulares dominem as remessas globais de dispositivos, com 1,9 bilhão de entregas em 2014, um aumento de 5% em relação a 2013, disse o Gartner.

A venda do negócio de PCs levaria a Sony a uma perda líquida pela primeira vez em dois anos no ano fiscal que se encerra em 31 de março, afirmou o “Nikkei”. A empresa de eletrônicos irá reportar seus resultados trimestrais na quinta-feira (6).

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Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Microsoft sem o chefe da divisão Windows. O que esperar?

Julie Larson-Green, vice-presidente da companhia de Redmond, assumiu as tarefas deixadas pelo líder do Windows.

19 de novembro de 2012 – 09h49

O líder do Windows e Windows Live, Steven Sinofsky, deixou a Microsoft no dia 12/11 após traçar um novo rumo para a empresa com o Windows 8, lançado no final de outubro.

A tarefa de desenvolvimento de produtos eficazes foi imediatamente passada para Julie Larson-Green, vice-presidente da companhia de Redmond, que trabalhou com o chefe anterior do Windows. Julie herda a responsabilidade do Windows em um momento em que a Microsoft está em transição para a chamada era pós-PC, onde seus desktops, tablets, televisões e smartphones estão todos ligados por meio de serviços online.

A saída

É muito cedo para colocar a culpar da saída de Sinofsky na má reação aos produtos da MS, já que o lançamento do Windows 8 ao público foi há menos de três semanas. Apesar de uma reação morna para o Surface RT e um futuro incerto para o Windows, a maioria dos críticos acredita que o fim do mandato de Steven foi, em grande parte, resultado de disputas políticas internas.

Sinofsky, em uma carta aos funcionários – conforme publicado no Supersite for Windows -, disse que sua saída foi “uma escolha pessoal e privada”. A Microsoft diz que a partida foi uma decisão mútua entre o líder do Windows e a empresa. No entanto, muitas reportagens afirmam que Steven foi uma figura divisível e não cooperativa dentro da MS, o que pode finalmente ter causado sua ruína.

A Microsoft tem a reputação de ser um conjunto disperso de guerra de feudos, no entanto, a empresa está cada vez mais focada na cooperação interdepartamental e integração de produtos. “Nossa estratégia de negócio visa  fornecer produto integrado e ofertas de serviços, e isso requer uma colaboração mais estreita entre organizações”, disse a companhia em uma recente declaração de procuração para a Comissão de Valores Mobiliários.

E, como Mary Jo Foley do ZDNet apontou, em uma carta aos funcionários explicando a saída do executivo na segunda-feira, o CEO da MS, Steve Ballmer, elogiou “a capacidade de Julie de efetivamente colaborar e impulsionar uma agenda entre empresas”. 

O legado de Sinofsky e os desafios de Larson-Green

Uma vez que Sinofsky ajudou a criar o Windows 8, defendeu o tablet Surface e é creditado por garantir que o software seja vendido dentro dos prazos da Microsoft, o caminho de Julie será difícil. Seu trabalho será projetar “o desenvolvimento futuro dos produtos Windows, além de oportunidades futuras de hardware”, segundo a Microsoft.

O desafio gigantesco da executiva é ajudar a empresa a reter 1,3 bilhão de usuários do Windows, enquanto os smartphones Android e tablets da Apple continuam a levá-los para longe. Em 2011, as vendas do sistema operacional trouxeram 11,5 bilhões de dólares em receita à Microsoft.

Se as pessoas decidirem não fazer o update para o Windows 8, ou tomarem a decisão de comprar um novo iPad em vez do Surface, todo o trabalho de Larson-Green se resumirá a arrumar toda a bagunça deixada após os esforços feitos por Sinofsky.

Os fundamentos de Sinofsky

O objetivo do executivo de oferecer integração total de softwares e serviços da Microsoft ao Windows 8 e ao Surface estão seguindo uma tendência atual de mercado. As maiores empresas do ramo estão caminhando para o mundo da integração. A Apple, por exemplo, a cada ciclo de lançamentos integra mais profundamente seu Mac e dispositivos iOS com o iCloud, o serviço de armazenamento em nuvem, sincronização e compartilhamento de arquivos da companhia.

Já o Google casou seu Android com o sistema operacional Chrome para uma extensa gama de serviços online da gigante, que inclui o GMail, Google Docs, Google+, Maps e buscas locais. Até mesmo as maiores fabricantes de computadores Windows, como a Acer e a Lenovo, estão criando soluções para sincronizações baseadas em nuvem, na tentativa de oferecer serviços integrados com seu próprio hardware.

Sinofsky garantiu que o Windows 8 seria um início consistente no plano de integração da Microsoft. O novo sistema operacional conecta uma variedade de produtos da companhia, incluindo Bing, SkyDrive, Outlook.com e serviços de entretenimento do Xbox, como games, músicas e vídeos, além do Windows Phone 8.

A companhia também está adicionando o Office a essa transição, colocando suporte em nuvem para o software, que permite ao usuário instalar até 5 dispositivos diferentes. Há rumores de que a versão do Office para Android e iOS também estará disponível em breve. Agora está na mão de Larson-Green ir além na integração mais profunda de software. No início de 2013, a Microsoft lançará uma nova versão do Surface baseada no Windows 8 Pro. E, até lá, também há rumores de que a companhia produzirá seu próprio hardware para Windows Phone. 

Ainda não está claro se a gigante planeja abandonar o foco em seus softwares em favor de um modelo de negócios de hardware, ao estilo Apple. Talvez a empresa esteja apenas “emprestando o manual” do Google para produzir os chamados “produtos emblemáticos”, que definem o tom que o Windows 8 – e um futuro Windows 9 – deve seguir.

Quaisquer que sejam os planos de hardware da Microsoft, os maiores desafios de Julie e da gigante são manter as plataformas Windows relevantes, oferecendo uma ampla variedade de serviços e hardware totalmente integrados. Se a executiva puder fazer isso, convencerá os usuários a ficarem mais próximos de PCs e tablets Windows em vez de produtos Android ou iOS.

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Publicado por em 8 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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AMD contrata executivo da Intel para liderar divisão de gráficos

A AMD disse nesta terça-feira que contratou o ex-pesquisador da Intel John Gustafson como arquiteto chefe de seus produtos gráficos, continuando uma “troca de executivos” entre as fabricantes de chips.

Gustafson irá definir o road map para os produtos gráficos da AMD, que incluem as GPUs FirePro e Radeon que são usadas em PCs, servidores, tablets e consoles de videogame. Anteriormente Gustafson trabalhou como arquiteto sênior na Intel Labs, divisão de pesquisas da Intel, onde estudou múltiplas tecnologias, incluindo eficiência energética na computação e tecnologias de armazenamento.

Gustafson ocupa o cargo que era de Eric Demers, o antigo CTO da divisão de gráficos que foi contratado pela fabricante de chips Qualcomm em Maio.

A mudança de Gustafson para a AMD é a mais recente em uma longa lista de executivos de fabricantes de chips que trocaram de emprego nos últimos meses. Apenas em agosto a AMD contratou Jim Keller, que há quatro anos trabalhava no design de chips na Apple, para liderar o desenvolvimento de processadores, enquanto a Qualcomm contratou o Anand Chandrasekher, antigo chefe da divisão de mobilidade da Intel, para chefiar sua divisão de marketing.

Rivais da AMD no mercado gráfico incluem a NVidia, que oferece produtos como as GPUs GeForce, Tesla e Quadro. A AMD está tentando ganhar espaço nos mercados de servidores e supercomputação com seus produtos FirePro, onde as GPUs são usadas como co-processadores para realizar cálculos científicos e matemáticos complexos ou na implantação de máquinas virtuais. Os produtos gráficos da AMD são considerados superiores aos da concorrente Intel, que fez mais progresso nos mercados de supercomputação e computação paralela.

Gustafson irá criar um road map “agressivo” para os produtos que irá ajudar a AMD a crescer em mercados como gráficos e virtualização, disse a empresa. O executivo é o autor de “Lei de Gustafson”, que prova que o paralelismo entre processadores podem ajudar a resolver problemas grandes. Gustafson diz que sua “lei” é uma reavaliação de lei de Amdahl, que ajuda a compreender o desempenho máximo de um sistema de computação paralela com base em certos modelos.

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Publicado por em 19 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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AMD contrata executivo da Intel para liderar divisão de gráficos

A AMD disse nesta terça-feira que contratou o ex-pesquisador da Intel John Gustafson como arquiteto chefe de seus produtos gráficos, continuando uma “troca de executivos” entre as fabricantes de chips.

Gustafson irá definir o road map para os produtos gráficos da AMD, que incluem as GPUs FirePro e Radeon que são usadas em PCs, servidores, tablets e consoles de videogame. Anteriormente Gustafson trabalhou como arquiteto sênior na Intel Labs, divisão de pesquisas da Intel, onde estudou múltiplas tecnologias, incluindo eficiência energética na computação e tecnologias de armazenamento.

Gustafson ocupa o cargo que era de Eric Demers, o antigo CTO da divisão de gráficos que foi contratado pela fabricante de chips Qualcomm em Maio.

A mudança de Gustafson para a AMD é a mais recente em uma longa lista de executivos de fabricantes de chips que trocaram de emprego nos últimos meses. Apenas em agosto a AMD contratou Jim Keller, que há quatro anos trabalhava no design de chips na Apple, para liderar o desenvolvimento de processadores, enquanto a Qualcomm contratou o Anand Chandrasekher, antigo chefe da divisão de mobilidade da Intel, para chefiar sua divisão de marketing.

Rivais da AMD no mercado gráfico incluem a NVidia, que oferece produtos como as GPUs GeForce, Tesla e Quadro. A AMD está tentando ganhar espaço nos mercados de servidores e supercomputação com seus produtos FirePro, onde as GPUs são usadas como co-processadores para realizar cálculos científicos e matemáticos complexos ou na implantação de máquinas virtuais. Os produtos gráficos da AMD são considerados superiores aos da concorrente Intel, que fez mais progresso nos mercados de supercomputação e computação paralela.

Gustafson irá criar um road map “agressivo” para os produtos que irá ajudar a AMD a crescer em mercados como gráficos e virtualização, disse a empresa. O executivo é o autor de “Lei de Gustafson”, que prova que o paralelismo entre processadores podem ajudar a resolver problemas grandes. Gustafson diz que sua “lei” é uma reavaliação de lei de Amdahl, que ajuda a compreender o desempenho máximo de um sistema de computação paralela com base em certos modelos.

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Publicado por em 15 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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AMD contrata executivo da Intel para divisão de gráficos

John Gustafson vai liderar o planejamento e projeto de futuras linhas de GPUs da empresa.

A AMD disse nesta terça-feira (28/8) que contratou o ex-pesquisador da Intel John Gustafson como arquiteto-chefe de seus produtos gráficos, continuando uma “troca de executivos” entre as fabricantes de chips.

Gustafson irá definir o road map para os produtos gráficos da AMD, que incluem as GPUs FirePro e Radeon que são usadas em PCs, servidores, tablets e consoles de videogame. Anteriormente Gustafson trabalhou como arquiteto sênior na Intel Labs, divisão de pesquisas da Intel, onde estudou múltiplas tecnologias, incluindo eficiência energética na computação e tecnologias de armazenamento.

Gustafson ocupa o cargo que era de Eric Demers, o antigo CTO da divisão de gráficos que foi contratado pela fabricante de chips Qualcomm em Maio.

A mudança de Gustafson para a AMD é a mais recente em uma longa lista de executivos de fabricantes de chips que trocaram de emprego nos últimos meses. Apenas em agosto a AMD contratou Jim Keller, que há quatro anos trabalhava no design de chips na Apple, para liderar o desenvolvimento de processadores, enquanto a Qualcomm contratou o Anand Chandrasekher, antigo chefe da divisão de mobilidade da Intel, para chefiar sua divisão de marketing.

Rivais da AMD no mercado gráfico incluem a NVidia, que oferece produtos como as GPUs GeForce, Tesla e Quadro. A AMD está tentando ganhar espaço nos mercados de servidores e supercomputação com seus produtos FirePro, onde as GPUs são usadas como co-processadores para realizar cálculos científicos e matemáticos complexos ou na implantação de máquinas virtuais. Os produtos gráficos da AMD são considerados superiores aos da concorrente Intel, que fez mais progresso nos mercados de supercomputação e computação paralela.

Gustafson irá criar um road map “agressivo” para os produtos que irá ajudar a AMD a crescer em mercados como gráficos e virtualização, disse a empresa. O executivo é o autor de “Lei de Gustafson”, que prova que o paralelismo entre processadores podem ajudar a resolver problemas grandes. Gustafson diz que sua “lei” é uma reavaliação de lei de Amdahl, que ajuda a compreender o desempenho máximo de um sistema de computação paralela com base em certos modelos.

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Publicado por em 12 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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