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Dispositivos de usuários do iCloud são ‘sequestrados’ na Austrália

Usuários de serviços da Apple na Austrália relataram que certos produtos vinculados ao serviço iCloud foram “sequestrados” por um hacker, que pede US$ 100 (R$ 224) de resgate para liberar novamente o computador, celular ou tablet.

A Apple se pronunciou nesta quinta-feira (28) afirmando que não se trata de um problema no iCloud. Isso significa que os usuários que tiveram o problema teriam sido individualmente alvos de um ataque. A Apple recomenda que usuários afetados troquem a senha e que jamais seja usada no iCloud a mesma senha que é usada em outros serviços.

Em PCs com Windows, pragas digitais denominadas “ransomware” também realizam o bloqueio do computador e solicitam resgate. Em muitos casos, arquivos presentes no disco rígido são criptografados, o que impede qualquer medida alternativa para se ter os dados de volta – quem não tem backup, precisa pagar.

: Imagem do usuário Amberoonie publicada em fórum de suporte da Apple mostra aparelho bloqueado (Foto: Reprodução): Imagem do usuário Amberoonie publicada em fórum de suporte da Apple mostra aparelho bloqueado (Foto: Reprodução)

No caso do ataque contra usuários Apple, nenhum código malicioso foi utilizado. O hacker entrou na conta iCloud das vítimas e realizou um bloqueio remoto, recurso normalmente destinado para casos de roubo. Os dispositivos traziam a mensagem “Hacked by Oleg Pliss”.

Os primeiros relatos do problema começaram já no domingo. A maioria das vítimas está na Austrália, mas há relatos em menor número de usuários da Nova Zelândia, Canadá e Estados Unidos.

A Apple orientou que clientes procurem o serviço de suporte AppleCare ou uma loja da companhia caso precisem de ajuda.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Google e Facebook dominam publicidade em dispositivos móveis

O faturamento com a publicidade em dispositivos móveis duplicou em 2013, alcançando US$ 17,9 bilhões, puxado por Facebook e Google, divulgou nesta quarta-feira (19) a consultoria eMarketer. A previsão é que haja fortes ganhos neste ano.

A empresa informou que o gasto com publicidade em plataformas móveis teve um aumento de 105% no ano passado e, segundo estimativa, deve creser 75% em 2014, chegando a US$ 34 bilhões.

Facebook e Google lideraram esse mercado, somando US$ 6,9 bilhões em 2013. Embora o site de buscas tenha se mantido em primeiro lugar, posição ocupada já em 2012, sua participação caiu de 52,6% para 49,3% entre um ano e outro, destacou o eMarketer.

Já o Facebook saltou de 5,4% para 17,5%, enquanto o Twitter passou de 1,5% para 2,4%. Para 2014, as previsões são que o Google fique com 46,8% do mercado; o Facebook, com 21,7%; e o Twitter, com 2,6%.

O aumento da publicidade a partir de dispositivos móveis explica por que as empresas estão privilegiando esse nicho. Segundo o eMarketer, somente 11% dos ganhos de publicidade do Facebook em 2012 vieram de plataformas móveis, enquanto em 2013 foram 45%. A expectativa é que alcancem 63% em 2014.

O Google pretende conseguir um terço dos seus lucros publicitários em dispositivos móveis esse ano, 23% a mais do registrado em 2013, segundo o relatório.

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Publicado por em 20 de março de 2014 em Tecnologia

 

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RPG clássico ‘Final Fantasy VI’ é relançado para dispositivos Android

Clássico 'Final Fantasy VI' foi relançado para dispositivos Android (Foto: Divulgação/Square Enix)Clássico ‘Final Fantasy VI’ foi relançado para dispositivos Android (Foto: Divulgação/Square Enix)

O clássico game de RPG “Final Fantasy VI” foi relançado para dispositivos com o sistema Android na quarta-feira (15). O visual do jogo foi inteiramente refeito e contou com a supervisão de Kazuko Shibuya, um dos artistas originais da série. Os menus do game também foram reformulados para se adaptar melhor a telas sensíveis ao toque. Acesse aqui.

Lançado originalmente em 1994 no Super Nintendo, “FFVI” é um dos mais cultuados jogos da saga “Final Fantasy” e acompanha a história de Terra, uma jovem garota com poderes mágicos que luta contra um império em um universo “steampunk” pós-guerra.

Na época de seu lançamento, o sexto “Final Fantasy” se destacou pelos vários personagens principais (14, no total) e pelo sistema de personalização a partir de “magicites”: dependendo do item equipado, um tipo de magia é aprendido.

“FFVI” pode ser baixado por US$ 16 (cerca de R$ 41) no Google Play. A produtora Square Enix ainda não anunciou uma data de lançamento para a adaptação do game para dispositivos iOS.

Menus de 'Final Fantasy VI' foram reformulados para telas sensíveis ao toque (Foto: Divulgação/Square Enix)Menus de ‘Final Fantasy VI’ foram reformulados para telas sensíveis ao toque (Foto: Divulgação/Square Enix)Modelos dos personagens de 'Final Fantasy VI' foram refeitos (Foto: Divulgação/Square Enix)Modelos dos personagens de ‘Final Fantasy VI’ foram refeitos (Foto: Divulgação/Square Enix)Visão do mapa de 'Final Fantasy V' na versão do jogo para Android (Foto: Divulgação/Square Enix)Visão do mapa de ‘Final Fantasy V’ na versão do jogo para Android (Foto: Divulgação/Square Enix)

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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Jogos e diversões dominam o uso de dispositivos móveis

Usuários de smartphones e tablets estão usando mais aplicativos do que há dois anos, afirma uma empresa de medição

Usuários nos EUA gastam, em média, 2 horas e 38 minutos por dia com smartphones e tablets. Com o que eles estão gastando todo esse tempo? Com coisas produtivas ou com diversão? Aposte na segunda opção.

A Flurry, uma plataforma de mensuração de apps e publicidade, divulgou alguns dados interessantes que mostram como as pessoas gastam seu tempo no iOS e Android – e as implicações desse uso.

O uso de aplicativos registra 80% do tempo gasto em dispositivos, equilibrando com navegadores, informou a empresa em um post no blog.

Quando se trata de aplicativos, 32% do tempo do usuário é gasto com jogos – o maior do segmento, seguido pelo Facebook (18%). O restante de tempo é dividido entre várias categorias, incluindo “utilidade” e “entretenimento”, cada um com 8%. “Produtividade” representou a menor parcela, apenas 2%.

Os consumidores também estão usando mais aplicativos, disse Flurry. Nos últimos três anos, o número médio de apps lançados por dia por consumidores subiu de 7,2 em 2010 para 7,9 em 2012.

“Afirmações sobre as pessoas estarem usando menos aplicativos em 2012 do que em 2010 parecem estar incorretas”, escreveu Simon Khalaf, presidente e CEO da Flurry.

Khalaf também traça um mercado muito dinâmico. No último trimestre de 2012, 63% dos aplicativos eram novos e “muito provavelmente nem mesmo desenvolvidos em 2011” ou, se foram desenvolvidos, foram mal adotados.

“Acreditamos que, com os consumidores experimentando tantas novas aplicações, o mercado de aplicativo ainda está em fase inicial e ainda há espaço para a inovação, bem como novas aplicações revolucionárias”, escreveu Khalaf.

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Publicado por em 26 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Jogos e diversões dominam o uso de dispositivos móveis

Usuários de smartphones e tablets estão usando mais aplicativos do que há dois anos, afirma uma empresa de medição

Usuários nos EUA gastam, em média, 2 horas e 38 minutos por dia com smartphones e tablets. Com o que eles estão gastando todo esse tempo? Com coisas produtivas ou com diversão? Aposte na segunda opção.

A Flurry, uma plataforma de mensuração de apps e publicidade, divulgou alguns dados interessantes que mostram como as pessoas gastam seu tempo no iOS e Android – e as implicações desse uso.

O uso de aplicativos registra 80% do tempo gasto em dispositivos, equilibrando com navegadores, informou a empresa em um post no blog.

Quando se trata de aplicativos, 32% do tempo do usuário é gasto com jogos – o maior do segmento, seguido pelo Facebook (18%). O restante de tempo é dividido entre várias categorias, incluindo “utilidade” e “entretenimento”, cada um com 8%. “Produtividade” representou a menor parcela, apenas 2%.

Os consumidores também estão usando mais aplicativos, disse Flurry. Nos últimos três anos, o número médio de apps lançados por dia por consumidores subiu de 7,2 em 2010 para 7,9 em 2012.

“Afirmações sobre as pessoas estarem usando menos aplicativos em 2012 do que em 2010 parecem estar incorretas”, escreveu Simon Khalaf, presidente e CEO da Flurry.

Khalaf também traça um mercado muito dinâmico. No último trimestre de 2012, 63% dos aplicativos eram novos e “muito provavelmente nem mesmo desenvolvidos em 2011” ou, se foram desenvolvidos, foram mal adotados.

“Acreditamos que, com os consumidores experimentando tantas novas aplicações, o mercado de aplicativo ainda está em fase inicial e ainda há espaço para a inovação, bem como novas aplicações revolucionárias”, escreveu Khalaf.

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Publicado por em 25 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Entenda como funcionam as baterias de seus dispositivos móveis

Elementos químicos e circuitos eletrônicos formam a combinação necessária para que elas possam alimentar seus aparelhos por muito tempo

As baterias em seus dispositivos móveis são verdadeiros milagres da engenharia química. Mas você já se perguntou como elas funcionam? 

A maioria dos aparelhos modernos usa baterias de íons de lítio (também chamadas de Li-ion ou Lítio-ion), que consistem em duas partes: um par de eletrodos e um eletrólito entre eles. Os materiais dos quais os eletrodos são feitos variam (como lítio ou grafite), mas todas elas são baseadas nas características químicas do lítio.

Leia também
» 10 dicas para manter seus dispositivos móveis carregados e felizes
» Como escolher uma bateria externa para seus gadgets

Ele é um metal reativo, o que significa que tem a tendência a se combinar com outros elementos. Lítio puro é tão reativo que pode pegar fogo se exposto ao ar, então a maioria das baterias usa uma opção mais segura chamada de óxido de lítio e cobalto. Entre os eletrodos da bateria está o eletrólito, que geralmente é um solvente orgânico líquido que permite que os elétrons fluam entre eles. Quando a bateria é carregada o óxido de lítio e cobalto captura e armazena os elétrons, que são liberados durante a descarga da bateria, quando o seu aparelho está em uso.

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Várias baterias de íons de lítio, usadas em smartphones

A tecnologia de íons de lítio é a forma mais comum de bateria porque pode armazenar a maior quantidade de energia no menor espaço. A medida disso é a Densidade de Energia, que indica quanta energia, em Watts-Hora, um kilograma de material consegue armazenar. Numa bateria de Li-íon o número pode variar entre 150 a 250 Watts-Hora por Kg, enquanto numa bateria de Níquel Metal Hidreto (NiMH) a densidade é de 100 Watts-Hora. Em outras palavras, as baterias de Li-íon são menores e mais leves que as de outros tipos, o que significa que os aparelhos podem ser menores e ter melhor autonomia.

Toda essa química significa uma coisa: a bateria de seu aparelho está armazenando energia, e os elementos químicos dentro dela estão ansiosos para liberar esta energia de qualquer forma possível. E isso pode ser um grande problema, como a Boeing descobriu recentemente quando as baterias de um 787 Dreamliner pegaram fogo enquanto o avião estava estacionado.

Este é um dos problemas da tecnologia Lítio-íon: se as baterias são descarregadas demais a reação se desequilibra e cria um excesso de óxido de lítio, que se incendeia e cria mais óxido de lítio, e por aí vai. É o que os químicos chamam de Thermal Runaway (uma reação descontrolada que gera calor, que por sua vez alimenta ainda mais a própria reação), e o que os leigos chamam de “FOGO!”.


Isso é o que acontece a uma bateria de lítio quando perfurada

Outro perigo é caso as baterias sejam perfuradas, já que o lítio reage com o ar e pega fogo. É por isso que a FAA, entidade responsável pelo setor de aviação civil nos EUA, recomenda que os passageiros embalem cuidadosamente as baterias de lítio e as transportem na bagagem de mão, e nunca em malas despachadas no compartimento de carga.

Medindo a capacidade de uma bateria
A capacidade de uma bateria é medida em Miliamperes-Hora (ou mAh), que indica quanto de energia uma bateria pode fornecer ao longo do tempo. Por exemplo, se uma bateria tem capacidade de 1.000 mAh, significa que pode fornecer uma corrente de 1.000 miliamperes por uma hora. Se seu aparelho precisa só de 500 miliampéres, então a bateria deve durar duas horas.

Mas o cálculo da autonomia de um dispositivo é mais complicado do que isso, já que a quantidade de energia necessária varia de acordo com o uso. Se a tela do aparelho está ligada, o rádio está transmitindo e o processador está trabalhando a todo vapor, o consumo será muito maior do que se a tela estiver desligada e o rádio e processador estiverem ociosos.

É por isso que você deve ter cautela com as estimativas de autonomia de bateria. Os fabricantes podem aumentá-la artificalmente diminuindo o brilho da tela, ou desligando certos recursos e componentes. Assim o produto parece mais atraente, mas o usuário irá se desapontar ao conseguir um autonomia muito menor no dia-a-dia. 

Se você está curioso pode instalar em seu smartphone, por exemplo, um app que monitore o consumo de energia e status da bateria do aparelho. No Android recomendamos o Battery Monitor Widget, e no iOS uma boa opção é o Battery Life Pro.

Mantendo a energia sob controle
Por causa de sua tendência a se incendiar, baterias de íons de lítio tem de ser constantemente monitoradas. Os fabricantes fazem isso integrando a elas um controlador de carga que gerencia o fluxo da eletricidade. Ou seja, cada bateria tem dentro dela um pequeno computador que impede que ela seja descarregada rápido demais, ou a um nível baixo demais. O componente também regula o fluxo de energia para a bateria durante a recarga, reduzindo-o à medida em que a bateria chega próxima à carga máxima para impedir uma sobrecarga.

baterias_controlador-360px.jpg
Um circuito controlador de carga. Os embutidos
dentro das baterias de lítion são bem menores
(crédito: BatteryJunction.com)

Para ilustrar como o processo funciona, carregamos a bateria de um Samsung Galaxy Note e medimos o fluxo de energia para o dispositivo, comparado à percentagem de carga da bateria relatada por ele. Como você pode ver no gráfico abaixo, o fluxo de energia para a bateria é mais intenso quando ela está mais vazia, e vai diminuindo à medida em que ela atinge a capacidade máxima. As últimas etapas do processo levam mais tempo, já que o controlador reduz o fluxo a um mínimo para que a bateria não seja sobrecarregada.

O futuro das baterias
A tecnologia das baterias está sempre sendo aprimorada, com laboratórios ao redor do mundo procurando por novos materiais para substituir o lítio ou novos métodos para construir baterias com os materiais atuais. Entre as novas tecnologias estão os supercapacitores, que podem ser recarregados muito mais rapidamente, mas liberam toda a energia armazenada de uma vez só, o que é o oposto do que é necessário na maioria dos dispositivos móveis. 

Células de combustível que usam hidrogênio para gerar energia também deverão estar disponíveis em breve. O sistema Nectar, anunciado durante a CES 2013 em janeiro, usa um cartucho que US$ 10 para gerar energia suficiente para alimentar um celular por até duas semanas. Entretanto as células de combustível ainda não são pequenas o suficiente para caber dentro de um smartphone. O Nectar recarrega a bateria de lítio do aparelho, em vez de substituí-la.

baterias_nectar-360px.jpg
Célula de combustível da Nectar produz
energia elétrica a partir do hidrogênio

Eventualmente o enxofre pode se juntar às baterias. Cientistas da universidade de stanford demonstraram recentemente uma bateria que usa nanotecnologia para adicionar enxofre à mistura de elementos químicos, o que aumentou a densidade de energia em cinco vezes e também ampliou a vida útil da bateria. Entretanto, esta tecnologia ainda levará alguns anos para chegar ao mercado.

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Publicado por em 24 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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10 dicas para manter seus dispositivos móveis carregados

Siga estes truques para conseguir recargas mais rápidas, melhorar a autonomia e aprender a diagnosticar eventuais problemas

As baterias contidas em seus dispositivos móveis são pequenos milagres de engenharia, e contém quantidades de energia que seriam inimagináveis em suas predecessoras. O correto uso de todo este potencial pode fazer com que elas durem mais, e alimentem seus aparelhos por mais tempo. Veja a seguir algumas dicas para tirar o máximo de suas baterias.

1. Para carregar seu tablet rapidamente, use o carregador original ou um projetado sob medida para ele

iPads e outros tablets tem baterias grandes e vem com carregadores de alta-capacidade para recarregá-las rapidamente. Por exemplo, o carregador do iPad pode fornecer uma corrente de até 2.100 mA (miliamperes, ou 2.1 Amperes), que é mais que o dobro do suportado por uma porta USB 3.0 típica. Isso faz uma diferença enorme na hora da recarga.

Em nossos testes, carregar completamente a bateria de um iPad levou 5 horas e 9 minutos com o carregador incluso com o aparelho, e 10 horas e 13 minutos com o carregador de um iPhone 5 (que fornece no máximo 1000 mA). Em outro teste com um carregador de viagem genérico, capaz de fornecer 500 mA, foram necessárias mais de 24 horas para completar a carga do mesmo iPad.

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Use o carregador original de seu tablet para conseguir recargas mais rápidas

Como o teste demonstra, para reduzir o tempo de carga é importante utilizar o carregador original de seu tablet ou um projetado especificamente para ele. Pra complicar, alguns aparelhos contém um circuito que não permite o uso de toda a capacidade do carregador a não ser que este contenha um chip especial. Caso o chip não exista, a carga será mais lenta.

Por exemplo, quando tentamos recarregar um iPad 4 com o carregador de um Galaxy Tab 10.1 o processo levou 19 horas, apesar do carregador ter a mesma capacidade do original do iPad. Isto porque o iPad não reconheceu o carregador como sendo capaz de uma corrente mais intensa, e a limitou a um nível mais baixo. A situação inversa se aplica: quando tentamos carregar o Galaxy Tab 10.1 com o carregador do iPad, o processo levou mais de 15 horas, em contraste às 4 horas e 46 minutos que seriam necessárias com o carregador da Samsung.

2. A maioria dos celulares não precisa de um carregador específico

Celulares, que usam baterias muito menores que as dos tablets, não exigem carregadores de alta-capacidade. Por isso você pode usar um carregador genérico sem um prejuízo severo no tempo de recarga. Quando medimos o tempo necessário para a carga completa de um iPhone 5 usando carregadores variados, os resultados variaram de 2 horas e 4 minutos com um carregador de viagem da HTC a 2 horas e 59 minutos com um carregador da Samsung. Com o carregador original do iPhone são necessárias 2 horas e 16 minutos. Ou seja, a diferença não é tão grande assim.

3. Use uma porta USB específica para recarga, ou um hub USB alimentado

Se você não tem um carregador em mãos, sempre pode recarregar seu smartphone usando a porta USB de um PC. Mas há duas variantes delas, “padrão” e “para recarga”. Uma porta USB comum entrega uma corrente de apenas 100 mA, suficiente para um mouse ou pendrive, mas praticamente nada para um smartphone. Uma porta otimizada para recarga deve entregar pelo menos 500 mA. É por isso que às vezes, ao plugar um aparelho a uma porta USB no PC, ele não carrega ou carrega muito lentamente.

O problema é que, embora muitos notebooks ofereçam uma combinação de portas USB normais e “para recarga”, muitas vezes os fabricantes não se preocupam em identificá-las adequadamente. O símbolo de um raio ao lado de uma porta é uma indicação comum de que ela é uma porta para recarga, mas ele nem sempre está lá.

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Portas USB otimizadas para recarga podem ser identificadas com
ícone de um raio, como destacado em vermelho na foto acima.

Alguns notebooks mais recentes trazem portas USB capazes de oferecer 1.100 mA quando identificam um aparelho compatível, mas novamente nem sempre as identificam. A solução é procurar no manual do seu notebook quais são as portas disponíveis e a corrente máxima em cada uma antes de confiar nelas para recarregar seu gadget.

Embora portas USB 3.0 possam entregar mais corrente (até 900 mA) que as portas USB 2.0, elas só atingem esse nível com aparelhos USB 3.0. Plugue um smartphone USB 2.0 a elas e ele receberá os mesmos 500 mA máximos que em uma porta USB 2.0 para recarga.

Se você usa um hub USB não alimentado, a corrente disponível será dividida por todas as portas, o que significa que não sobra muito para carregar seus aparelhos. Um hub alimentado (ou seja, com uma fonte de alimentação externa, ligada à tomada) consegue entregar a corrente máxima a cada porta, o que o torna uma opção melhor para carregar seus aparelhos.

4. Você pode usar qualquer cabo micro-USB com seu smartphone

Muitos smartphones modernos (entre eles a esmagadora maioria dos aparelhos Android) usa um conector micro-USB para conexão ao PC ou ao carregador. Nesse caso, você pode usar qualquer cabo micro-USB que tiver à mão para recarrregar a bateria, não é necessário um “cabo especial” ou o que veio com o smartphone.

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Se seu smartphone usa um conector micro-USB, qualquer cabo compatível pode ser usado

5. Na primeira carga carregue, e depois descarregue, completamente a bateria

O primeiro ciclo de carga qualquer aparelho é importante, já que condiciona a bateria e ajuda o aparelho a entender como ela se comporta. Portanto, na primeira vez que plugá-lo à tomada recomendamos carregar completamente a bateria (por pelo menos 12 horas) e depois deixá-la descarregar completamente durante o uso normal, antes de recarregá-la. 

6. Você pode deixar um aparelho carregando, sem medo

As baterias em dispositivos portáteis modernos são mais espertas do que você imagina, e contém circuitos que controlam o fluxo de energia. Portanto, é seguro deixar o aparelho plugado e carregando mesmo por longos períodos. Quanto a bateria está carregada, o controlador integrado regula o fluxo de energia para mantê-la em 100%, mas não irá permitir uma sobrecarga. O que é uma coisa boa, já que baterias de Li-Ion sobrecarregadas podem explodir.

7. É bom descarregar completamente a bateria de vez em quando

As modernas baterias de Lítion-Ion (Li-Ion) não sofrem com o “efeito memória” que assolava a geração anterior, feita com Níquel e Cádmio (NiCad), então você pode recarregar a bateria mesmo que ela não esteja completamente esgotada, sem medo de perder a capacidade. Ainda assim, fabricantes recomendam esgotar e recarregar completamente a bateria pelo menos uma vez por mês, já que isso ajuda a maximizar a vida útil ao mantê-la condicionada e preserva o equilíbrio químico.

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É bom deixar a bateria de seu smartphone descarregar completamente de vez em quando

8. Trate suas baterias com carinho

Baterias bem tratadas irão recompensá-lo com anos de serviço. Caso contrário elas podem se tornar imprevisíveis, o que é um problema já que por dentro são perigosas: pense numa bateria como um pequeno incêndio químico esperando para acontecer. Transporte-as sempre dentro do aparelho ou em um estojo protetor (se estiver levando sobressalentes). Nunca aperte, perfure ou deforme elas, e jamais deixe-as dentro do porta-luvas de um carro estacionado sob o sol: a alta-temperatura pode resultar em uma reação química incontrolável (conhecida como “Thermal Runaway”) e uma eventual explosão.

9. Substitua as baterias a cada dois anos

À medida em que as baterias ficam mais velhas, sua capacidade de manter uma carga diminui, e consequentemente sua autonomia fica menor. Este processo gradual e inevitável reflete mudanças químicas dentro da bateria. Mas a maioria delas deve durar pelo menos alguns anos: a Apple afirma que a bateria de um iPad ainda é capaz de manter 80% da carga máxima original após 1000 recargas, e outros fabricantes anunciam números similares.

Quando você as substituir, descarte as baterias usadas em um posto de coleta. Eles podem ser encontrados em assistências técnicas do fabricante, nas lojas onde os aparelhos são vendidos ou em bancos e farmácias. 

10. Diagnostique problemas com alimentação de uma porta USB em alguns passos simples

Se você está tentando usar uma porta USB de um notebook ou desktop para recarregar um aparelho mas não está conseguindo, pode usar algumas ferramentas do próprio Windows para fazer um diagnóstico da situação. Abra o Gerenciador de Dispositivos, dentro do Painel de Controle, e clique no menu Exibir / Dispositivos por conexão. Clique no primeiro item da lista, que deve ser o nome de seu PC, e tecle *. Isto irá abrir uma lista com todos os dispositivos conectados ao seu PC. Procure o “Hub USB Genérico” ou “USB Root Hub”. Você pode ter mais de um deles, dependendo da máquina. Clique com o botão direito do mouse sobre aquele ao qual seu aparelho está conectado, e selecione o item Propriedades no menu.

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O gerenciador de dispositivos pode ajudar a descobrir quanto cada aparelho consome

Na janela que surge clique na aba Energia, e você verá uma lista dos aparelhos conectados ao hub e quanto de energia estão consumindo. Isso pode ajudar a determinar se o seu aparelho será recarregado rapidamente (se a corrente for igual ou maior do que 500 mA, por exemplo), ou lentamente (se for menor do que 500 mA). Quando verifiquei meu computador, notei que meu celular estava puxando apenas 96 mA. Como resultado, mesmo que ele indicasse que estava carregando, provavelmente nunca atingiria uma carga completa ao longo do dia.

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Publicado por em 18 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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