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Blondie comemora 40º aniversário com lançamento de novo disco

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Capa de 'Ghosts of download', do Blondie (Foto: Divulgação)Capa de ‘Ghosts of download’, do
Blondie (Foto: Divulgação)

Quatro décadas depois da sua estreia, o grupo nova-iorquino Blondie, pioneiro na cena do new wave e do punk nos anos 1970, lançou nesta terça-feira (13) o seu décimo disco de estúdio, “Ghosts of download”, para marcar o aniversário de 40 anos.

“Ghosts of download”, que tem 13 músicas novas, é parte do pacote de dois discos intitulado “Blondie 4(0) ever”, que ainda conta com o disco “Deluxe redux: Greatest hits”.

“Não consigo acreditar”, disse Debbie Harry, a cantora loira e símbolo sexual de 68 anos, sobre a longevidade da banda dona dos sucessos “Call me” e “Heart of glass.”

Harry fundou a banda com o guitarrista Chris Stein e o baterista Clem Burke em 1975 e emplacou uma série de sucessos, como “The tide is high” e “Rapture”, que em 1981 foi vista como primeira canção de rap no topo das paradas.

“Com a maioria das nossas coisas não existe nada preconcebido”, declarou Stein, de 64 anos, em uma entrevista. “Sempre seguimos em frente aos pouquinhos. Isso (o novo disco) foi assim também. Acho que existe um lado ‘faça você mesmo’ no Blondie que agrada as pessoas”.

Stein vem trabalhando no projeto desde que o grupo terminou seu penúltimo disco, “Panic of girls”, em 2011. Ele disse que o novo disco é mais baseado em computadores que o último, com elementos eletrônicos e de música caribenha.

“Ghosts of download” tem uma mistura de música dançante e canções pop. Na primeira música de trabalho, “A rose by any name”, Harry faz um dueto com Beth Ditto, a vocalista da banda indie Gossip.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Música

 

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Urso de 250 kg é submetido a cirurgia de hérnia de disco

O urso Magno foi entubado e amarrado para poder ser operado (Foto: Jack Guez/AFP)O urso Magno foi entubado e amarrado para poder ser operado (Foto: Jack Guez/AFP)

Um urso de 19 anos chamado Mango passou por uma cirurgia nesta quarta-feira (7) para reparar uma hérnia de disco, disse Sagit Horowitz, porta-voz do centro veterinário do zoológico de Ramat Gan, em Israel. Os veterinários descobrirar o problema de hérnia de disco no urso de 250 kg em um exame de raio-X.

Os veterinários rasparam partes do pêlo do urso de volta para prepará-lo para a cirurgia. O animal foi entubado com a cabeça apoiada sobre um travesseiro envolto em um saco de lixo. Os especialistas colocaram um aparelho para medir a pressão arterial em torno da pata direita do urso.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Tommy Lee, do Mötley Crue, participa de disco do Smashing Pumpkins

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O líder do Smashing Pumpkins, Billy Corgan, posta no site da banda foto ao lado de Tommy Lee, do Mötley Crue (Foto: Divulgação)Billy Corgan (esq.) ao lado de Tommy Lee, do
Mötley Crue (Foto: Divulgação)

O líder do Smashing Pumpkins, Billy Corgan, publicou nesta quarta-feira (7), no site da banda, uma foto em que aparece num estúdio ao lado de Tommy Lee, baterista do Mötley Crue. 

O post em que a imagem informa: “Acabamos de terminar o primeiro round das gravações da bateria com Tommy Lee para o novo disco do Smashing Pumpkins. Sim, T Lee em todas as nove músicas de ‘Monument to an elegy'”.

No dia 25 de março, uma outra mensagem publicada no site do Pumpkins disse que a banda deve lançar dois álbuns em 2015: além de “Monument to an elegy”, está previsto “Day for night”. “A quem está interessado na sonoridade, imagine: ‘guitarras, guitarras, guitarras, e mais guitarras; mas mais no sentido épico das coisas do que, digamos, no sentido grosseiramente metálico”.

O texto é assinado por W.P.C. São as iniciais de William Patrick Corgan. Desde então, o músico tem postado diversos detalhes dos trabalhos iniciados naquele mesmo dia. Segundo ele, a ideia é dividir “títulos de músicas, letras, impressões poéticas, fotos, clipes, equipamentos de estúdio e afins” para dar uma “visão panorâmica” do processo à medida que ele se desenrola.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Música

 

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Urso de 250 kg é submetido a cirurgia de hérnia de disco

O urso Magno foi entubado e amarrado para poder ser operado (Foto: Jack Guez/AFP)O urso Magno foi entubado e amarrado para poder ser operado (Foto: Jack Guez/AFP)

Um urso de 19 anos chamado Mango passou por uma cirurgia nesta quarta-feira (7) para reparar uma hérnia de disco, disse Sagit Horowitz, porta-voz do centro veterinário do zoológico de Ramat Gan, em Israel. Os veterinários descobrirar o problema de hérnia de disco no urso de 250 kg em um exame de raio-X.

Os veterinários rasparam partes do pêlo do urso de volta para prepará-lo para a cirurgia. O animal foi entubado com a cabeça apoiada sobre um travesseiro envolto em um saco de lixo. Os especialistas colocaram um aparelho para medir a pressão arterial em torno da pata direita do urso.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Mallu Magalhães anuncia banda, disco e turnê com Marcelo Camelo

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Fred Ferreira, Mallu e Marcelo Camelo anunciam banda (Foto: Divulgação/Facebook do artista)Fred Ferreira, Mallu e Marcelo Camelo anunciam banda (Foto: Divulgação/Facebook/Mallu Magalhães)

Mallu Magalhães anunciou nesta terça-feira sua nova banda. “Hoje posso contar o que tenho guardado com euforia. Eu, Fred Ferreira e Marcelo Camelo nos juntamos e fizemos a Banda do Mar. O álbum de nossas composições sai no segundo semestre, seguido da turnê. Agora preciso aguentar até lá”, escreveu a cantora, em sua página no Facebook.

Hoje com 21 anos, Mallu surgiu aos 15 quando gravou músicas e as postou em seu perfil no MySpace. A cantora paulistana já lançou três CDs. O mais recente se chama “Pitanga” (2011). A parceria com Marcelo Camelo, ex-vocalista do Los Hermanos, começou com elogios mútuos e um dueto em “Janta”, música da carreira solo do cantor. Eles moram juntos em Portugal, após começarem namoro no Brasil.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Música

 

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Tommy Lee, do Mötley Crue, participa de disco do Smashing Pumpkins

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O líder do Smashing Pumpkins, Billy Corgan, posta no site da banda foto ao lado de Tommy Lee, do Mötley Crue (Foto: Divulgação)Billy Corgan (esq.) ao lado de Tommy Lee, do
Mötley Crue (Foto: Divulgação)

O líder do Smashing Pumpkins, Billy Corgan, publicou nesta quarta-feira (7), no site da banda, uma foto em que aparece num estúdio ao lado de Tommy Lee, baterista do Mötley Crue. 

O post em que a imagem informa: “Acabamos de terminar o primeiro round das gravações da bateria com Tommy Lee para o novo disco do Smashing Pumpkins. Sim, T Lee em todas as nove músicas de ‘Monument to an elegy'”.

No dia 25 de março, uma outra mensagem publicada no site do Pumpkins disse que a banda deve lançar dois álbuns em 2015: além de “Monument to an elegy”, está previsto “Day for night”. “A quem está interessado na sonoridade, imagine: ‘guitarras, guitarras, guitarras, e mais guitarras; mas mais no sentido épico das coisas do que, digamos, no sentido grosseiramente metálico”.

O texto é assinado por W.P.C. São as iniciais de William Patrick Corgan. Desde então, o músico tem postado diversos detalhes dos trabalhos iniciados naquele mesmo dia. Segundo ele, a ideia é dividir “títulos de músicas, letras, impressões poéticas, fotos, clipes, equipamentos de estúdio e afins” para dar uma “visão panorâmica” do processo à medida que ele se desenrola.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Música

 

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Sony e Panasonic anunciam disco com 300 GB de armazenamento

As companhias japonesas Sony e Panasonic informaram nesta segunda-feira (10) que criaram um novo formato de disco óptico com capacidade de armazenamento de até 300 GB (Gigabytes), que chegará ao mercado em 2015, mas poderá atingir 1 TB (Terabyte).

A nova tecnologia, chamada de Archival Disc, é uma substituta natural do Blu-ray, que possui capacidade de armazenamento de 25 GB a 200 GB.

Outro tipo de disco óptico largamente utilizado, os DVD-R, tem capacidade para armazenar 4,7 GB. Ou seja, os novos discos de Sony e Panasonic de 300 GB podem armazenar até mais de 63 vezes o mesmo que um DVD-R comum.

As empresas informaram ainda que os esforços para ampliar a capacidade de arquivamente não vai parar por aí. A tecnologia do Archival Disc será aprofundada para que a capacidade de armazenamento por disco fique entre 500 GB e 1 TB (Terabyte). O que, em relação aos DVD-R, representa um salto na capacidade de 106 vezes e 217 vezes, respectivamente.

Segundo Sony e Panasonic, a aposta em uma mídia física em tempos de computação em nuvem (em que os arquivos digitais ficam guardados em servidores externos e somente são acessados pela internet) como a nova geração de armazenamento ocorre porque os discos ópticos são resistentes a pó, água, mudanças de temperatura e umidade.

Além disso, dizem as empresas, os discos permitem compatibilidade entre diferentes gerações de formatos, o que garante que um dado continue a ser lido mesmo com a evolução dos formatos.

As companhias nadam também contra a maré da indústria de computadores. Os notebooks, o tipo de computador mais vendido no mundo, já começam a ser desenhados sem leitor de CD e DVD. Dell e Apple são algumas das empresas que aderiram a essa tendência.

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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One Direction anuncia nome e data de lançamento de novo disco

One Direction anuncia o lançamento de 'Midnight memories' (Foto: Reprodução/Instagram)One Direction anuncia o lançamento de ‘Midnight
memories’ (Foto: Reprodução/Instagram)

“Midnight memories”, o terceiro disco do One Direction, será lançado no dia 25 de novembro deste ano. A banda usou as redes sociais para anunciar, nesta sexta (6), o nome e a data do álbum, que estará disponível para pré-venda já a partir da próxima segunda-feira (9).

Em seu perfil no Instagram, os músicos publicaram um vídeo, onde folhas de papel com letras embaralhadas são colocadas em ordem até formar o título do disco. Já no Facebook foi publicada uma foto com as palavras “Midnight memories” montadas.

“Então vocês entenderam? O terceiro álbum do One Direction vai se chamar ‘Midnight memories’! E ele será lançado em 25 de novembro. Sabem o que é ainda melhor? Você pode encomendar na segunda-feira”, diz o texto que acompanha a imagem.

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de setembro de 2013 em Música

 

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‘Fomos muito corajosos’, diz Gloria Estefan sobre disco com clássicos

Gloria Estefan (Foto: Divulgação)A cantora Gloria Estefan (Foto: Divulgação)

Um projeto considerado “ambicioso” até mesmo por sua autora, “The standards”, novo disco de Gloria Estefan, será lançado no próximo dia 10. Inspirada por suas participações nos álbuns “Duets”, de Frank Sinatra, e “Viva duets”, de Tony Bennett, ela selecionou 13 clássicos internacionais e gravou versões em inglês, espanhol, italiano, português e francês.

Em entrevista ao G1 por telefone, a cantora explica que foi difícil selecionar canções, mas, no final, ficou com “músicas que têm algum significado muito importante” em sua vida, relacionadas a eventos como seu casamento ou a relação com sua filha.

Produzido por Shelly Berg e Emilio Estefan, marido de Gloria há 35 anos, o CD tem como convidados a cantora e compositora Laura Pausini, o violinista Joshua Bell e o saxofonista Dave Koz. Entre os destaques estão “The day you say you love me”, a primeira versão em inglês de “El día que me quieras”, para a qual a cantora recebeu a única autorização dada pelo espólio de Carlos Gardel até hoje, e “Sonríe”, um dueto em espanhol e italiano com Laura Pausini, no qual Gloria canta em italiano pela primeira vez. Além disso, ela também gravou pela primeira vez em português “Eu sei que vou te amar”, de Tom Jobim, para a qual havia feito versões em inglês, espanhol e francês.

Com mais de 100 milhões de discos vendidos, sete prêmios Grammy e uma indicação ao Oscar, Gloria Estefan já escreveu livros infantis, atuou no cinema e na TV e é dona de restaurantes, hotéis e até de uma parte do time de futebol americano Miami Dolphins. Pretende também produzir um musical para a Broadway inspirado em sua vida.

G1 – Qual foi o critério que você usou para a escolha do repertório de ‘The standards’?  Como você chegou à lista final, com 13 músicas?
Gloria Estefan –
Não foi fácil, devo te dizer (risos), porque eu na verdade comecei procurando entre centenas de músicas. Levei então 50 delas até Shelly Berg,da Frost School of Music da Universidade de Miami, que foi o arranjador e maestro do disco. Quando cheguei até ele com essas 50 músicas nós nos sentamos ao piano, literalmente, e começamos a conversar sobre aquelas que tinham mais significado para nós dois, porque eu também queria que ele amasse o que estava fazendo e se sentisse inspirado. E então escolhi canções que têm algum significado muito, muito importante na minha vida. Eu queria uma de Tom Jobim, porque a música brasileira sempre foi uma influência muito grande para nós. Também gravei a música do meu casamento, “El dia que me quieras” e escrevi uma letra em inglês para ela, o que nunca tinha sido feito antes, e a família de [Carlos] Gardel adorou.

Meu maior elogio é quando as pessoas ouvem o disco e se sentem como se estivessem ouvindo as músicas pela primeira vez”

G1 – Todas as músicas desse disco são clássicos, mas você mexeu bastante na estrutura. Você teme que alguém possa reclamar de tamanha “ousadia”?
Gloria Estefan –
Não! Se você quer saber, ficarei feliz se acharem que fizemos algo diferente, fomos muito corajosos com os arranjos, eu queria especificamente que fosse algo que pessoas com sensibilidade pop pudessem amar e entender. Queria fazer algo que fosse um pouco aventureiro e que as pessoas que adoram jazz, porque Shelley é um pianista de jazz maravilhoso, também achassem interessante e gostassem. Encontramos um bom equilíbrio. Tentamos coisas diferentes e meu maior elogio é quando as pessoas ouvem o disco e, elas me contam, se sentem como se estivessem ouvindo as músicas pela primeira vez. E, com músicas como essas, que estão por aí há décadas, isso é um elogio e tanto, eu realmente adoro isso.

G1 – E como você escolheu os músicos convidados do disco?
Gloria Estefan –
Bem, Dave Koz foi por que eu estava procurando por um som de sax realmente sexy, bastante suave, e ele é um cara incrível, sou uma grande fã e ele era perfeito para esse disco. Laura Pausini é alguém que também admiro muito, e eu já tinha feito uma versão em espanhol de “Smile”, de Charlie Chaplin, e quando a reescrevi em italiano achei que ela seria perfeita, porque é italiana, mas é maravilhosamente fluente em espanhol também e é uma excelente cantora, famosa em todo o mundo latino. Eu a admiro muito, é uma garota muito doce. Ela estava estava grávida de oito meses, então gravou lá mesmo. E Joshua Bell, na verdade, foi uma sugestão de Shelly, porque ele é tipo o violinista número um no mundo em seu gênero.

Gloria Estefan (Foto: Divulgação)Gloria Estefan (Foto: Divulgação)

G1 – E quando você decidiu usar vários idiomas no álbum?
Gloria Estefan –
Bem, tenho a sorte de ter uma carreira internacional e eu estudei francês, francês foi uma das minhas disciplinas na faculdade, então foi fácil. E eu já tinha gravado em português antes e esse já era o idioma original de “Eu sei que vou te amar”, claro. Mas achei que seria ótimo se tivessem a oportunidade de me ouvir cantar em uma língua diferente, e eu nunca tinha cantado em italiano, então esse foi um incrível desafio, mas quando você sabe espanhol… as línguas latinas têm uma raiz similar e eu tenho um ouvido realmente bom pra isso. Eu apenas achei que traria algo novo e um som diferente ao disco, pegar essas músicas clássicas que eu consigo cantar em várias línguas.

G1 – E por que você escolheu cantar em inglês uma música de Carlos Gardel?
Gloria Estefan –
Eu costumo cantar essa música em espanhol. Mas no disco ela está em inglês porque foi a música do meu casamento, há quase 35 anos. Foi a primeira que Emilio e eu dançamos como marido e mulher. E acho que ela é tão, tão linda e nunca tinha sido traduzida para o inglês. Era um desafio e pensei que seria uma grande oportunidade, já que eu falo espanhol. Mantive-me muito fiel às sensibilidades dos anos 20 e às metáforas que ele usou. Então foi um bom desafio e pensei que ela se tornaria uma linda música para casamentos, até porque em inglês não há muitas delas.

G1 – Você já gravou com Alexandre Pires (a música “Santo, Santo”, que rendeu à dupla um Grammy Latino em 1999) e se apresentou nas comemorações dos 25 anos do Só Pra Contrariar. Tem vontade de trabalhar com outros brasileiros? Quais?
Gloria Estefan –
Oh, meu Deus, já andei perguntando sobre novos talentos, mas, é claro, eu amo os clássicos. A versão que mencionei que dançamos no nosso casamento, de “El dia que me quieras”, foi a do Roberto Carlos. E adoro Milton Nascimento, Gal Costa, Simone. Cresci ouvindo cantores brasileiros maravilhosos, como Rosa Passos. Simplesmente amo música brasileira e já fiz até um disco chamado “Rio”.  Acho que todo músico adora a música brasileira. Ela é sensual, muito sexy e o idioma é bonito. Não tenho ninguém em mente, já trabalhei com muitos cantores em minha vida, já cantei com os Três Tenores, com Sinatra, com Tony Bennett, então se existir uma ideia de alguém com quem eu queira fazer algo… Como quando eu cantei com Alexandre, que foi ótimo e eu o adoro…

É bom e divertido trabalhar com outros artistas e, por isso, se alguém tiver ideia, adoraria ouvir. Estou sempre aberta a qualquer coisa relacionada ao Brasil”

G1 – Existem artistas populares no Brasil, mas que não conseguiram atingir o mesmo nível de sucesso no mercado latino. Você tem algum palpite sobre o motivo? E teria algum conselho para os que quiserem tentar?
Gloria Estefan –
Permaneça fiel a quem você é. Acho que você tem que tentar continuar fazendo sempre sua música, algo em que você acredite e ame. Você não deveria tentar se moldar ou fazer algo específico apenas por que quer atingir determinado mercado. Até porque se fizer isso e não for algo que goste, vai passar sua vida inteira presa naquilo. Mas houve um enorme sucesso brasileiro recente no mercado latino, e nos Estados Unidos, e que inclusive era em português. “Assim você me mata…” (canta). Como era mesmo o nome? (risos). Meu Deus, ele foi um sucesso imenso. Ele fez realmente essa transição e funcionou. E é só ver outro grande hit recente, que foi o “Gangnan style”.

G1 – Você já fez trabalhos como atriz e, depois de anos afastada, voltou a atuar na série “Glee”. Como foi a experiência? Pretende voltar em outros episódios?
Gloria Estefan –
Ah, eu adoro “Glee”. Foi uma experiência tão incrível! Mas eu não sei o que vai acontecer, porque tudo é secreto e eles nunca te contam. Eu sabia que iria fazer aquela participação havia meses e fiquei esperando… Só nos avisaram duas semanas antes de eu gravar, porque não deixam os roteiros vazarem. Eu adoraria voltar. E cantar seria ótimo, mas a razão pela qual eu não cantei da primeira vez foi porque nós sabíamos que eu ficaria em cena por cerca de quatro minutos e queríamos desenvolver a personagem, que era a mãe de Santana (Naya Rivera), e você se lembra de que ela tinha aquele problema com a avó. E todos sabem que sou cantora, então não é como com as outras pessoas que você não sabe que podem cantar, como quando Gwyneth Paltrow apareceu e ficaram chocados porque ela fez um trabalho excelente. Seria ótimo poder fazer um dueto com Naya ou cantar com todo mundo. Pensamos em fazer um grande número com Ricky (Martin), porque ele também estava na série, mas essas coisas mudam em cima da hora, depende dos roteiristas.

G1 – E você conheceu Cory Monteith?
Gloria Estefan –
Sim, eu o encontrei. Ele estava gravando uma cena em um vestiário naquele dia. Mas eu já o havia conhecido antes, porque tinha ido com meu filho, a mulher dele e minha filha até Los Angeles para resolver coisas e fomos convidados a visitar o set, antes de eu ser convidada a participar da série. E foi então que o conheci, ele estava fazendo uma cena em que contracenava com Lea (Michele) e ele era doce, gentil. Foi uma pena.

Gloria Estefan (Foto: Divulgação)Gloria Estefan (Foto: Divulgação)

G1 – E você pretende voltar também ao cinema? Tem interesse em atuar com mais frequência?
Gloria Estefan –
Eu adoraria. As pessoas me enviam coisas, mas só irei fazer algo que faça sentido para mim. E é uma experiência de amadurecimento, fiz um musical com Meryl Streep (“Música do coração”, de 1999), um filme com Andy Garcia, sobre a vida de Arturo Sandoval (“For love or country: the Arturo Sandoval history, de 2000) e foi tudo fantástico. Mas teria que ser o papel certo e é difícil, porque em geral são projetos que levam anos para serem feitos… mas estamos trabalhando em uma peça para a Broadway, na verdade, baseada em nossas vidas, meio autobiográfica. Estamos empolgados com isso. Eu não vou atuar, mas estou trabalhando com o roteirista, ajudando a escrever. Ela não será apenas baseada em nossos hits, mas estamos compondo músicas novas. Então esse é um grande projeto para mim agora.

G1 – E quem você gostaria que interpretasse Gloria Estefan na peça?
Gloria Estefan –
Sabe, quando essa etapa acabar iremos começar a procurar por artistas no mundo todo. Terão que ser pessoas jovens, porque irão interpretar versões bastante jovens minha e do Emilio, a história começa quando ainda somos garotos, então haverá atores infantis também. E depois alguém para fazer meu papel como adolescente e na faixa dos 30 anos, porque também não dá para mostrar minha vida inteira, seria uma história muito longa e acabaria ficando confusa. Mas iremos procurar e isso provavelmente será transformado em um programa de TV.

G1 – Uma espécie de reality show para encontrar os astros do musical?
Gloria Estefan –
Temos conversado bastante sobre isso. Definitivamente seria uma parte, porque acho que será um processo muito interessante. Essas estrelas terão que ser bilíngues e que saber cantar e se apresentar várias vezes por semana. Vai ser algo bem duro.

Fonte G1

 
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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Música

 

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‘Parte do que há de melhor em mim está nesse disco’, afirma Sheryl Crow

A cantora Sheryl Crow durante show em abril de 2012 (Foto: AFP)A cantora Sheryl Crow durante show em abril de
2012 (Foto: AFP)

Sheryl Crow há sete anos vive uma vida interiorana na capital da música country, ao lado de gente desse gênero, mas só agora a consagrada roqueira vai gravar um álbum nesse estilo.

“Feels like home” (“sentindo-se em casa”, em tradução livre) será lançado em 10 de setembro, selando a mais recente conversão musical da artista de 51 anos, mãe de dois filhos.

“Esse álbum parece muito natural”, disse Crow em entrevista na sua propriedade de 20 hectares nos arredores de Nashville, onde ela cria 11 cavalos, dois bois e vários cães. “É uma extensão de quem sou, onde vivo. Não parece um afastamento tão grande. Tenho estado absorvida dentro dos limites municipais de Nashville.”

Mas faz só 20 anos que Crow virou uma sensação do pop-rock cantando, em “All I Wanna Do”. que “all I want to do is have some fun until the sun comes up over Santa Monica Boulevard (eu só quero me divertir até que o sol surja sobre o Santa Monica Boulevard)”, alusão a uma rua que corta Los Angeles.

Crow já vendeu 20 milhões de álbuns e soube, na primeira década deste século, fazer a transição de roqueira de bar para cantora pop lapidada. Agora, se adapta à figura da cantora country, e diz que aprendeu isso com roqueiros — especialmente com a música “Country Honk” (1969), dos Rolling Stones, e com as narrativas sulistas de Tom Petty.

Mas a transição também contou com a ajuda de amigos da música country, como Emmylou Harris e Brad Paisley. O impulso decisivo para a nova fase veio em 2010, quando ela se apresentou com Loretta Lynn e Miranda Lambert na festa de premiação da Associação da Música Country.

“Depois disso ele (Paisley) chegou para mim e disse: ‘Agora será que você vem para casa, para o formato ao qual pertence?'”, contou Crow. Crow já emplacou uma faixa entre os “top 30” da parada country da Billboard, a acelerada “Easy”, canção de amor sobre a felicidade doméstica.

“Após 25 anos como compositora, parte do que há de melhor em mim está nesse disco”, afirmou ela. “Nashville injetou nova vida na minha carreira de compositora.”

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de setembro de 2013 em Música

 

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