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Jovem é preso ao virar ‘cooler’ do 12º andar em direção a policial nos EUA

Tate Andrews foi preso ao virar cooler de água e gelo do 12º andar em direção a um policial (Foto: Divulgação/Bay County Jail )Tate Andrews foi preso ao virar cooler de água e gelo
do 12º andar em direção a um policial nos EUA
(Foto: Divulgação/Bay County Jail )

Um jovem de 20 anos foi preso em Panama City Beach, na Flórida (EUA), após virar um cooler de água e gelo de uma janela no 12º andar de um prédio, e sair correndo rindo em seguida.

O policial Chris Faircloth contou ao jornal “The News Herald” que, ao andar próximo a um condomínio com piscina, viu cair ao seu lado uma “cachoeira” de água e gelo e, ao olhar para cima, avistou Tate Andrews debruçado em uma sacada, dando risada.

Diante do ocorrido, o oficial correu até o andar onde o jovem estava e o encontrou no banheiro, tentando se esconder.

Pela brincadeira perigosa, Andrews foi acusado de lançamento de carga mortal, um delito grave que pode dar até cinco anos de prisão, visto que o jovem sabia que havia placas no local proibindo que residentes jogassem objetos pela janela.

O americano foi levado para a cadeia de Bay County sob fiança de R$ 3.400.

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Publicado por em 25 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Pirâmides estão emitindo raios de luz em direção ao espaço?

Será verdadeira essa notícia que afirma que inúmeras pirâmides estão emitindo feixes de luz em direção ao espaço? Descubra a verdade aqui no E-farsas!

A notícia apareceu no dia 26 de janeiro de 2014, mas a imagem que ilustra a matéria circula pela web desde 2012. Nela podemos ver uma pirâmide que foi o templo do deus maia Kukulkan com um enorme feixe de luz saindo de seu topo e indo em direção ao céu.

O texto que acompanha a foto afirma que cientistas estariam conseguindo medir emissões de energia saindo do topo de diversas pirâmides no mundo todo e que o fato estaria ocorrendo simultaneamente!

Será que essa notícia é real? Que tipo de fenômeno seria esse?

Pirâmides estariam emitindo luzes em direção ao céu! Verdadeiro ou falso? (foto: Reprodução/Facebook) Pirâmides estariam emitindo luzes em direção ao céu! Verdadeiro ou falso? (foto: Reprodução/Facebook)

A notícia é falsa, mas a foto é real!

Em 2009, Hector Siliezar visitou a antiga cidade maia de Chichen Itza com sua família e usou seu iPhone para tirar algumas fotos de uma pirâmide chamada El Castillo (o templo sagrado do deus Kukulkan). Depois de conseguir fotografar suas filhas na frente da pirâmide (bem no momento em que três raios caíram próximos ao templo), Siliezar ficou surpreso ao ver que ele também tinha capturado o que parecia ser um feixe de luz apontando para cima da pirâmide em direção aos céus!

Reprodução Foto: Reprodução/Hector Siliezar

Análises feitas na imagem mostraram que, aparentemente, não houve nenhuma adulteração na fotografia. O que deixou muita gente intrigada com o fenômeno.

Como o assunto só veio à tona em 2012, vários fóruns, sites e blogs começaram a associar o acontecimento a algum tipo de aviso sobre o possível fim do mundo (“previsto” pelos maias para ter ocorrido no dia 21 de dezembro de 2012).

Claro que, como ele próprio afirmou em uma entrevista ao site Earthfiles, nenhum dos presentes realmente viu as luzes lá, ao vivo! O feixe de luz somente pode ser visto na foto capturada pelas lentes do iPhone e apenas naquele momento em que Siliezar conseguiu fotografar os relâmpagos. Em fotos anteriores e posteriores nada foi visto…

Fotografias tiradas segundos antes e durante os relâmpagos (Fotos: Reprodução/Hector Siliezar) Fotografias tiradas segundos antes e durante os relâmpagos (Fotos: Reprodução/Hector Siliezar)

Isso corrobora com a afirmação de Jonathon Hill, técnico de pesquisas da Mars Space Flight Facility da Universidade Estadual do Arizona, que opera muitas das câmeras utilizadas durante missões a Marte da NASA (O trabalho de Hill é analisar as imagens da superfície marciana feita pelos rovers e satélites, assim como os dados de instrumentos em órbita da Terra da NASA, e é plenamente versado na ampla gama de artefatos de imagem e erros potenciais de equipamentos foto óticos e digitais).

Depois de analisar a imagem, Jonathon Hill disse em entrevista à NBC News que o tal “raio de luz” na foto do templo maia é apenas um caso clássico de como uma distorção em uma imagem surge a partir da forma como as câmeras tratam a luz recebida.

“Não é mera coincidência que, das três imagens, o feixe de luz só ocorre na imagem que possui o raio no fundo. A intensidade do relâmpago provavelmente fez com que o sensor CCD da câmera se comportasse de maneira incomum, seja causando uma coluna inteira de pixels para compensar os seus valores ou causar uma reflexão interna lente da câmera que foi gravada pelo sensor.“ – afirmou Hill.

De qualquer forma, o técnico disse que “é realmente uma imagem impressionante!”

Passaram-se mais alguns meses e a história voltou e, dessa vez, aumentada um pouquinho e confirmando aquele ditado que diz que “Quem conta um conto aumenta um pouco!”, ou algo assim!

Em alguns sites aqui do Brasil, essa notícia também mostra a foto abaixo:

Pirâmide emitindo raio de luz! (Reprodução/Facebook) Pirâmide emitindo raio de luz! (Reprodução/Facebook)

É bom esclarecer que essa fotografia é apenas um recorte de uma foto maior de um outdoor instalados em alguns locais na cidade de Sarajevo, capital da Bósnia. Trata-se apenas de uma representação artística feita pelo governo para atrair turistas:

piramide2 Outdoor instalado nas ruas de Sarajevo! (foto: seharle.blogspot.com.br)

Não há nenhuma pirâmide emitindo feixes de luz para os céus. A imagem usada para ilustrar a notícia é real, mas foi tirada em 2009 e é resultado de uma falha no sensor da câmera do iPhone que “não entendeu” a claridade repentina do raio, criando uma coluna de pixels (coincidentemente) bem no topo da pirâmide!

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Vídeo mostra fenômeno raro de raio que sobe em direção ao céu em SP

O Pico do Jaraguá, ponto mais alto do município de São Paulo, e a Avenida Paulista, são os locais de pesquisa de um fenômeno meteorológico raro ocasionado pela urbanização.

Nesses pontos da cidade, treze raios ascendentes  – descargas que saem de objetos no solo e seguem em direção ao céu – foram registrados por pesquisadores em um único dia, durante uma tempestade.

Os raios partiram do alto de torres de transmissão instaladas no pico, localizado na Serra da Cantareira, e de antenas da região da Avenida Paulista. Cerca de 1% dos 57,8 milhões de raios que atingem o Brasil todos os anos são ascendentes.

Info raios ascendentes V2 (Foto: Editoria de Arte/G1)

Na tempestade do dia 16 de janeiro, pesquisadores do Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Elat-Inpe) que registraram as descargas afirmam que dos 13 “disparos”, 11 ocorreram em apenas 45 minutos.

Marcelo Saba, pesquisador do Elat, explica que os raios ascendentes foram identificados no Brasil pela primeira vez em 2012 e só existem devido à ocupação das cidades, que têm passado por um processo intenso de verticalização, com a construção de prédios altos que ficam ainda maiores quando instalam-se no alto deles torres de transmissão de rádio e televisão.

Com isso, os “arranha-céus” ficam com tamanhos superiores a cem metros de altura e se tornam “berços ideais” para que o fenômeno ocorra.

Interação de partículas
O processo de formação desses raios funciona da seguinte maneira: o topo das torres de transmissão ou de energia, normalmente metálicas e com para-raios instalados, concentra uma alta carga elétrica negativa nas pontas.

Quando uma nuvem de tempestade, carregada de partículas positivas, se aproxima desses pontos, pode promover uma interação que faz as partículas elétricas concentradas nas torres em terra liberarem uma descarga em direção ao céu.

Esse raio chega a medir 2 km de comprimento e, quando encontra a base da nuvem de tempestade, forma ramificações que lembram raízes. Saba explica que é a “tentativa” do raio de se conectar com a nuvem.

A descarga ascendente tem duração de até dois segundos, mais que o dobro do tempo que dura um raio comum, que risca o céu por pouco mais de meio segundo.

Ainda não se sabe sua potência e intensidade. Mas descargas elétricas normalmente atingem o solo com 100 milhões de volts. Já a intensidade da corrente de um raio é, em média, de 30 mil ampères. Para se ter uma ideia, essa corrente é mil vezes mais intensa do que a de um chuveiro elétrico

Equipamentos em risco
De acordo com Saba, a formação desse tipo de raios afeta equipamentos eletrônicos e pode queimar sistemas de transmissão. Torres de energia eólica, por exemplo, são um dos artefatos que mais podem ser prejudicados por este tipo de fenômeno.

Segundo ele, os raios ascendentes precisam ser melhor estudados para evitar prejuízos a setores como a indústria de telecomunicações e energia. “Precisamos saber como podemos evitá-los. Ainda não temos dados suficientes para saber como nos proteger deles. Precisamos de mais tempo para investigá-los”, explica o pesquisador.

Esse tipo de raio não oferece risco a humanos, já que não atinge o solo, mas isso não significa que é possível se descuidar e descartar regras básicas de proteção contra descargas.

Por isso, em um dia de tempestade, mantenha-se em local fechado e protegido e não fique em áreas descampadas quando há muitos relâmpagos.

Levantamento feito pelo Elat, a partir de dados da Defesa Civil, do Ministério da Saúde e reportagens veiculadas em jornais, aponta que 2.640 pessoas de todo o país morreram atingidas por descargas entre 1991 e 2010. Por ano, morrem 130 pessoas vítimas de raios no Brasil.

Na imagem feita no dia 16 de janeiro, três raios ascendentes são vistos na região da Avenida Paulista durante tempestade (Foto: Marcelo Saba/Elat-Inpe)Na imagem feita no dia 16 de janeiro, três raios ascendentes são vistos na região da Avenida Paulista durante tempestade (Foto: Marcelo Saba/Elat-Inpe)

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Comitivas percorrem mais de 100 km em direção às pastagens do Pantanal

Para aliviar a lotação de animais das pastagens secas do alto da serra do Mato Grosso do Sul, a fazenda Bodoquena organiza todos os anos várias comitivas em direção às pastagens úmidas do Pantanal.

A comitiva é formada pelos ponteiros, peões que vão na frente junto com o berranteiro, pelos meieiros, que vão nas laterais e pelos culatreiros, que vão no final da comitiva.  Na maior parte da viagem, a comitiva segue pelas estradinhas de terra com cerca dos dois lados, o que facilita muito o percurso.

Mas o primeiro obstáculo é um trecho de asfalto. Com o apoio da Polícia Rodoviária, a boiada vai percorrer três quilômetros da BR que liga a cidade de Miranda a Corumbá. Depois do percurso chega a hora do descanso. Ao amanhecer, os peões prepararam aa boiada para mais um dia inteiro de viagem dentro do Pantanal.

Após o longo trajeto, em pouco tempo os peões conseguem juntar as seis mil cabeças, que a partir de agora vão se alimentar na pastagem verdinha do Pantanal. Antes mesmo de chegar ao curral para passar pela contagem final, os animais começam a se deliciar com o capim nativo da região.

A perda de animais durante a viagem foi pequena, segundo a contagem final e a comemoração do sucesso da viagem continuou durante a noite com rodada de truco e moda de viola. Assista ao vídeo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Navios de guerra russos cruzam o estreito de Bósforo em direção à Síria

Três navios de guerra russos cruzaram nesta quinta-feira (5) o estreito turco de Bósforo em direção ao Mediterrâneo Oriental, perto da costa da Síria, em meio aos preparativos para uma possível intervenção militar ocidental contra o regime de Damasco.

Vindo do Mar Negro, o navio de guerra SSV-201 ‘Priazovie’ atravessou o estreito, que corta a metrópole turca de Istambul, na companhia de dois grandes navios de desembarque ‘Minsk’ e ‘Novocherkassk’, observou um fotógrafo da AFP.

O “Priazovie” deixou domingo à noite Sevastopol, porto ucraniano que serve de base para a frota russa no Mar Negro, “para uma missão no Mediterrâneo Oriental”, indicou uma fonte militar citada pela agência de notícias russa Interfax.

A Rússia mantém uma presença constante de vários navios de guerra no Mediterrâneo Oriental, onde realizam rotações desde o início da crise síria, há dois anos e meio.

Após um suposto ataque com armas químicas nos subúrbios de Damasco, em 21 de agosto, atribuído pelos americanos ao regime do presidente Bashar al-Assad, o presidente Barack Obama pediu ao Congresso a autorização para ataques aéreos na Síria. Moscou se opõe fortemente.

Sustentáculo do regime de Damasco, ao qual fornece armas, a Rússia opera desde o período soviético uma base militar no porto de Tartus, 220 km a noroeste de Damasco.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Rival: Google Now avança e caminha em direção ao Siri

O Google está levando a ferramenta de buscas a outro nível. Na conferência anual da companhia, a Google I/O, a gigante mostrou a última atualização para seu sistema operacional – o Android 4.1, ou Jelly Bean, como é popularmente conhecido. E um dos aspectos mais interessantes do Jelly Bean é o seu inteligente assistente, o Google Now.

Quer saber mais sobre restaurantes interessantes enquanto você caminha pela rua? Ele pode te dizer, e até mesmo oferecer uma alternativa de rota para chegar até lá.

A nova ferramenta de busca é projetada para utilizar seu histórico de pesquisa, calendário, localização e o Google Maps para oferecer informações úteis, caso você tenha perdido o trem, ou precise de informações atualizadas sobre o próximo voo. “Desde o início, o Android teve a busca em sua essência”, disse o diretor da Gestão de Produtos da Google, Hugo Barra, durante a conferência. “Agora, alcançamos uma busca por voz mais rápida e natural. Nós estamos mostrando os resultados da pesquisa de uma maneira original.”

O analista da The Gabriel Consulting Group, Dan Olds, disse que, enquanto o Google Now está sendo lançado com o Android 4.1 para dispositivos móveis, ele espera que, eventualmente, o recuso vá além. “Espero ver a Google expandindo essa capacidade para outras plataformas, como computadores, via conta de usuários Google”, acrescentou. “Desse modo, você poderá ter seu computador exatamente no mesmo ponto em que seu telefone parou, quando ele te avisar sobre o envio de um cartão de aniversário para sua tia favorita.”

Chance de oferecer alternativa
O serviço de voz Google Now é obviamente um competidor do Siri, que foi introduzido com o iPhone 4S no último ano. Enquanto a Apple obteve vantagem com o Siri, por ter sido o primeiro e chamado a atenção da mídia, nem toda essa atenção foi positiva. Algumas pessoas reclamaram que o Siri não é tão útil ou perfeito quanto o esperado.

De acordo com analistas, com centenas de milhões de usuários Android e com o Siri recebendo críticas, a Google tem uma chance – isso se o Google Now funcionar direito. “Se o mercado dos smartphones fosse um jogo de poker, então a Google acabou de pagar e aumentar a aposta do Siri”, disse Old. “Enquanto o Siri tem boas opções a oferecer, o Google Now parece estar saindo do porão com boa parte – se não todas – as mesmas funcionalidades, mas com toda a Google por trás disso, somado ao que pode ser uma enorme quantidade de interesse de desenvolvedores.”

O Google Now é o próximo passo lógico para as buscas do Google, disse o analista da CurrentAnalysis, Brad Shimmin. “Ela está deixando de ser uma empresa de infraestrutura de informações, para ser uma companhia que habilita condições humanas – a infraestrutura humana”, disse Shimmin. “Google Now faz sentido, porque coloca áreas especializadas da Google, como o Maps e a busca – para funcionar onde e quando eles podem ter o maior impacto – nos dispositivos móveis em tempo real.”

E isso será um grande desafio para o Siri. “Ele difere do Siri na medida em que não é simplesmente uma ferramenta de automação de pesquisa ou tarefa que entende a linguagem natural”, disse Shimmin. “Ao contrário, é um serviço de conhecimento de linguagem natural. Eu acho que a dissidência atual em torno do Siri não decorre da tecnologia, mas da maneira em como os usuários devem interagir com essa tecnologia. Tanto a Apple quanto o Google terão que melhorar a interface destes sistemas a fim de torná-los menos inoportunos, mais naturais e, em geral, menos irritantes.”

No entanto, com o intuito de lembrá-lo sobre uma próxima reunião ou para avisá-lo sobre o clima antes de planejar a bicicleta para trabalhar, o Google precisa saber um monte de informações sobre você, o que você fez no passado, o que você está fazendo agora e o que você provavelmente vai fazer nos próximos dias ou meses.

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This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
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Publicado por em 19 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Rival: Google Now avança e caminha em direção ao Siri

O Google está levando a ferramenta de buscas a outro nível. Na conferência anual da companhia, a Google I/O, a gigante mostrou a última atualização para seu sistema operacional – o Android 4.1, ou Jelly Bean, como é popularmente conhecido. E um dos aspectos mais interessantes do Jelly Bean é o seu inteligente assistente, o Google Now.

Quer saber mais sobre restaurantes interessantes enquanto você caminha pela rua? Ele pode te dizer, e até mesmo oferecer uma alternativa de rota para chegar até lá.

A nova ferramenta de busca é projetada para utilizar seu histórico de pesquisa, calendário, localização e o Google Maps para oferecer informações úteis, caso você tenha perdido o trem, ou precise de informações atualizadas sobre o próximo voo. “Desde o início, o Android teve a busca em sua essência”, disse o diretor da Gestão de Produtos da Google, Hugo Barra, durante a conferência. “Agora, alcançamos uma busca por voz mais rápida e natural. Nós estamos mostrando os resultados da pesquisa de uma maneira original.”

O analista da The Gabriel Consulting Group, Dan Olds, disse que, enquanto o Google Now está sendo lançado com o Android 4.1 para dispositivos móveis, ele espera que, eventualmente, o recuso vá além. “Espero ver a Google expandindo essa capacidade para outras plataformas, como computadores, via conta de usuários Google”, acrescentou. “Desse modo, você poderá ter seu computador exatamente no mesmo ponto em que seu telefone parou, quando ele te avisar sobre o envio de um cartão de aniversário para sua tia favorita.”

Chance de oferecer alternativa
O serviço de voz Google Now é obviamente um competidor do Siri, que foi introduzido com o iPhone 4S no último ano. Enquanto a Apple obteve vantagem com o Siri, por ter sido o primeiro e chamado a atenção da mídia, nem toda essa atenção foi positiva. Algumas pessoas reclamaram que o Siri não é tão útil ou perfeito quanto o esperado.

De acordo com analistas, com centenas de milhões de usuários Android e com o Siri recebendo críticas, a Google tem uma chance – isso se o Google Now funcionar direito. “Se o mercado dos smartphones fosse um jogo de poker, então a Google acabou de pagar e aumentar a aposta do Siri”, disse Old. “Enquanto o Siri tem boas opções a oferecer, o Google Now parece estar saindo do porão com boa parte – se não todas – as mesmas funcionalidades, mas com toda a Google por trás disso, somado ao que pode ser uma enorme quantidade de interesse de desenvolvedores.”

O Google Now é o próximo passo lógico para as buscas do Google, disse o analista da CurrentAnalysis, Brad Shimmin. “Ela está deixando de ser uma empresa de infraestrutura de informações, para ser uma companhia que habilita condições humanas – a infraestrutura humana”, disse Shimmin. “Google Now faz sentido, porque coloca áreas especializadas da Google, como o Maps e a busca – para funcionar onde e quando eles podem ter o maior impacto – nos dispositivos móveis em tempo real.”

E isso será um grande desafio para o Siri. “Ele difere do Siri na medida em que não é simplesmente uma ferramenta de automação de pesquisa ou tarefa que entende a linguagem natural”, disse Shimmin. “Ao contrário, é um serviço de conhecimento de linguagem natural. Eu acho que a dissidência atual em torno do Siri não decorre da tecnologia, mas da maneira em como os usuários devem interagir com essa tecnologia. Tanto a Apple quanto o Google terão que melhorar a interface destes sistemas a fim de torná-los menos inoportunos, mais naturais e, em geral, menos irritantes.”

No entanto, com o intuito de lembrá-lo sobre uma próxima reunião ou para avisá-lo sobre o clima antes de planejar a bicicleta para trabalhar, o Google precisa saber um monte de informações sobre você, o que você fez no passado, o que você está fazendo agora e o que você provavelmente vai fazer nos próximos dias ou meses.

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Publicado por em 19 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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