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Diplomata ucraniano vê indícios de intervenção russa em grande escala

O chefe da missão da Ucrânia nas Nações Unidas em Genebra, Yuri Klimenko, afirmou que existem indícios de que a Rússia está disposta a lançar uma intervenção no leste e no sul da Ucrânia.

O diplomata informou que reforços militares significativas chegaram à região ucraniana Kherson, norte da Crimeia, e no sul há ativistas pró-russos portando cartões de identificação dos serviços de segurança russos.

“Há indicações de que a Rússia esta a caminho de iniciar uma grande intervenção militar no sul e no leste da Ucrânia”, afirmou.

Sua declaração foi apoiada por outros embaixadores, mas questionada por um diplomata russo, que leu uma declaração justificando as ações russas realizadas até agora.

Fonte G1

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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Diplomata nega que tio de Kim tenha sido jogado a cães na Coreia do Norte

Foto publicada no jornal norte-coreano 'Rodong Sinmun' e divulgada nesta sexta-feira (13) pela agência de notícia sul-coreana Yonhap mostra Jang Song-thaek na quinta (12), antes de ser executado (Foto: Reuters/Yonhap; Reuters/KCNA)Foto publicada no jornal norte-coreano ‘Rodong Sinmun’ mostra Jang Song-thaek antes de ser executado (Foto: Reuters/Yonhap; Reuters/KCNA)

Um diplomata norte-coreano negou os rumores sensacionalistas segundo os quais o tio do líder Kim Jong-un foi executado nu e jogado para cães famintos, em uma entrevista para a TV britânica.

“Não, não. Foi executado a tiros”, afirmou Hyun Hak-bong, embaixador do país comunista na Grã-Bretanha, em uma entrevista ao canal Sky News.

Jang Song-thaek, que foi o segundo homem mais forte da Coreia do Norte e mentor político de seu sobrinho Kim, foi condenado a morte em 12 de dezembro, por várias acusações, incluindo alta traição e corrupção.

A história de que Kim teria ordenado que o tio fosse jogado nu para um grupo de cães famintos foi, aparentemente, baseada em um tuíte satírico publicado em um site chinês.

O pequeno texto foi retomado por um jornal de Hong Kong, o que provocou comoção na imprensa ocidental. Assim como o recurso dos “cães famintos”, também foram denunciados outros métodos de execução na Coreia do Norte, como o uso de lança-chamas e granadas.

Sobre a suposta execução de toda a família de Jang, o diplomata afirmou: “É propaganda política feita por nossos inimigos”.

‘Esta informação, completamente inventada, não merece comentários’, completou.

Jang, de 67 anos, marido da irmã do falecido Kim Jong-il, teve um papel vital na consolidação da liderança do inexperiente Kim e virou uma espécie de “eminência parda” do regime de Pyongyang, até cair em desgraça.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Diplomata iraniano é vítima de atentado a tiros no Iêmen

Um diplomata iraniano foi vítima de um ataque a tiros em Sanaa, capital do Iêmen, neste sábado (18), informam as agências Reuters e France Presse. Segundo a France Presse, ele morreu, mas a Reuters diz que a vítima está em estado grave.

No atentado, homens armados atiraram contra um carro que pertence à embaixada iraniana, perto da residência do embaixador. O embaixador não estava no carro no momento do ataque, disseram as fontes à Reuters.

Os atiradores fugiram, e não houve até agora reivindicação de responsabilidade.

Fonte G1

 
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Publicado por em 22 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Dinamarquesa acusa diplomata brasileiro de ‘destruir’ apartamento

A empresária dinamarquesa Inge Correll (Foto: Reprodução/Setup by Inge Correll)A empresária dinamarquesa Inge Correll (Foto:
Reprodução/Setup by Inge Correll)

Um diplomata brasileiro foi condenado a pagar o equivalente a cerca de R$ 40 mil a uma empresária dinamarquesa por falta de pagamento do aluguel de um apartamento em Copenhague e pelos danos que teriam sido causados ao imóvel durante sua estadia, alegados pela proprietária. O diplomata, por meio de seu advogado, nega as acusações, diz que é vítima de uma tentativa de extorsão e que foi alvo de comentários racistas por parte da empresária.

O caso foi publicado originalmente no jornal dinamarquês “BT” e ganhou destaque no Brasil depois de ser noticiado pela “Folha de S.Paulo”.

Paulo Fernando Pinheiro Machado atuava como segundo secretário na Embaixada do Brasil em Copenhague e alugou um apartamento da empresária e especialista em etiqueta Inge Correll em setembro de 2009. Ele viveu no local com sua mulher até dezembro de 2012.

No segundo semestre do ano passado, segundo a empresária, o diplomata parou de pagar o aluguel. Ele deixou o apartamento em dezembro de 2012 – de acordo com seu advogado, o pagamento dos três últimos meses não foi feito para compensar o depósito que ele havia feito como caução no início do contrato. “Ela se envolveu em vários escândalos, que davam conta de uma situação financeira precária”, explicou o advogado Marco Aurélio Schetino ao G1.

Inge nega ter sofrido problemas financeiros e alega ter tido dificuldades para ter acesso ao apartamento tanto durante o período do aluguel quanto após a saída do inquilino, que não teria entregado as chaves. “Eu queria vender o apartamento quando ele saísse, mas ele não me deixava entrar e colocou uma tranca especial na porta sem me informar. Quando ele saiu, não recebi minhas chaves, e tive que chamar um chaveiro para conseguir entrar”, contou a empresária ao G1.

O advogado do diplomata diz que seu cliente era “assediado” pela empresária. “Era complicado, ela telefonava no meio da noite, queria fazer vistorias, com o intuito de tirar dinheiro, sabendo que é um diplomata, que a chancelaria pagaria”, explicou Schetino.

A empresária relatou ter sofrido um choque ao conseguir entrar no apartamento. “Encontrei grandes buracos no piso, cadeiras quebradas, roupas de cama sujas, manchas e sujeira nos banheiros e cozinha, algumas coisas haviam sumido e as plantas estavam mortas”, afirmou.

As acusações são rebatidas pelo advogado. “Buraco no chão não havia de maneira alguma. Ele é uma pessoa bem educada, do Itamaraty, que tem uma seleção muito apurada. Na realidade, nessa cobrança que ela fez, ela inflacionou as contas, para que ela pudesse não devolver o depósito e cobrar mais um pouco”, afirmou Schetino.

Segundo o advogado, não há um laudo de vistoria do imóvel nem na entrada nem na saída de seu cliente. Inge diz que houve uma pequena inspeção no dia que Pinheiro Machado pegou as chaves, e disse que ele não compareceu no dia em que houve a inspeção final, quando o contrato terminou.

A empresária disse ter tentado entrar em contato com Pinheiro Machado diversas vezes, mas sem sucesso. Em janeiro de 2013, ela resolveu processá-lo pelo valor que acreditava ser devido. Em 31 de janeiro, o diplomata foi condenado em 31 de janeiro de 2013 a pagar uma indenização de cerca de 92.949 coroas dinamarquesas (cerca de R$ 40 mil) para a empresária.

O valor inclui, segundo comunicação recebida pelo o advogado de Pinheiro Machado, gastos com chaveiro, reparo do chão, limpeza de janelas, limpeza do apartamento, lavagem a seco das cortinas, lavar e passar roupas de cama – além de um depósito no valor 8.775 coroas dinamarquesas relativo ao porão (cerca de R$ 3,8 mil) e a cobrança de 4,8 mil coroas dinamarquesas por plantas que morreram do lado de fora da casa, entre outras coisas. “Ninguém em sã consciência vai pagar isso por plantas”.

Questionamento
Schetino disse que seu cliente não reconhece a condenação por não ter sido comunicado sobre o processo, que aconteceu sem sua notificação. “Todo réu tem que entrar no processo. E nesse caso não aconteceu, esse processo para nós é inexistente. Não existe validade que se possa dar a essa sentença”, explica o advogado.

O fato de a ação ter sido realizada em uma corte que não é a competente para o caso também é questionado. “Ela entrou em um órgão inapropriado, um meio que não se aplica ao canal efetivo para o caso, que seria por um meio apropriado por chancelaria. Ela obteve algo como determinação notarial, sem a comunicação forma da chancelaria brasileira, por ser diplomata e ser estrangeiro, não esta submetido ao estatuto jurídico dinamarquês. Ela imaginou que com uma ‘sentença’ poderia extorqui-lo.”

O advogado explica que os dois tiveram uma relação complicada desde o início do contrato. “Ela tinha uma conduta antibrasileira, antilatina. Fez comentários contra ele como ‘macaco latino-americano’, aos quais ele não respondia por conta de sua posição. Não foi nem uma ou duas vez que ela o chamou de macaco latino-americano.”

Inge rebate as acusações. “Tudo isso é mentira”, disse a empresária.

Transferência
Quando ocorreu a condenação, Pinheiro Machado já havia sido transferido para a Suécia, onde trabalha atualmente na Embaixada do Brasil em Estocolmo.

Em outubro de 2013, Inge procurou a Embaixada da Dinamarca na Suécia e pediu ajuda com o caso. A Embaixada dinamarquesa notificou a Embaixada brasileira, mas nada foi feito. Em comunicado ao “BT”, a Embaixada da Dinamarca na Suécia informou que infelizmente, como se trata de um problema pessoal com um único diplomata, nada mais pode ser feito além da notificação de que houve um problema.

“Aparentemente ele não quer pagar o que a corte dinamarquesa o condenou. Para mim, a embaixada brasileira deveria pagar o valor e recuperar dele depois – se a embaixada quer manter uma imagem honesta e decente do Brasil”, disse a empresária.

Segundo ela, o embaixador brasileiro em Estocolmo disse ao embaixador dinamarquês que o diplomata foi notificado e terá que pagar o débito. “Mas por enquanto, nada aconteceu. Por mais de 25 anos eu tenho ensinado boas maneiras a grandes empresas, embaixadas e outras companhias. Agora, aprendi que não devemos confiar nas pessoas, nem mesmo diplomatas, e fico triste por isso.”

O advogado de Pinheiro Machado diz que a empresária deve tentar resolver o problema com a chancelaria brasileira. “O aluguel dos diplomatas é pago pelo governo brasileiro. O governo tem que entender se vai pagar – governo com governo.”

O episódio, entretanto, teria causado problemas pessoais para o diplomata. “Ele foi muito prejudicado, foi ouvido pelo Itamaraty, apresentamos nossas razões, e o Itamaraty continua apurando a procedência ou não. Inclusive pessoas se valeram dessa questão para prejudica-lo dentro da chancelaria.”

A assessoria de imprensa do Itamaraty esclarece que “os contratos de aluguel dos imóveis ocupados por diplomatas brasileiros em missão no exterior são assinados por eles mesmos, como pessoas físicas, portanto em caráter pessoal” e que, portanto, “os reembolsos de parcelas de aluguel do apartamento ocupado pelo Secretário Paulo Fernando Pinheiro Machado, na Dinamarca, foram efetuados pela Embaixada em Copenhague diretamente àquele servidor, responsável pelo pagamento da integralidade do aluguel pactuado com a locadora do imóvel.”

Veja a íntegra da nota divulgada pelo ministério:

“O Itamaraty esclarece, preliminarmente, que os contratos de aluguel dos imóveis ocupados por diplomatas brasileiros em missão no exterior são assinados por eles mesmos, como pessoas físicas, portanto em caráter pessoal. Assim sendo, os reembolsos de parcelas de aluguel do apartamento ocupado pelo Secretário Paulo Fernando Pinheiro Machado, na Dinamarca, foram efetuados pela Embaixada em Copenhague diretamente àquele servidor, responsável pelo pagamento da integralidade do aluguel pactuado com a locadora do imóvel.

Consultado sobre o tema, o diplomata alegou ter quitado suas obrigações com os recursos disponíveis da caução contratual de três meses, depositados no ato de celebração do acordo de locação. Declarou, ademais, ter restituído o imóvel em melhor estado do que o teria encontrado. Assinalou, ainda, jamais ter recebido citação em processo civil, pelos canais diplomáticos. Finalmente, questionou a natureza judicial, bem como a competência territorial, da Corte de Execuções dinamarquesa.

A eventual procedência de cada um desses argumentos está sendo apurada pelo Itamaraty, em consonância com os princípios jurídicos da ampla defesa e do contraditório. Caso seja verificada a existência de indícios plausíveis de irregularidade na conduta do diplomata, o MRE tomará as providências cabíveis, tanto por meio da Comissão de Ética do Ministério como no âmbito da Corregedoria do Serviço Exterior.”

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Índia confirma que diplomata envolvida em polêmica saiu dos EUA

A Índia confirmou nesta sexta-feira (10) que a diplomata cuja prisão originou uma disputa entre Nova Délhi e Washington está a caminho da Índia depois de deixar os Estados Unidos.

Na quinta-feira, ela foi denunciada por mentir sobre pedido de visto para empregada.

A ex-vice-cônsul indiana em Nova York, Devyani Khobragade, de 39 anos, obteve na quarta-feira imunidade total depois que se juntou à delegação indiana na sede nova-iorquina das Nações Unidas, informou o Ministério das Relações Exteriores indiano em comunicado.

Devyani, de 39 anos, tinha acabado de ser acusada formalmente de fraude pelas autoridades americanas por causa da contratação irregular de uma empregada doméstica, mas a mudança de posição da diplomata facilitou sua saída do país.

Devyani Khobragade, vice-cônsul da Índia em Nova York (Foto: Reprodução/Facebook/Devyani Khobragade)Devyani Khobragade, vice-cônsul da Índia em NY.
(Foto: Reprodução/Facebook/Devyani Khobragade)

De acordo com o comunicado, os EUA pediram à Índia que retirasse a imunidade diplomática de Devyani, mas o governo indiano se negou a fazê-lo.

O pai da ex-vice-cônsul, Uttam, afirmou hoje em entrevista coletiva em Nova Délhi que a promotoria pediu que sua filha se declarasse culpada dos crimes dos quais é acusada e pagasse uma multa, uma proposta que foi rejeitada.

‘Devyani lutava para manter a soberania deste país. Quando lhe ofereceram alternativas, ela sacrificou sua comodidade pessoal’, disse Uttam.

O Ministério das Relações Exteriores indiano afirmou também que a diplomata reiterou ‘sua inocência de todas as acusações’ e ‘reafirmou sua determinação para garantir que o episódio não tenha impacto em sua família, em particular em seus filhos, que permanecem nos Estados Unidos’.

Um júri federal de investigação acusou Devyani de dois crimes, mentir na solicitação de visto para sua empregada doméstica e realizar falso testemunho, segundo uma nota da Procuradoria Federal do Distrito Sul de Nova York.

De acordo com a denúncia, a diplomata disse no formulário que pagaria à empregada um salário de US$ 9,75 por hora, quando na verdade pagava 30 mil rúpias mensais, o que representa US$ 3,33 se a doméstica trabalhasse 40 horas por semana.

Além disso, a vítima trabalhava em torno de 100 horas por semana, sem dias livres, por isso seu salário era de pouco mais de um dólar por hora e, além disso, teve seu passaporte retido, segundo o promotor.

A prisão de Devyani em dezembro do ano passado gerou um incidente diplomático e uma onda de protestos antiamericanos na Índia, que desembocaram em uma série de medidas de pressão do governo indiano contra a embaixada dos EUA no país.

A indignação de Nova Délhi aumentou quando a diplomata afirmou que tinha sido submetida à revista íntima e colocada em uma cela com criminosos comuns.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Holanda se desculpa pela detenção de diplomata russo

A Holanda apresentou suas desculpas ante a Rússia por ter detido um diplomata russo durante várias horas no fim de semana passado, anunciou nesta quarta-feira (9) o ministério das Relações Exteriores.

“Com base em relatórios policiais, o ministro das Relações Exteriores Frans Timmermans chegou à conclusão de que a detenção do diplomata russo, que goza de imunidade completa, foi uma violação da Convenção de Viena”, assinalou o porta-voz da chancelaria em um correio eletrônico.

Dessa forma, acrescentou, a Holanda apresentou suas desculpas à Rússia.

Dimitri Borodin, primeiro-secretário da embaixada da Rússia na Holanda, foi detido em sua residência no domingo acusado de maltratar seus filhos, segundo denúncia dos vizinhos.

O presidente russo Vladimir Putin havia exigido desculpas da Holanda.

As relações entre a Rússia e a Holanda se deterioraram depois da prisão em território russo dos militantes do Greenpeace.

A Holanda informou a adoção de iniciativas legais para libertar os ativistas da organização ecológica, em função da convenção das Nações Unidas sobre o direito marítimo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Putin exige desculpas da Holanda por detenção de diplomata russo

Presidente da Rússia, Vladimir Putin, participa na Indonésia da APEC (Foto: Beawiharta/ AFP)Presidente da Rússia, Vladimir Putin, participa na Indonésia da APEC (Foto: Beawiharta/ AFP)

O presidente russo, Vladimir Putin, exigiu nesta terça-feira (8) desculpas à Holanda pela detenção em seu domicílio de um diplomata da embaixada da Rússia em Haia, que foi interrogado durante a noite.

“É a maior violação da Convenção de Viena. Estamos esperando explicações e desculpas e que os culpados sejam castigados”, disse Putin, citado pela agência estatal de notícias Ria Novosti durante a cúpula regional Ásia-Pacífico na Indonésia.

“Nossa reação dependerá da maneira de agir da Holanda”, acrescentou.

O ministro russo das Relações Exteriores enviou na terça-feira uma nota de protesto ao embaixador holandês na Rússia sobre o inaceitável incidente, disse o porta-voz do ministério, Alexander Lukashevich, às agências de notícias russas.

Segundo o porta-voz, policiais holandeses invadiram no domingo à noite o domicílio de Dmitri Borodin, primeiro secretário da embaixada da Rússia na Holanda, “sob o pretexto inventado de que maltratava seus filhos”.

“Algemaram nosso diplomata e o levaram a uma delegacia, onde foi interrogado durante toda a noite”, disse Lukashevich, que declarou que o trabalhador da embaixada informou à polícia sobre seu status.

“Depois foi liberado sem nenhum tipo de explicações ou desculpas”.

A televisão estatal russa informou amplamente sobre o caso.

“Estamos cientes do incidente e estamos investigando-o antes de realizar qualquer comentário”, disse à AFP o porta-voz do ministério holandês das Relações Exteriores, Thijs van Son.

A polícia holandesa não quis comentar o incidente.

As relações entre Rússia e Holanda se deterioraram após a detenção na Rússia dos 30 tripulantes do barco do Greenpeace “Artic Sunrise”, com bandeira holandesa, durante uma operação de protesto pelas extrações petrolíferas no Ártico.

A Holanda informou sobre a adoção de iniciativas legais para libertar os ativistas da organização ecologista.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Brasil

 

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