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Novos iPad Air e iPad Mini terão sensor de digitais como do iPhone

Principal novidade do iPhone 5S é o sensor de impressões digitais do aparelho (Foto: G1)Principal novidade do iPhone 5S é o sensor de
impressões digitais do aparelho (Foto: G1)

Os novos modelos de iPad Air e iPad Mini podem ganhar sensor de digitais, usado para destravar o aparelho, similar ao do smartphone iPhone 5S, de acordo com informações divulgadas pela Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC), que fornece peças para os aparelhos da Apple.

A empresa diz que já concluiu a primeira leva de sensores Touch ID para a nova geração de iPhones e iPads, que devem ser apresentados no segundo semestre. Ainda não há data para a apresentação.

Especialistas já esperavam que o recurso, uma das principais novidades do iPhone 5S e que depois apareceu em aparelhos dos concorrentes como o Galaxy S5, da Samsung, fosse incorporado no próximo iPhone e nos iPads.

A TSMC tem crescido e deve se tornar a principal fornecedora da Apple. Em julho de 2013 as duas empresas assinaram um acordo para que a empresa de Taiwan fornecesse chips para os produtos da Apple. Um dos motivos para a parceria foi reduzir a dependência da fabricante do iPhone da Samsung, que fornecia chips – embora a Apple desenvolva seus próprios processadores, ela depende da Samsung para fabricá-los.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Smartphones com leitores de digitais serão comuns em 2014, diz Ericsson

Smartphones com leitores de impressões digitais devem se tornar comuns em 2014, segundo um relatório da Ericsson sobre tendências de consumidores divulgado nesta quarta-feira (11). A empresa entrevistou mais de 100 mil pessoas em mais de 40 países como parte da pesquisa.

Para a Ericsson, as principais fabricantes de celulares devem seguir os passos da Apple, que em setembro lançou o iPhone 5S, primeiro smartphone com um sensor que reconhece digitais.

“Um total de 74% acreditam que os smartphones biométricos se tornarão comuns em 2014”, diz a Ericsson, maior fabricante de equipamentos para redes de telefonia móvel do mundo, em seu relatório.

O uso mais disseminado da tecnologia biométrica é uma boa notícia para as empresas suecas Fingerprint Cards e Precise Biometrics, que são as fornecedoras líderes do setor. A Fingerprint fabrica sensores enquanto a Precise Biometrics desenvolve softwares para tais peças.

Em uma entrevista recente à agência de notícias Reuters, o presidente-executivo da Fingerprint disse esperar que entre sete ou oito das maiores fabricantes de celulares do mundo, incluindo a Samsung, lancem telefones usando a tecnologia em 2014.

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Publicado por em 12 de dezembro de 2013 em Tecnologia

 

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Brasil possui a 4ª maior população de ‘nativos digitais’ do mundo, diz ONU

O Brasil é o país que possui a quarta maior população do mundo de “nativos digitais”, jovens que cresceram acompanhando de perto a expansão da internet e estão acostumados às muitas mudanças trazidas pela web. Os dados foram compilados pela União Internacional das Telecomunicações (UIT), órgão da ONU, e divulgados nesta segunda-feira (7).

É a primeira vez que a entidade faz esse tipo de mensuração, que consta na pesquisa “Medindo a Sociedade da Informação”.

A UIT admite não haver consenso entre os critérios usados para caracterizar alguém como “nativo digital”, assim como os efeitos de ter nascido na era da informação. Segundo a metodologia criada pela entidade para mensurar esse grupo, são nativos os jovens entre 15 e 24 anos que já possuem experiência de conexão à internet de pelo menos cinco anos.

Brasil tem a 4ª maior população de jovens entre 15 e 24 anos com mais de cinco anos de uso da web, o ‘nativos digitais’PaísPopulação, em milhõesFatia de ‘nativos digitais’ na população, em %Fatia de ‘nativos digitais entre os jovens, em %

O Brasil possui pouco mais de 20 milhões de “nativos digitais”, que formam um grupo apenas menor aos da China (75,2 milhões), Estados Unidos (41,3 milhões) e Índia (22,6 milhões).

“Enquanto não existe consenso na literatura do impacto exato que as tecnologias da informação e comunicação têm sobre os jovens, há consenso geral que as mídias digitais estão mudando o jeito que eles aprendem, brincam, socializam e participam da vida civil”, escreve a UIT a respeito das transformações enfrentadas por esses jovens.

Eles já são 5,2% da população mundial e chegam a 30% do total dos jovens. De acordo com o órgão da ONU, ainda são minoria mesmo entre os jovens devido ao baixo uso da internet em muitos países em desenvolvimento.

No entanto, pondera a pesquisa, a própria expansão da internet é um fenômeno recente, visto que, até 2007, apenas 21% da população global estava on-line.

Jovem e plugado
Não é surpresa, ressalta o documento, que países populosos como Brasil, China e Índia estejam no topo das nações com mais “nativos digitais”. No entanto, esses países podem ver esse contingente crescer ainda mais. Enquanto os jovens conectados são 95,6% da juventude norte-americana, chega a 34,7% dos jovens da China e a 9,5% dos da Índia. No Brasil, 60,2% dos jovens são “nativos” –10% do total dos brasileiros.

Apesar da grande população, que colabora para formar um grande exército de nativos, o mesmo estudo da UIT mostra que o custo de estar conectado no Brasil é um dos mais altos do mundo.

O minuto das ligações por celular, o principal serviço de telefonia do país e motor da expansão da banda larga móvel, chega a US$ 0,74. A quantia é mais de setenta vezes o valor de US$ 0,01, cobrado na Coreia do Sul, país mais barato.

A despeito da quantidade de jovens conectados, a banda larga fixa é apenas a 55ª mais barata do mundo, custando, em média, US$ 17,20, cerca de R$ 40. Até no envio do SMS, o país esta entre os maiores: cobrando US$ 0,23 o torpedo, é o segundo mais caro.

Já na lista dos países com maior proporção dos “nativos digitais” entre os jovens estão os mais desenvolvidos. Encabeçado pela Coreia do Sul, com 99,6% de sua juventude conectada e com experiência no acesso à internet, o ranking posiciona o Brasil na 50ª posição.

Em comum, os países que encabeçam essa lista possuem alto índice de desenvolvimento em tecnologia da informação e comunicação (IDI), criado pela própria UIT. Isso quer dizer que essas nações equilibram bem o nível acesso à web, o uso da rede e as habilidades desenvolvidas on-line. Com IDI de 5, o país está no 62º posto.

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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Hackers dizem ter encontrado falha em leitor de digitais do iPhone 5S

iPhone 5S (Foto: Divulgação/Apple)Leitor de impressões digitais do iPhone 5S
já foi hackeado (Foto: Divulgação/Apple)

Um grupo alemão de hackers alegou ter quebrado a segurança do scanner de impressões digitais do iPhone no domingo (22), apenas dois dias após a Apple ter lançado a tecnologia que ela promete que protegerá melhor os dispositivos contra criminosos e curiosos que buscam acessar os celulares.

Caso a alegação seja confirmada, será embaraçoso para a Apple, que aposta em seu scanner para diferenciar seu smartphone de novos modelos da Samsung e outros que utilizam o sistema operacional Android, do Google.

Dois proeminentes especialistas de segurança do iPhone disseram à Reuters que acreditavam que o grupo alemão, conhecido como Chaos Computing Club ou CCC, foi bem-sucedido em quebrar o Touch ID da Apple, embora eles não tenham pessoalmente reproduzido a tarefa.

Um deles, Charlie Miller, coautor do livro “iOS Hacker’s Handbook”, descreveu o trabalho como “uma quebra completa” da segurança do Touch ID. “Isso certamente abre uma nova possibilidade para ataques.”

A técnica usa uma foto da impressão digital do dono do telefone feita com uma resolução de 2400 dpi. A imagem é limpa, invertida e é impressa em uma impressora laser com resolução de 1200 dpi, seleção de cores fortes, em uma folha transparente. Cola branca é usada para ser passada em cima da tinta e, depois de seca, é retirada já com a imagem da digital e pode ser usada para destravar o aparelho.

A Apple ainda não comentou o caso.

Dois especialistas em segurança que patrocinaram uma competição improvisada oferecendo dinheiro e outros prêmios aos primeiros hackers que quebrassem a segurança do iPhone disseram ter revisado as informações publicadas no site do CCC, mas que queriam documentação mais completa.

“Estamos simplesmente esperando uma documentação completa em vídeo e passo-a-passo do processo que eles alegaram ter feito”, disse o pesquisador em segurança de dispositivos móveis Nick DePetrillo, que começou o desafio com outro especialista em segurança, Robert Graham. “Quando eles entregarem o vídeo nós iremos revisá-lo.”

Falha no iOS 7
Outra falha, dessa vez atingindo todos os aparelhos que usam o sistema operacional iOS 7 faz com que qualquer pessoa possa ter acesso às imagens armazenadas no dispositivo mesmo que este esteja protegido por senha.

De acordo com reportagem do site “Engadget”, a falha encontrada por um usuário permite passar pela senha, sem a necessidade de inseri-la, e entrar no aplicativo de fotos do aparelho, visualizando todas as imagens. A falha poderia dar acesso aos e-mails e atualizações de redes sociais associadas ao dispositivo.

A técnica exige usar o Control Center, nova função do iOS que permite realizar configurações rápidas no aparelho como ativar Wi-Fi ou Bluetooth, por exemplo, por meio de uma pequena tela. Nela, deve-se acessar a câmera fotográfica e depois o despertador, pressionar o botão para desligar o dispositivo e, quase ao mesmo tempo, tocar em “Cancelar” na tela e pressionar o botão Home duas vezes.

Assim, aparece o menu multiarefa do iPhone ou iPad com todos os aplicativos abertos. Todos, no entanto, aparecem em uma tela escura, sem apresentar o conteúdo interno. Entretanto, ao entrar no aplicativo da câmera fotográfica novamente, é possível acessar toda a biblioteca de fotos do usuário.

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Publicado por em 24 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Leitor de digitais do iPhone 5S não funciona com dedo amputado

iPhone 5S (Foto: Divulgação/Apple)iPhone 5S (Foto: Divulgação/Apple)

Uma das preocupações levantadas por quem deseja comprar o iPhone 5S, nova versão do smartphone da Apple que chega aos EUA em 20 de setembro, é ter o telefone roubado e o ladrão precisar do dedo do dono, já que o aparelho destrava apenas com a impressão digital. Isso poderia fazer com que o criminoso decepasse o dedo da vítima para conseguir usar o telefone.

De acordo com especialistas em segurança, a tecnologia de leitura de impressão digital usada pela Apple exige um dedo “vivo”. Segundo o site “Mashable”, a empresa usa frequências de rádio que detecta camadas inferiores da pele, um sistema que exige que o dedo tenha fluxo sanguíneo.

“A tecnologia de rádio frequência usada é feita de modo a exigir um dedo vivo”, disse Sebastien Taveau, chefe de tecnologia da Validity Sensors, empresa que cria sensores biométricos. “Ninguém na área de segurança biométrica quer falar sobre dedos amputados e corpos, mas sempre temos que acabar com os temores das pessoas e fazê-los entender como a tecnologia funciona”.

Nada impede, contudo, que durante um assalto o criminoso force a vítima a destravar o iPhone.

O iPhone 5S traz um processador de 64-bits, o primeiro a ser usado em um smartphone, segundo a Apple, um leitor de impressões digitais no lugar do botão Home, aumentan do a segurança do aparelho, e um flash que torna a qualidade da foto ainda maior.

O smartphone será vendido por US$ 200 (16 GB), US$ 300 (32 GB) e US$ 400 (64 GB) por meio de contrato de dois anos com operadora de celular nos Estados Unidos. Sem operadora, os modelos de 16GB, 32 GB e 64 GB, o iPhone 5S irão custar US$ 650, US$ 750 e US$ 850, respectivamente.

comparativo iPhone 5S e iphone 5c (Foto: Arte G1)

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Publicado por em 16 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Governo assina acordo com 80 prefeitos para projeto de cidades digitais

Programa busca a modernização da gestão municipal e o desenvolvimento local através de uma rede de telecomunicações que vai interligar os órgãos públicos.

Prefeitos de 80 municípios de todo o Brasil assinaram nesta terça-feira (29/01) acordos de cooperação com o Ministério das Comunicações (MiniCom) para a implantação do Projeto Cidades Digitais. O programa busca a modernização da gestão municipal e o desenvolvimento local através de uma rede de telecomunicações que vai interligar os órgãos públicos.

A previsão é de que o projeto executivo para implantação do projeto nas 80 cidades selecionadas seja concluído até o fim de fevereiro. Durante a solenidade, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, destacou que o essencial do projeto é ajudar a melhorar o processo de gestão pública, interligando diferentes áreas como educação, arrecadação e saúde.

“Tudo hoje exige informatização. Internet é bom para os negócios, para a educação e para a saúde, mas é importante sobretudo para construir e aprimorar a cidadania.”

O projeto Cidades Digitais prevê a implantação de infraestrutura entre os órgãos públicos, a instalação de aplicativos de governo eletrônico para gestão dos setores financeiro, tributário, de saúde e educação. Também inclui a capacitação de servidores públicos no uso dos aplicativos e da rede e a instalação de pontos de acesso livre e gratuito à internet para a população.

Lançado neste ano, o projeto será implantado inicialmente em 80 cidades das várias regiões brasileiras. O ministério selecionou duas empresas especializadas em infraestrutura de telecomunicações, que serão responsáveis por implantar a rede nos municípios contemplados.

As empresas já avaliaram a infraestrutura disponível e as condições de cerca de 50 cidades para receber o projeto. Esse trabalho e a apresentação de um projeto executivo deverão ser concluídos em todos os 80 beneficiados até o fim de fevereiro.

As fases seguintes serão a implantação da rede de fibra óptica e o início da operação do programa nos municípios. A previsão é de que todo esse processo seja concluído até o fim de 2013.

*Com informações da Agência MiniCom

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Publicado por em 22 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Entidades de direitos digitais são contra controle da internet pela ONU

Reunião em Dubai no mês que vem irá opor operadoras e órgãos que defendem o modelo atual para a Internet global

29 de novembro de 2012 – 15h30

Enquanto governos, teles e indústrias do ramo se preparam para uma conferência em Dubai no próximo mês para rever os regulamentos internacionais de telecomunicações, dois grupos já se declararam contra às propostas que dariam à União Internacional de Telecomunicações (UIT) mais poder sobre a Internet.

De acordo com um relatório encomendado pelo Associação das Indústrias de Computadores e Comunicação (Computer and Communications Industry Association, em inglês, ou apenas CCIA), muitas das propostas, em grande parte apresentadas por Estados árabes antes da Conferência Mundial sobre Telecomunicações Internacionais (WCIT), podem violar as obrigações comerciais internacionais existentes.

Enquanto isso, o grupo europeu de direitos digitais EDRi disse que a UIT não é confiável o suficiente para ter mais controle sobre a Internet. Isto reflete o pensamento do Parlamento Europeu, que disse em uma resolução na semana passada que a UIT não é um órgão competente para ter a autoridade regulatória sobre a Internet.

O relatório da CCIA, realizado pelo Centro Europeu para Economia Política Internacional (em inglês, European Center for International Economy, ou ECIPE), diz que muitas das propostas são contrárias aos compromissos estabelecidos pelos países membros no âmbito do Acordo Geral da Organização Mundial do Comércio sobre o Comércio de Serviços. Este acordo, até agora ratificado por 99 membros, garante que os membros da OMC recebem acesso aberto e podem usar as redes públicas de telecomunicações em condições razoáveis ??e não discriminatórias.

“Há um conflito ideológico inerente entre a UIT e a concorrência de mercado centrada na OMC”, diz o relatório.

O documento diz ainda que “o progresso em limitar práticas discriminatórias nos mercados de telecomunicações no âmbito da OMC pode ser revertido”, à medida que algumas partes tentam usar a renegociação dos regulamentos de telecomunicações para impor condições da era do monopólio da telefonia de voz sobre todas as formas de telecomunicações.

A CCIA, que representa os interesses de empresas da indústria mundial de comunicações e computadores, está mais preocupada com os planos que redefinem os serviços de Internet, como telecomunicações, de modo que eles cairiam no âmbito dos ITRs (Regulamentos de Telecomunicações Internacionais). “Como consequência, um serviço de internet banking ou um blog pode ser obrigado a solicitar uma licença de operador de telecomunicações. Claramente uma tentativa de contornar as regras da OMC”, disse o relatório.

Enquanto isso a Edri disse que teve acesso a um log de notícias da UIT seguindo uma dica do site alemão de notícias, o Golem. A página disse que a UIT tinha deixado o acesso ao seu newslog desprotegido, com o nome de usuário “admin” e a senha “admin”.

“Poderíamos ter mudado todas as configurações do blog da UIT. Poderíamos tomar o controle completo do site, postar links para páginas comprometidas com malware ou instalação de código malicioso”, disse a organização em um comunicado.

“Apenas os usuários mais inexperientes não alteram as configurações padrão para o acesso administrativo de um blog. Esta é realmente a instituição que deve regular a Internet e estar no comando da segurança cibernética para o mundo inteiro?”, perguntou a Edri.

A UIT é o braço das Organização das Nações Unidas para o indústria de telecomunicações. Sua missão original era distribuir o espectro de rádio global e órbitas de satélites e desenvolver normas técnicas de interoperabilidade. No entanto, a Internet não existia quando os primeiros regulamentos foram elaborados.

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Publicado por em 25 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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