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Participantes da Campus Party 2014 dão dicas de 10 aplicativos; assista

Um aplicativo que faz o iPhone 5 girar sozinho e tirar uma foto em 360º, outro que transfere arquivos pela rede Wi-Fi e um terceiro que administra suas finanças pessoais são algumas das dicas de apps legais e diferentes para o seu smartphone feitas pelos participantes da Campus Party Brasil 2014, os campuseiros. Assista ao vídeo acima para ver as sugestões e veja abaixo onde baixar cada um dos aplicativos.

Chomp SMS: troca a interface de mensagens do Android para uma mais parecida com a do iPhone e do WhatsApp. Disponível gratuitamente para Android (clique aqui);

WiFi File Transfer: dispensa o cabo USB e permite transferir arquivos entre dispositivos pela rede Wi-Fi. Disponível gratuitamente para Android (clique aqui);

Quora: app de uma rede social de perguntas e respostas que tem uma base de usuários acadêmica. Disponível gratuitamente para Android (clique aqui) e iOS (clique aqui);

Toshl: gerencia suas finanças e ajuda a controlar gastos e orçamentos. Disponível gratuitamente para Android (clique aqui), iOS (clique aqui), Symbian (clique aqui) e Windows Phone (clique aqui);

Any.do: lista de tarefas que ajuda a substituir a agenda tradicional. Disponível gratuitamente para Android (clique aqui) e iOS (clique aqui);

Pocket: salva links para você acessar depois e os sincroniza entre todos seus dispositivos. Disponível gratuitamente para Android (clique aqui) e iOS (clique aqui);

Duolingo: ferramenta que ajuda de forma lúdica no aprendizado de outros idiomas. Disponível gratuitamente para Android (clique aqui) e iOS (clique aqui);

Aviary: conjunto de filtros e ajustes de imagem que pode ser alternativa ao Instagram. Disponível gratuitamente para Android (clique aqui) e iOS (clique aqui);

Goodreads: organiza suas leituras passadas, atuais e futuras. Disponível gratuitamente para Android (clique aqui) e iOS (clique aqui);

Cycloramic: app de câmera que tira fotos em 360º com facilidade. Custa R$ 2,40 para Android (clique aqui) e US$ 0,99 para iOS (clique aqui);

Serviço
Campus Party Brasil 2014
Quando: de 27 de janeiro a 2 de fevereiro
Onde: Anhembi Parque – Avenida Olavo Fontoura, 1.209, São Paulo/SP
Quanto: Os ingressos para participar do evento estão esgotados. A entrada para o pavilhão de exposições é gratuita.
Horário da área gratuita: das 10h às 21h

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Confira dicas de games para presentear no Dia das Crianças

Os videogames e jogos eletrônicos estão entre os itens mais pedidos para o Dia das Crianças. Para não errar na hora de dar o presente, o G1 fez uma lista com os principais lançamentos dos últimos meses no mercado de games brasileiro, incluindo jogos para crianças mais novas e mais velhas.

Para quem conseguir esperar um pouco mais de um mês, há os videogames de nova geração, PlayStation 4 e Xbox One, que chegam no final de novembro ao país.

Para crianças mais novinhas

'Pokémon X' e 'Pokémon Y' chegam em outubro ao Nintendo 3DS (Foto: Divulgação)‘Pokémon X’ e ‘Pokémon Y’  (Foto: Divulgação
/Nintendo)

“Pokémon X & Y
Plataforma: Nintendo 3DS;
Preço: R$ 150;
Lançamento: 12 de outubro.

O game chega ao Brasil no Dia das Crianças e traz novos Pokémon para os jogadores capturarem, treinarem para batalhas e colecionarem. O game traz pela primeira vez um visual em 3D dos personagens e do mundo do game. Com o Nintendo 3DS, é possível ver as imagens em três dimensões.

Com o visual em 3D nas batalhas Pokémon, o jogo, que permitirá trocar os pequenos animais e participar de partidas com jogadores de todo o mundo por meio da internet, lembra o clássico “Pokémon Stadium”, do Nintendo 64.

'Rayman Legends' parece uma pintura (Foto: Divulgação/Ubisoft)‘Rayman Legends’ parece uma pintura
(Foto: Divulgação/Ubisoft)

“Rayman Legends”
Plataformas: PlayStation 3, Xbox 360 e Wii U;
Preço: R$ 160;
Lançamento: já disponível.

O personagem engraçado que não tem braços nem pernas volta em uma aventura divertida. O game traz um estilo visual diferente, fazendo com que os cenários, heróis e inimigos pareçam uma pintura em movimento.

O jogo traz bastante desafio ao permitir colecionar itens e fazer com que o jogador explore todo o cenário em busca de segredos. Mas as crianças menores vão conseguir concluir as fases e rir das situações que Rayman enfrenta. Dentro do game é possível desbloquear a aventura “Rayman Origins” que antecede “Legends”.

Visual de Mickey no remake de 'Castle of Illusion' lembra animações em 3D da Disney (Foto: Divulgação/Sega) ‘Castle of Illusion’ (Foto: Divulgação/Sega)

“Castle of Illusion”
Plataformas: PlayStation 3 e Xbox 360;
Preço: R$ 30
Lançamento: já disponível.

O game adquirido por meio de download nas lojas virtuais do PS3 e do X360 é um “remake” do jogo de mesmo nome lançado para Mega Drive e Master System no início da década de 1990.

Nele, Mickey deve enfrentar a bruxa Mizrabel e salvar Minnie. Para isso, ele deve entrar no castelo e enfrentar perigos em fases bastante coloridas e cheias de inimigos. O visual do game é bastante colorido e as fases clássicas foram refeitas em 3D. O destaque fica por conta da fase da biblioteca, em que Mickey anda em cima de livros gigantes e passeia por um mundo de doces ao entrar na garrafa de leite. Leia a análise do G1.

Para crianças mais velhas

Novo 'Fifa 14' chegará em todo o mundo no segundo semestre de 2013. (Foto: Divulgação/EA)‘Fifa 14’ já está disponível no Brasil
(Foto: Divulgação/EA)

“Fifa 14”
Plataformas: PlayStation 3, Xbox 360, PC e PlayStation 2;
Preços: R$ 200 (PS3, X360); R$ 130 (PS2) e R$ 70 (PC);
Lançamento: já disponível.

O jogo de futebol da Electronic Arts traz 19 dos 20 os times da série A do Campeonato Brasileiro – o Bahia ficou de fora – além do Palmeiras e jogadores com movimentação ainda mais realista.

Um novo sistema faz com que eles pensem melhor nas jogadas, se posicionando melhor dentro de campo e aproveitando melhor os espaços para conseguir marcar um gol. Houve um trabalho melhor nos chutes, que parecem estar mais fortes. O jogo ainda tem narração em português de Tiago Leifert e comentários de Caio Ribeiro. Leia as impressões do G1.

Grid 2 não economiza em belos visuais e ótimos efeitos de luz (Foto: Cauê Fabiano/G1)‘Grid 2’ é bom game de corrida
(Foto: Cauê Fabiano/G1)

“Grid 2”
Plataformas: PlayStation 3, Xbox 360 e PC;
Preço: R$ 180 (PS3 e X360), R$ 60 (PC).
Lançamento: já disponível.

O game de corrida traz carros velozes que o jogador pode escolher e comprar – usando o dinheiro das vitórias no game – e viaja pelo o mundo para disputar corridas e rachas em circuitos dentro de cidades ou pistas fechadas.

O sistema de direção é preciso, o que permite dirigir com facilidade. Em caso de erro, é possível voltar alguns segundos no tempo para ter uma segunda chance. O visual é bom e os carros ficam aos pedaços depois de acidentes, o que influencia no desempenho do veículo. Leia a análise do G1.

'Puppeteer', do PS3 (Foto: Divulgação/Sony)‘Puppeteer’, do PS3 (Foto: Divulgação/Sony)

“Puppeteer”
Plataforma: PlayStation 3;
Preço: R$ 150;
Lançamento: já disponível.

No game exclusivo do PlayStation 3 o jogador se aventura em fases que lembrar uma apresentação de um teatro de fantoches.

Como um deles, o jogador deve trocar de cabeças para usar habilidades únicas que ajudam a enfrentar os perigos. Uma tesoura mágica ajuda a se defender dos adversários e a resolver quebra-cabeças nas fases.

O visual é um dos pontos altos do game, fazendo com que os cenários, tenham um nível de realismo único. O game está dublado em português.

Para quem consegue esperar
Os videogames de nova geração, o PlayStation 4, da Sony,  chegam ao mercado em novembro, inclusive no Brasil. Por ser a estreia dessas plataformas, contudo, não espere preços convidativos tanto para os aparelho quanto para os games. Os jogos ainda não tiveram preços divulgados para o mercado brasileiro, mas eles devem custar, no mínimo, R$ 200. Nos Estados Unidos, os jogos para estas plataformas custarão US$ 60, mesmo valor praticado para os videogames atuais.

Games de PlayStation 4 serão traduzidos para o português quando o aparelho for vendido no Brasil (Foto: Divulgação/Sony)PlayStation 4 (Foto: Divulgação/Sony)

PlayStation 4
Preço: US$ 400 (nos EUA); ainda sem preço para o Brasil.
Lançamento: 15 de novembro (EUA); 29 de novembro (Brasil);

O novo videogame da Sony tem como destaque jogos com gráficos muito superiores aos títulos atuais do PlayStation 3 e do Xbox 360. O jogador poderá transmitir para amigos suas partidas ao vivo ou criar vídeos com os melhores momentos e publicar na internet.

Embora não tenha preço divulgado no país, dificilmente o console fugirá dos R$ 2,2 mil do Xbox One, da Microsoft, podendo custar algo em torno disso.

Um dos destaques do videogame é o novo joystick Dualshock 4, que traz o botão “Share”, que permite justamente compartilhar os vídeos dos games.

O pacote do PlayStation 4 inclui o console com 500 GB de disco rígido e um joystick. A câmera do console é vendida separadamente. Nos EUA, ela sai por US$ 60. Não há preço para o Brasil.

Microsoft divulgou imagens do Xbox One, do novo controle e do Kinect 2 (Foto: Divulgação/Microsoft) Xbox One (Foto: Divulgação/Microsoft)

Xbox One
Preço: US$ 500 (nos EUA); R$ 2,2 mil.
Lançamento: 22 de novembro nos EUA e no Brasil.

O novo videogame da Microsoft também traz games com gráficos ainda melhores do que os vistos nos videogames atuais e pode se conectar à TV do usuário. Deste modo, o jogador pode assitir TV e, rapidamente, trocar para o jogo. Será possível comandar o console por comandos de voz ou por gestos usando uma nova versão do sensor Kinect, que reconhecerá palavras em português.

O sensor também consegue medir batimentos cardíacos dos jogadores e, em games de exercícios, consegue indicar a postura correta e traz um reconhecimento de movimentos mais preciso.

O pacote inclui o videogame com disco rígido interno de 500 GB, o Kinect e um joystick.

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Publicado por em 8 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Linguagem corporal conta pontos na entrevista online; veja dicas

Cius, da Cisco, permite videoconferência (Foto: Gabriel dos Anjos/G1)Videoconferência (Foto: Gabriel dos Anjos/G1)

O jeito de balançar a cabeça, de fazer contato com os olhos e até a inclinação do corpo podem fazer a diferença durante uma entrevista por videoconferência, segundo pesquisa do PGi, um provedor de software de webconferência. Segundo a empresa, a linguagem corporal pode determinar até 80% da decisão final durante a seleção.

O uso da ferramenta cresceu 49% desde 2011 no mundo, e ela é utilizada por 6 entre 10 recrutadores para selecionar candidatos, de acordo com o PGi.

Segundo o PGi, 74% dos recrutadores dizem que entrevistas em vídeo fazem seu trabalho mais fácil, 88% acreditam que as entrevistas online ajudam a economizar dinheiro, e 90% dizem que a modalidade ajuda a preencher o cargo vago mais rapidamente.

Já entre os candidatos, 66% preferem utilizar o vídeo durante o processo de entrevista.

A empresa listou atitudes em que a linguagem corporal passa diferentes tipos de mensagens para quem está do outro lado da tela. No caso de atitudes positivas, o recrutador vê impressões de compreensão e confiança. Já entre as atitudes negativas, o candidato pode mostrar confusão e desconforto.

Veja lista com atitudes positivas e negativas e a impressão que cada uma transmite:

Atitudes positivas

Atitudes negativas

Cabeça balançando: mostra paciência e entendimento

Testa franzida: mostra confusão, desacordo e desconforto

Contato com os olhos: mostra interesse e confiança

Falta de contato com os olhos: mostra desconforto e desonestidade

Cara fechada: mostra desconforto, desinteresse e tensão

Corpo inclinado para frente: mostra interesse, preocupação e compreensão

Corpo inclinado para trás: mostra resistência, desinteresse e dúvida

Outras dicas
1) Enquadre seu rosto
Ajuste a webcam para mostrar apenas a partir da metade do tronco até o topo da cabeça.

2) Arrume o cenário
Teste a iluminação e certifique-se de que ambiente esteja arrumado e que não tenha  elementos que possam distrair ou deixar o recrutador confuso.

3) Não demonstre inquietação
Além de revelar ansiedade, o candidato ainda corre o risco de abafar o áudio.

4) Faça contato com os olhos
Olhe diretamente para a câmera enquanto estiver falando, não olhe para o monitor.

5) Vista-se adequadamente
Arrume o cabelo e se vista profissionalmente.

6) Confie na tecnologia
Teste a ferramenta e pratique antes da entrevista para ficar confortável com a tecnologia e evitar surpresas.

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Publicado por em 24 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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10 dicas para aprender o Poker!

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10 dicas para aprender o Poker! | Listonas.com.br .recentcomments a{display:inline !important;padding:0 !important;margin:0 !important;} (function(d, s, id) { var js, fjs = d.getElementsByTagName(s)[0]; if (d.getElementById(id)) return; js = d.createElement(s); js.id = id; js.src = “//connect.facebook.net/pt_BR/all.js#xfbml=1&appId=288412874513971”; fjs.parentNode.insertBefore(js, fjs);}(document, ‘script’, ‘facebook-jssdk’)); Listonas.com.br
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2013 Publicado em: Esporte
por Gilmar Lopes   Nenhum Comentário 10 dicas para aprender o Poker!poker1
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Sendo o Poker um dos jogos mais procurados na Internet e um dos mais faceis de aprender muitos jogadores por vezes esquecem-se de alguns cuidados a ter.

Se gosta dos casinos online, conheça os melhores jogos de casino online em http://www.jogosdecasino.pt. E fácil ganhar confiança e começar a jogar mas ninguém quer perder dinheiro.

Poker só se aprende de um jeito: jogando. Quanto mais jogar mais confortável se vai sentir e melhor chance de se tornar um perito vai ter o jogador!

Separamos uma lista com 10 dicas sobre esse jogo:Os jogadores contribuem para a mesa (o prêmio) que contém fichas de brinquedo ou fichas que representam dinheiro de verdade.São dadas cartas (mãos) a cada jogador, sendo que algumas dessas cartas ou todas elas são ocultadas dos outros jogadores.São feitas rodadas de apostas, com base na qualidade das mãos.Quando as rodadas de apostas acabam, o jogador com a melhor mão – ou o único a continuar no jogo depois dos adversários terem desistido – vence!A mão ganhadora no poker  determina-se pelo valor de cada jogada, ou em casos de empate pelo valor da carta ou valor da mão mais alta.Passar não implica que você está renunciando ao pote, mas apenas passando a vez para o outro jogador. Se todos os jogadores passarem durante uma rodada de apostas, a rodada é considerada completa.Apostar. Essa ação é feita quando não houver aposta alguma na rodada atual, então um jogador pode apostar. Se um jogador apostar, o jogador seguinte tem três opções, desistir em caso de uma mão fraca, igualar o valor da aposta feita ou aumentar o valor da ultima apostada feita.Fold. Ao desistir, você renuncia a qualquer interesse no pote. Um jogador que desiste não pode mais apostar qualquer quantia durante a presente mão do jogo e resta assistir ao jogo. Muitos principiantes perdem por nunca renunciar.Call. Se tiver havido uma aposta na rodada atual, um jogador poderá fazer o “CALL”. Ao pagar, o jogador igualará a aposta atual do(s) seu(s) adversário(s).Quando a última aposta ou aumento na rodada final for igualada, ocorre a abertura de cartas (“showdown”). É nesta altura que se determina o vencedor do pote, uma vez que os jogadores mostram as suas mãos, um a um.

 

Esse artigo foi escrito por Francisco Cortez!

 

 

Tags:artigo, baralho, casino, dicas, Jogos, poker, tutorialComente pelo Facebook! O que achou dessa nossa lista?Clique aqui para cancelar a resposta.

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ComentáriosJOÃO DANTAS FILHO em 10 paródias Naldo Amor de chocolate.JOÃO DANTAS FILHO em 10 paródias Naldo Amor de chocolate.diego em 55 fatos que você talvez não saiba sobre Michael Jacksonary em 10 fuscas tunados.Carlos Elian kakapy em Os jogadores mais bem pagos do mundo.Wordpress.org Tema criado por Site5 WordPressThemes e modificado por Gilmar Lopes.(function(d, s, id) { var js, fjs = d.getElementsByTagName(s)[0]; if (d.getElementById(id)) return; js = d.createElement(s); js.id = id; js.src = “//connect.facebook.net/pt_BR/all.js#xfbml=1&appId=151333355017197”; fjs.parentNode.insertBefore(js, fjs);}(document, ‘script’, ‘facebook-jssdk’)); AnteriorDiscografia MC DALESTE (PARTE I) PróximoAs melhores animações em stop motion do YouTube!

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Publicado por em 4 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Veja 10 dicas para uma entrevista de emprego por videoconferência

Christiane Silva Pinto, estagiária na área de RH, começou em julho deste ano no Google (Foto: Divulgação)Christiane Silva Pinto, estagiária na área de RH, começou em julho deste ano no Google (Foto: Divulgação)

Atualmente, está cada vez mais comum a realização de entrevistas online por meio de videoconferências, que chegam a substituir as entrevistas presenciais, dependendo da empresa. De acordo com pesquisa da Robert Half, empresa de recrutamento especializado, a utilização desse método aumentou em torno de 52% no Brasil nos últimos três anos.

As empresas alegam que o método proporciona que candidatos de várias localidades do país e até do exterior participem. Cristiane Silva Pinto e Rislei de Oliveira Furtado foram avaliados por meio dessa entrevista e dizem que é o mesmo que participar de uma conversa presencial. No entanto, segundo eles e diretores de RH, é preciso ter cuidados básicos para que seja bem-sucedida, entre eles boa conexão na internet e nada de interferências nem no computador nem fora dele.

A Infinity, empresa que recruta funcionários para trabalhar em navios dentro do país e no exterior, faz a maioria das entrevistas por Skype por causa do custo menor, já que não precisa haver deslocamentos, e também pela possibilidade de mais opções de concorrentes. “Grande parte dos candidatos é de fora, para justamente poder abranger pessoas de todas as regiões”, diz Marcelo Delbel, gerente de RH.

Já o Google entrevista os candidatos a estágio só por meio dos Hangout, ferramenta do Google para fazer videochamadas. Segundo Daniel Borges, gerente de atração de novos talentos, o método beneficia tanto a empresa quanto o candidato. “A nossa empresa é de internet, é natural que a entrevista seja online. O processo remoto tem uma série de benefícios, é um processo dinâmico, adequa a empresa e o candidato, que muitas vezes não precisa dispor de um dia para ir até o local dar a entrevista. Todo o processo de recrutamento dos estagiários é feito por meio de entrevistas por Hangout, tanto com o RH quanto com outras pessoas do time [gestores da empresa]”, diz.

VEJA DEZ DICAS PARA SE SAIR BEM UMA ENTREVISTA POR VIDEOCONFERÊNCIA

1) Programe-se

Antes da entrevista, confirme com o entrevistador o e-mail e o adicione antecipadamente. Planeje-se para estar conectado no horário

2) Teste o seu equipamento

Teste a câmera, o microfone e a conexão da internet – evite que a entrevista seja interrompida ou se atrase por conta de algum problema técnico na sua máquina

3) Feche os outros programas

Não deixe outro programa aberto no seu computador além do serviço de chat online para não atrapalhar a velocidade da internet e nem fazer com que você desvie sua atenção da entrevista

4) Procure um lugar tranquilo e silencioso

Esteja conectado em local silencioso, sem bagunça e sem interferência de outras pessoas ou animais de estimação

5) Escolha um fundo ‘clean’

Evite ficar em local com muitos objetos ao fundo, como quadros ou estantes cheias de livros

6) Vista-se adequadamente

Apesar de sua imagem aparecer só da cintura para cima, vista-se com o traje de acordo com a vaga e a empresa. Dependendo do cargo, o ideal é usar camisa social, com atenção à gola, que deve estar arrumada

7) Use roupas discretas

Use roupas discretas, de cores sóbrias e sem brilho. Sem decotes para mulheres. Se optar por maquiagem, deve ser discreta.

8) Escolha um login com um nome ‘profissional’

Tenha cuidado com o nome de usuário no serviço online: o ideal é ter uma conta só para contatos profissionais, com o nome e sobrenome ou com as iniciais

9) Seja profissional

Mantenha sempre a postura profissional que você teria se estivesse em uma entrevista ao vivo

10) Lembre-se: você está sendo filmado!

Demonstre segurança ao conversar, articule bem as palavras e preste atenção na sua postura

Fontes: Marcelo Delbel, Christiane Silva Pinto, Daniel Borges e Rislei de Oliveira Furtado

‘Não pode atrapalhar concentração’
Christiane Silva Pinto, de 22 anos, é estagiária na área de RH do Google desde julho deste ano. Ela diz que fez entrevistas por videoconferência duas vezes – uma delas quando ainda morava na França fazendo intercâmbio. Nesse caso, ela foi aprovada para trabalhar como estagiária em uma revista. Quando surgiu a vaga no Google, também passou pela entrevista por videoconferência. Apesar de cursar jornalismo, ela foi direcionada para a área de recursos humanos porque a empresa avalia durante o processo seletivo as habilidades dos candidatos para as atividades que serão desempenhadas.

“Já tinha feito uma entrevista em 2011 quando ia voltar para o Brasil. Achei igual ou até melhor do que a entrevista presencial pela questão do deslocamento”, diz. Ela explica que tanto quando estava na França quanto como estagiava na editora não poderia participar porque estava longe do local da entrevista. “Ia perder de concorrer por uma questão de deslocamento. No caso do Google, consegui fazer a entrevista de forma discreta, em casa, não precisei sair da editora para ir até a empresa”, diz.

Cius, da Cisco, permite videoconferência (Foto: Gabriel dos Anjos/G1)Videoconferência (Foto: Gabriel dos Anjos/G1)

De acordo com Christiane, é preciso ter uma conexão de internet boa e estável, conectar meia hora ou até 15 minutos antes para ver se a luz está boa, se a câmera está normal, e deixar a ferramenta do chat online aberta. “Quando dava a hora a entrevista, eu sentava em frente ao computador e esperava o entrevistador entrar em contato comigo”, conta.

Em relação à roupa, ela diz que é uma questão de bom senso. “No meu caso não precisou ser roupa formal como na entrevista presencial, mas também não usaria tomara de caia ou pijama”, diz. Já em relação ao lugar, Christiane recomenda que não tenha barulho e que a luz do local seja boa. “Não pode atrapalhar a concentração”, diz.

Christiane diz que a entrevista é a semelhante à presencial e é preciso se comportar da mesma forma. “Não pode dar a entender que você está lendo outra janela. Tudo bem que a pessoa não está ali na sua frente, mas presta atenção nela para entender bem as perguntas. Deve-se ficar off-line de programas que podem atrapalhar, deixa só o programa do chat ligado. Não pode deixar as pessoas entrarem no local que você está. Dá para perceber que você não está 100% focado se ficar olhando em outros locais do computador ou desviar o olhar para outro ponto que não o próprio computador”, diz.

‘Não tem mistério’
Rislei de Oliveira Furtado, de 34 anos, está concorrendo a uma vaga em um cruzeiro. Ele fez uma entrevista online com a Infinity e aguarda resposta. Ele dá aulas de inglês e trabalha com hotelaria. Para ele, a entrevista por videoconferência “não tem mistério”. “Já tinha feito para uma companhia aérea. Qualquer um que sabe usar essas ferramentas consegue, já tive oportunidade de morar fora e era por essa ferramenta que eu falava com amigos e familiares”, diz.

Rislei de Oliveira Furtado, de 34 anos, está concorrendo a uma vaga em um cruzeiro (Foto: Arquivo pessoal)Rislei de Oliveira Furtado, de 34 anos, está
concorrendo a uma vaga em um cruzeiro
(Foto: Arquivo pessoal)

Furtado diz que a entrevista pelo Skype o deixa até menos nervoso. Ele diz que é como uma entrevista presencial. Ele se arruma da mesma forma como se estivesse indo para o escritório do selecionador. “Fico de calça e camisa social, cinto e gravata, engomadinho como a situação pede, porque é como qualquer outra entrevista de emprego. Tem que mostrar a melhor imagem, estou ali vendendo meu peixe, tem que pensar no cargo”, diz.

Furtado diz que, por se considerar “ansioso e inseguro”, um dia antes da entrevista com a Infinity falou com amigos online e testou seu Skype. “E no dia da entrevista falei com outro amigo na Europa também para testar. Ele me falou que estava funcionando perfeitamente”, conta.

“Na hora marcada eles me chamaram e a entrevista correu muito bem”. Na entrevista, Furtado estava vestido de forma social e com gel no cabelo e barba feita. “Estava no quarto. Arrumei a cama para o caso de pedirem para eu me levantar. Aí teria que mudar a câmera de posição e iria aparecer a cama”, diz. Furtado diz que antes da entrevista marcou como ele tinha que ficar em pé para o selecionador conseguir ver o corpo todo dele. Mas isso não foi solicitado.

Furtado conta que tinha em mãos uma cópia do mesmo currículo que ele tinha enviado para a empresa. “Para em caso de perguntarem datas e experiências do currículo, documentos que preenchi online. Deixei embaixo do mouse”.

Ele diz que tomou cuidado para não desviar o olho do selecionador. “Pode demonstrar falta de firmeza ou insegurança”, diz.

Outro cuidado foi deixar a porta do quarto fechada, a TV desligada, o celular no vibracall e o telefone fixo desconectado da linha. “Nenhum outro programa estava aberto no meu computador, somente o Skype, justamente para não atrapalhar a velocidade da internet”, diz.

Ele diz que depois que passou a fazer entrevistas por videoconferência retirou o apelido que tinha no Skype e deixou seu nome e sobrenome, e mudou a foto que tinha com o corpo à mostra na praia para “algo mais profissional”.

500 entrevistas por mês
Na Infinity, de acordo com Delbel, 80% das entrevistas são por Skype e 20% são presenciais. Após os candidatos passarem pela entrevista na empresa, os diretores das companhias americanas e europeias fazem a entrevista também via Skype. O Brasil não tem companhia de cruzeiro, mas as empresas de fora têm forte participação no mercado nacional e muitas têm representantes no país. “Nós pré-selecionamos e depois passamos para os gestores das companhias”, diz. Delbel entrevista uma média de 500 pessoas por mês – a maior demanda é de abril a novembro, para a temporada brasileira, que começa em outubro. Todas as entrevistas são em inglês e cada uma é feita por apenas um selecionador.

Para a entrevista com a companhia, Delbel recomenda que a conexão, câmera e áudio sejam testados com antecedência. Além disso, ele acha importante ter o currículo impresso à mão em caso de alguma pergunta sobre a experiência e o tempo em cada posição desempenhada, além da roupa, que deve ser social e escura, sem ser decotada, e da maquiagem, que deve ser leve.

O fato de o local ser simples não importa, mas o que devem ser evitadas são as interferências externas. “Não pode deixar passar pessoas pelo local durante a entrevista”, diz.

De acordo com Delbel, a empresa verifica o nome do usuário usado na ferramenta, o email e também a foto. “Algo como gostodefumar@gmail.com não é indicado, no pessoal até pode, mas na hora da entrevista é melhor algo mais formal. Foto usando maiô ou fazendo gesto obsceno, por exemplo, não é recomendado”, diz. Delbel conta que um dia entrevistou um candidato sem camisa. “Foi reprovado, não fui muito longe na entrevista, não dei sermão. Tinha um outro que estava falando no carro, como passageiro, não motorista”.

O tempo de duração não indica se o candidato foi bem ou não. “Depende do candidato. Tem vagas que precisam de mais questionamento, e tem os candidatos que gostam mais de falar. As perguntas feitas são as mesmas da entrevista presencial”, diz.

A sede da Infinity é em Santos, litoral de São Paulo. Por isso, candidatos do ABC paulista e do litoral do estado são entrevistados de forma presencial em Santos. A empresa costuma ainda se deslocar para cidades do Nordeste e do Rio de Janeiro. “Em muitos casos dá mais segurança para o candidato, por isso em alguns casos vamos para lá”, diz.

Segundo Delbel, o que mais reprova os candidatos é a não fluência em inglês. “Uma coisa é falar que fala, e outra é realmente falar”, diz. Ele diz que as empresas pedem foto do candidato de corpo inteiro porque em algumas funções a aparência é importante. “No Skype fica limitado do ombro para cima”, diz.

Diversidade de concorrentes
Desde 2011, o Google vem desenvolvendo esse processo seletivo por videoconferência, segundo Borges, “com muito sucesso”. No ano passado, dos 30 aprovados para fazer estágio, 11 não eram de São Paulo e um morava na Rússia, que foi entrevistado lá, passou e foi trabalhar na capital paulista. De acordo com Borges, o Google consegue atingir um grupo maior de pessoas que participam do processo seletivo e dá comodidade para o candidato, além de proporcionar diversidade de concorrentes. “A gente consegue atingir um grupo que não estaria disponível para vir, aí tem gente do mundo inteiro”, afirma.

“A única exigência é que o candidato tenha internet, e é a mesma regra da presencial. O  ambiente deve ser tranquilo para a entrevista poder fluir. E as perguntas também são as mesmas. Mas não prestamos atenção ao visual, e só para mensurar as competências do candidato, não para aspectos secundários como o visual ou gestos. É a relação olho a olho que interessa. Não verificamos o local também, o candidato pode fazer a entrevista onde bem entender, pode até ser em lan house, na universidade, só as competências que importam”, enfatiza Borges.

Segundo Borges, não pega bem o candidato ficar consultado informações para responder às perguntas. “A regra da entrevista online é a mesma da presencial, seria estranho o candidato ficar consultando as informações de seu currículo durante a entrevista. Espera-se que saiba tudo para responder”, diz.

O gerente diz que o candidato só precisa da conta no Google. “O nome é o mesmo na ferramenta, não interessa se há apelido e sim a história de vida e profissional do candidato”, afirma.

A entrevista é estruturada para durar 30 a 45 minutos, e o selecionador tem um check-list do quem precisa ser falado e do que será perguntado. A entrevista é feita por apenas um selecionador.

Segundo Borges, o que costuma eliminar o candidato é independente do tipo de entrevista. É observado se o candidato tem adequação à cultura da companhia, se a trajetória corresponde ao que a empresa espera, se os conhecimentos são os esperados. “Acontece de acabar a entrevista e já sabermos se a pessoa se encaixa no perfil da vaga, mas sempre fazemos reunião para falar sobre os candidatos”, explica Borges.

Borges afirma que a entrevista com o RH é para identificar as potencialidades dos candidatos. Na segunda etapa, com os gestores, avalia-se se o candidato está apto para o cargo, levando em conta adequação à cultura e competência.

“O candidato pode ser tímido, mas saber dispor das suas ideias. A gente não quer só formato, mas também conteúdo, e que o candidato saiba formular suas ideias, independente de formato. Deve transpor isso para o mundo real, falar sobre suas experiências. Trabalhar mais a confiança é interessante para a entrevista”, diz Borges.

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Publicado por em 28 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Yelp traz comunidade on-line de dicas de entretenimento ao Brasil

Miriam Warren, vice-presidente de Novos Mercados do Yelp, em São Paulo (Foto: Daniela Braun/G1)Miriam Warren, vice-presidente de Novos Mercados do Yelp, em São Paulo (Foto: Daniela Braun/G1)

A partir desta quinta-feira (22), internautas brasileiros ganham uma versão local do site de recomendação de locais de entretenimento e serviços Yelp consultar ou dar dicas de lugares em todo o país – de restaurantes e bares a muros grafitados na cidade. O serviço também estará disponível a partir desta quinta-feira em aplicativo móvel para os sistemas iOS (iPad/iPhone), Android, Blackberry e Windows Phone.

O Brasil é o 23º destino do site americano Yelp, comunidade de recomendação de restaurantes, locais de entretenimento e serviços, e o primeiro na América Latina.

Serviço também estará disponível em aplicativo para os sistemas iOS (iPad/iPhone), Android, Blackberry e Windows Phone (Foto: Divulgação/Yelp)Serviço também conta com aplicativo para os sistemas
iOS (iPad/iPhone), Android, Blackberry e Windows
Phone (Foto: Divulgação/Yelp)

O serviço entra no ar, com dicas e opiniões concentradas no Rio de Janeiro e em São Paulo, que já vem sendo preparados por internautas brasileiros convidados pelo Yelp, informa Miriam Warren, vice-presidente de Novos Mercados do Yelp, em entrevista ao G1. As dicas vão de restaurantes e bares a parques e locais turísticos peculiares como os muros grafitados do “Beco do Batman”, na Vila Madalena, em São Paulo.

A versão brasileira do Yelp também contará com um selo específico para os brasileiros, que publicam dicas na comunidade, com o desenho de um jogador de futebol. Mas, segundo Miriam, não foram somente os grandes eventos esportivos como a Copa de 2014, que atraíram a empresa ao país. “O Yelp foi lançado no Brasil neste momento porque já avaliamos vários fatores relacionados à demografia da população, a fatores sócio-econômicos, infra-estrutura tecnológica, etc. (…) e estamos ansiosos a ver a comunidade se desenvolver na preparação para a Copa do Mundo de Futebol mas, mais importante, para além do evento”, esclarece.

A função de realidade aumentada do serviço, batizada de “Monocle”, também estará disponível aos usuários brasileiros via smartphone ou tablet. Atualmente, 10,4 milhões de internautas acessam a comunidade por dispositivos móveis.

Sobre a concorrência com serviços como Foursquare, TripAdvisor e a comunidade local Kekanto, Miriam diz que o Yelp aposta no tempo de casa. “Temos concorrente em todos os países em que estamos, mas trabalhamos nisso há muitos anos”, argumenta.

Criado em 2004, em San Francisco, quando um de seus fundadores precisava de uma recomendação para ir ao dentista, o Yelp conta atualmente com 42 milhões de avaliações e 108 milhões de visitantes ao mês.

Antes de ser contratada pela empresa, Miriam, que mora em San Francisco, já conhecia bem a comunidade. “Fui uma das primeiras pessoas a escrever para o Yelp, em 2005 (…). Fiz mais de mil reviews e amizades que duram até hoje. Esta não é uma comunidade que só fica no on-line”, afirma a especialista em dicas de restaurantes que está no Brasil em busca de um gerente local para a comunidade.

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Publicado por em 24 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Dicas para procurar trabalho sem deixar o emprego atual

Candidatos que estão no mercado são tipicamente mais atraentes para os empregadores. Saiba o que é preciso para equilibrar seu trabalho atual e sua busca sem se prejudicar

Procurar um novo trabalho requer tempo e esforço. Buscar oportunidades enquanto você ainda está empregado, de acordo com muitos especialistas, é a melhor abordagem. Além disso, a movimentação é mais atraente para recrutadores. No entanto, equilibrar o trabalho atual, a família e a busca por um novo trabalho pode ser cansativo e se você não tiver cuidado pode acabar se prejudicando.

Há inúmeros motivos para procurar um novo emprego. Talvez você sinta como se não houvesse mais espaço para crescer em sua empresa atual. Ou talvez você não suporte mais trabalhar com alguém da sua equipe. No entanto, antes de começar a enviar currículos certifique-se de ter pensado em alguns pontos antes.

“Fale sobre o que pode ser frustrante para você no trabalho e determine se há coisas que podem ser alteradas. Se você quiser mudar para uma filial, por exemplo, fale com seu chefe e verifique as opções”, orienta Chad Lilly, diretor de recrutamento da Lextech, empresa que desenvolve aplicativos móveis. É possível pedir transferência, trocar de departamento ou trabalhar remotamente? Há algo que você pode fazer para tornar seu trabalho mais agradável e gratificante?

Se a resposta for não, então vá, diz Roy West, CEO da Roy West Companies e cientista sênior da Gallup Organization. “Você deve ir silenciosamente, de forma rápida e não olhar para trás”, aconselha.

O que fazer depois de decidir ir em frente? Melhor dizer ao chefe? Como você lida com entrevistas e referências? Para ajudá-lo a encontrar essas respostas, a CIO falou com especialistas do setor para descobrir a melhor maneira de conduzir a busca por um novo emprego sem perder o seu atual.

1. Para quem contar sobre seus planos?

Nunca é uma jogada inteligente mentir para seu chefe, mas às vezes pode ser um mal necessário se você quiser garantir seu emprego. Algumas empresas têm uma política de deixar as pessoas ativamente buscar empregos. Mas outras não. Portanto, mantenha sua busca silenciosa. 

“Em geral, é uma boa prática manter sua busca de trabalho silenciosa. Você realmente tem de confiar no relacionamento que tem com seu chefe para divulgar essa informação”, diz Lilly, que tem 16 anos de experiência no recrutamento no mercado de serviços.

Na verdade, diz Lily, provavelmente não é sabido compartilhar sua intenção nem mesmo com colegas de trabalho. Um passo em falso de um companheiro de trabalho poderia prejudicar a sua reputação na empresa.

Donald Burns, estrategista de carreira executiva e coach, concorda. “Assim que a empresa descobrir que você está procurando um emprego, ela vai começar a articular sua substituição”, alerta. 

2. Busque oportunidades na hora certa

Não é adequado realizar pesquisas na web sobre novas oportunidades durante o horário de trabalho. Essa atitude é antiética e você provavelmente não vai obter uma grande recomendação de seu chefe atual quando chegar a hora.

Além disso, se você está tentando manter sua caça discreta, esta é uma maneira comum de ser pego ou dar início a boatos. “Se o empregador descobre, ele pode até demiti-lo antes que você esteja pronto para sair”, diz Lilly.

Recrutadores entendem que a discrição é muitas vezes parte do processo e estão dispostos a fazer o que puderam para manter a busca em segredo, afirma Lilly.

3. Não use o e-mail ou o telefone da empresa

Se você quer mudar de emprego e está buscando oportunidades no LinkedIn ou BranchOut, não é adequado usar seus contatos profissionais atuais. Um e-mail ou telefonema inoportuno poderia alertar seu supervisor que você está pensando em sair.

Usar um endereço de e-mail de trabalho para suas contas de mídia social é também uma maneira de ficar trancado nos perfis quando você deixar o seu endereço de e-mail antigo ou desligar-se da companhia. A melhor saída é sempre cadastrar o e-mail pessoal.

4. O que fazer se seu chefe perguntar se você está buscando emprego?

Se o seu chefe perguntar se você está procurando, não minta. “A verdade é sempre o melhor caminho. No entanto, você corre o risco de ser demitido, dependendo do seu desempenho passado”, afirma Lilly.

Mas há formas de amenizar seu discurso. Veja um exemplo. “Muitas mudanças estão acontecendo aqui ultimamente eu não quero sair, mas eu estou um pouco nervoso só de pensar em um Plano B”, ensina Burns.

5. Não seja negligente com o seu currículo

Seja seletivo. Envie seu currículo para algumas pessoas estratégicas e explique que sua busca é confidencial. “Fazer ‘spamming’ com seu currículo é um mau negócio. Isso não funciona e se você está empregado atualmente, será facilmente descoberto”, diz West.

Lilly concorda e acrescenta. “Mantenha o seu perfil do LinkedIn atualizado, mas cuidado ao se conectar com os recrutadores. Sua rede toda pode ver e perceber que está em busca de novas oportunidades”, diz Lilly.

6. Não espalhe coisas negativas sobre seu atual empregador

Independentemente de sua situação, falar mal de sua empresa ou superior não vai ajudá-lo a conquistar um emprego. Na entrevista, é importante permanecer positivo.

“Diga a verdade”, aconselha Burns, “Algo mudou na empresa, ou você chegou a um ponto que foi tão longe que não há como ir além e não pode passar anos à espera de uma promoção. Certifique-se de que você nunca vai insinuar qualquer coisa negativa sobre seu atual empregador”, diz Burns. “Muitas pessoas conhecem e entendem essa regra, mas escorregam durante as entrevistas”, completa.

7. Como lidar com referências

Seu futuro empregador certamente vai buscar referências sobre você no mercado. Referências devem ser dadas apenas mediante consentimento, de acordo com West, e mesmo assim com a ressalva de que sua busca de trabalho é confidencial, por enquanto.

“Você deve ter ao menos três referências sólidas de diferentes empregadores”, aconselha Lily. “Um deles deve ser um supervisor ou gerente. Você só deve usar alguém do seu atual local de trabalho se confiar nele para que a informação não vaze”, completa.

8. Vender sua marca pessoal é mais fácil quando empregado

Por alguma razão psicológica ou analítica, os empregadores preferem contratar alguém que está trabalhando atualmente. “Um profissional é considerado mais desejável por potenciais empregadores se está em uma posição mais forte de negociação. Na verdade, alguns empregadores não são muito fãs em contratar pessoas desempregadas”, afirma Burns.

Lilly concorda. “A vantagem é a percepção de que alguém os quer. Um candidato desempregado terá apenas uma vantagem se a posição realmente precisa ser preenchida imediatamente e tem as habilidades adequadas.”

9. Coloque-se na melhor posição

“Mesmo que um ‘déficit global de trabalho’ esteja atingindo proporções epidêmicas, um grande talento sempre terá opções e oportunidades”, diz West. Se você está trabalhando e pensando em se mudar, certifique-se que fez a lição de casa e coloque-se na melhor posição para fazer um bom trabalho antes de sair.

Ao mesmo tempo, é importante manter-se focado e produtivo no seu trabalho atual. Os melhores funcionários sempre se esforçam para sair com um saldo positivo. Faça o melhor até deixar a empresa. 

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Publicado por em 24 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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