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Água de quiabo cura diabetes? Caldeirão do Huck diz que sim!

Texto que circula pelas redes sociais afirma que três jovens teriam divulgado no Caldeirão do Huck a cura do diabetes através da água de quiabo! Será verdade?

A mensagem apareceu na web no final de novembro de 2013. De acordo com o texto, três jovens inventores teriam recebido um prêmio de R$ 30.000,00 do programa da TV Globo Caldeirão do Huck pela descoberta da cura do diabetes através do tratamento com água de quiabo.

O artigo afirma também que a água do vegetal faz o papel da insulina e que testes feitos em voluntários teriam dado resultados milagrosos!

Mas será que isso é verdade? Será que a água de quiabo substitui com eficácia a insulina no tratamento em diabéticos?

Texto que circula pelo Facebook afirma que a cura do diabetes está na água do quiabo! Verdadeiro ou falso? (foto: Reprodução/Facebook) Texto que circula pelo Facebook afirma que a cura do diabetes está na água do quiabo! Verdadeiro ou falso? (foto: Reprodução/Facebook)

O texto é uma mistura de verdades, meias-verdades e mentiras! Uma mistureba perigosa para quem luta para controlar o diabetes…

Antes de continuar a leitura desse artigo, queremos deixar bem claro aqui o seguinte:

Não somos os donos da verdade;Não somos financiados pela indústria farmacêutica;A ciência tem a humildade de admitir que não tem todas as respostas;Desconfie de tratamentos alternativos autointitulados “milagrosos”;Se você é diabético e quiser testar pessoalmente o tal remédio natural, faça! Mas não pare com seu tratamento convencional, aquele recomendado pelo seu médico;

Vamos começar pelos trechos reais do texto.  De fato, o programa Caldeirão do Huck (e não “Hulk” como afirmado na notícia que circula pela web) exibiu no dia 23 de novembro de 2013 a estreia do quadro “Inventores”, que premiou três estudantes mineiros do ensino médio da cidade de Patos de Minas com o prêmio de R$ 30.000,00.

A invenção premiada foi batizada de “Incrível Quiabo” e é usada, segundo eles, para controlar os níveis de glicose de pessoas com diabetes. Mas, apesar do projeto ter o acompanhamento da professora de Química Andréia Cristiana Lima, os resultados são poucos para que o tratamento seja considerado eficaz.

Além disso, o apresentador Luciano Huck deixou bem claro que a ideia do quadro é a de premiar a iniciativa dos jovens inventores e não a de premiar o resultado dos testes com o produto. Eles levaram pra casa os 30mil como um incentivo para que prosseguissem com o projeto na cidade onde nasceu a ideia.

Jovens mineiros Jovens mineiros ganham R$30mil em quadro do Caldeirão do Huck (foto: Reprodução/YouTube)

Como você já percebeu nos parágrafos anteriores, nossa posição continua cautelosa em relação a todo e qualquer tratamento pseudocientífico que apenas promete resultados e não os mostra.

Da maneira como a notícia está sendo veiculada pelas redes sociais, a impressão que dá é que basta que o diabético tome um copo de água de quiabo diariamente para que fique completamente curado. Isso é mentira!

Infelizmente, ainda não há cura para o diabetes, porém a medicina não para de estudar a doença e a buscar a sua cura. Para o diabetes tipo 1, está sendo estudada a terapia com células-tronco em pacientes recém-diagnosticados. Para o diabetes do tipo 2, os estudos com a cirurgia de redução de estômago têm mostrado bons resultados, mas é bom que se saiba que esses métodos ainda são absolutamente experimentais.

Como a ciência nem sempre tem respostas para tudo, as pessoas procuram conforto em outros lugares, como na pseudociência e seus métodos alternativos e milagrosos.

Pense conosco: O que seria melhor para um diabético, tomar injeções diárias de insulina ou beber apenas um copo com uma aguinha de quiabo pela manhã?

É lógico que a segunda opção (ainda que ineficaz) parece ser a melhor… Mas o mundo não funciona assim, infelizmente!

A cada mês, várias novas “simpatias” milagrosas como essa aparecem na web. Já mostramos aqui no E-farsas, em 2012, a farsa sobre o tratamento com leite de alpiste para o tratamento de diabetes. Na época, o texto se apoiava em um estudo feito na Universidade do México. Só que o tal estudo nunca existiu e, mesmo assim, muita gente acreditou.

alpiste Corrente falsa afirma que o leite de alpiste cura o diabetes!

Voltando à descoberta das propriedades mágicas do quiabo, é bacana ver o assunto “diabetes” sendo discutido em rede nacional. Mas lastimável saber que muitas pessoas acreditam em três estudantes do ensino médio (que foram julgados em um programa de TV por jurados de diversas áreas, inclusive pela atriz Bárbara Paz), com um método sem nenhum embasamento científico e param com o tratamento convencional. Tudo isso só porque os jovens apareceram na TV.

A única prova que temos de que o tratamento a base de quiabo funciona é a palavra deles, dos alunos inventores, e de alguns voluntários (parentes e amigos dos jovens) que beberam da água mágica e se disseram curados.

Algumas dúvidas a respeito do tal teste com o quiabo realizado pelos estudantes mineiros:

Como foram realizados esses testes?Foram realizados testes laboratoriais usando a técnica do “duplo cego” (onde tanto quem está aplicando teste quanto quem está sendo testado não sabe qual é a amostra real e qual é a amostra que possui apenas água)?Os voluntários não foram “contaminados” por elementos externos como, por exemplo, mudaram a alimentação ou hábitos físicos durante o período do experimento?Os resultados dos testes podem ser (e/ou foram) reproduzidos por outros cientistas?Qual é a explicação para que o quiabo faça o milagre de substituir a insulina?

Nada disso foi respondido satisfatoriamente durante o programa. Mas vamos dar aqui uma ajudinha.

A pesquisa mais recente sobre a relação quiabo-diabetes foi feita na Malásia, pela maior universidade daquele país, a Universiti Teknologi MARA. Cientistas (percebeu a palavra “cientistas”) estudaram os níveis de três genes relacionados ao diabetes em dois grupos de camundongos.

Um dos grupos de camundongos foi alimentado com boas doses diárias de ração a base de quiabo e, após alguns meses, verificou-se um “enfraquecimento” da ação dos genes relacionados à diabetes. No entanto, os cientistas cautelosos afirmam que ainda é muito cedo para relacionar o vegetal à cura da diabetes (note que não foi falado em nenhum momento sobre cura, mas que a cura está muito longe de ser alcançada).

Esse estudo não é único no mundo. Em 2011, um estudo feito na Malásia testou uma alimentação rica em quiabo em camundongos diabéticos e esses, em comparação com roedores que não receberam a dieta, mostraram sensível diminuição nos níveis de glicose do sangue, além de terem as taxas de gordura reduzidas consideravelmente.

É bom ressaltar aqui que em ambos os estudos foram utilizadas as fibras do quiabo e não somente a água onde o alimento ficou de molho. Os testes apontam para os benefícios das fibras do vegetal, que ficam mais tempo no estômago e dão sensação de saciedade ao organismo.

Resumindo: O sujeito come menos e, com isso, tem menos açúcar no corpo. Simples assim!

Lembrando também que os testes foram feitos em camundongos. Testes em humanos serão feitos (se as pesquisas evoluírem) somente daqui uns anos!

Uma matéria exibida no Jornal Hoje (na Rede Globo) em dezembro de 2012, exalta os benefícios do quiabo para a redução do colesterol e controle nos níveis de açúcar no sangue. A reportagem explica que o quiabo ajuda a baixar o colesterol, melhora o funcionamento do intestino e, em consequência disso, acaba por diminuir também a glicemia.

A pesquisadora responsável pelo estudo explica o que já dissemos nos parágrafos anteriores. De acordo com ela, o quiabo contém fibras que ficam por mais tempo no estômago e deixam a pessoa saciada por um período maior. Ao ingerir menos alimento, é de se imaginar que a quantidade de açúcar no sangue também será menor.

Outra coisa importante de ressaltar é que o consumo do quiabo não faz mal à saúde (desde que o diabético não pare com o seu tratamento convencional), pois possui Potássio, fibra dietética, açúcar e proteínas, além das vitaminas A, B6, B12 (o quiabo não tem vitamina B12 conforme observado pelo atento leitor Adriano), C e D. O vegetal também é rico em Cálcio, Ferro e Magnésio.

Ou seja: Mal não vai fazer, mas não pare com o seu tratamento convencional!

A Sociedade Brasileira de Diabetes, associação médica destinada ao estudo da doença, em seu artigo das Diretrizes de 2013/2014, intitulado “Princípios para orientação nutricional no diabetes mellitus”, esclarece que:

“A intervenção nutricional direcionada às pessoas com diabetes tipo 1 aponta a importância de integrar insulina, dieta e atividade física, reforçando o ajuste da terapia insulínica ao plano alimentar individualizado como a chave para o adequado controle metabólico. (…) Portanto, não existe milagre. Substituir insulina ou metformina por quiabo (ou água de quiabo) é escolher o descontrole glicêmico, que pode levar à morte.”

Em outras palavras: Controle seu diabetes com os medicamentos prescritos pelo seu médico, faça exercícios físicos e controle seu peso com uma alimentação balanceada. Se tiver coragem de brincar com a sua saúde e quiser testar a eficácia da água milagrosa de quiabo, fique à vontade. Só não pare com o tratamento convencional.

Ah! E para aqueles que irão escrever nos comentários que o E-farsas foi comprado pelos magnatas da indústria farmacêutica, gostaríamos de lembrar que se o tratamento de diabetes a base de quiabo desse resultado, a “máfia da indústria farmacêutica” já teria criado o “Extrato de Abelmoschus esculentus” em comprimidos para vender (talvez, por preços mais altos do que os da insulina).

O consumo da água de quiabo para o controle do diabetes realmente foi assunto no programa Caldeirão do Huck. No entanto, não há nenhuma comprovação de que o tratamento realmente funcione. Comer quiabo (ou beber a sua água) não faz mal à saúde, mas recomendamos que o diabético que tiver a coragem de brincar com a própria vida e quiser fazer o teste que vá em frente, só NÃO DEIXE DE LADO O TRATAMENTO CONVENCONAL! Não existe produto milagroso que cure o diabetes.

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Fonte E-farsas

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Publicado por em 3 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Leite de alpiste cura diabetes e inúmeras outras doenças! Será?

Apresentação de PowerPoint que circula pela web afirma que o consumo do leite de alpiste trás muitos benefícios à saúde incluindo a cura definitiva do diabetes. Mas será que isso é verdade? Dá uma olhada no PowerPoint clicando aí embaixo:

O alpiste (Phalaris canariensis) é uma planta cultivada pelo homem há tempos e sua semente é um dos principais alimentos para pássaros em cativeiro. Mas será que tudo que é dito na apresentação a respeito do alpiste é real?

Aqui no Brasil essa história apareceu em 2012, mas encontramos versões em outras línguas em postagens anteriores a 2007. Sites e sites elogiando os poderes anti-inflamatórios da semente.

O primeiro parágrafo do texto afirma:

“Recentemente cientistas investigadores da Universidade Nacional Autônoma do México analisaram o grande poder alimentício do alpiste, devido aos grandes benefícios que acarreta às aves.”

A maioria dos textos falsos que rondam a web cita nomes de instituições e/ou profissionais de renome para conseguir mais credibilidade ao que está tentando se passar. Procuramos por estudos nessa área nos sites de universidades mexicanas e… Adivinhem: Nada encontrado.

Para que não fiquem achando que não procuramos direito, segue a lista de sites que usamos em nossas pesquisas:

Caso algum estudo a respeito do uso medicinal do alpiste tivesse sido feito na universidade citada, certamente encontraríamos algo a respeito em algum desses sites.

Outro detalhe interessante de se notar é que o autor (que não assina o texto) afirma que os estudos foram feitos recentemente. Como podemos ver nesse link, desde antes de 2009, já existia a história. Portanto, não é tão recente assim…

Como já mostramos várias vezes aqui no E-farsas, a grande maioria dos textos falsos que circulam pela web não são datados. Dessa forma, quem recebe a história pela primeira vez acredita que o assunto é recente e acaba passando-a adiante.

A planta do alpiste A planta do alpiste (reprodução)

O próximo slide diz:

“E depois de muitas experiências baseadas em método científico descobriram que o alpiste possui uma proteína incrívelmente poderosa, a qual tem seus aminoácidos estáveis o que induz a uma maior eficiência alimentícia no organismo.”

Nem vamos questionar aqui quais foram os “métodos científicos” utilizados e tampouco temos como saber como foi que o autor teve acesso a esse estudo, já que não há nenhum link provando a origem desse “estudo”.

Pra não dizer que não encontramos absolutamente nada a respeito, achamos na Biblioteca da Medicina Tradicional Mexicana uma menção à planta que, traduzindo, diz que:

“[…] que não detectamos uma história de uso medicinal ou química ou estudos farmacológicos para apoiar a sua eficácia.”

Quanto às proteínas, de fato, o alpiste possui várias delas. Essa parte do texto é real. Mas é preciso que fique bem claro aqui que apesar de haver proteínas nessa planta, ela não contém quantidade muito maior do que as encontradas em outras sementes como o trigo, milho, ervilha etc. Possui bastante, mas nada assim… Extraordinário.

Alguns estudos como esse e esse afirmam que o alpiste possui em média 18% de proteínas contra os 15% do trigo. Realmente, um pouco a mais.

Mais adiante, a apresentação de PowerPoint afirma:

“Um copo de leite enzimático de alpiste tem mais proteína que dois ou três kilos de carne mas com aminoácidos estáveis, isto é, que viajam de uma maneira segura e indestrutível até o nosso organismo.”

O autor do texto não soube explicar qual o cálculo usado para se chegar a esse resultado, por isso resolvemos abstrair um pouco e fazer nossas próprias suposições. Vejamos abaixo uma tabela com a quantidade média de proteína presente em alguns tipos de alimentos tendo como base 100g:

tabela de proteinas Tabela de proteínas – fonte: http://pucrs.campus2.br/~thompson/Roca102.pdf

Como podemos notar na tabela acima, seria preciso um copo de mais de 4 litros de leite de alpiste para alcançarmos os 3 quilos (o correto é “quilos” e não “kilos” como escrito no PowerPoint) de carne.

Não estamos aqui defendendo o consumo de carne. Só queremos mostrar que não devemos mudar nossa alimentação baseando apenas em um texto apócrifo e cheio de falhas e erros que circula pela web.

Nos próximos slides, temos:

“As enzimas que o alpiste proporciona têm um imenso poder para desinflamar nossos órgãos, especialmente o fígado, os rins e o pâncreas, o que torna o alpiste um fabuloso regenerador pancreático, isto é, acaba com a diabete em poucas semanas, elimina também a cirrose ao aumentar o controle de hepatócitos do fígado e de passagem, claro, o desinflama, recarrega os  rins de enzimas, favorecendo uma saudável diurese que elimina o excesso de líquidos no corpo,  por isso o alpiste é um lutador incansável contra a hipertensão[…]”

Leite de Alpiste Leite de Alpiste (reprodução do PowerPoint que circula pela web!)

Gostaríamos que tudo isso fosse verdade! No entanto, é bom avisarmos que a maioria das enzimas e proteínas é decomposta no estômago com a ajuda do suco gástrico. É ali que o corpo os converte em componentes básicos pra gerar as substâncias que nosso organismo usará para continuar funcionando. As enzimas que necessitamos no nosso dia-a-dia (com exceção da enzima lactase) são produzidas por diversos órgãos e glândulas do nosso próprio corpo.

Infelizmente, não encontramos nada que comprove a eficácia do consumo do leite de alpiste no combate à diabetes ou às demais doenças citadas no texto.

Nesse link, a Dra Susan Throp explica que não há nenhuma comprovação de que a semente de alpiste realmente cure a diabetes.

No entanto, alguns estudos comprovam que o uso da Phalaris canariensis pode interferir na pressão arterial. Mas, calma! Cada organismo reage de uma forma. O que funciona pra uma pessoa pode não funcionar para outra! É bom também ficar esperto com a superdosagem, pois o consumo exagerado do leite de alpiste pode afetar a pressão!

A seguir, temos:

“Como consumi-lo: apenas deixar de molho cinco colheres de alpiste à noite e pela manhã eliminar a água em que ficou de molho, por as cinco colheres de alpiste embebido no liquidificador, enchê-lo com água pura e bater, o resultado será um leite bem espumoso de  suave sabor que é basicamente uma injeção a favor da saúde  máxima e da forma desejável do corpo,[…]”

Aqui, o autor tomou um cuidado interessante: algumas sementes possuem pelos ou espículas silicosas na natureza e, de acordo com vários estudos (aqui, por exemplo) esses pelos podem ser irritantes à pele e até cancerígenos! Talvez, ao deixar as sementes de molho, o autor está tentando mostrar como retirar tais pelos.

Quase nos últimos slides:

“Nunca acrescente nem fruta nem açúcar, isto está proibido pois o açúcar refinado é um veneno que mata as enzimas e tudo que é bom dos alimentos, já que é muito ácido e nada vivo sobrevive na acidez do açúcar refinado.”

As enzimas não podem morrer pelo simples fato de que não estão vivas. As enzimas são, na sua maioria, compostos de proteínas formadas por uma quantidade variável de aminoácidos. Talvez o autor tenha inserido a palavra “mata” no slide apenas para usar um termo mais popular ao seu texto.

Para finalizar, a apresentação de PowerPoint repete alguns benefícios da ingestão do leite de alpiste e, como toda boa corrente que se preze, pede para ser repassada.

O último slide pede para ser repassado! O último slide pede para ser repassado!

Assim como não estamos fazendo campanha pró-carne, também não estamos apoiando a indústria farmacêutica. Há inúmeros estudos apontando que o uso da medicina popular ajuda na recuperação de pacientes, mas é bom frisar (de novo!) que não se deve deixar o tratamento convencional e se apoiar apenas nos chazinhos e leitinhos.

Faça como o E-farsas: Desconfie de tratamentos milagrosos que você encontra na internet. Já mostramos aqui em diversas ocasiões muitas correntes que andam espalhando por aí com promessas de cura para doenças graves como o câncer. A grande maioria dessas histórias é como a mostrada nesse post:

Não possui autorSão escritas sem dataCitam nomes de pessoas ou de instituições respeitosasPossuem um tom conspiratório (somente quem recebeu o e-mail possui a informação valiosa)Tratam de um assunto que atrai a atenção do leitor (no caso, a cura para doenças)Pedem para ser compartilhado

O leite de alpiste possui algumas das propriedades relatadas no texto. Possui proteínas (não tanto como relatado, apenas 18%) e possui aminoácidos e vitaminas. Estudos em andamento sugerem que a planta possa vir a ajudar aos hipertensos. No entanto, aqui vai a dica de ouro: NUNCA, nunca deixe o tratamento convencional. Tente tratamentos milagrosos alternativos de autores desconhecidos que você viu em um PowerPoint apócrifo, mas NUNCA abandone o tratamento convencional. NÃO BRINQUE COM A SUA SAÚDE.

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Publicado por em 12 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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