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Vendas de tablets devem passar as de PCs em 2015, diz consultoria

As vendas de tablets como o iPad, da Apple, o Galaxy Tab, da Samsung, e o Kindle Fire, da Amazon, devem superar as de PCs já em 2015, de acordo com estudo da consultoria IDC divulgado na quinta-feira (6).

Em 2015 a previsão da IDC aponta que serão vendidos 300,7 milhões de tablets no ano contra 293,5 milhões de PCs. Para 2018, a venda de tablets deve alcançar 383,8 milhões de unidades contra 291,7 milhões de PCs.

Embora a venda de tablets tenha perdido velocidade em 2013, as vendas de PC caíram ainda mais, dando abertura para que os dispositivos aumentassem sua participação no mercado.

De acordo com a IDC, 42% dos americanos possuem um tablet atualmente.

Em 2013, as vendas de PCs, incluindo desktops e notebooks, foi de 315 milhões de unidades em todo o mundo, contra 218 milhões de tablets vendidos. A previsão é que em 2014 este número seja de 295,9 milhões de PCs comercializados contra 260,9 milhões de tablets vendidos.

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Publicado por em 11 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Suíços devem aprovar limitar entrada de imigrantes da União Europeia

Homem vota neste domingo (9) na cidade suíça de Ascona (Foto: AFP)Homem vota neste domingo (9) na cidade suíça de Ascona (Foto: AFP)

Os suíços disseram “sim” para o “fim da imigração em massa” para cidadãos da União Europeia, segundo estimativas do instituto Gfs, publicadas neste domingo (9) à tarde.

“De acordo com as nossas últimas estimativas, 50,4% dos eleitores votaram ‘sim'”, declarou Claude Longchamp, do instituto GfS.

A estimativa tem uma margem de erro de 0,7% para mais ou para menos.

Falta ainda contabilizar os votos de dois grandes cantões, o de Zurique e de Berna.

A maioria dos cantões suíços votaram a favor do texto.

Para que seja adotado, o texto, que tem como objetivo regularizar a imigração por meio de um sistema de contingente e cotas, deve conquistar uma dupla maioria, a maioria dos cantões e a maioria dos votos.

Atualmente, as pesquisas de opinião apontam para uma enorme discrepância entre a Suíça de língua alemã e a Suíça de língua francesa.

O primeiro lado vota a favor do texto, enquanto o segundo é majoritariamente contra, o que pode prejudicar as relações entre a Suíça e a União Europeia, colocando em xeque os acordos de livre-circulação, em vigor desde 2002.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Como as escolas devem ser

Este é um blog de humor, portanto nada aqui deve ser levado a sério. Os comentários contidos aqui são de responsabilidade de seu criador, e não refletem de forma alguma, a opinião do autor do site…. e para esclarecer: Eu não sou parecido com a logomarca do blog. LOL.

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 10 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Corpos de brasileiros mortos na Guiana devem chegar a RR na sexta

Os corpos dos quatro brasileiros mortos em um soterramento na Guiana, na última quinta-feira (26), ainda dependem da liberação das autoridades guianenses para serem traslados até Roraima. Segundo a Secretaria Extraordinária de Assuntos Internacionais, órgão estadual que acompanha o caso, a previsão é que os corpos das vítimas cheguem ao estado somente na sexta-feira (4).

A tragédia matou Tiago Nunes Pinto, de 23 anos, João Gonçalves, de 56 anos, Ronaldo da Silva Souza, de 32 anos, e João Nilson Pinto Mendes. Apenas duas pessoas sobreviveram. Eles trabalhavam em um garimpo localizado na Vila São Martins, às margens do rio Cuyuní, na fronteira entre Venezuela e Guiana.

Os garimpeiros estavam em um barranco com profundidade de 15 metros quando houve o deslizamento de terra, ocasionando a morte das quatro vítimas que moravam em Boa Vista (RR). De acordo com relato de familiares, o grupo estava há pouco tempo trabalhando no país vizinho.

O secretário de Assuntos Internacionais, Eduardo Oestreicher, informou que na sexta-feira (27) os corpos das vítimas foram levados para Georgetown, capital da Guiana, para serem autopsiados e embalsamados.

“Devido ao estado dos corpos, a funerária informou que terá que fazer o embalsamento de uma vítima por dia. O serviço só é realizado à noite, é demorado e começou a ser feito ontem [segunda-feira]. A previsão é que o último corpo seja liberado de quinta para sexta-feira desta semana”, detalha.

A documentação para o traslado das vítimas também está sendo providenciada. Oestreicher disse que foi informado pelo Consulado da Guiana que o Exército do país teria um avião disponível para, em um voo humanitário, trazer os corpos até Lethem, na fronteira com o Brasil.

“A logística do traslado dos corpos das vítimas ainda está sendo definida. Estamos tentando ajuda de todas as partes”, destaca o secretário de Assuntos Internacionais. As famílias dos garimpeiros têm recebido informações sobre os trâmites por meio do órgão estadual.

Fonte G1

 
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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Relatórios climáticos da ONU devem ser mais concisos, dizem críticos

Pôr do sol em deserto na periferia da cidade Minqin, na província chinesa de Gansu, na sexta-feira (20) (Foto: Carlos Barria/Reuters)Pôr do sol em deserto na periferia da cidade Minqin, na província chinesa de Gansu, na sexta-feira (20) (Foto: Carlos Barria/Reuters)

O painel climático da Organização das Nações Unidas (ONU) deveria se preocupar em fazer relatórios mais curtos e focados, em vez de avaliações abrangentes como a que será publicada nesta sexta-feira (27), em Estocolmo, na opinião de vários cientistas e governos.

Os grandes estudos sobre mudanças climáticas, produzidos a cada seis ou sete anos pelo Painel Intergovernamental para a Mudança Climática (IPCC, na sigla em inglês), são muito respeitáveis, mas a produção consome muito tempo e, em alguns casos, os textos se desatualizam rapidamente.

“Um arrasa-quarteirão a cada seis anos não é realmente útil”, disse Myles Allen, professor da Universidade de Oxford e um dos autores que contribuíram com um sumário das conclusões do IPCC a ser apresentado nesta sexta na Suécia.

Muitos especialistas acham que seria aconselhável produzir relatórios mais frequentes e focados sobre secas, inundações e ondas de calor, por exemplo, para avaliar se as mudanças climáticas estão influenciando em sua frequência ou severidade.

Já os relatórios especiais poderiam focar em questões como a produção de alimentos sob um clima em constante mutação, as perspectivas de geoengenharia – projetos para reduzir a incidência de luz solar – ou os riscos de mudanças irreversíveis, como o rápido degelo da Antártica.

3 mil páginas
O IPCC está trabalhando em três relatórios de visão geral, com cerca de 3 mil páginas no total. Os resultados serão divulgados primeiro em um sumário de 31 páginas a ser lançado nesta sexta, após passar quatro dias sendo editado por cientistas e representantes governamentais reunidos em Estocolmo.

Um grande trunfo do IPCC é que as avaliações climáticas são aprovadas tanto por cientistas quanto por governos, o que dá a esses textos uma ampla aceitação nas negociações para um acordo climático global, a ser aprovado até 2015. Possíveis reformas serão discutidas em outubro na Geórgia, na fronteira entre Europa e Ásia.

“Apoio o ciclo global de avaliação, mas argumentamos fortemente pela necessidade de complementá-lo com atualizações frequentes”, disse o diretor do Centro de Resiliência de Estocolmo, Johan Rockstrom.

Sugestões dos países
O governo dos EUA apresentou este ano propostas para reformas no IPCC, também defendendo mais relatórios especiais.

Já a Grã-Bretanha sugeriu ferramentas tipo “wiki”, para permitir atualizações mais frequentes, e a Itália argumenta que não há a “necessidade automática” de mais um grande relatório sobre a ciência das mudanças climáticas, como o que será lançado na Suécia, que deve apontar uma probabilidade de 95% de que o aquecimento global tenha causas humanas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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EUA devem dar férias coletivas sem remuneração a funcionários públicos

O governo federal americano se prepara para dar férias coletivas sem remuneração a milhares de funcionários em uma semana como aconteceu em 1995, se o Congresso não alcança um acordo sobre o gasto público.

As agências federais receberam na semana passada ordens para se prepararem para o pior.

‘Ainda falta tempo para que o Congresso impeça um rombo no orçamento’, escreveu na terça-feira passada Sylvia Burwell, que ocupa as funções de ministra de orçamento. ‘Contudo, uma gestão prudente obriga as (diferentes) repartições’ do Estado ‘a estarem preparadas para essa possibilidade’, que implicaria cortar cargos temporariamente.

Na segunda-feira, o Pentágono deve informar a seus funcionários civis que podem parar de trabalhar, segundo o porta-voz George Little. Já os militares ‘serão pagos, mas talvez não a tempo’, sustentou.

Em 2011, durante uma situação semelhante causada por um bloqueio no Legislativo, o governo de Barack Obama estimou que 800 mil funcionários de 2,1 milhões tenham sido afetados.

Segundo a lei, o Congresso deve votar para aumentar o teto da dívida antes do final do exercício fiscal 2013, na segunda-feira, 30 de setembro, às 23h59.

O Congresso está dividido entre os republicanos que controlam a Câmara de Representantes, chave em questões de orçamento, e o Senado de maioria democrata.

Em geral, na última hora, chegam a um acordo que evita um calote. Contudo, desta vez os republicanos se negam a financiar o governo, se a reforma da saúde do presidente, à qual se opõem, mantiver seu crédito.

O Senado deveria modificar um projeto de orçamento temporário, que amplia o financiamento público até 15 de dezembro e foi aprovado na sexta-feira pela Câmara, que deverá então voltar a votar.

A situação lembra o outono de 1995, quando outro presidente democrata, Bill Clinton, se opunha a um Congresso então totalmente controlado pelos republicanos.

Parques e museus fechados Republicanos e democratas apostam que o rival cederá primeiro.

Em 13 de novembro de 1995, o presidente Bill Clinton vetou um projeto de orçamento considerado muito austero e cerca de 800.000 funcionários se fossem para casa sem pagamento durante cinco dias, em um procedimento conhecido como ‘shutdown’ ou fechamento.

‘Não sabiam o que aconteceria, mas (os republicanos) pensavam que a opinião pública diria a Casa Branca e Clinton como responsáveis’, disse o historiador Steve Gillon, autor de um livro sobre a era Clinton (‘The Pact: Bill Clinton, Newt Gingrich, and the rivalry that defined a generation’; O pacto: Bill Clinton, Newt Gingrich e a rivalidade que definiu uma geração).

O Congresso votou algumas semanas de financiamento adicional, mas no dia 15 de dezembro, novamente, houve um bloqueio. Durante 21 dias, até 6 de janeiro, 284.000 funcionários ficaram desempregados, segundo relatório dos serviços de investigação do Congresso de 1997. Outros 475.000 continuaram trabalhando sem receber pagamento.

Os serviços essenciais (Exército, FBI, Justiça, Segurança Nacional, controle de tráfego aéreo) não foram incluídos no fechamento, mas os programas considerados não essenciais, foram fechados.

Os Institutos Nacionais de Saúde não aceitaram mais pacientes para seus projetos de pesquisa. Os Centros de Controle e Prevenção de Enfermidades (CDC), vigilância sanitária do país, suspenderam a vigilância de enfermidades.

Alguns projetos de descontaminação foram interrompidos. As forças de ordem suspenderam as contratações. Milhares de pedidos de vistos e passaportes ficaram para trás.

Em Washington, cujo orçamento depende diretamente do Congresso, em novembro, as lixeiras transbordaram e o lixo não foi recolhido durante vários dias.

O efeito mais visível aconteceu sobre o turismo: os 368 locais e parques naturais administrados pelo National Park Service foram fechados imediatamente, assim como todos os museus, em particular em Washington, com impacto sobre sete milhões de turistas, segundo o governo.

O presidente da Câmara, Newt Gingrich, foi considerado responsável pelos americanos e buscou um compromisso com Clinton: só depois de sete anos o orçamento seria reequilibrado.

Segundo Gillon, este episódio ilustra ‘a vantagem institucional do presidente’ neste tipo de luta. Este historiador prevê que ‘os republicanos pagarão um preço político’ se o governo federal for obrigado a uma ‘suspensão parcial’ dos pagamentos em outubro.

Em 1995, os funcionários públicos recuperaram em todos os casos os salários que eram devidos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de setembro de 2013 em Brasil

 

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EUA não devem aguardar relatório da ONU sobre armas para atuar na Síria

O secretário de Estado americano, John Kerry, alertou neste sábado (7) em Vilna a seus colegas europeus que os Estados Unidos não se comprometeram a aguardar o relatório da ONU sobre armas químicas na Síria para uma possível intervenção militar contra Damasco, informou uma fonte americana.

Durante uma reunião com os 28 ministros das Relações Exteriores dos países da União Europeia (UE), Kerry “afirmou que informaria à equipe de segurança nacional sobre as recomendações de alguns membros da UE de esperar os resultados da inspeção da ONU”, explicou à AFP a fonte do Departamento de Estado.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

Mas o chefe da diplomacia americana “também disse claramente que os Estados Unidos não decidiram esperar” este relatório antes de uma possível ação, afirmou a fonte diplomática, que estava presente na sala de negociações da capital da Lituânia, país que preside atualmente a UE.

Kerry tentou neste sábado convencer a UE a apoiar a ideia de uma intervenção militar na Síria, um dia depois da reunião do G20 na qual o presidente americano, Barack Obama, não conquistou um grande respaldo ao projeto.

A maioria dos 28 países da UE, com exceção da França e Dinamarca, se mostram reticentes ou contrários a uma ação militar.

A comunidade internacional espera a divulgação do relatório dos especialistas da ONU, que visitaram a região de Damasco onde aconteceram os ataques químicos de 21 de agosto.

Apesar do apoio do governo do presidente francês, François Hollande, a uma intervenção, uma pesquisa mostra que 68% dos franceses são contrários a uma participação do país em um eventual operação militar internacional na Síria.

A pesquisa do instituto Ifop foi publicada neste sábado pelo jornal “Le Figaro”.

A sondagem mostra que 36% dos franceses são favoráveis a uma intervenção 55% contrários.

Questionados em seguida sobre a participação militar do país em um eventual intervenção, 68% dos entrevistados responderam de maneira negativa.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de setembro de 2013 em Brasil

 

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