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Mulher é detida ao tentar entrar nos EUA escondida em mala

Na tentativa de cruzar a fronteira entre México e Estados Unidos, uma mulher foi flagrada pelos agentes tentando entrar no país dentro de uma mala.

Oficiais da fronteira dos EUA flagraram mulher tentando entrar no país escondida em mala (Foto: U.S. Customs and Border Protection/AP)Oficiais da fronteira dos EUA flagraram mulher tentando entrar no país escondida em mala (Foto: U.S. Customs and Border Protection/AP)

A imigrante de 48 anos foi descoberta quando os agentes inspecionaram uma caminhonete que tentava entrar nos EUA pela cidade de Nogales, no estado do Arizona.

Ela estava escondida embaixo de roupas dentro de uma mala grande, em um veículo dirigido por um homem de 56 anos, morador da cidade de Phoenix, capital do estado.

O nome da mulher não foi divulgado pela polícia.

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Publicado por em 9 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Ativista brasileira detida na Rússia obtém visto para deixar o país

Ana Paula Maciel, ativista do Greenpeace, se encontra no aeroporto de São Petersburgo, na Rússia, com a sobrinha Alessandra e a mãe, Rosângela, neste domingo (24) (Foto: Dmitri Sharomov / Greenpeace)Ana Paula se encontra no aeroporto de São
Petersburgo, na Rússia, com a sobrinha
Alessandra e a mãe, Rosângela, em 24 de
novembro (Foto: Dmitri Sharomov/Greenpeace)

A bióloga brasileira Ana Paula Maciel, de 31 anos, obteve o visto de saída da Rússia, informou o Greenpeace Brasil, nesta sexta-feira (27). O visto era necessário para que ela pudesse voltar para a casa desde que a anistia do grupo  “Os 30 do Ártico” foi aprovada pelo Parlamento russo.

Ana Paula embarca ainda nesta sexta-feira com destino ao Brasil. Ela segue a Porto Alegre, onde passará o Réveillon com a família. A chegada da brasileira em Porto Alegre está prevista para acontecer às 11h deste sábado, 28, no Aeroporto Internacional Salgado Filho.

“Deixo a Rússia da mesma maneira como entrei: de cabeça erguida e com a consciência limpa. Temos a convicção de que fizemos o bem para proteger o planeta para esta e as futuras gerações. É uma vergonha um país permitir que tamanha injustiça tenha acontecido para defender os interesses das empresas de petróleo”, declarou Ana Paula.

Há 100 dias, um protesto pacífico causou a prisão dos ativistas do Greenpeace Internacional. Ana Paula e os 25 integrantes do grupo de nacionalidade não russa dependiam de uma autorização do Serviço Federal de Imigração para deixar o país, já que foram tirados de águas internacionais e levados presos pela guarda costeira.

Todos os estrangeiros já obtiveram seu visto de saída. Até o momento, sete deles, segundo o Greenpeace Brasil, já deixaram a Rússia e o restante deve partir entre hoje e o fim de semana. Segundo o Greenpeace, o sueco Dmitri Litvínov foi o primeiro tripulante do Arctic Sunrise a deixar o território russo na quinta-feira (26).

Crime não foi cometido
“Eles só pararam com as investigações. O que vai acontecer é que eles param de investigar, e colocam no seu histórico que fui acusada de vandalismo e recebi  a anistia. Continua não sendo justo”, disse Ana Paula, em entrevista ao G1.

Em sua opinião, o mais correto seria isentar de acusação o grupo de 30 pessoas detidas por protestar numa plataforma de petróleo no Ártico. “Recebemos a anistia por um crime que não cometemos. Estou preocupada pelos meus companheiros russos, pois eles terem uma ficha criminal dessa aqui na Rússia, é complicado”.

O britânico Anthony Perrett, primeiro militante do Greenpeace a receber visto russo, mostra seu passaporte com o visto russo. (Foto: AFP Photo/Olga Maltseva) Anthony Perrett foi o primeiro ativista do
Greenpeace a receber visto para deixar a Rússia
(Foto: Olga Maltseva/AFP)

Ana Paula  está afastada dos amigos e familiares há cinco meses – dois meses embarcada no navio Arctic Sunrise e três meses detida em Murmansk e São Petersburgo.

A brasileira diz que, por enquanto, não tem uma nova ação planejada, mas deve voltar a uma embarcação da organização ambientalista tão logo esteja descansada do período que passou presa.

Ana Paula ainda se preocupa com o que acontecerá com o navio que levou os ativistas até a plataforma da empresa Gazprom no extremo norte do globo. “Não temos ideia de quando pretendem devolver o navio. É um processo. Metade  do meu coração fica em Murmansk, pois o barco era nossa casa. Nos últimos cinco anos, vivi uns três anos dentro dele”, calcula.

A bióloga brasileira ainda lamentou que a ação do Greenpeace não impediu a companhia russa de explorar o petróleo na região ártica. “É um ciclo vicioso. As empresas exploram o petróleo, o uso de combustíveis fósseis aquece o planeta, fazendo o gelo do Ártico recuar e permitindo que áreas cada vez mais ao norte sejam exploradas”, disse.

Ativista brasileira Ana Paula Maciel é escoltada por policiais russos (Foto: Evgeny Feldman/AP)Ativista brasileira é escoltada por policiais russos, quando ainda estava detida (Foto: Evgeny Feldman/AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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‘Fomos anistiados por um crime que não cometemos’, diz brasileira detida

Fonte G1

 
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Publicado por em 2 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Ato em São Paulo pede libertação de ativista brasileira detida na Rússia

Ativistas do Greenpeace pedem a libertação dos 30 detidos, incluindo uma brasileira, na Rússia (Foto: Eduardo Carvalho/G1)Ativistas do Greenpeace pedem a libertação dos 30 detidos, incluindo uma brasileira, na Rússia (Foto: Eduardo Carvalho/G1)

Com tambores de maracatu, cartazes, gritos e até “ursos polares”, ativistas do Greenpeace se reuniram na manhã deste sábado (5) no vão livre do Masp, na Avenida Paulista, para pedir pela libertação da brasileira Ana Paula Maciel, detida na Rússia desde o mês passado com outros 29 integrantes da ONG após protesto em uma plataforma de petróleo, no Ártico.

O grupo, pouco mais de cem pessoas, pedia aos que passavam pela região que assinassem uma petição pública, que será enviada à presidência da República e ao embaixador da Rússia no Brasil, em favor da libertação da brasileira.

Detidos desde o dia 18 de setembro, quando o navio Arctic Sunrise, do Greenpeace, foi interceptado no Mar do Norte, nesta semana os 30 ativistas foram acusados formalmente pela Justiça russa por pirataria e, se condenados, podem cumprir penas de até 15 anos de prisão.

Advogados da organização encaminharam recursos contra a recusa da promotoria de estabelecer fiança aos acusados, mas todas as tentativas da defesa foram arquivadas, segundo a organização.

Manifestante vestido de Urso polar pede a libertação da ativista brasileira Ana Paula Maciel. Integrantes da ONG foram detidos durante ato no Ártico em que pediam pela não exploração de petróleo na região (Foto: Eduardo Carvalho/G1)Manifestante vestido de Urso polar pede a
libertação da ativista brasileira Ana Paula Maciel.
Integrantes da ONG foram detidos durante ato
no Ártico em que pediam pela não exploração
de petróleo na região (Foto: Eduardo Carvalho/G1)

Por uma causa global
De acordo com Fernando Rosseti, diretor-executivo do Greenpeace, a manifestação não é contra a Rússia ou contra o povo russo, mas sim pelo direito de protestar pacificamente. “É por uma causa que beneficia todos, que é a não perfuração e exploração de petróleo no Ártico”, disse, explicando o motivo principal do protesto do Greenpeace no Ártico.

Também presente na manifestação estava a mãe da ativista brasileira, Rosangela Maciel, 56 anos, com a irmã e sobrinha de Ana Paula. Em sua primeira visita a São Paulo, a moradora de Porto Alegre torce para que a filha seja libertada logo.

Ela contou que a filha sempre teve vocação para o ativismo, mas que nunca informou à família os riscos que ela poderia correr ao participar de protestos com o Greenpeace. “Ela só avisava para onde estava indo, talvez para não nos preocupar”, disse.

Rosangela disse também que não vai pedir para Ana Paula parar com as ações como ativista. “Eu não tenho esse direito”. Ao falar com os presentes na manifestação no vão livre do Masp, ela pediu que “cada um tenha um pedaço da Ana Paula” e pediu que energias positivas sejam enviadas à filha.

Na sexta-feira (4), Rosangela enviou uma carta ao Planalto pedindo uma audiência com a presidente Dilma Rousseff, onde faria um apelo para que o governo ajude a libertar a brasileira. “Agora estou esperando a resposta”, comentou.

Entenda o caso
A embarcação Arctic Sunrise foi interceptada pela guarda costeira russa no mar ao norte do país. O grupo de 30 pessoas, 28 ambientalistas e dois jornalistas, ficou detido no navio, sendo posteriormente conduzido a um tribunal de Murmansk. Lá, foram colocados em celas provisórias.

Os ativistas condenados procedem de 19 países: Brasil, Rússia, EUA, Argentina, Reino Unido, Canadá, Itália, Ucrânia, Nova Zelândia, Holanda, Dinamarca, Austrália, República Tcheca, Polônia, Turquia, Dinamarca, Finlândia, Suécia e França.

Nesta semana, o Ministério das Relações Exteriores divulgou que o embaixador do Brasil na Rússia, Fernando de Mello Barreto, deve assinar uma “carta de garantia” destinada aos advogados de defesa da brasileira Ana Paula Maciel.

Segundo o Itamaraty, o instrumento fornecido pela diplomacia brasileira atende a um pedido dos advogados de Ana Paula, que tem o intuito de garantir ao governo russo que a a brasileira vai comparecer a todas as audiências solicitadas.

A carta poderá ser utilizada pela defesa para pedir que a ativista responda ao processo em liberdade. De acordo com o Itamaraty, a instrução para a elaboração da carta foi dada pelo ministro brasileiro, Luiz Alberto Figueiredo Machado. Dez advogados, todos da Rússia, trabalham na defesa dos ativistas detidos.

Ativistas do Greenpeace seguram faixa na Avenida Paulista durante manifestação realizada neste sábado (Foto: Eduardo Carvalho/G1)Ativistas do Greenpeace seguram faixa na Avenida Paulista durante manifestação realizada neste sábado (Foto: Eduardo Carvalho/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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‘É angustiante’, diz mãe de ativista brasileira detida em navio na Rússia

Mãe Ana Paula ativista do Greenpeace detida na Rússia (Foto: Ivani Schutz/RBS TV)Rosângela aguarda notícias da filha que está sob custódia em navio na Rússia (Foto: Ivani Schutz/RBS TV)

A família da bióloga Ana Paula Alminhana Maciel espera para esta segunda (23) ou terça-feira (24) uma definição sobre a situação da gaúcha que está entre os 30 ativistas do Greenpeace mantidos sob custódia da guarda costeira do país dentro de uma embarcação desde quarta-feira (18). Segundo a ONG, a brasileira integra a tripulação fixa da embarcação Arctic Sunrise, utilizada para ações ambientais na região do Ártico. Quatro ativistas tentaram invadir uma plataforma russa, mas foram surpreendidos por guardas armados com fuzis.

Fotos família ativista Greenpeace (Foto: Ivani Schutz/RBS TV)Ativista do Greenpeace aparece em fotos da família
(Foto: Ivani Schutz/RBS TV)

“É angustiante, mas eu estou tranquila. O Greenpeace está em contato com a gente, com o advogado, com a embaixada brasileira e com o ministério da Holanda. Se ela for deportada, deve voltar direto para Porto Alegre”, diz ao G1 a mãe, Rosângela.

Fora do Brasil desde o dia 11 de junho, a previsão inicial era de Ana Paula voltar ao país por volta do dia 20 de outubro. Entretanto, após a ação em que os manifestantes tentaram escalar a plataforma de petróleo Prirazlomnaya da companhia Gazprom, na região do Mar de Pechora, o destino da gaúcha é incerto.

Segundo o Greenpeace, o Comitê de Investigação Russo anunciou que está cogitando acusar a ONG  de pirataria. Para a organização, a acusação é uma tentativa de justificar a entrada da guarda costeira russa no navio quando ele estava em águas internacionais.

Rosangela Macial aguarda notícias da filha detida na Rússia (Foto: Ivani Schutz/RBS TV)Rosangela Macial aguarda notícias da filha detida
na Rússia (Foto: Ivani Schutz/RBS TV)

“O problema é essa possibilidade de a Rússia acusar os integrantes do navio de pirataria. Eu fico receosa com isso, mas é preciso esperar para ver o que vai acontecer. Estou com telefone de contato do Greenpeace para qualquer dúvida, mas espero por notícias”, conta a mãe.

Bióloga, Ana Paula começou a atuar em defesa das causas ambientais em 2006. Segundo a coordenadora da organização no Brasil, Fabiana Pereira, o grupo fazia uma manifestação pacífica quando foi reprimido pelas autoridades russas.

“As informações que eles passaram eram que os ativistas estavam sendo rendidos com armas na cabeça, de certa maneira agressiva, e que eles estavam tentando abrir a porta para render eles também”, contou a coordenadora de clima e energia do Greenpeace no país.

A brasileira Ana Paula Maciel, que está sob custódia da Guarda Costeira da Rússia (Foto: Divulgação/Greenpeace/Nick Cobbing)A brasileira Ana Paula está sob custódia da Guarda
Costeira da Rússia (Foto:Divulgação/Nick Cobbing)

Em nota, o Greenpeace informou que ninguém ficou ferido na abordagem do navio. O escritório brasileiro da ONG diz que entrou em contato com a Divisão de Assistência Consular do Ministério de Relações Exteriores relatando o ocorrido e pedindo auxílio ao governo brasileiro.

O G1 tenta entrar em contato com o Itamaraty desde a sexta-feira (20), mas não obteve retorno. A embaixada brasileira em Moscou disse ao Jornal Nacional que entrou em contato com as autoridades russas para solicitar informações sobre o caso e prestar assistência à brasileira.

Ativistas do Greenpeace escalam a plataforma de óleo russa Prirazlomnaya, da estatal russa Gazprom, na costa do Mar de Pechora. A guarda costeira chegou a dar um tiro de alerta para conter o ato, que visava impedir a exploração da área sensível do Ártico. (Foto: Denis Sinyakov/Greenpeace/AFP)Ativistas do Greenpeace escalam a plataforma de óleo russa Prirazlomnaya, da estatal russa Gazprom, na costa do Mar de Pechora. (Foto: Denis Sinyakov/Greenpeace/AFP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Diretora de museu que expôs quadro de Putin com roupa feminina é detida

Obra estava em exposição em museu em São Petersburgo. (Foto: Reuters)Obra estava em exposição em museu em São Petersburgo (Foto: Reuters)

A polícia russa deteve na terça-feira (3) Tatiana Titova, diretora do Museu do Poder em São Petersburgo, que ficou famosa no mês passado ao expor um quadro do presidente russo, Vladimir Putin, usando roupa íntima feminina.

“Titova foi detida durante a madrugada após reabrir as portas do museu que tinha sido fechado pelas forças de segurança de São Petersburgo”, afirmou nesta terça-feira à Agência Efe Aleksandr Donskói, fundador do citado museu, que expõe a visão dos dirigentes políticos aos olhos dos artistas russos.

Donskói explicou que “Titova foi presa imediatamente após começar a pendurar de novo os quadros nas paredes do Museu do Poder”, que foi fechado em 26 de agosto.

Segundo informou a Polícia russa às agências locais, Titova foi liberada, mas detida novamente horas depois e transferida a uma delegacia.

Donskói, ex-prefeito da cidade de Arkhangelsk (norte), denunciou que as forças da ordem da antiga capital imperial também entraram nesta quarta “sem mostrar documentação alguma” no estabelecimento “Ponto G”, uma espécie de museu do sexo de sua propriedade com filial em Moscou.

Durante essa invasão, a polícia confiscou o quadro “Wrestling”, onde Putin e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, aparecem despidos e com gigantescos pênis em cores que se assemelham a mísseis balísticos.

Donskói lembrou que o pintor russo Konstantin Altunin – autor do controvertido quadro que retrata Putin fantasiado e o primeiro-ministro russo, Dmitri Medvedev, usando sutiã – fugiu para França, onde solicitou asilo político por se sentir perseguido.

Essa pintura, intitulada “Travestis”, foi expropriada pela polícia junto a outras três obras após a denúncia do deputado Vitali Milonov, do partido governista Rússia Unida, famoso por ter impulsionado a polêmica lei que castiga a propaganda homossexual.

No final de agosto, Altunin escreveu uma carta para Putin desde Paris para exigir que suas pinturas sejam devolvidas e pediu ao chefe do Kremlin que “erradique a censura na arte”.

O pintor também se dirigiu por escrito aos líderes do G20, que se reunirão nesta semana em São Petersburgo. “Espero que possam falar pessoalmente com Putin sobre a censura da arte e pedir que me devolva meus quadros”.

O Museu do Poder abriu suas portas em 15 de agosto no centro de São Petersburgo e iniciou sua incursão no mundo cultural da segunda maior cidade russa com a exposição ‘”Governantes”, de Altunin.

Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Diretora de museu que expôs quadro de Putin com roupa feminina é detida

Obra estava em exposição em museu em São Petersburgo. (Foto: Reuters)Obra estava em exposição em museu em São Petersburgo (Foto: Reuters)

A polícia russa deteve na terça-feira (3) Tatiana Titova, diretora do Museu do Poder em São Petersburgo, que ficou famosa no mês passado ao expor um quadro do presidente russo, Vladimir Putin, usando roupa íntima feminina.

“Titova foi detida durante a madrugada após reabrir as portas do museu que tinha sido fechado pelas forças de segurança de São Petersburgo”, afirmou nesta terça-feira à Agência Efe Aleksandr Donskói, fundador do citado museu, que expõe a visão dos dirigentes políticos aos olhos dos artistas russos.

Donskói explicou que “Titova foi presa imediatamente após começar a pendurar de novo os quadros nas paredes do Museu do Poder”, que foi fechado em 26 de agosto.

Segundo informou a Polícia russa às agências locais, Titova foi liberada, mas detida novamente horas depois e transferida a uma delegacia.

Donskói, ex-prefeito da cidade de Arkhangelsk (norte), denunciou que as forças da ordem da antiga capital imperial também entraram nesta quarta “sem mostrar documentação alguma” no estabelecimento “Ponto G”, uma espécie de museu do sexo de sua propriedade com filial em Moscou.

Durante essa invasão, a polícia confiscou o quadro “Wrestling”, onde Putin e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, aparecem despidos e com gigantescos pênis em cores que se assemelham a mísseis balísticos.

Donskói lembrou que o pintor russo Konstantin Altunin – autor do controvertido quadro que retrata Putin fantasiado e o primeiro-ministro russo, Dmitri Medvedev, usando sutiã – fugiu para França, onde solicitou asilo político por se sentir perseguido.

Essa pintura, intitulada “Travestis”, foi expropriada pela polícia junto a outras três obras após a denúncia do deputado Vitali Milonov, do partido governista Rússia Unida, famoso por ter impulsionado a polêmica lei que castiga a propaganda homossexual.

No final de agosto, Altunin escreveu uma carta para Putin desde Paris para exigir que suas pinturas sejam devolvidas e pediu ao chefe do Kremlin que “erradique a censura na arte”.

O pintor também se dirigiu por escrito aos líderes do G20, que se reunirão nesta semana em São Petersburgo. “Espero que possam falar pessoalmente com Putin sobre a censura da arte e pedir que me devolva meus quadros”.

O Museu do Poder abriu suas portas em 15 de agosto no centro de São Petersburgo e iniciou sua incursão no mundo cultural da segunda maior cidade russa com a exposição ‘”Governantes”, de Altunin.

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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Brasil

 

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