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Jovem perde iPhone na neve e acha 1 semana depois com detector de metal

O jovem Chris Wong, que havia perdido o iPhone enquanto esquiava com os amigos, mostrou que um pouco de teimosia vale a pena ao encontrar o aparelho enterrado na neve uma semana depois, com a ajuda de um detector de metais (assista ao vídeo).

Chris Wong deixou celular cair enquanto esquiava com os amigos (Foto: Reprodução/YouTube/Chris Wong)Chris Wong deixou celular cair enquanto esquiava com os amigos (Foto: Reprodução/YouTube/Chris Wong)

Na gravação, Wong explica que o celular caiu do bolso da jaqueta durante uma descida, e que ele só teria percebido depois. Ao voltar para casa, o rapaz teve a ideia de comprar um detector de metais para voltar ao mesmo lugar no fim de semana seguinte para tentar encontrar o aparelho, mesmo com os amigos afirmando que isso seria impossível.

Após algum tempo de busca, o detector começou a apitar e, para a surpresa de Chris, o celular estava ali, enterrado em poucos centímetros de neve. Toda a aventura foi gravada em primeira pessoa, com a ajuda de uma câmera acoplada à cabeça de Chris.

Depois de reencontrar o amigo e colocar o smartphone em uma embalagem com arroz por algumas horas (o que ajuda a retirar a água de dentro do aparelho, caso ele tenha sido molhado), Chris liga o celular na tomada e, para sua surpresa de todos, ele estava funcionando sem problemas.

O vídeo que registra a “missão impossível” de Chris Wong atrás de seu celular fez bastante sucesso na rede, e foi assistido mais de 100 mil vezes.

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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Cientistas se inspiram na ave peru para criar detector químico portátil

Peru ficou 'gigante' ao ser fotografado perto de estádio nos EUA (Foto: Kirby Lee-USA TODAY Sports/Reuters)Capacidade de mudança de cor dos perus inspirou cientistas para criar um ‘sinalizador’ de produtos químicos (Foto: Kirby Lee-USA TODAY Sports/Reuters)

Cientistas se inspiraram nos perus e na faculdade de sua pele de mudar de cor para criar um detector capaz de sinalizar a presença de substâncias químicas perigosas no ar, com a ajuda de um simples celular.

“Em nosso laboratório, nós estudamos como a luz é criada e alterada e, em seguida, usamos o que aprendemos para fabricar novos aparelhos” resumiu Seung-Wuk Lee, que leciona bio-engenharia na Universidade da Califórnia em Berkeley.

Curiosamente, o cientista se interessa nas propriedades físicas do peru, ave que é o ingrediente principal dos pratos tradicionais das festas de fim de ano.

Ele garante que a pele do peru é capaz de passar do vermelho ao azul e do azul ao branco, devido a “pacotes” de colágeno (proteína fibrosa, a mais conhecida do reino animal) salpicados de vasos sanguíneos muito densos. Esta característica camaleônica rendeu ao peru o apelido de “ave de sete faces” em coreano e em japonês.

Os cientistas descobriram que o espaçamento entre as fibras de colágeno se modifica porque os vasos sanguíneos se dilatam ou contraem influenciados pelo humor da ave, quando ela se excita ou fica brava, por exemplo. E é o tamanho dos espaços entre as fibras que altera a forma como a pele reflete a luz, fazendo-a variar em consequência da cor da cabeça e do pescoço do animal.

Vírus ajudam no processo
Lee e sua equipe descobriram uma técnica que reproduz este fenômeno natural, com a ajuda de vírus inofensivos para o homem – os bacteriófagos M13 -, cuja estrutura filamentosa lembra um pouco as fibras de colágeno. Os “pacotes nanométricos” 05 dos vírus também são capazes de se dilatar ou contrair para mudar de cor e reagem de forma diferente em função da substância química à qual são expostos.

Quando na presença de hexano (um solvente tóxico), de metano ou outros hidrocarbonetos, estes biossensores incham rapidamente, mas não da mesma forma, criando uma gama de cores específica à substância em questão, como uma “impressão química” visual. Eles reagem também aos vapores de TNT, um poderoso explosivo, com uma concentração de apenas 300 partes por bilhão.

Os pesquisadores criaram um aplicativo móvel, denominado “iColour Analyser”, que permite identificar facilmente substâncias tóxicas ou explosivas com a ajuda de uma simples foto de faixas de cor do detector, tirada de um celular, asseguraram no estudo, publicado nesta terça-feira (21) na revista “Nature Communications”.

“Nosso sistema é prático e barato de fabricar”, assegurou Seung-Wuk Lee. “Nós também demonstramos que esta tecnologia pode ser adaptada de forma a que os smartphones analisem a impressão do alvo químico. No futuro, será possível utilizar o mesmo procedimento para um teste de detecção de câncer ou de outras doenças ao analisar o hálito”, acrescentou.

As razões pelas quais os encaixes nanométricos do vírus M13 se dilatam quando expostos a substâncias químicas ainda são um mistério. ‘É possível que a pequena quantidade de água no bacteriófago tenha reagido a vapores químicos’, anteciparam em um comunicado publicado pela universidade.

Os detectores biológicos também são capazes de medir visualmente a taxa de umidade do ar, entre 20% e 90%: eles ficam avermelhados quando o ar está úmido e azuis quando o ar está seco.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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