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Síria não conseguirá cumprir prazo para destruir armas, diz agência

A Síria não vai conseguir cumprir um prazo maior, que termina semana que vem, para destruir suas instalações de produção de armas químicas, disseram fontes da Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq) nesta quinta-feira (6).

A Síria declarou 12 locais de produção à Opaq e tem até 15 de março para destrui-los sob um acordo alcançado com ajuda dos Estados Unidos e da Rússia. Damasco não cumpriu vários prazos estabelecidos no acordo.

“(O prazo) certamente não será cumprido”, disse uma autoridade envolvida nas discussões com a Síria, se referindo ao dia 15 de março.

O funcionário, que pediu para não ser identificado, disse que havia sete hangares de aviões e cinco instalações subterrâneas. “Nenhum deles foi destruído até o momento”, disse.

As autoridades sírias não puderam ser imediatamente contatados para comentar o assunto.

A Síria concordou no ano passado em destruir todas as instalações de armas químicas e entregar 1.300 toneladas de agentes tóxicos para uma missão conjunta da Opaq e da Organização das Nações Unidas (ONU).

O país tem até 30 de junho para eliminar seu programa de armas químicas completamente.

O acordo evitou que os EUA atacassem militarmente a Síria, depois de ataque com gás sarin matar centenas de pessoas nos arredores de Damasco em 21 de agosto.

A Síria já perdeu o prazo de 5 de fevereiro para enviar todos os produtos químicos ao exterior para sua destruição e está semanas atrasada em relação ao cronograma estabelecido no acordo.

arte síria versão 18.02 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

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Publicado por em 7 de março de 2014 em Brasil

 

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Dinamarquesa acusa diplomata brasileiro de ‘destruir’ apartamento

A empresária dinamarquesa Inge Correll (Foto: Reprodução/Setup by Inge Correll)A empresária dinamarquesa Inge Correll (Foto:
Reprodução/Setup by Inge Correll)

Um diplomata brasileiro foi condenado a pagar o equivalente a cerca de R$ 40 mil a uma empresária dinamarquesa por falta de pagamento do aluguel de um apartamento em Copenhague e pelos danos que teriam sido causados ao imóvel durante sua estadia, alegados pela proprietária. O diplomata, por meio de seu advogado, nega as acusações, diz que é vítima de uma tentativa de extorsão e que foi alvo de comentários racistas por parte da empresária.

O caso foi publicado originalmente no jornal dinamarquês “BT” e ganhou destaque no Brasil depois de ser noticiado pela “Folha de S.Paulo”.

Paulo Fernando Pinheiro Machado atuava como segundo secretário na Embaixada do Brasil em Copenhague e alugou um apartamento da empresária e especialista em etiqueta Inge Correll em setembro de 2009. Ele viveu no local com sua mulher até dezembro de 2012.

No segundo semestre do ano passado, segundo a empresária, o diplomata parou de pagar o aluguel. Ele deixou o apartamento em dezembro de 2012 – de acordo com seu advogado, o pagamento dos três últimos meses não foi feito para compensar o depósito que ele havia feito como caução no início do contrato. “Ela se envolveu em vários escândalos, que davam conta de uma situação financeira precária”, explicou o advogado Marco Aurélio Schetino ao G1.

Inge nega ter sofrido problemas financeiros e alega ter tido dificuldades para ter acesso ao apartamento tanto durante o período do aluguel quanto após a saída do inquilino, que não teria entregado as chaves. “Eu queria vender o apartamento quando ele saísse, mas ele não me deixava entrar e colocou uma tranca especial na porta sem me informar. Quando ele saiu, não recebi minhas chaves, e tive que chamar um chaveiro para conseguir entrar”, contou a empresária ao G1.

O advogado do diplomata diz que seu cliente era “assediado” pela empresária. “Era complicado, ela telefonava no meio da noite, queria fazer vistorias, com o intuito de tirar dinheiro, sabendo que é um diplomata, que a chancelaria pagaria”, explicou Schetino.

A empresária relatou ter sofrido um choque ao conseguir entrar no apartamento. “Encontrei grandes buracos no piso, cadeiras quebradas, roupas de cama sujas, manchas e sujeira nos banheiros e cozinha, algumas coisas haviam sumido e as plantas estavam mortas”, afirmou.

As acusações são rebatidas pelo advogado. “Buraco no chão não havia de maneira alguma. Ele é uma pessoa bem educada, do Itamaraty, que tem uma seleção muito apurada. Na realidade, nessa cobrança que ela fez, ela inflacionou as contas, para que ela pudesse não devolver o depósito e cobrar mais um pouco”, afirmou Schetino.

Segundo o advogado, não há um laudo de vistoria do imóvel nem na entrada nem na saída de seu cliente. Inge diz que houve uma pequena inspeção no dia que Pinheiro Machado pegou as chaves, e disse que ele não compareceu no dia em que houve a inspeção final, quando o contrato terminou.

A empresária disse ter tentado entrar em contato com Pinheiro Machado diversas vezes, mas sem sucesso. Em janeiro de 2013, ela resolveu processá-lo pelo valor que acreditava ser devido. Em 31 de janeiro, o diplomata foi condenado em 31 de janeiro de 2013 a pagar uma indenização de cerca de 92.949 coroas dinamarquesas (cerca de R$ 40 mil) para a empresária.

O valor inclui, segundo comunicação recebida pelo o advogado de Pinheiro Machado, gastos com chaveiro, reparo do chão, limpeza de janelas, limpeza do apartamento, lavagem a seco das cortinas, lavar e passar roupas de cama – além de um depósito no valor 8.775 coroas dinamarquesas relativo ao porão (cerca de R$ 3,8 mil) e a cobrança de 4,8 mil coroas dinamarquesas por plantas que morreram do lado de fora da casa, entre outras coisas. “Ninguém em sã consciência vai pagar isso por plantas”.

Questionamento
Schetino disse que seu cliente não reconhece a condenação por não ter sido comunicado sobre o processo, que aconteceu sem sua notificação. “Todo réu tem que entrar no processo. E nesse caso não aconteceu, esse processo para nós é inexistente. Não existe validade que se possa dar a essa sentença”, explica o advogado.

O fato de a ação ter sido realizada em uma corte que não é a competente para o caso também é questionado. “Ela entrou em um órgão inapropriado, um meio que não se aplica ao canal efetivo para o caso, que seria por um meio apropriado por chancelaria. Ela obteve algo como determinação notarial, sem a comunicação forma da chancelaria brasileira, por ser diplomata e ser estrangeiro, não esta submetido ao estatuto jurídico dinamarquês. Ela imaginou que com uma ‘sentença’ poderia extorqui-lo.”

O advogado explica que os dois tiveram uma relação complicada desde o início do contrato. “Ela tinha uma conduta antibrasileira, antilatina. Fez comentários contra ele como ‘macaco latino-americano’, aos quais ele não respondia por conta de sua posição. Não foi nem uma ou duas vez que ela o chamou de macaco latino-americano.”

Inge rebate as acusações. “Tudo isso é mentira”, disse a empresária.

Transferência
Quando ocorreu a condenação, Pinheiro Machado já havia sido transferido para a Suécia, onde trabalha atualmente na Embaixada do Brasil em Estocolmo.

Em outubro de 2013, Inge procurou a Embaixada da Dinamarca na Suécia e pediu ajuda com o caso. A Embaixada dinamarquesa notificou a Embaixada brasileira, mas nada foi feito. Em comunicado ao “BT”, a Embaixada da Dinamarca na Suécia informou que infelizmente, como se trata de um problema pessoal com um único diplomata, nada mais pode ser feito além da notificação de que houve um problema.

“Aparentemente ele não quer pagar o que a corte dinamarquesa o condenou. Para mim, a embaixada brasileira deveria pagar o valor e recuperar dele depois – se a embaixada quer manter uma imagem honesta e decente do Brasil”, disse a empresária.

Segundo ela, o embaixador brasileiro em Estocolmo disse ao embaixador dinamarquês que o diplomata foi notificado e terá que pagar o débito. “Mas por enquanto, nada aconteceu. Por mais de 25 anos eu tenho ensinado boas maneiras a grandes empresas, embaixadas e outras companhias. Agora, aprendi que não devemos confiar nas pessoas, nem mesmo diplomatas, e fico triste por isso.”

O advogado de Pinheiro Machado diz que a empresária deve tentar resolver o problema com a chancelaria brasileira. “O aluguel dos diplomatas é pago pelo governo brasileiro. O governo tem que entender se vai pagar – governo com governo.”

O episódio, entretanto, teria causado problemas pessoais para o diplomata. “Ele foi muito prejudicado, foi ouvido pelo Itamaraty, apresentamos nossas razões, e o Itamaraty continua apurando a procedência ou não. Inclusive pessoas se valeram dessa questão para prejudica-lo dentro da chancelaria.”

A assessoria de imprensa do Itamaraty esclarece que “os contratos de aluguel dos imóveis ocupados por diplomatas brasileiros em missão no exterior são assinados por eles mesmos, como pessoas físicas, portanto em caráter pessoal” e que, portanto, “os reembolsos de parcelas de aluguel do apartamento ocupado pelo Secretário Paulo Fernando Pinheiro Machado, na Dinamarca, foram efetuados pela Embaixada em Copenhague diretamente àquele servidor, responsável pelo pagamento da integralidade do aluguel pactuado com a locadora do imóvel.”

Veja a íntegra da nota divulgada pelo ministério:

“O Itamaraty esclarece, preliminarmente, que os contratos de aluguel dos imóveis ocupados por diplomatas brasileiros em missão no exterior são assinados por eles mesmos, como pessoas físicas, portanto em caráter pessoal. Assim sendo, os reembolsos de parcelas de aluguel do apartamento ocupado pelo Secretário Paulo Fernando Pinheiro Machado, na Dinamarca, foram efetuados pela Embaixada em Copenhague diretamente àquele servidor, responsável pelo pagamento da integralidade do aluguel pactuado com a locadora do imóvel.

Consultado sobre o tema, o diplomata alegou ter quitado suas obrigações com os recursos disponíveis da caução contratual de três meses, depositados no ato de celebração do acordo de locação. Declarou, ademais, ter restituído o imóvel em melhor estado do que o teria encontrado. Assinalou, ainda, jamais ter recebido citação em processo civil, pelos canais diplomáticos. Finalmente, questionou a natureza judicial, bem como a competência territorial, da Corte de Execuções dinamarquesa.

A eventual procedência de cada um desses argumentos está sendo apurada pelo Itamaraty, em consonância com os princípios jurídicos da ampla defesa e do contraditório. Caso seja verificada a existência de indícios plausíveis de irregularidade na conduta do diplomata, o MRE tomará as providências cabíveis, tanto por meio da Comissão de Ética do Ministério como no âmbito da Corregedoria do Serviço Exterior.”

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Mais inspetores serão mandados à Síria para destruir armas químicas

A Opaq (Organização para a Proibição de Armas Químicas) anunciou nesta terça-feira (8) que vai mandar mais uma equipe à Síria para o trabalho de destruição do arsenal do regime sírio.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

O segundo contingente completará a equipe de reconhecimento, composta por especialistas da Opaq, que está na Síria desde 1º de outubro, afirmou a organização, com sede em Haia.

Segundo a entidade, o governo do presidente sírio Bashar al-Assad teve um início “construtivo” no que chamou de um processo “longo e difícil”.

arte síria versão 08.10 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Britânico tuíta ‘vou destruir a América’ e é preso ao chegar nos EUA

Dois tuítes de humor no mínimo duvidoso causaram uma séria dor de cabeça para um casal de turistas britânicos que pensava em passar uns dias nos EUA.

De acordo com uma reportagem do Mail Online, Leigh Van Bryan, de 26 anos, foi algemado e preso com dois traficantes mexicanos por 12 horas logo após chegar ao aeroporto de Los Angeles, com sua amiga Emily Bunting.

O Departmento de Segurança Doméstica (Homeland Security) disse que ele era um “ameaça em potencial”. Tudo isso por causa de um tuíte antes da viagem para LA: ‘Livres esta semana, para fofocar e se preparar antes que eu vá e destrua a América?”

Tw_english

Reprodução do tuíte de Bryan

Já sua companheira, Emily, postou no Twitter que “daqui a 3 semanas estaremos em Hollywood zoando todo mundo em Hollywood Blvd (avenida) e desenterrando Marilyn Monroe!”.

Depois de passarem pelo controle de passaportes no aeroporto de Los Angeles, ambos foram detidos por guardas armados.

As explicações da dupla não convenceram os oficiais americanos. Bryan disse que “destruir” era uma gíria inglesa para festa. Já Emily afirmou que “desenterrar Marylin” é uma piada do (ácido) seriado de animação Family Guy.

Os oficiais disseram que ambos planejavam “crimes nos EUA”, e chegaram a vasculhar a bagagem de Emily atrás de pás.

O saldo da aventura é que ambos foram algemados, presos e deportados. E, se quiserem voltar para os EUA, terá de tirar visto.

O Homeland Security foi criticado nos EUA por criar contas falsas no Twitter e investigar a rede atrás de palavras consideradas “sensíveis”, como imigrante ilegal, vírus, mortes, colapso e Trojan.

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Publicado por em 29 de fevereiro de 2012 em Tecnologia

 

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Britânico tuíta ‘vou destruir a América’ e é preso ao chegar nos EUA

Dois tuítes de humor no mínimo duvidoso causaram uma séria dor de cabeça para um casal de turistas britânicos que pensava em passar uns dias nos EUA.

De acordo com uma reportagem do Mail Online, Leigh Van Bryan, de 26 anos, foi algemado e preso com dois traficantes mexicanos por 12 horas logo após chegar ao aeroporto de Los Angeles, com sua amiga Emily Bunting.

O Departmento de Segurança Doméstica (Homeland Security) disse que ele era um “ameaça em potencial”. Tudo isso por causa de um tuíte antes da viagem para LA: ‘Livres esta semana, para fofocar e se preparar antes que eu vá e destrua a América?”

Tw_english

Reprodução do tuíte de Bryan

Já sua companheira, Emily, postou no Twitter que “daqui a 3 semanas estaremos em Hollywood zoando todo mundo em Hollywood Blvd (avenida) e desenterrando Marilyn Monroe!”.

Depois de passarem pelo controle de passaportes no aeroporto de Los Angeles, ambos foram detidos por guardas armados.

As explicações da dupla não convenceram os oficiais americanos. Bryan disse que “destruir” era uma gíria inglesa para festa. Já Emily afirmou que “desenterrar Marylin” é uma piada do (ácido) seriado de animação Family Guy.

Os oficiais disseram que ambos planejavam “crimes nos EUA”, e chegaram a vasculhar a bagagem de Emily atrás de pás.

O saldo da aventura é que ambos foram algemados, presos e deportados. E, se quiserem voltar para os EUA, terá de tirar visto.

O Homeland Security foi criticado nos EUA por criar contas falsas no Twitter e investigar a rede atrás de palavras consideradas “sensíveis”, como imigrante ilegal, vírus, mortes, colapso e Trojan.

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Publicado por em 28 de fevereiro de 2012 em Tecnologia

 

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Britânico tuíta ‘vou destruir a América’ antes de viagem e é preso ao chegar nos EUA

Dois tuítes de humor no mínimo duvidoso causaram uma séria dor de cabeça para um casal de turistas britânicos que pensava em passar uns dias nos EUA.

De acordo com uma reportagem do Mail Online, Leigh Van Bryan, de 26 anos, foi algemado e preso com dois traficantes mexicanos por 12 horas logo após chegar ao aeroporto de Los Angeles, com sua amiga Emily Bunting.

O Departmento de Segurança Doméstica (Homeland Security) disse que ele era um “ameaça em potencial”. Tudo isso por causa de um tuíte antes da viagem para LA: ‘Livres esta semana, para fofocar e se preparar antes que eu vá e destrua a América?”

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Reprodução do tuíte de Bryan

Já sua companheira, Emily, postou no Twitter que “daqui a 3 semanas estaremos em Hollywood zoando todo mundo em Hollywood Blvd (avenida) e desenterrando Marilyn Monroe!”.

Depois de passarem pelo controle de passaportes no aeroporto de Los Angeles, ambos foram detidos por guardas armados.

As explicações da dupla não convenceram os oficiais americanos. Bryan disse que “destruir” era uma gíria inglesa para festa. Já Emily afirmou que “desenterrar Marylin” é uma piada do (ácido) seriado de animação Family Guy.

Os oficiais disseram que ambos planejavam “crimes nos EUA”, e chegaram a vasculhar a bagagem de Emily atrás de pás.

O saldo da aventura é que ambos foram algemados, presos e deportados. E, se quiserem voltar para os EUA, terá de tirar visto.

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Publicado por em 20 de fevereiro de 2012 em Tecnologia

 

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Britânico tuíta ‘vou destruir a América’ antes de viagem e é preso ao chegar nos EUA

Dois tuítes de humor no mínimo duvidoso causaram uma séria dor de cabeça para um casal de turistas britânicos que pensava em passar uns dias nos EUA.

De acordo com uma reportagem do Mail Online, Leigh Van Bryan, de 26 anos, foi algemado e preso com dois traficantes mexicanos por 12 horas logo após chegar ao aeroporto de Los Angeles, com sua amiga Emily Bunting.

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Reprodução do tuíte de Bryan

Já sua companheira, Emily, postou no Twitter que “daqui a 3 semanas estaremos em Hollywood zoando todo mundo em Hollywood Blvd (avenida) e desenterrando Marilyn Monroe!”.

Depois de passarem pelo controle de passaportes no aeroporto de Los Angeles, ambos foram detidos por guardas armados.

As explicações da dupla não convenceram os oficiais americanos. Bryan disse que “destruir” era uma gíria inglesa para festa. Já Emily afirmou que “desenterrar Marylin” é uma piada do (ácido) seriado de animação Family Guy.

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O saldo da aventura é que ambos foram algemados, presos e deportados. E, se quiserem voltar para os EUA, terá de tirar visto.

O Homeland Security foi criticado nos EUA por criar contas falsas no Twitter e investigar a rede atrás de palavras consideradas “sensíveis”, como imigrante ilegal, vírus, mortes, colapso e Trojan.

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Publicado por em 8 de fevereiro de 2012 em Tecnologia

 

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