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Satélite francês flagra possíveis destroços de avião sumido no Índico

VALE ESTE - mapa avião desaparecido malásia - 21.03 (Foto: Arte/G1)

As autoridades malaias informaram neste domingo (23) que receberam novas imagens de um satélite francês que mostram objetos flutuando no sul do  Oceano Índico e que poderiam ser destroços do avião da Malaysia Airlines que está desaparecido há duas semanas.

As imagens mostram “objetos potenciais”, disse o ministro malaio de Transporte, Hishammuddin Hussein, em comunicado.

No sábado (22), a China também divulgou fotos de satélites do país que mostram objetos, um deles de 22,5 metros por 13 metros, flutuando ao Sul da área onde estão sendo realizadas buscas do avião desaparecido da Malaysia Airlines.

O voo MH-370 desapareceu no dia 8 de março com 239 pessoas a bordo (a maioria chineses), no trajeto entre Kuala Lumpur, na Malásia, e Pequim, na China.

Também no sul do Oceano Índico, possíveis destroços foram avistados na última quinta-feira por autoridades australianas a partir de outras imagens de satélite.

No entanto os trabalhos de busca realizados na sexta-feira na área, que fica a 2,3 mil quilômetros da costa australiana, não tiveram sucesso, aumentando a tensão entre os familiares dos passageiros desaparecidos.

Neste domingo (23), o primeiro-ministro da Austrália, Tony Abbott, país que coordena as buscas no oceano Índico, disse haver “esperanças crescentes” de a aeronave ser encontrada.

Abbott afirmou em Papua Nova Guiné que “surgiram eventos significativos” nas últimas 24 horas, em referência ao anúncio de que satélites chineses detectaram objetos, um deles de cerca de 22 metros, a 120 quilômetros a sudoeste do ponto onde foram captados os primeiros sinais.

“Evidentemente antes de dar detalhes precisamos recuperar este material porque ainda é cedo demais para fazer um comentário definitivo”, explicou o primeiro-ministro.

Neste domingo mais dois aviões chineses e dois japoneses se unirão à busca na área, de 36 mil quilômetros quadrados, em que já ajudam Nova Zelândia e Estados Unidos.

Imagem de satélite mostra um dos objetos que teria 22,5 metros por 13 metros (Foto: China State Administration of Science, Technology and Industry for National Defense/AP)Imagem de satélite chinês mostra um dos objetos que teria 22,5 metros por 13 metros (Foto: China State Administration of Science, Technology and Industry for National Defense/AP)

Fonte G1

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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Austrália diz que possíveis destroços de avião sumido podem ter afundado

Imagens de satélite divulgadas pelo governo australiano mostram objetos achados no oceano que poderiam ser os destroços do voo MH370 da Malaysian Airlines, desaparecido desde 8 de março (Foto: Australian Government's Department of Defence via the Australian Maritime Safety Authority/AFP)Imagens de satélite divulgadas pelo governo australiano mostram objetos achados no oceano que poderiam ser os destroços do voo MH370 da Malaysian Airlines, desaparecido desde o dia 8 de março (Foto: Australian Government’s Department of Defence via the Australian Maritime Safety Authority/AFP)

O vice-primeiro-ministro da Austrália, Warren Truss, disse nesta sexta-feira (21) que os objetos vistos em imagens de satélite em uma área remota no sul do Oceano Índico, o que levou a uma caçada internacional em busca do avião desaparecido da Malaysia Airlines, já podem ter afundado.

O voo MH-370 desapareceu no dia 8 de março com 239 pessoas a bordo (a maioria chineses), no trajeto entre Kuala Lumpur, na Malásia, e Pequim, na China. As imagens de satélite foram feitas no dia 16 de março.

“Algo que estava flutuando no mar há tanto tempo pode não estar mais”, disse Truss a repórteres em Perth, na Austrália. “Podem ter ido para o fundo.”

Segundo a emissora americana CNN, o primeiro avião enviado ao local nesta sexta-feira para tentar localizar os possíveis destroços não encontrou nada na área monitorada.

VALE ESTE - mapa avião desaparecido malásia - 21.03 (Foto: Arte/G1)

Truss disse que as buscas continuam por “mares traiçoeiros”, em uma área a 2.500 quilômetros a sudoeste de Perth, e que as aeronaves da Austrália, Nova Zelândia e dos Estados Unidos receberão o apoio de aviões chineses e japoneses durante o fim de semana.

O primeiro-ministro australiano, Tony Abbot, disse na quinta-feira (20) que satélites avistaram no sul do Oceano Índico dois objetos que podem estar relacionados ao Boeing da Malaysia Airlines. Um dos objetos teria 24 metros.

“A Autoridade Australiana de Segurança Marítima (AMSA, na sigla em inglês) recebeu informações baseadas em dados de satélites sobre objetos que poderiam estar relacionados com a busca”, disse Abbot no Parlamento australiano.

De acordo com o primeiro-ministro, os objetos estariam ao sul do Oceano Índico, a cerca de 2.300 km da costa da cidade de Perth, onde o tempo não está bom no momento.

“Ao analisarmos as imagens de satélite, identificamos dois objetos possivelmente relacionados com as buscas”, afirmou.

Navios e aviões foram enviados ao local, mas por enquanto nada foi localizado.

Após o anúncio, o governo da Malásia afirmou que a localização dos objetos é um “indício crível” que pode levar ao avião, mas que ainda precisa ser confirmado. Enquanto isso não ocorre, as buscas em outras áreas foram mantidas.

“Até que tenhamos certeza de que localizamos o MH370, as operações continuarão nos dois corredores”, declarou o ministro dos Transportes da Malásia, Hishammuddin Hussein.

Sumiço
O Boeing 777-200 fazia o trajeto entre Kuala Lumpur e Pequim quando perdeu contato pelo rádio, na madrugada de 8 de março. Segundo as investigações, após a perda de contato, o avião ainda voou por várias horas, alterando sua direção e altitude.

As autoridades malaias consideram “intencionais” a desativação dos sistemas de comunicação do Boeing e a mudança radical de trajetória. A alteração de rumo não aconteceu de modo manual, mas por meio de um código de informática possivelmente programado por uma pessoa na cabine de comando, pelo Sistema de Gestão de Voo (FMS) usado pelos pilotos, confirmaram investigadores americanos citados pelo jornal “The New York Times”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Vietnã não encontra destroços de avião em área apontada por satélite

Vídeo da rede americana CNN mostra imagem de satélite chinês com manchas que poderiam indicar localização do avião desaparecido (Foto: Reprodução/CNN)Vídeo da rede americana CNN mostra imagem de satélite chinês com manchas que poderiam indicar localização do avião desaparecido (Foto: Reprodução/CNN)

Autoridades do Vietnã anunciaram nesta quinta-feira (13) que seus aviões não encontraram eventuais destroços do avião malaio desaparecido, na região apontada por um satélite chinês por conter grandes “objetos flutuantes” que poderiam corresponder ao Boeing 777 da Malaysia Airlines. As buscas pela aeronave entraram no sexto dia.

“Esta manhã enviamos dois aviões AN-26 para inspecionar as zonas marítimas próximas da ilha de Con Dao, onde três objetos ‘suspeitos’ foram detectados por um satélite chinês. As aeronaves retornaram sem ter encontrado nada”, declarou Dinh Viet Thang, vice-diretor da Aviação Civil vietnamita.

A China anunciou que um de seus satélites de observação havia detectado três grandes “objetos flutuantes” em uma zona marítima na qual o Boeing poderia ter caído.

A China anunciou na quarta-feira que um de seus satélites detectou três “objetos flutuantes” de certo volume em uma zona marítima na qual poderia ter desaparecido o Boeing da Malaysia Airlines.

VALE ESTE 2 - mapa avião desaparecido malásia (Foto: Arte/G1)

Os objetos flutuantes foram detectados em alto mar, a 105,63 graus de longitude leste, e 6,7 graus de latitude norte, segundo o site da agência chinesa.

As autoridades também enviaram um avião de reconhecimento para a zona, mas por enquanto não declararam ter encontrado nada.

Horas de voo
Segundo o jornal “The Wall Street Journal”, o avião da Malaysia Airlines pode ter voado por cerca de quatro horas depois do de ter perdido contato com os radares, informaram investigadores americanos.

A estimativa se baseia em “informações enviadas automaticamente do motor do Boeing 777-200”, explicaram as fontes à publicação.

O ministro do Transporte da Malásia, Hishamuddin Hussein, disse nesta quinta que os relatos não são verdadeiros.

Segundo o jornal americano, o fabricante do motor do avião, a Rolls-Royce, recebe automaticamente os dados de altitude e velocidade das aeronaves como parte de seus acordos de manutenção com a companhia aérea.

Os investigadores analisam agora esses dados para determinar para onde se dirigiu o avião depois que foi perdido o contato com ele, de acordo com as fontes consultadas pelo “WSJ”.

Segundo suas estimativas, se o avião voou por mais quatro horas depois que sumiu dos radares, pode ter percorrido uma distância adicional de 2,2 mil milhas náuticas, o que lhe permitiria alcançar pontos como o Oceano Índico, a fronteira com o Paquistão ou o Mar Arábico.

Uma das hipóteses ventiladas pelos investigadores é que uma ou várias das pessoas que estavam a bordo pudessem mudar o rumo do avião “com a intenção de usá-lo para outro propósito”, explicaram as mesmas fontes.

Oficiais americanos informaram nesta quarta que os satélites espiões dos Estados Unidos não detectaram sinais de explosão em voo por ocasião do desaparecimento do Boeing da Malaysia Airlines.

O governo dos EUA já utilizou sua rede de satélites para detectar sinais de calor relacionados a explosões de aviões, mas desta vez não encontrou qualquer vestígio térmico, informaram os oficiais, que pediram para não ser identificados.

A ausência de vestígios de explosão só aumenta o mistério sobre o que ocorreu com o voo MH370.

O Boeing 777, com 239 pessoas a bordo, de várias nacionalidades, a maioria chinesas, viajava entre Kuala Lumpur e Pequim quando desapareceu dos radares na madrugada de sábado (tarde de sexta-feira no horário de Brasília).

As buscas cobrem atualmente 27.000 milhas náuticas (quase 90.000 quilômetros quadrados, o que praticamente equivale à superfície de Portugal). Doze países, incluindo Estados Unidos, China e Japão, participam nas operações, com navios, aviões e satélites.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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China diz não poder confirmar se imagens de ‘destroços’ são de avião

Frame fundo azul vale (Foto: Reprodução/CNN)Imagem mostrada em um vídeo da rede americana CNN mostra objetos identificados no estreito de Málaca e que podem ser do avião desaparecido (Foto: Reprodução/CNN)

O chefe da Aviação Civil da China disse nesta quinta-feira (13, horário local) que não há nenhuma prova de que os objetos que foram vistos no mar do Sul da China estão ligados à aeronave da Malaysia Airlines. O avião sumiu no último sábado (8) com 239 pessoas a bordo e, nesta quarta-feira, imagens de satélite localizaram ‘três objetos suspeitos’ flutuando, aumentando a expectativa de que se tratava de destroços da aeronave.

“Os satélites chineses descobriram fumaça e objetos flutuantes, mas no momento não podemos confirmar se isto está relacionado à aeronave desaparecida”, disse Li Jiaxiang a jornalistas durante uma reunião anual do Parlamento da China.

VALE ESTE 2 - mapa avião desaparecido malásia (Foto: Arte/G1)

Li disse também que não há evidências de que os militares da Malásia estaria escondendo informações sobre o voo desaparecido.

Aeronaves vietnamistas foram enviadas nesta quinta-feira (horário local) para a área onde o satélite apontou os objetos para verificar de que se tratavam.

Buscas continuam
Nesta quarta-feira (12), as equipes de buscas continuam a vasculhar as águas de ambos os lados da península da Malásia, em meio à confusão de informações e hipóteses sobre o que poderia ter ocorrido ao avião.

Passados mais de cinco dias do desaparecimento da aeronave, uma área de milhares de quilômetros quadrados no mar já foi vasculhada, mas até agora não há sinais do avião.

As autoridades responsáveis pelas investigações estão considerando seriamente a possibilidade de que a aeronave pode ter alterado sua rota em meio ao voo, mas o comandante da Força Aérea da Malásia negou relatos de que os radares militares mostrariam o avião no outro lado da península da Malásia.

Outra nova pista que está sob investigação é o relato de um funcionário de uma plataforma de petróleo no Mar do Sul da China, que disse ter visto um objeto em chamas no céu nas primeiras horas do sábado. As autoridades afirmaram também que estão verificando os relatos de familiares de passageiros que afirmam que seus celulares ainda estão tocando quando contactados, o que indicaria que não foram destruídos e estariam em área coberta por sinais de telefonia.

As operações foram ampliadas agora para o Mar de Andamão, a centenas de quilômetros a noroeste do perímetro inicialmente estabelecido. “Sim, acima de Sumatra se encontra o Mar de Andamão”, disse à AFP o chefe da Aviação Civil da Malásia, Azharuddin Abdul Rahman, respondendo a uma pergunta sobre a ampliação da área de busca.

O Mar de Andamão é limitado ao norte pela ilha indonésia de Sumatra, e ao leste e ao norte por Tailândia e Myanmar (antiga Birmânia).

A ampliação da área foi anunciada após a Força Aérea da Malásia informar que o avião do voo MH370 mudou de rota antes de sumir com 239 pessoas a bordo, de acordo com leitura de radares

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Malásia diz que imagens de satélite chinês ‘não mostravam destroços’

O governo da Malásia negou nesta quinta-feira (13) as informações de que o avião desaparecido desde sábado tenha voado durante quatro horas depois de desaparecer do radar e afirmou que as imagens de um satélite chinês, que provocaram esperanças, não mostravam destroços.

“As informações estão erradas”, afirmou o ministro dos Transportes, Hishamudin Husein, aos jornalistas, ao comentar a notícia divulgada pelo Wall Street Journal.

Ele acrescentou que a China afirmou ao governo da Malásia que as imagens de satélite foram divulgadas “por engano e não mostravam destroços”.

O “Wall Street Journal” informou que o Boeing 777 da Malaysia Airlines, desaparecido desde sábado, pode ter voado durante quatro horas após o último contato, segundo investigadores americanos.

VALE ESTE 2 - mapa avião desaparecido malásia (Foto: Arte/G1)

A aeronave poderia ter viajado por centenas ou milhares de quilômetros depois do último contato com os controladores aéreos a 1H30 de sábado (14H30 de Brasília, sexta-feira), uma hora depois de ter decolado de Kuala Lumpur com destino a Pequim.

Os investigadores americanos, que pediram anonimato, baseiam a hipótese nos dados transmitidos automaticamente pelos motores Rolls Royce, que equipavam o Boeing desaparecido

A China anunciou na quarta-feira que um de seus satélites havia detectado três “objetos flutuantes” de certo volume em uma zona marítima onde foi perdido o contato com o avião.

O Boeing 777, com 239 pessoas a bordo, de várias nacionalidades, a maioria chinesas, viajava entre Kuala Lumpur e Pequim quando desapareceu dos radares na madrugada de sábado (tarde de sexta-feira no horário de Brasília).

As buscas cobrem atualmente 27.000 milhas náuticas (quase 90.000 quilômetros quadrados, o que praticamente equivale à superfície de Portugal). Doze países, incluindo Estados Unidos, China e Japão, participam nas operações.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Família celebra bebê achado vivo em destroços após explosão na Síria

O bebê Rateb Mally logo após ser resgatado do meio de escombros (topo) e com o pai uma semana após ter sobrevivido a uma explosão em Damasco (Foto: Bassam Khabieh/Reuters)O bebê Rateb Mally logo após ser resgatado do meio de escombros (topo) e com o pai uma semana após ter sobrevivido a uma explosão em Damasco (Foto: Bassam Khabieh/Reuters)

Um bebê encontrado com vida na semana passada em meio a escombros de um prédio do bairro de Duma, em Damasco (Síria), passa bem com sua família, de acordo com fotos divulgadas pela agência Reuters nesta terça-feira (14).

A descoberta do pequeno Rateb Malis, com apenas 20 dias de vida, nos destroços de um prédio que teria sido atingido por um ataque aéreo das forças do governo sírio, foi celebrada como um milagre na última terça-feira (7).

Nas fotos feitas uma semana depois, o bebê aparece nos braços do pai, Abu Rateb Malis, e ao lado de duas irmãs na casa de um parente no bairro de Duma, onde ocorreu o ataque na semana anterior, no Cairo. Uma das irmãs, Maria, também foi resgatada de sob os escombros após a explosão.

Descoberta de bebê sobrevivente após suposto ataque aéreo em Damasco foi celebrada como um milagre (Foto: Bassam Khabieh/Reuters)Descoberta de bebê sobrevivente após suposto ataque aéreo em Damasco foi celebrada como um milagre (Foto: Bassam Khabieh/Reuters)Rateb e suas irmãs. Maria, no topo, também foi resgatada dentre os escombros (Foto: Bassam Khabieh/Reuters)Rateb e suas irmãs. Maria, no topo, também foi resgatada dentre os escombros (Foto: Bassam Khabieh/Reuters)

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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