RSS

Arquivo da tag: desperdcio

Desperdício ameaça a segurança alimentar mundial, diz Banco Mundial

O Banco Mundial afirmou nesta quinta-feira (27) que o desperdício de alimentos no mundo representa uma “grave ameaça” para a segurança alimentar.

“Milhões de pessoas no mundo dormem com fome todas as noites, enquanto milhões de toneladas de alimentos acabam no lixo ou apodrecendo antes de serem comercializados”, denunciou o presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, em um comunicado da instituição.

De acordo com o relatório do Banco Mundial sobre os preços dos alimentos, entre um quarto e um terço dos alimentos produzidos a cada ano são desperdiçados ou perdidos em algum ponto da cadeia de produção.

Cerca de 35% deste desperdício é de responsabilidade do consumidor final, especialmente nos países desenvolvidos.

Além disso, 24% se perde durante a produção de alimentos e 24% durante o armazenamento e distribuição, indica o Banco Mundial, sem especificar onde o restante é perdido.

Fonte G1

Anúncios
 
Deixe um comentário

Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Desperdício de alimento é terceiro maior emissor de CO2 do mundo

Mulher escolhe tomates em mercado na cidade de Ahmedabad, na Índia. (Foto: Reuters/Amit Dave)Mulher escolhe tomates em mercado na cidade de Ahmedabad, na Índia. (Foto: Reuters/Amit Dave)

A comida desperdiçada no mundo responde por mais emissões de gases causadores de efeito estufa do que qualquer país, exceto China e Estados Unidos, disse a ONU em um relatório divulgado nesta quarta-feira (11).

Todos os anos, cerca de um terço de todos os alimentos para consumo humano, aproximadamente de 1,3 bilhão de toneladas, é desperdiçado, juntamente com toda a energia, água e produtos químicos necessários para produzi-la e descartá-la.

Quase 30% das terras agrícolas do mundo, e um volume de água equivalente à vazão anual do rio Volga, são usadas em vão.

No seu relatório intitulado “A Pegada do Desperdício Alimentar”, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e a Alimentação (FAO) estima que a emissão de carbono dos alimentos desperdiçados equivale a 3,3 bilhões de toneladas de dióxido de carbono por ano.

Se fosse um país, seria o terceiro maior emissor do mundo, depois da China e dos Estados Unidos, sugerindo que um uso mais eficiente dos alimentos poderia contribuir substancialmente para os esforços globais para reduzir as emissões de gases do efeito estufa e diminuir o aquecimento global.

No mundo industrializado, a maior parte do lixo vem de consumidores que compram muito e jogam fora o que não comem. Nos países em desenvolvimento, a causa principal é a agricultura ineficiente e falta de instalações de armazenamento adequadas.

“A redução de desperdício de alimentos não só evitaria a pressão sobre recursos naturais escassos, mas também diminuiria a necessidade de aumentar a produção de alimentos em 60 por cento, a fim de atender a demanda da população em 2050”, diz a FAO.

A organização sugere que se melhore a comunicação entre produtores e consumidores para gerenciar a cadeia de suprimentos de forma mais eficiente, bem como investir mais na colheita, resfriamento e métodos de embalagem.

A FAO também disse que os consumidores no mundo desenvolvido devem ser encorajados a servir pequenas porções e fazer mais uso das sobras. As empresas devem dar comida excedente para instituições de caridade, e desenvolver alternativas para o despejo de resíduos orgânicos em aterros sanitários.

A FAO estima o custo do desperdício de alimentos, excluindo os peixes e frutos do mar, em cerca de 750 bilhões de dólares por ano, com base em preços de produção.

O desperdício de alimentos consome cerca de 250 quilômetros cúbicos de água e ocupa cerca de 1,4 bilhão de hectares- grande parte de hábitat natural transformado para tornar-se arável.

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

FAO acusa aumento do desperdício dos alimentos na Ásia-Pacífico

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) denunciou nesta terça-feira em Bangcoc “um aumento do desperdício de alimentos” na região Ásia-Pacífico em consequência das colheitas e distribuição, mas também dos maus hábitos dos consumidores.

“Em média, quase 35% se perdem ou são desperdiçados após a colheita”, declarou Hiroyuki Konuma, representante da FAO para a região Ásia-Pacífico.

Segundo os números da FAO, as perdas, de 30% para os cereais, aumentam a 42% para as frutas e verduras produzidas nesta região pelo déficit de planejamento, pragas de insetos ou parasitas e uma logística deficiente.

Konuma ressaltou o “crescente problema do desperdício de alimentos na região” durante uma reunião com 130 representantes de 20 países da Ásia-Pacíficao, do Paquistão às Filipinas.

A região Ásia-Pacífico permanece, no entanto, atrás da Europa e da América do Norte, com 120 quilos de alimentos desperdiçados por habitante ano ano, contra 300 quilos das outras duas regiões, segundo a FAO.

Para o agrônomo indiano Swaminathan, um dos pais da “revolução verde” na Índia, a luta contra o desperdício passa pela “educação e mobilização social”.

Segundo a FAO, a redução de 25% do desperdício de comida no mundo poderia alimentar as 870 milhões de pessoas que sofrem de fome, 536 milhões delas na região Ásia-Pacífico.

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 29 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,

Estudo revela que antivírus pagos são desperdício de dinheiro para empresas

Por conta do baixo nível de detecções de soluções pagas, softwares gratuitos oferecem melhor vantagem a empresas

28 de novembro de 2012 – 09h11

Softwares antivírus são tão ineficazes na detecção de novas ameaças de malware atualmente, que a maioria das empresas está provavelmente desperdiçando seu dinheiro comprando esse tipo de produto. Ao menos é o que conclui um estudo feito pela empresa de segurança Imperva.

Relatórios questionando a proteção oferecida pelos antivírus tornaram-se um tema recorrente entre os pesquisadores nos últimos tempos. Por isso, o estudo “Assessing the Effectiveness of Anti-Virus Solutions”, realizada pela Imperva em parceria com a Universidade de Tel Aviv, é apenas mais um motivo para adicionar à coleção de reclamações.

A equipe rodou uma coleção de 82 novos tipos de malware no VirusTotal, um sistema que verifica os arquivos em cerca de 40 produtos antivírus diferentes – e a taxa inicial de detecção foi de um zero surpreendente.

A empresa, então, realizou a mesma varredura em intervalos de uma semana, para ver se a detecção melhorava ao longo do tempo e descobriu que mesmo os produtos com o melhor desempenho levaram pelo menos três semanas para adicionar uma amostra previamente não-detectada em seus bancos de dados.

Em todos os produtos, 12 arquivos que foram mal detectados, enquanto que novas ameaças passaram despercebidas pela metade dos softwares analisados quando realizadas varreduras em datas posteriores. Em algumas detecções, os arquivos foram simplesmente marcados como “malware não classificado”, uma definição que prejudica a eficácia da remoção.

É difícil dizer quais produtos individualmente foram melhores a partir deste estudo (os leitores podem julgar por si mesmos no site da Imperva), mas não apareceu qualquer conexão entre popularidade e eficácia.

Mais notavelmente, os pesquisadores da Imperva acabam recomendando dois produtos antivírus gratuitos: Avast e Emisoft, como os “mais ideais” dentre os analisados. O McAfee também foi considerado aceitável.

E com relação às empresas?

De acordo com a Imperva, organizações continuam a comprar licenças para softwares antivírus, porque é o que a legislação de vários países manda. Essa obrigatoriedade deveria permitir que empresas adquirissem produtos gratuitos, para que elas pudessem investir em outras formas de segurança, sugeriu a Imperva.

“Para ser claro, não recomendamos eliminar a utilização do software antivírus. O que recomendamos, no entanto, é reequilibrar e modernizar a segurança, investindo em soluções que impeçam as ameaças de hoje”, disse o relatório.

Usando dados da Gartner, a Imperva disse que softwares antivírus consumiram cerca de um terço do gasto total em segurança, um investimento injustificado pelo retorno que se tem. “Nós não podemos continuar a investir bilhões de dólares em soluções antivírus que proporcionam a ilusão de segurança, especialmente quando soluções gratuitas superam assinaturas pagas”, comentou o CTO da Imperva, Amichai Shulman.

Administradores podem igualmente salientar que programas antivírus gratuitos são destinados a consumidores e raramente oferecem o tipo de capacidade de gerenciamento e desenvolvimento de que negócios necessitam.

Em agosto, a NSS Labs apontou que muitos produtos antivírus não foram capazes de bloquear ataques de malwares que exploravam duas vulnerabilidades da Microsoft, corrigidas semanas antes.

Ao longo dos anos, uma variedade de novas tecnologias têm sido empregadas para melhorar a segurança antivírus. Pelo menos a startup ZeroVulnerabilityLabs lançou uma versão beta de um plug-in que abandona por completo a detecção de malwares em favor de simplesmente bloquear as falhas do software exploradas por malwares para ganhar o controle de computadores.

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 12 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , ,

Brasil espera reduzir desperdício de energia com smart grid

AppId is over the quota
Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) do governo federal está realizando estudos para viabilizar a implantação dessa tecnologia nas concessionárias do País.

01 de fevereiro de 2012 – 17h54

Quinze de cada 100 quilowatts de energia elétrica produzida no Brasil se perdem entre a geração e o consumo. De acordo com o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), ligado ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a proporção é mais do que o dobro da registrada em outros países (até 7%) e acima da oferta interna de energia com base em carvão, gás, petróleo e energia nuclear (que somam 14,4%, segundo o Balanço Energético Nacional).

A perda de energia (causada principalmente pelo furto por meio de instalações irregulares, o chamado gato) motivou o CGEE a fazer um amplo estudo sobre o uso de redes inteligentes ou smart grids, para gerenciamento da geração, transmissão, distribuição e consumo de energia elétrica. Até março, o centro publica estudo que identificará iniciativas no Brasil e no exterior para o desenvolvimento de tecnologia que monitore o funcionamento do sistema elétrico.

A tecnologia pode informar em tempo real, por exemplo, a ocorrência de pane e a eventual suspensão do fornecimento. “Quando cai a energia, seja lá por qual motivo, você liga para a concessionária. Pelo smart grid, isso passa a ser automático, não precisa ligar”, explica Ceres Cavalcanti, assessora do CGEE.

Além das concessionárias, o uso de redes inteligentes permite que os usuários façam o controle do consumo diretamente. No futuro, quando houver tarifa diferenciada conforme o horário, os medidores domésticos informarão quanto está sendo gasto a cada momento e o valor das tarifas cobradas dando a possibilidade de o consumidor utilizar os eletrodomésticos em horário de tarifas mais baratas.

Outra possibilidade é tornar o consumidor credor do sistema. Quem captar energia solar em casa, por exemplo, poderá ter desconto nas tarifas, pois a rede inteligente identifica a geração doméstica de energia. “Imagina os consumidores passarem a ser pequenos geradores, vai ser um grande quebra-cabeça. E aí talvez vai ter de mudar essa política de otimização [do consumo]. Esse passo não é tão rápido, porém extremamente possível”, prevê Ceres Cavalcanti destacando que hoje, a informação do sistema elétrico é direcional. Com o smart grid, passa a ser bidirecional. O consumidor passivo passa a ser ativo e vai ter vários tipos de serviços.

Para a assessora do CGEE, a adoção de smart grid vai gerar negócios para a indústria de componentes do sistema elétrico e também para a área de tecnologia da informação e comunicação. “Isso melhora todo o sistema e encontramos nisso outras oportunidades. Vai gerar um mercado muito bom para a indústria. E isso tem vários desdobramentos no sentido de desenvolvimento de ciência e tecnologia. Tem uma série de linhas de pesquisa que podem vir a partir daí”, destaca.

O uso de redes inteligentes no sistema elétrico vai possibilitar economia de energia elétrica. O benefício, no entanto, não isentará o país de continuar investindo na ampliação da geração de energia. “É maravilhoso investir nesse caminho, mas isso não substitui a expansão completamente. O país cresce em termos de consumo de energia mais de 5% ao ano, o que é acima do crescimento do Produto Interno Bruto”, pondera Ceres Cavalcanti que lembra que há demanda reprimida pelo uso da energia, ainda cara para muitos usuários.

*Com informações da Agência Brasil

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 15 de fevereiro de 2012 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Brasil espera reduzir desperdício de energia com smart grid

AppId is over the quota
Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) do governo federal está realizando estudos para viabilizar a implantação dessa tecnologia nas concessionárias do País.

01 de fevereiro de 2012 – 17h54

Quinze de cada 100 quilowatts de energia elétrica produzida no Brasil se perdem entre a geração e o consumo. De acordo com o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), ligado ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a proporção é mais do que o dobro da registrada em outros países (até 7%) e acima da oferta interna de energia com base em carvão, gás, petróleo e energia nuclear (que somam 14,4%, segundo o Balanço Energético Nacional).

A perda de energia (causada principalmente pelo furto por meio de instalações irregulares, o chamado gato) motivou o CGEE a fazer um amplo estudo sobre o uso de redes inteligentes ou smart grids, para gerenciamento da geração, transmissão, distribuição e consumo de energia elétrica. Até março, o centro publica estudo que identificará iniciativas no Brasil e no exterior para o desenvolvimento de tecnologia que monitore o funcionamento do sistema elétrico.

A tecnologia pode informar em tempo real, por exemplo, a ocorrência de pane e a eventual suspensão do fornecimento. “Quando cai a energia, seja lá por qual motivo, você liga para a concessionária. Pelo smart grid, isso passa a ser automático, não precisa ligar”, explica Ceres Cavalcanti, assessora do CGEE.

Além das concessionárias, o uso de redes inteligentes permite que os usuários façam o controle do consumo diretamente. No futuro, quando houver tarifa diferenciada conforme o horário, os medidores domésticos informarão quanto está sendo gasto a cada momento e o valor das tarifas cobradas dando a possibilidade de o consumidor utilizar os eletrodomésticos em horário de tarifas mais baratas.

Outra possibilidade é tornar o consumidor credor do sistema. Quem captar energia solar em casa, por exemplo, poderá ter desconto nas tarifas, pois a rede inteligente identifica a geração doméstica de energia. “Imagina os consumidores passarem a ser pequenos geradores, vai ser um grande quebra-cabeça. E aí talvez vai ter de mudar essa política de otimização [do consumo]. Esse passo não é tão rápido, porém extremamente possível”, prevê Ceres Cavalcanti destacando que hoje, a informação do sistema elétrico é direcional. Com o smart grid, passa a ser bidirecional. O consumidor passivo passa a ser ativo e vai ter vários tipos de serviços.

Para a assessora do CGEE, a adoção de smart grid vai gerar negócios para a indústria de componentes do sistema elétrico e também para a área de tecnologia da informação e comunicação. “Isso melhora todo o sistema e encontramos nisso outras oportunidades. Vai gerar um mercado muito bom para a indústria. E isso tem vários desdobramentos no sentido de desenvolvimento de ciência e tecnologia. Tem uma série de linhas de pesquisa que podem vir a partir daí”, destaca.

O uso de redes inteligentes no sistema elétrico vai possibilitar economia de energia elétrica. O benefício, no entanto, não isentará o país de continuar investindo na ampliação da geração de energia. “É maravilhoso investir nesse caminho, mas isso não substitui a expansão completamente. O país cresce em termos de consumo de energia mais de 5% ao ano, o que é acima do crescimento do Produto Interno Bruto”, pondera Ceres Cavalcanti que lembra que há demanda reprimida pelo uso da energia, ainda cara para muitos usuários.

*Com informações da Agência Brasil

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 1 de fevereiro de 2012 em Brasil, eletrônicos, Tecnologia

 

Tags: , , , , ,