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Arquivo da tag: Design

Chefe de design da Samsung pede demissão por críticas ao Galaxy S5

Samsung Galaxy S5, novo smartphone top de linha da fabricante sul-coreana. (Foto: Reprodução/Samsung)Galaxy S5 foi muito criticado pelo público
(Foto: Reprodução/Samsung)

A Samsung substituiu o chefe de sua equipe de design de aparelhos móveis em meio a críticas sobre o mais recente smartphone Galaxy S5.

Chang Dong-hoon pediu demissão por conta das críticas negativas e será substituído por Lee Min-hyouk, vice-presidente de design de aparelhos móveis, disse uma porta-voz da Samsung nesta quinta-feira (8).

“O realinhamento permitirá que Chang enfoque mais seu cargo de chefe da Equipe de Estratégia de Design, o centro de design da companhia que é responsável pela estratégia de longo prazo para todos os negócios da Samsung, incluindo Comunicações Móveis”, disse a Samsung em um comunicado.

O Galaxy S5, que foi lançado mundialmente em abril, recebeu uma resposta morna dos consumidores devido à sua falta de inovações de hardware que chamassem a atenção, enquanto seu design da capa em plástico foi atacado por alguns críticos por parecer barato e fabricado a partir de uma correia. O “Wall Street Journal” disse que a capa traseira em cor dourada do S5 se assemelha a um “band-aid”.

Outro motivo é que há várias semelhanças com o iPhone 5S como, por exemplo, o sensor de impressões digitais para ativar o aparelho sem a necessidade de inserir uma senha numérica.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Chefe de design da Samsung pede demissão por críticas ao Galaxy S5

Samsung Galaxy S5, novo smartphone top de linha da fabricante sul-coreana. (Foto: Reprodução/Samsung)Galaxy S5 foi muito criticado pelo público
(Foto: Reprodução/Samsung)

A Samsung substituiu o chefe de sua equipe de design de aparelhos móveis em meio a críticas sobre o mais recente smartphone Galaxy S5.

Chang Dong-hoon pediu demissão por conta das críticas negativas e será substituído por Lee Min-hyouk, vice-presidente de design de aparelhos móveis, disse uma porta-voz da Samsung nesta quinta-feira (8).

“O realinhamento permitirá que Chang enfoque mais seu cargo de chefe da Equipe de Estratégia de Design, o centro de design da companhia que é responsável pela estratégia de longo prazo para todos os negócios da Samsung, incluindo Comunicações Móveis”, disse a Samsung em um comunicado.

O Galaxy S5, que foi lançado mundialmente em abril, recebeu uma resposta morna dos consumidores devido à sua falta de inovações de hardware que chamassem a atenção, enquanto seu design da capa em plástico foi atacado por alguns críticos por parecer barato e fabricado a partir de uma correia. O “Wall Street Journal” disse que a capa traseira em cor dourada do S5 se assemelha a um “band-aid”.

Outro motivo é que há várias semelhanças com o iPhone 5S como, por exemplo, o sensor de impressões digitais para ativar o aparelho sem a necessidade de inserir uma senha numérica.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Camisinha que pode ser colocada só com uma mão leva prêmio de design

A camisinha “Wingman”, apresentada durante um evento em Delft, na Holanda, venceu o prêmio IF de design 2014, na categoria medicina e saúde.

O grande diferencial do produto é uma espécie de peça que permite ao utilizador colocar o preservativo com apenas uma mão, desenrolando a camisinha no órgão genital com segurança.

Paul Breur, diretor da companhia 'Wingman', mostra produto vencedor do prêmio IF Design 2014 na categoria saúde (Foto: Lex van Lieshout, ANP/AFP)Paul Breur, diretor da companhia ‘Wingman’, mostra produto vencedor do prêmio IF Design 2014 na categoria saúde (Foto: Lex van Lieshout, ANP/AFP)Diferencial do produto é que camisinha pode ser colocada com apenas uma das mãos (Foto: Lex van Lieshout, ANP/AFP)Diferencial do produto é que camisinha pode ser colocada com apenas uma das mãos (Foto: Lex van Lieshout, ANP/AFP)

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Design de roupas que deveriam estar nas lojas

AppId is over the quota
AppId is over the quota

blusa

Eu seria capaz de fazer um uniforme assim para os funcionários da minha empresa. Se eu tivesse uma empresa.

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 3 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Artigo: “Interface humana” é segredo para sucesso do design da Apple

Foco da empresa em criar aparelhos mais simples e fáceis de usar, como iPod, foi responsável pela virada em seu sucesso nos últimos anos.

Uma das chaves para o sucesso da Apple é a insistência da companhia em reduzir opções em nome de uma menor complexidade. As pessoas que chamam de forma negativa os usuários da Apple de “fanboys” atacam a nós e à companhia, dizendo que porque a fabricante escolheu focar em simplicidade, nós e ela também devemos ser simples. Essa é a interpretação errada dos fatos. Em vez disso, o foco da Apple em simplicidade não é sobre reduzir escolhas para fazer produtos “apenas para leigos”; é sobre focar nas parte importantes, em vez disso.

Nos anos 1990, os Macs eram para pessoas velhas e hipsters (na época “hipster” não era um termo que englobava qualquer um com menos de 30). Eles eram legais se você era o tipo artista, ou não conseguia usar um computador de verdade, mas para quem precisava do “trabalho feito”, o Windows era a única solução de verdade.

Ao menos, é claro, que você quisesse controlar seu computador em vez de deixá-lo controlar você. Nesse caso, você queria o Linux e suas intermináveis configurações. Enquanto isso, o Mac tinha seus próprios seguidores devotos, mas a maioria fora desse grupo se recusava a levar a Apple a sério. Não foi o primeiro iMac que chegou e mudou as coisas. Não foi nem mesmo o Mac OS X. Foi o iPod, e mesmo então, nem foi tudo de uma vez.

Música para nossos olhos

O primeiro iPod surgiu em 2001, e em 2005 já era possível ver aqueles fones de ouvido brancos em qualquer lugar (nos EUA). Claro, outras empresas produziam esses music player portáteis – alguns com Wi-Fi, outros com HD maiores. Mas nenhum rival capturava o público (e o dinheiro) como o iPod.

Por que? A resposta fácil é marketing. Esse é o mesmo argumento que costumava ser usado para explicar o sucesso da Microsoft, mas então Bill Gates e sua empresa lançaram o Zune e o mundo coletivamente bocejou. Obviamente que se as vendas fossem diretamente atribuíveis ao marketing, a Microsoft teria destruído o iPod nessa batalha. Apesar dos esforços da empresa criada por Bill Gates, até o Windows não é mais o que costumava ser.

A verdadeira vantagem do iPod era que ele simplesmente era mais fácil de usar. Tinha menos botões, um visual mais agradável, sincronizava com o iTunes, e era o único player do mercado na época que podia reproduzir faixas da iTunes Music Store. O iPod oferecia uma maneira simples para comprar música, gerenciar sua coleção, e ouvir suas músicas favoritas. O que os intermináveis rivais do aparelho da Apple não entenderam na época é que, para derrotar o iPod, você tinha de derrotar a experiência toda, não apenas o aparelho.

Desenvolvimentos no design

Design é uma série de decisões. Deve ser essa ou aquela cor? Qual a primeira coisa que você vê quando faz login? O que acontece quando o usuário clica aqui?

Algumas vezes essas perguntas são muito difíceis de serem respondidas, e a solução fácil é torná-las uma preferência para o usuário decidir. Mas os melhores designers costumam ver essa opção como admissão de fracasso. A Apple não se diferencia dos rivais na beleza estética, mas na sua habilidade e disposição em tomar decisões em interesse dos seus usuários.

Foi fácil pensar em um tocador de músicas como arquivos MP3 em um HD, e assim presentear os usuários com uma estrutura vertical. O que a Apple fez foi “quebrar” o produto não em como a tecnologia funcionava, mas na forma como as pessoas “funcionavam” ao usá-lo. Essa foi a abordagem com o primeiro Macintosh, e pode ser vista no mais recente iPad Mini. Durante os períodos em que a Apple mais teve sucesso, a companhia focou em linhas de produtos criadas e construídas por pessoas dedicadas que se importavam em tomar as decisões corretas.

A comunidade de código aberto por trás do Linux, por exemplo, aparentemente escolhe focar-se em lançar tecnologias importantes para frente. O mundo sempre vai precisar dessa perspectiva, mas a “corrida dos megahertz” acabou, e foi vencida pelas pessoas que só queriam verificar seus e-mails e navegar pela web sem precisar pensar muito no que estavam fazendo.

Enquanto a RIM estava ocupada fazendo BlackBerries que tinham apelo para administradores de rede, as pessoas que realmente precisam usar as coisas estavam saindo e comprando iPhones. Nenhuma surpresa, então, ao ver que o próximo grande passo na tecnologia foi a retirada do teclado e do mouse. O que poderia ser mais humano do que o toque?

O Linux e seu “primo” Android vencem entre os “hobbystas” e os entusiastas por tecnologia ao fornecer opções para tudo. Assim como o desenvolvimento em si, o uso de um aplicativo torna-se um “mapa aberto” de possibilidades. Mas então onde fica a linha entre configuração e programação?

A abordagem da Apple é remover complexidade e fazer escolhas muito antes de o usuário ver o produto. Para alguns, isso é como se o controle estivesse sendo tirado do usuário, e eles acusam a empresa de “emburrecer” seus produtos, dizendo o clichê antigo que os produtos da Apple são para pessoas estúpidas. Para quem prefere tecnologia com um toque humano, a mágica está no que podemos conseguir. Nossas ferramentas são extensões – não reflexões – de nós mesmos.

Estamos nos dias iniciais de um “renascimento” do design. A Apple, com o iPod e tudo que veio depois, provou que produtos simples, atraentes e úteis podem triunfar no mercado. O efeito em terceiros está dramaticamente evidente nas lojas de aplicativos iOS e para Macs, sem mencionar seus rivais – mas também está “espirrando” em locais inesperados. Serviços como Square e Simple estão mudando o mundo das finanças ao focar no lado humano da equação. A Nest iniciou e reinventou o termoestato doméstico. E isso só ficar mais interessante à medida que uma geração de jovens e crianças que cresceu com iPods e iPhones decidir que quer criar coisas para mudar o mundo.

Por décadas, alguns profissionais muito espertos passaram muito tempo e investiram muita energia para fazer as pessoas entenderem a tecnologia. Acontece que o verdadeiro segredo para tornar os computadores utilizáveis é fazê-los desaparecer. Nossa humanidade está finalmente alcançando nossa tecnologia.

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This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
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Publicado por em 24 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Artigo: “Interface humana” é segredo para sucesso do design da Apple

Foco da empresa em criar aparelhos mais simples e fáceis de usar, como iPod, foi responsável pela virada em seu sucesso nos últimos anos.

Uma das chaves para o sucesso da Apple é a insistência da companhia em reduzir opções em nome de uma menor complexidade. As pessoas que chamam de forma negativa os usuários da Apple de “fanboys” atacam a nós e à companhia, dizendo que porque a fabricante escolheu focar em simplicidade, nós e ela também devemos ser simples. Essa é a interpretação errada dos fatos. Em vez disso, o foco da Apple em simplicidade não é sobre reduzir escolhas para fazer produtos “apenas para leigos”; é sobre focar nas parte importantes, em vez disso.

Nos anos 1990, os Macs eram para pessoas velhas e hipsters (na época “hipster” não era um termo que englobava qualquer um com menos de 30). Eles eram legais se você era o tipo artista, ou não conseguia usar um computador de verdade, mas para quem precisava do “trabalho feito”, o Windows era a única solução de verdade.

Ao menos, é claro, que você quisesse controlar seu computador em vez de deixá-lo controlar você. Nesse caso, você queria o Linux e suas intermináveis configurações. Enquanto isso, o Mac tinha seus próprios seguidores devotos, mas a maioria fora desse grupo se recusava a levar a Apple a sério. Não foi o primeiro iMac que chegou e mudou as coisas. Não foi nem mesmo o Mac OS X. Foi o iPod, e mesmo então, nem foi tudo de uma vez.

Música para nossos olhos

O primeiro iPod surgiu em 2001, e em 2005 já era possível ver aqueles fones de ouvido brancos em qualquer lugar (nos EUA). Claro, outras empresas produziam esses music player portáteis – alguns com Wi-Fi, outros com HD maiores. Mas nenhum rival capturava o público (e o dinheiro) como o iPod.

Por que? A resposta fácil é marketing. Esse é o mesmo argumento que costumava ser usado para explicar o sucesso da Microsoft, mas então Bill Gates e sua empresa lançaram o Zune e o mundo coletivamente bocejou. Obviamente que se as vendas fossem diretamente atribuíveis ao marketing, a Microsoft teria destruído o iPod nessa batalha. Apesar dos esforços da empresa criada por Bill Gates, até o Windows não é mais o que costumava ser.

A verdadeira vantagem do iPod era que ele simplesmente era mais fácil de usar. Tinha menos botões, um visual mais agradável, sincronizava com o iTunes, e era o único player do mercado na época que podia reproduzir faixas da iTunes Music Store. O iPod oferecia uma maneira simples para comprar música, gerenciar sua coleção, e ouvir suas músicas favoritas. O que os intermináveis rivais do aparelho da Apple não entenderam na época é que, para derrotar o iPod, você tinha de derrotar a experiência toda, não apenas o aparelho.

Desenvolvimentos no design

Design é uma série de decisões. Deve ser essa ou aquela cor? Qual a primeira coisa que você vê quando faz login? O que acontece quando o usuário clica aqui?

Algumas vezes essas perguntas são muito difíceis de serem respondidas, e a solução fácil é torná-las uma preferência para o usuário decidir. Mas os melhores designers costumam ver essa opção como admissão de fracasso. A Apple não se diferencia dos rivais na beleza estética, mas na sua habilidade e disposição em tomar decisões em interesse dos seus usuários.

Foi fácil pensar em um tocador de músicas como arquivos MP3 em um HD, e assim presentear os usuários com uma estrutura vertical. O que a Apple fez foi “quebrar” o produto não em como a tecnologia funcionava, mas na forma como as pessoas “funcionavam” ao usá-lo. Essa foi a abordagem com o primeiro Macintosh, e pode ser vista no mais recente iPad Mini. Durante os períodos em que a Apple mais teve sucesso, a companhia focou em linhas de produtos criadas e construídas por pessoas dedicadas que se importavam em tomar as decisões corretas.

A comunidade de código aberto por trás do Linux, por exemplo, aparentemente escolhe focar-se em lançar tecnologias importantes para frente. O mundo sempre vai precisar dessa perspectiva, mas a “corrida dos megahertz” acabou, e foi vencida pelas pessoas que só queriam verificar seus e-mails e navegar pela web sem precisar pensar muito no que estavam fazendo.

Enquanto a RIM estava ocupada fazendo BlackBerries que tinham apelo para administradores de rede, as pessoas que realmente precisam usar as coisas estavam saindo e comprando iPhones. Nenhuma surpresa, então, ao ver que o próximo grande passo na tecnologia foi a retirada do teclado e do mouse. O que poderia ser mais humano do que o toque?

O Linux e seu “primo” Android vencem entre os “hobbystas” e os entusiastas por tecnologia ao fornecer opções para tudo. Assim como o desenvolvimento em si, o uso de um aplicativo torna-se um “mapa aberto” de possibilidades. Mas então onde fica a linha entre configuração e programação?

A abordagem da Apple é remover complexidade e fazer escolhas muito antes de o usuário ver o produto. Para alguns, isso é como se o controle estivesse sendo tirado do usuário, e eles acusam a empresa de “emburrecer” seus produtos, dizendo o clichê antigo que os produtos da Apple são para pessoas estúpidas. Para quem prefere tecnologia com um toque humano, a mágica está no que podemos conseguir. Nossas ferramentas são extensões – não reflexões – de nós mesmos.

Estamos nos dias iniciais de um “renascimento” do design. A Apple, com o iPod e tudo que veio depois, provou que produtos simples, atraentes e úteis podem triunfar no mercado. O efeito em terceiros está dramaticamente evidente nas lojas de aplicativos iOS e para Macs, sem mencionar seus rivais – mas também está “espirrando” em locais inesperados. Serviços como Square e Simple estão mudando o mundo das finanças ao focar no lado humano da equação. A Nest iniciou e reinventou o termoestato doméstico. E isso só ficar mais interessante à medida que uma geração de jovens e crianças que cresceu com iPods e iPhones decidir que quer criar coisas para mudar o mundo.

Por décadas, alguns profissionais muito espertos passaram muito tempo e investiram muita energia para fazer as pessoas entenderem a tecnologia. Acontece que o verdadeiro segredo para tornar os computadores utilizáveis é fazê-los desaparecer. Nossa humanidade está finalmente alcançando nossa tecnologia.

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Publicado por em 20 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Flickr anuncia novo design para exibição e upload de fotos

O Flickr, site de compartilhamento de fotos do Yahoo!, irá ficar de cara nova, com novas interfaces para exibir e fazer upload de fotos. Markus Spiering, gerente de produtos do serviço, forneceu ao site BetaBeat um preview de algumas dessas mudanças, que devem começar a ser disponibilizadas a partir da próxima semana 

A visualização de fotos foi redesenhada, e ficou parecida com o mesmo layout utilizado pelo Google+. Ao remover o espaço em branco, o Flickr poderá exibir uma quantidade maior de imagens em uma mesma página, escondendo grande parte dos detalhes sobre a foto, até o usuário colocar o mouse sobre uma fotografia, revelando outras informações. 

A ferramenta de upload do serviço também terá merecidas mudanças, como suporte para uploads de arquivos a partir de comandos de arrastar e soltar, diretamente do browser. O site também terá uma página que irá possibilitar a edição grandes quantidades de fotos de uma só vez. 

flickrexibirfotos.png

Visualização de imagens ficou muito parecida com álbuns do Google+

O Flickr tem ficado um pouco para trás desde o ano passado devido à competitividade no setor, não só em relação ao Facebook e Google+, mas também por causa de rivais móveis como o Instagram. Em um post severo em agosto do ano passado, o fotógrafo Thomas Hawk afirmou que o Flickr havia “perdido a essência do compartilhamento de fotos”. 

Este novo design pode ajudar os responsáveis do site a chegarem a conclusão se ele de fato ainda está vivo, entretanto Spierling disse ao BetaBeat que uma grande campanha por um “Novo Flickr” não é esperada. O novo visualizador de fotos e a página de update são apenas algumas das  grandes mudanças que o serviço deve fazer em 2012. 

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Publicado por em 7 de março de 2012 em Tecnologia

 

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