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Trezentos imigrantes são resgatados no deserto do Sudão

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Nove imigrantes morreram no deserto entre a Líbia e o Sudão, e mais de 300 foram resgatados, depois de terem sido abandonados por traficantes nesta região, indicou nesta quarta-feira (30) o Ministério da Defesa sudanês.

“Nove deles morreram e o estado de saúde dos outros é grave. Eles estão sendo atendidos e transferidos para (a cidade de) Dongola”, indicou o ministério em um comunicado.

“Eles estavam indo para a Líbia clandestinamente”, explicou à AFP Sawarmi Khaled Saad, porta-voz do Exército.

“Os atravessadores os deixaram no deserto (…) na fronteira entre o Sudão e a Líbia”, acrescentou.

Os nove mortos são sudaneses, e entre os imigrantes havia etíopes, eritreus, paquistaneses e bengaleses, segundo o porta-voz.

Saad indicou um total de 319 imigrantes encontrados durante uma operação realizada em conjunto por soldados sudaneses e líbios.

A região desértica em que foram encontrados se estende do leste do Sudão até o Sinai egípcio. Pelo local, passam muitos refugiados e imigrantes em busca de melhores condições de vida.

Milhares de eritreus fogem todos os anos em direção a Israel, enquanto outros tentam chegar à Europa atravessando o Mediterrâneo.

De acordo com dados oficiais sudaneses, cerca de 600 eritreus entram no Sudão por mês. “A maioria deles querem manter a viagem”, segundo uma fonte ligada a esta questão.

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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Brasil

 

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Vídeo mostra ‘renascimento’ de rio no deserto do Neguev, em Israel

Imagem mostra momento em que água chega perto de cratera, onde população aguarda a inundação (Foto: Reprodução/YouTube/??? ??)Imagem mostra momento em que água chega perto de cratera, onde população aguarda a inundação (Foto: Reprodução/YouTube/??? ??)

Um vídeo amador que mostra a inundação de parte do Deserto de Neguev, em Israel, fazendo renascer o Rio Zin, já teve mais de 280 mil acessos desde o dia 14 de março, quando foi publicado no YouTube. Veja o vídeo.

O rio, que fica seco na maior parte do tempo, nasce na Cratera Ramon, que fica a 85 km da cidade de Be’er Sheva, no sul de Israel, passa pelo deserto do Neguev e deságua no Mar Morto, mais ao norte.

Esse tipo de inundação costuma ocorrer em épocas de chuva nas montanhas da região, mas já fazia muitos anos que isso não acontecia, segundo o jornal “Times of Israel”.

O vídeo mostra um grupo de moradores da região que aguardam a chegada da água. Quando ocorre a inundação do leito do rio, é possível ouvir os gritos de comemoração das crianças. O renascimento do rio é anunciado por um forte ruído que pode ser ouvido segundos antes de a água se aproximar.

Acima, moradores esperam a água inundar o leito do Rio Zin, no deserto do Neguev; abaixo, a água já corre pelo rio, minutos depois (Foto: Reprodução/YouTube/??? ??)Na imagem de cima, moradores esperam a água inundar o leito do Rio Zin, no deserto do Neguev, em Israel; na foto de baixo, a água já corre pelo rio, minutos depois (Foto: Reprodução/YouTube/??? ??)

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Cientistas ‘desvendam’ mistério de cemitério de baleias em deserto

Cientistas usaram várias técnicas digitais para registrar e analisar os fósseis de baleia (Foto: Instituto Smithsonian/BBC)Cientistas usaram várias técnicas digitais para registrar e analisar os fósseis de baleia (Foto: Instituto Smithsonian/BBC)

Pesquisadores chilenos e americanos estabeceram uma teoria para explicar a existência de um misterioso cemitério de baleias pré-históricas ao lado da rodovia Pan-Americana, no deserto do Atacama, no norte do Chile.

Os cientistas acreditam que os cetáceos ancestrais podem ter morrido ao consumir algas tóxicas, e que seus corpos foram parar no local que se encontram hoje – conhecido como Cerro Ballena (“Colina da Baleia”) – por causa da configuração geográfica da região.

Os animais estão no local há 5 milhões de anos, e este acúmulo de fósseis seria o resultado de não apenas um, mas de quatro grandes encalhes.

Os dados recolhidos sugerem que todas as baleias ingeriram as algas. Os mamíferos mortos e os que estavam morrendo foram então arrastados para um estuário e, em seguida, para a areia onde, com o passar do tempo, foram enterrados.

Os estudiosos usaram modelos digitais em 3D dos esqueletos no sítio arqueológico e, depois, retiraram os ossos do local para mais análises em laboratório.

Os resultados da pesquisa foram divulgados pela publicação especializada “Proceedings B of the Royal Society”.

Criaturas bizarras

Centenas de fósseis de baleia ainda precisam ser analisados em Cerro Ballena (Foto: Instituto Smithsonian/BBC)Centenas de fósseis de baleia ainda precisam ser analisados em Cerro Ballena (Foto: Instituto Smithsonian/BBC)

Já se sabia que os fósseis bem preservados de baleias eram comuns nesta área do deserto chileno, e eles podiam ser vistos saindo das rochas.

Mas apenas quando começaram as obras para o alargamento da rodovia Pan-Americana que os pesquisadores tiveram a chance de estudar mais detalhadamente o local onde estavam os fósseis.

Eles tinham apenas duas semanas para completar o trabalho de campo antes do início das obras na rodovia. Por isso, a equipe de cientistas apressou os trabalhos para registrar o máximo possível de detalhes do local e dos fósseis.

Na análise feita no local onde os fósseis estavam foram identificados os restos de mais de 40 baleias. Os cientistas também encontraram, entre estes fósseis de baleia, outros, de predadores marinhos importantes e também de herbívoros.

“Encontramos criaturas extintas como a baleia-morsa – que desenvolveram uma face parecida com a de uma morsa. E também havia estas ‘preguiças aquáticas’ bizarras”, disse Nicholas Pyenson, um paleontologista do Museu Nacional Smithsonian de História Natural.

“Para mim é incrível que, em 240 metros (de uma obra de) abertura de estrada, conseguimos amostras de todas as estrelas do mundo dos fósseis de mamíferos marinhos na America do Sul, no final do período Mioceno. É uma acumulação incrivelmente densa de espécies”, afirmou o cientista à BBC.

Quatro eventos

Esqueletos de baleia estão em ótimo estado de conservação (Foto: Instituto Smithsonian/BBC)Esqueletos de baleia estão em ótimo estado de conservação (Foto: Instituto Smithsonian/BBC)


A equipe de cientistas notou que quase todos os esqueletos estavam completos e as posições em que foram encontrados tinham pontos em comum. Muitos estavam voltados para a mesma direção e de cabeça para baixo, por exemplo.

Tudo isto aponta para a possibilidade de as criaturas terem morrido devido à mesma catástrofe repentina. Mas as pesquisas mostram que as mortes não ocorreram apenas em um evento, foram quatro episódios separados durante um período de milhares de anos.

A melhor explicação que encontraram é que todos estes animais foram envenenados pelas toxinas que podem ser geradas pela proliferação de algas. Essa proliferação é uma das causas prevalentes para grandes encalhes de mamíferos marinhos que vemos hoje.

“Todas as criaturas que encontramos, sejam baleias, focas ou peixes-agulha, estão no topo da cadeia alimentar marinha e aquilo deve ter deixado (estes animais) muito suscetíveis a proliferações de algas tóxicas”, disse Pyenson.

Os pesquisadores também acreditam que a configuração do que era a costa em Cerro Ballena na época da morte dos animais contribuiu para que os corpos das baleias fossem levados para a areia, provavelmente além do alcance de animais marinhos necrófagos, que teriam consumido os cadáveres.

Além disso, por esta ser uma região que agora é um deserto, poucos animais terrestres apareceram nos últimos séculos para roubar os ossos.

Sem a prova ‘definitiva’
No entanto, por enquanto, os pesquisadores não podem afirmar com certeza que algas tóxicas foram responsáveis pelos encalhes. Não há fragmentos de algas nos sedimentos, algo que poderia ser visto como a prova “definitiva”.

Cerro Ballena é uma região considerada como um dos sítios de fósseis mais densos do mundo. Os cientistas calculam que podem existir centenas de espécies na área que ainda precisam ser descobertas e investigadas.

No momento, a Universidade do Chile, em Santiago, está trabalhando para construir uma estação de estudos na área.

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Nevasca atinge o deserto no Egito e surpreende o mundo!

Fotos mostram pirâmides e Esfinge cobertas por neve e alertam para estranho fenômeno que não ocorre na região há pelo menos 100 anos. Será verdade?

As imagens apareceram na web no dia 14 de dezembro de 2013 em inúmeros blogs e amplamente espalhadas pelas sociais. Nelas podemos ver algumas pirâmides cobertas de neve, além da Esfinge Gizé (igualmente esbranquiçada devido à presença de neve).

O texto que acompanha as fotos afirma que na última sexta-feira (dia 13 de dezembro de 2013) teria ocorrido uma forte nevasca que alcançou várias cidades do norte do Egito, incluindo a capital, Cairo, “cobrindo todo o país de branco”.

A notícia também alerta para uma questão que preocupa muitos ambientalistas: Esse fenômeno tão atípico seria o resultado das mudanças climáticas que podem estar ocorrendo no planeta?

Dá uma olhada nas imagens abaixo e descubra se isso é verdadeiro ou falso:

Imagens mostram neve cobrindo pirâmides e Esfinge no Egito! Verdadeiras ou falsas? (foto: Reprodução/Facebook) Imagens mostram neve cobrindo pirâmides e Esfinge no Egito! Verdadeiras ou falsas? (foto: Reprodução/Facebook) 

As fotos são reais, mas não foram tiradas no Egito!

De fato, no dia 13 de dezembro de 2013, uma rara nevasca atingiu algumas cidades do norte do Egito (Cairo, a capital, inclusive). Porém, ao contrário do que muitos estão afirmando na internet, a neve não chegou à região desértica onde se encontram as pirâmides de Gizé.

A informação que andou sendo espalhada de que o fenômeno seria raro naquele país e que teria acontecido pela última vez há mais de 100 anos foi desmentida pela agência de meteorologia egípcia.

Uma analise rápida nas imagens e podemos notar alguns detalhes que podem denunciar possível fraude nas fotografias:

egito_neve_detalhe2 Note que alguns “turistas” não estão na posição correta. Alguns parecem fincados no chão, como se fossem bonecos! (foto: Montagem do E-farsas sobre reprodução/Facebook)

egito_neve_detalhe

A partir dessas indagações, podemos chegar à conclusão de que trata-se de um modelo em escala, de uma maquete e que as fotos não foram tiradas no Egito.

Com a ajuda dos amigos @Potêusso e @Ceticismo, através do nosso perfil no Twitter, descobrimos que as fotografias que ilustram a notícia são, na verdade, de um parque temático japonês chamado Tobu World Square. O parque possui em suas atrações miniaturas de vários monumentos de diversas partes do mundo como, por exemplo, a Torre Eiffel e as pirâmides de Gizé.

egito_neve3

egito_neve2 (Fotos: Reprodução/Internet)

Nesse blog podemos ver outras miniaturas de construções famosas exibidas no Tobu World Square.

Atualização (15/12/2013)

Poucos minutos após a publicação desse artigo, muitos leitores do E-farsas questionaram a respeito de outra imagem que circula junto com as analisadas por nós (mais especificamente, a primeira mostrada lá no início dessa página).

Gostaríamos de acrescentar, então, que essa foto que mostra as pirâmides cobertas de gelo foi alterada digitalmente! A original é essa:

(foto: Reprodução/Internet - Não sabemos quem é o autor da imagem. Quem souber, nos avise nos comentários) (foto: Reprodução/Internet – Não sabemos quem é o autor da imagem. Quem souber, nos avise nos comentários)

As fotos são reais, mas foram tiradas em um parque no Japão! Houve ocorrência de neve no Egito, mas a nevasca não atingiu as pirâmides ou a Esfinge de Gizé!

Colaboraram conosco os amigos @Potêusso e @Ceticismo, através do nosso perfil no Twitter!

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 3 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Raro deserto de dunas no Canadá pode sumir, dizem especialistas

Dunas de Spirit Sands (Foto: Renault Philippe/hemis.fr/Arquivo AFP)Dunas no Parque Provincial de Spruce Woords em 2010 (Foto: Renault Philippe/hemis.fr/Arquivo AFP)

Enquanto a desertificação avança em várias partes do planeta, uma rara extensão de areia nas vastas planícies do centro do Canadá está em vias de extinção, cobrindo-se pouco a pouco de vegetação, alertam especialistas.

As dunas de Spirit Sands, que ocupam 4 km² na província de Manitoba, estão ameaçadas. Em algumas áreas, punhados de mato dispersos brotam no meio da areia, enquanto em outras as dunas já estão completamente cobertas por um espesso tapete verde.

Localizadas no Parque Provincial de Spruce Woods, com 300 km² e a 200 km a oeste de Winnipeg, capital de Manitoba, essas grandes extensões de areia são únicas na província e raras no Canadá.

Essa formação, que originalmente se estendia sobre uma superfície de 6.500 km², é o último vestígio não vegetal que resta do delta do rio Assiniboine. As dunas se formaram há 12 mil anos, quando uma geleira que cobria a região derreteu.

“O que constatamos atualmente é um processo natural”, explica Jessica Elliott, chefe do sistema de planejamento de parques e ecologia da agência governamental Conservação de Manitoba. “Vemos a vegetação avançar sobre o que antes era uma região de dunas de areia”, continua.

A vegetação toma conta das dunas em um ritmo de 10% a 20% por década, concluíram os pesquisadores nos anos 2000, em um estudo sobre a cronologia da sedimentação do período geológico interglacial Holoceno.

Fogo e bisões para conter vegetação
Para Elliot, vários fatores contribuem para o avanço da vegetação.

“O clima é diferente do que era no passado: há mais chuvas, a velocidade do vento é menor e não há outros fatores de perturbação, como os grandes bisões que se deslocavam para pastar na região ou os intensos incêndios florestais”, explicou.

Tecnicamente, o deserto de Spirit Sands não é um deserto verdadeiro, porque recebe cerca do dobro das precipitações de um deserto típico. Mas as dunas, de importante representação religiosa para os aborígines, também têm grande valor para o ecossistema, pois abriga espécies endêmicas (que só existem lá).

Além disso, essas montanhas de areia formam a principal atração para os turistas canadenses e estrangeiros, que chegam ao Spruce Woods para acampar, fazer caminhadas, passeios a cavalo e navegar de caiaque pelo rio Assiniboine.

Segundo funcionários do parque, 2.300 dos 60 mil veículos que entraram no local visitaram as dunas desde janeiro. Por isso, a província avalia diferentes formas de preservá-las, desde aplicar herbicidas químicos até recorrer ao que já funcionou ali durante milhares de anos: usar fogo ou bisões.

No último caso, seria preciso “construir um recinto” com uma cerca com centenas de quilômetros de comprimento para manter os animais dentro do parque, disse Elliott.

Embora o desaparecimento das dunas de Spirit Sands pareça inevitável sem a intervenção humana, o futuro de Spruce Woods não corre perigo, segundo os funcionários.

“Independentemente da quantidade de vegetação que há nas dunas, o parque é um local belíssimo. Há tantos cantos diferentes para ver e desfrutar da natureza, tantos atrativos”, disse a funcionária Jennifer Bryson.

Fonte G1

 
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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Tartarugas do deserto enfrentam ameaça em seu próprio refúgio

Pesquisadora Pamela Flores examina uma tartaruga do deserto no Centro de Conservação. (Foto: AP Photo/Isaac Brekken)Pesquisadora Pamela Flores examina uma tartaruga do deserto no Centro de Conservação. (Foto: AP Photo/Isaac Brekken)

Por décadas, as tartarugas do deserto, ameaçadas de extinção, levaram uma vida protegida no Centro de Conservação da Tartaruga do Deserto, ao sul de Las Vegas, nos Estados Unidos.

Desenvolvedores têm se esforçado para manter o animal seguro e autoridades ligadas à vida selvagem criaram a reserva de conservação para a espécie. Mas essa moradora do deserto agora enfrenta uma ameaça que vêm das próprias pessoas que a têm alimentado.

Os fundos federais estão se esgotando no Centro de Conservação da Tartaruga do Deserto e funcionários planejam fechar o local e matar centenas de tartarugas que vêm recebendo cuidados desde que a espécie entrou para a lista de espécies ameaçadas, em 1990.

“É o menor de dois males, mas ainda assim é um mal”, disse o coordenador de recuperação da tartaruga do deserto do Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA Roy Averill-Murray, durante uma visita ao à reserva ao sul de Las Vegas, na semana passada.

Durante a visita de Averill-Murray, biólogos faziam seu trabalho normalmente, examinando as tartarugas para verificar sinais de doenças. Mas o abrigo vai deixar de pegar novos animais nos próximos meses.

Tartaruga ameaçada é examinada por pesquisadores. (Foto: AP Photo/Isaac Brekken)Tartaruga ameaçada é examinada por bióloga.
(Foto: AP Photo/Isaac Brekken)

O Bureau de Administração das Terras tem financiado o abrigo e as pesquisas sobre as tartarugas com multas impostas a construtores que infringiam o habitat das tartarugas em terras públicas.

Enquanto havia um boom de construções nos anos 2000 no sul de Nevada, o orçamento das tartarugas era alto. Mas, com a recessão, o mercado de casas se contraiu e o governo local passou a ter dificuldade de conseguir o orçamento anual de US$1 milhão para as tartarugas.

Hoje, não há mais do que 100 mil tartarugas do deserto onde antes se espalhavam milhões de animais da espécie pelos estados de Utah, Califórnia, Arizona e Nevada.

O animal chegou a ser tão abundante que turistas os levavam como suvenires. Mas a espécie não é adequada para tornar-se animal de estimação. Muitas das tartarugas hoje na reserva são ex-pets, devolvidos pelos donos ao perceberem que a espécie estava ameaçada.

A maioria dos animais não podem ser soltos no ambiente, pois estão infectados com doenças ou muito fracos para sobreviverem. Averill-Murray quer salvar, pelo menos, as atividades de pesquisa desenvolvidas no local e procura uma maneira alternativa de financiá-las.

Exemplar vive em reserva de proteção voltada a tartarugas do deserto. (Foto: AP Photo/Isaac Brekken)Exemplar vive em reserva de proteção voltada a tartarugas do deserto. (Foto: AP Photo/Isaac Brekken)

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Publicado por em 28 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Deserto do Atacama tem neve e chuva pela primeira vez em 30 anos

O deserto do Atacama, no Chile, teve uma combinação de neve e chuva pela primeira vez em 30 anos, o que provocou deslizamento de terras e problemas no trânsito no local, considerado um dos mais secos do planeta.

A mistura da chuva com a neve, no solo seco do deserto, criou um grande deslizamento de terra próximo à cidade de Tocopilla.

Fernando San Roma, o prefeito, disse que foi sorte o deslizamento não ter atingido a cidade.

Máquinas pesadas estão retirando a lama da estrada costeira, em que várias pessoas ficaram presas em seu carro.

Moradores da pequena cidade de San Pedro de Atacama tiveram a chance rara de brincar de guerra de bolas de neve.

Não deve chover mais na região.

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Publicado por em 28 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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