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Disney: desafiando a lógica desde os anos 20

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Este é um blog de humor, portanto nada aqui deve ser levado a sério. Os comentários contidos aqui são de responsabilidade de seu criador, e não refletem de forma alguma, a opinião do autor do site…. E eu tenho uma vaca chamada Jairo. Política de privacidade.

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Otan: ação russa é a ameaça ‘mais grave’ à Europa desde a Guerra Fria

O secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen, considerou nesta quarta-feira (19) que a incorporação da Crimeia por parte da Rússia constitui a ameaça “mais grave” para a estabilidade da Europa desde a Guerra Fria.

“Vivemos outras crises na Europa nos últimos anos: os Bálcãs nos anos 90, a Geórgia em 2008. Mas esta é a ameaça mais grave à segurança e à estabilidade da Europa desde o fim da Guerra Fria”, ressaltou Anders Fogh Rasmussen.

Crise

A Crimeia se tornou o foco da atenção da diplomacia internacional nas últimas semanas com uma escalada militar russa e ucraniana na região. As tensões separatistas da região, de maioria russa, se tornaram mais acirradas com a deposição do presidente ucraniano Viktor Yanukovich – o que levou a Rússia a aprovar o envio de tropas para “normalizar” a situação.

A medida só piorou as relações entre Ucrânia e Rússia, gerando grande perigo para a região. A tensão se intensificou após 16 de março, quando a população da Crimeia aprovou em imensa maioria sua adesão à Rússia em um referendo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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Brasil registra o menor número de focos de incêndio desde 2000

Info queimadas - vale este (Foto: Arte/G1)

O Brasil registrou no ano passado o menor número de focos de incêndio desde 2000, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Ao longo de 2013, foram detectados por satélites 115 mil pontos de calor. O número é 40% menor que o verificado em 2012 (194 mil).

Para o pesquisador Alberto Setzer, responsável no Inpe pelo monitoramento de queimadas no país, três fatores podem explicar o dado: o alto índice de chuvas, a situação econômica desfavorável e uma maior fiscalização.

“O ano de 2013 foi bem mais chuvoso que 2012 e outros anos. Quando há uma maior precipitação, ficam diminuídas as condições para uso e propagação do fogo”, diz. “Além disso, a gente tem observado que, em anos que a situação econômica é favorável, quando há crescimento, seja pela exportação de soja ou de alguma outra atividade em alta, o número de queimadas e o desmatamento tendem a crescer, já que pessoas tentam aumentar a produção para se beneficiar. Não foi o caso do ano passado, quando todos estavam um pouco com o ‘pé atrás’.”

Segundo o pesquisador, um maior cerco das autoridades também foi fundamental. “Obviamente, quando as instituições estaduais e federais ligadas ao meio ambiente estão mais ativas no controle, cai o uso do fogo, já que ele é indevido, ilegal. E houve mais campanhas educativas e uma fiscalização mais intensa [em 2013]”, afirma.

O Pará foi o campeão de focos de incêndio: 20.542. Logo atrás, ficou Mato Grosso, com 17.823. O Maranhão, que em 2012 encabeçava a lista, diminuiu quase pela metade os registros: de 31.594 para 16.191 no ano passado.

2014
As altas temperaturas registradas neste ano devem favorecer novamente um aumento na estatística. Foram registrados em janeiro 2.634 focos, um aumento de quase 30% em relação ao mesmo mês do ano passado (2.049). Parte dos incêndios ocorreu em Mato Grosso (315), no Pará (251) e no Maranhão (195). Janeiro, no entanto, não costuma ser o mês que mais registra ocorrências. Historicamente, agosto, setembro e outubro concentram a maioria dos focos.

Para Setzer, as queimadas devem aumentar em 2014, em parte devido ao chamado “ciclo do fogo”. “Quando se queima muito durante um ano, a matéria orgânica da superfície [do solo] se reduz. E a recomposição não é imediata. Em 2013, o número foi muito baixo, então em 2014 a gente terá uma situação oposta, já que haverá mais fontes disponíveis de combustão, sem contar que o ano está mais seco e quente”, destaca.

Sob risco
Um em cada cinco municípios brasileiros (1.034 ao todo) tem atualmente alguma faixa de seu território em situação crítica para queimadas. “Isso significa que, se houver o início de uma queimada, ela pode sair do controle, já que a vegetação está mais seca e a umidade relativa do ar, muito baixa”, diz Setzer.

Governo do Tocantins decreta situação de emergência por causa dos focos de queimadas (Foto: Elisangela Farias/G1 TO)Apesar da diminuição de queimadas, Tocantins
teve que decretar situação de emergência em 2013
por causa de focos (Foto: Elisangela Farias/G1)

Os satélites do Inpe conseguem diagnosticar todos os focos de incêndio que tenham pelo menos 30 metros de extensão por 1 metro de largura.

Quase todas as queimadas hoje são causadas pelo homem, seja de forma proposital ou acidental. As razões variam desde limpeza de pastos, preparo de plantios, desmatamentos e colheita manual de cana-de-açúcar até balões de São João, disputas por terras e protestos sociais.

Segundo o Inpe, as queimadas destroem a fauna e a flora nativas, causam empobrecimento do solo e reduzem a penetração de água no subsolo, além de gerar poluição atmosférica com prejuízos à saúde de milhões de pessoas e à aviação. Denúncias de incêndios criminosos podem ser feitas ao Corpo de Bombeiros, às prefeituras, às secretarias estaduais do Meio Ambiente e ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

NÚMERO DE FOCOS DE INCÊNDIO EM 2013 (POR ESTADO):

Pará – 20.542
Mato Grosso – 17.823
Maranhão – 16.191
Tocantins – 9.786
Bahia – 7.313
Piauí – 6.561
Minas Gerais – 5.382
Amazonas – 5.118
Rondônia – 3.662
Mato Grosso do Sul – 3.565
Acre – 3.242
Goiás – 3.002
Ceará – 2.898
São Paulo – 2.055
Paraná – 1.905
Santa Catarina – 1.046
Roraima – 994
Amapá – 975
Rio Grande do Sul – 944
Pernambuco – 729
Rio de Janeiro – 405
Paraíba – 322
Rio Grande do Norte – 268
Espírito Santo – 261
Alagoas – 208
Sergipe – 185
Distrito Federal – 102

Foco de incêndio em área da floresta amazônica que está em regeneração. Desde o começo do ano, Pará registrou 4.039 focos de queimada, segundo o Inpe (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)Foco de incêndio em área da floresta amazônica (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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2013 foi o sexto ano mais quente desde 1850, afirma agência da ONU

O sol continua predominado no estado acompahando de muito calor (Foto: Valéria Martins/G1)Temperatura no mundo deve subir ainda mais
(Foto: Valéria Martins/G1)

O ano de 2013 foi o sexto mais quente desde 1850, quando começaram a ser feitas medições da temperatura global, e se igualou a 2007, de acordo com estatísticas da Organização Meteorológica Mundial (WMO), ligada às Nações Unidas.

Segundo a entidade, a tendência para os próximos anos é de a temperatura no mundo subir ainda mais. No Brasil, por exemplo, São Paulo registrou em 2014 o janeiro mais quente de sua história desde o início das medições diárias de temperatura feitas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em 1943.

De acordo com o relatório da WMO, a temperatura média da superfície terrestre e dos oceanos superou em 0,50ºC a média calculada entre 1961 e 1990, e ficou 0,03ºC acima da média entre 2001 e 2010.

“A temperatura média de 2013 confirma a tendência de aquecimento a longo prazo”, afirmou o secretário-geral da organização, Michel Jarraud. “A taxa de aquecimento não é uniforme, mas a tendência subjacente é inegável. Dadas as quantidades recordes de gases de efeito estufa na nossa atmosfera, as temperaturas globais continuarão a subir para as próximas gerações”, explicou.

“A nossa ação – ou a falta de ação – para reduzir as emissões de dióxido de carbono e outros gases que retêm o calor irão moldar o estado do nosso planeta para nossos filhos, netos e bisnetos”, disse Jarraud.

Segundo a WMO, 13 dos 14 anos mais quentes aconteceram no século 21. O recorde são dos anos de 2010 e 2005 (0,55°C), seguidos por 1998, anos marcados pelo fenômeno de aquecimento muito poderoso provocado pelo El Niño.

Tanto o El Niño quanto o fenômero de resfriamento La Niña são fatores determinantes para a variabilidade natural do clima. O ano de 2013 foi um dos quatro anos mais quentes que se produziu estes fenômenos.

Temperaturas em terra e oceanos
No que diz respeito às superfícies terrestres, a temperatura mundial de 2013 foi superior em quase 0,85°C à média de 1961-1990 e em aproximadamente 0,06°C à média de 2001-2010, segundo o comunicado do organismo.

Esta é a quarta maior temperatura já registrada, motivada em parte por um período muito quente de novembro a dezembro.

Nos oceanos, em 2013 foi observado um calor excepcional na Grande Baía Australiana e suas águas adjacentes, assim como em partes do nordeste e no centro-sul do Oceano Pacífico e em grande parte do Oceano Ártico.

A temperatura na superfície dos oceanos mundiais foi a maior desde 2010. Junto com 2004 e 2006 foi o sexto ano mais quente dos registros, 0,35°C acima da média de 1961-1990 e sendo igual à média mais recente de 2001-2010, segundo a OMM.

A OMM, com 191 países membros, explica no comunicado que divulgou os dados sobre as temperaturas para antecipar a versão completa da declaração sobre o estado do clima de 2013, que será divulgado em março.

Na declaração serão especificadas de forma mais detalhada as temperaturas, as precipitações, as inundações, as secas, os ciclones tropicais, a camada de gelo e o nível do mar em escala regional.

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Quase 1.900 morreram na Síria desde início da conferência de paz, diz ONG

Quase 1.900 pessoas morreram na Síria desde 22 de janeiro, quando começaram na Suíça as negociações de paz de Genebra 2 entre o regime e a oposição, afirmou nesta sexta-feira (31) o Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

Ao menos 498 civis estão entre as vítimas do conflito, que não foi interrompido durante o encontro entre representantes do governo e dos rebeldes em uma cúpula que até o momento não apresentou resultados.

“Entre 22 e 30 de janeiro, houve 1.870 mortos, entre eles 498 civis”, disse Rami Abdel Rahman, diretor da entidade ligada à oposição síria.

Até agora, a difícil negociação mediada pela ONU não trouxe nenhum resultado prático.

“Além dos 646 rebeldes, 208 jihadistas da Frente al Nosra e do Estado Islâmico do Iraque e o Levante (EIIL), 515 soldados e milicianos leais ao regime e 3 combatentes curdos perderam a vida durante este período”, acrescentou.

Estes combatentes morreram em confrontos entre distintas frentes: forças leais ao governo contra os rebeldes ou insurgentes contra jihadistas e curdos.

“Isso dá uma média de 208 mortos por dia e o número real de mortes é certamente mais elevado”, enfatizou Abdel Rahman.

“A conferência de paz de Genebra deveria ter sido realizada com um cessar total das operações militares e das prisões. Pedimos à comunidade internacional que atua de forma séria e real para deter o assassinato e as violações dos direitos humanos na Síria antes de promover uma solução política”, afirmou ainda.

arte síria versão 24.01 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Site calcula quanto tempo usuário passou no Facebook desde 1º acesso

Calculadora mostra quanto tempo usuário passou no Facebook desde 2007. (Foto: Revista Time)Site mostra quanto tempo usuário passou no Facebook desde que entrou na rede (Foto: Revista ‘Time’)

Já pensou em quanto tempo você passa no Facebook? O site da revista americana “Time” publicou nesta segunda-feira (27) um aplicativo que faz esse cálculo desde que o internauta ingressou na rede social de Mark Zuckerberg. (Acesse aqui a calculadora)

No dia 4 de fevereiro, a rede que tem 1,2 bilhão de integrantes no mundo completa dez anos de existência. A “Time” recomenda uma reflexão com sua calculadora: “veja quantos dias de vida foram perdidos nisso [no Facebook] nestes dez anos”.

Para fazer a conta, o aplicativo precisa ter acesso ao perfil do usuário no Facebook. A partir das postagens e da estimativa do tempo de criação do perfil na rede, o sistema calcula, ano a ano, o que chama de ‘tempo gasto’ na rede social, até apresentar a soma final.

Em um teste feito na redação do G1, um usuário ativo passou mais de 26 dias na rede social desde outubro de 2007. “O Facebook tem 3.646 dias de idade. Você participou de 2.286 deles e postou 3.191 coisas em seu feed no período”, conclui o app. A página também oferece a opção ao usuário de ‘se vangloriar’ compartilhando o resultado no próprio Facebook ou no Twitter.

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Projeto atua na preservação das lontras em Florianópolis desde 1986

Lontras são preservadas desde 1986 na Lagoa do Peri (Foto: Projeto Lontra/Divulgação)Lontras são preservadas desde 1986 na Lagoa do Peri (Foto: Projeto Lontra/Divulgação)

O Projeto Lontra busca a preservação da espécie Lontra longicaudis em Florianópolis e também no Pantanal do Mato Grosso do Sul. A base do projeto na capital catarinense é na Lagoa do Peri, no Sul da Ilha de Santa Catarina. No local são oferecidas atividades voltadas para o ensino e educação ambiental. O objetivo principal é a capacitação de multiplicadores de ações que visem a preservação das lontras, além de desenvolver estudos científicos sobre a espécie.

Entre seis e 11 lontras vivem na Lagoa do Peri (Foto: Projeto Lontra/Divulgação)Entre seis e 11 lontras vivem na Lagoa do Peri
(Foto: Projeto Lontra/Divulgação)

O gerente de Projetos e Pesquisa do Instituto Ekko Brasil, coordenador do projeto e oceanógrafo Carvalho Junior explica que na região da Lagoa do Peri existe uma população flutuante entre seis e 11 lontras.

“Elas saem para o mar por meio do canal que dá na Praia do Matadeiro. Em cativeiro temos seis filhotes órfãos, que servem para a visitação e também para pesquisa”. De acordo com o coordenador do projeto, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) não permite a soltura dos animais.

A lontra, segundo Carvalho Junior, é um mamífero semiaquático, carnívoro, que ocupa o topo da cadeia alimentar. As mães cuidam sozinhas dos filhotes, que podem permanecer com elas até um ano. O animal pode pesar um máximo de 20 quilos. Por ter um corpo alongado, flexível e musculoso, além de patas com membranas interdigitais, a lontra tem grande agilidade na água.

As ações do projeto, iniciado em 1986, abrangem a recuperação, conservação e ampliação do conhecimento técnico sobre as lontras e outros integrantes da família Mustelidae, além do Centro de Visitação e Educação Ambiental, trilhas educativas e realização de cursos de formação e capacitação comunitária.

As pesquisas realizadas pelo Instituto mostram que a lontra é responsável pela manutenção no estoque de peixes nos rios e também hospeda parasitas. “Se a população delas diminuir, é possível que estes parasitas migrem para os seres humanos”, explica Carvalho Junior.

Um dos grandes desafios do projeto é a conscientização dos pescadores, que matam as mães em retaliação. “Como elas precisam alimentar os filhotes, muitas vezes entram em viveiros de peixes ou pegam os das redes. Ai, muitos pescadores matam as lontras para evitar que isso aconteça. Em Florianópolis, felizmente, isso não acontece mais”, explica o oceanógrafo. Segundo ele, além disso, há casos de morte por veneno de rato, colocado em plantações próximas de rios, ataques de cachorros em unidades de conservação e também atropelamentos.

Projeto Lontra
Rua Euclides João Alves,
Lagoa do Peri, Sul da Ilha de SC
Visitação: das 8h às 10h e das 16h às 18h.
R$ 10

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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