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Homem descobre que é procurado após busca no Google e se entrega

Christopher Viatafa se entregou após ver o próprio nome em uma lista de procurados do estado (Foto: Divulgação/Northern California Most Wanted)Christopher Viatafa se entregou após ver o próprio
nome em uma lista de procurados do estado
(Foto: Divulgação/Northern California Most Wanted)

Para “limpar a própria consciência”, Christopher Viatafa, de 27 anos, se entregou à polícia de San Leandro, no estado da Califórnia (EUA), após fazer uma busca no Google por seu próprio nome e encontrá-lo na lista dos mais procurados do estado.

Após fazer a busca, Viatafa viu que sua foto estava estampada no site do Centro Regional de Inteligência da Califórnia (em tradução livre), devido à ligação do americano em um tiroteio que terminou sem feridos, de acordo com o jornal “SFGate”.

O homem era acusado do crime de atirar com uma arma em uma residência habitada, ao efetuar os disparos durante uma festa particular na cidade.

Durante a procura aleatória no buscador, Christopher contou que precisava “limpar a consciência”, e decidiu se entregar prontamente às autoridades.

De acordo com o site de procurados, Viatafa aparece agora como “fugitivo capturado”.

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Publicado por em 19 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Estudante descobre aneurisma em ator contratado para fingir doença

Um ator contratado pela Universidade da Virgínia (EUA) para interpretar um paciente doente ficou surpreso quando um estudante de medicina, que participava do exercício, identificou que o homem tinha exatamente a condição crítica que estava fingindo.

A instituição pediu para o que o ator Jim Malloy aparentasse aos estudantes que tinha os sintomas de um aneurisma da aorta abdominal, uma condição na qual “uma parte da aorta inferior começa a inchar”, de acordo com um comunicado emitido pela instituição.

Ryan Jones, à direita, junto a Jim Malloy e a esposa, Louise. Estudante descobriu que ator tinha condição grave que havia sido contratado para encenar (Foto: Divulgação, Jackson Smith/UVA Health System)Ryan Jones, à direita, junto a Jim Malloy e a esposa, Louise. Estudante descobriu que ator tinha condição grave que havia sido contratado para encenar (Foto: Divulgação, Jackson Smith/UVA Health System)

No entanto, assim que o estudante de medicina Ryan Jones começou a examinar Malloy, percebeu que o homem realmente apresentava a condição. “Acho que encontrei um aneurisma. Ele sabe que tem isso?”, disse Ryan.

O responsável pelo exercício pediu para que Jim fosse até um cardiologista, que deu o veredito sobre a condição grave, que geralmente não tem muitos sintomas visíveis e pode ser fatal caso o aneurisma estoure.

Malloy foi operado e se recuperou completamente da condição. “A vida de Jim foi salva por um estudante de medicina da UVA”, afirmou Louise, esposa do ator.

Ryan está no último ano de medicina e, de acordo com a instituição, está fazendo uma entrevista para um programa de residência, e pensa em se tornar oncologista especializado tratamentos de radiologia.

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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Adotada na infância, mulher descobre ser neta de nazista

A alemã-nigeriana Jennifer Teege ficou chocada ao descobrir ser neta de Amon Goeth, o célebre comandante nazista do campo de concentração de Plaszow, em Hamburgo, no norte da Alemanha.

Goeth tornou-se mundialmente conhecido ao ser retratado no filme A Lista de Schindler, o grande vencedor do Oscar de 1994, que conta a estória, baseada em fatos reais, de como um industrial alemão salvou mais de 1 mil judeus da morte ao empregá-los em sua fábrica durante a Segunda Guerra Mundial.

Teege é fruto de um breve relacionamento entre sua mãe, filha de Goeth, e um estudante nigeriano. Ela, que acaba de publicar o livro Amon, My Grandfather Would Have Shot Me (‘Amon, meu avô, teria atirado em mim’, em tradução livre), contou, em entrevista ao serviço Mundial da BBC, como a descoberta de suas raízes mudou sua vida.

Leia o relato.

‘Há cinco anos, eu estava em um biblioteca em Hamburgo, no norte da Alemanha, e vi um livro envolvido em um pano vermelho que imediatamente chamou minha atenção.

O título, traduzido para o inglês, era I Have to Love My Father, Right? (Eu tenho que amar meu pai, certo?, em tradução livre). Estampava na capa a foto pequena de uma mulher que me parecia familiar.

Então comecei a folheá-lo. Havia muitas fotos e à medida que virava as páginas, percebi que havia algo errado.

No final, a autora resumia alguns detalhes sobre a mulher da capa e sua família e percebi que se encaixavam perfeitamente com o que eu sabia sobre a minha família biológica.

E entendi que se tratava de um livro sobre a história da minha família.

A mulher na foto era minha mãe e seu pai era Amon Goeth, comandante do campo de concentração de Plaszow, perto de Cracóvia.

Adoção
Minha mãe não tinha me contado nada. Ela me deu à adoção pouco depois que nasci, então não cresci com ela.

Poucas semanas depois do meu nascimento, fui entregue a um orfanato e, às vezes, recebia visitas da minha mãe. Aos sete anos, fui adotada por uma família e, depois disso, não tive mais contato com minha mãe, com exceção de uma vez.

Eu já tinha mais de 20 anos, e ela provavelmente não me contou nada para me proteger – provavelmente ela achou que seria melhor se não soubesse nada sobre meu passado real, sobre a verdade, sobre minha família, sobre meu avô.

E fiquei totalmente chocada quando descobri a história, era como se alguém tivesse puxado meu tapete.

Eu levei o livro para casa e o li da primeira à última página. Havia detalhes sobre a minha mãe, sobre minha avó e meu avô, Amon Goeth.

Libertação
Com o tempo, comecei a sentir o impacto daquela história sobre mim. Por ter sido adotada, eu sempre soube muito pouco sobre meu passado. E ter me confrontado com ele foi algo muito sério.

Eu tinha assistido ao filme A Lista de Schindler, em que Ralph Fiennes (ator inglês) faz o papel do meu avô. Mas nunca poderia imaginar que eu e Goeth éramos ligados geneticamente e isso foi muito angustiante.

Senti-me parte de sua história, mas ao mesmo tempo distante – o que não aconteceu com minha mãe, porque ela cresceu com a minha avó e deve ter sido muito difícil para ela deixar o passado para trás.

Eu tento não deixar o passado para trás, mas quero colocá-lo no lugar ao qual ele pertence. Isso não significa que eu vou ignorá-lo, mas não quero deixar que ele domine a minha vida.

Eu não sou um reflexo dessa parte da família, mas ainda estou muito conectada a ela. E espero achar uma forma de integrá-la à minha vida.

É uma história única, muito atípica e de significado profundo. Aborda a questão universal de como lidar com o peso do passado no presente e deveria mostrar como este passado pode ser liberador’.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Pai descobre sozinho mutação genética que afeta sua filha

É comum se dizer que os pais conhecem seus filhos melhor que ninguém. Mas Hugh Rienhoff chegou ao extremo de conhecer até mesmo os genes de sua pequena Beatrice.

Hugh Rienhoff descobriu sozinho a mutação genética da filha (Foto: Hugh Rienhoff )Hugh Rienhoff descobriu sozinho a mutação genética da filha (Foto: Hugh Rienhoff )

Insatisfeito com os diagnósticos que recebeu dos médicos sobre sua filha, que nasceu há 9 anos com um distúrbio raro, Rienhoff, um empresário do ramo de biotecnologia, decidiu resolver o problema com as próprias mãos.

Após quase uma década de exames clínicos, consultas com especialistas e até testes de DNA caseiros com equipamentos usados, ele publicou em julho deste ano um ensaio científico na revista americana Medical Genetics, em que descreve em detalhes o que ele assegura ser o problema de seu filha: uma mutação em um gene essencial para o crescimento normal dos músculos.

No processo, a julgar pela maneira como foi descrito em matérias médicas, esse pai de três filhos se transformou em um exemplo do que se pode conseguir na biologia em termos de ‘faça você mesmo’ (veja quadro abaixo).

Mas, em entrevista à BBC Mundo, Rienhoff garante que prefere manter um perfil discreto e confessa que não pode descansar: ainda que tenha descoberto o que sua filha tem, ele agora precisa entender como a doença se desenvolve.

Enigma

Desde antes do nascimento de Bea, o mundo de Rienhoff já girava em torno de doenças raras. Ele estudou genética clínica nos anos 1980, mas se concentrou profissionalmente em empresas biotecnológicas, algo que lhe permitiu obter contatos que se provariam valiosos.

Com a chegada de sua filha, em 2003, ele estava treinado para notar que havia algo estranho: o bebê custava a ganhar peso, tinha uma mancha no rosto e suas pernas eram desproporcionalmente longas.

Mas os médicos não tinham um diagnóstico convincente, e Bea passou a ser um entre centenas de bebês que nascem a cada ano com um distúrbio não-identificado.

Reinhoff decidiu, então, usar sua experiência para desvendar esse enigma pessoal e doloroso. Assim nasceu um projeto que, em certa medida, passou a definir sua carreira.

Genoma familiar

Com a ajuda de colegas, extraiu o DNA de sua filha e, graças a equipamentos usados que comprou por US$ 2 mil em sites como eBay e instalou em casa, ele amplificou esse material genético para que um laboratório pudesse analisar as cadeias do DNA.

Com o resultado em mãos, copiou a sequência inteira em um documento de Word e comparou cada fragmento com o que encontrou do Projeto do Genoma Humano.

No entanto, logo percebeu que a empreitada era grande demais e decidiu dar publicidade ao seu projeto, dando conferências, criando sites na internet e concedendo entrevistas.

E conseguiu o apoio de uma organização dirigida por um velho amigo – a qual pôde, em escala maior, sequenciar os genes necessários de Bea e seus parentes e, assim, todo o genoma familiar.

Essa análise foi crucial para que, após muitas idas e vindas, Rienhoff pudesse chegar a uma conclusão científica preliminar: uma mutação em um gene associado a uma síndrome de pouca massa muscular.

‘Foi um momento emocionante, porque eu suspeitava que esse gene poderia estar na família, e isso se provou correto’, disse ele à BBC Mundo.

Dilemas

Mas a jornada foi um “vaivém de emoções”, porque a princípio ele não sabia o que ia encontrar.

“Temia que fosse uma mutação conhecida e que o destino (de Bea) estivesse traçado”, confessa.

Sobre os risgos e dilemas inerentes de fazer ciência com base em sua própria filha, Reinhoff acha que não tinha opção: se ele tinha a habilidade de investigar o que acontecia com Bea, não poderia simplesmente esperar que seu problema fosse eventualmente tema de uma pesquisa científica.

Ele contou com a ajuda de outros especialistas. Por questões éticas e de parentesco, a publicação científica do Hospital Johns Hopkins, nos EUA, diz que ele nunca tirou sangue de Bea nem realizou procedimentos diretos na menina.

Ele também diz que não publicou seus resultados em busca de satisfação pessoal – mas sim porque ainda há investigações a fazer e porque são necessários mais casos para entender melhor a mutação. E, além disso, para entender como será a vida de Bea daqui para frente.

“O que eu realmente queria saber é qual a história natural disso”, afirma Rienhoff. Para tal, é preciso estudar outros pacientes e – seu próximo passo – investigar a mesma mutação em camundongos de laboratório.

Enquanto isso, ele se diz satisfeito de ter identificado o gene e sua variante. Agrega que sua filha está bem de saúde e tem sorte de não ser portadora de doenças vasculares graves – hipótese que chegou a ser contemplada pela família.

E o quanto ela entende a respeito do que passa ao seu redor?

“Ela não sabe muito”, afirma Rienhoff. “Mas ela está feliz que vai ganhar um camundongo!”

Fonte G1

 
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Publicado por em 22 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Pastor descobre que ‘cãozinho’ que cuidaria de ovelhas era lobo

Pastor se envergonhou ao descobrir que 'cãozinho' que cuidaria de ovelhas era lobo (Foto: Arquivo/Alexey Gromov/AFP)Pastor se envergonhou ao descobrir que ‘cãozinho’
que cuidaria de ovelhas era lobo (Foto: Arquivo
/Alexey Gromov/AFP)

Um pastor polonês disse ter ficado “envergonhado” depois que descobriu que um “cãozinho” que havia adotado para cuidar de suas ovelhas era na verdade um lobo.

“Eu pensei que fosse um filhote de cão pastor ou de pastor alemão”, disse Zbigniew Pieczyk, de 50 anos.

“No entanto, quando ele começou a uivar toda noite, percebi que havia cometido um grande erro e avisei a polícia”, acrescentou Pieczyk.

Após a confirmação de que era um filhote de lobo, as autoridades decidiram devolver o animal selvagem à natureza.

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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Pastor descobre que ‘cãozinho’ que cuidaria de ovelhas era lobo

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Pastor se envergonhou ao descobrir que 'cãozinho' que cuidaria de ovelhas era lobo (Foto: Arquivo/Alexey Gromov/AFP)Pastor se envergonhou ao descobrir que ‘cãozinho’
que cuidaria de ovelhas era lobo (Foto: Arquivo
/Alexey Gromov/AFP)

Um pastor polonês disse ter ficado “envergonhado” depois que descobriu que um “cãozinho” que havia adotado para cuidar de suas ovelhas era na verdade um lobo.

“Eu pensei que fosse um filhote de cão pastor ou de pastor alemão”, disse Zbigniew Pieczyk, de 50 anos.

“No entanto, quando ele começou a uivar toda noite, percebi que havia cometido um grande erro e avisei a polícia”, acrescentou Pieczyk.

Após a confirmação de que era um filhote de lobo, as autoridades decidiram devolver o animal selvagem à natureza.

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Publicado por em 3 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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O momento que você descobre que cresceu

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Ficar preso no balanço sem ser gordo: um momento triste que você percebe que é um homem.

Sorry, I could not read the content fromt this page.

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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