RSS

Arquivo da tag: desaparecer

Ministro diz que avião malaio emitiu sinal final antes de desaparecer

Dados de satélite que confirmaram que um avião da Malásia desaparecido há mais de duas semanas caiu no Oceano Índico incluem um sinal eletrônico final que ainda está sendo investigado, disse o ministro interino do Transporte da Malásia, Hishammuddin Hussein, nesta terça-feira (25).

“Há evidência de uma comunicação parcial entre a aeronave e uma estação em terra à 0h19 (GMT, 8h19 de 8 de março em Kuala Lampur)”, disse Hishammuddin em entrevista coletiva. “Nesse horário, essa transmissão não é compreendida e está sujeita a mais trabalhos que estão em andamento.”

O voo MH370 saiu de Kuala Lumpur com 239 pessoas a bordo rumo a Pequim na madrugada do dia 8 de março (à 0h41 locais) e desapareceu dos radares civis da Malásia cerca de 40 minutos depois da decolagem.

O primeiro-ministro malaio, Najib Razak, disse que análise de dados de um satélite da empresa britânica Inmarsat revelou que o voo MH370, da Malaysia Airlines, que desapareceu enquanto ia de Kuala Lumpur a Pequim no dia 8 de março, caiu distante de sua rota no sul do Oceano Índico.

vale este mapa malásia MH370 atualiza 24/3 (Foto: Arte G1)

Análises preliminares dos dados do satélite foram capazes apenas de colocar a posição final da aeronave em um dos dois vastos arcos que vão do Mar Cáspio até o sul do Oceano Índico.

Também nesta terça, as autoridades da Malásia descartaram que sejam encontrados sobreviventes da tragédia do avião da Malaysia Airlines.

“Após 17 dias e baseados nas evidências, temos que aceitar a dolorosa realidade da perda do voo MH370 e que não há sobreviventes”, afirmou Nor Yusof, diretor da companhia aérea, em entrevista coletiva em Kuala Lumpur.

Ahmad Jauhari Yahya, executivo-chefe da Malaysia Airlines, reafirmou que as “evidências” indicam que o avião desaparecido caiu no sul do Oceano Índico, mas ainda não foi confirmada a identificação dos destroços da aeronave.

“Este foi um evento sem precedentes, seguido de uma resposta sem precedentes. Continuaremos as buscas e as investigações até encontrar o avião”, disse o diretor, ao reforçar “o grande desafio” que representa recuperar os destroços da aeronave que supostamente caiu em uma área remota do Oceano Índico.

Nesta terça-feira, as autoridades australianas que coordenam as buscas no vetor sul suspenderam a operação devido ao mau tempo no local onde são feitos os trabalhos, a cerca de 2,5 mil quilômetros ao sudoeste da cidade australiana de Perth.

Agência de notícias estatal da China divulgou foto mostrando 'objetos suspeitos' no Oceano Índico (Foto: Huang Shubo/Xinhua/Reuters)Agência de notícias estatal da China divulgou foto mostrando ‘objetos suspeitos’ no Oceano Índico (Foto: Huang Shubo/Xinhua/Reuters)

Fonte G1

Anúncios
 
Deixe um comentário

Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

Tags: , , , , , ,

Tartaruga da Amazônia corre risco de desaparecer em rio do Amapá

Apenas cinco pares de tartaruga da Amazônia foram encontrados em Oiapoque (Foto: Rubens Portal/Ibama)Apenas cinco pares de tartaruga da Amazônia foram encontrados em Oiapoque (Foto: Rubens Portal/Ibama)

Um levantamento do Instituto de Meio Ambiente (Ibama) no Amapá constatou que a espécie tartaruga da Amazônia (Podocnemis expansa) pode desaparecer do Rio Cassiporé, em Oiapoque, a 590 quilômetros de Macapá. O estudo, realizado em 2013, catalogou apenas cinco pares (macho e fêmea) de tartarugas. O número está muito abaixo do ideal para a sobrevivência estável do ciclo da cadeia reprodutiva, que seria de 200 pares do animal.

O levantamento faz parte do programa “Quelônios da Amazônia”, que visa promover em nove estados brasileiros a preservação de 18 espécies de quelônios. No Amapá, o projeto protege dez espécies desses animais.

Analista ambiental do Ibama, Rubens Portal (Foto: Abinoan Santiago/G1)Analista ambiental do Ibama, Rubens Portal
(Foto: Abinoan Santiago/G1)

Para especialistas, a pesca predatória somada à poluição do Rio Cassiporé, provocada pela atividade ilegal de garimpos no município de Oiapoque, são os causadores do desequilíbrio da cadeia da espécie.

“A tartaruga está sofrendo um risco muito grande e tende a desaparecer. Primeiro por causa da poluição do rio e depois pela pressão de consumo sobre o quelônio”, comentou o analista ambiental do Ibama Rubens Portal.

Projeto visa promover em nove estados brasileiros a preservação de 18 quelônios (Foto: Eliazar Bezerra/Ibama)Projeto visa promover em nove estados brasileiros a preservação de quelônios (Foto: Eliazar Bezerra/Ibama)

Para fomentar a reprodução da espécie em rios do Amapá, o Ibama estendeu o ‘Quelônios da Amazônia’ até a região do município de Oiapoque. A metodologia de preservação das espécies é baseada no uso de mecanismos considerados sustentáveis, como é o caso da transferência dos ovos depositados nas covas às margens dos rios para lugares mais altos, método chamado de ‘translocação’.

Ovos são transferidos da margem de rios a locais mais altos (Foto: Rubens Portal/Ibama)Ovos são transferidos da margem de rios para
locais mais altos (Foto: Rubens Portal/Ibama)

A transferência dos ovos tem o objetivo de proteger os ninhos de fatores ambientais e predatórios, como a incidência de inimigos naturais, principalmente de raposas e gaviões. Na Amazônia, a desova das tartarugas acontece entre os meses de agosto a dezembro.

No entanto para obter resultados no Rio Cassiporé, de acordo com o analista ambiental, seria necessário um longo período. Em Afuá, por exemplo, uma das áreas abrangidas pelo Ibama no Amapá, demorou 20 anos para conseguir estabilizar a cadeia da tartaruga da Amazônia. Nesse período, houve um aumento de 40 para mais de 1 mil pares da espécie.

Novas covas são criadas para promover incubação de filhotes de tartarugas (Foto: Eliazar Bezerra/Ibama)Covas são criadas para promover incubação de
filhotes de tartarugas (Foto: Eliazar Bezerra/Ibama)

No caso do Amapá, o tempo seria maior.  A demora é decorrência do índice de sobrevivência dos animais. Somente cerca de 10% da espécie consegue chegar à fase adulta, quando elas podem alcançar mais de 80 centímetros de comprimento e 60 quilos de peso.

“Partindo de cinco pares vamos precisar de algo em torno de 30 anos para chegarmos a 200 pares. Para isso, precisamos envolver o município, que também é responsável pela conservação do meio ambiente”, mensurou Rubens Portal.

Resultados
Nas demais áreas protegidas pelo programa ‘Quelônios da Amazônia’ no Amapá, segundo o Ibama, foram soltos mais de 1 milhão de quelônios entre 1979 e 2012. O número é o menor entre os estados abrangidos pela iniciativa. O maior saldo é do Pará, com 23 milhões de filhotes soltos em água doce durante o mesmo período.

A maior incidência de soltura realizada pelo Ibama do Amapá aconteceu na região do estado do Pará, no município de Afuá, com 600 mil tartarugas. Pracuúba a segunda maior soltura no período: 400 mil.

“Em 2013, soltamos mais 105 mil filhotes, sendo 104 de tartarugas da Amazônia e mais 1 mil de tracajás”, frisou o analista do Ibama Rubens Portal.

Em Afuá, no Pará, área protegida pelo Ibama do Amapá, foram soltos mais de 100 mil quelônios (Foto: Eliazar Bezerra/Ibama)Em Afuá, no Pará, área protegida pelo Ibama do Amapá, foram soltos mais de 100 mil quelônios (Foto: Eliazar Bezerra/Ibama)

A soltura acontece com conjunto com as populações que vivem às margens dos rios, chamadas de ribeirinhas. Essas comunidades são diretamente afetadas pelo fato de os animais incubados serem incorporados aos estoques naturais pré-existentes.

“No fim do ciclo de incubação, 90% soltamos com a equipe de especialistas, e 10% com a população como se fosse uma espécie de prestação de contas com a comunidade ribeirinha da região onde o projeto é desenvolvido”, concluiu o analista.

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,

Como é possível um Boeing 777 simplesmente desaparecer?

Como pode uma aeronave do porte do Boeing 777 simplesmente desaparecer, sem deixar rastros, como ocorreu com o avião da Malaysia Airlines que sumiu no sábado?

O modelo tem um excelente histórico de segurança e está equipado com vários dispositivos eletrônicos para comunicar ao controle em Terra onde a aeronave está localizada.

Milhares de quilômetros quadrados já foram vasculhados em busca do avião da Malaysia Airlines (Foto: Reuters)Milhares de quilômetros quadrados já foram vasculhados em busca do avião da Malaysia Airlines (Foto: Reuters)

“Mesmo com algum defeito grave, normalmente o piloto tem tempo para agir”, observa o especialista em segurança aérea Steve Landells, da Associação Britânica de Pilotos Aéreos.

“A primeira coisa que você faz é se concentrar em pilotar a aeronave e assegurar que a rota é segura. Em seguida, rapidamente, você procura se comunicar, para pedir ajuda do controle em Terra ou de outras aeronaves”, disse Landells à BBC.

Sem chamada de emergência
Ainda que a aeronave tivesse enfrentado problemas graves, isso deveria deixar pistas. Se todos os motores falham ao mesmo tempo, o piloto ainda deveria ser capaz de planar por mais de cem quilômetros, com tempo suficiente para enviar um pedido de ajuda pelo rádio.

E seria possível ver a descida do avião pelo radar. A ausência de uma chamada de emergência também sugere que não deve ter sido um sequestro. Os pilotos podem enviar códigos emergenciais especiais se alguém tenta invadir a cabine de controle.

“Há um sistema chamado transponder na aeronave, que permite que quando algo falha, o piloto tenha a capacidade de enviar séries de quatro números que indicam que você tem uma emergência. Com isso a torre de controle deveria saber imediatamente que há um problema, mas isso parece não ter acontecido no caso do voo MH370”, explica Landells, que tem vasta experiência de pilotar Boeings 777.

Se tivesse havido uma súbita despressurização na cabine, por conta de uma janela quebrada, por exemplo, a tripulação poderia mergulhar o avião para reduzir a altitude, mas o avião não deveria se desintegrar.

O fato de ele ter sumido repentinamente do radar sugere uma súbita falha catastrófica em pleno ar. Mas será difícil saber o que houve até que encontrem a aeronave ou seus destroços. O problema é que a passagem do tempo dificulta isso cada vez mais.

“Junto com a caixa-preta do avião (que registra informações e a comunicação do voo) há um dispositivo que emite um sinal de rádio que pode ser detectado debaixo d’água por 30 dias ou, no caso de águas mais quentes, por até 40 dias”, afirma David Gleave, investigador-chefe da empresa Aviation Safety Investigations.

Comparações com o voo AF447
A situação inicialmente gerou comparações com outro incidente, a queda do voo 447 da Air France, que fazia a rota entre o Rio de Janeiro e Paris, em junho de 2009.

O Airbus A330 desapareceu quando sobrevoava o Oceano Atlântico e levou anos para que os investigadores encontrassem todas as peças e descobrissem exatamente o que aconteceu.

Agora pode levar também meses ou anos para solucionar o mistério do voo 370 da Malaysia Airlines.

Se o avião realmente caiu no mar, a maior parte da fuselagem deve ter afundado, mas ainda assim ao menos algumas partes deveriam flutuar.

Mas conforme o tempo passa, os ventos e as marés podem espalhar esses destroços por uma vasta área, dificultando ainda mais a localização da aeronave.

‘Equipamentos confiáveis’
O Boeing 777 da Malaysia Airlines não é o primeiro avião a desaparecer sem deixar nenhum rastro evidente, mas essa é uma situação extremamente rara.

“Hoje os aviões são equipamentos incrivelmente confiáveis. Não ocorrem falhas estruturais repentinas. Isso simplesmente não acontece”, disse à BBC David Learmount, especialista em segurança da Flightglobal, organização especializada na análise de informações e de dados relacionados ao setor de aviação.

A Boeing descreve o modelo 777-200 como “uma superestrela”. Mais de mil unidades do modelo já saíram de sua linha de produção desde o primeiro voo, em 1995, com apenas um registro de incidente fatal após mais de 5 milhões de voos.

Esse acidente havia ocorrido em julho de 2013 em San Francisco, nos Estados Unidos, após um voo da Asiana Airlines proveniente de Seul, na Coreia do Sul, se chocar com a pista na aterrissagem. Três pessoas morreram, uma delas atropelada por um veículo de resgate.

Duas teorias
Para o especialista em aviação britânico Chris Yates, com base nas informações conhecidas é possível reduzir as teorias sobre o que ocorreu com o avião da Malaysia Airlines a apenas duas.

“Problemas relacionados a condições atmosféricas podem ser descartados quase com segurança como causa”, afirmou Yates em um artigo para a BBC. “Há diferentes descrições das condições do momento, mas há um consenso de que o avião voava em condições quase perfeitas”, disse.

“Isso deixa apenas duas possibilidades principais: falha mecânica catastrófica ou um ato de terrorismo”, observou.

Ele comenta, porém, que a última possibilidade também é duvidosa, já que até agora ninguém reivindicou um possível ataque.

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

Tags: , , ,

Coalas podem desaparecer com aquecimento da Austrália, diz estudo

Mãe e filhote de coala são vistos no Zoológico de Duisburg, na Alemanha, em março (Foto: Marius Becker/DPA/Arquivo AFP)Mãe e filhote de coala são vistos no Zoológico de Duisburg, na Alemanha, em março (Foto: Marius Becker/DPA/Arquivo AFP)

O coala, marsupial que é um dos símbolos da Austrália, pode desaparecer em decorrência do aumento das temperaturas no país, a menos que ações “urgentes” sejam tomadas, advertiu um estudo publicado nesta quinta-feira (3). Entre as medidas, está o plantio de árvores que sirvam de abrigo aos animais e de eucaliptos, dos quais os bichos se alimentam.

O cientista que conduziu o estudo, Mathew Crowther, da Universidade de Sydney, disse que a pesquisa feita ao longo de três anos rastreou por satélite 40 coalas no estado de Nova Gales do Sul, no noroeste da Austrália, para examinar seus hábitos.

Esse foi o primeiro estudo a comparar onde os marsupiais escaladores de árvores passam seus dias e noites. A pesquisa descobriu que árvores grandes e maduras, com folhagens densas, são fundamentais para a sobrevivência dos animais, particularmente durante eventos de clima extremo, como incêndios florestais e ondas de calor.

“Nossa pesquisa confirmou que os coalas se abrigam durante o dia em diferentes tipos de árvores, e se alimentam de eucaliptos durante a noite”, afirmou Crowther. “Descobrimos que, quanto mais quente é o dia, mais coalas tendem a procurar árvores maiores com folhagens densas para tentar escapar das temperaturas”, acrescentou.

Apesar de serem muito seletivos com seus locais de alimentação – os coalas comem folhas de uma variedade pequena de espécies de eucalipto –, Crowther disse que a pesquisa descobriu que os animais encontrariam abrigo em uma variedade relativamente ampla de árvores, enfatizando o impacto do desmatamento sobre a vulnerabilidade dos bichos, à medida que as temperaturas da Austrália alcançam novos recordes.

Crowther afirmou que um quarto do grupo estudado foi dizimado pela onda de calor de 2009, que precedeu os incêndios florestais do Sábado Negro no país, uma estatística alarmante “em vista da frequência crescente de eventos climáticos extremos”.

“Assegurar que um habitat tenha uma boa provisão de árvores alimentícias e proteger os coalas de predadores não é suficiente para assegurar sua sobrevivência”, destacou o pesquisador.

“É preciso dar ênfase urgente à preservação das árvores mais altas e seguras (…) e ao plantio, tanto de árvores que servem de alimento quanto de abrigo, especialmente em áreas mais protegidas, para tentar mitigar o impacto das altas temperaturas”, acrescentou.

Segundo o “think tank” sem fins lucrativos Climate Council, o mês de setembro foi o mais quente já registrado na Austrália, com temperaturas médias nacionais 2,75° C mais altos que a média de longo prazo.

Em um relatório publicado na quinta-feira sobre dados do Bureau of Meteorology, o conselho reportou que 2013 está no caminho de se tornar o ano mais quente já registrado na Austrália, superando a marca anterior, de 2005.

Uma investigação do governo do país sobre o destino dos coalas, que apresentou seus resultados em 2011, alertou que essas criaturas sonolentas e peludas estavam sob crescente ameaça e deveriam ser consideradas uma espécie ameaçada, com a queda vertiginosa de seu habitat.

Embora fosse abundante antes da chegada dos colonos britânicos, em 1788, agora acredita-se que restem 43 mil coalas na natureza, embora o fato de eles viverem no topo das árvores os torna uma espécie difícil de ser registrada.

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 8 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Site ajuda usuário a cancelar serviços online e ‘desaparecer’ da internet

Site 'justdelete.me' ajuda usuários a cancelarem contas em serviços da internet (Foto: Reprodução/justdelete.me)Site ‘justdelete.me’ ajuda usuários a cancelarem contas em serviços da internet (Foto: Reprodução/justdelete.me)

Cancelar a sua conta em um serviço online ou rede social pode ser uma tarefa árdua. Muitas empresas escondem esse tipo de informação e dificultam o desvincilhamento dos usuários. Pensando nisso, os britânicos Robb Lewis e Ed Poole criaram o “justdelete.me”, um site que reúne os links diretos para as páginas de cancelamento das principais ferramentas da internet e ajuda você a “desaparecer” da rede. Acesse.

Segundo Lewis, o site surgiu a partir de reclamações no Twitter. “Depois de ler alguns tuítes falando de como é difícil deletar a sua conta no Skype e ouvir que o Netflix não remove as suas informações, resolvi contruir o ‘justdelete.me'”.

O “justdelete.me” classifica o seu diretório de links de acordo com a dificuldade para cancelar os serviços. O Facebook, o Twitter e o Foursquare, por exemplo, são considerados fáceis, enquanto que o Netflix, o WordPress, e a Wikipédia levam o rótulo de impossíveis, já que não permitem que o usuário remova seus dados.

Nos serviços considerados difíceis ou impossíveis, o site dá detalhes de como se livrar da conta indesejada ou do argumento da empresa para não permitir isso. No caso do organizador Evernote, por exemplo, o “justdelete.me” informa que não é possível deletar sua conta, mas apenas desativá-la temporariamente, e que essa desativação não remove suas informações pessoais do serviço.

Os usuários podem sugerir a inclusão de novos serviços ao “justdelete.me”. Ele possui ainda uma extensão para o navegador Google Chrome que avisa da dificuldade em cancelar um serviço que você esteja visitando, caso ele seja cadastrado no site.

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 29 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , ,