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Moradores de Barcarena denunciam novo vazamento de caulim

Moradores de Barcarena, nordeste do Pará, denunciam que ocorreu um novo vazamento de caulim no municíopio da noite de quinta-feira (8). Segundo a população, o material vazou da bacia número 5 da empresa Imerys. O caso está sendo investigado pela delegacia do meio ambiente (DEMA), que enviou uma equipe para o município. Em nota, a Imerys informa que não houve um segundo incidente, e que o único vazamento registrado foi o de terça-feira (6), que teria durado cerca de 9 minutos e, segundo a empresa, não causou dano ao meio ambiente.

Esta é a segunda denúncia de vazamento de caulim no município em três dias: o primeiro vazamento foi descoberto na noite de terça-feira (6), e começou na empresa Imerys, que beneficia caulim perto do Igarapé. A empresa reconheceu o vazamento, mas disse que o incidente foi de pequena proporção, e alega que o material não é tóxico.

Por conta do primeiro incidente, a Promotoria de Justiça de Barcarena instaurou um procedimento para investigar a extensão do vazamento, que pode ter atingido o igarapé Dendê, onde também moram famílias ribeirinhas. Esta não é a primeira vez que a população denuncia este tipo de ocorrência em Barcarena: o MPF já tem um procedimento que apura a poluição causada pelo pólo industrial de Barcarena.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Oposição e governo denunciam mais duas mortes na Venezuela

Um funcionário público municipal morreu em Caracas e um estudante perdeu a vida no estado de Táchira em incidentes supostamente relacionados com os protestos que há mais de um mês ocorrem Venezuela, informaram nesta quarta-feira (19) as autoridades.

O prefeito do município caraquenho Distrito Libertador, o chavista Jorge Rodríguez, denunciou pelo Twitter que o funcionário Francisco Rosendo Marín foi “assassinado por terroristas” em Montalbán, no oeste de Caracas, quando estava desfazendo uma barricada.

“Francisco cumpria com seu trabalho de manter a paz quando foi emboscado por animais. Vamos encontrá-los ainda que se escondam sob as pedras”, afirmou Rodríguez.

Além disso, na cidade de San Cristóbal, capital do estado de Táchira, as autoridades confirmaram hoje a morte do estudante Anthony Rojas após ser baleado por grupos armados que tentavam dispersar um protesto no município.

Rojas, de 18 anos, encontrava-se ontem à noite perto de uma barricada com um grupo de amigos quando um grupo armados em motos, supostamente ligados ao chavismo e conhecidos no país como coletivos, abriram fogo, disse à Agência Efe um porta-voz do prefeito de San Cristóbal, o opositor Daniel Ceballos.

Desde que em 12 de fevereiro uma marcha em Caracas terminou em incidentes que deixaram três mortos, a Venezuela vem sendo cenário de manifestações diárias contra o governo, algumas pacíficas e outras que terminam em episódios violentos.

O balanço oficial é até agora de 29 mortos e centenas de feridos. O governo acusa a oposição pela violência, que por sua vem denuncia excessos na repressão às manifestações e ações dos “coletivos”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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Ecologistas denunciam morte de 30 golfinhos no Japão

Golfinhos são vistos nesta terça-feira (23) no porto japonês de Taiji (Foto: Adrian Mylne/Reuters)Golfinhos são vistos nesta terça-feira (23) no porto japonês de Taiji (Foto: Adrian Mylne/Reuters)

Pescadores do porto japonês de Taiji mataram cerca de 30 golfinhos nesta quinta-feira (23), anunciaram defensores dos animais, que tentam alertar a opinião pública internacional.

“Apesar da campanha de sensibilização no mundo e na imprensa, Taiji segue massacrando golfinhos, cerca de 30 nesta manhã”, disse à AFP Melissa Sehgal, “guardiã-chefe da baía” de Taiji na Sea Sheperd, organização ecologista sediada nos Estados Unidos.

Segundo ela, “mais de 600 golfinhos foram mortos em Taiji dos 1.200 presos na baía desde 1 de setembro, sem contar os de hoje, e 149 foram capturados vivos”.

Os pescadores deste pequeno porto do oeste do Japão atraem os golfinhos até uma baía e matam uma parte deles para vender a carne. Os outros são comercializados para parques de atrações aquáticas.

Militantes do Sea Sheperd estão na região e enviam fotos e vídeos ao vivo para sites de todo o mundo.

Esta prática local se tornou famosa no documentário “The Cove”, premiado com um Oscar em 2010, que continha imagens impactantes do massacre de golfinhos.

As autoridades e os pescadores de Taiji sustentam que esta atividade é primordial para a vida econômica da comunidade e acusam os ativistas antipesca de não respeitarem a cultura local.

Também perguntam a razão pela qual os militantes não reagem às mortes de milhares de vacas e porcos nos países ocidentais.

Os pescadores garantem que sacrificam os golfinhos com menos crueldade que antes, realizando um corte em sua medula espinhal.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Países-ilha denunciam ‘desprezo’ dos poluidores sobre o clima

Os países-ilha da região do Oceano Pacífico, ameaçados pela elevação do nível do mar, denunciaram nesta semana o desprezo e a falta de ação de governos considerados “grandes poluidores” e “responsáveis” pela dramática situação em que se encontram.

O aquecimento global e seus efeitos dominam os debates do 44º Fórum de Ilhas do Pacífico (FIP), que reúne 16 Estados independentes e territórios associados, inaugurado nesta terça-feira (03) em Majuro, capital das Ilhas Marshall. Os dirigentes chegaram a bordo de pirogas e foram recebidos por guerreiros que executaram danças tradicionais.

Segundo o primeiro-ministro das Ilhas Cook, Henry Puna, os pequenos países do Pacífico se sentem abandonados pelo resto do mundo, que, no entanto, tem a maior responsabilidade pelas transformações no clima, das quais eles sofrem as consequências. Ele evocou as frustrações que sentem seus habitantes por serem vistos de cima, ignorados e subestimados.

“Anos de inércia de parte daqueles que são os mais capazes de agir de forma eficaz para reduzir (os efeitos do aquecimento) nos deixaram profundamente decepcionados e insatisfeitos”, declarou o premier na abertura do Fórum.

Os países-arquipélago do Pacífico sul querem o compromisso dos grandes países poluidores para limitar suas emissões, destacando que o aquecimento representa uma ameaça direta para a sobrevivência de suas ilhas.

Os arquipélagos de Tuvalu, Kiribati e Ilhas Marshall por vezes ficam menos de um metro acima do nível do mar. A elevação dos oceanos não é uma simples hipótese científica, mas uma ameaça real e de curto prazo para seus habitantes.

Existência ameaçada
Esta declaração será apresentada ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, durante a Assembleia-geral das Nações Unidas, no fim de setembro, em Nova York, a fim de “remobilizar a comunidade internacional e convencê-la de que certos países estão com sua existência ameaçada”.

O presidente das Ilhas Marshall, Christopher Loeak, fez um discurso emocionante pela sobrevivência de seu arquipélago, afetado por uma grave seca e por tempestades.

“A todos os habitantes das Marshall e aos povos do Pacífico: minha terra é minha pátria, meu patrimônio e minha identidade”, afirmou. “Este é meu país e aqui ficarei para sempre. Que venha a água!”, acrescentou.

Grenada fica no Caribe, região de passagem de ciclones. (Foto: Governo de Grenada/Divulgação)Grenada fica no Caribe, região de passagem de ciclones (Foto: Governo de Grenada/Divulgação)

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Países-ilha denunciam ‘desprezo’ dos poluidores sobre o clima

Os países-ilha da região do Oceano Pacífico, ameaçados pela elevação do nível do mar, denunciaram nesta semana o desprezo e a falta de ação de governos considerados “grandes poluidores” e “responsáveis” pela dramática situação em que se encontram.

O aquecimento global e seus efeitos dominam os debates do 44º Fórum de Ilhas do Pacífico (FIP), que reúne 16 Estados independentes e territórios associados, inaugurado nesta terça-feira (03) em Majuro, capital das Ilhas Marshall. Os dirigentes chegaram a bordo de pirogas e foram recebidos por guerreiros que executaram danças tradicionais.

Segundo o primeiro-ministro das Ilhas Cook, Henry Puna, os pequenos países do Pacífico se sentem abandonados pelo resto do mundo, que, no entanto, tem a maior responsabilidade pelas transformações no clima, das quais eles sofrem as consequências. Ele evocou as frustrações que sentem seus habitantes por serem vistos de cima, ignorados e subestimados.

“Anos de inércia de parte daqueles que são os mais capazes de agir de forma eficaz para reduzir (os efeitos do aquecimento) nos deixaram profundamente decepcionados e insatisfeitos”, declarou o premier na abertura do Fórum.

Os países-arquipélago do Pacífico sul querem o compromisso dos grandes países poluidores para limitar suas emissões, destacando que o aquecimento representa uma ameaça direta para a sobrevivência de suas ilhas.

Os arquipélagos de Tuvalu, Kiribati e Ilhas Marshall por vezes ficam menos de um metro acima do nível do mar. A elevação dos oceanos não é uma simples hipótese científica, mas uma ameaça real e de curto prazo para seus habitantes.

Existência ameaçada
Esta declaração será apresentada ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, durante a Assembleia-geral das Nações Unidas, no fim de setembro, em Nova York, a fim de “remobilizar a comunidade internacional e convencê-la de que certos países estão com sua existência ameaçada”.

O presidente das Ilhas Marshall, Christopher Loeak, fez um discurso emocionante pela sobrevivência de seu arquipélago, afetado por uma grave seca e por tempestades.

“A todos os habitantes das Marshall e aos povos do Pacífico: minha terra é minha pátria, meu patrimônio e minha identidade”, afirmou. “Este é meu país e aqui ficarei para sempre. Que venha a água!”, acrescentou.

Grenada fica no Caribe, região de passagem de ciclones. (Foto: Governo de Grenada/Divulgação)Grenada fica no Caribe, região de passagem de ciclones (Foto: Governo de Grenada/Divulgação)

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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