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Presidente turco denuncia bloqueio do Twitter pelo governo

O presidente turco, Abdullah Gul, enviou nesta sexta-feira (21) uma mensagem no Twitter denunciando o bloqueio durante a noite desta rede social por parte do governo islamita conservador do primeiro-ministro, Recep Tayip Erdogan, atingido por um escândalo de corrupção.

“Não podemos aprovar um bloqueio total de uma plataforma de redes sociais (…) Espero que esta situação não dure muito tempo”, escreveu o presidente.

A Turquia bloqueou, na noite de quinta-feira (20), o acesso ao Twitter, algumas horas após Erdogan ameaçar proibir a rede social, havia informado o jornal local Hurriyet.

“Nós vamos bloquear o Twitter. Não estou nem aí para o que a comunidade internacional vai dizer”, afirmou Erdogan diante de milhares de simpatizantes durante um comício realizado a 10 dias das eleições municipais, previstas para o próximo dia 30 de março.

“Eles verão a força da Turquia”, provocou.

O Twitter reagiu imediatamente e explicou que os turcos podem driblar o bloqueio enviando mensagens através de seus smartphones.

“Usuários da Turquia podem enviar tweets usando os SMS. Avea e Vodafone texto Start para 2444. Turkcell texto Start ao 2555”, publicou nesta quinta-feira a rede social em turco e em inglês no perfil oficial de sua equipe de política pública global (@policy).

Em Bruxelas, a comissária europeia para Novas Tecnologias, Neelie Kroes, afirmou que a “proibição do Twitter na Turquia não tem fundamento, é inútil e covarde”, e tanto o povo turco quanto a comunidade internacional a verão como “censura”.

Há três semanas, Erdogan virou alvo de investigações após a divulgação, nas redes sociais, de gravações de conversas telefônicas grampeadas.

As escutas, que o chefe do governo havia inicialmente classificado de ‘montagens’, antes de reconhecer a veracidade de algumas, provocaram a ira da oposição e causaram diversas manifestações nas maiores cidades do país, todas pedindo sua renúncia.

A partir de meados de dezembro, o premiê, que governa a Turquia desde 2002, está envolvido em escândalos de corrupção relacionados a desvios de dinheiro.

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Publicado por em 21 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Ex-guerrilheiro anuncia vitória em El Salvador; direita denuncia fraude

O ex-guerrilheiro Salvador Sánchez Cerén reivindicou vitória no domingo (9) na eleição presidencial de El Salvador, com vantagem mínima sobre o candidato de direita Norman Quijano, que denunciou uma “fraude”, enquanto o tribunal eleitoral não declarou um vencedor.

Sánchez Cerén, do partido governante Frente Farabundo Martí para a Libertação Nacional (FMLN), obteve 50,11% dos votos, contra 49,89% de Quijano, da opositora Aliança Republicana Nacionalista (Arena), segundo a apuração de 100% das urnas, um resultado surpreendente, já que as pesquisas apontavam o amplo favoritismo da esquerda.

Candidato presidencial Salvador Sanchez Ceren e sua esposa Margarita Villalta durante a votação no domingo (2) (Foto: Jose Cabezas/ AFP)Candidato presidencial Salvador Sanchez Ceren e sua esposa Margarita Villalta durante a votação no domingo (2) (Foto: Jose Cabezas/ AFP)

“Vencemos no primeiro turno e agora voltamos a triunfar no segundo turno. Temos que fazer com que em El Salvador se respeite a vontade do povo”, afirmou Sánchez Cerén, atual vice-presidente de 69 anos.

Mais cedo, Quijano, prefeito da capital de 67 anos, se declarou “em pé de guerra” para defender, “se necessário com a vida”, o que considera sua vitória.

“Não vamos permitir fraudes ao estilo chavista ou (Nicolás) Maduro como na Venezuela. Aqui estamos em El Salvador”, disse Quijano, que denunciou uma fraude.

Diante da margem de diferença, de apenas 6.634 votos, o Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) pediu para que todos aguardem a contagem manual das atas, que começará nesta segunda-feira e pode durar três dias.

Ao mesmo tempo, o presidente do TSE, Eugenio Chicas, defendeu o processo de apuração.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de março de 2014 em Brasil

 

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Em Roraima, mulher denuncia que filha foi executada na Venezuela

Segundo familiares, Ana Cristina foi executada em um garimpo da Venezuela (Foto: Reprodução/TV Roraima)Segundo familiares, Ana Cristina foi executada em
um garimpo da Venezuela
(Foto: Reprodução/TV Roraima)

A cozinheira Ana Cristina da Silva, de 34 anos, foi morta na Venezuela na segunda-feira (27) e teve o corpo exposto em praça pública, segundo denunciaram familiares. De acordo com Maria das Graças da Silva, de 48 anos, mãe da vítima, ela morava no país vizinho há mais de quatro anos e ligava regularmente para os parentes. A vítima trabalhava em um garimpo venezuelano.

Eles reclamam da constante insegurança de quem vive no Km 88, na Venezuela, que fica a três horas de carro partindo da cidade de Santa Elena de Uairén, fronteiriça com o Brasil. Conforme Maria das Graças, a situação no local é desesperadora. “Não tem lei lá”, desabafou.

Ela acrescentou que ouviu comentários de que Cristina havia visto ‘alguma coisa’ e que o fato de o corpo ter aparecido com a língua cortada é uma forma de o grupo que ‘comanda’ o local dizer que ‘nada deve ser comentado’.

Os familiares de Ana Cristina viajaram ao país vizinho para providenciar o translado do corpo para o Brasil. Eles contam que houve dificuldades para saber o que realmente aconteceu com a vítima.

“Quando chegamos lá, paramos na rua principal da cidade. Então, perguntamos para uma senhora se ela havia visto o que aconteceu. Ela estava visivelmente com medo e não quis falar nada”, relatou Maria.

Eles foram à delegacia da cidade, onde foram informados de que o corpo de Ana Cristina estaria em  Tumeremo, cidade próxima. De lá, eles foram encaminhados para a delegacia da cidade de São Félix e encontraram o corpo da filha. “Não me deixaram entrar para ver [o corpo]. Minha outra filha entrou e reconheceu Ana Cristina”, lembrou.

Segundo os familiares, o corpo da brasileira estava bastante machucado. Ana Cristina teria sido enforcada com arame farpado e o corpo já estava inchado. A família contratou um serviço de funerária no país vizinho e o corpo da vítima foi levado até a fronteira.

O translado de Pacaraima, cidade ao Norte de Roraima, para Boa Vista foi feito por uma funerária local. Ana Cristina foi entrerrada nessa quinta (30) no Cemitério Municipal Nossa Senhora da Conceição, no bairro São Vicente, zona Sul da capital.

Nervosa, Maria das Graças faz um apelo às pessoas que vão para a Venezuela. “Minha filha não foi a primeira, quantas pessoas somem na Venezuela sem explicação? Quem vai para lá tem que saber qual é a realidade daquele país”, ressaltou.

Autoridades brasileiras
O governo de Roraima tem feito reuniões buscando aproximar relações com os governos dos países fronteiriços Venezuela e Guiana, para que as autoridades possam acompanhar e resguardar os brasileiros que vão para fora do país, mas para isso é necessário que o turista informe ao consulado o motivo da viagem.

“Dentro da Venezuela ou na Guiana é preciso que informe a nossa instituição consular mais próxima onde você está, mesmo que de forma ilegal, trabalhando em uma região de garimpo. Dê um ponto de referência de uma cidade mais próxima. Dessa forma, as nossas autoridades, que exercem a função de defender os brasileiros nesses países, poderão fazer alguma coisa”, ressaltou o secretário de relações internacionais de Roraima, Eduardo Oestreicher.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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ONG denuncia que regime sírio demoliu casas em ‘punição coletiva’

Fotos de satélite divulgadas pela Human Rights Watch mostram a região de Masha al-Arb’een em 28 de setembro de 2012, 3 de outubro de 2012 e 13 de outubro de 2012. A ONG acusa do governo de promover destruição em massa de bairros (Foto: Human Rights Watch via Digital Globe/AP)Fotos de satélite divulgadas pela Human Rights
Watch mostram a região de Masha al-Arb’een em
28 de setembro de 2012, 3 de outubro de 2012 e 13
de outubro de 2012. A ONG acusa do governo de
promover destruição em massa de bairros (Foto:
Human Rights Watch via Digital Globe/AP)

O governo sírio demoliu milhares de habitações nas regiões onde a população apoia a oposição em Damasco e Hama (centro) como “punição coletiva”, afirmou nesta quinta-feira (30) a organização Human Rights Watch, que acusa o poder de “riscar do mapa bairros inteiros”.

“Essas demolições ilegais fazem parte de uma longa lista de crimes cometidos pelo governo sírio”, declarou o especialista em situações de crise da HRW, Ole Solvang.

Esta organização de defesa dos direitos Humanos documentou dois casos em Hama e cinco nos arredores de Damasco entre julho de 2012 e julho de 2013, utilizando imagens por satélite.

Ela calcula que 140 hectares, o equivalente a 200 campos de futebol, foram destruídos.

A organização, com sede em Nova York, indica em seu relatório que entre os imóveis destruídos, haviam vários prédios altos, o que significa que milhares de pessoas perderam seu teto.

Em Wadi al-Joz, um bairro de Hama, as imagens de satélite mostram em abril de 2013 uma série de habitações entre duas ruas, que um mês após aparecem apenas espaços em branco.

“Após estas demolições, o exército veio à nosso bairro para nos dizer que também destruiria a nossa casa caso houvesse um único disparo”, declarou à HWR um habitante de um bairro vizinho.

Segundo esta organização, todos os locais atingidos aderiram à rebelião, e é difícil de acreditar na justificativa do governo, segundo a qual faz parte de um plano de restruturação urbanística.

“As demolições foram supervisionadas pelo exército, muitas vezes após combates entre o governo e as forças da oposição. Em todo caso, não parece que tenha havido demolições em bairros favoráveis ao governo”, indica o documento.

Alguns habitantes afirmaram que tiveram muito pouco tempo para deixar suas casas antes das demolições e que ninguém recebeu indenização.

O proprietário de um restaurante em Qabun, um bairro ao nordeste da capital, relatou à HRW ter sido obrigado a deixar seu estabelecimento sob risco de ser preso.

“Eu vi soldados destruindo em poucos segundos tudo aquilo que levei anos de muito trabalho duro para construir”, acrescentou.

Imagens de satélite mostram imóveis destruídos em Damasco, na Síria, em 16 de julho de 2012 e 22 de setembro de 2012. A Human Rights Watch acusa do governo de promover destruição em massa de bairros (Foto: Human Rights Watch via Digital Globe/AP)Imagens de satélite mostram imóveis destruídos em Damasco, na Síria, em 16 de julho de 2012 e 22 de setembro de 2012. A Human Rights Watch acusa do governo de promover destruição em massa de bairros (Foto: Human Rights Watch via Digital Globe/AP)

Para HRW, essas demolições são uma violação das leis de guerra, “porque não servem a um objetivo diretamente militar e são uma punição à população civil”.

“Aqueles que são responsáveis por essas destruições cometem crimes de guerra”, segundo o relatório.

Para Solvang, “o Conselho de Segurança da ONU, ao acionar a Corte Internacional de Justiça, deve transmitir uma mensagem clara de que a dissimulação e a impunidade do governo não resistirão à justiça”.

A Coalizão de oposição indicou em um comunicado que “brutalizar os civis para que abandonem sua luta por liberdade é o ponto central da estratégia do regime”.

Mais de 130.000 pessoas morreram desde o início do conflito, há quase três anos, e milhões de outras precisaram se deslocar ou procurar refúgio em países vizinhos.

arte síria versão 24.01 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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ONG denuncia grande fábrica de processamento de tubarões na China

 Foto tirada em 26 de julho de 2011 mostra tubarões abatidos em fábrica de Pu Qi, na China (Foto: CHINA OUT/AFP Photo) Foto tirada em 26 de julho de 2011 mostra tubarões abatidos em fábrica de Pu Qi, na China (Foto: CHINA OUT/AFP Photo)

Uma fábrica que processa cerca de 600 tubarões-baleia por ano foi encontrada no sul da China, de acordo com o grupo ambientalista WildLifeRisk, que chamou o local de “o maior abatedouro de espécies em risco de extinção do mundo”.

O grupo, com base em Hong Kong, disse que descobriu a fábrica na cidade de Pu Qi, na província de Zhejiang, depois de uma investigação de quatro anos. Segundo a organização, os tubarões são mortos e processados principalmente para a produção de óleo de tubarão para suplementos de saúde.

Um vídeo feito pelo grupo mostra trabalhadores cortando as grandes barbatanas traseiras de tubarões-baleia e outras espécies de tubarão.

“Como essas criaturas inofensivas, esses gigantes gentis das profundezas, podem ser mortos em uma escala industrial não dá para acreditar”, afirmou a WildLifeRisk em uma declaração enviada à agência France Presse. “É ainda mais inacreditável que toda essa carnificina ocorra em nome de produtos não essenciais para a vida, como batons, cremes faciais, suplementos para a saúde e sopa de barbatana de tubarão.”

A fábrica também trabalha com outras espécies de tubarões, incluindo o tubarão-azul e o tubarão-elefante, e produz 200 toneladas de óleo de tubarão por ano. A informação foi dada pelo próprio dono da empresa, identificado apenas como Li, no vídeo. Ele também diz no vídeo que precisava “contrabandear” pele de tubarão-baleia para fora do país.

Em outra parte do vídeo, um homem identificado com o irmão de Li diz que as peles dos tubarões-baleia são exportadas para países europeus, como Itália e França, onde são usados por restaurantes chineses.

Tubarões-baleia medem até 12 metros, mas são inofensivos para humanos, alimentando-se somente de minúsculos animais marinhos. Eles estão na “lista vermelha” das espécies em perigo estabelecida pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).

Eles também estão listados na Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies em Perigo de Extinção da ONU (CITES, na sigla em inglês), o que significa que os países têm de provar que qualquer exportação deriva de uma população gerida de forma sustentável.

 Funcionário carrega tubarão abatido em fábrica de processamento de tubarões (Foto: CHINA OUT/AFP Photo) Funcionário carrega tubarão abatido em fábrica de processamento de tubarões (Foto: CHINA OUT/AFP Photo)Funcionário carrega tubarão abatido em fábrica de processamento de tubarões (Foto: CHINA OUT/AFP Photo)Funcionário carrega tubarão abatido em fábrica de processamento de tubarões (Foto: CHINA OUT/AFP Photo) Chineses trabalham com barbatana de tubarão em fábrica (Foto: CHINA OUT/AFP Photo) Chineses trabalham com barbatana de tubarão em fábrica (Foto: CHINA OUT/AFP Photo)Trabalhador retira pele de tubarão em abatedouro encontrado por grupo ambientalista (Foto: CHINA OUT/AFP Photo)Trabalhador retira pele de tubarão em abatedouro encontrado por grupo ambientalista (Foto: CHINA OUT/AFP Photo)Fábrica retira pele de tubarões na China (Foto: CHINA OUT/AFP Photo)Fábrica retira pele de tubarões na China (Foto: CHINA OUT/AFP Photo)

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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ONG denuncia grande fábrica de processamento de tubarões na China

 Foto tirada em 26 de julho de 2011 mostra tubarões abatidos em fábrica de Pu Qi, na China (Foto: CHINA OUT/AFP Photo) Foto tirada em 26 de julho de 2011 mostra tubarões abatidos em fábrica de Pu Qi, na China (Foto: CHINA OUT/AFP Photo)

Uma fábrica que processa cerca de 600 tubarões-baleia por ano foi encontrada no sul da China, de acordo com o grupo ambientalista WildLifeRisk, que chamou o local de “o maior abatedouro de espécies em risco de extinção do mundo”.

O grupo, com base em Hong Kong, disse que descobriu a fábrica na cidade de Pu Qi, na província de Zhejiang, depois de uma investigação de quatro anos. Segundo a organização, os tubarões são mortos e processados principalmente para a produção de óleo de tubarão para suplementos de saúde.

Um vídeo feito pelo grupo mostra trabalhadores cortando as grandes barbatanas traseiras de tubarões-baleia e outras espécies de tubarão.

“Como essas criaturas inofensivas, esses gigantes gentis das profundezas, podem ser mortos em uma escala industrial não dá para acreditar”, afirmou a WildLifeRisk em uma declaração enviada à agência France Presse. “É ainda mais inacreditável que toda essa carnificina ocorra em nome de produtos não essenciais para a vida, como batons, cremes faciais, suplementos para a saúde e sopa de barbatana de tubarão.”

A fábrica também trabalha com outras espécies de tubarões, incluindo o tubarão-azul e o tubarão-elefante, e produz 200 toneladas de óleo de tubarão por ano. A informação foi dada pelo próprio dono da empresa, identificado apenas como Li, no vídeo. Ele também diz no vídeo que precisava “contrabandear” pele de tubarão-baleia para fora do país.

Em outra parte do vídeo, um homem identificado com o irmão de Li diz que as peles dos tubarões-baleia são exportadas para países europeus, como Itália e França, onde são usados por restaurantes chineses.

Tubarões-baleia medem até 12 metros, mas são inofensivos para humanos, alimentando-se somente de minúsculos animais marinhos. Eles estão na “lista vermelha” das espécies em perigo estabelecida pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).

Eles também estão listados na Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies em Perigo de Extinção da ONU (CITES, na sigla em inglês), o que significa que os países têm de provar que qualquer exportação deriva de uma população gerida de forma sustentável.

 Funcionário carrega tubarão abatido em fábrica de processamento de tubarões (Foto: CHINA OUT/AFP Photo) Funcionário carrega tubarão abatido em fábrica de processamento de tubarões (Foto: CHINA OUT/AFP Photo)Funcionário carrega tubarão abatido em fábrica de processamento de tubarões (Foto: CHINA OUT/AFP Photo)Funcionário carrega tubarão abatido em fábrica de processamento de tubarões (Foto: CHINA OUT/AFP Photo) Chineses trabalham com barbatana de tubarão em fábrica (Foto: CHINA OUT/AFP Photo) Chineses trabalham com barbatana de tubarão em fábrica (Foto: CHINA OUT/AFP Photo)Trabalhador retira pele de tubarão em abatedouro encontrado por grupo ambientalista (Foto: CHINA OUT/AFP Photo)Trabalhador retira pele de tubarão em abatedouro encontrado por grupo ambientalista (Foto: CHINA OUT/AFP Photo)Fábrica retira pele de tubarões na China (Foto: CHINA OUT/AFP Photo)Fábrica retira pele de tubarões na China (Foto: CHINA OUT/AFP Photo)

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Irã denuncia pressão para não participar de convenção sobre Síria

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammed Javad Zarif, denunciou nesta terça-feira (14) as pressões para evitar que o Irã participe da convenção de Genebra 2, prevista para o próximo dia 22 e que tem como objetivo encontrar uma solução para o conflito na Síria.

Em entrevista coletiva em Bagdá junto com o chanceler do Iraque, Hoshiyar Zebari, Zarif disse que “houve pressão sobre algumas partes em questão para estabelecer condições que nos impeçam comparecer à conferência”. Ele não quis falar que tipo de pressão e por parte de quem.

“Se o Irã receber um convite para ir à Genebra 2 mantendo o respeito ao povo iraniano, o convite será aceito”, afirmou o ministro iraniano.

Zarif insistiu na necessidade de a Síria “não se transformar em uma base de terrorismo” e de que os sírios decidam seu próprio destino sem interferência de “extremistas e grupos terroristas”.

O ministro das Relações Exteriores iraquiano se mostrou a favor da participação do Irã na reunião de Genebra e de outras partes que “podem influir nas questões do conflito”.

Zebari considerou que todos os países vizinhos da Síria foram afetados pela guerra civil síria, que explodiu em março de 2011 e já matou mais de cem mil pessoas, segundo a ONU.

As relações entre Iraque e Irã “superaram importantes fases”, principalmente nos assuntos relacionados à fronteira, disse o diplomata iraquiano. Eles analisaram um acordo assinado anteriormente entre os dois países para ampliar a cooperação nas fronteiras comuns.

Zarif chegou hoje a Bagdá em uma visita oficial para analisar os últimos eventos na região com as autoridades iraquianas, entre elas o chefe do Parlamento, Osama Nuyaifi.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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