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Mediador internacional da ONU na Síria deixará cargo em 31 de maio

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Mediador da ONU Lakhdar Brahimi durante negociações entre governo e oposição sírios neste sábado (15) (Foto: AFP PHOTO / PHILIPPE DESMAZES)Mediador da ONU Lakhdar Brahimi em fevereiro de
2014 (Foto: AFP PHOTO / PHILIPPE DESMAZES)

O mediador internacional da ONUe da Liga Árabe para a Síria, o diplomata argelino Lakhdar Brahimi, deixará o posto em 31 de maio, informou o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, nesta terça-feira (13).

Ao lado de Brahimi na sede da ONU em Nova York, Ban anunciou que ele “vai abandonar suas funções no dia 31 de maio”.

Brahimi assumiu o cargo em agosto de 2012. Por mais de um ano, ele não escondeu que queria deixar a posição. Ele deve falar ao Conselho de Segurança ainda nesta terça.

A renúncia ocorre diante da falta de progresso nas negociações para pôr fim ao conflito no país árabe.

A Síria havia acusado no dia 23 de abril as Nações Unidas de colocar obstáculos nas negociações entre o regime e a oposição sobre uma solução política para a guerra no país.

“A ONU e seu emissário Lakhdar Brahimi, que é parcial e não um mediador honesto, colocam obstáculos nas negociações de Genebra 2”, declarou um funcionário do ministério sírio das Relações Exteriores, citado pela televisão.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Brasil

 

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Ucrânia decide deixar a CEI e passa a exigir vistos para russos

A Ucrânia decidiu deixar a CEI, Comunidade de Estados Independentes, conforme declarou, nesta quarta-feira (19), o secretário do Conselho de Segurança Nacional e de Defesa, Andrei Parubi.

A Comunidade dos Estados Independentes foi fundada no final de 1991, depois do fim da União Soviética, e reúne onze ex-repúblicas. O grupo é liderado pela Rússia.

De acordo com Abdrei Parubi, a Ucrânia decidiu estabelecer a obrigação de vistos para os cidadãos russos. “Nós encarregamos o Ministério das Relações Exteriores de introduzir um regime de vistos com a Rússia”, declarou Parubi após uma reunião do conselho.

 Parubi também anunciou que a Ucrânia está elaborando um plano para evacuar os militares ucranianos e suas famílias da Crimeia. “Estamos elaborando um plano que nos permita evacuar os soldados e suas famílias da Crimeia, para que sejam levados rápida e eficientemente para a Ucrânia continental”, declarou.

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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Após deixar o hospital, náufrago espera repatriação para El Salvador

Montagem mostra o pescador antes do desaparecimento e após ser encontrado, 13 meses depois o naufrágio (Foto: Jose Cabezas/Hilary Hosia/AFP)Montagem mostra o pescador antes do desaparecimento e após ser encontrado, 13 meses depois o naufrágio (Foto: Jose Cabezas/Hilary Hosia/AFP)

O governo de El Salvador espera ter de volta ao país em breve o pescador José Salvador Alvarenga, que ficou à deriva por mais de um ano no oceano Pacífico e cuja família acreditava que estivesse morto porque não sabia de seu paradeiro há oito anos, afirmou a chancelaria do país centro-americano.

Alvarenga, de 37 anos, reapareceu na semana passada em um recife das Ilhas Marshall e foi transferido na terça-feira (4) para Majuro, capital do país no Pacífico Sul. Ele recebeu alta de um hospital e foi levado para um alojamento temporário até que possa ser repatriado para El Salvador.

Em Gaita Palmera, cidade onde vive sua mãe a 102 km da capital, o clima é de apreensão e espera pela chegada do famoso morador. Em entrevistas à emissoras de TV locais, a mãe de Alvarenga, Maria Julia Alvarenga, falou que espera pelo filho em casa.  Na terça-feira (4), mãe e filho falaram pelo telefone. O pescador disse à mãe que foi a esperança de reencontrar a família que o manteve vivo.

Ele também afirmou que acreditava que ficaria louco, após tanto tempo à deriva, e que sobreviveu, segundo ele, comendo pássaros e tartarugas. Já seus pais, que vivem em El Salvador, temeram seriamente por sua vida.

Não sabíamos o paradeiro de nosso filho. Há oito anos não tínhamos notícias dele. Nós aqui pensávamos que estava morto”María Julia Alvarenga,
mãe do náufrago

“Não sabíamos o paradeiro de nosso filho. Há oito anos não tínhamos notícias dele. Nós aqui pensávamos que estava morto. Graças a meu Deus está vivo e nos reencontraremos muito em breve”, desabafou a mãe do pescador, María Julia Alvarenga, de 59 anos, ao jornal ‘El Mundo’.

“Graças a Deus está vivo. Estamos muito felizes. Só quero tê-lo aqui conosco”, acrescentou sua mãe.

Mãe se emociona ao pensar no filho (Foto: Jose Cabezas/AFP)Mãe se emociona ao pensar no filho (Foto: Jose Cabezas/AFP)

Busca por repatriação
A chancelaria salvadorenha informou que está “dando toda a assistência necessária para que (Alvarenga) retorne ao país o mais rápido possível”, declarou a jornalistas o vice-chanceler para Salvadorenhos no Exterior, Juan José García. “Ainda não temos uma data (para a repatriação), que dependerá muito do estado de saúde de Alvarenga após 13 meses de travessia pelo oceano”, acrescentou García.

Alvarenga falou por telefone com sua família do Hospital de Majuro, segundo o médico Ron Mendoza, que assinalou que o sobrevivente só tem as enzimas do fígado elevadas, um problema que vinculou à inanição. García explicou que Alvarenga receberá o passaporte salvadorenho através da consulesa honorária de El Salvador nas Filipinas, María Josefina Bayont de Duarte.

Os parentes de Alvarenga se mostraram emocionados e surpresos por ter sobrevivido, publicou nesta terça-feira a imprensa salvadorenha, que deu ampla cobertura ao caso.

O pai, José Ricardo Orellana, de 65, disse por sua vez ao “La Prensa Grafica” que “com o poder de Deus seu filho sobreviveu a tantos meses no mar”. “Chorei ao vê-lo no computador. Não agüentei as lágrimas”, relatou Orellana ao “Diario de Hoy”, ao contar como foi ver fotos do filho na imprensa.

História
Segundo seus familiares, Alvarenga, o terceiro de cinco filhos, se mudou há mais de 15 anos para o México atraído pela pesca de tubarões e só retornou três vezes, a última em 2007.

O pescador teria saído do México no final de 2012 em uma expedição para pescar tubarões em águas de El Salvador junto de um companheiro que, segundo a versão do sobrevivente, morreu meses depois em alto-mar.

Eles partiram em uma embarcação de sete metros para uma viagem que se torceu por culpa de uma tempestade que os afastou do litoral e os deixou à deriva no Pacífico.

Em 30 de janeiro de 2014, o barco reapareceu em um recife perto de Ebon, um remoto atol das Ilhas Marshall, onde os aldeões encontraram Alvarenga, mas tiveram dificuldades para se comunicar com ele porque só falava espanhol.

Alvarenga disse ter sobrevivido a tantos meses em alto-mar bebendo o sangue de tartarugas quando faltava água da chuva e comendo aves e peixes que caçava com as mãos.

Mãe fala ao telefone com médicos e parentes para receber notícias do filho, pescador que sobreviveu após 13 meses à deriva (Foto: Jose Cabezas/AFP)Mãe fala ao telefone com médicos e parentes para receber notícias do filho, pescador que sobreviveu após 13 meses à deriva (Foto: Jose Cabezas/AFP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Polícia impede ex-namorado de Amanda Knox de deixar a Itália

A americana Amanda Knox faz nesta sexta-feira (31) sua primeira aparição pública após sua condenação na véspera (Foto: Reuters)A americana Amanda Knox faz nesta sexta-feira (31) sua primeira aparição pública após sua condenação na véspera; ela chegava ao estúdio da ABC, em Nova York, para entrevista no programa ‘Good Morning America’ (Foto: Reuters)

O italiano Raffaele Sollecito, condenado na véspera à prisão junto com sua ex-namorada americana Amanda Knox, foi parado pela polícia italiana nesta sexta-feira (31) próximo à fronteira com a Áustria e advertido de que ele não pode deixar a Itália.

Sollecito e Amanda foram considerados culpados, na véspera,  no segundo recurso do julgamento do assassinato de Meredith Kercher – a jovem britânica de 21 anos encontrada morta por esfaqueamento em uma república de estudantes, em novembro de 2007.

Amanda foi condenada a 28 anos e seis meses de prisão, e Sollecito, a 25 anos.

Amanda e Sollecito haviam sido absolvidos do crime em 2011 – em segunda instância, após uma primeira condenação. O crime voltou à tona em 26 de março de 2013, quando o mais alto tribunal criminal da Itália anulou a absolvição de Amanda e ordenou um novo julgamento.

Amanda disse que estava com medo e triste pelo que chamou de “injusto” veredicto. “Eu fui inocentada antes, esperava mais do sistema judicial italiano. A evidência e a teoria acusatória não justificam um veredicto de culpa além de uma dúvida razoável”, disse ela por meio de um comunicado divulgado por seu porta-voz.
Amanda, agora estudante na Universidade de Washington, Estados Unidos, já havia divulgado um comunicado dizendo que estava confiante de que seria absolvida novamente. A Suprema Corte de Cassação da Itália decidiu que o tribunal de apelações em Florença deveria voltar a julgar o caso.

Se as apelações finais forem acolhidas, nem Amanda nem Sollecito irão para a prisão enquanto a mais alta corte da Itália não pronunciar seu veredicto, o que deve ocorrer em 90 dias.

Amanda teria de ser extraditada para cumprir a pena, o que é pouco provável que vá ocorrer. A corte proibiu Sollecito de deixar a Itália.

Entenda o caso
Amanda, agora com 25 anos, e Sollecito, 29, foram presos logo após o corpo de Meredith ser encontrado em 2007 com a garganta cortada e em meio a uma poça de sangue em seu quarto em Perugia. Amanda e o ex-namorado dividiam o apartamento.

Meredith, de 21 anos, estudante da cidade de Leeds, foi encontrada seminua e com 43 marcas de faca no apartamento que dividia com Amanda. Os exames dos legistas mostraram que ela também foi estuprada. A promotoria considerou que os jovens mataram Meredith durante uma noite de sexo, álcool e drogas.

Procuradores alegaram que Meredith foi vítima de um jogo sexual. Amanda e Sollecito negaram as acusações e disseram que eles não estavam no apartamento naquela noite, embora tenham admitido que fumaram maconha e que a memória estava “nublada” naquele dia. Um homem da Costa do Marfim, Rudy Guede, foi condenado pelo assassinato em um processo separado e está cumprindo uma sentença de 16 anos.

Amanda e Sollecito foram inicialmente condenados pelo assassinato e a penas de prisão longas, mas foram absolvidos em segunda instância em 2011. Depois de quase quatro anos atrás das grades, na Itália, Amanda retornou a sua cidade natal, Seattle, e Sollecito retomou seus estudos de ciência da computação.

Entrevista e livro
Em entrevista à rede de TV ABC, em 2013, Amanda voltou a alegar sua inocência pela acusação. Questionada sobre os adjetivos que recebeu na cobertura da mídia internacional sobre o assassinato, em 2007, entre eles “diaba” e “manipuladora sem coração”, Amanda afirmou que estão “todos errados”. “Eu gostaria de que me reconsiderassem como uma pessoa”, afirmou a americana.

“Para todos os efeitos, eu era uma assassina, fosse ou não. E eu precisava viver com a ideia de que aquela seria minha vida”, comentou. Ela afirmou ainda que o que aconteceu com ela foi “surreal”, mas que é algo que “poderia acontecer com qualquer um”.

A entrevista coincidiu com o lançamento da biografia de Amanda, “Waiting to Be Heard” (Esperando para ser Ouvida, na tradução livre), pela qual ela teria recebido mais de US$ 4 milhões, segundo o correspondente da BBC em Washington David Willis.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Ladra é presa ao deixar carteira de motorista no local do roubo nos EUA

Breanna tentou roubar cinco tablets após escondê-lo na bolsa (Foto: Ocala Police Department/Divulgação)Breanna tentou roubar cinco tablets após escondê-lo
na bolsa (Foto: Ocala Police Department/Divulgação)

Uma jovem de 24 anos se deu mal na última sexta-feira ao tentar roubar produtos em uma loja do Walmart em Ocala, no estado da Flórida (EUA).

Breanna La’Tedra Salmon foi presa depois que esqueceu na loja sua carteira de motorista e celular.

Segundo as autoridades, a mulher tentou roubar cinco tablets após escondê-lo na bolsa. Ao tentar sair da loja, ela foi parada por seguranças, mas conseguiu fugir.

No entanto, como deixou para trás sua carteira de motorista, os policiais não tiveram trabalho para prendê-lo horas depois.

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Publicado por em 3 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Ativista brasileira detida na Rússia obtém visto para deixar o país

Ana Paula Maciel, ativista do Greenpeace, se encontra no aeroporto de São Petersburgo, na Rússia, com a sobrinha Alessandra e a mãe, Rosângela, neste domingo (24) (Foto: Dmitri Sharomov / Greenpeace)Ana Paula se encontra no aeroporto de São
Petersburgo, na Rússia, com a sobrinha
Alessandra e a mãe, Rosângela, em 24 de
novembro (Foto: Dmitri Sharomov/Greenpeace)

A bióloga brasileira Ana Paula Maciel, de 31 anos, obteve o visto de saída da Rússia, informou o Greenpeace Brasil, nesta sexta-feira (27). O visto era necessário para que ela pudesse voltar para a casa desde que a anistia do grupo  “Os 30 do Ártico” foi aprovada pelo Parlamento russo.

Ana Paula embarca ainda nesta sexta-feira com destino ao Brasil. Ela segue a Porto Alegre, onde passará o Réveillon com a família. A chegada da brasileira em Porto Alegre está prevista para acontecer às 11h deste sábado, 28, no Aeroporto Internacional Salgado Filho.

“Deixo a Rússia da mesma maneira como entrei: de cabeça erguida e com a consciência limpa. Temos a convicção de que fizemos o bem para proteger o planeta para esta e as futuras gerações. É uma vergonha um país permitir que tamanha injustiça tenha acontecido para defender os interesses das empresas de petróleo”, declarou Ana Paula.

Há 100 dias, um protesto pacífico causou a prisão dos ativistas do Greenpeace Internacional. Ana Paula e os 25 integrantes do grupo de nacionalidade não russa dependiam de uma autorização do Serviço Federal de Imigração para deixar o país, já que foram tirados de águas internacionais e levados presos pela guarda costeira.

Todos os estrangeiros já obtiveram seu visto de saída. Até o momento, sete deles, segundo o Greenpeace Brasil, já deixaram a Rússia e o restante deve partir entre hoje e o fim de semana. Segundo o Greenpeace, o sueco Dmitri Litvínov foi o primeiro tripulante do Arctic Sunrise a deixar o território russo na quinta-feira (26).

Crime não foi cometido
“Eles só pararam com as investigações. O que vai acontecer é que eles param de investigar, e colocam no seu histórico que fui acusada de vandalismo e recebi  a anistia. Continua não sendo justo”, disse Ana Paula, em entrevista ao G1.

Em sua opinião, o mais correto seria isentar de acusação o grupo de 30 pessoas detidas por protestar numa plataforma de petróleo no Ártico. “Recebemos a anistia por um crime que não cometemos. Estou preocupada pelos meus companheiros russos, pois eles terem uma ficha criminal dessa aqui na Rússia, é complicado”.

O britânico Anthony Perrett, primeiro militante do Greenpeace a receber visto russo, mostra seu passaporte com o visto russo. (Foto: AFP Photo/Olga Maltseva) Anthony Perrett foi o primeiro ativista do
Greenpeace a receber visto para deixar a Rússia
(Foto: Olga Maltseva/AFP)

Ana Paula  está afastada dos amigos e familiares há cinco meses – dois meses embarcada no navio Arctic Sunrise e três meses detida em Murmansk e São Petersburgo.

A brasileira diz que, por enquanto, não tem uma nova ação planejada, mas deve voltar a uma embarcação da organização ambientalista tão logo esteja descansada do período que passou presa.

Ana Paula ainda se preocupa com o que acontecerá com o navio que levou os ativistas até a plataforma da empresa Gazprom no extremo norte do globo. “Não temos ideia de quando pretendem devolver o navio. É um processo. Metade  do meu coração fica em Murmansk, pois o barco era nossa casa. Nos últimos cinco anos, vivi uns três anos dentro dele”, calcula.

A bióloga brasileira ainda lamentou que a ação do Greenpeace não impediu a companhia russa de explorar o petróleo na região ártica. “É um ciclo vicioso. As empresas exploram o petróleo, o uso de combustíveis fósseis aquece o planeta, fazendo o gelo do Ártico recuar e permitindo que áreas cada vez mais ao norte sejam exploradas”, disse.

Ativista brasileira Ana Paula Maciel é escoltada por policiais russos (Foto: Evgeny Feldman/AP)Ativista brasileira é escoltada por policiais russos, quando ainda estava detida (Foto: Evgeny Feldman/AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Ovelha parece ‘voar’ ao deixar caminhão em fazenda nos EUA

02/09/2013 07h00 – Atualizado em 02/09/2013 07h00

Uma ovelha parecia 'voar' ao saltar ao descer de um caminhão em uma fazenda em Soldier Hollow, no estado de Utah (EUA) (Foto: Francisco KjolsethThe Salt Lake Tribune/AP)Uma ovelha parecia ‘voar’ ao saltar ao descer de um caminhão em uma fazenda em Soldier Hollow, no estado de Utah (EUA) (Foto: Francisco KjolsethThe Salt Lake Tribune/AP)

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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