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Ministro da Defesa da Ucrânia renuncia após retirada da Crimeia

O ministro da Defesa da Ucrânia, Igor Teniukh, apresentou nesta terça-feira (25) sua renúncia para a Rada Suprema (parlamento) depois que a Marinha do país perdeu quase a totalidade de seus navios na Crimeia, anexada pela Rússia na semana passada.

A moção de apoio à renúncia teve foi inicialmente rejeitada pelos deputados, obtendo aénas 197 votos, quando precisava da maioria de 226.

O presidente do Parlamento e presidente interino Olexander Turchinov convocou os líderes dos partidos para debater o tema. Uma nova votação foi realizada e a renúncia aprovada. O general Mykhailo Koval, comandante da guarda de fronteira da Ucrânia, foi apontado como substituto.

A intervenção militar russa na península da Crimeia, onde os ucranianos foram perdendo uma a uma quase todas as unidades militares, levou Turchinov a anunciar a retirada dos militares presentes na região.

“Mais de 6.500 militares e membros de suas famílias desejam continuar o serviço nas Forças Armadas da Ucrânia e serem evacuados da república autônoma da Crimeia”, disse Teniukh aos deputados após apresentar sua demissão.

As perdas da marinha e de outras forças militares da Ucrânia na península da Crimeia, incorporada para todos os efeitos à Rússia, são dramáticas.

Mais de 200 unidades ucranianas içaram a bandeira russa e mais da metade dos soldados da Ucrânia mudaram de lado.

A maioria das últimas unidades, bases e navios de guerra que seguiam leais a Kiev foram atacados e tomados pelas forças russas desde sábado passado, em meio à absoluta inoperância da cúpula militar e política do país, denunciada como negligente por muitos oficiais ucranianos.

Para piorar a situação, os soldados ucranianos foram forçados pelas tropas russas a deixar todo o armamento e equipamento em suas bases.

Pelo menos cinco oficiais ucranianos, entre eles o comandante adjunto da marinha da Ucrânia para a defesa do litoral, o general Igor Voronchenk, foram detidos pelas autoridades crimeanas por resistir aos russos.

Teniukh avaliou em US$ 11,5 bilhões o valor das propriedades das Forças Armadas da Ucrânia na Crimeia e prometeu recuperar todo o armamento e veículos.

“Hoje se reunirão o chefe adjunto do Estado-Maior da Ucrânia e o vice-ministro da Defesa da Federação da Rússia para tratar do cumprimento dos acordos alcançados”, disse o agora ex-ministro.

Teniukh afirmou que o Estado-Maior ucraniano está terminando os detalhes da retirada decretada por Turchinov, que “prevê em primeiro lugar a saída de todo o pessoal, armamento, equipes, forças e meios de defesa antiaérea, navios e meio técnico-materiais”.

Segundo Teniukh, a evacuação das tropas ucranianas na Crimeia permitirá manter o núcleo da marinha e o armamento necessário para aumentar no futuro a capacidade defensiva da Ucrânia.

Fonte G1

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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Michelle Obama insiste na defesa de direitos civis na China

A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, insistiu nesta terça-feira (25) na China na importância dos direitos civis e da liberdade religiosa, em uma visita a priori sem conteúdo político.

“Nos Estados Unidos acreditamos que independentemente de onde vive, de quanto dinheiro seus pais têm, ou de qual seja sua raça ou religião, se você trabalha duro e acredita em si mesmo deve ter a chance de vencer”, declarou a centenas de estudantes em um instituto de Chengdu, capital da província de Sichuan (sudoeste).

A primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, visitou uma escola de Chengdu, na China, nesta terça-feira (25) (Foto: Peter Parks/AFP)A primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, visitou uma escola de Chengdu, na China, nesta terça-feira (25) (Foto: Peter Parks/AFP)

Sichuan e outras províncias vizinhas do Tibete abrigam uma minoria de tibetanos, que, segundo ativistas pró-direitos humanos, são vítimas de repressão religiosa e cultural por parte das autoridades chinesas.

Michelle Obama, que está visitando a China com sua mãe e suas duas filhas, comerá na quarta-feira em um restaurante tibetano de Chengdu, segundo o programa comunicado pela Casa Branca.

A primeira-dama apresentou a si mesma e seu marido, o presidente Obama, como exemplos dos resultados positivos do movimento dos direitos civis, um assunto delicado na China.

“Em certo momento, o povo decidiu que estas leis eram injustas”, disse Michelle Obama referindo-se às leis de segregação racial em vigor nos Estados Unidos até a década de 60.

“Então as pessoas organizaram protestos pacíficos e marchas. Pediram que o governo mudasse estas leis e votaram para eleger políticos novos que compartilhassem este ponto de vista”.

“Pouco a pouco, mas com firmeza, os Estados Unidos mudaram”, disse Michelle Obama.

“Nos livramos destas leis injustas. E hoje, 50 anos depois, meu marido e eu somos presidente e primeira-dama dos Estados Unidos”, acrescentou.

Michelle Obama já defendeu no domingo perante os estudantes da Universidade de Pequim os direitos de expressão e religião, afirmando que “se expressar livremente e professar a religião que a pessoa escolhe, assim como ter um acesso aberto à informação, são direitos universais, inerentes a qualquer pessoa neste mundo”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Júri de Pistorius é interrompido para defesa buscar testemunhas

 Atleta paraolímpico Oscar Pistorius, acusado de matar namorada, comparece ao primeiro dia de seu julgamento em Pretória, na África do Sul (Foto: AFP Photo/Pool/Herman Verwey) Atleta paraolímpico Oscar Pistorius, acusado de
matar namorada
(Foto: AFP Photo/Pool/Herman Verwey)

O julgamento de Oscar Pistorius, que está sendo julgado por assassinato depois de matar a namorada, foi interrompido nesta terça-feira (25) e será retomado na sexta-feira (28). a pedido da defesa.

Os advogados do réu desejam ouvir muitas testemunhas da acusação, que não compareceram.

O pedido da defesa do atleta, que pediu uma pausa até sexta-feira para entrar em contato e conversar com estas testemunhas, ou seja, mais de 80 pessoas, foi aceito nesta terça-feira.

Pistorius, que está sendo julgado por assassinato depois de matar Reeva Steenkamp, se declarou inocente e afirmou que a matou acreditando que disparava contra um ladrão escondido no banheiro junto ao seu quarto.

Na segunda-feira (24), um perito divulgou que, três semanas antes de morrer, a namorada havia mandado ao atleta uma mensagem de texto dizendo que tinha medo dele.

“Às vezes tenho medo de você, do mal de que você fala e de como reage comigo”, escreveu Reeva Steenkamp no e-mail, apresentado por um especialistas ante o tribunal em que o caso é julgado na África do Sul.

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Soldado ucraniano morre na Crimeia, diz ministério da Defesa

Um soldado ucraniano morreu e outro ficou ferido nesta terça-feira durante uma tentativa de ataque a uma base militar da Ucrânia na Crimeia, anunciou um porta-voz do ministério ucraniano da Defesa.

“Durante o ataque contra uma base militar em Simferopol, um militar ucraniano faleceu depois de ter sido baleado no pescoço. Outro militar ficou ferido”, declarou Vladislav Seleznyov, porta-voz do ministério ucraniano da Defesa na Crimeia.

Mais cedo, o primeiro-ministro da Ucrânia, Arseni Yatseniuk, declarou que o conflito de seu país com a Rússia em torno da Crimeia entrou em uma fase militar, depois que um oficial ucraniano foi baleado na península.

“O conflito está passando de uma fase política a uma fase militar”, declarou Yatseniuk em uma reunião de emergência de seu governo. “Soldados russos começaram a disparar contra militares ucranianos; isto é um crime de guerra”, acrescentou, segundo a France Presse.

Integração
O presidente russo, Vladimir Putin, e dois líderes da Crimeia assinaram nesta terça-feira (18) um acordo para tornar a República Autônoma parte da Rússia.

O tratado foi assinado no Kremlin dois dias após o povo da Crimeia aprovar em um referendo a separação da Ucrânia e a reunificação com a Rússia. O referendo foi condenado por Kiev, pela União Europeia e pelos Estados Unidos, que o consideraram ilegítimo.

A Ucrânia respondeu dizendo que não reconhecerá jamais a incorporação da Crimeia à Rússia. “Não reconhecemos e não reconheceremos nunca a chamada independência e o que foi chamado de acordo para incorporação da Crimeia à Rússia”, declarou o porta-voz da diplomacia de Kiev, Evguen Perebyinis.

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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Parlamento ucraniano aprova criação de força de defesa

O Parlamento da Ucrânia aprovou nesta quinta-feira (13) por unanimidade a criação de uma nova Guarda Nacional de 60 mil voluntários, para enfrentar as ameaças expansionistas da Rússia.

A votação – 262 votos a favor, nenhum contra – na Rada (parlamento) aconteceu três dias antes do polêmico referendo na península ucraniana da Crimeia, agora sob controle russo, sobre sua anexação à Rússia.

As autoridades ucranianas indicaram que esta força, vinculada ao ministério do Interior, estará integrada prioritariamente por voluntários membros dos “grupos de autodefesa” que foram formados em Maidan (Praça da Independência de Kiev), berço da onda de protestos que resultou na destituição do presidente Viktor Yanukovytch pelo Parlamento.

A nova força terá como missão a segurança interna, a proteção das fronteiras e a luta contra o terrorismo.

Recrutamento
Também nesta quinta, o ministro do Interior da Ucrânia, Arsen Avakov, anunciou o início do recrutamento para a Guarda Nacional.

“Cerca de 20 mil ucranianos poderão formar em breve a reserva especial da Guarda Nacional e estar preparados para cumprir as tarefas de defesa da paz e da estabilidade no país”, escreveu hoje Avakov em seu perfil do Facebook.

O ministro acrescentou que 50 mil cidadãos ucranianos já se mostraram dispostos a formar as fileiras da Guarda, cujos locais de instrução começarão a funcionar nesta sexta-feira (14).

“A criação da Guarda Nacional da Ucrânia é um passo muito importante para o país como resposta às tentativas vindas do exterior de desestabilizar a situação”, destacou o responsável de Interior em referência à intervenção russa na república separatista da Crimeia.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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China diz que ‘propaganda’ do Japão sobre zona de defesa espalha tensão

O Ministério das Relações Exteriores da China advertiu o Japão para não “espalhar boatos” de que o país estaria planejando uma nova zona de defesa aérea. O ministério ainda afirmou que a China não se sente ameaçada por países do Sudeste Asiático e está otimista sobre a situação no disputado Mar do Sul da China.

A China deixou alarmados o Japão, a Coreia do Sul e os Estados Unidos no ano passado, quando anunciou uma zona de defesa aérea para o Mar da China Oriental, que abrange um grupo de ilhas desabitadas no centro de uma amarga disputa de propriedade entre China e Japão.

Na semana passada, o jornal japonês Asahi Shimbun informou que a China considerava a criação de uma zona semelhante – onde aeronaves estrangeiras devem relatar seus movimentos para a China – no Mar do Sul da China, o que levou o Departamento de Estado dos EUA a advertir contra tal movimento.

Em um comunicado divulgado na noite de sábado (1), o Ministério das Relações Exteriores da China deixou implícito não haver necessidade de tal zona no Mar do Sul da China, onde a China, Vietnã, Malásia, Brunei, Filipinas e Taiwan têm reivindicações concorrentes.

“De modo geral, a China não sente haver uma ameaça à segurança aérea a partir de países da ASEAN”, disse o ministério, referindo-se à Associação de Nações do Sudeste Asiático.

“A China se sente otimista sobre as relações com os países vizinhos do Mar do Sul da China e da situação geral no Mar do Sul da China”, disse o ministério , acrescentando que acreditava que as perspectivas para os laços com a ASEAN são “brilhantes”.

Enquanto o ministério afirmou que a China tinha o direito de definir zonas de defesa aérea sem sofrer críticas, o órgão criticou o Japão por tentar desviar a atenção dos próprios planos militares.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Ministério israelense da Defesa sofre ataque de ‘hackers’

‘Hackers’ atacaram vários computadores de Israel, um deles pertencentes ao Ministério da Defesa e empregado do departamento de questões civis da Cisjordânia ocupada, informou nesta segunda-feira (27) um especialista israelense.

‘No início do mês foram enviados mensagens a um certo número de empresas em Israel, inclusive organismos de segurança’, disse à rádio militar Aviv Raff, chefe do organismo israelense de luta contra ciberataques.

‘Havia um documento adjunto e quem o abria se infectava por um vírus, um cavalo de Troia que permitia aos ‘hackers’ controlar estes computadores. Um dos computadores pertencia à administração civil’, disse, em alusão a este departamento do Ministério da Defesa, gerido por militares.

Ao ser perguntado sobre este ataque, o exército informou em um comunicado que ‘a informação está sendo verificada’.

Raff não especificou a origem do ataque, mas a rádio informou que procedia ‘aparentemente de Gaza’, enclave palestino governado pelo movimento islamita Hamas.

A rádio acrescentou que o vírus havia atacado 15 computadores israelenses e que só tinha afetado à rede da Administração Civil.

As webs oficiais da bolsa de Tel Aviv e da companhia aérea El Al foram alvo de uma campanha de pirataria contra Israel em janeiro de 2012, em uma ciberofensiva reivindicada por ‘hackers’ que se diziam sauditas ou palestinos de Gaza.

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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