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Suicídio de participante provoca debate sobre reality shows na Coreia

O suicídio de uma jovem durante as filmagens na Coreia do Sul de um programa muito popular, acusado de ferir a dignidade dos participantes para elevar a audiência, provocou um debate sobre os excessos dos reality shows.

O corpo de Chun, de 29 anos, foi encontrado na quarta-feira no hotel no qual está sendo gravado o programa ‘Jjak’ (O casal), produzido pela SBS, uma das três principais emissoras de TV do país.

A polícia informou que a jovem teria se enforcado com o fio de um secador de cabelos.

“Não paro de chorar. Tenho sido tão infeliz na vida que quero dar um fim”, escreveu a jovem em um bilhete de suicídio.

No programa, 10 homens e 10 mulheres permanecem durante uma semana em um hotel, batizado de “Cidade do Amor”, onde devem passar por várias provas para encontrar o par ideal.

Os três candidatos de Chun decidiram tentar conquistar o coração de outra participante.

Os competidores do programa, no ar desde 2011, são mostrados em estado de emoção extrema: eles são filmados comendo sozinho, por exemplo, quando são rejeitados pelos potenciais parceiros.

A mãe da jovem afirmou ao jornal JoongAng Ilbo que Chun contou que não poderia viver na Coreia do Sul no caso de exibição do programa.

A SBS cancelou a exibição do programa previsto para quarta-feira e pediu desculpas públicas, mas não admitiu qualquer responsabilidade na tragédia.

A polícia abriu uma investigação sobre eventuais responsabilidades da emissora no suicídio.

Os reality shows são questionados no país por seu caráter intrusivo e pela exibição do lado mais obscuro dos participantes.

Fonte G1

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Publicado por em 7 de março de 2014 em Brasil

 

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Reviravolta em caso de homicídio abre debate sobre leis na França

Exame de DNA mostra que Justiça errou ao absolver suspeito (Foto: Divulgação)Exame de DNA mostra que Justiça errou ao absolver suspeito (Foto: Divulgação)

Um exame de DNA provou que um homem acusado de assassinato na França foi absolvido incorretamente pela Justiça em 2008. O caso abriu o debate no país sobre a necessidade de adaptar a legislação criminal aos progressos científicos.

O crime aconteceu há 27 anos e o suspeito já não pode, pela lei, passar por um novo julgamento.

A reviravolta no caso ocorre no momento em que o Parlamento francês se prepara para iniciar, a partir do final de fevereiro, discussões sobre um projeto de lei para reformar os procedimentos de revisão de julgamentos.

Durante anos, Jacques Maire foi considerado o principal suspeito do assassinato de Nelly Haderer, uma mãe de família de 22 anos, morta em 1987 com dois tiros de espingarda.

Seu corpo nu foi encontrado esquartejado em um lixão nos arredores de Nancy, no leste da França.

Após três julgamentos sucessivos, Maire – um pedreiro que não conhecia a vítima, mas estaria presente no último local em que ela foi vista com vida – foi definitivamente inocentado, após serem esgotados todos os recursos.

Mas novas perícias ordenadas pela Justiça, a pedido da família de Haderer, identificaram a presença de um DNA masculino em uma gota de sangue na parte interna do bolso da calça jeans da vítima.

Nesta semana, foi revelado que o sangue corresponde ao DNA de Maire, segundo autoridades.

“É necessário se adaptar aos progressos da ciência. É chocante que uma pessoa absolvida possa ter esse estatuto sendo presumidamente culpada”, afirma o juiz Jean-Olivier Viout, membro do Conselho Superior da Magistratura francês.

A lei francesa proíbe que uma pessoa absolvida possa ser posteriormente acusada do mesmo crime, ainda que ele tenha uma qualificação diferente. É o chamado princípio “da autoridade da coisa julgada”, no direito francês.

E somente pessoas condenadas à prisão, o que não é o caso de Maire, podem pedir a revisão do julgamento (sob condições específicas, como surgimento de novas provas ou falso depoimento de testemunhas, por exemplo).

Mas trata-se de um procedimento raríssimo: desde 1945, apenas oito pessoas condenadas à prisão na França se beneficiaram de uma revisão de seu julgamento definitivo, após esgotados todos os recursos.

Projeto de lei
O ex-juiz e atual deputado Georges Fenech, do partido UMP, da direita, afirmou que irá propor uma emenda ao projeto de lei sobre a reforma dos procedimentos de revisão das condenações penais, que será debatido no final de fevereiro.

Até então, antes das novas revelações no caso Haderer, os deputados franceses não tinham a intenção de alterar a regra de julgar novamente uma pessoa inocentada em última instância.

Segundo Fenech, sua emenda irá propor a possibilidade de reabrir investigações de antigos casos em que o suspeito já foi absolvido se houver novos elementos, como os testes de DNA.

‘Os progressos científicos, sobretudo em relação aos testes de DNA, devem ser levados em conta para reparar a injustiça que representa um culpado em liberdade’, diz o deputado em um comunicado.

O assunto provoca debates. Para o deputado Alain Tourret, do partido radical de esquerda, a possibilidade de julgar novamente uma pessoa absolvida poderia ‘desestabilizar um princípio fundamental do direito francês, que é a prescrição dos crimes’.

“Se não houver prescrição, isso significa que um caso nunca acabará e que os absolvidos ou os que cumpriram a pena continuarão prestando contas à sociedade”, diz Tourret.

Defesa
Após a revelação de que o DNA encontrado na roupa da vítima é o de Jacques Maire, ele continua clamando sua inocência.

Sua advogada, Liliane Glock, contesta o resultado dos testes. “Durante 27 anos de processo, essa calça foi examinada inúmeras vezes. Pode ter ocorrido contaminação com outros elementos do processo”, afirma.

“Naquela época, não havia testes de DNA e não eram tomadas precauções para isolar as provas”, diz a advogada.

Segundo Glock, o casaco de Maire examinado na perícia “pode ter sido guardado junto com a calça da vítima”, o que explicaria a presença do DNA na peça.

Maire foi considerado inocente em um primeiro julgamento, em 2004. Mas no segundo, um recurso do Ministério Público, ele foi condenado a 20 anos de prisão.

No entanto, esse julgamento foi cancelado por erro de procedimento processual: a escrevente havia “esquecido” de assinar dezenas de páginas do dossiê.

Devido ao erro burocrático, houve então um terceiro e último julgamento, no qual ele foi inocentado definitivamente.

Maire também foi tido como suspeito do desaparecimento de duas outras mulheres, jamais encontradas.

O caso de uma delas apresenta semelhanças com o de Haderer, que sumiu na rua à noite enquanto aguardava seu irmão voltar para casa.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Cristina Kirchner gera debate na web com calças apertadas em ato político

A imagem da presidente da Argentina, Cristina Kirchner, usando calças legging durante um ato político na cidade de Ezeiza, na província de Buenos Aires, causou rebuliço na sexta-feira (20) nas redes sociais.

Cristina Kirchner (segunda, a partir da esquerda) gerou debate nas redes sociais ao usar calças legging durante um ato político (Foto: Presidencia de la Nación/Divulgação)Cristina Kirchner (segunda, a partir da esquerda) gerou debate nas redes sociais ao usar calças legging durante um ato político (Foto: Presidencia de la Nación/Divulgação)

Sem abandonar o luto desde o falecimento de seu marido, o ex-presidente Néstor Kirchner, em 2010, a governante tirou do armário as calças apertadas, moda atualmente entre as jovens, que combinou com uma blusa preta, salto alto e um colar de pérolas.

O look quase primaveril de Cristina ganhou rapidamente as redes sociais e gerou um debate sobre o acerto ou não na escolha da presidente.

“Não me ocorre nada mais ridículo que uma presidente usando calças”, escreveu um usuário do Twitter.

“Me desculpem, mas eu queria ter a idade de Cristina e ter esse corpo. Ficou muito bem”, elogiou outra usuária da rede social.

Fonte G1

 
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Publicado por em 22 de setembro de 2013 em Brasil

 

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França propõe debate entre os países sobre a Síria

O ministro francês das Relações Exteriores, Laurent Fabius, afirmou nesta quinta-feira (5), pouco antes do início da reunião do G20, que as negociações sobre a Síria deveriam reunir inicialmente os “grandes atores” do cenário internacional, sem representantes do regime ou da oposição.

“Os grandes atores devem sentar à mesas. Saber se devem sentar à mesa imediatamente as partes, ou seja os representantes do regime e os da oposição, é outra questão, mas acredito que os grandes atores têm que discutir entre eles”, declarou o ministro ao canal “France 2”.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

A reunião do G20 em São Petersburgo deve ter como tema central a situação na Síria.

Sem citar os “grandes atores”, Fabius disse que conversa com os chefes da diplomacia da Rússia, China, Estados Unidos, de vários países da Europa e do Irã.

Ao ser questionado sobre a presença de Bashar al-Assad em futuras negociações para encontrar uma solução ao conflito sírio, Fabius respondeu que “ele não participará de maneira direta”.

Os ministros das Relações Exteriores da União Europeia se reunirão de modo informal na sexta-feira e sábado em Vilna, capital da Lituânia, para buscar uma posição comum sobre uma intervenção armada na Síria.

Dos 28 países da UE, apenas a França é favorável no momento a uma intervenção.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Colar de Merkel é atração de debate político na TV alemã e ganha Twitter

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Nem a crise do euro, nem a guerra na Síria. O que mais chamou a atenção dos alemães no debate político transmitido pela TV neste domingo (1º) foi o colar da chanceler Angela Merkel.

Angela Merkel, chanceler da Alemanha, usa colar com as cores da bandeira do país durante debate político na TV (Foto: Reuters)Angela Merkel, chanceler da Alemanha, usa colar
com as cores da bandeira do país durante debate
político na TV (Foto: Reuters)

O adorno, com fios entrelaçados e peças metálicas nas cores nacionais -vermelho, amarelo e preto- ganhou conta própria no Twitter, com mais de 6.300 seguidores. “E o vencedor foi: o colar da Alemanha”, era a piada na rede social na manhã desta segunda-feira (2). 

O debate de ontem (1º) foi disputado por Merkel e pelo social-democrata Peer Steinbrueck, e será o único confronto entre os candidatos para a campanha da eleição de 22 de setembro.

Cerca de 15 milhões de alemães assistiram à disputa, que girou em torno de assuntos como a ajuda à zona do euro, a política tributária e a espionagem norte-americana, sem que nenhum dos candidatos dissesse nada muito surpreendente.

A conta do colar no Twitter passou os 90 minutos do debate dando seus palpites zombeteiros. “Você realmente a quer pendurada no seu pescoço por mais quatro anos? Acredite em mim, como colar eu sei do que estou falando.”

Merkel já havia usado esse mesmo colar no dia em que conquistou seu segundo mandato como chanceler, em 2009.

A dirigente é  vista como favorita para conquistar um quarto mandato, mas é possível que os democratas-cristãos precisem estabelecer uma coalizão com os rivais social-democratas.

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Rival de Merkel assume postura pacifista sobre Síria antes de debate

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Ex-ministro das Finanças e líder da oposição Social Democraca na Alemanha, Peer Steinbrueck é visto durante convenção do partido em Muenster, na Alemanha (Foto: Ina Fassbender/Reuters)Ex-ministro das Finanças e líder da oposição Social
Democraca na Alemanha, Peer Steinbrueck em foto
de 2012 (Foto: Ina Fassbender/Reuters)

Peer Steinbrueck, adversário da chanceler alemã, Angela Merkel, na eleição que se aproxima, assumiu nesta sexta-feira (30) uma postura firme contra uma eventual ação militar ocidental na Síria, na tentativa de encampar o sentimento antiguerra antes de um debate entre os candidatos na TV.

Enquanto Merkel enfrenta um dilema delicado entre apoiar os aliados internacionais da Alemanha e atender aos eleitores alemães contrários a um ataque, Steinbrueck tentou se diferenciar com um estilo tipicamente franco.

“Quero deixar bem claro para mim mesmo e para o SPD (Partido Social-Democrata) que acreditamos que uma intervenção militar seria errada porque não conseguimos ver como ela iria ajudar as pessoas na Síria”, disse o político de centro-esquerda a jornalistas.

Steinbrueck, de 66 anos, está se esforçando para reduzir a popularidade da chanceler antes da eleição de 22 de setembro, quando ela buscará um terceiro mandato.

O candidato de oposição espera melhorar suas chances entre os pacifistas alemães, principalmente na esquerda, como o chanceler Gerhard Schroeder, do SPD, fez na campanha de 2002 ao se opor francamente à invasão do Iraque liderada pelos EUA.

O SPD quer ajudar a comunidade internacional a “romper essa lógica militar”, disse Steinbrueck, propondo que os presidentes da Rússia e dos EUA e os chefes da ONU e da Liga Árabe foquem, em vez disso, na negociação de um cessar-fogo.

Merkel disse que o governo do presidente sírio, Bashar al-Assad, envolvido na guerra civil com rebeldes, não deveria ficar impune pelo que os Estados Unidos disseram ser o uso de armas químicas proibidas internacionalmente, num ataque que matou centenas de civis em um subúrbio de Damasco, na semana passada.

Mas ela não foi a público explicitamente em favor da ação militar, para a qual Washington está se preparando. Assad negou ter usado gás venenoso, culpando os rebeldes pelo ataque.

Questionado na sexta-feira sobre as conversas telefônicas sobre a Síria entre Merkel e Obama e outros líderes, o porta-voz da chanceler, Steffen Seibert, disse em uma coletiva de imprensa que não houve pedido do envolvimento alemão em nenhum ataque militar contra Damasco.

Steinbrueck e Merkel estarão cientes, em seu debate ao vivo na TV no domingo, da opinião pública alemã com relação a um possível ataque militar contra Damasco.

As pesquisas mostram o profundo desgosto por qualquer ação militar, e principalmente por qualquer participação alemã, significando que Berlim pode ficar de lado, como ficou na Líbia há dois anos.

Muitos alemães sentem grande aversão ao envolvimento militar no exterior por causa do passado nazista, quando o país iniciou a Segunda Guerra Mundial e perpetrou o Holocausto.

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Artista cria debate de candidatos na Alemanha com peças de lego

Um artista criou um debate entre os candidatos a chanceler na Alemanha com peças de lego. As figuras foram expostas nesta quarta-feira (28) na cidade de Oberhausen, como um aquecimento das eleições no país.

O debate entre a atual chanceler e o seu opositor vai ocorrer no dia 1° de setembro na Alemanha. As peças retratam os candidatos debatendo e toda a estrutura de um estúdio de TV.

Candidatos a chanceler na Alemanha são retratados em peças de lego (Foto: Jan-Philipp Srobel/ AFP)Candidatos a chanceler na Alemanha são retratados em peças de lego (Foto: Jan-Philipp Srobel/ AFP)Estrutura de um estúdio de TV, plateia e candidatos foram reproduzidos em brinquedos (Foto: Jan-Philipp Srobel/ AFP)Estrutura de um estúdio de TV, plateia e candidatos foram reproduzidos em brinquedos (Foto: Jan-Philipp Srobel/ AFP)

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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