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Assad sai de Damasco em incomum visita a deslocados sírios

O presidente sírio, Bashar al-Assad, saiu nesta quarta-feira de Damasco em uma incomum visita fora da capital para averiguar as condições em que vivem os deslocados na cidade de Adra.

A televisão oficial precisou que o líder esteve pela manhã no refúgio para deslocados de al-Duair em Adra, uma população da província de Damasco situada a nordeste da capital.

Assad percorreu as instalações do lugar e escutou as necessidades dos refugiados.

O presidente da Síria, Bashar al-Assad conversa com deslocados no refúgio de al-Duair em Adra, uma província de Damasco situada ao nordeste da capital (Foto: AP)O presidente da Síria, Bashar al-Assad conversa com deslocados no refúgio de al-Duair em Adra, uma província de Damasco situada ao nordeste da capital (Foto: AP)

O presidente afirmou que o Estado continua garantindo as necessidades básicas dos deslocados até que possam retornar a seus lares tanto em Adra como em outros lugares da Síria.

Desde o início do conflito, há quase três anos, Assad saiu oficialmente fora da capital em raras ocasiões.

Em 27 de março de 2012, Assad visitou o bairro de Baba Amre, na cidade de Homs, no centro do país, que tinha sido palco de bombardeios e de combates entre os rebeldes e as forças do regime até o começo desse mês.

Fonte G1

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Freiras libertadas por rebeldes após 3 meses chegam a Damasco

As freiras libertadas no domingo (9) na fronteira sírio-libanesa voltaram nesta madrugada para Damasco, informou nesta segunda-feira (10) a agência de notícias oficial síria, Sana. Elas haviam sido sequestradas e ficarem três meses em cativeiro.

As religiosas foram recebidas no bairro de Al Qasaa, na capital síria, pelas autoridades religiosas, divulgou a agência EFE. Elas foram postas em liberdade em uma operação que durou quase nove horas, explicou a madre superiora, Blayaa Sayyaf.

Durante o processo, o grupo rebelde que as tinha sequestradas as entregou na fronteira ao diretor da Segurança Geral do Líbano, Abbas Ibrahim. Após sua libertação, as freiras foram levadas para dentro do Líbano antes de retornar ao território sírio.

As freiras desapareceram do convento de Santa Tecla durante a tomada pelos rebeldes da população de maioria cristã de Malula, ao norte de Damasco, em 2 de dezembro.

O regime sírio acusou “terroristas”, como denomina os opositores, de terem sequestrado as religiosas, que depois foram transferidas à cidade de Yabrud, ao norte da capital síria e perto da fronteira com o Líbano.

Ibrahim ressaltou que uma das condições impostas pelos sequestradores para libertá-las era que as autoridades sírias soltassem 150 pessoas presas em prisões do governo. O regime do presidente sírio, Bashar al Assad, não anunciou por enquanto a libertação desses 150.

O mediador libanês negou qualquer tipo de pagamento de resgate, segundo a a agência oficial libanesa ANN. “O pacto de libertação das monjas estipula uma libertação, em contrapartida, de 150 presas pelo governo da Síria”, afirmu ele.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de março de 2014 em Brasil

 

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‘Escudos humanos’ querem impedir ataque norte-americano em Damasco

Grupo acampa no monte Qassiun para impedir suposto ataque norte-americano (Foto: Anwar Amro/AFP)Grupo acampa no monte Qassiun para impedir suposto ataque norte-americano (Foto: Anwar Amro/AFP)

Dezenas de partidários do regime sírio acamparam no monte Qassiun, que domina Damasco, com a intenção de servir de escudos humanos e impedir um eventual ataque norte-americano.

Os jovens ergueram barracas em um caminho íngreme, ao lado do famoso restaurante Ahla Tallé, fechado há um ano devido aos diversos bloqueios militares.

Esta colina, considerada estratégica, está repleta de posições de artilharia que disparam sobre as localidades rebeldes e que podem ser um alvo privilegiado em caso de ataques aéreos norte-americanos.

“Vamos acampar aqui até o anúncio por parte do governo de que já não há uma ameaça de agressão” contra a Síria, declara Ogarit Dandash, uma jornalista libanesa da rede de televisão Mayadeen, que está na origem desta mobilização, batizada de “Sobre nossos corpos”.

Washington contemplou ataques militares para punir o regime do presidente Bashar al-Assad, acusado de ter ordenado um ataque com armas químicas no dia 21 de agosto perto de Damasco, que deixou 1.400 mortos.

Um acordo alcançado no sábado em Genebra entre Washington e Moscou visando o desmantelamento do arsenal de armas químicas sírias, aceito pelo regime de Damasco, afasta no momento o fantasma de ataques aéreos.

“Mas a ameaça da força se mantém, a ameaça é real”, afirmou no domingo o secretário americano de Estado, John Kerry.

Os jovens sírios ergueram 25 tendas com bandeiras sírias no caminho que leva ao topo do monte.

“Não vamos parar, devemos agir para resolver a crise” na Síria, proclamam os jovens.

O conflito sírio, que explodiu há dois anos e meio, já matou mais de 110 mil pessoas, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

“Estamos no monte Qassiun para dizer aos americanos que deverão passar sobre nossos corpos”, afirmou o ator Mustapha al-Kani, partidário fervoroso do regime.

“É normal que existam posições divergentes sobre a situação”, entre partidários e opositores ao regime, reconheceu. Mas, “neste caso concreto, não se trata de uma posição política, mas patriótica”, afirmou.

“É natural que juntemos em volta do amor à pátria, para protegê-la de qualquer agressão externa”, acrescentou.

Para o escudo humano Ahmad Hammud, de 22 anos, a presença dos jovens na colina de Damasco “não dissuadirá os Estados Unidos de atacar” a Síria.

“Mas dizemos (aos norte-americanos) que nossas ideias não morrerão conosco”, proclamou.

Em uma encosta, jovens que carregam cartazes contra os ataques entoam canções patrióticas.

“Não toquem a Síria”, afirma um dos cartazes.

Os participantes desta operação comem e dormem no local, e um dos organizadores lê todas as noites os lemas: não se pode ingerir álcool ou ter um comportamento “que prejudique a moral geral”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Melbourne é a melhor cidade para se viver e Damasco, a pior, diz estudo

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Melbourne, na Austrália, eleita a melhor cidade para se viver pelo terceiro ano consecutivo (Foto: Timobalk/SXC)Melbourne, na Austrália, eleita a melhor cidade para se viver pelo terceiro ano consecutivo (Foto: Timobalk/SXC)

Pelo terceiro ano consecutivo, a cidade australiana Melbourne foi considerada a melhor do mundo para se viver, conforme pesquisa da consultoria Economist Intelligence Unit (EIU) abrangendo 140 cidades e divulgada neste mês. Damasco, capital da conflagrada Síria, é a pior.

Bazar de Damasco, na Síria (Foto: Mozzerman/SXC)Bazar de Damasco, na Síria; cidade vive momento
conturbado e foi eleita a pior do ranking
(Foto: Mozzerman/SXC)

Melbourne, capital do Estado australiano de Victoria, superou Viena e as canadenses Vancouver, Toronto e Calgary. Outras três cidades australianas –Adelaide, Perth e Sydney– também apareceram entre as 10 principais, junto à finlandesa Helsinque e à neozelandesa Auckland.

Cinco categorias foram levadas em conta na lista: estabilidade, atendimento médico, cultura e ambiente, educação e infraestrutura.

No outro extremo do ranking estão três capitais de países árabes assolados por turbulências nos últimos anos: Damasco (Síria), Cairo (Egito) e Trípoli (Líbia). Mas o ranking exclui lugares como Cabul, no Afeganistão, e Bagdá, no Iraque, que há anos sofrem problemas de conflito e insegurança.

Outras cidades entre as dez piores da lista são: Daca (Bangladesh), Lagos (Nigéria), Port Moresby (Papua-Nova Guiné) e Harare (Zimbábue).

As 10 melhores cidades para se viver  

As 10 piores cidades para se viver                      

Port Moresby (Papua Nova Guiné)

Teatro em Viena, na Áustria (Foto: Marcaert/SXC)Teatro em Viena, na Áustria; cidade foi a segunda da lista (Foto: Marcaert/SXC)Vancouver, no Canadá (Foto: Pcaputo/SXC)Vancouver, no Canadá, ficou em terceiro lugar no ranking (Foto: Pcaputo/SXC)

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Publicado por em 1 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Violentos combates são registrados perto de Damasco após visita da ONU

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Violentos combates foram travados nesta sexta-feira (30) em uma localidade a sudoeste de Damasco, quatro dias depois da visita dos inspetores da ONU para investigar o suposto uso de armas químicas.

Os combates entre forças do regime e rebeldes acontece no norte e oeste de Muadamiyat al-Sham. Além disso, a cidade sofreu um bombardeio aéreo e foi atingida por um míssil terra-terra, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).

O exército sírio tenta em vão há meses retomar o controle desta localidade, assim como de Daraya, ambas em mãos rebeldes.

arte síria versão 28.08 (Foto: Arte/G1)

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Publicado por em 1 de setembro de 2013 em Brasil

 

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‘Apreensão e ansiedade em Damasco’, diz correspondente da BBC

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O correspondente da BBC em Damasco, Jeremy Bowen, diz que, a despeito de que lado estejam – seja do governo ou dos rebeldes – as pessoas na Síria estão apreensivas e ansiosas com o que pode acontecer nos próximos dias.

‘Um dos medos é o que pode acontecer se locais com armas químicas forem atingidos por mísseis, ou durante um ataque aéreo, e gases químicos forem liberados matando um número ainda maior de civis,’ disse Bowen.

Segundo ele, as pessoas têm acesso a internet e televisão via satélite, e por isso têm conhecimento do que está acontecendo, e da possibilidade de uma ação militar internacional.

‘A cidade parece mais silenciosa do que quando estive aqui no início do ano, porém ainda há muitos carros nas ruas.’

Bowen tuitou que ‘há muitos engarrafamentos causados por postos de segurança. A vida em Damasco não está fácil estes dias.’

Preparação
Bowen acredita que o contexto da guerra ficou mais abrangente para os sírios, e que, depois de dois anos, uma nova fase está começando.

‘Sírios aguardam as decisões que estão sendo tomadas em outros lugares.’

Enquanto isso, a guerra que já existe, continua. Os rebeldes que controlam áreas no subúrbio da cidade continuam sendo bombardeados pelas tropas do governo.

As agências de notícias, citando moradores e alguns opositores do regime Assad, relataram que alguns armamentos pesados foram removidos de bases, e funcionários do governo têm desocupado algumas sedes.

‘É de se esperar que o exército sírio tenha algum tipo de plano para se proteger de um eventual ataque, principalmente depois que potências ocidentais passaram a discutir tão abertamente essa possibilidade,’ disse Bowen.

Ele conta que os países vizinhos à Síria estão se preparando para uma nova crise.

Em Beirute, no Líbano, o homem que o ajudou com as malas disse que o Ocidente pode fazer o que quiser, mas pede para ‘por favor, não bombardear qualquer lugar perto do Líbano. Tememos uma outra grande guerra.’

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Investigadores da ONU visitam subúrbio rebelde em Damasco

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Uma equipe de inspetores da ONU chegou a uma localidade nos arredores de Damasco controlada por rebeldes nesta quarta-feira (28), disseram ativistas da oposição, para um segundo dia de investigação nos locais atingidos por um suposto ataque com armas químicas que matou centenas de pessoas.

“Eles chegaram à cidade de Maleiha e agora estão sob escola rebelde, em breve eles vão para as cidades onde os ataques aconteceram para começar suas inspeções”, disse o ativista Salam Mohammed, falando pelo Skype.

Na segunda-feira (26), um carro com os inspetores da ONU foi alvejado por franco-atiradores quando eles se dirigiam a subúrbios de Damasco supostamente atacados com armas químicas.

A oposição síria diz que centenas de pessoas morreram enquanto dormiam, na madrugada de quarta-feira, por causa do ataque químico realizado por forças do governo na semana passada.

O governo do presidente Bashar al-Assad nega ter cometido o massacre, e no domingo autorizou a visita de inspetores da ONU ao local.

Ban Ki-moon
Os inspetores precisam de tempo para determinar se foram usadas armas químicas, disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em Haia, nesta quarta.

Ban disse que as imagens do conflito que dura mais de dois anos são “diferentes de qualquer uma que tenhamos visto no século 21”.

“É essencial estabelecer os fatos. Uma equipe de investigação da ONU está agora no terreno para fazer justamente isso. Apenas dias após o ataque, eles coletaram amostras valiosas e entrevistara vítimas e testemunhas. A equipe precisa de tempo para fazer seu trabalho”, disse Ban.

Inspetores da ONU aguardam seus veículos para deixar hotel em Damasco e retomar missão que investiga armas químicas (Foto: AFP)Inspetores da ONU aguardam seus veículos para deixar hotel em Damasco e retomar missão que investiga armas químicas (Foto: AFP)

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Publicado por em 28 de agosto de 2013 em Brasil

 

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